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Morango do amor é um risco à saúde bucal

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O Conselho Federal de Odontologia (CFO) divulgou um comunicado alertando sobre riscos associados ao consumo de morango do amor, doce que viralizou nas redes sociais. Segundo o órgão, o doce pode ser “perigoso” a quem usa aparelhos ortodônticos e próteses dentárias

O Conselho afirma que há relatos de pacientes que perderam dentaduras, tiveram contenções arrancadas ou sofreram fraturas em dentes restaurados ao morder a casquinha.

Vídeos publicados nas redes sociais mostram situações em que o doce danificou lentes de contato dentais ou deixou próteses grudadas, exigindo atendimento de urgência.

O Conselho destaca que, além de provocar possíveis lesões na boca, o caramelo também representa um risco para quem tem dispositivos ortodônticos fixos ou removíveis, podendo causar danos irreversíveis.

Para quem deseja consumir o doce, o conselho dá algumas recomendações:

A guloseima, inspirada na tradicional maçã do amor, é feita com morango coberto por brigadeiro branco e uma camada de caramelo duro. O problema, segundo o CFO, está justamente na crosta de açúcar que reveste a fruta.
Evitar morder diretamente a casquinha do caramelo, especialmente com os dentes da frente.
Começar pela parte mais fina do doce, de preferência com os dentes incisivos.
Utilizar uma faca para quebrar a crosta, evitando impacto direto com os dentes.
Mastigar com os molares, que são mais fortes e resistentes.
Fazer a higiene bucal imediatamente após o consumo, com escovação e uso de fio dental, para remover o açúcar que gruda com facilidade nos dentes.
O excesso de açúcar da receita também é motivo de atenção. Segundo o CFO, a alta concentração de açúcares e carboidratos pode contribuir para o aparecimento de cáries, especialmente se a higienização não for feita de forma adequada logo após o consumo.

A orientação final do Conselho é que pessoas com facetas, próteses e aparelhos ortodônticos evitem sobremesas duras ou pegajosas.

“Dependendo do acidente, é possível haver danos irreversíveis aos dispositivos, que podem ser arrancados da boca por ficarem grudados”, diz o comunicado. Nestes casos, o ideal é buscar uma versão alternativa do doce — sem caramelo — para preservar a saúde bucal.

Oruam vira réu por tentativa de homicídio contra policiais

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A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público fluminense e tornou Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o rapper Oruam, réu por tentativa de homicídio qualificada. Na decisão, a juíza Tula Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal, também inclui um amigo do artista, Willyam Matheus Vianna Rodrigues Vieira.

O fato ocorreu no dia 21 de julho, quando a polícia foi a casa do MC Oruam para cumprir um mandado de busca e apreensão de um adolescente que estaria em sua casa no bairro Joá, zona oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a denúncia do Ministério Público, a tentativa de homicídio ocorreu com o arremesso de pedras a uma altura de 4,5 metros que pesavam de 130 gramas a 4,85 quilos.

A nova denúncia foi apresentada na segunda-feira (28). O funkeiro está preso preventivamente desde o dia 22 deste mês, quando decidiu se entregar à Polícia Civil, decisão comunicada aos fãs nas suas redes sociais.

 

Oruam foi acusado de associação ao tráfico de drogas, tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal. A acusação inicial entendeu como tentativa de ameaça o rapper dizer que era filho de Marcinho VP, um dos principais líderes da facção criminosa Comando Vermelho.

Os crimes praticados foram apresentados em duas ações penais ajuizadas por duas promotorias.

 

A 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Territorial da Área Zona Sul e Barra da Tijuca ofereceu denúncia contra Oruam e Willyam Matheus Vianna, na segunda-feira (28), no inquérito referente à tentativa de homicídio.

A Promotoria de Justiça junto à 27ª Vara Criminal da Capital apresentou denúncia, nesta terça-feira (29), em outro inquérito que trata dos crimes de lesão corporal, tentativa de lesão corporal, resistência com violência, desacato, ameaça e dano ao patrimônio público.

