Operação contra crimes ambientais interdita empresa e prende funcionário

Agentes da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), órgão ligado à Secretaria de Estado do Ambiente, fizeram na manhã desta quarta feira (03/10) uma operação para combater crimes ambientais no município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante a operação, os agentes percorreram e vistoriaram empresas com o objetivo de identificar, multar e interditar aquelas que desrespeitam o meio ambiente, despejando óleo e produtos químicos no Rio Calombé.

A empresa Monteman, que efetua a limpeza de caminhões-tanque e armazena os resíduos retirados dos veículos em reservatórios próprios, foi autuada e interditada, após serem constatadas irregularidades. A empresa estava com a licença ambiental vencida desde julho deste ano. Marcos Grilo, responsável pela empresa, foi detido e encaminhado à delegacia da região para prestar esclarecimentos. Outra empresa vistoriada foi a Log Mix que faz o transporte de óleo diesel. No local, os policiais encontraram uma substância de cor rosa, em um reservatório dentro do estabelecimento. O mesmo componente químico foi jorrado no Rio Calombé.

A ação foi motivada após um vazamento de óleo causar um incêndio, no início deste mês, atingindo casas às margens no Rio Calombé e causando intoxicação em mais de 30 moradores da região. As empresas ficam próximas ao rio e fazem o trabalho de limpeza de óleo de tanques de navios, de caminhões-tanque e de depósitos de combustíveis. De acordo com o secretário do Ambiente, Carlos Minc, as provas foram colhidas e serão analisadas pelos técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e do Instituto Carlos Éboli. Segundo ele, o material será recolhido e analisado para identificar sua composição. Se comprovado ser óleo diesel, a empresa poderá ser multada e interditada. “Nós temos que combater permanentemente a impunidade ambiental. A nossa orientação não é só multar, é interditar, prender e abrir processo criminal. Essa [a empresa flagrada com uma substância rosa em seus reservatórios] é uma das empresas que vai bancar os R$ 20 milhões para a despoluição do Rio Calombé. Para doer no bolso”, afirmou Minc.

Essa foi a segunda operação de agentes da Cicca na região. No início do mês, a equipe de combate a crimes ambientais encontrou irregularidades em três das oito empresas vistoriadas. Todos os três estabelecimentos foram autuados e multados por poluição ambiental. Duas empresas também foram interditadas e seus diretores detidos e encaminhados à delegacia da região para prestar esclarecimentos. A multa para os crimes de poluição de rios e lagoas pode chegar a R$ 50 milhões. Os agentes da coordenadoria contaram com o apoio da Secretaria de Segurança Pública, de policiais da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente e do Comando de Polícia Ambiental, além de técnicos do Inea e da prefeitura de Duque de Caxias. Até o fim do dia, mais empresas deve ser vistoriadas.

Fonte: Agencia Brasil

Mais de R$1 bilhão por dia em cheque especial é usado por brasileiros

Os brasileiros que não conseguiram fechar as contas usaram R$ 1,184 bilhão do cheque especial, em média, por dia, em agosto, segundo dados do Banco Central (BC). No mês, o saldo da dívida dos correntistas com os bancos ficou em R$ 21,095 bilhões, redução de 1,3% em relação a julho.

Apesar das recentes reduções dos juros do cheque especial, essa ainda continua sendo uma modalidade de crédito com taxa alta. Em agosto, de acordo com o BC, a taxa ficou em 148,6% ao ano, com redução de 2,4 pontos percentuais em relação a julho e 39,5 pontos percentuais na comparação com o mesmo mês de 2011. Para perceber o quanto esses juros são altos, basta compará-los à taxa do crédito pessoal, incluídas operações consignadas em folha, que ficou em 39,4% ao ano, em agosto.

Os técnicos do BC costumam dizer que a taxa de juros do cheque especial é “proibitiva”, ou seja, deve-se evitar o uso dessa modalidade de crédito. Por isso, correntistas endividados com o cheque especial devem trocar a dívida por uma mais barata, como o crédito consignado.

