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Idosos recebem falsa aplicação de vacinas no estado do Rio de Janeiro


Três idosos, um senhor de Niterói, na Região Metropolitana, uma senhora de Petrópolis, na Região Serrana, e outro senhor do Rio de Janeiro, foram vítimas de falsa aplicação da dose da vacina contra covid-19. Vídeos feitos por parentes mostram o momento em que os profissionais de saúde aplicam a seringa no braço dos idosos, mas eles não recebem a dose do imunizante. Após estes acontecimentos, as prefeituras dos municípios entraram em contato com os parentes dos idosos e os idosos foram vacinados corretamente.
Em Niterói, o caso aconteceu, na última sexta-feira (12), no posto de vacinação drive-thru no Campus do Gragoatá na Universidade Federal Fluminense. A técnica de enfermagem inseriu a agulha, mas não empurrou o líquido. No momento em que o idoso é vacinado, os parentes comemoraram, mas, após reverem o vídeo, perceberam que a aplicação correta não havia acontecido.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Niterói, a técnica de enfermagem foi imediatamente afastada de suas funções, assim que a pasta tomou conhecimento do caso. “O fato está sendo apurado e as medidas cabíveis serão tomadas”.
A família do idoso foi imediatamente contatada e uma visita foi agendada para o mesmo dia, no qual o médico e a enfermeira responsável realizaram a aplicação da vacina na casa do idoso.
“Todos os profissionais que participam da ação de imunização no Drive-Thru na UFF passam por um treinamento e supervisão constantemente, onde são dadas informações técnicas quanto a vacina e sua aplicação. Os técnicos de enfermagem e enfermeiros foram capacitados para a ação na última quarta-feira (10), com carga horária de 6 horas”, disse a SMS, em nota.
Uma idosa de 94 anos também recebeu a “vacina de vento” em Petrópolis, na última sexta-feira (12). No vídeo, a técnica de enfermagem tem dificuldade em abrir a proteção da agulha da seringa e o parente da idosa, que está no banco de motorista e filmando a ação, sugere trocar a seringa. Com isso, a profissional pega outra seringa, no entanto, sem a dose do imunizante contra covid-19 e aplica na idosa.
Em nota, a Secretaria de Saúde de Petrópolis informou que tomou todas as providências cabíveis assim que recebeu a denúncia e confirmou que a seringa utilizada para vacinar a idosa estava vazia no momento da aplicação. As equipes fizeram contato com a família e a idosa foi vacinada no sábado (13).
A secretaria abriu procedimento interno de investigação para apurar a responsabilidade sobre o fato. Segundo informações da pasta, a técnica de enfermagem é contratada e foi imediatamente afastada e o caso foi levado ao Conselho Regional de Enfermagem, que abriu investigação interna.
A técnica de enfermagem se apresentou, nesta segunda-feira (15), à secretaria. Ela garantiu que não percebeu o problema e assegurou que não foi intencional, mas sim um problema com a seringa.
A Secretaria de Saúde de Petrópolis esclareceu que este foi um caso isolado e que mantém o controle das vacinas, além de cobrar o registro de qualquer ocorrência durante a vacinação.
O governo municipal comunicou o caso à Polícia Civil, que instaurou procedimento para apurar o caso. “O governo segue colaborando com as investigações a fim de esclarecer integralmente os fatos”.
“A Secretaria de Saúde está reforçando junto às equipes os protocolos a serem seguidos durante o trabalho para garantir a transparência na aplicação das doses. É direito do vacinado e/ou familiar pedir para ver a ampola de onde a vacina está sendo retirada, assim como verificar o rótulo. Também é direito registrar, seja em vídeo ou foto, o momento da aplicação. O responsável pela aplicação tem que se certificar, antes da aplicação e na presença do vacinado, que a seringa está com a dose. Após a aplicação, deve-se certificar, ainda na frente do vacinado, que a seringa está vazia. Por último, a equipe deve informar, no cartão de vacina, qual a vacina aplicada e a data de retorno para a segunda dose”, informou em nota.
A Secretaria de Estado de Polícia Civil informou que já vem investigando possíveis desvios relacionados à vacinação. Entre as investigações, já existem inclusive apurações relacionadas às denúncias de falsa dose de vacina em Niterói e Petrópolis.
A 105ª DP (Petrópolis) instaurou procedimento para apurar as circunstâncias do vídeo. Segundo o delegado João Valentim Neto, caso seja comprovado que houve efetivamente o desvio da dose, o caso pode configurar crime de Peculato, que prevê pena de prisão de 2 a 12 anos e multa. “No entanto, só as circunstâncias da investigação podem comprovar”, informou.
A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis informou que está acompanhando o caso e que já existe inquérito civil em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) no município para apurar problemas na aplicação das vacinas.
O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) informou que “tomou as devidas providências em relação ao caso e acionou as autoridades competentes”.
Além de Niterói e Petrópolis, mais um caso de falsa aplicação da dose da vacina aconteceu no estado do Rio, dessa vez na capital fluminense. Um idoso foi ao posto drive-thru do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, para receber a dose do imunizante, mas o profissional de saúde, inicialmente, não aplicou a dose.
Nas imagens feitas pelo familiar do idoso, o profissional aplica a agulha, porém ele não aperta a seringa. Segundo o parente, outra pessoa da equipe alerta que a vacinação não foi realizada e, então, só após a notificação, o profissional aplica a dose da vacina corretamente.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro, houve uma intercorrência na aplicação da dose, que foi imediatamente resolvida. A pasta recomenda que, em caso de dúvida sobre a aplicação, os familiares questionem imediatamente os profissionais de saúde. Fotos e imagens estão totalmente liberadas no momento da aplicação da vacina.

