Sai edital do concurso TSE 395 vagas e salários de até R$ 13 mil

O edital do concurso da Justiça Eleitoral – o TSE unificado – foi publicado nesta quarta-feira (29). Os salários vão de R$ 8.529,65 a R$ 13.994,78.

São 395 vagas divididas em: 126 para analista judiciário e 269 para técnico judiciário, além de cadastro reserva. A Cebraspe será a banca responsável pela organização do processo seletivo.

As inscrições começam dia 4 de junho e vão até 18 de julho. A previsão é de que as provas sejam aplicadas no dia 22 de setembro deste ano.
Distribuição das vagas

As vagas são para nível superior e serão distribuídas entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e 26 tribunais regionais eleitorais (TREs).

Apenas o TRE de Tocantins ficou de fora, pois já há um concurso válido em andamento para o órgão.

O edital também prevê reserva de 20% das vagas para pessoas pretas, 10% para pessoas com deficiência e 3% para pessoas indígenas.
Além do salário atrativo, os aprovados no concurso também terão direito a auxílio pré-escolar de R$ 951,84 e auxílio-alimentação no valor de R$ 1.203,76.

A taxa de inscrição para a prova será de R$ 85,00 e R$130,00 e deve ser paga até o dia 9 de agosto.

Para candidatos inscritos no CadÚnico, ou que sejam doadores de medula óssea, é possível solicitar isenção do pagamento.

Avaliações

O concurso terá provas objetivas, discursivas e de títulos.

A prova objetiva, que é eliminatória e classificatória, será aplicada a todos os cargos.

Já a prova discursiva, também eliminatória e classificatória, será destinada aos cargos de Analista Judiciário, em todas as especialidades.

Haverá um teste de aptidão física, de caráter eliminatório, exclusivamente para o cargo de Técnico Judiciário na especialidade de Agente da Polícia Judicial.

Também haverá uma prova de títulos, de caráter classificatório, exclusivamente para os cargos de Analista Judiciário.

Provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos;
Prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, somente para os cargos de Analista Judiciário;
Teste de aptidão física, de caráter eliminatório, somente para o cargo de Técnico Judiciário – Área: Administrativa – Especialidade: Agente da Polícia Judicial;
Avaliação de títulos, de caráter classificatório, somente para os cargos de Analista Judiciário.
Todas as fases do concurso serão realizadas nas capitais dos 26 estados e no Distrito Federal. Veja a distribuição de vagas:

Analista judiciário da área administrativa (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área administrativa, com especialidade em contabilidade (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em arquitetura (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em arquivologia (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em biblioteconomia (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em enfermagem (30 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em engenharia civil (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em engenharia elétrica (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em engenharia mecânica (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em estatística (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em medicina – clínica médica (20 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em medicina – psiquiátrica (20 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em medicina – medicina do trabalho (20 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade odontologia (30 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em psicologia (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em serviço social (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área de apoio especializado, com especialidade em tecnologia da informação (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área jurídica (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Analista judiciário da área administrativa (40 horas trabalhadas) – R$ 13.994,78;
Técnico judiciário da área administrativa, com especialidade em policial judicial (40 horas trabalhadas) – R$ 9.773,56.
Técnico judiciário de apoio especializado, com especialidade em programação de sistemas (40 horas trabalhadas) – R$ 8.529,65.
Cronograma do concurso
Inscrições: 4/6 a 18/7/2024
Solicitação de inscrição com isenção da taxa: 4/6 a 18/7/2024
Divulgação da consulta aos locais de provas: 6/9/2024
Aplicação das provas: 22/9/2024
Divulgação dos gabaritos oficiais: 27/9/2024
Resultado final das provas: 28/10/2024

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou nesta quarta-feira (29) edital de concurso público para seleção de novos servidores e formação de cadastro reserva para a Justiça Eleitoral em todo o país. Estarão em disputa 389 vagas, sendo 116 para o cargo de analista judiciário e 273 para técnico judiciário. Os salários variam entre R$ 8,5 mil e 13,9 mil.