Na segunda ação, respondem Oruam, Willyam e outros dois denunciados: Pablo Ricardo de Paula Silva de Morais e Victor Hugo Vieira dos Santos.

Decisão
Na decisão, a juíza Tula Correa de Mello, que tornou réus o rapper Oruam e seu amigo Willyam Matheus Vieira, disse que “percebe-se que as ações dos acusados, em especial Oruam, repercutem de modo negativo na sociedade que incitam a população à inversão de valores estabelecida contra as operações feitas por agentes de segurança pública, conforme se depreende também pelas demais repercussões, causando profundo abalo social”.

A magistrada escreveu ainda, em outro trecho da decisão, que “o acusado Oruam, com visibilidade em razão de suas apresentações como “artista”, é referência para outros jovens e que, como o ora acusado, podem acreditar que a postura audaciosa de atirar pedras e objetos em policiais é a mais adequada e correta, sem quaisquer consequências. A paz pública, portanto, depende de medidas firmes e extremas, como a prisão, a fim de que seja preservada”, concluiu a juíza Tula Correa de Mello.

Como já está com a prisão preventiva decretada, o rapper Oruam foi encaminhado de volta ao presídio Bangu 3, onde está à disposição da justiça, aguardando julgamento.

 

Fonte Agência Brasil

Anvisa alerta sobre os riscos do uso de alisantes capilares

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou, nesta segunda-feira (7), um alerta de segurança sobre os riscos à saúde decorrentes do uso de alisantes capilares que contenham substâncias proibidas, como o formol (formaldeído) e o ácido glioxílico.

Segundo a agência, esses compostos podem provocar reações como irritações na pele, dificuldades respiratórias e até danos permanentes à estrutura dos cabelos.
O uso de formol como alisante é proibido no Brasil. Ele é permitido apenas como conservante em cosméticos, em concentrações de até 0,2%, e como endurecedor de unhas, até 5%. A Anvisa ressalta que a aplicação da substância para alisar os fios representa sério risco à saúde.

Outro composto comum em alisantes ilegais, o ácido glioxílico, também preocupa. De acordo com a Anvisa, ele libera gases tóxicos ao ser aquecido, aumentando os riscos quando combinado a processos como a descoloração capilar.

Orientações ao público
A Anvisa reforça que consumidores devem:
Verificar se o produto é regularizado junto à agência;
Evitar cosméticos sem rótulo, com origem duvidosa ou promessas exageradas;
Seguir corretamente as instruções de uso;
Suspender o uso ao apresentar sintomas como ardência, coceira, vermelhidão ou falta de ar.
Regras para salões de beleza
Profissionais também devem adotar medidas de segurança:

Utilizar apenas produtos autorizados pela Anvisa;
Recusar a aplicação de substâncias proibidas, mesmo que solicitadas pelos clientes;
Utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs);
Garantir a ventilação adequada dos ambientes durante os procedimentos.
A Anvisa reforça que denúncias sobre o uso de produtos irregulares podem ser feitas por meio da Ouvidoria da agência ou junto às vigilâncias sanitárias locais.

Anvisa suspende vendas de azeite e polpa de fruta

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de lotes de polpa de frutas, champignon em conserva e molho de alho de três marcas diferentes, por apresentarem resultados insatisfatórios em laudos emitidos por laboratórios públicos.

Além disso, foi identificada a comercialização de um azeite de origem desconhecida e fora dos padrões estabelecidos, com ordem pela apreensão e suspensão total da vendas.

As medidas sanitárias constam em uma resolução publicada nesta segunda-feira (7), no Diário Oficial da União (DOU).

A polpa de fruta de morango da marca De Marchi teve o lote 09437-181 (com validade até 01/11/2026) recolhido, após o resultado inconsistente no ensaio pesquisa de matérias estranhas, conforme laudo de análise emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen/SC).

Também por resultado insatisfatório sobre quantidade de dióxido de enxofre acima do limite permitido, a Anvisa pediu o recolhimento de um lote do Champignon inteiro em conserva, da marca Imperador, fabricado pela Indústria e Comércio Nobre. O lote em questão é o 241023CHI, com data de validade de 10/2026. O laudo foi emitido pelo Lacen-DF.

