Arquivo do Autor: admin

Advogado é condenado à 5 meses de prisão por difamar Felipe Neto

Após um processo movido pelo youtuber Felipe Neto, a 3ª Vara Criminal de Campinas, em São Paulo, condenou o advogado Mizael Izidoro a cinco meses de prisão por injúria e difamação. O homem poderá cumprir a pena em regime aberto — podendo ainda ser substituído por serviços à comunidade. As informações são do portal Uol. A notícia foi apresentada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

A ação do youtuber ocorreu após Izidoro publicar conteúdos em seu perfil do Twitter acusando Felipe Neto. Segundo a sentença, o advogado tentou associar o influenciador ao ataque em uma escola de Suzano (SP), que ocorreu em março de 2019. Atualmente, o perfil de Izidoro na rede social se encontra privado.

A sentença ainda aponta a tentativa de conciliação entre as partes — por duas ocasiões —, que não obtiveram sucesso porque Izidoro não foi localizado. O advogado concorreu às eleições municipais de 2020 como vereador pelo PSL, mas não conseguiu votos suficientes para se eleger.

Pelas redes sociais, Felipe Neto confirmou a condenação e defendeu o papel da Justiça em casos de injúria e difamação: “Advogado criminal bolsonarista fanático, Mizael Izidoro, que inclusive foi para Brasília participar de atos, foi condenado a 5 meses de prisão por me associar ao atentado terrorista de Suzano. A Justiça continua sendo um caminho!”. (EM)

Advogado criminal bolsonarista fanático, Mizael Izidoro, q inclusive foi p/ Brasília participar de atos, foi condenado a 5 meses de prisão por me associar ao atentado terrorista de Suzano.

A justiça continua sendo um caminho!

 

Preso miliciano que fez harmonização facial

A Polícia Civil prendeu, na noite de quinta-feira, um miliciano que fez harmonização facial para despistar as autoridades. André Costa Barros, conhecido como André Boto, é apontado de extorquir comerciantes e moradores dos bairros Curicica, Recreio dos Bandeirantes e Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

BNDES emprestou R$ 283 milhões para fabricantes de cloroquina em 2020

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) firmou, em 2020, quatro empréstimos de R$ 283 milhões para a Apsen e a EMS, fabricantes de medicamento à base de hidroxicloroquina. Embora sua ineficácia tenha sido comprovada em estudos científicos, desde o ano passado, o remédio é defendido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como alternativa no tratamento à covid-19, o que impulsionou as vendas do medicamento.

O remédio é tradicionalmente usado para o tratamento de doenças reumáticas e da malária. No total, cinco farmacêuticas fabricam e vendem no País remédios com hidroxicloroquina: Apsen, EMS, Germed, Cristália e a multinacional francesa Sanofi-Aventis.

As operações contratadas pela Apsen foram reveladas em reportagem da Folha de S.Paulo, publicada na quinta-feira, 4.

A Apsen fabrica há 18 anos o Reuquinol, o mais vendido dos medicamentos à base de hidroxicloroquina. Segundo a própria empresa, ela respondeu por 80% das vendas dos remédios que usam a substância no País no ano passado. Por outro lado, as vendas do Reuquinol geraram 6,6% da receita da farmacêutica em 2020, quando a empresa faturou R$ 1 bilhão, 18% acima do ano anterior. Em 2019, o Reuquinol garantiu 5% da receita da Apsen. Dessa forma, as vendas do medicamento a base de hidroxicloroquina passaram de R$ 42,4 milhões naquele ano para R$ 66 milhões em 2020.

Embora não tenham tido a eficácia contra a covid-19 comprovada cientificamente, remédios com hidroxicloroquina venderam mais no ano passado, conforme compilação do Conselho Federal de Farmácia (CFF). As vendas de sulfato de hidroxicloroquina mais que dobraram, para 2 milhões de unidades, alta de 113% ante 2019. Ainda assim, ficaram abaixo do salto de 557% nas vendas do vermífugo ivermectina, que atingiram 53,8 milhões de unidades. Para o CFF, as vendas foram puxadas pela “crença de que esses medicamentos sejam fórmulas milagrosas que previnam ou curem a doença que praticamente parou o planeta”.

Segundo o Sindusfarma, entidade que representa a indústria farmacêutica, as vendas de medicamentos a base de hidroxicloroquina atingiram R$ 91,7 milhões de faturamento para os fabricantes em 2020, alta de 66,7% ante os R$ 55 milhões de 2019.

