Arquivo da tag: 10

Dólar fecha abaixo de R$ 4,10

Em um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou no menor nível em mais de um mês, e a bolsa de valores bateu recorde. O dólar comercial foi vendido nesta quinta-feira (12) a R$ 4,089, com queda de R$ 0,029 (-0,7%). A moeda norte-americana está no menor nível desde 6 de novembro, quando chegou a R$ 4,082.

Essa foi a segunda sessão seguida de queda. A divisa abriu em leve alta, mas reverteu a tendência e passou a operar em baixa ainda durante a manhã. O dólar acumula queda de 3,56% em dezembro.

Nesta semana, o Banco Central continuou intervindo no câmbio, mas em ritmo menor. Desde o início da semana passada, a autoridade monetária tem vendido à vista US$ 500 milhões das reservas internacionais por dia, enquanto há duas semanas eram feitos leilões diários de US$ 1 bilhão. No início da noite, o BC informou que venderá US$ 500 milhões no leilão de amanhã (12).

Bolsa

No mercado de ações, o dia foi marcado pelos ganhos. O índice Ibovespa, da B3, antiga Bolsa de Valores de São Paulo, fechou aos 112.199 pontos, com alta de 1,11%.

O mercado financeiro teve uma sessão de otimismo um dia depois de a agência de classificação de risco Standard & Poor’s anunciar a elevação da perspectiva da nota da dívida pública brasileira de estável para positiva. A decisão indica que a agência pode subir a nota do crédito soberano do Brasil nos próximos dois anos, caso o país siga com a agenda de reformas e de redução dos gastos públicos.

 

Fonte Agência Brasil

Passagem do metrô aumenta em abril para R$ 4,10

A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp) autorizou, com base no contrato de concessão, reajuste para a passagem do metrô. A concessionária Metrô Rio foi autorizada a aumentar a tarifa para R$ 4,10, a partir do dia 2 de abril. Conforme a decisão, os usuários precisam ser informados pela empresa com 30 dias de antecedência.

A decisão foi tomada na sessão regulatória realizada na última quinta-feira, mas foi divulgada somente nesta segunda. Para a base do reajuste da tarifa metroviária de equilíbrio, foi considerado o valor de R$ 3,6753, homologado no reajuste anterior, sobre o qual foi aplicada a variação do IGP-M (índice de inflação calculado pela Fundação Getúlio Vargas) entre janeiro de 2015 e janeiro de 2016, conforme previsto em contrato.

Empresas de ônibus do Rio anunciam aumento da passagem para R$ 3,10

descarta_greve_rio_de_janeiro

O aumento de 5% do preço do diesel, anunciado na semana passada, vai pressionar o valor das passagens de ônibus, que tem o reajuste anual previsto para janeiro. Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU), o impacto na tarifa do Município do Rio deve ser de até 3%, ou seja, R$ 0,09. Com isso, sem contar o repasse da alta nos demais custos das empresas de transporte, o valor da passaria para R$ 3,10, com o arredondamento dos centavos.

O último reajuste dos ônibus municipais foi em março, quando a tarifa passou de R$2,75, para R$ 3. No ano passado, o aumento de R$ 0,20 deu início à onda de manifestações de junho e acabou cancelado pela prefeitura.

O diretor técnico da NTU, André Dantas, explicou que, em média, o combustível têm peso de até 30% na estrutura de custos. Ele reclamou que o reajuste do diesel ficou acima da correção concedida à gasolina, que teve alta de 3%. “Por mais uma vez, o governo federal privilegiou os carros em relação ao transporte público, com esta diferença de dois pontos percentuais entre a gasolina e o diesel”, acrescentou.

Dantas diz ainda que o aumento de custos, se não for repassado às tarifas, dificulta investimentos, como a substituição de toda a frota por ônibus com ar-condicionado, prevista para acontecer até 2016.
“Como a encomenda de ônibus deve ser feita com seis meses de antecedência, acredito que o custo adicional dificultará este processo”, afirma.

Economista especializado em inflação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz concorda que o preço do diesel deve elevar a tarifa, mas avalia que parte da alta pode ser minimizada pelo aumento da passagem em março. “O Rio tem a menor defasagem no preço da passagem entre as capitais e pode ser que a alta do combustível não tenha tanto peso, podendo ser parcialmente absorvida”, explica.

