Rio sedia 1º festival internacional de filmes sobre esporte


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O clima de preparação do Brasil para sediar os dois maiores eventos esportivos do mundo – a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 – está chegando ao cinema. A partir da noite de hoje (25), o Rio de Janeiro sedia o 1º Festival Internacional de Filmes de Esporte (Fife), evento que traz em sua programação produções nacionais e estrangeiras, entre longas e curtas-metragens, dos gêneros ficção, documentário e animação.

O curta Cuide de sua esquerda, primeiro filme do cineasta francês Jacques Tati, sobre um lutador de boxe, e o documentário Salam Rugby, do diretor iraniano Faramarz Behesht, são as atrações da sessão de abertura do evento, para convidados, às 20h, no Espaço Itaú de Cinema, em Botafogo, zona sul do Rio. O filme de Behesht, que veio ao Rio para o festival, mostra, em imagens captadas às escondidas, a viagem de 7 mil quilômetros pelo Irã de um time feminino de rúgbi do país, onde as mulheres têm que jogar vestidas da cabeça aos pés.

Com a programação dividida em várias mostras, o festival exibe até o próximo domingo (28) um total de 30 filmes sobre as mais variadas modalidades esportivas. Na parte competitiva, oito produções disputam o troféu de melhor longa-metragem e sete concorrem na categoria de curta. Também haverá uma premiação pelo voto popular, dado pelos espectadores das sessões, todas com entrada gratuita.

“Já tínhamos no Brasil mostras de filmes sobre futebol e de filmes de montanhismo, mas este é o primeiro festival que contempla todas as modalidades, olímpicas ou não”, explica uma das curadoras do evento, Lucia Fares. Segundo ela, a proposta é fazer do Fife um evento anual, sempre com filmes de qualidade de todo o mundo.

A curadora considera que o festival pode estimular a produção audiovisual brasileira de temática esportiva. “Temos  no nosso cinema filmes expressivos sobre futebol e outros esportes”, diz. Lucia Fares reconhece que nem sempre esses filmes alcançaram o público esperado para um país onde o esporte desperta tantas paixões. “Isto não quer dizer que essa realidade não pode mudar”, afirma.

Um dos clássicos do cinema brasileiro sobre o tema será exibido na mostra Retratos, em cópia remasterizada: Garrincha, alegria do povo, realizado em 1963 por Joaquim Pedro de Andrade. O cineasta, falecido em 1988, é um dos homenageados do festival, juntamente com o produtor e roteirista do filme, Luiz Carlos Barreto. Outro homenageado é o esportista Lars Grael, velejador e medalhista de bronze em duas Olimpíadas.

Além do Espaço Itaú de Cinema, as sessões do Fife serão realizadas no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), no centro; no Cine Santa, em Santa Teresa; na Sala Cândido Mendes, em Ipanema; e no Ponto Cine, em Guadalupe. Depois do encerramento do festival, alguns dos filmes serão apresentados nos dias 31 de outubro e 1º, 2 e 3 de novembro na Arena Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, zona norte do Rio. A programação completa pode ser conferida no site do festival.

Fonte Agência Brasil

Doentes crônicos serão incluidos na campanha de vacinação contra a influenza a partir de 2013

 

 

A partir da campanha de vacinação de 2013 contra a gripe, o Ministério da Saúde passa a incluir no público-alvo pessoas que têm algumas doenças crônicas não transmissíveis e outras condições que possam favorecer o surgimento de casos graves. O ministério divulgou hoje (25) uma lista determinando em quais casos a vacina é recomendada (ver tabela abaixo). As mães até quatro semanas após o parto também terão a vacinação recomendada.

Em 2012, a recomendação durante a campanha foi para que as pessoas nessas condições se dirigissem aos 48 centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Cries) existentes no Brasil. Agora, esse grupo vai poder tomar a vacina em qualquer uma das 35 mil salas de vacina do Sistema Único de Saúde (SUS), bastando apresentar um atestado médico. Cerca de 6 milhões de pessoas devem se beneficiar com a descentralização.

O objetivo da campanha de vacinação contra a gripe é proteger os grupos mais vulneráveis, reduzindo os casos graves e óbitos. Seguindo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil elegeu como grupos prioritários os idosos, as crianças menores de dois anos, as gestantes, os profissionais de saúde, os indígenas, as pessoas privadas de liberdade e, a partir de agora, as mães até quatro semanas após o parto e os portadores de doenças crônicas.

A existência de doenças crônicas ou de algumas condições prévias são fatores de risco quando associadas com a infecção pelo vírus da gripe, situação chamada de comorbidade.

