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STF começa julgar ações policiais nas universidades

O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar há pouco se referenda a liminar na qual a ministra Cármen Lúcia suspendeu ações policiais e de fiscalização eleitoral nas universidades públicas durante as eleições.

Na semana passada, antes do segundo turno, a Justiça eleitoral autorizou as medidas sob a justificativa de evitar o uso de instalações públicas para propaganda eleitoral irregular.  No entanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não concordou com as decisões e recorreu ao Supremo para suspendê-las. Alunos e a comunidade acadêmica entenderam que as ações se caracterizaram como censura.

Após as medidas, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) foi o primeiro órgão a se pronunciar e disse que as decisões foram proferidas para coibir a propaganda eleitoral irregular a partir de denúncias feitas por eleitores e pelo Ministério Público Eleitoral (MPE).

“Nos termos do Artigo 37, da Lei 9.504/97, não é permitida a propaganda eleitoral ou partidária em bens de uso comum. A atuação das equipes de fiscalização tem como propósito tão-somente coibir condutas que estejam em dissonância com a legislação eleitoral. As recentes ações de fiscais eleitorais em instituições de ensino no estado do Rio de Janeiro foram desdobramentos de decisões judiciais fundamentadas a partir de denúncias oriundas de eleitores e da Procuradoria Regional Eleitoral”, informou o TRE-RJ.

Os estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF) penduraram faixas contra o fascismo em  três prédios da instituição, nesta quinta-feira. O Centro Acadêmico (CA) da instituição elaborou as pelas, que foram colocadas nos prédios dos cursos de História, Geografia e Economia. Já alguns cursos, como o de Biomedicina, os alunos fizeram bandeiras virtuais.

(Fonte Agência Brasil)

Bolsonaro venceu em 16 unidades da Federação

Com 55,13% dos votos válidos, o candidato Jair Bolsonaro (PSL) ganhou em 15 estados e no Distrito Federal. O oponente, o candidato do PT, Fernando Haddad, liderou em 11 estados.

Por ordem alfabética, Bolsonaro venceu no Acre, no Amapá, no Amazonas, no Distrito Federal, no Espírito Santo, em Goiás, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Minas Gerais, no Paraná, no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro, em Rondônia, em Roraima, em Santa Catarina e em São Paulo.

As unidades da Federação onde Bolsonaro obteve os melhores resultados foram Acre (77,22%), Santa Catarina (75,92%), Rondônia (72,18%), Roraima (71,55%) e Distrito Federal (69,99%).

Haddad venceu em Alagoas, na Bahia, no Ceará, no Maranhão, na Paraíba, em Pernambuco, no Piauí, no Rio Grande do Norte, no Sergipe, no Pará e no Tocantins. As maiores vantagens foram registradas no Piauí (77,05%), no Maranhão (73,26%), na Bahia (72,69%) e no Sergipe (67,54%).

Bolsonaro venceu em quatro das cinco regiões: Norte (51,9%), Centro-Oeste (66,55%), Sul (68,27%) e Sudeste (65,37%). Haddad venceu somente no Nordeste, com 69,69% dos votos válidos. No exterior, Bolsonaro obteve 70,98%, contra 29,02% de Haddad.

 

(Fonte Agência Brasil)

TRE determina que Universidade Fluminense retire faixa Antifascista

Atendendo a determinação da Justiça Eleitoral, o diretor da faculdade de Direito da Universidade Federal Fluminense (UFF), Wilson Madeira Filho, determinou na noite desta quinta-feira (25) a retirada da bandeira Direito UFF Antifascista da fachada do prédio. A informação foi divulgada pelo diretor em mensagem postada no seu perfil do Facebook por volta das 22h.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), secção do Rio de Janeiro, emitiu nota de protesto também nesta noite acusando a Justiça Eleitoral de censurar a livre expressão de estudantes e professores da faculdade, além de agressão à autonomia universitária. “A manifestação livre, não alinhada a candidatos e partidos, não pode ser confundida com propaganda eleitoral”, diz a mensagem.

De acordo com o diretor Wilson Filho, a Justiça eleitoral teria considerado a manifestação dos estudantes como uma campanha negativa contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Segundo informações divulgadas nesta noite por sites noticiosos, a determinação de retirada da bandeira é da juíza Maria Aparecida da Costa Barros. Ela teria dado prazo até a meia-noite para cumprimento da decisão, sob pena de desobediência e responsabilização criminal do diretor.