O presidente da Federação das Empresas de transporte de Passageiros do Rio (Fetranspor), Lélis Teixeira, no entanto, ressalta que a passagem no Rio já estava defasada antes do aumento do diesel.

“Deram o último reajuste (da tarifa) com 13 meses de atraso por causa das manifestações. Já houve este ano um aumento de 10% nos salários dos rodoviários, que são o principal custo das empresas”, afirmou Teixeira, acrescentando que os técnicos da Fetranspor ainda não terminaram as contas para saber o impacto final do aumento. Segundo ele, com a alta do biodiesel, o preço do combustível nas garagens subiu 5,6%.

Fórmula define tarifas

Os contratos de concessão dos quatro consórcios que controlam os ônibus da cidade determinam reajustes anuais em janeiro, segundo fórmula paramétrica, baseada em índices calculados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Getulio Vargas (FGV), que medem o aumento de custos, como combustível, mão de obra, veículos e peças. Na sexta-feira, durante o congresso Etranspor, no Riocentro, o secretário municipal de Transportes, Alexandre Sansão, disse que vai aguardar a divulgação dos índices para a definição da tarifa.

Em outras capitais, os aumentos devem vir antes. Curitiba anunciou, na sexta, aumento de R$ 2,70 para R$ 2,85, e Recife deve definir neste mês. Já em São Paulo, a tarifa não será reajustada, permanecendo em R$ 3, devido aos subsídios da prefeitura.

Bilhete único carioca passa a cobrar R$2,50 (tarifa) enquanto metro já custa R$3,10

Bilhete único Carioca será integração mais barata do país, enquanto temos o metrô mais no mesmo âmbito.

Os usuários que utilizam o Bilhete Único Carioca pagarão R$ 2,50 pelo serviço a partir  do proximo sábado(7/5).

A nova tarifa foi baseada na projeção de preços de mercado do óleo diesel, pneus, componentes para veículos, mão de obra, entre outros itens.

A fórmula de cálculo tem como fontes indicadores da Fundação Getúlio Vargas e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O edital de licitação do serviço de transporte coletivo de ônibus, realizada no ano passado, previa o reajuste. A regra do reajuste considera a variação dos índices entre os meses de março de 2010 a março de 2011.

Pelo  preço de uma viagem com  o  bilhete unico carioca  o usuario faz duas viagns, em um intervalo de duas horas, nos ônibus das linhas municipais. É a integração tarifária mais barata do Brasil.

Diferente do Metrô da cidade do Rio de Janeiro que passou  a ser o mais caro do Brasil neste sábado (2/5), com o valor de R$ 3,10.

Segundo a Companhia do Metrô de São Paulo 3,7milhoes de passageiros passam por dia nos 70,6 km do metrô pagando R$2,90 . Embora a extensão metroviária carioca seja 42% menor do que a da capital paulista. Para as 620 mil pessoas que passam nos 40,9 Km de trilhos do Metrô Rio diariamente  o custo  chega a ser 7% mais caro. A concessionária que adiministra o sistema de transpote de metrô do Rio defende o aumento de 10% na tarifa unitária de R$ 2,80.

Segundo a concessionaria , há dois anos que a tarifa não é reajustada. O engenheiro e consultor de trânsito Sérgio Ejzenberg afirma que, para uma cidade com mais de 1,5 milhão de habitantes, o Metrô é o único sistema de transporte capaz de atender a demanda. O Metrô consegue assistir às grandes demandas da população, que são transporte para o trabalho e escola, o que em São Paulo representam 80% das viagens. Acredito que no Rio a porcentagem seja a mesma, já que os hábitos são iguais. Em média, o Metrô pode atender 100 mil passageiros por hora/sentido, enquanto ônibus podem atender 42 mil hora/sentido, usando duas faixas da pista. No que se refere ao valor da tarifa, Ejzenberg explica que cabe consultar os custos e o lucro que se quer obter, mas se Caso estiver acima do esperado, o Ministério Público pode entrar com uma ação. Afinal, três fatores incentivam as pessoas a usarem motos e automóveis: tempo, conforto e despesa. De acordo com o MP, a população pode fazer uso da ouvidoria para que o órgão estude alguma medida contra o aumento do bilhete do metrô.