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Anticoncepcional falha e causa gravidez em 170 mulheres no Chile


Organizações chilenas que trabalham com a defesa dos direitos sexuais, reprodutivos e femininos pedem a reparação coletiva de mais de 170 mulheres que engravidaram após usarem pílulas anticoncepcionais com defeito no país.

As vítimas tomavam o Anulette CD, método contraceptivo da farmacêutica Silesia, distribuído gratuitamente na rede de saúde do Chile, em sua maioria para mulheres jovens, de classe baixa.

O registro do medicamento foi suspenso no país em agosto de 2020, poucos dias depois de o Instituto de Saúde Pública do Chile (IPS) retirar dois lotes das pílulas de circulação após denúncias de usuárias.

Os lotes somavam 276.890 cartelas do remédio, distribuídas desde setembro de 2019. Algumas cartelas continham pílulas danificadas, ausentes ou trocadas, segundo reportagem do portal Uol.

A organização Miles Chile acumula denúncias sobre outros 27 lotes de remédios defeituosos e pede que o Chile reconheça que se trata de uma “catástrofe”, que “a informação completa e verdadeira” seja divulgada “e que haja uma reparação coletiva dessas mulheres”.

A Women’s Link, organização internacional que atua na defesa dos direitos das mulheres e acompanha o caso, pede a responsabilização do Estado e das farmacêuticas por negligência e violação dos direitos reprodutivos das mulheres envolvidas. O aborto é considerado crime no Chile, com a exceção de casos de estupro, risco de vida da mãe ou do feto.

Em outubro, o ISP suspendeu quatro lotes de outros dois anticoncepcionais por falhas na apresentação ou na concentração da substância ativa. Assim como o Aulette, o Minigest é produzido no Chile pela Silesia. Já o Conti-Marvelon é fabricado no Brasil, pelo laboratório Eurofarma e comercializado no Chile pela multinacional Merck Sharp & Dohme (MSD).

Apenas dois dos 170 casos informados à Miles Chile foram relacionados ao uso do Minigest. Nenhum deles foi ligado ao Conti-Marvelon, comercializado no Brasil com o nome Mercilon Conti. A farmacêutica afirma que os problemas aconteceram em apenas um lote do medicamento enviado ao Chile e sustenta que não há registro de falhas no Brasil.

Fundação Palmares é obrigada a devolver Marina e Benedita à lista de homenageados


A Justiça Federal determinou que a Fundação Cultural Palmares devolva os nomes de Marina Silva, Benetida da Silva e Madame Satã para a lista de personalidades negras homenageadas pelo órgão.

De acordo com a coluna de Guilherme Amado no site da revista Época, a decisão foi assinada nesta terça-feira pelo juiz federal do Distrito Federal Diego Câmara, que atendeu a um pedido do advogado Marivaldo Pereira e da advogada Ana Paula Freitas, da Rede Liberdade.

Os nomes dos homenageados foram retirados da lista em setembro e outubro do ano passado. A instituição, chefiada pelo jornalista Sérgio Camargo, não explicou para a Justiça quais foram as justificativas para a exclusão das personalidades e nem apresentou o processo administrativo que embasou a decisão.

PF investiga filho ’número.04’ de Bolsonaro


Segundo o jornal O Globo, Jair Renan teria recebido um carro elétrico de representantes da Gramazini Granitos e Mármores Thomazini, avaliado em R$ 90 mil. Um mês após a doação, em outubro do ano passado, a empresa conseguiu agendar um encontro com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, do qual também participou Renan.

O advogado Frederick Wassef, que representa Renan, negou a acusação. “Fui constituído como advogado de Jair Renan para defendê-lo e vou requerer cópia na íntegra desse processo. Não tem nenhum carro, ele nem atuou para abrir porta para ninguém. Jair Renan nem sabe da existência desse carro. Ele não tem carro nenhum, inclusive. É mais um ato para atingir o presidente da República”, disse Wassef ao Estadão.