“Decisão judicial do TRE nesta data (25/10) entendeu ser a bandeira e os eventos promovidos na Faculdade de Direito sob a expressão Anti-Fascismo alusivas enquanto campanha negativa ao presidenciável Jair Bolsonaro. Nesse sentido, determinei a retirada da bandeira e a ausência de novas manifestações”, escreveu o professor.

Na decisão, a juíza alega que os dizeres seriam propaganda negativa contra Jair Bolsonaro (PSL). Ela cita que houve 12 denúncias por propaganda irregular no campus, e que os fiscais teriam encontrado panfletos, adesivos e cartazes, no Centro Acadêmico, com mensagens a favor do adversário do PT, Fernando Haddad, e que associariam Bolsonaro ao ódio e fascismo.

Manifestação dos estudantes

Ontem (24) os estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF) fizeram uma manifestação  (contra a ação de fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de JaneiroTRE-RJ), que estiveram na universidade no dia anterior (23) para a retirada dessa bandeira.

O professor Paulo Roberto dos Santos Corval, chefe do Departamento de Direito Público, relatou que os fiscais eleitorais afirmaram ter um mandado verbal expedido pela juíza Maria Aparecida da Costa para verificar ocorrência de propaganda política irregular. No entanto, segundo Corval, nenhuma documentação foi apresentada pelos fiscais.

 

OEA elogia segurança de urnas eletrônicas no Brasil

O primeiro turno das eleições brasileiras foi bem sucedido e a votação transcorreu tranquilamente. Mas o pleito até agora foi marcado por polarização, episódios de agressividade contra candidatos e grupos políticos e notícias falsas. A avaliação foi feita hoje (8), em Brasília, por representantes da missão internacional da Organização dos Estados Americanos (OEA) que acompanhou a votação.

O informe do grupo registrou preocupação na fase pré-eleitoral com a polarização e a agressividade, que se manifestou não somente nos discursos, mas em atos físicos. Eles citaram como exemplos o atentado contra o candidato Jair Bolsonaro (PSL) e ameaças digitais e físicas a jornalistas e ativistas envolvidas com a organização dos atos de mulheres contrárias a Bolsonaro e que ficaram conhecidos pela hashtag #elenão.

Além disso, especialistas da missão consideraram que determinadas falas durante a campanha tiveram tom discriminatório. “Visando o segundo turno presidencial, a Missão faz um chamado aos adversários para que centrem suas campanhas em fazer propostas à sociedade ao invés de desqualificar ou estigmatizar opositores”, aponta o informe.

Urnas eletrônicas

A missão relatou o acompanhamento da instalação de urnas eletrônicas e da votação, que ocorreram tranquilamente e dentro do prazo. “Em nenhuma das 390 seções observadas pela missão foram registrados problemas com a urna eletrônica”. A chefe da missão, a ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla, afirmou que eles tomaram conhecimento de denúncias, mas que eventuais problemas não tiraram a legitimidade dos resultados do pleito ontem.

“Não encontramos nas mesas que observamos, e foi uma amostra ampla, e nas reuniões que tivemos com atores chaves. Nenhum dado verificável que possa fazer supor que erros em uma escala que possa ter alterado o resultado eleitoral”, avaliou a chefe da missão, Laura Chinchilla.

O diretor de Cooperação e Observação Eleitoral da OEA, Gerardo de Icaza, acrescentou que especialistas em análise de sistemas de informática de votações vêm acompanhando o tema das urnas eletrônicas desde o início do ano e não “viram nada”.

Ele destacou que, como as urnas não são interligadas, uma eventual fraude com potencial de afetar a eleição teria que ter um alcance alto. “O máximo de cada urna são 400 votos. Para mexer, com impacto, em milhões de votantes, você precisa ter uma operação manual, manipular mais ou menos 2.500 urnas e obter todos os votos dessas urnas. Isso não é fácil de esconder”, exemplificou.

Notícias falsas

O grupo da OEA notou a propagação de desinformação e notícias falsas como “uma constante” durante a fase pré-eleitoral e mesmo no dia da votação. A missão reconheceu esforços do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de plataformas digitais, de meios de comunicação e da sociedade civil de combate a essas mensagens, por meio de checagem de fatos e desmentidos. A chefe da missão classificou a disseminação de desinformação como um “desafio maiúsculo” das democracias.

