É implantado sistema de alerta para a população sobre enchentes em Teresópolis

Hoje (14/12) no município de Teresópolis (região serrana fluminense), ganhou um sistema de alerta de cheias na cidade para poder prevenir tragédia como a do começo deste ano, que causou a morte de centenas de pessoas. O sistema implantado terá seis estações que vão fornecer dados em tempo real sobre a precipitação e o nível dos rios. Os dados serão enviados para a central de processamento de dados do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) por mensagens de texto via celular. Teresópolis também receberá um investimento de R$ 50 milhões em obras de controle de enchentes.Em nota, a presidenta do Inea, Marilene Ramos, disse que a fase de licitação para dar início às obras ocorrerá ainda este mês. Segundo ela, os investimentos fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Marilene Ramos anunciou também investimentos de R$ 11,5 milhões, recursos do Fundo de Conservção Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam), para a recuperação das áreas atingidas pelo temporal do começo do ano, além de mais R$ 20 milhões para o reassentamento de famílias que moram em áreas de alto risco de inundação. Também com recursos do PAC cerca de 6 mil unidades habitacionais serão construídas em toda a região serrana.

Comissão do Senado estuda a restrinção de propaganda de bebidas alcoólicas

Hoje (14/12), a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o relatório final da Subcomissão Temporária de Políticas Sociais sobre Dependentes Químicos de Álcool e Crack. Entre as sugestões apontadas no documento estão a restrição da propaganda de bebidas alcoólicas e a criação de contribuição social com alíquota de 1% sobre o valor de bebidas alcoólicas e derivados do tabaco. O relatório recomenda também a ocupação, por parte do Poder Público, de espaços considerados redutos de usuários de drogas, como as chamadas cracolândias além da concessão de status de ministério à Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad).

Esse relatório é resultado de sete meses de trabalho da subcomissão. Nesse período, foram feitas 12 audiências públicas e ouvidos mais de 30 depoentes, entre especialistas, representantes do governo e da sociedade civil. O relatório final da subcomissão sugere ainda que o governo federal organize uma conferência nacional para discutir com a sociedade medidas para reduzir o uso de drogas no país. Além disso, propõem a criação de uma comissão mista, formada por senadores e deputados, para saber quantas matérias relacionadas às drogas já tramitam no Congresso.

Depois de ser aprovado pela Comissão, o documento será enviado à Presidência da República, para os ministérios da Saúde, Educação, Justiça, do Trabalho, e da Assistência Social, além dos governos estaduais e municipais, ministérios públicos federal e estaduais e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Dobra taxa de homicídios no Brasil em 30 anos

Dados do Mapa da Violência mostra que em 30 anos, o Brasil ultrapassou a marca de 1 milhão de vítimas de homicídio. Essa informação foi  divulgado hoje (14/12) pelo Instituto Sangari, apontando que o número de homicídios passou de 13,9 mil em 1980 para 49,9 mil em 2010, o que representa um aumento de 259%. Com o crescimento da população nesses 30 anos, a taxa de homicídios passou de 11,7 em cada grupo de 100 mil habitantes em 1980 para 26,2 em 2010.

De acordo com o relatório, a média anual de mortes por homicídio no país supera o número de vítimas de enfrentamentos armados no mundo. Entre 2004 e 2007, 169,5 mil pessoas morreram nos 12 maiores conflitos mundiais. No Brasil, o número de mortes por homicídio nesse mesmo período foi 192,8 mil. “Fica difícil compreender como, em um país sem conflitos religiosos ou étnicos, de cor ou de raça, sem disputas territoriais ou de fronteiras, sem guerra civil ou enfrentamentos políticos violentos, consegue-se exterminar mais cidadãos do que na maior parte dos conflitos armados existentes no mundo”, diz o documento.

No entanto, o relatório aponta que nesses 30 anos houve uma ruptura no crescimento da taxa de homicídios no país. Entre 2003 e 2010, houve variação foi negativa de 1,4% ao ano. Porém, a partir de 2005, foi verificada uma instabilidade, com oscilações em torno de 26 homicídios em 100 mil habitantes. Em 2010, ocorreram 50 mil assassinatos no país. Segundo o relatório, foram registrados 137 homicídios por dia.