O molho de alho da marca Qualitá, fabricado pela Sakura Nakaya Alimentos, também teve um lote recolhido, por resultado insatisfatório no ensaio de pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre, que se encontra acima do limite permitido, conforme laudo também emitido pelo Lacen-DF. A medida abrange o lote 29, com data de validade de 01/2026.

No caso do azeite extravirgem da marca Vale dos Vinhedos, a determinação da Anvisa é pela apreensão total e proibição da comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso.

Além do produto ter origem desconhecida, segundo a agência, o laudo de análise apresentou resultado insatisfatório, estando em desacordo com os padrões estabelecidos pela legislação vigente nos ensaios de rotulagem e físico-químico.

A Intralogística Distribuidora Concept, responsável pelo produto, consta com Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) suspenso por inconsistência nos registros da Receita Federal.

 

Farmácias do Rio não podem mais exigir CPF para oferecer desconto

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A operação CPF Protegido, que proíbe a exigência do CPF de consumidores como condição para desconto em farmácias do Rio, começou nesta quarta-feira (2) com uma ação informativa na Praça Saens Peña, na Tijuca, na Zona Norte. Agentes da prefeitura visitaram drogarias da região para orientar os comerciantes sobre as novas regras.

A iniciativa é conduzida pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Sedecon) — Procon Carioca — em parceria com a Secretaria Municipal de Integridade e Transparência (SMIT). A ação ocorre após a publicação de uma resolução conjunta no Diário Oficial do município, que estabelece diretrizes para o uso de dados pessoais nesses estabelecimentos.

De acordo com o texto, farmácias e drogarias não podem mais exigir informações como o CPF do consumidor antes de informar se há desconto ou preço promocional. A coleta de dados só poderá ser feita com consentimento claro, informado e específico do cliente.

“Os vendedores e as farmácias não podem mais exigir o CPF do consumidor para informar o preço promocional ou se ele tem direito a desconto. As farmácias têm a obrigação de dizer antes se há desconto e qual será o valor, e aí sim o consumidor poderá optar por fornecer seus dados pessoais” explicou João Pires, secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor.

Segundo ele, a venda de qualquer produto não pode, em nenhuma hipótese, estar condicionada à entrega de dados pessoais.

 A fiscalização tem caráter educativo pelos próximos 60 dias. Após esse prazo, estabelecimentos que descumprirem as regras poderão sofrer sanções administrativas, como multas.

As farmácias também deverão disponibilizar informações claras e acessíveis sobre como os dados pessoais dos consumidores são coletados.

“Informações tão sensíveis quanto o histórico de consumo em uma farmácia, como quais medicamentos aquele consumidor compra, podem ser comercializadas ou vazadas para planos de saúde e redes farmacêuticas. Isso pode, por exemplo, causar aumento na mensalidade do plano de saúde daquele consumidor por causa do seu histórico. É uma prática abusiva, proibida pelo Código de Defesa do Consumidor e também pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD)” afirmou o secretário.

Apreendida grande quantidade de maconha em Comendador Levy Gasparian

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Agentes da 4ª DP (Praça da República) apreenderam no início da noite desta quarta-feira (2) grande quantidade de maconha em Comendador Levy Gasparian, no Centro Sul fluminense.

O material estava dentro de um caminhão de combustível, vindo do Mato Grosso do Sul. Até as 21h30, apreensão ainda estava sendo quantificada.

Projetos do PAC para combater enchentes no RJ não ficarão prontos para o verão

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Anunciadas com recursos federais, as intervenções do Governo do Estado e de prefeituras seguem travadas. A Caixa Economica Federal informou que recebeu a documentação do governo na última terça-feira e disse que vai analisar, para dar sequência ao processo de licitação.
A segunda metade do ano de 2025 já chegou e até o momento as obras prometidas para combater enchentes históricas no Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense ainda não saíram do papel.

Anunciadas no âmbito do Novo PAC, com recursos federais, as intervenções seguem travadas por falta de documentação e entraves burocráticos. A previsão é que os projetos não fiquem prontos até o próximo verão.