“No caso do Brasil, podemos dizer que hoje a rede de maior penetração é o Whatsapp. Este é um mundo com grupos que se articulam de maneira privada. E as fontes mais credíveis para as pessoas são as mais próximas, grupos estão formados por amigos e familiares. E é por Whatsapp por onde está saindo a maior quantidade de informações, e é aí também onde estão chegando os temas de ‘fake news’”, analisou.

Justiça eleitoral

O informe chamou a atenção para o número “significativo” de candidatos com o registro ainda não deferido ou em situações de insegurança jurídica no dia da votação. “A falta de uma resolução final sobre a condição de elegibilidade de alguns dos candidatos incluídos nas urnas gerou incerteza ao processo eleitoral”, pontuou o texto.

Por outro lado, a chefe da missão elogiou a rapidez da apuração da votação no 1º turno, destacando a disponibilização dos resultados pela Justiça Eleitoral poucas horas depois do fechamento das urnas. “Isso é especialmente notório porque é uma democracia onde se mobilizam mais de 140 milhões de eleitores”, afirmou.

(Fonte Agencia Brasil)

Roraima elege primeira mulher indígena para deputada federal

Pela primeira vez, uma mulher indígena foi eleita deputada federal. Joênia Wapichana (Rede), de 43 anos, será uma dos oito parlamentares federais por Roraima. Formada em Direito, nasceu Joênia Batista de Carvalho, mas adotou como sobrenome sua etnia. Segundo estimativas não oficiais, são 3,5 mil indígenas wapichana no Norte do país.

Advogada, Joênia Wapichana se dedica à defesa das causas dos povos indígenas, como a demarcação de terras, a preservação da cultura, mais atenção para saúde e educação para as etnias. Durante a campanha, ela também falou no fortalecimento dos centros culturais para os indígenas.

Com o slogan Fazendo História Junto com Todos para Melhorar a Vida dos Povos Indígenas, Joênia destacou como prioridades a defesa dos direitos coletivos dos indígenas, o desenvolvimento sustentável no Estado de Roraima, respeitando as diversidades e o combate à corrupção.

Nas redes sociais, o ator Marcos Palmeira postou um vídeo em que elogia Joênia. “É uma indígena, importantíssima, para estar representando lá no Congresso.”

(Fonte Agência Brasil)

Eleitor tem 60 dias para justificar ausência nas eleições

Eleitores que estão fora do domicílio eleitoral justificam a ausência na votação em um posto localizado em um shopping no centro de Brasília.

O eleitor que não pôde votar no primeiro turno das eleições e não conseguiu justificar a ausência ainda pode preencher o formulário de justificativa eleitoral pela internet ou entregá-lo pessoalmente em qualquer cartório eleitoral.

Há também a possibilidade de enviar o formulário pelo correio para o juiz eleitoral da zona eleitoral. O prazo para justificar é de até 60 dias após cada turno da votação.

Além do formulário, o eleitor deve anexar documentos que comprovem o motivo que o impediu de comparecer no dia do pleito.

Pela internet, o eleitor pode justificar a ausência utilizando o “Sistema Justifica” nas páginas do TSE ou dos tribunais regionais. No formulário online, o eleitor deve informar seus dados pessoais, declarar o motivo da ausência e anexar comprovante do impedimento para votar.

O requerimento de justificativa gerará um código de protocolo que permite ao eleitor acompanhar o processo até a decisão do juiz eleitoral. A justificativa aceita será registrada no histórico do eleitor junto ao Cadastro Eleitoral.

Segundo turno

Quem não votou no primeiro turno e nem justificou não fica impedido de votar no segundo turno, dia 28 de outubro.

Multa

Para regularizar sua situação eleitoral, o cidadão terá de pagar uma multa R$ 3,61 por votação não comparecida.

O Tribunal Superior Eleitoral explica que a não regularização da situação com a Justiça Eleitoral pode resultar em sanções, como impedimento para obter passaporte ou carteira de identidade para receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público.

A não justificativa também pode impedir que o eleitor participe de concorrência ou administrativa da União, dos estados, Distrito Federal e municípios, além de ficar impedido de se inscrever em concurso público ou tomar posse em cargo e função pública.