As provas serão realizadas em 22 de setembro deste ano. As inscrições podem ser feitas no site do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), banca organizadora do concurso, entre os dias 4 de junho e 18 de julho. O valor da inscrição para o cargo de analista é de R$ 130 e, para o de técnico, de R$ 85.

O concurso será unificado e vai distribuir os candidatos aprovados entre o TSE e 26 tribunais regionais eleitorais (TREs). O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Tocantins não participa da seleção, porque tem concurso próprio com prazo de validade vigente.

A seleção tem sistema de cotas e prevê reserva de 20% das vagas para pessoas negras, 10% para pessoas com deficiência e 3% para indígenas.

SUS incorpora novos remédios para HIV para câncer e para asma e Crohn

O Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou cinco novos remédios que vão fazer total diferença na vida de pacientes com HIV, câncer, asma e doença de Crohn.

 

Segundo o Ministério da Saúde, com as novas incorporações, mais de 14 mil pessoas serão beneficiadas com cuidados por meio da saúde pública.
Para pacientes com HIV, o ministério agora oferece o fostensair trometamol 600mg. O medicamento vai melhorar a qualidade de vida das pessoas com aids, principalmente as que desenvolvem uma condição multirresistente da doença.

Câncer no cérebro e pulmão

Na área oncológica, uma grande novidade é um método de monitoramento de funções neuronais, muito utilizado em cirurgias para retirada de câncer no cérebro.
Conhecido como MION, o procedimento funciona em conjunto com a equipe de saúde e pode diminuir o risco de lesões irreversíveis na hora da cirurgia.

Segundo o Ministério, a adoção do MION pelo SUS representa um ganho para o país, com 448 pacientes sendo beneficiados no primeiro ano.

E pacientes com câncer do pulmão agora tem uma nova esperança.

É o durvalumabe, medicamento usado nesse tipo de doença e que, em testes, apresentou resultados positivos. De início, o fármaco deve beneficiar 36 pacientes no 1° ano e 187 até o 5° ano.

Casos de asma

Se tratando de doenças crônicas, foi ampliado o uso do medicamento mepolizumabe 100mg/mL, para pacientes entre 6 e 17 anos que tenham asma eosinofílica grave refratária.

Já usado no tratamento de adultos, o medicamento melhora a vida do paciente, reduzindo as crises e o agravamento da enfermidade.

Para o 1° ano, o SUS estima beneficiar 22 pacientes. O número sobe para 110 no 5° ano.
Outro terapia adotada pelo SUS é o monitoramento do calprotectina fecal no intestino de pacientes com doença de Crohn.

Funcionando como um biomarcador, será possível identificar a atividade inflamatória no local.

Alternativa para AIDS

O SUS também inovou no tratamento contra o HIV. O fostensavir trometamol 600mg fica disponível como uma alternativa aos antirretrovirais já existentes.

Pessoas com aids e que desenvolvem a condição última resistente do vírus, ficam mais suscetíveis a doenças oportunistas.

Agora, o fostensavir vem para somar com o etravirina 200mg, o último medicamento para pessoas multirresistentes incorporado há oito anos atrás.

Em comunicado, o Ministério disse que esse tipo de acompanhamento é fundamental para orientar a melhor forma de tratar o paciente.

“Essa é, inclusive, mais uma alternativa para monitoramento de pacientes, sendo menos invasiva – atualmente, é realizado por meio de exames de sangue, tomografia computadorizada e colonoscopia, exame padrão e mais invasivo. A expectativa é de atender 10.974 pacientes elegíveis no 1º ano e 12.331 no 5º ano”.

Pesquisa mostra aumento da mortalidade materna durante a pandemia


A pesquisa Desigualdades nos Indicadores de Saúde da Mulher e da Criança no Estado do Rio de Janeiro constatou que a mortalidade materna no território fluminense praticamente dobrou, comparando a razão de mortalidade materna (RMM) do ano de 2018 com a do biênio 2020/2021, período marcado pela pandemia da covid-19. A razão subiu de 61,7 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos, em 2018, para mais de 130 óbitos por 100 mil nascidos vivos no biênio.