A gripe é diferente do resfriado e de outros quadros respiratórios mais leves. A característica principal da gripe é o aparecimento de febre com temperatura maior que 38 graus Celsius (ºC), sintomas respiratórios (tosse, dor na garganta e outros) e sintomas gerais, como cefaleia, fadiga e dores no corpo.

A grande maioria dos casos de gripe é leve e cura-se espontaneamente. Entretanto, em algumas situações, particularmente nos grupos mais vulneráveis, ela pode evoluir para casos graves, necessitando atenção médica imediata. Uma boa maneira de aumentar a proteção contra a gripe é a adoção de medidas de higiene pessoal, como lavar as mãos várias vezes ao dia e proteger a tosse e o espirro com lenço descartável ou na dobra do cotovelo.

 

Lista do Ministério da Saúde com a discriminação das situações de recomendação da vacina

Categoria de risco clínico

Definição
1- Doença respiratória crônica
  • Asma em uso de corticoides inalatório ou sistêmico (moderada ou grave)
  • DPOC
  • Bronquioectasia
  • Fibrose cística
  • Doenças Intersticiais do pulmão
  • Displasia broncopulmonar
  • Hipertensão arterial pulmonar.
  • Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade
2- Doença cardíaca crônica
  • Doença cardíaca congênita
  • Hipertensão arterial sistêmica com comorbidade
  • Doença cardíaca isquêmica
  • Insuficiência cardíaca
3- Doença renal crônica
  • Doença renal nos estágios 3, 4 e 5
  • Síndrome nefrótica
  • Paciente em diálise
4- Doença hepática crônica
  • Atresia biliar
  • Hepatites crônicas
  • Cirrose
5- Doença neurológica crônica
  • Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica
  • Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes incluindo: AVC, paralisia cerebral, esclerose múltipla e condições similares; doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular; deficiência neurológica grave
6- Diabetes
  • Diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2 em uso de medicamentos
  • Observação: ainda será revisto para melhor especificação do grupo a ser atendido na campanha
7- Imunossupressão
  • Imunodeficiência congênita ou adquirida
  • Imunossupressão por doenças ou medicamentos
8- Obesos
  • Obesidade grau 3
9- Transplantados
  • Órgãos sólidos
  • Medula óssea
10- Síndrome de Down  

 Fonte Agência Brasil

Dentistas protestam no centro do Rio

 

O Dia Nacional do Cirurgião-Dentista foi marcado por protestos dos profissionais contra os planos odontológicos. Na capital fluminense, os cirurgiões-dentistas promoveram manifestação na Cinelândia, no centro da cidade, com cartazes, carro de som e faixas pretas amarradas no braço.

A categoria reivindica equiparação salarial com os médicos e remuneração adequada por parte das operadoras filiadas ao Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog). Segundo o presidente do Conselho Regional de Odontologia do Rio de Janeiro, Afonso Fernandes Rocha, argumenta que os convênios não pagam valores condizentes pelos serviços dentários, embora cobrem mensalidades altas dos clientes.

Para alcançar renda significativa, os profissionais, conforme Rocha, são obrigados a atender grande número de usuários dos planos por dia, comprometendo a qualidade do trabalho e a saúde do paciente. “Por exemplo, se fizer dez procedimentos, eles [os planos] só pagam sete, oito, às vezes, seis procedimentos. Quando pagam, só depois de 90 ou 100 dias e, mesmo assim, depois de muita reclamação. Fica difícil trabalhar para os convênios”, disse.

Rocha ressaltou que a categoria já se reuniu com representantes dos planos diversas vezes nos últimos dez anos, porém as empresas alegam não ter condições de reajustar o honorário. “Os valores são R$ 10 por uma extração, R$ 5 por uma consulta, R$ 10 por uma restauração, depende do convênio. O importante é que eles têm um lucro muito grande, sinal de que poderiam pagar melhor os profissionais.”

O Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo informou, por meio da assessoria de imprensa, que estimula as associadas a promover contratos com os prestadores de serviços seguindo as resoluções normativas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com o intuito de garantir clareza sobre a forma e a periodicidade dos reajustes para as partes envolvidas. “O Sinog entende que o atendimento à população não pode ser prejudicado e que o acesso aos serviços contratados pelo beneficiário devem sempre existir, constituindo uma obrigação legal e contratual das operadoras e de sua rede assistencial”, diz a nota.

