Ronaldinho assinou contrato com Atlético de seis meses

Ronaldinho Gaúcho foi apresentado nesta segunda-feira como jogador do Atlético Mineiro. A confirmação da contratação mineira veio depois do atleta ser filmado em um treino do time. O atleta terá um contrato inicial de apenas seis meses.

 Na coletiva a imprensa o jogador evitou falar sobre a rescisão de seu contrato com o Flamengo. “Voltei ao Brasil para conquistar títulos e agora estou recebendo mais uma oportunidade, tenho seis meses para poder ajudar o Atlético O que aconteceu no Flamengo faz parte do passado, agora estou numa nova etapa e só estou planejando meu futuro no Atlético”. Questionado sobre a desconfiança desde que voltou ao Brasil, o melhor jogador do mundo em 2004 e 2005 disse que a única forma de reconquistar o prestígio dos torcedores é voltando a jogar bem, alcançando vitórias e títulos.

Ronaldinho Gaúcho adotou o discurso que usará contra as críticas como superação e disse que não faltará empenho no Atlético-MG. “Quando a gente recebe muitas criticas, acaba tendo vontade de dar a volta por cima. Chego para dar o meu melhor para ajudar o Atlético-MG a conquistar títulos”.

A diretoria do Flamengo alterou o foco de sua ação judicial. Depois de atacar o Palmeiras por aliciar  Ronaldinho Gaúcho, o Flamengo se prepara para cassar a liminar que permitiu a rescisão unilateral do contrato do jogador.

O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, explicou que o contrato de Ronaldinho com o clube tem uma cláusula que prevê sua suspensão imediata caso o Flamengo consiga derrubar a permissão judicial de o atuar por outro clube.

Muito cuidado com o sol!

Quase todas as mulheres desejam exibir uma pele bronzeada no verão. Mas, para isso, alguns cuidados são necessários. A ação direta de raios solares sobre o corpo desprotegido pode acarretar em sérias consequências, sendo o seu estágio mais grave, o câncer. Por isso, usar filtro solar todos os dias é extremamente importante.

Pesquisas feitas pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, a exposição solar excessiva na infância e adolescência é responsável por 70% dos casos de câncer de pele. Ou seja, todo cuidado é pouco quando o assunto é o Sol.

Mas é preciso saber qual o filtro solar ideal para cada tipo de pele. O Fator de Proteção Solar (FPS) está diretamente relacionado à quantidade e à natureza dos filtros solares utilizados na elaboração do produto. Quanto maior o valor do FPS, maior será o nível de proteção. O bronzeamento é uma defesa contra as radiações solares, que estimulam o organismo a produzir melanina, um pigmento natural da pele, reduzindo, com isso, a penetração das radiações UV-A e UV-B. Nos primeiros dias de exposição ao sol, o mecanismo de produção de melanina começa a ser ativado. Neste período, devem ser utilizados protetores solares com fatores de proteção mais elevados, pois eles atuarão de forma similar à melanina, filtrando os raios UV-A e UV-B.

Queimaduras, sensações de ardor e inchaços são comuns quando ocorre exposição indevida ao sol. A escolha adequada do FPS para cada tipo de pele é de fundamental importância. Peles mais sensíveis necessitam de um fator de proteção maior. Um produto com FPS 8, por exemplo, permite a exposição da pele ao sol por um período 8 vezes maior do que seria permitido sem a sua utilização.

Para a pele seca, o mais indicado são os com textura cremosa, que, além de proteger, também hidratam. Já para aqueles que têm pele oleosa, o ideal é usar produtos sem óleo e gorduras para que não haja obstrução dos poros, enquanto para pessoas com pele sensível, como as crianças e idosos, produtos hipoalergênicos, sem PABA, fragrância e corantes, são as melhores opções. É muito importante ficar de olho nas embalagens (geralmente a especificação para cada tipo de pele, seja ela mista, seca ou oleosa, está escrito na embalagem) e sempre consultar um dermatologista.

Novas regras para protetores solar são publicadas pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária  (Anvisa) publicou nesta segunda feira (04/06) a resolução que define o valor mínimo do Fator de Proteção Solar (FPS), que mede a proteção contra os raios UVB, vai passar de 2 para 6. Outra alteração prevê que a proteção contra os raios UVA terá que ser no mínimo, um terço do valor do FPS declarado no produto. Essas novas regras aumentam ainda os níveis de testes exigidos para comprovar a eficácia do protetor. Alegações como resistência à água terão que ser comprovadas por metodologias específicas que foram definidas no texto. Os fabricantes só poderão indicar nos rótulos as expressões “resistente à água”, “muito resistente à água”, “resistente à água/suor” ou “resistente à água/transpiração” se comprovarem a característica.