Pedágio da Linha Amarela segue suspenso

Terminou sem acordo a audiência virtual realizada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, a Prefeitura do Rio e a Lamsa sobre um possível retorno da cobrança do pedágio da Linha Amarela. No início do mês, a concessionária reassumiu a gestão da via expressa por decisão do mesmo STF.

A audiência foi suspensa e haverá nova reunião virtual sobre o tema no dia 30. Até lá, a passagem pela via continua livre, sem cobrança de pedágio.
– Apresentei argumentos, tentei a conciliação. Vamos sentar à mesa de novo em 15 dias A Lamsa chegou a solicitar que o pedágio fosse retomado até a nova reunião, mas pedi para que isso não ocorresse – disse o prefeito Eduardo Paes, que participou do encontro por videoconferência.

A reunião havia sido marcada pelo próprio Luiz Fux, assim que o magistrado acatou o pedido da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e cancelou a encampação da via no dia 3 de março. De acordo com a decisão de Fux, a ação que autorizava a encampação da Linha Amarela, a Lei Complementar Municipal 213/2019, é inconstitucional por violar o direito fundamental à justa indenização. Além disso, implicaria na possibilidade iminente da demissão de centenas de funcionários, no cancelamento de investimentos e na promoção de outros processos similares.

A Lamsa havia retomado integralmente a operação da via no último dia 5, já operando os serviços de socorro médico, mecânico e de manutenção. No dia 9, a empresa chegou a anunciar, via redes sociais, que, a partir da meia-noite do dia 12, a cobrança de pedágio estaria restabelecida na via, no valor de R$ 7,20 — R$ 0,30 menos do que a tarifa anterior — para os seus dois sentidos. Este retorno de tarifa seria fruto da suspensão, em fevereiro deste ano, da liminar que concedia à concessionária o direito ao reajuste anual relativo a 2019, conforme o contrato de concessão.

No mesmo dia, o prefeito Eduardo Paes reagiu em seu Twitter, dizendo: “Essa decisão não prevê a volta da cobrança do pedágio. O pedágio está e continua suspenso”. No mesmo dia, o prefeito emitiu um decreto, com respaldo da Procuradoria-Geral do Município, que ratifica que a cobrança do pedágio da Linha Amarela não fosse realizada. Além disso, Paes enviou um comunicado ao diretor superintendente da Lamsa, Marcus Vinícius Figur da Rosa, dizendo que “espera que, dessa forma, a concessionária reveja a decisão sob pena de estar descumprindo uma decisão emanada do poder concedente, dentro de seu poder de regulamentar”.

Dois dias depois, a Lamsa emitiu um comunicado dizendo que “recebeu, com perplexidade” o decreto da prefeitura e que o acataria, mas que pleiteará indenização por todos os danos causados pela medida adotada pelo município. “A medida da Prefeitura do Rio impacta na confiança de investidores privados, importando em grande abalo à segurança jurídica, e traz a possibilidade de, por decreto, se descumprir um contrato administrativo regularmente concedido”, diz um trecho da nota.
A queda de braço entre a prefeitura e a Lamsa