Eleitores no exterior

No caso dos brasileiros que estavam no exterior no dia da votação, eles também deverão encaminhar o formulário de justificativa pós-eleição e a documentação comprobatória até 60 dias após o turno ou em 30 dias contados a partir da data de retorno ao Brasil.

Se estiver inscrito em zona eleitoral do exterior, o eleitor deverá encaminhar o requerimento diretamente ao juiz competente ou ainda entregar nas missões diplomáticas e repartições consulares localizadas no país ou enviar pelo sistema justifica.

 

(Fonte Agência Brasil)

267 novos deputados federais foram eleitos nas eleições de 2018

Levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) indicou que a taxa de renovação na Câmara Federal superou as expectativas e alcançou 52% nas eleições deste domingo (7). Com isso, 267 novos deputados federais vão assumir o mandato no próximo ano. É o maior índice de renovação dos últimos 20 anos, informa a pesquisa.

Desde 1990, este percentual só foi ultrapassado na eleição de 1990, quando o índice foi de 62%, e em 1994, quando a renovação foi de 54%. De acordo com o Diap, os deputados eleitos efetivamente novos – o que exclui os que vieram de outros cargos ou que estavam sem mandato, mas já foram deputados federais – são lideranças evangélicas, policiais “linha dura”, celebridades e parentes de políticos tradicionais.

O instituto constatou que, dos 513 deputados federais atualmente em exercício, 79% disputaram a reeleição, sendo que 60% destes conseguiram novo mandato neste domingo. Portanto, dos 407 deputados que concorreram à reeleição, 246 foram reconduzidos ao cargo. Em agosto, projeção da entidade previa que 75% deles deveriam se reeleger.

Renovação relativa

A pesquisa de renovação incluiu os que estavam em outros cargos ou que já tiveram mandato na Casa em outra legislatura e retornaram neste pleito. “Na realidade, o que houve foi uma circulação no poder, com o deslocamento de deputados estaduais, ex-deputados federais, ex-ministros, senadores e ex-senadores, ex-prefeitos e ex-governadores, além de secretários estaduais, para a Câmara Federal”, diz o Diap.

Neste caso estão dois senadores adversários, ambos envolvidos na Lava Jato, que optaram por tentar a Câmara, e estão na relação dos que foram bem-sucedidos: Aécio Neves (PSDB-MG), que recebeu mais de 50 milhões de votos para a Presidência em 2014, contabilizou agora modestos 106 mil votos. Já Gleisi Hoffmann (PT-PR) conquistou o dobro de Aécio, cerca de 212 mil ao conquistar uma vaga na Câmara pelo seu estado.

Para o analista político do Diap, André Santos, a renovação existe formalmente, mas deve ser relativizada pois não implica efetiva reestruturação política da Casa. “Houve por parte da própria sociedade uma espécie de ansiedade em mudar as características do Congresso. A sociedade quis, em tese, modificar o sistema político no Parlamento. Porém, isso não foi alcançado efetivamente quando a gente vê essa circulação de poder, pois muitos não são estreantes”.

(Fonte Agência Brasil)

 

Estado do RJ prorroga Campanha de vacinação contra sarampo e poliomielite até 15 de setembro

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A Campanha de Vacinação Contra a Poliomielite e o Sarampo será prorrogada até 15 de setembro no Estado do Rio de Janeiro. O objetivo é aumentar a cobertura vacinal contra essas doenças. Até agora, durante a campanha, a taxa de cobertura é de 55,5% contra o sarampo e de 54,6% contra a poliomielite. A meta da campanha é imunizar cerca de 812 mil crianças, que representam 95% do público-alvo. Todas as crianças de um ano a cinco anos incompletos devem se vacinar, independentemente da situação vacinal.

Seguindo o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde, a recomendação para a proteção contra a poliomielite é de 3 doses da VIP (Vacina Inativada Poliomielite) até 1 ano de idade. A partir de um ano de idade até menores de cinco anos que já tiverem tomado uma ou mais doses da vacina, receberão a VOP (Vacina Oral Poliomielite), a gotinha. Sobre o sarampo, essas crianças também receberão uma dose da vacina Tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, independentemente da situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos trinta dias.