Os protetores solares também terão que apresentar em seu rótulo a mudanças nas informações obrigatoriamente. A orientação sobre a necessidade de reaplicação, por exemplo, será obrigatória para todos os produtos – mesmo os mais resistentes à água. Além disso, fica vedada qualquer alegação de 100% de proteção contra as radiações solares ou a indicação de que o produto não precisa ser reaplicado. O prazo para a adequação dos fabricantes à norma é dois anos. As novas regras, de acordo com a Anvisa, seguem os novos parâmetros para protetores solares adotados pelos países-membros do Mercosul.

Deputados e senadores tem até a meia-noite de amanhã para apresentarem emendas à MP do Código Florestal

 

O  prazo para deputados e senadores apresentarem emendas que alterem a Medida Provisória (MP) 571 que trata do Código Florestal Brasileiro, termina      a meia-noite de amanhã (4). Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária propuseram, até a última sexta-feira (1º), 62 emendas, enquanto o Partido Verde apresentou seis modificações.

Está prevista para a terça-feira (5) a instalação da comissão mista do Congresso que irá analisar previamente a MP. O colegiado deve apreciar a admissibilidade da matéria. Pela proporcionalidade das bancas no Congresso, caberá ao deputado Bohn Gass (PT-RS) presidir a comissão e ao senador Luiz Henrique (PMDB-SC) a relatoria. O senador catarinense foi um dos relatores do Código Florestal durante a tramitação da matéria no Senado.

Câmara e Senado terão até o mês de outubro para discutir e votar a medida provisória editada na última segunda-feira (28).

( Agência Brasil)

Subcomandante da PM mata comerciante no RJ

Uma discussão por ciúmes teria levado o subcomandante do 19ª BPM (Copacabana), tenente-coronel Anderson Albuquerque, a atirar no Dono de uma padaria no Cachambi, no Rio na noite de sexta-feira (1º), João Luiz da Silva, de 42 anos, morreu na hora.Na briga, o subcomandante acabou atingindo o próprio antebraço com um tiro.

Testemunhas disseram que o subcomandante estava com ciúmes da mulher. O bate boca virou uma briga e o tenente-coronel, que estava de folga, teria sacado a arma e atirado quatro vezes contra João Luiz. Um funcionário da padaria também foi baleado na perna, mas não corre risco de morrer. Ambos foram atendidos no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte da cidade.

O subcomandante Anderson Albuquerque se apresentou espontaneamente na 23ª DP (Méier). Ele foi encaminhado para a Divisão de Homicídios, na Barra, Zona Oeste da cidade, onde foi autuado em flagrante.

De lá, ele foi levado para o Batalhão de Choque da Polícia Militar, onde está preso.

Marina Silva critica o Novo Código Florestal

A ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva definiu,a aprovação do novo Código Florestal, mesmo com os vetos da presidenta Dilma Rousseffo  como “periférico e insuficiente” Marina Silva  ressaltou os pontos negativos  do novo Código Florestal como algo que não irá  acrescentar  nada de bom para o meio ambiente e que só favorece os produtores Agrários, “mais de 20 anos de esforço de regulação e governança ambiental” no país. “Temos um Código Florestal que não é mais florestal, é um Código Agrário. O que está sendo avaliado é uma caixa de Pandora [caixa que, na mitologia grega, continha todos os males do mundo], com todas as maldades”, criticou.

 

Na opinião da ex-ministra do Meio Ambiente,os pontos negativos mais agravantes  do novo Código Florestal,são  a manutenção da anistia para os desmatadores e a redução da proteção das áreas que deveriam ser preservadas, como manguezais, nascentes e margens dos rios. “Permaneceu o projeto do Senado, com agravamentos”, disse.

Marina ressaltou que o antigo Código Florestal tinha ajustes que haviam sido propostos para corrigir algumas situações de entendimento entre ambientalistas, produtores e governo. Ela citou, como exemplo, o cultivo de parreiras, macieiras e dos cafezais. Por serem culturas de ciclo longo e lenhosas, deveriam ficar aonde estão. “Quando nós concordamos com esse arranjo, eles disseram: então, também podem a pecuária, a agricultura de modo geral e o plantio de espécies exóticas e foi isso que ficou no texto do Senado”.