Em setembro de 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedera liminar favorável à prefeitura para dar início ao processo de encampação da Linha Amarela, concedida à Lamsa há mais de 20 anos. Com base nessa decisão, a prefeitura suspendeu a cobrança do pedágio, de R$ 7,50 em cada sentido da via. No mesmo mês, o município, à época sob a gestão de Marcelo Crivella, ainda não havia apresentado um plano para a manutenção dos 25 quilômetros da via que liga a Ilha do Fundão à Barra da Tijuca. O custo do serviço é estimado em cerca de R$ 100 milhões por ano.
Um ano antes, na noite de 27 de outubro, equipes da prefeitura, de forma unilateral, removeram as cancelas das cabines de cobrança de pedágio com retroescavadeiras. Equipes da RioLuz também foram ao local para cortar o fornecimento de energia das cabines, e as da Comlurb participaram retirando cones e ajudando a liberar a passagem para os veículos que deixaram de pagar a tarifa. Os executivos da concessionária foram pegos de surpresa com a ação que varou a madrugada, e a empresa divulgou uma nota em que disse se tratar de um “ato de abuso extremo de autoridade, sem precedentes na história e sem amparo jurídico”.
Crivella chegou a ir ao local, por volta das 3h, onde gravou um vídeo institucional. O motivo alegado pela prefeitura para a ação foi que, após uma auditoria, o município constatou prejuízo de R$ 1,6 bilhão no contrato com a Lamsa.
Na tarde de 6 de novembro de 2019, houve nova reviravolta. A juíza Regina Lúcia Castro de Lima, da 6ª Vara de fazenda Pública, proibiu a prefeitura de encampar a Linha Amarela, estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da regra e determinou que a encampação só aconteçesse após realização de processo administrativo com direito à ampla defesa e pagamento prévio de indenização em dinheiro.
Em janeiro deste ano, a Justiça do Rio havia dado 30 dias para que o prefeito Eduardo Paes decidisse se prosseguiria com a encampação ou permitiria que a Lamsa reassumisse o contrato. Paes argumentou que não conseguiu chegar a um acordo com os operadores para reduzir o pedágio para R$ 3 e, por isso, decidiu retomar a concessão e relicitar a exploração da via com preços de tarifa que considera justos.
No dia 21 de fevereiro, a prefeitura anunciou que assumiria integralmente as operações da Linha Amarela em uma semana e manteria a suspensão da cobrança do pedágio até que fosse feita uma nova licitação. No dia seguinte, a Lamsa ingressou com ação na Justiça do Rio para suspender o processo de retomada da operação da via expressa pela prefeitura. A empresa sustentou que os atos administrativos que Paes adotou até agora não seguiram as regras previstas para concluir o processo de encampação, iniciado por Crivella. No entendimento da Lamsa, seria necessário abrir um novo procedimento administrativo para concluir o processo.
Em 3 de março, o presidente do STF, Luiz Fux, acatou o pedido da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e suspendeu o processo de encampação da via. De acordo com a decisão, a ação que autorizava a encampação da Linha Amarela, a Lei Complementar Municipal 213/2019, é inconstitucional por violar o direito fundamental à justa indenização. Além disso, implicaria na possibilidade iminente da demissão de centenas de funcionários, no cancelamento de investimentos e na promoção de outros processos similares. Com a decisão, o ministro também determinou a realização de uma audiência de conciliação virtual para a próxima terça-feira, dia 16, às 15h, via Centro de Mediação e Conciliação do STF.
No 5 de março, a Lamsa retornou integralmente com a operação na via, incluindo os serviços médico, socorro mecânico e de manutenção. No dia 9 de março, a concessionária havia anunciado, em suas redes, que voltaria com a cobrança do pedágio a partir da meia-noite do dia 12 de março, o que foi questionado pelo prefeito Eduardo Paes.

Ao todo, 91 mil veículos passam pela Linha Amarela todos os dias. Desse total, 50 mil no sentido Barra e 41 mil no sentido Fundão.

Por mês, a economia para os condutores que circulam diariamente pela via será  mais de R$ 200.

Segundo auditoria feita pela prefeitura, a Lamsa concessionária que administra a via há 21 anos teria cobrado valores irregulares, que superam a casa dos R$ 220 milhões, em quantia corrigida. O montante teria sido recebido por obras e serviços realizados com sobretaxas e até por obras que não foram realizadas, em 2010.

Auxiliar de Bolsonaro morre de Covid-19


Um auxiliar do gabinete pessoal do presidente Jair Bolsonaro faleceu em decorrência da Covid-19 no início do mês, mas a informação tem sido mantida sob sigilo pelo Palácio do Planalto. Dias depois da morte de Silvio Kammers, um dos seus ajudantes de ordem, Bolsonaro voltou a defender remédios sem eficácia comprovada contra a doença em discursos e afirmou desconhecer algum funcionário do prédio que desenvolveu quadro grave da doença.