 

Poliomielite

A vacina contra a poliomielite é segura e protege contra os dois sorotipos do poliovírus 1 e 3. Crianças com comprometimento imunológico devem ser avaliadas antes de tomar a vacina. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil está livre da poliomielite desde 1990, portanto é fundamental que a população procure a vacina.


Sarampo

Este ano, 18 casos de sarampo foram confirmados no estado do Rio de Janeiro, sendo 15 na cidade do Rio, dois em Duque de Caxias e um em Niterói. A Secretaria Estadual de Saúde vem trabalhando em parceria com os municípios, inclusive realizando vacinação de bloqueio.

A proteção contra o sarampo faz parte das vacinas Tríplice Viral e Tetra Viral, disponíveis conforme calendário de vacinação do Ministério da Saúde para crianças entre 12 e 15 meses. Devem ser vacinadas as crianças a partir de um ano e 4 anos 11 meses e 29 dias e adultos de até 49 anos que não tenham sido imunizados. Aqueles que tomaram as duas doses da vacina não precisam tomar nova dose.

Fonte: Subsecretaria de Comunicação Social

Veja quem são os candidatos ao Governo do RJ 2018

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Veja os nomes  dos candidatos ao governo do estado do Rio de Janeiro

André Monteiro (PRTB)

O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) definiu o nome do subtenente da Polícia Militar, André Monteiro, como o candidato da legenda na disputa pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. O anúncio foi feito na última segunda-feira (6), quando o PRTB também confirmou o nome do candidato a vice-governador, o atleta paralímpico Jonas Licurgo. Para o Senado o partido terá a candidatura do cantor gospel Mattos Nascimento.

Luiz André de Moura Monteiro, de 47 anos, nasceu no Rio de Janeiro e é subtenente da Polícia Militar, onde atua há 23 anos, sendo 22 anos no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Formado em direito, especialista em direito penal, o candidato também foi professor de pós-graduação em ciências penais e segurança pública. Em 2014, André Monteiro tentou se eleger deputado estadual pelo PRTB, mas não obteve sucesso, somando um total de 3.431 votos.

Anthony Garotinho (PRP)

O Partido Republicano Progressista (PRP) oficializou, neste domingo (5), durante convenção estadual, o nome de Anthony Garotinho como candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro. A chapa terá a vereadora de Duque de Caxias, Leide, do Partido Republicano Brasileiro (PRB), como candidata a vice-governadora. Para a disputa ao Senado, o PRP terá os candidatos Eduardo Lopes, do PRB, partido do prefeito Marcelo Crivella, e o presidente do Patriota no município de São Gonçalo, Walter Cristie.

Garotinho, de 58 anos, tem uma longa trajetória de vida pública. Eleito duas vezes prefeito da cidade de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, em 1988 e 1996, Garotinho também foi governador do Rio entre 1999 e 2002. Após seu mandato, o candidato conseguiu eleger sua mulher, Rosinha Matheus, e foi secretário de segurança pública, nos anos de 2003 e 2004. Nas eleições de 2002, Garotinho foi o terceiro colocado na disputa pela presidência da República. Anthony também foi deputado federal entre 2011 e 2015. Antes de chegar ao PRP, o ex-governador passou pelo PT, PDT, PSB, PMDB e PR.

A candidatura de Garotinho conta com o apoio dos partidos PRB, PROS, Patriota, PTC e PMB.

Dayse Oliveira (PSTU)

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) confirmou o nome da professora Dayse Oliveira como candidata ao governo do Estado do Rio de Janeiro. A chapa terá Pedro Vilas-Bôas como candidato a vice-governador.

Natural da capital do Estado, Dayse Oliveira, de 52 anos, é mestre em história pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e professora da rede pública estadual do Rio. Sua primeira tentativa por um cargo eletivo aconteceu em 2002, quando disputou a vaga de vice-presidente da República na chapa de Zé Maria (PSTU). Nos anos de 2004 e 2012 se candidatou ao cargo de prefeita de São Gonçalo. Já em 2006, buscou uma cadeira no Senado. Dayse foi candidata ao Governo do Estado pela primeira vez em 2014, quando obteve 33.442 Votos.

Eduardo Paes (DEM)

O Democratas (DEM) confirmou Eduardo Paes como candidato do partido ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. A convenção aconteceu em um hotel na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, no domingo (29). O vice-governador na chapa será o deputado estadual Comte Bittencourt.