Coordenada pela doutora em saúde pública Sandra Fonseca, da Universidade Federal Fluminense (UFF), a pesquisa mostra ainda que a situação é agravada entre as mães pretas, que teve a RMM de 220 no biênio 2020/2021. Mortalidade materna compreende todo o período gestacional, mesmo quando a mulher sofre aborto, além do momento do parto e ainda o puerpério, que engloba os 42 dias após o parto.

No artigo anterior Tendência da mortalidade materna no estado do Rio de Janeiro, publicado em 2022 e que compreende o período de 2006 a 2018, verificou-se que o estado manteve média de cerca de 60 a 70 óbitos de mulheres para cada 100 mil nascidos vivos. “O projeto está acompanhando os indicadores das mulheres e das crianças, estudando várias regiões do Rio de Janeiro e o estado como um todo”, disse Sandra nesta terça-feira (28) à Agência Brasil.

Queda lenta
Nesse artigo, que abrange 12 anos de 2006 a 2018, os pesquisadores verificaram que estava ocorrendo uma queda na mortalidade materna, que era um indicador favorável, “mas era uma queda muito lenta”, comentou a professora da UFF. O objetivo do Brasil é diminuir a mortalidade materna até chegar a pelo menos 30 por 100 mil, em 2030. No período de 2006 a 2018, a mortalidade materna variou de 76,6 óbitos para cada 100 mil nascidos vivos (2006) para 61,7 em 100 mil nascidos vivos (2018), no estado do Rio de Janeiro.

“Na velocidade que vinha caindo, a gente não chegaria a 2030 com esse valor (30 por 100 mil). A ideia da Organização Mundial da Saúde (OMS) era que melhorasse a saúde da mulher e da criança para vários indicadores até 2030 e depois reavaliar as metas. Para piorar esse cenário, ocorreu a pandemia e a covid-19 comprometeu de forma mais grave idosos e também gestantes”. Durante todos os anos estudados, a hipertensão foi a causa principal dos óbitos maternos, com exceção de 2020 e 2021, em que a covid-19 foi a maior causa.

O estudo feito também por raça e cor de pele apurou que mesmo durante a pandemia, as mulheres de cor preta tinham valores muito mais elevados desse indicador de mortalidade materna. “Isso não melhorou durante a pandemia. Todo mundo aumentou. Mulheres brancas também morreram mais, bem como as pardas, mas as mulheres pretas morreram mais ainda. Elas continuaram com indicador lá em cima. Chegou a 226 mortes por 100 mil. Isso é muito elevado”, indicou a médica. Quando avaliadas apenas mortes de mães brancas, essa média fica em 140 por 100 mil nascidos vivos.

Reforço do SUS
Segundo Sandra Fonseca, para reverter esse quadro é preciso reforçar o atendimento à saúde durante a gestação, oferecendo um pré-natal qualificado, além de parto e puerpério adequados. Em relação ao pré-natal, a pesquisadora diz que existem as mesmas desigualdades raciais. “No estado do Rio de Janeiro, se a gente comparar mulheres brancas, pardas e pretas, as mulheres pretas fazem menos consultas. O ideal é fazer, pelo menos, sete consultas ou mais durante o pré-natal”. De acordo com o estudo, 80% das mulheres brancas conseguem fazer sete ou mais consultas. Entre as mulheres pretas e pardas, não chega a 70%.

“É uma desigualdade. Se elas não estão conseguindo fazer um número adequado de consultas, isso já vai deixando elas sob um risco maior. Porque é durante o pré-natal que você identifica algumas doenças, como hipertensão, e pode tratar. Se você não tem o acesso e o acompanhamento pré-natal, corre maior risco”. O grupo da doutora Sandra está estudando o atendimento pré-natal no estado e já vem identificando essas mesmas desigualdades.

O primeiro artigo desse estudo foi publicado, referente à Baixada Litorânea, também conhecida como Região dos Lagos. A região tem um indicador de pré-natal baixo. “Está melhorando ao longo dos anos, mas devagar, e essa desigualdade estava lá: as mulheres pretas fazem menos consultas (no pré-natal)”. Os pesquisadores da UFF estudam, no momento, a Baixada Fluminense e a região metropolitana do Rio em relação ao pré-natal, onde as desigualdades raciais também estão aparecendo. Os resultados preliminares da pesquisa serão apresentados no Congresso de Epidemiologia, que acontecerá em novembro.