A informação da morte de Krammers foi revelada pelo site O Antagonista e confirmada pelo GLOBO com fontes do gabinete pessoal de Bolsonaro. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência admitiu que houve um óbito no Planalto, mas não quis revelar o nome do funcionário.
“Houve um óbito por Covid, mas não será divulgado o nome em respeito à privacidade do servidor e de sua família”, disse a pasta no texto.

Na semana passada, o governo editou uma portaria para declarar vago o cargo de Krammers, por motivo do seu falecimento, sem informar a causa. O documento é assinado pelo chefe dos assessores especiais da Presidência, Célio Faria Júnior, em 9 de março.

Um dia depois, o presidente falou em cerimônia no Planalto que desconhece “uma só pessoa” do prédio que tenha precisado de internação hospitalar após contrair a doença.

– Muitos têm sido salvos no Brasil com esse atendimento imediato, neste prédio mesmo, mais de 200 pessoas contraíram a Covid e quase todas, pelo que eu tenha conhecimento, inclusive eu, buscou esse tratamento imediato com uma cesta de produtos como a ivermectina, a hidroxicloroquina, a Anita, a Azitromicina, vitamina D, entre outros, que não tiveram sucesso, desconheço que uma só pessoa deste prédio tenha ido ao hospital para se internar – afirmou Bolsonaro.

Na última quinta-feira, o presidente também questionou funcionários durante transmissão semanal ao vivo em suas redes sociais se fizeram uso de medicamentos como a Cloroquina após contrair a Covid-19, indicando que eles não precisaram de internação.

– Quem não quer tomar esse trem (medicamentos) não tome, pô. Eu tomei, vários tomaram. Você pegou vírus, Marcos Pontes? Mais alguém pegou? Têm vários aqui… Fala o que tomou – disse Bolsonaro – Cloroquina, cloroquina, alguém foi hospitalizado aqui? – questionou na ocasião.

Apesar de ter sido o primeiro funcionário do entorno de Bolsonaro a falecer em decorrência da Covid-19, Krammers não é a única vítima fatal no Planalto. No ano passado, uma servidora da Secretaria de Governo morreu pelo mesmo motivo.

Município do Rio vai vacinar mulheres e homens em dias separados a partir desta 5ª

A Prefeitura do Rio divulgou, no fim da noite desta terça-feira, o novo calendário que dará continuidade à vacinação na capital. Nesta quarta-feira, dia 17 de março, idosos de 76 anos serão imunizados. Nos dois dias seguintes, porém, há uma novidade: com intuito de evitar aglomeração nos postos, as doses vão ser aplicadas com separação por gênero.
A quinta-feira, dia 18, será destinada apenas às mulheres de 75 anos. No dia seguinte, para evitar grandes buscas na mesma data, será a vez dos idosos homens da mesma faixa etária.
O novo cronograma foi lançado após a Secretaria estadual de Saúde (SES) confirmar a chegada de 444 mil novas doses para todo o estado do Rio. Até o momento, contudo, nem a SES nem a Secretaria municipal de Saúde (SMS) informaram qual será a quantidade exata destinada à capital. A expectativa das autoridades sanitárias é que o número seja o suficiente para dar continuidade ao programa de imunização pelo menos até o próximo sábado.

Novo calendário

A imunização aos idosos de 75 anos começa uma semana depois da suspensão do último calendário, anunciada na última quinta-feira (11). Segundo a prefeitura, a procura pela primeira dose nos dias anteriores superou as expectativas, o que fez com que o estoque zerasse.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, declarou que a divisão por gênero é uma forma de tentar organizar a distribuição das vacinas.

— A ideia é adotar esse formato até os 70 anos. Estamos analisando uma forma para distribuir melhor a vacinação nas demais faixas etárias que seja de fácil compreensão para a população — disse Soranz.