O professor de finanças da Faculdade Ibmec Marcos Aguerri Pimenta explica que os juros são altos porque o “dinheiro está disponível na conta-corrente a qualquer momento, sem a necessidade de negociar com o gerente no banco”. “O cheque especial é útil apenas para momentos de emergência e, portanto, em casos de curtíssima duração, como alguns dias”, aconselha.

Mas os brasileiros costumam usar o cheque especial por 22 dias, em média, ao longo do mês. Pelos cálculos do professor, se um correntista usar R$ 100 de cheque especial nesse período de 22 dias, irá pagar R$ 5,82. “Isso é um valor considerável, ainda mais se compararmos à caderneta de poupança, que remunera em torno disso no período de um ano”, destaca. Ou seja, se em vez de usar o cheque especial, o correntista tivesse R$ 100 para aplicar na poupança, levaria um ano para ter em torno de R$ 5,82 de remuneração, valor pago ao banco pelo empréstimo em apenas 22 dias.

No cálculo do valor do cheque especial, foram considerados a taxa média de juros e o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguros (IOF). De acordo com a Receita Federal, a alíquota de 0,38% incide sobre cada novo empréstimo. Além dessa alíquota, é cobrado 0,0041% ao dia, incidente sobre o somatório dos saldos devedores diários.

Fonte: Agência Brasil

Estratégias para resíduos sólidos será discutida pela sociedade civil e governo

As contribuições de representantes da sociedade civil, de governos e do setor privado para a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) no país serão concluídas no fim do ano que vem. Enquanto isso, os debates municipais e regionais que precedem o encontro, marcado para outubro de 2013, começam em três meses. Mas será apenas durante a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA), que esses setores vão apresentar, em tom mais conclusivo, as estratégias que já foram incorporadas em suas atividades e as novas medidas que ainda poderão ser adotadas.

Silvano Silvério da Costa, diretor do Departamento de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), explicou que a conferência é um processo. “Haverá mobilização local para depois chegar à conferência. Temos as etapas regional e municipal que começam em janeiro”, acrescentou. Ao lembrar que os debates municipais e regionais terão início poucos dias depois da posse dos novos prefeitos, que serão eleitos este mês, o diretor do MMA acrescentou que eles começarão os mandatos dando prioridade à área em que há maior necessidade de medidas urgentes. Silvério destacou que a conferência não é o local das “resoluções”, mas tem papel fundamental para esclarecer metas e driblar dificuldades na adoção das exigências previstas pela PNRS. Alguns especialistas endossam a aposta e acreditam que tanto a conferência quanto os eventos preparatórios podem minimizar, ao longo desses meses, alguns dos temores em relação às determinações da política.

“A estratégia do governo é priorizar a implementação da politica”, disse Silvério. Mas, as regras, criadas em 2010, com responsabilidades previstas para todos os setores e esferas de governo no tratamento e destinação de resíduos, ainda estão longe dos resultados esperados.

Este ano, por exemplo, alguns prazos importantes, previstos pela PNRS, chegaram ao fim. Desde o último dia 2 de agosto, as prefeituras e governos estaduais que quiserem recursos federais para o manejo de resíduos têm que apresentar um plano local com estratégias para o setor. A norma e o prazo foram publicados há dois anos, mas a maioria das administrações locais não cumpriu a determinação. Mais de 90% das prefeituras não apresentaram os planos municipais. As autoridades estaduais e municipais alertam, agora, para as dificuldades em desativar lixões. A política nacional prevê que todos os lixões do país sejam extintos até 2014. Muitos administradores públicos, no entanto, alegam não ter recursos suficientes para atender à exigência e apontam o excesso de burocracia, principalmente em relação aos contratos licitados com empresas de transporte e administradoras de depósitos que ainda estarão em vigor em 2014.