Três dos empréstimos – um para a Apsen, de R$ 94,9 milhões, e dois para a EMS, de R$ 81,4 milhões e de R$ 47,8 milhões – foram contratados em fevereiro do ano passado, quando a covid-19 já era uma preocupação mundial, mas ainda não havia chegado ao País Segundo o BNDES, esses três financiamentos foram pedidos e aprovados em 2019.

No caso da EMS, o empréstimo de R$ 47,8 milhões foi destinado para construção de uma nova fábrica de medicamentos oncológicos. Já o financiamento de R$ 81,4 milhões foi destinado para a ampliação das linhas de produção de medicamentos, de embalagens e para o almoxarifado do complexo industrial da empresa em Hortolândia (SP).

Conforme a EMS, o crédito não teve “relação com a produção de sulfato de hidroxicloroquina”. A empresa produz a versão genérica do medicamento. Questionada, a EMS não informou qual foi a participação do remédio na receita total de 2020.

A Apsen contratou também um empréstimo, de R$ 59 milhões, em junho do ano passado, já em meio à pandemia. Esse financiamento foi pedido em agosto de 2019 e aprovado em abril de 2020, segundo o BNDES. A empresa informou que nem mesmo a operação aprovada em junho foi destinada a investimentos relacionados à produção de medicamentos a base de hidroxicloriquina.

“A Apsen solicitou as novas captações (financiamentos) visando exclusivamente projetos de expansão da área de Pesquisa e Desenvolvimento de novos produtos e da área Industrial, com o objetivo de preparar as áreas produtivas para suportar o plano estratégico de lançamentos dos próximos anos. Reforçamos que nenhuma parte dos empréstimos cedidos à Apsen, seja pelo BNDES ou por qualquer instituição financeira, foi utilizada na produção, pesquisa ou qualquer ação relativa à hidroxicloroquina”, diz a empresa, em nota.

A Apsen e a EMS não endossam o uso dos medicamentos com contra covid-19. “Com base nas evidências científicas atuais”, a Apsen informou, ainda na nota, que “recomenda a utilização da hidroxicloroquina apenas nas indicações previstas em bula, as quais são aprovadas pela Anvisa” e que “não há aprovação de nenhum órgão regulador da saúde, e nem da OMS, para utilização no tratamento da covid-19”. A EMS frisou que o sulfato de hidroxicloroquina tem “indicação em bula para tratamento de malária, artrite reumatoide e lúpus” e que “orienta que o produto seja utilizado conforme as indicações da bula, sob prescrição médica”.

Há um ano, em março de 2020, quando Bolsonaro exibiu uma caixa de Reuquinol num encontro virtual com líderes do G-20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, o dono da Apsen, Renato Spallicci, divulgou nas redes sociais as imagens do presidente exibindo seu remédio. Embora o empresário já tenha compartilhado na internet assuntos positivos a Bolsonaro, a Apsen informou que Spallicci não tem relações pessoais com o presidente da República.

Em julho, após ser diagnosticado com covid-19, Bolsonaro voltou a exibir uma caixa de sulfato de hidroxicloroquina, naquela vez da versão genérica fabricada pela EMS, durante a live presidencial semanal. Carlos Sanchez, controlador do laboratório, participou de duas reuniões com Bolsonaro no início da pandemia, em março e maio do ano passado. Em reportagem do Estadão de julho, a EMS informou que a empresa “já passou por muitos governos e busca sempre estabelecer diálogo com todos eles” e eu os encontros de Snachez com Bolsonaro foram promovidos pela Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), para discutir “questões econômicas e o novo cenário brasileiro diante da pandemia de coronavírus”.

O BNDES, a Apsen e a EMS informaram que a contração dos empréstimos não tem qualquer relação com a produção de medicamentos a base de hidroxicloroquina. em nota, o banco ressaltou que “todos os pleitos financeiros são sempre submetidos à exame técnico de equipe especializada, que considera a viabilidade técnica, financeira e jurídica dos projetos, com base no seu conhecimento sobre o mercado, bem como da consequente aprovação do colegiado competente, em linha com a governança interna do BNDES”.

 

Clientes do Banco do Brasil podem fazer prova de vida para o INSS por aplicativo

 


Os clientes do Banco do Brasil (BB) que recebem aposentadorias, auxílios e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderão usar o aplicativo da instituição financeira para fazer a prova de vida. A novidade está disponível desde hoje (4) para quem recebe por meio de crédito em conta.