Reversão
Sandra Fonseca ressaltou que a reversão desse quadro de mortalidade materna e desigualdade racial pode ser obtida com o fortalecimento do Sistema Único de Saúde, onde a maioria das mulheres é atendida e onde o pré-natal é realizado. “A gente precisa aumentar o investimento em saúde, ter equipes capacitadas para o pré-natal, usar estratégias de saúde para que a mulher realmente tenha o acesso e o número de consultas adequado. E que ela consiga realizar os exames necessários para garantir que o pré-natal identifique os riscos e trate o que aparecer; se ela tiver uma hipertensão, uma infecção, que o pré-natal já possa fazer essa intervenção”.

A pesquisa utiliza o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) do Ministério da Saúde como principais fontes de coleta de dados.
Fonte Agência Brasil

Rodrigo Faro é citado por corrupção para obter cidadania italiana

O jornal italiano ‘RaiNews’ citou o apresentador e ator Rodrigo Homem é flagrado vendendo água doada ao RSFaro por participar de uma rede de corrupção e falsificação de documentos para obter cidadania italiana de forma ilícita.

Nas redes sociais, o apresentador afirmou que foi vítima e acionou seus advogados.

Além do ator, sua esposa, Vera Viel, o jogador Bruno Duarte e empresários brasileiros foram citados pelo veículo italiano. Segundo a matéria, dois cidadãos brasileiros, policiais, autoridades e funcionários municipais estiveram envolvidos.

Uma operação denominada ‘Carioca’ deflagrada pela Polícia Metropolitana de Nápoles, na madrugada desta segunda-feira (27), combateu “uma vasta rede de corrupção” e prendeu seis pessoas no município de Villaricca, na região de Campania, na Itália, afirmou a reportagem.

Durante a operação, foram ordenadas duas medidas de prisão preventiva contra indivíduos proprietários de empresas que desempenhavam funções de intermediação.

Dentre essas funções estava a execução de pedidos destinados à obtenção de residência e à concessão da cidadania italiana.

Rodrigo Faro se manifestou em suas redes sociais e afirmou que “foi pego de surpresa com o suposto envolvimento deles num esquema de corrupção para obtenção de cidadania e passaporte italiano”.

Em nota, o ator afirmou que o processo [de obtenção de passaporte italiano] foi aprovado e os documentos foram emitidos. Faro acionou seus advogados no Brasil para que “os devidos responsáveis por esse suposto esquema de corrupção sejam devidamente punidos”.

Segundo o jornal italiano ‘RaiNews’, a operação que teria supostamente a participação do apresentador Rodrigo Faro foi coordenada pelo Ministério Público de Nápoles Norte.

Homem é flagrado vendendo água doada ao RS


Um homem foi flagrado tentando vender garrafas de água que foram doadas aos moradores do Rio Grande do Sul.

Em Canoas (RS), um dos municípios afetados pelas enchentes, Guilherme Ferreira, 47 anos, tentava lucrar sob os materiais doados.
Um cidadão comenta “Comecei a instigar para ter certeza mesmo que era de doação e fiquei chocada. Imagina, vendendo água de doação, que era para ajudar o povo”, disse.

Com a denúncia, a reportagem chegou a fingir que tinha interesse em comprar as águas de Guilherme. O repórter da RBS TV, filiada da Rede Globo no Rio Grande do Sul, marcou um encontro com ele e, quando chegou ao local, o questionou sobre a venda dos donativos.

Em vídeo feito pelo repórter “Admito que isso é um crime. Eu preciso desocupar o galpão, o caminhão não é meu, eu preciso pagá-lo”, justificou Guilherme.

Na sequência, ele parte para cima do repórter e derruba a câmera dele.

A Polícia Civil do RS foi notificada sobre os atos de Guilherme. Ele foi ouvido e liberado. A água foi distribuída em um centro da prefeitura de Canoas.

Morre deputado estadual Otoni de Paula Pai

O deputado estadual pelo Rio de Janeiro, Otoni Moura de Paula, conhecido como Otoni de Paula Pai (MDB), morreu na madrugada desta segunda-feira (27), aos 71 anos.