Marina disse que, nesse caso, uma transigência correta para atualizar o código sofre a colocação “de uma agenda do século passado, que é aumentar a produção pelo uso predatório dos recursos naturais”. Ela disse que não é justo o que está sendo feito com as florestas brasileiras. “Estão transferindo o passivo da agricultura para as florestas”.

A ex-ministra denunciou ainda a existência no Brasil de 120 milhões de hectares com uma pecuária improdutiva, que produz uma cabeça de gado por hectare, quando na Argentina são produzidas três cabeças por hectare. Ela acredita que se o país aumentar a eficiência para produzir mais, apoiado pelas tecnologias hoje disponíveis, seriam liberados cerca de 17 milhões de hectares para outros usos.

Outro problema, segundo Marina, é que o país produz um emprego a cada 400 hectares, quando existem tecnologias que permitem produzir um emprego a cada 80 hectares. “Estão transferindo a ineficiência do setor para as florestas. A biodiversidade, os recursos hídricos e a sociedade, de modo geral, estão pagando o preço por não serem enfrentados os gargalos da agricultura”.

Marina também criticou a postura contrária do governo brasileiro à criação de uma agência mundial ambiental em substituição ao Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), orgão de funcionamento semelhante à Organização Mundial da Saúde (OMS), por exemplo. “O que se quer, disse, é ficar no mesmo lugar. No lugar da inércia”.

Em comparação a 1992, quando ocorreu a Conferência da ONU para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio92), Marina avaliou que o cenário hoje é melhor, do ponto de vista da sociedade. “Nós estamos com retrocesso do ponto de vista do governo”. Ela mostrou-se, entretanto, otimista, no sentido de que esses retrocessos podem ser corrigidos e deixou claro que não tem atitude de oposição em relação à presidenta Dilma. “Espero que os rumos sejam corrigidos por quem tem o poder de corrigir, que é o próprio governo. A esperança não é a última que morre. É aquela que não deve morrer”.

( Agência Brasil)

Chegou a hora do Cidadão avaliar o prefeito e os vereadores!

Os mandatos para prefeitos e vereadores estão chegando ao final,esse é o momento dos cidadãos   avaliarem os seus governantes pelo quanto eles poderiam terem feito  pelo quanto  fizeram é pelo quanto deixaram de fazer.Pois nos  últimos anos o que mais ouvimos falarem e o quanto o Brasil estar próspero e o Rio de Janeiro é um dos estados  mais rico do Brasil  mais na realidade o povo não vive essa prosperidade,as escolas não tem estruturas o ensino não e o dos melhores as pessoas guando ficam doentes recebem um tratamento desumano morrem nas filas dos hospitais mesmo antes de serem atendidas e guando são atendidas ficam nos corredores nas macas ou em cadeiras.Guando chove a cidade inteira se alaga do centro do Rio de Janeiro a todos os municipios as castatrofes acontecem e nada muda pois nada os nossos governantes fazem para mudar.

Faça uma avaliação no prefeito e nos vereadores do seu municipio e pense bem se eles merecem serem reeleitos.

 

 

Três Rios ganha o seu primeiro Centro Vocacional Tecnológico

A Região Centro-Sul Fluminense ganha nesta sexta-feira (1º) o seu primeiro Centro Vocacional Tecnológico (CVT), que terá capacidade para formar mais de 2 mil alunos por ano.Voltada para o ensino profissionalizante, a escola terá cursos de Informática, Montagem e Manutenção de Computadores, Auxiliar em Administração de Redes, Pedreiro de Alvenaria, Pintor de Obras, Aplicador de Revestimento Cerâmico, Carpinteiro de Obras, Almoxarife de Obras, Encanador Instalador Predial, Eletricista Instalador Predial de Baixa Tensão, Inglês e Espanhol.Na área de Música, será oferecida capacitação em Violão e Teclado, Cavaquinho e Percussão/Bateria. A unidade também oferecerá formação em nível técnico em Edificações e em Informática, além do nível superior, com o Tecnólogo em Logística.O Governo do Estado investiu R$ 5 milhões no CVT Três Rios, que ocupa uma área de 2.980 m².