Para os clientes que sacam os benefícios pelo cartão, o serviço estará disponível em breve. Segundo o BB, a prova de vida por meio do aplicativo não apenas traz mais comodidade e segurança aos beneficiários como ajuda no enfrentamento à pandemia de covid-19, ao diminuir a necessidade de comparecimento às agências.

A prova de vida está disponível no menu “Serviços”, na área lateral do aplicativo. Basta o correntista ou poupador clicar em “INSS” e em “Prova de Vida INSS”. O aplicativo pedirá fotos frente e verso do documento oficial de identificação e uma selfie para concluir o processo.

As imagens serão analisadas pelo banco. Durante o processo, o beneficiário pode acompanhar pelo próprio aplicativo se a prova de vida foi aceita e quando ele terá de repetir o processo. Quem tem pendências na realização da prova de vida ao longo de 2020 será comunicado sobre a novidade, assim como os clientes digitais. Os correntistas que ainda não têm o aplicativo instalado receberão o aviso nos caixas eletrônicos.

Obrigatória para aposentados e pensionistas, a prova de vida deve ser feita uma vez por ano, para impedir o bloqueio do pagamento dos benefícios da Previdência Social. No último dia 26, o INSS publicou portaria suspendendo os bloqueios até abril deste ano , em decorrência da pandemia de covid-19.
Agência Brasil

Padre é preso suspeito de cometer assaltos no Rio Grande do Sul


Um padre foi preso pela Brigada Militar de Passo Fundo, na Região Norte do estado, na noite de terça-feira (2), por suspeita de assaltar ao menos três estabelecimentos comerciais da cidade.

Segundo a polícia, os roubos aconteceram em dois mercados e uma farmácia. Todos os assaltos foram cometidos por um homem que tinha as mesmas características e conduzia o mesmo veículo.

A advogada Maura Leitzke informou que ele faz uso, desde o ano passado, de medicamentos psiquiátricos. Nas semanas anteriores ele teria interrompido, voluntariamente, o tratamento, o que, segundo a defensora, influenciou para que tivesse um surto psicótico.

Após buscas, o homem foi localizado e identificado como padre Elizeu Moreira, que atua em Tapejara, na Diocese de Passo Fundo e é natural de Ciríaco. A defesa de Elizeu não foi encontrada pela reportagem.

“Ele foi autuado em flagrante por esses três crimes e foi representada pela prisão preventiva. Os próximos passos aí agora é verificar o porquê, não há uma explicação lógica pra esse fato, simplesmente praticou os crimes. Mas então agora a investigação vai apurar essas demais circunstâncias que envolvem ao caso”, diz o delegado Diogo Ferreira.

Com o suspeito, a polícia encontrou uma pistola falsa e uma mochila com um boné vermelho, utilizado nos roubos, além de R$ 655 em dinheiro, produtos alimentícios e de higiene.

Elizeu recebeu voz de prisão e foi conduzido à delegacia de polícia. O veículo foi apreendido, e pertence à Diocese de Passo Fundo.

A defesa entrou com pedido de relaxamento da prisão, anexando laudos médicos e alegando que ele não tem qualquer tipo de circunstância anterior que possa desabonar sua conduta.

Elizeu foi ordenado padre em agosto de 2019 e desde então trabalhava para a Igreja Católica. Não havia registro de antecedentes criminais.

O bispo da Arquidiocese de Passo Fundo, Dom Rodolfo Luis Weber informou que o padre será suspenso provisoriamente das funções até que os fatos estejam esclarecidos.

“Extremamente triste poder ter que anunciar e conviver com esse fato ainda mais contando de uma pessoa que tem uma preparação adequada, teve todo um processo de formação e a chegar a realizar essas atitudes. Então é muito chocante, é muito triste e nos causa profunda dor. Na sua missão interna da igreja como padre a nossa tarefa é também saber averiguar o que aconteceu”.

Garotinho é condenado a 13 anos e nove meses de prisão

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RJ) elevou a condenação do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho a 13 anos e nove meses de prisão e multa por compra de votos nas eleições municipais de 2016.

Nesta quinta-feira (4), o colegiado do TRE/RJ condenou por unanimidade o político pelos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documento público e coação no curso do processo, tal como fizera a Justiça Eleitoral em Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, que tinha fixado pena de nove anos e 11 meses de prisão e multa, no valor de R$ 198 mil.