Eduardo Paes tem 48 anos e foi prefeito do Rio por dois mandatos, de 2009 a 2017. Ao deixar a Prefeitura do Rio, foi consultor no BID e vice-presidente da América Latina da China BYD, fabricante de veículos elétricos.

Até o momento Eduardo Paes conta com o apoio dos seguintes partidos: PTB, PHS, PPS, PV, PMN, DC, PSDB, Solidariedade, Avante e MDB.

Índio da Costa (PSD)

O PSD confirmou o nome do deputado federal Índio da Costa como candidato da legenda ao governo do estado do Rio. A definição aconteceu durante a convenção do partido no sábado (21). O evento também apresentou o candidato a vice-governador na chapa, o deputado estadual Zaqueu Teixeira (PSD).

Índio da Costa tem 47 anos, é advogado e atualmente deputado federal. Ele foi candidato a prefeito do Rio nas últimas eleições e ficou em quinto lugar. No segundo turno, apoiou o atual prefeito Marcelo Crivella, do PRB, e depois da posse, assumiu a Secretaria Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação.

Em 2010, Índio foi vice da candidatura de José Serra à Presidência da República.

Marcelo Trindade (Novo)

O Partido Novo definiu o nome de Marcelo Trindade como candidato ao governo. A chapa contará com a professora Carmen Migueles como candidata a vice. O partido anunciou também que terá 28 candidatos ao legislativo estadual e não terá candidato ao Senado.

A homologação dos nomes que representarão o Partido Novo nas eleições de outubro aconteceu no dia 24 de julho, durante a convenção estadual, na sede do partido, no Centro do Rio.

Advogado e professor de Direito, Marcelo Trindade tem 53 anos e foi presidente da Comissão de Valores Mobiliários, órgão regulador do mercado de capitais, entre junho de 2004 e julho de 2007.

Márcia Tiburi

Partido dos Trabalhadores (PT) confirmou, na noite desta quarta-feira (1), a professora Márcia Tiburi como candidata da legenda ao Governo do Estado do Rio de Janeiro. O vereador de Niterói, Leonardo Giordano (PC do B), será o candidato a vice-governador.

 Márcia Tiburi tem 48 anos, nasceu na cidade de Vacaria (RS) e é formada em Filosofia e Artes na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde concluiu mestrado e doutorado em Filosofia.

A convenção estadual, que ocorreu na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio, também apresentou o nome de Lindbergh Farias como candidato a reeleição no Senado.

 Pedro Fernandes (PDT)

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) oficializou no dia 3 de agosto, durante convenção estadual, que o candidato ao governo será o deputado estadual Pedro Fernandes. O candidato a vice-governador será o deputado estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Dr. Julianelli, confirmado na chapa depois da coligação entre os partidos no Rio de Janeiro.

Filho da vereadora Rosa Fernandes e neto do falecido deputado estadual Pedro Fernandes, o candidato do PDT foi o deputado estadual mais jovem a ser eleito na Alerj, com apenas 23 anos, em 2007, pelo extinto PFL. Em 2008, Pedro foi candidato a vice-prefeito da capital na chapa de Solange Amaral. Dois anos depois, já filiado ao PMDB, se reelegeu deputado com quase 70 mil votos. Pedro Fernandes já está em seu terceiro mandato na Assembleia Legislativa do Rio, hoje, filiado ao PDT.

Pedro Fernandes garantiu que, se for eleito, vai investir em inteligência e tecnologia na segurança pública, vai valorizar o servidor estadual, acabar com os postos de vistoria do Detran e vai colocar, no mínimo, 50% das escolas do Estado funcionando em tempo integral.

Romário (Podemos)

O Podemos (PODE) oficializou, no sábado (4), durante convenção estadual, que seu candidato ao governo do Estado do Rio de Janeiro será o senador Romário de Souza Faria. O candidato a vice-governador na chapa será o deputado federal Marcelo Delaroli (PR).

Romário tem 52 anos e é ex-jogador de futebol. Em 2010, filiado ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), foi eleito deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro como o sexto candidato mais votado. Ele exerceu o mandato de 2011 a 2014 e, no fim do mesmo ano, foi eleito senador. Em junho de 2017, Romário deixou o PSB para se filiar ao Podemos, antigo PTN.