“Costumo dizer que o prazo dos lixões é muito ousado, mas tivemos uma avaliação história que mostrou que em 1998, 35% dos resíduos eram despejados em aterros. Esse volume aumentou para 58% em 2008, período em que ainda não tínhamos a Política Nacional de Resíduos Sólidos”, disse Silvério, acrescentando que o fim dos lixões já é uma “tendência dos últimos dez anos e por isso não é impossível”. Dados do Ministério das Cidades mostram que mais da metade dos 5.564 municípios brasileiros ainda não dão a destinação correta para o lixo.

Pelo lado dos empresários, a discussão gira em torno da logística reversa, que prevê o retorno para a indústria de materiais como eletroeletrônicos e pneus, para que possam ser novamente aproveitados pelo fabricante. O mecanismo exige o envolvimento de todos na linha de produção e distribuição, desde fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e o próprio consumidor.

O governo pretende, com a conferência, aumentar o conhecimento técnico, científico e político sobre o tema. “O que vai acontecer é um processo de cada um internalizar as responsabilidades e implementar. A conferência vai dar luz e capilaridade ao debate. A intenção não é levantar demandas, mas mostrar que cada um pode absorver sua responsabilidade”, explicou Silvério. A aposta é que com esse tipo de debate, empresas, governos e organizações sociais busquem alternativas que integrem produção e consumo sustentáveis, a redução de impactos ambientais nas cidades brasileiras e que estimulem a geração de emprego e renda a partir das medidas adotadas em todo o país em relação ao tratamento e destino de resíduos sólidos.

Técnicos do MMA ainda estão elaborando o texto-base que servirá de ponto de partida para as discussões entre representantes de universidades, povos indígenas, comunidades tradicionais, trabalhadores, organizações não governamentais, movimentos sociais e empresários.

Fonte: Agencia Brasil

Brasil Carinhoso é se transforma em Lei

Foi sancionada nesta quarta feira (03/10) pela presidenta Dilma Rousseff a lei que cria o Benefício de Superação da Extrema Pobreza na Primeira Infância. A medida vai garantir renda mínima de R$ 70 per capita para famílias com crianças até seis anos. O beneficio é a principal medida do Brasil Carinhoso, pacote de medidas para a infância lançado em maio. A complementação já estava sendo paga aos beneficiários desde junho, mas dependia de aprovação do Congresso para ser convertido de medida provisória em lei.

Em setembro, o governo repassou R$ 182 milhões para pagamento do benefício, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social. Além da complementação da renda mensal das famílias com crianças até seis anos, o Brasil Carinhoso inclui medidas como ampliação do acesso à creche e pré-escola, com construção de 1.512 creches e a ampliação de 66% dos recursos destinados à merenda escolar da educação infantil.

Na saúde, o plano estende o Programa Saúde na Escola às creches e pré-escolas e prevê o aumento da distribuição de sulfato ferroso e vitamina A para crianças na primeira infância, além da entrega gratuita de medicamentos para tratamento da asma por meio da rede Aqui Tem Farmácia Popular.

Vice de Eduardo Paes e acusado de destruir uma floresta

 

 

Ex-secretário do  Meio Ambiente da prefeitura do Rio de Janeiro Carlos Alberto Muniz, vice de Eduardo Paes, acaba de ser acusado pelo Ministério Público de destruir uma floresta considerada de preservação permanente em benefício da construtora Decta Engenharia Ltda. Incorporadora SPE Renno Empreendimentos e Participações Ltda.

A peça de 18 de setembro, assinada pela promotora Christiane Monnerat, foi enviada   para o procurador-geral de Justiça do Rio, Claudio Lopes, porque Muniz tem foro privilegiado.