A ANS informou, também por meio da assessoria de imprensa, “que o atendimento à população não pode ser prejudicado e que o acesso aos serviços contratados pelo beneficiário deve ser garantido por sua operadora de plano de saúde”.

De acordo com a agência reguladora, é vedada a cobrança de valores adicionais por consultas ou qualquer outro serviço com cobertura obrigatória pelo plano contratado. “Caso algum prestador de serviço de saúde anuncie a cobrança para o beneficiário, a operadora deve ser comunicada e oferecer alternativa de atendimento sem qualquer ônus.”

Fonte Agência Brasil

Defensoria Pública da União tenta impedir derrubada do antigo Museu do Índio do Rio de Janeiro

 

A Defensoria Pública da União no Rio de Janeiro ajuizou uma ação civil pública pedindo a preservação e recuperação do prédio histórico onde funcionou o Museu do Índio, na região do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã.

O pedido de liminar, feito ontem (24) à Justiça Federal, contempla tanto a preservação do edifício e quanto o cumprimento da missão do museu, que é divulgar a cultura indígena. O governo estadual anunciou que o prédio será demolido para melhorar a dispersão do público e a circulação de pessoas nos jogos da Copa do Mundo de 2014.

O historiador Milton Teixeira defende a preservação do espaço, tanto pelo valor histórico quanto cultural. “O prédio onde funcionou, até 1976, o Museu do Índio, foi erguido por volta de 1905 pelo Ministério da Agricultura para sediar o Serviço de Proteção ao Índio (SPI) [que deu origem à Fundação Nacional do Índio], comandado pelo marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, que funcionou no local até 1972, quando Darcy Ribeiro instalou ali o Museu do Índio”.

Apesar do valor artístico, Teixeira lembra que o prédio, feito de pedra, ficou abandonado muito tempo. “Quando o Museu do Índio foi para Botafogo, em 1976, o edifício ficou abandonado, foi invadido e saqueado, roubaram todas as coisas de valor que tinha dentro, os degraus, arcos, a escadaria, portas, janelas, esquadrias. É uma pena, mas o prédio pode ser recuperado.”

Autor da ação, o defensor público federal André Ordacgy afirma que o local foi retomado em 2006, quando índios de diversas etnias montaram o que chamam de “Aldeia Maracanã”, uma referência nacional para indígenas que visitam a cidade. Cerca de 20 índios moram  em casas de barro e ocas, construídas no terreno ao redor do prédio, e reivindicam a criação de um polo cultural indígena no local. A região, considerada solo sagrado, era habitada pela tribo Maracanã, que deu origem ao nome do rio e do estádio.

Laudo do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RJ) já atestou que o prédio não corre o risco de cair e pode ser recuperado apenas com obras de arquitetura, sem necessidade de intervenções estruturais. O Crea também informou que é possível fazer a reforma no entorno do Maracanã para melhorar a circulação de pessoas sem derrubar o prédio.

Apesar da insistência do governo estadual em alegar que a demolição é uma necessidade para cumprir as exigências da Federação Internacional de Futebol (Fifa), organizadora da Copa de 2014, a própria Fifa já negou que tenha pedido a derrubada do espaço.

Fonte Agência Brasil

Dilma anuncia Plano Safra da Pesca e Aquicultura

 

As atividades ligadas à pesca e à aquicultura serão “centrais” para o país, tanto no âmbito econômico como no social. É o que garantiu a presidenta Dilma Rousseff hoje (25), ao anunciar o Plano Safra da Pesca e Aquicultura em cerimônia no Palácio do Planalto. A meta é ampliar a produção nacional para 2 milhões de toneladas de pescado ao ano até 2014.

“Essa atividade, que era lateral, será central do nosso país”, garantiu a presidenta. Além de desonerar a cadeia produtiva, o governo pretende, com o plano, investir R$ 4,1 bilhões até 2014 em financiamentos para a produção pesqueira, por meio de diversos programas.  Também haverá ações mais efetivas de combate à pesca ilegal.

Segundo Dilma, o Brasil sempre teve condições de ter atividades de pesca e aquicultura mais fortes. Agora, acrescentou, é hora de o país transformar seu potencial – o maior do mundo – em atividades sociais e econômicas, além de estimular melhores hábitos alimentares para o brasileiro.

“Vamos fortalecer a atividade pesqueira, transformando-a em instrumento de crescimento econômico do país, aumentando nossos investimentos nesse que é, sem dúvida, junto com a agricultura, um dos grandes setores que caracterizarão o século 21: o fornecimento de proteína, para gerar inclusão social e melhoria da qualidade do trabalho”, explicou a presidenta.