Ainda de acordo com o secretário, caso a chegada de novas doses seja confirmada, elas serão utilizadas para idosos de 74 anos nas próximas segunda (22) e terça-feira.
Clínicas da família e centros municipais de saúde
Planetário da Gávea (Rua Vice-Governador Rúbens Berardo, 100)
Tijuca Tênis Clube (Rua Conde de Bonfim, 451)
Museu da República, no Catete (Rua do Catete, 153)
Casa Firjan ( Rua Dona Mariana, 19)
Igreja Nossa Senhora do Rosário, no Leme (Rua General Ribeiro da Costa, 164)

Os locais e horários de vacinação de sábado, para a repescagem de idosos de 75 anos ou mais, serão divulgados posteriormente pela Secretaria Municipal de Saúde.

Equipe do Encontro com Fátima Bernardes foge de tiroteio no RJ


Uma equipe do “Encontro com Fátima Bernardes” registrou o assalto a uma joalheria no Barra Shopping, na tarde desta segunda-feira (15). A repórter Mona Lisa Duperron entrevistava pessoas sobre o “BBB21” quando começou o tiroteio. É possível ouvir os disparos ao fundo, e a equipe corre para se proteger.

Pelo menos oito bandidos levaram tudo o que estava na vitrine e fugiram em motos roubadas. Um deles acabou baleado no braço e preso.

Antes, porém, ele invadiu a Maternidade Leila Diniz. Câmeras da unidade registraram o homem correndo pelos corredores.

Uma loja que vende relógios de luxo foi assaltada por volta de 12h52 desta segunda-feira, dia 15, no Barra Shopping, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A informação foi confirmada pelo estabelecimento Caneta Continental. Um suspeito foi ferido e está em estado grave. O gerente da loja também foi ferido, mas passa bem. Policiais da 16ª DP estão no local para realizar a perícia. Os donos ainda contabilizam o prejuízo do roubo.

Segundo a Operação Segurança Presente, cerca de oito criminosos assaltaram a joalheria e, na fuga, eles se depararam com policiais da Operação Barra Presente. Houve confronto e um dos criminosos, que estava em um carro, foi baleado e preso. O bandido tentou fugir, mas foi capturado pelos policiais na Avenida Ayrton Senna. O restante da quadrilha, que estava em outras motos e em um veículo, conseguiu fugir. Com o preso, foram apreendidas uma pistola glock cal. 9mm, duas granadas, munição e um telefone celular.

A loja tem no portfólio modelos das marcas Rolex, Tissot, Breitling e Montblanc. Segundo funcionários, dois homens teriam entrado no local armados e anunciaram o assalto. Vendedores acionaram o alarme e houve troca de tiros após a chegada de seguranças. O funcionário de um estabelecimento que fica em frente ao local onde houve a tentativa de assalto, próximo à entrada “E” do shopping, conta que clientes correram para se abrigar nas lojas.

— Houve barulho de tiro e correria. Algumas lojas baixaram as portas e os clientes entraram — conta.

Em nota, a administração do shopping confirmou que houve o assalto em uma de suas lojas e a equipe de segurança foi imediatamente acionada. “O gerente foi agredido, recebeu atendimento médico imediato e passa bem. A administração colabora com a investigação em curso”, diz o comunicado.
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi baleado durante a fuga. Os criminosos teriam roubado motos, umas delas inclusive pertencia ao shopping. Ao serem abordados por agentes do Segurança Presente, um dos suspeitos atirou e os policiais revidaram. Ele fugiu em direção a maternidade Leila Diniz. Em seguida, roubou um carro e foi novamente abordado por policiais ao trafegar na Avenida Ayrton Senna. Mais uma vez, atirou contra os agentes, que revidaram, e acabou ferido no braço. Foram a apreendidas duas granadas, munição e uma pistola calibre 9mm. Há relatos de que ao menos dois motoristas desceram dos carros para se proteger no local.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o suspeito quebrou um vidro da lateral da maternidade para fugir. Ele será operado no hospital Lourenço Jorge e seu estado de saúde é grave.

Campanha quer estimular registro civil de recém-nascidos

O Ministério da Mulher, Família e dos Direitos Humanos promove, de hoje (15) a sexta-feira (19), a Semana Nacional de Mobilização para o Registro Civil de Nascimento e a Documentação Básica. O objetivo é divulgar experiências bem-sucedidas, pensar políticas públicas e estimular as famílias a registrar as crianças logo após o nascimento.

