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Manifestação no centro do Rio deixa trânsito congestionado

Manifestantes de várias categorias, entre as quais professores das redes estadual e municipal, garis, servidores federais da saúde e metroviários se concentraram no começo da noite de hoje (5), em frente à Candelária, no centro do Rio de Janeiro, para um protesto por melhorias nos setores básicos do país. Segundo a Polícia Militar (PM), cerca de 500 pessoas seguiram em passeata ao longo da Avenida Rio Branco em direção à Cinelândia.

O protesto foi acompanhado por homens dos batalhões de Grandes Eventos e de Choque da PM. Durante todo o percurso, os manifestantes se mostraram contra os gastos do governo com a Copa do Mundo, gritando palavras de ordem. Na Cinelândia, profissionais das várias categorias ocuparam as escadarias da Câmara de Vereadores do Rio.

Para a coordenadora-geral do Sindicato dos Profissionais de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Sepe), Marta Moraes, o ato é uma oportunidade de alertar a população. “Além de prestarmos solidariedade a outras categorias, denunciamos o que acontece na educação do Rio. As pessoas passam a entender a nossa luta”, disse.

O protesto causou um nó no trânsito do centro da cidade. Várias vias foram fechadas,  provocando grandes congestionamentos.

 

 

(Agência Brasil)

Manifestação no centro do Rio deixa trânsito congestionado

O Ministério da Saúde publicou esta semana portaria que resolve impasse trazido pela Lei dos 60 Dias (12.732/12), que dá ao paciente de câncer o direito de ser tratado em até 60 dias após o diagnóstico da doença. Com a nova publicação, o que vale é a data do diagnóstico da doença no exame (laudo patológico). Pela regulamentação anterior, o prazo começava a valer apenas a partir da inclusão do diagnóstico no prontuário eletrônico, o que só acontece na primeira consulta depois que o resultado dos exames ficam prontos. Para a mastologista e presidente voluntária da FederaçãoBrasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama, Maira Caleffi,  a lei perdia o efeito com a antiga regulamentação, já que o prazo de 60 dias só começava a contar depois que o paciente conseguisse a consulta com o médico especialista, o que poderia levar meses para acontecer. “A lei já trazia essa nova determinação, mas veio a regulamentação e trouxe uma variável, com isso ficava mais difícil ter a contagem dos 60 dias”, explicou. Segundo Maira, além disso, a regulamentação condicionava a contagem do prazo à inclusão do diagnóstico no Sistema de Informações do Câncer (Siscan), que ainda não funciona em todo o país. Lançado pelo Ministério da Saúde em outubro do ano passado para receber prontuários computadorizados enviados pelas secretarias de saúde, até o dia 22 de maio o sistema só tinha chegado a 1.546 municípios, cerca de 30% do total existente no Brasil.  De acordo com o Ministério da Saúde, nos 1.546 municípios que utilizam o sistema, 1.093 casos de câncer foram registrados nos últimos meses. Desses, 57% tiveram início do tratamento antes de 60 dias. A regulamentação foi alterada através da Portaria 1.220/14, publicada ontem (4) no Diário Oficial da União

 

 

(Agência Brasil)