Os dados do Mapa da Violência demonstram ainda que os estados que lideravam as estatísticas no início da década, como Pernambuco, o Rio de Janeiro, o Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, Roraima e Distrito Federal apresentam quedas do índice de homicídios. São Paulo e o Rio de Janeiro apresentam reduções de 63,2% e 42,9%, respectivamente.

 

Moradores de Cabo Frio serão vacinados contra meningite do tipo C

Em Cabo Frio, na Região dos Lagos (litoral norte),será intensificada ao longo desta semana a vacinação  para tentar evitar um surto de meningite meningocócica,o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Saúde,Alexandre Chieppe declarou que,estarão disponíveis 12 mil doses da vacina contra meningite do tipo C.De inicio serão vacinados  somente os moradores  dos bairros de Jacaré e Gamboa,onde foi registrada a maior parte dos casos da doença.

De acordo com o superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Saúde, Alexandre Chieppe“A meningite meningocócica é muito grave, com taxa de letalidade [mortalidade] bastante elevada e, por acaso, lá [em cabo Frio] foi identificada a variante C, que é a mais comum no estado do Rio. Toda a população dessas duas localidades, com mais de 2 anos de idade, vai receber a vacina indicada para bloqueio de transmissão desse tipo de meningite. As crianças menores de 2 anos vão receber a vacina conjugada, que já está presente no calendário vacinal.

Só este ano, foram registrados em Cabo Frio dez casos da doença, com quatro mortes. No estado, 353 pessoas contraíram meningite meningocócica e 74 morreram.

A meningite é uma inflamação das membranas que envolvem o cérebro, as meninges, e é causada por bactérias ou vírus. Existem diferentes tipos de meningite, sendo a meningocócica a forma mais grave. A bactéria pode ser transmitida pelo contato com fluidos da pessoa contaminada, por meio de tosse, espirros e beijos, passando da garganta de uma pessoa para outra. Crianças entre 6 meses e 1 ano de idade são as mais vulneráveis.

Trabalho escravo no Brasil aumentou em 2011


 

Em uma pesquisa feita pela  Comissão Pastoral da Terra (CPT)  chegou a conclusão  que o número de conflitos no campo caiu 12%  em2011 foram registrados 686 casos e  em 2010 foram registrados 777  casos. E a  quantidade de denúncias de trabalho escravo no país, entretanto, aumentou23%, principalmente, em Mato Grosso do Sul, no Pará e em Goiás. Enquanto no ano passado foram registradas 177 denúncias, este ano o número chegou a 218.E o número de pessoas envolvidas nas denúncias de trabalho escravo subiu de 3.854, em 2010, para 3.882, em 2011. Só a Região Centro-Oeste concentrou quase 50% dos trabalhadores resgatados – 1.914 pessoas.Em Mato Grosso do Sul, foram registrados 1.322 trabalhadores em situação de trabalho escravo.

Os dados fazem parte do relatório Conflitos no Campo Brasil 2011 e se referem ao período de janeiro a setembro,relátorio examina a violência rural sob três aspectos: conflitos de terra, conflitos trabalhistas e conflitos pela água.

O levantamento revela,que houve 439 conflitos por questões agrárias neste ano, enquanto em 2010 foram registrados 535. Já os conflitos por água caíram para 29 registros, em 2011, enquanto em 2010 foram 65 casos.

Isolete Wichinieski, coordenadora nacional da Comissão Pastoral da Terra, declarou  que o aumento no número de denuncias nos casos de trabalho escravo ocorre devido ao estímulo que as pessoas têm recebido para denunciar.

“A sociedade está colaborando mais, as denúncias cresceram e isso é muito importante para combater os crimes no campo”, alertou a coordenadora. “[Mas é necessário] melhorar as condições de trabalho na área rural, só assim os conflitos serão reduzidos.”

A Comissão Pastoral da Terra denunciou que 1.500 famílias estão sendo desapropiadas ilegalmente pelo grupo EBX

A Comissão Pastoral da Terra denunciou e divulgou nota hoje (10) contra o processo de desapropriação de agricultores no município de São João da Barra, norte do estado do Rio, um número que pode chegar a 1.500 famílias estão sendo pressionadas a abandonarem suas casas. Para construçao de  um complexo industrial ligado ao Superporto de Açu, do grupo EBX, do empresário Eike Batista.As 1,500 familias moram nos distritos de Água Preta, Barra do Jacaré, Sabonete, Cazumbá, Campo da Praia, Bajuru, Quixaba, Azeitona, Capela São Pedro e Açu.
Carolina de Cássia a representante da Comissão Pastoral da Terra na região,, declarou que  o  desejo  de  todos moradores é permanecer na terra, onde moram há gerações, mas se sentem pressionados a saírem. “A obra está avançando de forma muito truculenta, tirando os agricultores e os ameaçando. Lá tem muitos idosos que moram há anos na região e estão adoecendo [com a situação]. Nós encontramos vários deles que entraram em processo de depressão e estão acamados”.