Na solenidade de lançamento do plano, Dilma apresentou dados que mostram o potencial do país para as atividades de pesca e aquicultura. “Temos mais de 8 mil quilômetros de costa marítima, 13% da reserva mundial de água doce e um mar interno feito de reservatórios e açudes em praticamente todas as nossas bacias hidrográficas. É como se fosse o acesso a um grande mar de água doce”, explicou.

A presidenta, no entanto, lembrou que a realidade econômica e social da atividade está distante do potencial. “No ranking, ocupamos a 23ª posição na pesca e a 17ª na aquicultura. Esses números dão o tamanho do nosso desafio”, argumentou. Com o plano anunciado, o governo pretende tornar o Brasil, até 2020, “um exportador do tamanho do seu potencial”, ampliando a renda e o trabalho de milhões de brasileiros.

Para atingir o objetivo, o governo pretende, entre diversas frentes de ação, ajudar os produtores a reduzir o desperdício no manuseio. Só com essa frente, o governo quer aumentar em 40% a renda dos profissionais. A ampliação das ações governamentais abrangerá, também, aprimoramento das técnicas de cultivo e manuseio, modernização de equipamentos, oferta de assistência técnica, investimento em pesquisa e mais estrutura à cadeia produtiva.

Linhas de crédito para pequenos pescadores e aquicultores serão criadas para que os produtores possam investir em novas estruturas, equipamentos e barcos. A previsão é que 330 mil famílias sejam beneficiadas com mais crédito, juros menores e prazos mais longos para o financiamento.

O lançamento do plano contou com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS) e de representantes do setor. Os presidentes da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA), Abraão Lincoln, e da Associação Brasileira de Criadores de Tilápia, Ricardo Neukirchner, elogiaram a iniciativa.

Também participaram do evento os ministros Marcelo Crivella, da Pesca e Aquicultura; Gleisi Hoffmann, da Casa Civil; Alexandre Padilha, da Saúde; Aloizio Mercadante, da Educação; Tereza Campello, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; e Ideli Salvatti, da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

De acordo com o ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, a Conab não terá limite de compras para peixes e pescados.

“Nosso plano alcança diversos grupos e incorporaremos também os agricultores familiares. Até porque a água onde se cria peixe fica nitrogenada e pode dar qualidade à irrigação”, disse Crivella, durante o anuncio do plano. No lançamento, a presidenta Dilma Rousseff afirmou que o objetivo da iniciativa é tornar as atividades ligadas à pesca e à aquicultura “centrais” para o país.

Para a construção dos viveiros, os agricultores familiares terão à disposição diversos tipos de máquinas, a exemplo de escavadeiras hidráulicas e tratores de esteira. Assim, prevê o governo, será possível incorporar mais 30 mil hectares de área à produção. Em outra frente de ação, o governo vai criar o Instituto Nacional de Pesquisa para Desenvolvimento Pesqueiro (Indep).

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) vai comprar até 20 mil toneladas de pescado por ano dos produtores, quantia quatro vezes maior que a comprada atualmente. O produto será usado, por exemplo, na merenda escolar e na alimentação em presídios, hospitais e nas Forças Armadas.

Nos próximos três anos, o plano pretende escavar 60 mil novos tanques para criação de pescado, além de criar mecanismos que favoreçam a inclusão de mulheres e jovens à atividade.

Jovens formados em cursos técnicos de pesca ou aquicultura poderão obter financiamento de até R$ 15 mil para iniciar seu empreendimento; e 46 mil mulheres marisqueiras receberão financiamento para aquisição de freezers (congeladores) e fogões. Além disso, 90 mil pescadoras terão apoio para renovar seus apetrechos de pesca.

O Plano Safra da Pesca e Aquicultura atuará de forma conjunta com Plano Brasil sem Miséria, com a meta de retirar da pobreza mais de 100 mil famílias de pescadores por meio de treinamentos e assistência técnica. Serão 3,5 mil famílias beneficiadas com assistência técnica e extensão rural diferenciada por meio de recursos de fomento não reembolsáveis de R$ 2,4 mil.

Serão ainda investidos R$ 135 milhões em assistência técnica e em cursos para que 120 mil famílias de pescadores saibam como obter crédito. O plano prevê também incentivos à adoção de práticas de produção e conservação do pescado, de forma a garantir a melhor qualidade dos produtos comercializados

.Fonte Agência Brasil

Termina hoje (25) prazo para candidatos fazerem comícios

 

 

Termina hoje (25) o prazo para os candidatos  que estão na disputa do segundo turno para realizarem comícios ou reuniões públicas. Já a propaganda paga na imprensa escrita e os debates poderão ser veiculados até amanhã (26), quando acaba o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão.De acordo com o calendário eleitoral, hoje também termina o prazo para que o juiz eleitoral remeta ao presidente da mesa receptora o material destinado à votação do próximo domingo (28).

