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Cerca de 1,5 milhão de passageiros serão recebidos na rodoviária do Rio durante a Copa

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Mais de 1,5 milhão de pessoas devem passar pela Rodoviária do Rio de Janeiro durante a Copa do Mundo, segundo a concessionária do terminal Novo Rio. A previsão é de que haja aumento de 40% na quantidade de turistas estrangeiros. Para reforçar a segurança neste período, foi lançada hoje (3) uma ação conjunta entre a concessionária e o governo do estado com aumento no efetivo de policiais do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas e vigilantes na fiscalização interna do terminal. Além disso está sendo feita uma campanha de esclarecimento sobre os riscos de aliciamentos do transporte irregular.

Funcionários localizados nas áreas de embarque e desembarque inferiores estão distribuindo folhetos em português, inglês, francês e espanhol sobre os riscos dos táxis não credenciados pela prefeitura. Os visitantes são orientados a não aceitar ofertas de táxi nas calçadas fora do terminal rodoviário. O folheto também orienta o turista a denunciar qualquer problema com cobrança ou atendimento pelo telefone 1746, da ouvidoria da prefeitura.

Um grupo de chilenos a caminho de Búzios, região dos Lagos, elogiou a iniciativa e o fato de os atendentes falarem o idioma espanhol. “Chegamos pelo aeroporto e lá ninguém falava espanhol nem tinha material informativo, tivemos que comprar um mapa, mas aqui encontramos tudo isso”, comentou a estudante Gabriela Madariaga.

Foram instaladas comunicação visual trilíngue em todo terminal. O novo setor de desembarque inferior será inaugurado no dia 8 de junho e terá novas lojas e serviços de alimentação, sanitários reformados e acessíveis e com fraldário.

O empresário Delci Lopes, que veio de Minas Gerais a trabalho, disse ter ficado impressionado com as mudanças no local. “Melhorou 100%. Essa rodoviária era bem ruizinha, Quando cheguei ontem achei que estivesse em um aeroporto”, brincou ele. “Antes era muito difícil achar os terminais de bilhetes, agora, com as placas achei a cabine rapidamente e deu tempo até de tomar um sorvete antes de embarcar”, contou.

Há dois dias no Rio, o estudante australiano Elliot Hurst que estava indo a Paraty, Costa Verde fluminense, era um dos turistas desavisados. Ele não sabia onde comprar a passagem nem da existência de táxis ilegais. “Já peguei táxi e não tive problemas”, disse ele que afirmou não estar preocupado com a segurança na cidade.

Apesar dos novos guichês de táxis credenciados que já operam dentro do salão de embarque, passageiros reclamaram da distância, de cerca de 100 metros, que tinham que percorrer do terminal ao ponto de táxi, já que o embarque está proibido na entrada da rodoviária devido a obras na região.

De muletas, o aposentado Deci Gomes, 70 anos, queixou-se do trajeto que inclui saída e entrada de ônibus sem sinalização adequada. “É um absurdo. Quando chove está na chuva e quando está sol é um sofrimento. Eles precisam resolver isso”, disse.

A aposentada Maria Fortunato, 75 anos, precisou de ajuda para carregar a mala até o ponto. “Muito ruim esse trajeto, principalmente, para uma pessoa nessa idade que nem eu e sozinha”, comentou.

O taxista da cooperativa que opera na rodoviária, Hiogame Santos explicou que, sobretudo em dias de chuva, muitos passageiros preferem pegar táxis piratas que param irregularmente na porta da rodoviária. “Muitos reclamam com a gente, mas damos o telefone da prefeitura 1746 que é a responsável pela proibição do embarque na porta da rodoviária”, comentou ele.

De acordo com a prefeitura, a localização do ponto oficial da cooperativa é provisória, devido às obras do Porto Maravilha, com previsão de término para 2016.

 

 

(Agência Brasil)

Cerca de 1,2 mil índios de várias etnias se manifestam no Congresso Nacional e diante do Ministério da Justiça

Depois de cercarem o Palácio do Planalto, em Brasília, na manhã de hoje (04/11), cerca de 1,2 mil índios de várias etnias estão neste momento divididos em manifestações no Congresso Nacional e diante do Ministério da Justiça. O grupo protesta contra o que classifica como mais uma iniciativa do governo federal para inviabilizar a demarcação de terras indígenas. A presidenta Dilma Rousseff não estava no local.

Durante o protesto, os índios chegaram a entrar em conflito com seguranças do Palácio do Planalto e a fechar o trânsito em vários trechos da Esplanada dos Ministérios.

O estopim da manifestação dos índios foi a minuta (esboço) de uma portaria que, segundo as lideranças indígenas, o Ministério da Justiça está produzindo. Representantes do movimento dizem ter tido acesso à cópia do documento no último final de semana. Segundo Sônia Guajajara, uma das coordenadoras da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), o texto estabelece mudanças nos procedimentos legais necessários ao reconhecimento e à demarcação de terras indígenas.

A proposta, ainda segundo Sônia, visa a oficializar a proposta do governo federal de que outros órgãos de governo além da Fundação Nacional do Índio (Funai) sejam consultados sobre os processos demarcatórios em curso. A proposta foi apresentada pela ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, ainda no primeiro semestre deste ano, com a justificativa de minimizar conflitos entre índios e produtores rurais.