Segundo o ministério, embora o percentual de nascimentos não registrados até 15 meses após a mãe dar à luz a criança tenha caído ao longo das últimas décadas, o problema persiste. Só em 2018, cerca de 70 mil crianças deixaram de ser registradas em todo o Brasil. As taxas de sub-registro são mais altas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e atingem principalmente as populações mais carentes.

 

Durante a abertura do evento, que será transmitido todas as tardes, das 15h às 17h, pelo canal do ministério no YouTube, a representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Florence Bauer, destacou a importância da certidão de nascimento para que as pessoas tenham acesso a outros direitos.

“O registro civil é um direito fundamental e está previsto na Convenção sobre os Direitos da Criança e na legislação nacional”, disse Florence, lembrando que, há cerca de 30 anos, uma em cada três crianças nascidas no Brasil não era registrada antes de completar um ano de vida. Florence informou que atualmente o percentual gira entre 2% e 3%. “Houve um progresso histórico, graças ao fato de que, desde 1997, o registro passou a ser gratuito. E também às campanhas para sensibilizar a população.”

Para Florence, incluir as crianças recém-nascidas das camadas mais vulneráveis da população brasileira é um desafio que se tornou ainda mais complexo em um contexto de pandemia da covid-19, mas que pode ser cumprido com esforços conjuntos “O Brasil tem potencial para chegar rapidamente a 100% de crianças registradas já no primeiro ano de vida.”

O presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), Gustavo Renato Fiscarelli, afirmou que a taxa de sub-registro ainda existente no Brasil está de acordo com os parâmetros aceitos mundialmente. Fiscarelli destacou que o debate do problema deve levar em conta as dimensões do território nacional e as particularidades regionais.

“É por meio do registro civil que a mãe pátria conhece seus filhos. Por isto, toda nação desenvolvida tem um regitro civil apto a chegar até as pessoas e lhes conferir o mais importante dos documentos, que é a certidão de nascimento, sobre o qual estão baseados os demais”, disse Fiscarelli. Ele lembrou que, a partir do registro civil, é possível obter estatísticas importantes para a elaboração de políticas públicas.

A ministra Damares Alves revelou que as restrições impostas pelo novo coronavírus exigiram adaptações na organização da semana nacional de mobilização. “Tínhamos sonhado que, hoje, todos os servidores do ministério estariam espalhados pelas ruas do Brasil, em um grande mutirão. Sonhado com barcos da Marinha navegando por áreas ribeirinhas, buscando quem ainda não tem a certidão de nascimento, e com aeronaves pousando em aldeias. A pandemia nos impediu, mas faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para acabar com o sub-registro”, prometeu a ministra.

Damares mencionou a possibilidade de realizar um projeto piloto na Ilha do Marajó, no Pará, onde, desde março de 2020, o ministério coordena o Programa Abrace o Marajó. “Um grande problema lá no território é o sub-registro. Cerca de 1,5 mil crianças nascem todos os anos nos 16 municípios do Arquipélago do Marajó e não têm certidão de nascimento. Também há, ali, crianças que desaparecem. Só que não sabemos quantas são, pois elas não têm documentos, e não temos como saber quantas elas eram”, lamentou a ministra.

Em 2019, navios da Marinha foram usados para levar o serviço de registro civil, entre outros, à região, contou Damares. “Lembro que a fila era enorme, o que revela o tamanho da nossa necessidade.”

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, também participou da solenidade de abertura da campanha de mobilização. Martins falou sobre as estratégias adotadas pelo Poder Judiciário para garantir o acesso da população aos documentos básicos.

“Em 2013, a Corregedoria Nacional de Justiça estabeleceu a emissão de certidão de nascimento em todos os estabelecimentos de saúde do país que realizam partos. Em 2017, instituiu regras para a emissão, pelos cartórios de registro civil, das certidões de nascimento, casamento e óbito. Além disso, em parceria com os tribunais de Justiça estaduais, o conselho vem realizando em todo o país mutirões contra o sub-registro. É importante frisar que o Brasil já reduziu o índice de crianças sem registro de nascimento […], mas é hora de avançar mais”, afirmou o ministro.