A informação foi publicada pelo filho dele, deputado federal Otoni de Paula (MDB-RJ), através das redes sociais.

O emedebista estava tratando um câncer de fígado e encontrava-se internado no Centro de Terapia Intensiva (CTI) desde domingo (26), quando foi entubado, no Ambulatório Américas Medical City, localizado na Barra da Tijuca.

Na nota de pesar divulgada pelo filho do parlamentar, a equipe do deputado federal pede “oração para que Deus conforte o coração do Deputado Federal Otoni de Paula, e toda sua família, por essa grande perda”.

Otoni de Paula Pai foi vereador em Nova Iguaçu entre 1988 e 1992. Em 2016, f Nas últimas eleições, ele se candidatou a deputado estadual em 2018, e vereador pelo Rio em 2020, mas só foi eleito no último pleito, com 41.932 votos pelo Rio.

 

Romário e Marcos Braz são citados por desvio de dinheiro


O senador Romário (PL) e o vereador do Rio de Janeiro, Marcos Braz, que também é vice-presidente de futebol do Flamengo, foram citados em um inquérito da Polícia Federal por envolvimento em suposto esquema de desvio de dinheiro de projetos de esportes da Prefeitura do Rio de Janeiro. As acusações surgiram a partir da delação premiada do empresário Marcus Vinícius Azevedo da Silva.

Segundo Marcus Vinícius, o vereador era o responsável pelo recolhimento de valores desviados no esquema que envolveu uma ONG para “favorecimento ilícito de Romário”. Segundo reportagem do Uol, o esquema envolvia a Secretaria Municipal de Esportes do Rio, pasta ocupada por Marcos Braz entre 2015 e 2016.
De acordo com o delator, a ONG Centro Brasileiro de Ações Sociais para Cidadania recebia recursos por meio de contratos com a secretaria de Esportes superfaturados. Em dois contratos, a ONG recebeu cerca de R$13 milhões.

O primeiro contrato, de R$ 4,5 milhões, foi assinado em julho de 2015 para a gestão da Vila Olímpica do Greip (Grêmio Recreativo e Esportivo dos Industriários da Penha), na zona norte carioca. O segundo, de R$ 8,5 milhões, assinado em novembro de 2015, foi para a administração da Vila Olímpica Nilton Santos, no bairro da Ilha do Governador (zona norte).

Em nota, Romário informou que os fatos narrados na delação não condizem com a realidade. “”A delação do Sr. Marcus Vinícius Azevedo da Silva é baseada em fatos que não condizem com a realidade, tanto é que o STJ anulou na semana passada o recebimento da denúncia fundada na versão dada pelo réu confesso que, para tentar barganhar qualquer benefício com a Justiça, tenta criar fatos que não ocorreram”, diz trecho.

Polícia Federal combate empresas clandestinas de segurança privada


A Polícia Federal divulgou, no Rio de Janeiro, um balanço da Operação Segurança Legal VIII em todas as suas unidades, com a finalidade de fiscalizar empresas clandestinas de segurança privada no país.

A ação ocorreu em 25 capitais, além do Distrito Federal, e nas 96 unidades descentralizadas da Polícia Federal, visando encerrar a atividade de empresas que executam segurança privada sem autorização da Polícia Federal.

Cerca de 500 estabelecimentos, entre casas noturnas, comércios, condomínios e outros foram fiscalizados, com a participação de mais de 400 agentes federais.

A ação de âmbito nacional é coordenada pela Divisão de Controle e Fiscalização de Segurança Privada e é realizada desde 2017.

De acordo com a PF, a contratação desses serviços de segurança privada coloca em risco a integridade física de pessoas e o patrimônio dos contratantes, já que os “seguranças” clandestinos não se submetem ao controle da Polícia Federal quanto aos seus antecedentes criminais, formação, aptidão física e psicológica. Além disso, as empresas que atuam na clandestinidade não observam os requisitos mínimos de funcionamento previstos na legislação. No Brasil, somente empresas de segurança privada – autorizadas pela PF – podem prestar serviços e contratar vigilantes.