“A gente entende que a minuta servirá só para dificultar ainda mais o processo de identificação e demarcação de terras. O governo federal e o Congresso Nacional estão aliados para atacar e diminuir os direitos indígenas, principalmente os territoriais, favorecendo o agronegócio e o latifúndio”, disse Sônia Guajajara à Agência Brasil, adiantando que o grupo quer ouvir o ministro José Eduardo Cardozo sobre o assunto.

“Há um momento em que as autoridades, e o ministro da Justiça, principalmente, têm que se posicionar e atuar para que os direitos sejam cumpridos, para implementar o que já é garantido constitucionalmente, e não adiar ainda mais isso. O efeito da demora na demarcação de novas terras indígenas é tensionar ainda mais a situação. O governo e o ministro pensam que estão mediando, apaziguando as tensões, mas os conflitos só vêm aumentando”, acrescentou Sônia.

Ao perceber a chegada dos índios, seguranças fecharam todas as portas de acesso ao Palácio do Planalto. Os índios rodearam o edifício e tentaram passar pela entrada lateral. Fazendo barulho e carregando faixas com pedidos de “demarcação de terra urgente”, alguns manifestantes forçaram a passagem, entrando em confronto com a segurança. Alguns seguranças chegaram a usar spray de pimenta para dispersar o grupo.

Após cerca de meia hora no local, parte do grupo seguiu para o Congresso Nacional. Outra parte se reuniu diante do Ministério da Justiça, impedindo o acesso dos servidores que chegavam. Policiais militares reforçam a segurança do local. Representantes do ministério estão negociando com os líderes do protesto. Segundo a assessoria do ministro José Eduardo Cardozo, ele pretende receber uma delegação indígena para discutir o tema.

Além de criticar a minuta, os índios também cobram a apuração de crimes contra os povos indígenas, como o assassinato do cacique Ambrósio Vilhalba, da Aldeia Guarani-Kaiowá Guyraroká, em Cristalina (MS). Vilhalba foi encontrado morto segunda-feira (2). A Polícia Civil deteve dois suspeitos e investiga se a morte foi consequência de rixas entre o cacique e outras lideranças da aldeia.

“O governo deve deixar de promessas e cumprir o que prometeu para nós. Hoje você vê o povo indígena lá em Mato Grosso do Sul sendo assassinado por fazendeiros, por grandes pecuaristas, que querem tomar a terra do índio. Queremos demarcação de terras urgente. Não dá mais para aguentar. Também queremos direito à saúde e à educação. E respeito ao povo indígena”, disse o índio kinikinau, de Mato Grosso do Sul, Nicolau Flores.

Fonte: Agência Brasil

Cerca de 1,5 mil imóveis do Morro Santa Marta terão suas fachadas revitalizadas

 

 

Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado do Rio, o vice-governador Luiz Fernando Pezão participou nesta quinta-feira (29/11) do “Tudo de Cor para o Rio de Janeiro”, uma parceria entre o Estado, por intermédio da Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop), e a empresa de tintas Coral. O projeto vai permitir a revitalização da fachada das moradias do Santa Marta. A expectativa é que cerca de 6 mil moradores e 637 edificações, totalizando 1,5 mil imóveis, segundo levantamento técnico realizado pela Coral, serão beneficiados. Durante o evento, Pezão revelou o desejo do governador Sérgio Cabral em estender o projeto a outras áreas.

– O governador tem um sonho que a gente leve esta iniciativa a todas as comunidades. Ontem, ele recebeu toda diretoria da Coral e pediu que fizesse um levantamento para nós levarmos esta ação a muitas áreas. Vamos ver se conseguiremos uma parceria para avançar mais e poder levar a outras comunidades – disse.

As moradias devem estar de acordo com os critérios técnicos do projeto para serem beneficiadas. A Emop será responsável pela parte estrutural da operação do projeto, como o emboçamento das casas e a colocação de andaimes. Já a Coral fornecerá treinamento em pintura, ferramentas, equipamentos de segurança, supervisão e orientação durante todo o processo de pintura, além da tinta necessária para a pintura das fachadas das casas.

– Este é um momento muito especial e importante. A nossa missão é poder levar as cores para a vida das pessoas – afirmou o presidente das Tintas Coral, Jaap Kuiper.

Aproximadamente 300 mil litros de tintas serão utilizados em 25 diferentes tonalidades para a realização do Tudo de Cor na Santa Marta. Os moradores poderão escolher a cor preferida dentre as opções oferecidas. Além da revitalização do ambiente, os moradores também receberão cursos de capacitação na área de pintura, criados em parceria com o Senai.

 

Cerca de 1,5 mil cidades tem repasse de verbas suspenso por irregularidades em informações

Nesta sexta feira (16/11), o Ministério da Saúde suspendeu repasse de recursos destinados à área de vigilância sanitária para 1.421 municípios que não abasteceram regularmente o Sistema de Informação Ambulatorial. A portaria publicada no Diário Oficial da União estabelece a mesma punição para 89 cidades que não cadastraram serviços de vigilância sanitária no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde.

A verba que ficou retida é referente ao terceiro quadrimestre de 2012. Para recuperá-la, os municípios devem atualizar as informações nos sistemas do Ministério da Saúde, que repassará os recursos no mês seguinte ao da regularização.

A suspensão dos repasses é usada pelo Ministério da Saúde como forma de garantir a aplicação correta dos recursos e a prestação de contas das cidades. A suspensão só é feita quando os municípios atrasam o preenchimento das informações obrigatórias por pelo menos dois meses consecutivos.

Fonte: Agencia Brasil