Fonte Agencia Brasil

Felipe Neto é intimado por chamar Bolsonaro de Genocida

Na tarde desta segunda-feira, Felipe Neto recebeu uma intimação para depor na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática. De acordo com post no Twitter, o Youtuber vai responder por crime contra a segurança nacional por chamar Jair Bolsonaro de genocida.

“Um carro da polícia acaba de vir na minha casa. Trouxeram intimação para que eu compareça e responda por crime contra segurança nacional porque chamei Jair Bolsonaro de genocida.i Jair Bolsonaro de genocida.Carlos Bolsonaro foi no mesmo delegado que me indiciou por ccorrupção de menores. Sim, é isso mesmo”, disse Felipe, lembrando que, na semana passada, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos – RJ), abriu uma queixa-crime contra a atriz Bruna Marquezine e Felipe por supostos crimes de difamação contra o presidente.

“A clara tentativa de silenciamento se dá pela intimidação. Eles querem que eu tenha medo, que eu tema o poder dos governantes. Já disse e repito: um governo deve temer seu povo, NUNCA o contrário. Carlos Bolsonaro, você não me assusta com seu autoritarismo. Não vai me calar, afirmou Felipe.

“Minha atribuição do termo ‘genocida’ ao Presidente se dá pela sua nítida ausência de política de saúde pública no meio da pandemia, o que contribuiu diretamente para milhares de mortes de brasileiros. Uma crítica política não pode ser silenciada jamais!”, disse o youtuber.

“STJ já arquivou processo de crime contra a segurança nacional por críticas ao Presidente, qnd tentaram silenciar à força Marcelo Feller, justamente por chamar Bolsonaro de genocida. NGM será silenciado à força nesse país por criticar seu pai, Carluxo”, garantiu Felipe.

Médico Marcelo Queiroga é o novo ministro da Saúde

O médico Marcelo Queiroga foi anunciado por Bolsonaro  como o novo  ministro da Saúde. O presidente Jair Bolsonaro anunciou na noite desta segunda-feira (15), nas redes sociais, a nomeação  Os dois se reuniram ao longo da tarde no Palácio do Planalto para discutir a troca no comando da pasta. O anúncio também foi feito pelo presidente durante conversa com apoiadores na porta do Palácio do Alvorada.

 

“Foi decidido agora a tarde a indicação do médico Marcelo Queiroga para o Ministério da Saúde. Ele é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. A conversa foi excelente, já o conhecia há alguns anos então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias, e tem, no meu entender, tudo para fazer um bom trabalho dando prosseguimento em tudo que Pazuello fez até hoje”, afirmou Bolsonaro na conversa transmitida pelo site Foco do Brasil, mantido por apoiadores do presidente.
Mais cedo, o ministro Eduardo Pazuello deu uma coletiva de imprensa para atualizar informações sobre o combate à pandemia de covid-19 e confirmou que o presidente mantinha tratativas para a sua substituição na pasta .

A nomeação de Queiroga será publicada na edição de amanhã (16) do Diário Oficial da União e o processo de transição no ministério deve durar entre uma e duas semanas, disse o presidente.

Marcelo Queiroga é natural de João Pessoal e se formou em medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Ele fez especialização em cardiologia no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro. Sua área de atuação é em hemodinâmica e cardiologia intervencionista e atualmente Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia.

Com a indicação, Queiroga será o quarto ministro da Saúde desde o começo da pandemia de Covid, há exatamente um ano. Passaram pela pasta, neste período, os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, seguido depois pelo general Eduardo Pazuello, do Exército.

O principal desafio do novo ministro será acelerar o processo de vacinação em massa da população. Até agora, o país vacinou cerca de 4,59% da população com a primeira dose de imunizantes, percentual que corresponde a 9,7 milhões de pessoas. O Brasil acumula, até o momento, mais de 279 mil mortes por covid-19.

Fonte Agencia Brasil