Professora da UFRJ mantém idosa em trabalho escravo durante 40 anos

O Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) entrou com uma ação contra uma professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) por manter uma idosa em condições de trabalho análogas à escravidão.
A idosa de 63 anos foi resgatada na casa da professora no Zona Norte da cidade no final de janeiro. A descoberta aconteceu durante uma ação de força-tarefa de órgãos federais contra o trabalho escravo. A mulher trabalhava como empregada doméstica na casa há quase 40 anos.
Ela não recebia qualquer tipo de remuneração e, recentemente, a professora inclusive se apropriou do auxílio emergencial recebido pela idosa. Além disso, ela era obrigada a catar latinhas nas ruas, vendê-las e dar o dinheiro à professora.
A idosa foi encontrada pela força-tarefa dormindo em um quarto sem energia elétrica. De acordo com o MPT, ela apresentava desnutrição. Os vizinhos relataram aos investigadores que a senhora sofria maus tratos, violência física e realizava trabalhos exaustivos sob o sol.
A própria idosa informou que não tinha acesso livre a água potável e alimentos, e que a professora jogou fora todos os seus pertences. Dentre eles, havia anotações como os contatos de seus parentes.
Agora, a mulher está em um Centro de Acolhimento da Prefeitura do Rio, e a Justiça analisa o caso. O MPT pediu à Justiça que a professora pague à idosa R$ 1,3 milhão em indenização , além de uma pensão e pagamento retroativo dos salários.
A própria idosa informou que não tinha acesso livre a água potável e alimentos, e que a professora jogou fora todos os seus pertences. Dentre eles, havia anotações como os contatos de seus parentes.
Agora, a mulher está em um Centro de Acolhimento da Prefeitura do Rio, e a Justiça analisa o caso. O MPT pediu à Justiça que a professora pague à idosa R$ 1,3 milhão em indenização , além de uma pensão e pagamento retroativo dos salários.
Em nota, a UFRJ informou que não foi notificada sobre o caso e repudiou o ocorrido. Confira a nota na íntegra:

“A Reitoria da UFRJ foi surpreendida ao saber pela imprensa sobre o caso de uma professora que teria sido acusada de manter uma empregada doméstica em trabalho análogo à escravidão. Ainda que a operação tenha ocorrido no dia 25/1, informamos que a Universidade, até o momento, não foi notificada oficialmente pela Justiça do Trabalho.
Repudiamos veementemente quaisquer retrocessos ou vilipêndios que desfigurem a dignidade da pessoa humana. A escravidão é um fato histórico doloroso da história brasileira que ainda deixa marcas. Ações como esta Operação Resgate, do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ), e que envolveu outros órgãos federais, precisam ser estimuladas. A escravidão não pode ter mais espaço em um país que, por mais de três séculos sombrios, seu implacável sistema pairava gerando danos profundos dia após dia. Obviamente, uma postura de adesão ao escravismo, de fato, não condiz com o ethos da UFRJ, que é o de promover formação qualificada e emancipadora do saber como força transformadora.
Assim que notificada a Universidade tomará as providências legais cabíveis”.

Vigilância Sanitária do Rio fecha baile no Jockey Club com centenas de foliões

O Instituto de Vigilância Sanitária interditou quatro estabelecimentos desde a noite de sábado (13) até a madrugada de domingo (14), entre eles um baile de carnaval com centenas de pessoas no Bosque Bar, no tradicional Jockey Club, na zona sul do Rio de Janeiro. O estabelecimento foi multado e interditado tanto pela Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização (CLF, da Seop) quanto pela Vigilância Sanitária, além de ter equipamento de som apreendido. O público foi dispersado, segundo informação da Seop.
A Seop, a Guarda Municipal e o Instituto de Vigilância Sanitária, com o apoio da Polícia Militar, percorreram locais com denúncias de eventos na Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Ipanema, Gávea e Lagoa. Equipes da Guarda também atuaram no Leblon, na Tijuca e em outros pontos da cidade.

Ao todo foram inspecionados 11 estabelecimentos e 7 multas foram aplicadas. Também foram apreendidos pelos fiscais sanitários e acautelados pela Coordenadoria de Controle Urbano (CCU, da Seop) equipamentos de som em três estabelecimentos.
Na Barra da Tijuca, a casa noturna Lalu Lounge, na Avenida Armando Lombardi, também promovia aglomeração e foi fechada. Além da interdição cautelar (até as 7h deste domingo) e multa, o local teve equipamento apreendido.

Desde a sexta-feira, já foram feitas 43 inspeções sanitárias, com 25 autos de infração, 14 interdições e 7 apreensões de equipamentos de som, informou a Seop.

A Guarda Municipal também está desde sexta-feira realizando fiscalizações na cidade e já fez 309 ações até o momento, sendo 227 multas de trânsito, 32 notificações sanitárias por falta do uso de máscara, aglomeração e 48 ocorrências e auxílios ao público e a outros órgãos. A ação foi concentrada na altura do bar Jobi, um dos mais famosos do Leblon, zona sul do Rio.

As equipes também fizeram a desobstrução da via pública ao trânsito, na altura da Praça Cazuza, e coibiram irregularidades de trânsito, como o estacionamento em fila dupla cometido por motoristas de táxis. Duas caixas de som foram apreendidas na Rua Dias Ferreira e na Avenida Ataulfo de Paiva. Uma banca de jornal em frente ao bar Jobi teve bebidas apreendidas conforme proibição estabelecida por decreto municipal

Como medida para coibir a aglomeração nas ruas, os agentes utilizam ainda sirenes das viaturas para provocar a saída das pessoas da via pública, informou a Seop.

Falso dentista é preso em flagrante em São Gonçalo


Policiais da 74ª DP (Alcântara) prenderam em flagrante um falso dentista que atendia pacientes para tratamento em um consultório improvisado nos fundos de sua casa, no bairro Santa Luzia, na comunidade conhecida como Cano Furado, em São Gonçalo. No momento da prisão, o acusado atendia uma pessoa e realizava um procedimento de revisão no aparelho por ele instalado.

O falso dentista foi localizado após diligências e recebimento de informações do setor de inteligência da 74ª DP. De acordo com os agentes, ao ser questionado, o acusado afirmou que não tinha formação acadêmica em Odontologia e qualquer tipo de licença ou alvará junto ao respectivo órgão de classe e órgãos municipais, nem da vigilância sanitária para exercer aquela atividade naquele local.

