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MEC planeja corte de R$ 4,2 bilhões

O Ministério da Educação (MEC) planeja um corte de R$ 4,2 bilhões no orçamento das despesas não obrigatórias para 2021. O número representa uma redução de 18,2% em relação ao orçamento aprovado para 2020.

Segundo informações , o percentual será repassado a todas as áreas do ministério. A previsão de corte é de R$ 1 bilhão para universidades e institutos federais.

Ainda de acordo com a publicação, tais valores estão no Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021, produzido pelo Ministério da Economia. O documento será encaminhado ainda ao Congresso Nacional antes da aprovação, o que pode fazer com que os valores sofram alterações.

O principal argumento do MEC para o corte é a crise causada pelo coronavírus. “Em razão da crise econômica em consequência da pandemia do novo coronavírus, a Administração Pública terá que lidar com uma redução no orçamento para 2021, o que exigirá um esforço adicional na otimização dos recursos públicos e na priorização das despesas”, afirmou o MEC, em nota .

Orçamento 2018 do Rio prevê um déficit de R$ 9,2 bilhões

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O orçamento do estado do Rio para 2018 foi aprovado hoje (12) pelo plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), em sessão extraordinária, e prevê um déficit de R$ 9,2 bilhões para o próximo ano, já que as receitas estimadas são de R$ 63,3 bilhões, enquanto a previsão de despesas é de R$ 72,5 bilhões.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) também inclui a previsão de R$ 4,6 bilhões em operações de créditos, por meio do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) assinado entre os governos federal e estadual. Ao todo, o projeto que foi à votação, recebeu 4.289 emendas dos deputados, mas o parecer, aprovado por unanimidade pela Comissão de Orçamento da Casa na terça-feira (5), incluiu 3.774 das emendas apresentadas.

Para o deputado Gustavo Tutuca (PMDB), líder do governo e relator do parecer que foi a plenário, o governo foi realista nas previsões e “muito conservador na sua expectativa de receita, não contando com as medidas do RRF para a receita. A gente espera que, durante o ano, com o acordo caminhando e o governo colocando em prática essas medidas, a gente possa diminuir esse déficit e até, possivelmente, zerar o déficit no orçamento do ano que vem”, afirmou.

Déficit maior

O deputado Luiz Paulo, líder do PSDB, alertou que o rombo financeiro no ano que vem pode ser ainda maior, porque restos a pagar de cerca de R$ 7 bilhões vão se somar ao déficit que já está considerado na diferença entre a arrecadação e as despesas do orçamento de 2018. Ele questionou também a permissão de remanejamento de 20% de recursos do orçamento, situações que, no seu entender, tornam o orçamento uma peça de ficção.

“Eles ainda queriam [remanejar] 25%. Se tem um orçamento na ordem de R$ 70 bilhões de despesas e pode remanejar R$14 bilhões, isto é transformar o orçamento em peça de ficção. Há um descontentamento, até porque a crise de 2017, com o orçamento aprovado, mostra que vai continuar em 2018, talvez com menos intensidade, por causa do leve crescimento da economia. Mas, além do rombo de quase R$10 bilhões, nós vamos levar, de restos a pagar de 2015, 16 e 17, algo como R$ 7 bilhões”, apontou.

O maior gasto do Executivo fluminense no ano que vem será com o pagamento de salários de servidores ativos, que tem previsão de R$ 34 bilhões. Em seguida, vem a Previdência, com gastos de R$ 22 bilhões. Já a área da Segurança Pública deverá ter orçamento de R$ 11 bilhões, incluindo as pastas da Segurança Pública, da Defesa Civil e de Administração Penitenciária. Para a Educação, estão previstos R$ 7,5 bilhões e para a Saúde, R$ 6,3 bilhões.

Servidores têm destaque

Durante a votação de hoje, o governo sofreu uma derrota. Por 22 votos a 21, foi aprovado um destaque apresentado pelo PSOL pelo qual “as despesas com pessoal ativo e inativo dos três poderes do estado, das entidades da administração direta ou indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público, não poderão ser parceladas nem preteridas por outras despesas, excetuadas as aplicações e repasses constitucionais obrigatórios”.

Para o deputado do PSOL Eliomar Coelho, os servidores que ainda não receberam o 13º salário de 2016 e estão com salários em atraso terão garantia dos vencimentos em 2018. A aprovação do destaque foi saudada pelo público que lotava as galerias da Alerj.

“Está no orçamento aprovado por esta Casa, tem que ser respeitado. Se [o governo] não respeitar, a sociedade está aí presente, que viu a votação e o resultado. Então, não tem como escapar dessa. O que nós queremos é que haja eficiência e eficácia na gestão do estado do Rio, onde realmente os recursos venham para o tesouro e honrem os compromissos com os servidores ”, disse Coelho.

Pauta carregada

O líder do governo atribuiu a derrota à pauta “muito carregada” de votação na sessão de hoje e considerou natural o resultado. Gustavo Tutuca adiantou, no entanto, que o governador Luiz Fernando Pezão deve vetar a medida. “O governo pode vetar. A gente entende que essa emenda não favorece o funcionário, porque caso aconteça, o que a gente espera [que não ocorra] no ano que vem, um problema em pagamento dos funcionários, e se a gente tiver parte dos recursos, a gente fica engessado para pagar parte dos funcionários”.

O texto do projeto orçamentário teve acréscimo do artigo determinando que no mínimo 50% da dotação orçamentária anual destinada ao custeio das universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Estadual do Norte-Fluminense (Uenf), da Fundação Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo), do Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio (Cecierj) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), deverão ser repassados mensalmente na forma de duodécimos. A intenção é impedir que as instituições continuem enfrentando dificuldades no repasse de recursos pelo Executivo.