Romário garantiu que – se eleito – vai priorizar a segurança pública, para a qual vai continuar pedindo ajuda federal. Ele também afirmou que pretende chamar “grandes profissionais” de áreas como saúde e educação para o auxiliar.

Tarcísio Motta (PSOL)

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) oficializou em sua convenção partidária estadual, em 20 de julho, o nome do vereador Tarcísio Motta como candidato ao governo do estado do Rio. A candidata a vice-governadora na chapa é Ivanete Silva.

Motta é professor licenciado do Colégio Pedro II e em 2014 também concorreu ao mesmo posto pelo partido, quando foi o quinto mais votado com mais de 700 mil votos, cerca de 9% dos válidos. Em 2016 o candidato foi o segundo mais votado para vereador da capital fluminense.

O Partido Comunista Brasileiro (PCB) também definiu apoio à candidatura de Tarcísio Motta.

Wilson Witzel

O nome de Wilson Witzel foi confirmado como candidato do PSC, na última sexta-feira (20), durante convenção do partido na Zona Norte do Rio. O vereador Cláudio Castro (PSC) será o candidato a vice-governador na chapa.

Ex-juiz federal, Witzel concorre pela primeira vez ao posto de líder do executivo estadual. Durante os 17 anos como magistrado, o candidato atuou em varas cíveis e criminais, inclusive no combate ao crime organizado.

De 2014 a 2016, Wilson exerceu o cargo de presidente da Associação dos Juízes Federais do Rio de Janeiro e Espírito Santo (Ajuferjes).

Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa hoje-06-08-2018

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa amanhã (6) em todo o país. A meta é imunizar mais de 11 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos, público mais suscetível a complicações de ambas as doenças. O Dia D de Mobilização Nacional foi agendado para 18 de agosto, um sábado, mas a campanha segue até o dia 31 de agosto.

De acordo com o Ministério da Saúde, foram adquiridas 28,3 milhões de doses de ambas as vacinas – um total de R$ 160,7 milhões. Todos os estados, segundo a pasta, já estão abastecidos com 871,3 mil doses da Vacina Inativadas Poliomielite (VIP), 14 milhões da Vacina Oral Poliomielite (VOP) e 13,4 milhões da Tríplice Viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba.

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, ou seja, todas as crianças dentro da faixa etária estabelecida serão imunizadas – mesmo as que já estão com o esquema vacinal completo. Neste caso, a criança vai receber um outro reforço. A campanha ocorre em meio a pelo menos dois surtos de sarampo no Brasil, em Roraima e no Amazonas. No caso da pólio, 312 municípios registram baixas taxas de cobertura vacinal contra a doença.

Veja a seguir algumas das principais perguntas e respostas relacionadas à campanha, com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde:

 

Quando e onde ocorre a campanha?

Entre 6 e 31 de agosto, com o Dia D agendado para 18 de agosto, em postos de saúde de todo o país.

 

Qual o foco da campanha?

Crianças com idade entre 1 ano e 5 anos incompletos (4 anos e 11 meses).

 

Crianças que já foram vacinadas anteriormente devem ser levadas aos postos?

Sim. Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos devem comparecer aos postos. Quem estiver com o esquema vacinal incompleto receberá as doses necessárias para atualização e quem estiver com o esquema vacinal completo receberá outro reforço.

 

Qual a vacina usada contra a pólio?

Crianças que nunca foram imunizadas contra a pólio vão receber a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), na forma injetável. Crianças que já receberam uma ou mais doses contra a pólio vão receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), na forma de gotinha.

 

Qual a vacina usada contra o sarampo?

A vacina contra o sarampo usada na campanha é a Tríplice Viral, que protege também contra a rubéola e a caxumba. Todas as crianças na faixa etária estabelecida vão receber uma dose da Tríplice Viral, independentemente de sua situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Adultos participam da campanha?

Não. A campanha tem como foco crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos.

 

Mesmo não sendo foco da campanha, adultos precisam de alguma das duas doses?

Sim. Conforme previsto no Calendário Nacional de Vacinação, adultos com até 29 anos que não tiverem completado o esquema na infância devem receber duas doses da Tríplice Viral e adultos com idade entre 30 e 49 anos devem receber uma dose da Tríplice Viral. O adulto que não souber sua situação vacinal deve procurar o posto de saúde mais próximo para tomar as doses previstas para sua faixa etária.

 

(Fonte Agência Brasil)