A assessoria da  empresa LLX, subsidiária da área de logística do grupo EBX, informou que está sendo investido  R$ 150 milhões no processo de desapropriação, inclusive com a construção de uma localidade batizada de Vila da Terra, para onde estão sendo levadas 90 famílias de pequenos agricultores, que tinham até dez hectaresm.

As famílias  classificaram as condições  da Vila da Terra como “favela rural”, pela proximidade entre as casas, pois elas estão acostumadas a viverem em terras mais amplas onde plantam e vivem da agricultura.

Carolina ressaltou que já estão sendo mobilizadas instâncias jurídicas, como o Ministério Público Federal (MPF), para dar assessoria aos moradores..

Representantes da coordenação nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) chegaram à região neste final de semana, para reforçar a luta contra a desapropriação. Segundo a Comissão  Pastoral da Terra, as terras são férteis e produtivas  não devem ser utilizadas para a construção de um complexo industrial.

O Porto do Açu é um dos mais ambiciosos projetos de Eike Batista, dotando a região de um porto moderno para grandes embarcações, que embarcariam minério de ferro produzido em Minas Gerais, por meio de um mineroduto com 525 quilômetros (km), além de outras cargas, totalizando 350 milhões de toneladas por ano. Na área próxima ao porto, Eike planeja instalar dezenas de empresas dos setores siderúrgico, metal-mecânico, armazenamento de petróleo, estaleiro, tecnologia da informação, além de uma usina termelétrica.

Cinema Brasileiro

Os filmes brasileiros vem tomando um novo espaço e as pessoas estão se conscientizando cada vez mais que não há muita diferença entre os filmes Brasileiros e os filmes internacionais.

Palavrão?????
Isso todo filme tem! Se pararmos para ver um filme sem tradução com a legenda normal, será possível notar que palavrões fazem parte de todos os filmes.

Uma das indicações que está com um ótimo público, é o filme:

O Palhaço

Titulo Original: O Palhaço

Gênero: Drama e Comédia
Duração: 90 min.
Origem: Brasil
Estreia: 28 de Outubro de 2011
Direção: Selton Mello
Roteiro: Selton Mello e Marcelo Vindicatto
Distribuidora: Imagem Filmes
Censura: 12 anos

Sinopse
Benjamim (Selton Mello) e Valdemar (Paulo José) formam a fabulosa dupla de palhaços Pangaré e Puro Sangue. Benjamim é um palhaço sem identidade, CPF e comprovante de residência. Ele vive pelas estradas na companhia da divertida trupe do Circo Esperança. Mas Benjamim acha que perdeu a graça e parte em uma aventura atrás de um sonho.

Especialistas discordam à internação involuntária de usuários de crack

A internação involuntária não é novidade e vem sendo defendida pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Ela vem sendo destinada para usuários de crack com risco de morte, mas ainda dividem especialistas da área de saúde. Prevista em lei desde 2001, a internação ocorre sem o consentimento do paciente e a pedido de uma terceira pessoa. Um parente, por exemplo.

Prevista em lei, a internação involuntária precisa ser autorizada por um médico e informada, dentro de 72 horas ao Ministério Público do Estado. É diferente da compulsória, que depende de determinação da Justiça – e foi adotada pela prefeitura do Rio de Janeiro para menores de idade viciados em crack. O terceiro tipo de internação é a voluntária, com desejo do próprio paciente.

Durante o lançamento nacional do plano contra o crack, Padilha explicou que as equipes dos consultórios de rua –  integradas por médico, enfermeiro e técnico de enfermagem –  serão responsáveis por avaliar se o dependente químico precisa ser internado contra a própria vontade. A proposta do governo é passar dos atuais 92 consultórios para 308 nos próximos quatro anos, com foco nas cidades com população superior a 100 mil habitantes.