Pela legislação eleitoral, a condenação criminal em segunda instância torna o réu inelegível nos oito anos seguintes ao da condenação, de modo que Garotinho fica inelegível até 2029. O pedido de aumento da pena foi feito pelo Ministério Público Eleitoral.
Esquema

A partir da Operação Chequinho, a Promotoria Eleitoral em Campos dos Goytacazes tinha denunciado o ex-governador por usar irregularmente o programa social Cheque Cidadão, da prefeitura de Campos dos Goytacazes, para cooptar votos para seu grupo político. Naquele ano eleitoral, a prefeita era a esposa do réu, Rosinha Matheus, e Garotinho era o secretário municipal de Governo. Segundo a Justiça, o esquema concedia o benefício, voltado a famílias de baixa renda, em troca do compromisso de votar nos candidatos indicados.

De maio a agosto de 2016, segundo o Ministério Público Eleitoral em Campos, o número de novos beneficiários do programa aumentou em mais de 17 mil. Parte dos novos contemplados, porém, sequer constava nas listas oficiais de controle e não atendia aos critérios da legislação municipal.

De acordo com a procuradora regional eleitoral de Campos, Silvana Batini, “eram tantos os novos cadastrados que houve necessidade de contratar 13 digitadores para atender à demanda”, afirmou em sua sustentação oral a procuradora.

“As provas reunidas apontam de forma inequívoca a existência de um estratagema criminoso que deturpou a utilização do referido programa social, de forma espúria e sabidamente ilícita, em favor de um grupo político e em prejuízo dos cofres públicos”, sustentou o MP Eleitoral no parecer pela manutenção da condenação.

A Agência Brasil tentou, mas até o fechamento da matéria não conseguiu contato com a defesa do ex-governador Garotinho.

Fonte Agência Brasil

Permanência nas ruas da cidade do Rio ficarão proibidas entre 23h e 5h

– Para evitar a propagação da covid-19, a partir desta sexta-feira (5), a permanência nas ruas da cidade do Rio ficarão proibidas entre 23h e 5h. Entretanto, a circulação dos cariocas não ficará impedida. A medida pretende reduzir a quantidade de pessoas nas ruas para evitar aglomeração. O decreto deve ser anunciado nesta semana, com validade inicial de uma semana.
Os setores incluídos na medida são o de alimentação e entretenimento. Restaurantes e bares só vão poder funcionar entre 6h e 17h, com limite de 40% de ocupação. Quiosques e barracas de venda de bebidas localizados nas praias também não poderão funcionar durante todo o dia. O descumprimento pode gerar cassação do alvará dos estabelecimentos.
Ainda serão afetados os vendedores ambulantes que não poderão vender bebidas alcoólicas em horários determinados, que devem ser anunciados em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (4). O trabalho de combate à festas clandestinas da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) deve ser intensificado neste período.
Os shoppings vão poder funcionar, mas limitando a capacidade de público a 40%. As casas noturnas e boates ficarão fechadas. Feiras só poderão funcionar para venda de produtos alimentícios. O setor de educação não será afetado e as escolas seguem abertas. As polícias militar e civil, Corpo de Bombeiros e Guarda Municipal vão trabalhar na fiscalização.

Parlamentares querem explicações de Flávio Bolsonaro sobre compra de mansão de R$ 6 milhões

Parlamentares pediram nesta quarta-feira (3) que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) dê mais explicações no Conselho de Ética sobre a compra de uma mansão de quase R$ 6 milhões em Brasília. Negócios imobiliários do senador já estão sob suspeita e são alvo de investigação.

Três partidos — PSOL, Rede e PT — querem que os fatos sobre a compra da mansão sejam incluídos na representação feita, em 2020, contra Flávio Bolsonaro no conselho.

O pedido diz que “novas e gravíssimas denúncias de movimentações financeiras incompatíveis com os rendimentos declarados pelo senador Flávio Bolsonaro inundaram o noticiário nacional. Não é a primeira vez que transações imobiliárias são colocadas em cheque por investigadores do Ministério Público do Rio, razão pela qual merecem ser amplamente esclarecidas e investigadas”.

O senador Humberto Costa, do PT, disse que Flávio Bolsonaro precisa explicar essa nova transação imobiliária.

“Dado o aspecto nebuloso que essa transação está guardando, é importante que haja o esclarecimento sobre a origem do recurso, como se deu essa transação”, declarou Humberto Costa.