A redação final do projeto da LOA ainda será votada pelos deputados, porque o texto aprovado na Comissão de Orçamento foi modificado na votação em plenário. Depois disso é que o projeto seguirá para o governador, que terá 15 dias úteis para sancionar ou vetar a proposta.

Segurança

Após a votação do orçamento, os deputados abriram uma sessão ordinária e aprovaram, em segundo turno, por 45 votos a 13, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 56/17, que autoriza a criação do Fundo de Investimentos e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social, proposto pelo governo estadual. A PEC altera os artigos 183 e 263 da Constituição Estadual, para definir que os recursos desse fundo sejam compostos por 5% dos royalties e participações especiais do pré-sal, além de doações de entidades públicas ou privadas, entre outros, que serão destinados para a implementação de programas e projetos de segurança pública e desenvolvimento social. De acordo com a PEC, os recursos não poderão ser utilizados para o pagamento de salários.

Até agora 10% das receitas dos royalties eram utilizados apenas pelo Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano. Agora, o volume de recursos passará a ser divididos pelos dois fundos.

 

(Fonte Agência Brasil)

 

Petrobras vendeu gasodutos à iniciativa privada por US$ 5,2 bilhões

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O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a venda de 90% das ações da Nova Transportadora do Sudeste (NTS), que detém uma malha de gasodutos por US$ 5,19 bilhões para a Brookfield (BIP) e afiliadas.  O anúncio foi feito hoje (23) pela Petrobras. O valor corresponde a 35% da meta de US$ 15,1 bilhões prevista no plano de venda de ativos da empresa entre 2015 e 2016. Para 2017 e 2018, a meta é vender cerca de US$19,5 bilhões.

A conclusão da venda depende de aprovação da assembleia geral da Petrobras, e há determinadas condições precedentes usuais, incluindo a aprovação pelos órgãos reguladores. A Petrobras informou que a primeira parcela dos recursos, de US$ 4,34 bilhões, equivalente a 84% do total, será paga no fechamento da operação, e o restante, US$ 850 milhões, em cinco anos.  A empresa como principal cliente da NTS, que tem 2.050 quilômetros de gasodutos e 44 pontos de entregas de gás na Região Sudeste.

O consórcio comprador é formado também pelo fundo de pensão British Columbia Investment Management Corporation (BCIMC) e por fundos soberanos da China e de Cingapura.

Em nota, a Petrobras diz que a operação abre oportunidades para que parcerias com outras empresas contribuam para o fortalecimento da indústria de gás natural no Brasil. “Fomenta, ainda, novos investimentos na ampliação da infraestrutura de transporte de gás, com o objetivo de criar um modelo de desverticalização da cadeia de gás natural, desejável pelo órgão regulador [Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP]”, diz a nota. Além disso, a transação favorecerá “o desenvolvimento de um ambiente competitivo, propício à entrada de novos agentes neste mercado e ao compartilhamento dos custos da infraestrutura”.

A NTS foi criada a partir de um termo de compromisso assinado com a ANP, no qual a Petrobras comprometeu-se a reestruturar a Transportadora Associada de Gás e suas subsidiárias integrais, de forma a criar uma carregadora de gás natural no sudeste do Brasil (NTS) e outra no Norte-Nordeste.

A Brookfield é uma das maiores gestoras de ativos do mundo, com mais de US$ 200 bilhões sob sua administração e com portfolio que inclui empresas com mais de 14 mil quilômetros de gasodutos nos Estados Unidos, no Canadá e na Austrália.

 

(Fonte Agência Brasil)

Lucro da Caixa Econômica Federal chega a R$ 7,2 bilhões

A Caixa Econômica Federal (CEF) alcançou em 2015 lucro líquido de R$ 7,2 bilhões, valor 0,9% acima de 2014. O retorno sobre o patrimônio líquido médio nos últimos 12 meses foi de 11,4%.

Com um aumento de 30,5% nas receitas de crédito e de 44,9% no resultado com títulos e valores mobiliários e derivativos, a margem financeira  (valor das receitas menos despesas de captações) atingiu R$ 41 bilhões, uma alta de 18,9%.

Os dados foram anunciados pela presidente da CEF, Miriam Belchior. Destacou que o banco conseguiu uma economia de R$ 2,8 bilhões nos gastos administrativos, o que representa um aumento de 5,6%, abaixo da inflação. Segundo ela, o maior desafio em economia em desaquecimento tem sido reduzir o custo e manter a manter a qualidade do crédito.

O total de crédito chegou a R$ 679,5 bilhões com alta de 11,9% e uma participação de 20,9% no mercado. Somente para a habitação, os empréstimos somaram R$ 384,2 bilhões, com um crescimento de 13%.

 

(Fonte Agência Brasil)

Rio recebeu quase 1 milhão de turistas no carnaval e arrecadou R$ 2,2 bilhões

A cidade do Rio de Janeiro recebeu 977 mil turistas neste carnaval, que geraram uma receita ao município de US$ 782 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões) e uma ocupação média de 84% na rede hoteleira, segundo dados divulgados hoje (22) pela Secretaria Municipal de Turismo (Riotur).

Durante o carnaval, dez navios atracaram no porto do Rio, trazendo 26 mil turistas. Nos bairros de Ipanema e do Leblon, na zona sul da cidade, a ocupação chegou a 92%, enquanto em Copacabana, também na zona sul, foram ocupados 85% dos quartos.

Em relação aos blocos carnavalescos, o público somado chegou a 4,5 milhões, incluindo os desfiles pré-carnavalescos de janeiro e fevereiro. No desfile de hoje do Monobloco, por exemplo, a prefeitura estimou um público de 500 mil pessoas.

 

(Agência Brasil)