O diretor regional da Associação Brasileira de Psiquiatria no Centro-Oeste, Salomão Rodrigues, avalia como correta a manifestação de Padilha a favor da internação involuntária. Segundo ele, é a  garantia de vida para quem perdeu a razão por causa do vício. “O paciente dependente de crack e comprometido precisa que alguém decida por ele. Ele está em um tratamento temporário. Não está sendo tirada a liberdade dele, mas garantido o direito à vida”, disse.

Depois do período de desintoxicação, que dura de dez a 15 dias, a maioria dos usuários de drogas passa a concordar com a internação, conta Rodrigues.

O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona, teme uma banalização da internação involuntária pelos médicos. O psicólogo defende a linha de tratamento que leve o usuário a “entrar em um processo de cuidado com ele mesmo”, sem privá-lo da convivência familiar e dos amigos. “Tenta-se convencer a sociedade que a melhor forma é a internação. Parece que o usuário de drogas perde todo o seu direito e a razão”, argumentou. “Se ele quiser sair, a gente não pode ser autoritário e dizer não. Não vamos abandonar essa pessoa e nem prendê-la”. Apesar de prevista em lei, o professor de direito penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Mauro Arjona, questiona se a internação involuntária pode ferir o direito de escolha do cidadão. “Há um princípio constitucional que diz que ninguém é obrigado a fazer ou deixar de fazer algo senão em virtude de lei. Se a pessoa não quer ser internada, ela não pode ser. É um assunto delicado”, ponderou.

Não há dados exatos sobre o número de viciados em drogas, como o crack, no país. O Ministério da Saúde estima que existam 600 mil usuários de drogas. Em 2011, a rede pública prestou 2,5 milhões de atendimentos a dependentes de drogas e álcool, dez vezes mais do que há oito anos. O plano do governo federal prevê ainda a criação de 2.462 leitos de enfermarias nos hospitais públicos para atender a usuários com crises de abstinência ou intoxicação grave e o funcionamento 24 horas, durante os sete dias da semana, dos centros de Atenção Psicossocial para Álcool e Drogas (CAPSad).

Essa é uma questão que envolve toda a sociedade, pois o crack vem consumindo nossas crianças, nossos jovens, adultos …

Não sabemos onde poderá chegar essa situação. É hora de combater esse mal que vem consumindo a sociedade e destruindo famílias, lares, futuros etc.

Na verdade a movimentação do governo não visa pelo bem estar da população, mas sim da “cara”, das cidades, estados e o país que se continuar sendo consumido por essa droga destruidora, perderão seus valores e qual seria o futuro de um país destruído?! Nesse caso, antes que se destrua totalmente, os governantes vem tomando atitudes para que não piore ainda mais essa situação.

Governo faz doação de terrenos para ampliação de universidade e construção de moradias do Minha Casa, Minha Vida Governo doa terrenos para ampliação de universidade e construção de moradias do Minha Casa, Minha Vida

O governo federal fez a doação de  450 mil metros quadrados de terrenos da União para a realização de projetos de políticas públicas em 15 municípios, de dez estados diferentes. As doações priorizaram áreas para construção de habitações populares do Programa Minha Casa, Minha Vida; regularização fundiária; instalação de unidades industriais e estação de tratamento de esgoto.

Os atos de cessão e doação foram assinados pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior. Segundo a ministra, o principal objetivo da iniciativa é “a utilização do patrimônio da União para desenvolvimento de políticas públicas no país”. É a segunda vez que a União doa terrenos para a implementação de políticas públicas. Em junho, foram doados 200 mil metros quadrados de terrenos da União para Minas Gerais e o Paraná.

Desta vez, no estado do Pará, o município de Altamira recebeu uma área de 42,4 mil metros quadrados. O espaço será destinado para a construção de laboratórios, prédios e quadras de esporte na Universidade Federal do Pará. “Queremos descentralizar o ensino universitário do país e promover o desenvolvimento da região”, destacou a ministra.

Em Candiota, no Rio Grande do Sul, as áreas doadas vão priorizar a construção de habitações do Minha Casa, Minha Vida. Cerca de 200 famílias serão beneficiadas com o empreendimento. No município de Uberlândia, em Minas Gerais, o imóvel doado, com cerca de 4 mil metros quadrados, será destinado ao Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente. Também foram beneficiados os estados do Amapá, da Bahia, do Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e de Santa Catarina.