A Caixa Economica Federal informou nesta quarta-feira (2) , que recebeu a documentação do governo na última terça-feira (1). A empresa pública disse que vai analisar os documentos para dar sequência ao processo de licitação.
O Governo do Estado é responsável pelo Projeto Iguaçu, que prevê a construção de um sistema de comportas e bombas para conter enxurradas. A primeira fase está orçada em R$ 160 milhões. Embora o projeto tenha começado a ser planejado há quase 30 anos e iniciado nos anos 2000, ele foi interrompido após apontamentos de irregularidades por tribunais de contas.

Estruturas já construídas, como o sistema do Outeiro, não receberam manutenção adequada e falharam em momentos críticos.

Sem solução para o verão
Em janeiro deste ano, o secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi, afirmou que a documentação necessária seria entregue à Caixa Econômica Federal até fevereiro.

No entanto, a Caixa — responsável pela gestão financeira do Novo PAC — informou que ainda aguarda o envio dos documentos de engenharia, trabalho social e licenciamento ambiental para análise e posterior licitação.

A espera já dura quase um ano, e mesmo após o envio, o banco tem até 90 dias para análise. Com isso, as obras não ficarão prontas para o próximo verão.

Licitação parada
A Prefeitura do Rio também é responsável por duas grandes obras de drenagem incluídas no Novo PAC: uma no Jardim Maravilha, em Guaratiba, orçada em R$ 340 milhões, e outra na Bacia do Rio Acari, estimada em R$ 350 milhões.

Nenhuma das duas teve a licitação autorizada até o momento. No caso de Guaratiba, a Caixa soli

Já na Bacia do Acari, a situação é mais crítica. Os documentos necessários sequer foram entregues, e uma nova proposta de R$ 50 milhões foi cadastrada recentemente, ainda sem resposta do Ministério das Cidades.

Em janeiro de 2024, o Rio Acari foi palco de mais uma tragédia anunciada. Uma enchente invadiu cerca de 20 mil casas. A população da região segue vulnerável, enquanto os projetos seguem emperrados.

Projeto no início
Outro município envolvido é Belford Roxo, que pretende executar obras de drenagem no valor de R$ 208 milhões, incluindo a construção de piscinões. Segundo a Caixa, o projeto ainda está em fase de elaboração e será analisado futuramente.

Enquanto isso, moradores da Região Metropolitana do Rio continuam enfrentando os impactos das chuvas intensas, que se tornam cada vez mais imprevisíveis com as mudanças climáticas. A espera por soluções concretas segue indefinida.
O que dizem os citados
O Governo do Estado, por meio do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), informou que desde janeiro participou de sete reuniões com a Caixa Econômica Federal para atender às exigências do Novo PAC.

Segundo o órgão, todos os documentos solicitados foram enviados no mês passado, e a expectativa é de que a aprovação final ocorra nos próximos dias, permitindo o início da licitação do Projeto Iguaçu.

A Prefeitura do Rio informou que a primeira fase das obras no Jardim Maravilha, em Guaratiba, foi concluída em março deste ano com recursos próprios, incluindo intervenções de drenagem, pavimentação e instalação de novas redes de água e esgoto.

Segundo a administração municipal, o contrato de repasse para a segunda fase já foi assinado, e atualmente a prefeitura está respondendo às solicitações feitas pela Caixa Econômica Federal. Em relação ao projeto da Bacia do Rio Acari, a prefeitura afirmou que encaminhou uma nova proposta ao Governo Federal e aguarda a análise do Ministério das Cidades.

Já a Prefeitura de Belford Roxo, em nota, afirmou que o termo de compromisso com a Caixa só foi assinado em abril deste ano, devido à ausência de assinatura pela gestão anterior em dezembro de 2024.
A administração municipal disse ainda que, desde então, iniciou tratativas com a Caixa e o Ministério das Cidades e que está cumprindo todos os prazos estabelecidos.