Para o secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, a unidade trará uma nova perspectiva de trabalho para os moradores.As modalidades de cursos oferecidas visam atender a demanda por profissionais qualificados na região. Após a implementação de todos os cursos, o CVT Três Rios terá oferta de 2.354 vagas anuais.

O presidente da Faetec,Celso Pansera ressaltou,com a chegada do CVT Três Rios na Região Centro-Sul é mais uma conquista do Governo do Estado. Com o crescimento econômico do Rio de Janeiro, é cada vez mais urgente formar profissionais capacitados. A missão da Faetec é proporcionar, com compromisso, essa inserção no mercado de trabalho . Os interessados em ingressar nos cursos do CVT Três Rios devem ficar atentos ao site da Faetec (www.faetec.rj.gov.br), onde serão anunciados os prazos de inscrição para os cursos.

Joel Santana prefere pensar no futuro

Questionado nesta sexta-feira (1) sobre os últimos acontecimentos do futebol rubro-negro o técnico do Flamengo, Joel Santana,disse que prefere pensar no futuro, deixando o que passou para trás.

“Só tenho a dizer que o que passou, passou. Aconteceu, é a vida, e vamos continuar trabalhando forte para o melhor do Flamengo. Eu tenho é que pensar no grupo que temos, nos jovens valores que temos no elenco. Essa meninada é que é o futuro do clube”, disse Joel.

Com o fim do aterro sanitário de Gramacho catadores começam a receber indenização

 

A Caixa Econômica Federal do Rio de Janeiro –começou a distribuir hoje (31) os cartões magnéticos que dão acesso ao saque de R$ 14.864,55 pagos a cada catador do Aterro Sanitário de Gramacho. O aterro será desativado no próximo domingo (3), depois de 35 anos de existência.

O dinheiro está sendo pago pela pela prefeitura do Rio, que será reembolsada pela empresa Novo Gramacho Energia Ambiental S.A, conforme previsto no contrato de concessão para exploração do gás metano produzido no aterro. O reembolso será feito em 15 parcelas anuais.

Gramacho é considerado o maior lixão da América Latina e se estende por uma área de 1,3 milhão de metros quadrados, à margem da Baía de Guanabara, e sempre apresentou um grande risco de desastre ambiental. Com o fechamento do aterro, o lixo produzido no Rio de Janeiro será todo levado para um centro de tratamento de resíduos no município vizinho de Seropédica.

Para receber o cartão magnético, cerca de 1,4 mil catadores aguardaram desde as primeiras horas da manhã em uma longa fila perto do Ciep Hermes Lima, no bairro Jardim Gramacho. Nitidamente ansiosos, eram liberados em pequenos grupos e, após terem seus nomes conferidos em uma lista, seguiam para dois caminhões-agência da Caixa, onde digitavam a senha para o cartão.

O gerente regional da Caixa, Thiago Blanc, disse que 70% dos catadores jamais haviam tido uma conta em banco. “O processo de inclusão bancária e a promoção da cidadania estão na missão da Caixa. É algo que nas grandes cidades se considera normal e até um adolescente já abre sua conta. Mas aqui temos casos de pessoas com até 80 anos que estão abrindo suas primeiras contas bancárias”, disse Blanc.

A catadora Gerusa Maria dos Santos, há 28 anos trabalhando em Gramacho, aguardava a vez para digitar a senha e ganhar seu cartão eletrônico. Uma novidade para ela, aos 62 anos de vida.

Apesar de avaliar positivamente a chance de receber o dinheiro, ela tem noção de que a quantia é pouca e vai logo acabar, deixando muitas pessoas sem recursos e nem trabalho. “Pouca gente tem consciência para usar bem o dinheiro. Os catadores não ganhavam mal aqui. A partir de agora, a vida deles vai mudar, porque não vão ter a mãe que tinham: o aterro. Acabou. Agora eles vão ter que sobreviver”, alertou Gerusa.

Para que isso não aconteça, alguns têm planos de investir imediatamente o dinheiro, como Epifânia Barbosa da Conceição, de 43 anos, que comemorava a primeira conta bancária. “Vou comprar minha casa, pela Caixa, lá em Realengo [bairro da zona oeste]”, disse.

Alba Valéria Pereira, de 36, pensa em montar um negócio com o dinheiro da indenização. “Eu pretendo abrir uma pensão, com a minha família, para vender comida. Uma irmã é cozinheira de forno e fogão e a outra é boleira. Se o dinheiro não for investido, ele some.”

(Agência Brasil)