Investigação por ‘rachadinhas’

Flávio Bolsonaro é investigado, suspeito de se apropriar de parte dos salários de assessores quando era deputado estadual no Rio, no chamado caso das “rachadinhas”.

Na semana passada, o caso teve um julgamento importante. O Superior Tribunal de Justiça anulou a quebra do sigilo bancário e fiscal do senador, fonte da maior parte das provas na investigação.

O primeiro a defender a anulação, sendo seguido por outros três ministros foi o ex-presidente do STJ João Otávio de Noronha.

O ministro comandou o tribunal de 2018 a 2020 e foi assessorada pela juíza Cláudia Silvia de Andrade. Ela foi uma dos seis juizes que trabalharam no gabinete dele durante os dois anos na presidência.

A juíza é namorada do empresário Juscelino Sarkis. Eles aparecem juntos em vários eventos cobertos por colunas sociais. Ele é o antigo proprietário, que vendeu a casa de quase R$ 6 milhões ao novo dono, o senador Flávio Bolsonaro.

O empresário Juscelino Sarkis declarou que o negócio foi feito por corretores, que não tinha conhecimento prévio da identidade do comprador e que nunca teve contato com ele. Disse ainda que a namorada não teve qualquer envolvimento como negócio.

Em nota, disse que já recebeu R$ 4,19 milhões em pagamento, que a negociação foi feita seguindo a lei, e que os valores serão devidamente declarados.

O ministro João Otávio de Noronha disse que não tem conhecimento sobre a negociação do imóvel e que a juíza Cláudia Andrade não trabalhou em nenhum caso ligado a Flávio Bolsonaro.

Negócios imobiliários sob suspeita

O imóvel de 2,4 mil metros quadrados no setor de mansões Dom Bosco, área nobre de Brasília, é a joia da coroa numa história de sucesso imobiliário do senador. Ele negociou 20 imóveis em 16 anos, vendendo uns e comprando outros.

Muitas dessas transações no caminho estão sob investigação.

Em nota, o senador Flávio Bolsonaro afirmou que, além de financiar mais da metade do valor, a casa nova em Brasília “foi comprada com recursos próprios, em especial oriundos da venda de seu imóvel no Rio de Janeiro”.

Mas, segundo os promotores, a compra do imóvel na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, onde ele morava antes de se mudar para Brasília, foi feita com valores desviados no esquema da rachadinha.

Na investigação, os promotores detalham o método que Flávio Bolsonaro usaria para lavar o dinheiro da rachadinha negociando imóveis: “aquisição de bens imóveis por valores subfaturados”.

Uma figura chave nesse esquema seria o americano Glenn Dillard. Dillard morou no Brasil de 2010 a 2015, aprendeu português e se tornou uma figura vistosa no mercado imobiliário.

Dillard voltou para os Estados Unidos onde atualmente responde a um processo pelo que fez no Brasil — cinco credores acusam o americano de vários golpes.

Ele juntou investidores para um super resort na Região dos Lagos, no Rio. O hotel de luxo nunca saiu do papel.

Outro negócio suspeito de Glenn Dillard está diretamente ligado a Flávio Bolsonaro. Ele foi o corretor de dois apartamentos de Copacabana. Segundo o Ministério Público, o casal Flávio e Fernanda Bolsonaro pagou oficialmente R$ 140 mil por um e R$ 170 mil pelo outro.

A denúncia diz que esse valor era menor do que o preço real dos apartamentos — um inexplicável deságio.

Com base em registros bancários, os promotores afirmam que Dillard recebeu por fora, em dinheiro vivo, R$ 638 mil.

O depoimento de Dillard seria importantíssimo no caso, mas hoje é difícil encontrá-lo. Ele foi localizado recentemente na cidade de Riverton, no estado de Utah, onde aparece registrado como técnico em radiologia em uma universidade.

Nos últimos meses, foi visto entrando e saindo de uma casa na cidade. O Jornal Nacional foi procurar por ele, mas os moradores disseram que ele não mora mais lá.

Recluso, mudando de cidade e endereço, tudo indica que Dillard não tem feito negócios — nem quentes, nem frios.