Prédio da OAB-RJ é fechado após ameaça de atentado

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A sede da Seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), no Centro do Rio, foi fechada nesta quarta-feira (2) após uma ameaça de atentado, informou a organização.

Segundo a OAB, autoridades da área de segurança pública informaram que estavam investigando uma ameaça de ataque, que ocorreria nesta quinta. A presidente da entidade, Ana Tereza Basilio, mandou, então, fechar temporariamente o prédio até o meio-dia de quinta. Todas as atividades previstas foram também foram canceladas.

Ainda segundo a ordem, a ameaça está relacionada a “grupos extremistas” e não foram fornecidas informações sobre a dinâmica do ataque.

Golpistas pagam ao Google pelo disparo de e-mails patrocinados

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As fraudes cometidas por estelionatários no ambiente da internet estão atingindo outro patamar. Agora, as armadilhas para o golpe chegam até as possíveis vítimas em e-mails patrocinados. Ou seja: o golpista paga à plataforma para que ela envie a mensagem maliciosa.

Atenção: este e-mail é um golpe. E, para enganar o consumidor e dar a impressão de que a mensagem é real, o golpista usou artimanhas. Na caixa de entrada do Gmail, o serviço de e-mail do Google, ele apresenta a logomarca dos Correios ao se identificar como “Portal Encomendas” e destaca no título do e-mail que um suposto pedido está pendente.
A mensagem diz que existe uma encomenda aguardando regularização e oferece a armadilha: o link para que a pessoa que recebeu a mensagem inicie a suposta liberação do produto. O falso site pede dados pessoais: endereço, número de telefone, da identidade e até do passaporte. E, na sequência, também pede o número do CPF, simulando um rastreamento da encomenda.

No golpe virtual conhecido como “phishing”, criminosos obtêm os dados da vítima e usam para aplicar outros golpes. Outro detalhe importante chama atenção: a mensagem falsa no Gmail informa que se trata de e-mail patrocinado. Ou seja: o remetente pagou ao Google pelo envio daquela mensagem a grupos de pessoas.

Clicando no remetente, é possível obter informações sobre quem teria pagado. É claro que o nome que consta não é o dos Correios, mas o de uma mulher e ainda um CNPJ – um registro obrigatório para todas as empresas ativas no Brasil.

O Google afirma ter verificado a identidade do anunciante, mas aceitou enviar os e-mails com a marca dos Correios apesar de o anunciante ter o nome de uma mulher e um CNPJ de uma microempresa de serviços domésticos. O mesmo CNPJ e o mesmo endereço do anunciante aparecem em um outro anúncio, sobre renovação de carteiras de motorista.

Operação combate fraudes em postos de combustíveis

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Agentes da Polícia Federal realizaram nesta quarta-feira (2) a Operação Nafta, com a finalidade de levantar fraudes em postos de combustíveis gerenciados por uma organização criminosa. A ação foi em conjunto com a Polícia Civil através da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio de Janeiro (FICCO/RJ).

Ao autorizar a ação, a Justiça também determinou o sequestro de bens e valores dos envolvidos na fraude, no total de R$ 35 milhões.

Na ação, 70 policiais federais cumpriram um mandado de prisão preventiva na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio e 31 mandados de busca e apreensão em Juiz de Fora (MG), além de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Itaguaí, Mangaratiba, Resende e Armação dos Búzios.

As diligências apontaram que o líder da organização criminosa já se envolveu com a milícia e atuaria atualmente no crime organizado através de fraudes em postos de combustíveis.

Desdobramentos
A investigação teve início após desdobramentos da Operação Dinastia, deflagrada pela PF em agosto de 2022, que desarticulou uma organização criminosa formada por milicianos e atuante na zona oeste do Rio. A ação foi contra acusados de integrar a cúpula de uma milícia que atua na zona oeste do Rio de Janeiro.

De acordo com a PF, as investigações constataram “intensa articulação e planejamento minucioso” para a prática de homicídios de integrantes de facções criminosas rivais e de outras pessoas.

Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), os elementos de prova obtidos na Operação Dinastia evidenciam “matança generalizada fomentada pela organização”

Agência Brasil