Segundo o MP, Muniz ignorou uma área de preservação e concedeu a licença 000395/2010 para a construção de edifícios comerciais na Avenida Geremário Dantas, no bairro do Pechincha. Diz o MP sobre Muniz:

– (…) O ex-secretário concorreu diretamente para a destruição de floresta considerada de preservação permanente, na medida em que a construtora licenciada removeu a vegetação daquela área, convertendo-a em canteiro de obras para execução do empreendimento imobiliário.

Trem bate em caminhão em Belford Roxo


Um acidente entre um trem que seguia para a Central do Brasil e um caminhão na passagem de nível próxima à Estação Pavuna/São João de Meriti, no limite do município da Baixada Fluminense e a capital fluminense, fechou quatro estações do ramal de Belford Roxo e deixou milhares de pessoas sem transporte na manhã de hoje (9). De acordo com os bombeiros, 11 pessoas foram atendidas no local com ferimentos leves e levadas para unidades de saúde da região.

Segundo a Supervia, concessionária que administra os trens, as estações de Vila Rosali, Agostinho Porto, Coelho da Rocha e Belford Roxo foram fechadas para evitar tumultos. A circulação do ramal de Belford Roxo ocorre apenas entre as estações Central do Brasil e Pavuna/São João de Meriti nos dois sentidos, e não há registros de atrasos. No entanto, as estações fechadas não foram liberadas ao público.

A concessionária alegou que o caminhão desrespeitou a sinalização existente na passagem, o que resultou no acidente. A Supervia informou que os trens devem reduzir obrigatoriamente a velocidade nos cruzamentos, o que reduziu a gravidade da colisão.

Na última semana, um acidente envolvendo um trem da Supervia deixou 16 pessoas feridas ao descarrilar e bater em uma pilastra de sustentação da Estação de Madureira, na zona norte da cidade.

Fonte Agência Brasil

Operação para combater furto de água e luz é feito em Bangu

Policiais da Delegacia de Defesa dos Serviços  Delegados desencadearam, na manhã desta quarta-feira (03/10), em Bangu, na Zona Oeste, a operação Caça Furto, que visa verificar denúncias de ligações clandestinas de água, luz e gás em imóveis daquela região.

A ação está sendo realizada em conjunto com técnicos da Light, Cedae e CEG, também visa conscientizar a população do bairro para evitar a prática desse tipo de delito.  Os policiais estão baseados na Praça da Fé, no centro de Bangu.

Identificação automática de veículos entrará em funcionamento no Brasil em 2012

 

O Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos (Siniav) por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), deve entrar em funcionamento em janeiro do ano que vem. Esta é a data prevista pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para que se comece a instalar, em toda a frota rodoviária do país, os dispositivos eletrônicos que armazenarão dados dos veículos.

 

O objetivo  da instalação  do Sistema de Identificação de Veículos  é inibir o roubo de carros é facilitar o controle e a fiscalização do tráfego  no território brasileiro por meio de monitoramento em tempo real. A implantação do sistema deve ser concluída até 30 de junho de 2014.

O desenvolvimento da tecnologia que será usada como base do sistema foi financiado pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e das Cidades e envolve investimentos de aproximadamente R$ 5 milhões.

Segundo o coordenador de Microinformática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Henrique Miguel, o mecanismo funciona a partir de um sistema de radiofrequência, que prevê a emissão de sinais por antenas espalhadas pelas cidades e rodovias. Estes sinais são captados por um pequeno chip que integra a placa eletrônica a ser instalada no para brisa dos veículos de passeio e em outros locais específicos, no caso de motocicletas e carretas.

“É uma espécie de tag eletrônico, que vai permitir o controle do tráfego em tempo real. Ao ser acionado, o chip enviará dados do veículo às antenas que, por sua vez, enviarão as informações para as centrais de processamento, que verificarão a situação do veículo analisado. A tecnologia desenvolvida é bastante complexa e representa uma solução segura e barata, que pode ser reproduzida”, disse.