“Além disso, o local em que o acusado realizava os atendimentos não possuía as condições mínimas de higiene exigidos para exercer aquela atividade”, disse o titular da 74ª DP, delegado Lauro César Lethier Rangel.

A prisão aconteceu na última terça-feira (09), com apoio da Polícia Militar. Ele responderá pelos crimes de exercício ilegal da arte dentária e crime contra a saúde pública.

PRF prende casal com 18 kg de haxixe

A Polícia Rodoviária Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar, prendeu um casal que transportava 18kg de haxixe, neste sábado (13), em Campos dos Goytacazes, na região Norte Fluminense do Estado do Rio de Janeiro. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados.
Agentes da PRF e da Polícia Militar realizavam operação para impedir a entrada de armas, munições e drogas no Rio de Janeiro, quando abordaram uma caminhonete com placa de uma cidade mineira.
Ao ser abordado, o casal negou que transportava qualquer item ilegal. O automóvel foi levado para o pátio da PRF e revistado com auxilio de um cão farejador da Guarda Civil Municipal. Assim, os policiais encontraram soldas e uma massa plástica no piso do veículo que escondiam um fundo falso, onde o entorpecente foi ocultado.
O casal confessou ter recebido a quantia de R$ 5 mil para transportar as drogas e entregar a carga a uma pessoa na cidade de Campos. O caso foi encaminhado a Polícia Civil e o casal será processado por tráfico de drogas.

STF obriga operadoras de telefonia do Rio a informar interrupção de serviços

O Supremo Tribunal Federal decidiu manter a lei estadual do Rio de Janeiro que obriga as concessionárias de serviços públicos essenciais a informarem sobre a interrupção de serviços dos clientes. Em plenário virtual da Corte, nove dos onze ministros consideraram improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) apresentada pela Associação Brasileira de Concessionárias de Serviço Telefônico Fixo Comutado (Abrafix).
A Abrafix levou a ação para o STF em março de 2019, questionando a legislação estadual. A entidade alegava ausência de autonomia do Estado do Rio para obrigar as empresas de telefonia a informarem sobre a suspensão do serviço em tempo real. Na ocasião, a associação alegou que a medida era de responsabilidade da União.
“Essa competência exclusiva da União decorre de uma razão muito simples: há um sistema nacional de telecomunicações que deve obedecer a um ordenamento jurídico uniforme em todo o território nacional, estabelecido a partir de disposições constitucionais e de leis federais”, defendia a associação.
A Procuradoria-Geral da República discordou da Abrafix e em manifestação ao Supremo se posicionou contra o pedido da entidade.
Durante a sessão virtual que analisou a ação de inconstitucionalidade, a maioria dos juízes do STF decidiram acompanhar o voto do relator do caso, o ministro Ricardo Lewandowski.
Lewandowski apontou que a legislação questionada não infringe a competência do governo federal. “Assim, a lei estadual, segundo penso, ao estabelecer o dever de informação sobre a interrupção dos serviços públicos essenciais, não adentrou na competência privativa da União (…), para legislar sobre telecomunicações”, afirmou o ministro.
Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes foram os únicos juízes opostos aos relator e consideraram que a lei estadual invadia a competência da União. Ambos, porém, foram vencidos no julgamento.