10 alimentos que dão mais disposição para o corpo

Com a correria do dia a dia, o corpo pede por mais energia para aguentar todas as atividades. Mas existem alimentos que, ao serem incorporados a dieta, dão mais disposição Aqui estão algumas dicas do que consumir para que o organismo fique mais forte e saudável.
Alimentos que dão mais energia ao organismo

• Açaí

O açaí é uma fruta típica brasileira, rica em carboidratos que fornecem a energia necessária para o bom funcionamento do nosso organismo. Além disso, é rica em vitaminas C, B1, e B2, antioxidantes e é fonte de gorduras insaturadas, que auxiliam no controle da pressão arterial e do colesterol.

• Água de coco

É considerada uma bebida energética natural, fonte de vitaminas e minerais importantes para o bom funcionamento do organismo. Além de melhorar a disposição, é uma ótima fonte de hidratação.

• Banana

A fruta é fonte de triptofano, um aminoácido precursor da serotonina. A serotonina é um neurotransmissor que tem diversas funções, como regular o sono, o humor e auxiliar a prevenir distúrbios emocionais. Além disso, é fonte também de potássio. Baixos níveis de potássio estão relacionados a sintomas como fraqueza muscular, cãimbras, fadiga e apatia mental.

• Guaraná

O guaraná é fonte de cafeína – um estimulante do sistema nervoso. Usado com moderação, ajuda a melhorar o ânimo e a disposição. Pode ser adicionado em sucos e vitaminas.

• Maca Peruana

A maca peruana é uma planta medicinal também conhecida como maca-andina, planta-maca, maca-pó. Ela auxilia a diminuir o cansaço e a fadiga. Além de fornecer energia, é fonte de vitaminas do complexo B, selênio, vitaminas C e E que possuem ação antioxidante.

• Chá verde

O chá verde é fonte de cafeína, substância considerada termogênica (acelera o metabolismo, aumentando o gasto energético e a queima de gordura corporal) e que aumenta a disposição. Também auxilia na melhora do humor e bem estar, pois possui um aminoácido que, quando liberado em nosso corpo, aumenta a produção de dopamina e serotonina.

• Oleaginosas

As oleaginosas (nozes, castanhas e amêndoas) são boas fontes de proteína vegetal e gorduras insaturadas, nutrientes que atuam na redução da pressão arterial, do colesterol e dos triglicérides. Também possuem magnésio, cobre e selênio, que ajudam diminuir o estresse e melhoram a memória e a produção de energia.

• Mel

O mel é constituído por dois tipos de carboidratos (glicose e frutose), o que o torna um alimento energético, podendo aumentar a disposição e combater o cansaço. É fonte de vitamina C – que apresenta potente ação antioxidante – e vitaminas do complexo B que participam do metabolismo de produção de energia e desintoxicação do organismo. Possui minerais como fósforo, cálcio, magnésio, enxofre e potássio também.

• Aveia

A aveia integral é fonte de carboidratos de baixo índice glicêmico que conferem energia sem levar a picos de liberação de insulina. Ajuda a controlar as taxas de açúcar no sangue e dá saciedade. Também é fonte de vitaminas do complexo B, que melhoram os níveis de produção de energia e a disposição.

• Chocolate Amargo

O chocolate amargo, moderamente, ajuda emagrecer e é fonte de antioxidantes que, além de retardarem o envelhecimento precoce, auxiliam na saúde do coração. Possui cafeína, o que ajuda a manter o corpo alerta e mais disposto. (Conquiste sua Vida)

Sequestradora que saiu com alvará falso volta para cadeia no RJ

Apontada como uma das beneficiárias por utilizar um alvará falso para deixar a cadeia, Gilmara Monique Amorim foi presa, na tarde desta quarta-feira (3), por agentes do Setor de Inteligência e da Divisão de Busca e Recapturasm — ambas da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

Gilmara foi detida na Cidade Nova, região central do Rio. Ao ser presa, alegou inocência e que acreditou em sua advogada e que foi ela que negociou a rendição com a Seap.

Ela está condenada a mais de 18 anos de prisão por sequestro e assalto a banco. Ela faz parte de um grupo acusado de planejar e executar mais de 10 assaltos a banco no Rio.

Em 2008, Gilmara participou do sequestro do gerente de uma agência da Caixa Econômica Federal do Aeroporto Tom Jobim, o Galeão. O bancário, a mulher dele e a filha foram mantidos em cativeiro por um dia.

Gilmara cumpria pena em um presídio em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Ela saiu pela porta da frente em novembro do ano passado, como mostra um vídeo obtido pelo Fantástico, graças ao alvará de soltura falso.