Entre as aplicações do sistema, Miguel destaca a possibilidade de localizar um carro furtado e associá-lo ao proprietário, facilitando a recuperação do veículo e evitando a clonagem. Além disso, será possível fiscalizar a velocidade média dos automóveis e a circulação em locais e horários em que ela for proibida.

O Siniav também facilitará o serviço de cruzamento de dados relativos aos veículos e às obrigações do proprietário, como o licenciamento anual e o pagamento de impostos e de multas. Com o projeto, espera-se aumentar a segurança no envio de cargas e diminuir filas em pedágios, com a possibilidade de abertura automática de cancelas por meio da leitura do chip.

Henrique Miguel disse que, por se tratar de tecnologia inédita, o Denatran pôde formalizar o registro de patente no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual.

As informações obrigatórias que ficarão armazenadas no dispositivo são: número de série do chip, identificação da placa, categoria e tipo do veículo.

De acordo com Henrique Miguel, o serviço prevê a confidencialidade das informações relacionadas ao proprietário e o protocolo de segurança utilizado é confiável, baseado em chaves de proteção “extremamente modernas”.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério das Cidades, ao qual está submetido o Denatran, a instalação das placas eletrônicas caberá aos departamentos estaduais de Trânsito (Detrans). O custo para instalação do tag eletrônico, estimado em R$ 5, ficará a cargo do proprietário do veículo e deverá ser cobrado junto com o licenciamento dos automóveis.

A assessoria da pasta informou que ainda estão sendo definidas as sanções que serão aplicadas aos proprietários de veículos flagrados sem o chip após o prazo final de implementação do sistema, o que pode incluir multa e perda de pontos na carteira de habilitação.

O Siniav foi criado  em 2006  pela Resolução nº 212/2006 do Contran para modernizar a tecnologia dos equipamentos e procedimentos empregados na prevenção, fiscalização e repressão ao furto e roubo de veículos e cargas. Segundo o Ministério das Cidades, a demora na implementação da iniciativa pode ser explicada pela necessidade de garantir abrangência nacional à ação, além da integração de órgãos públicos, como os Detrans, a Agência Nacional de Transportes Terrestres e a Receita Federal.

Fonte Agência Brasil

Serra de Petropólis será interditada para passagem de carreta

A descida da Serra de Petrópolis será interditada na madrugada de quinta-feira (04/10) para a passagem de oito carretas de grande porte que seguirão para Minas Gerais.

A reversão de pista interditará totalmente o trecho do km 80, em Petrópolis, ao km 104, em Duque de Caxias, aos motoristas que trafegarem na BR-040 entre meia-noite e 5h de quinta. A partir do km 80, as carretas prosseguirão viagem pela mão normal da rodovia.

A operação será coordenada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), com apoio da Concer, concessionária que administra a rodovia, podendo ser adiada se houver mau tempo. A pista de subida da Serra de Petrópolis funcionará normalmente durante a operação no sentido oposto.

PF prende prefeita de São João da Barra por suspeita de compra de voto

 

 

 

A Polícia Federal prendeu hoje (3)a prefeita de São João da Barra, no norte fluminense, Carla Machado, e o vereador do município Alexandre Rosa. Segundo a Polícia Federal, os dois foram presos por suspeita de compra de votos para a eleição municipal deste ano, no próximo domingo (7).

Carla Machado não concorre à reeleição, mas apoia o vereador Alexandre Rosa, que é candidato a vice-prefeito pelo PMDB. Segundo a advogada dele, Pryscila Marins, os dois já pagaram fiança e estão soltos.

Pryscila Marins explica que os dois foram presos por volta da meia-noite, durante um comício na Praia do Grussaí. Ela nega que os dois tenham cometido o crime. “A oposição criou um fato político. Isso só serviu para desestabilizar o pleito”, disse a advogada.

A Polícia Federal dará mais informações sobre o caso em entrevista coletiva às 10h.

Fonte Agência Brasil