Subprefeitura de Jacarepaguá remove lava jato em Curicica

A Subprefeitura de Jacarepaguá removeu um lava jato irregular, em vistoria realizada neste domingo (14), no bairro de Curicica, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Moradores reclamavam que o lava jato, instalado na calçada da Rua Iperó, tinha ligação clandestina de água e o armazenamento era feito em dois reservatórios amarrados com correntes nas grades da Escola Municipal Lincoln Bicalho Roque.
“Os moradores de Jacarepaguá podem ter certeza que estaremos com os olhares atentos ao entorno de todos equipamentos municipais e às vias públicas”, disse a subprefeita Talita Galhardo. Em nota, a subprefeita afirma que “não permitirá que virem paisagem absurdos desse tipo”.
A equipe da Subprefeitura de Jacarepaguá está nas ruas desde a madrugada da última sexta-feira (12), atuando contra festas e aglomerações nas ruas do bairro. Até o momento, os fiscais não constataram nenhuma irregularidade grave.
Na ação de fiscalização e controle urbano realizada neste sábado (13) e domingo (14), também foram apreendidas 17 placas de propaganda irregular e notificados 4 estabelecimentos em vários locais de Jacarepaguá.
A ação contou com a parceria da Comlurb e Guarda Municipal. Durante a madrugada, a equipe da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) também esteve presente.

NASA divulga nova fotografia de Júpiter


A NASA postou em seu site oficial uma nova fotografia de Júpiter que permite ver com maior detalhe a turbulenta atmosfera do planeta. A fotografia foi captada pela sonda Juno em dezembro, naquela que foi a sua 31ª aproximação a Júpiter.

Além das nuvens coloridas que cobrem todo o planeta, a imagem captada pela Juno também permite ver no horizonte a característica Grande Mancha Vermelha. Ao analisar a área um pouco abaixo é possível notar uma pequena mancha esbranquiçada, que deverá corresponder à formação de uma nova tempestade.

A Juno continuará a sua missão pelo menos até 2025, pelo que até lá podemos contar com mais destas fotografias impressionantes de Júpiter.

Polícia prende em Vila Valqueire chefe do tráfico de comunidade em São Gonçalo


Apontado pela polícia como uma das lideranças do tráfico de drogas do Jóquei, em São Gonçalo, Gabriel Souza dos Santos, o Maradona, de 26 anos, foi preso, na tarde de sexta-feira. Ele foi flagrado numa rede de fast food, em Vila Valqueire, na Zona Oeste do Rio.

PMs do 18º BPM (Jacarepaguá) realizavam patrulhamento de rotina pela Estrada Intendente Magalhães, quando tiveram a atenção voltada para Maradona, que demonstrou nervosismo ao perceber a aproximação da viatura policial. Ele estava no estacionamento de uma grande rede de lanchonetes.

Os militares realizaram abordagem e constataram que contra Maradona havia um mandado de prisão em aberto por roubo, expedido pela 3ª Vara Criminal da Comarca de São Gonçalo.

O suspeito foi encaminhado para a 30ª DP (Marechal Hermes), onde o mandado foi cumprido. A Polícia Civil informou que Maradona possui 10 anotações criminais por homicídio, tráfico de drogas e roubo.

Mãe de Bolsonaro é vacinada contra covid-19 em São Paulo


A mãe do presidente Jair Bolsonaro, Olinda Bunturi Bolsonaro, de 93 anos, se vacinou contra o covid-19  na sexta-feira (12) em casa, na região central de Eldorado, no interior paulista. A informação foi confirmada pelo diretor de Saúde de Eldorado.

Segundo o portal R7, a cidade com pouco mais de 15 mil habitantes localizado no Vale do Ribeira começa a imunizar pessoas entre 85 e 90 anos a partir de segunda-feira (15).

Eldorado recebeu doses da CoronaVac, desenvolvida pela chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e da farmacêutica AstraZeneca, feita em conjunto com a Universidade de Oxford.

O nome de Olinda está, portanto, entre os 1.311 moradores que receberam a dose, de acordo com o site do Governo de São Paulo Vacina Já. Não é possível saber qual dos imunizantes ela tomou. O enfermeiro Valter (não foi informado o sobrenome) foi o responsável pela aplicação.

Olinda virou notícia graças ao seu filho, Jair Bolsonaro. O presidente afirmou no fim do ano passado que não tomaria a vacina contra a covid-19 e que ia conversar com a família para definir se a mãe receberia as aplicações do imunizante.

No fim de semana, o presidente afirmou à TV Bandeirantes que tinha votado a favor da vacinação de Olinda em um “plebiscito” realizado entre os irmãos. Mas não antecipou o resultado da votação.