Balanço da operação
No Rio de Janeiro, a ação resultou em 15 autos de encerramento de atividades de segurança não autorizada, além de um auto de apreensão. Já no interior do Pará, o trabalho contou com apoio de grupo tático da PF, em virtude da suspeita de atuação de milícias na realização de segurança privada.

Em Santarém (PA), foram identificados três policiais em situação de seguranças particulares com a arma da corporação sem curso de vigilante. Eles foram conduzidos a uma delegacia da Polícia Federal para prestar esclarecimentos.

Em Santa Catarina, um homem foi preso e teve a arma apreendida por atuar como vigilante utilizando armamento pessoal e um estrangeiro foi autuado por exercer atividade de segurança privada irregular.

No estado de Alagoas, foram fechadas quatro empresas de vigilância por executar atividade de segurança privada de forma irregular.

Fonte Agência Brasil

Inscrições para o Enem 2024 começaram e vai até 7 de junho


Começa nesta segunda-feira (27) e vai até 7 de junho o período de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024. No Rio Grande do Sul, devido à calamidade pública no estado, haverá um calendário estendido, que ainda será divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. Para se inscrever, os estudantes devem acessar a Página do Participante e utilizar o cadastro na conta gov.br.

Os resultados dos recursos sobre a isenção da taxa de inscrição foram divulgados na última sexta-feira (24), assim como dos recursos que tratam das justificativas de ausência no Enem 2023, para candidatos que estavam isentos da taxa e faltaram às provas.

A taxa de inscrição custa R$ 85 e poderá ser paga até o dia 12 de junho. Os moradores do Rio Grande do Sul também terão isenção desse valor.

Criado em 1998, o Enem avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica e também é a principal porta de entrada para a educação superior no país. Os resultados da avaliação podem ser usados para acesso ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e ao Programa Universidade para Todos (ProUni). Também são aceitos em instituições privadas e de outros países de língua portuguesa que tenham acordo com o Brasil.

Os estudantes que não concluíram o ensino médio também podem participar na condição de treineiros, para autoavaliação nos anos anteriores ao término da educação básica.

Fonte Agência Brasil

Concurso Unificado será em 18 de agosto


O Concurso Nacional Unificado (CNU) já tem nova data de aplicação das provas: 18 de agosto. O cartão de confirmação de inscrição, com os detalhes sobre os locais de provas, será divulgado em 7 de agosto.

A informação foi divulgada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) na manhã desta quinta-feira (23).

A prova tem mais de 2,1 milhões de candidatos inscritos que vão disputar 6.640 vagas em 21 órgãos da administração pública federal. Salários iniciais podem chegar a R$ 22,9 mil. O cronograma completo será divulgado pelo governo federal, em breve.

Em comunicado, o Ministério da Gestão garante que os mais de 18,7 mil malotes de provas foram recolhidos em todo o Brasil para um local seguro. Os malotes foram checados, um a um, por membros da rede de segurança, e não foi identificada qualquer violação ao material.

Tragédia no Sul
Inicialmente, as provas ocorreriam em 5 de maio. No entanto, dois dias antes do evento, em 3 de maio, o governo federal adiou o concurso, por causa das fortes chuvas que atingiram quase 95% (468, dos 497) dos municípios gaúchos. Desde o fim de abril, a tragédia já provocou 163 mortes, além de alagamentos e prejuízos ainda não calculados.

Locais de provas
Com a remarcação das provas, o Ministério precisará confirmar a disponibilidade de cada um dos locais de aplicação do certame nacional novamente. A prioridade do MGI será manter os endereços definidos anteriormente. Especificamente sobre os municípios do Rio Grande do Sul, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos fará tratativas para garantir o acesso de todos os inscritos no estado.

Em 7 de agosto, o candidato poderá acessar novamente o cartão de confirmação de inscrição do concurso para checar se o local da prova foi mantido ou alterado. O documento com detalhes da inscrição estará disponível na Área do Candidato, no mesmo site em que o cidadão fez a inscrição.

Para acessar, é preciso fazer login e senha do portal do governo federal, o Gov.br. As provas serão aplicadas nas 27 unidades da federação pela Fundação Cesgranrio.

Fonte Agência Brasil