No domingo, 31,7 milhões de eleitores, de 50 cidades com mais de 200 mi eleitores, retornarão às urnas para escolher prefeito e vice-prefeito.

Bolo de cenoura delicioso

 

Ingredientes:

Massa:

  • 1/2 xícara de óleo
  • 3 cenouras médias
  • 4 ovos
  • 1 1/2 de açúcar
  • 2 1/2 de farinha de trigo
  • 1 colher de fermento

 

Cobertura:

  • 1 colher de sopa bem cheia de margarina
  • 4 colheres de achocolatado em pó
  • 1 caixinha de creme de leite

 

Modo de fazer:

Massa:

  1. Bata os 3 primeiros ingredientes no liquidificador por 5 minutos
  2. Acrescente o açúcar e bata por mais 5 minutos
  3. Despeje a mistura na vasilha da batedeira e a acrescente a farinha de trigo
  4. Bata bem e desligue a batedeira
  5. Misture o fermento com auxilio de uma colher de pau delicadamente
  6. Coloque na forma untada com margarina
  7. Assar em forno à 180° C

 

Cobertura:

  1. Derreta a margarina em uma panela e desligue o fogo
  2. Acrescente o achocolatado na margarina derretida e leve ao fogo novamente
  3. Após começar a ferver desligue o fogo novamente e acrescente o creme de leite

Dica: Ao acrescentar o creme de leite, você pode ir provando e deixe a cobertura na textura á seu gosto.

 

 

ILUSTRAÇÃO DA RECEITA EXATA COMO SEGUE AS INSTRUÇÕES.

Campanha por mais verbas para a educação é feita por estudantes

Após o segundo turno das eleições municipais, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) e a União Nacional dos Estudantes (UNE) irão procurar senadores para defender a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE). As entidades lançarão a campanha Somos todos 10%. A UNE vai distribuir 70 mil jornais, além de cartazes e adesivos, chamando os estudantes para a campanha.

Manuela Braga,  presidente da Ubes,  diz que a educação básica é carente e tem grandes desafios, como a evasão escolar e qualidade do ensino. “A destinação de 10% do PIB para a educação vai nos colocar em outro patamar. Esses recursos darão melhor estrutura, além de remunerar melhor os professores”, disse Manuela.

Fonte: Agencia Brasil

Novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários é nomeado

Nesta quarta feira (24/10) o  Diário Oficial da União publicou  a nomeação do engenheiro e economista Leonardo Porciúncula Gomes Ferreira para o cargo de presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O mandato vai até 14 de julho de 2017, segundo decreto assinado pela presidenta Dilma Rousseff e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Ferreira foi sabatinado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado em agosto e no último dia 17 teve o nome aprovado, simbolicamente, pelo plenário da Casa. Na sabatina na CAE, ele prometeu se empenhar para aumentar a transparência no mercado e ampliar a importância da CVM.

Relator da indicação na CAE, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) disse que a presidência da CVM passa a ter mais importância no momento de crescimento do mercado de capitais, que se tornou fonte relevante de recursos para investimentos pelas empresas do Brasil.

O novo presidente da CVM já exerceu cargos de executivo em empresas privadas e foi vice-presidente da empresa aérea Gol.

Fonte: Agencia Brasil

Nova linha de crédito possibilita a aquisição de material de construção com conta de FGTS

A partir de 1 de novembro, os beneficiários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão acesso a recursos totais de R$ 300 milhões para financiar a compra de material de construção para imóveis rurais e urbanos, segundo a Instrução Normativa (IN) 34 publicada hoje (24) no Diário Oficial da União. A medida foi aprovada em janeiro pelo Conselho Curador do FGTS, mas não havia sido implementada.

Esse financiamento poderá ser usado para construção, reforma ou ampliação de unidade habitacional e instalação de hidrômetro e sistema de aquecimento solar para residências. A concessão do crédito não dependerá de renda familiar e será destinada apenas a titulares de conta vinculada ao FGTS, segundo as condições de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

Os empréstimos poderão ser de até R$ 20 mil e terão juros nominais de 8,5% ao ano, acrescidos de taxa de risco (máximo de 0,8% anuais). A amortização da quantia financiada deverá ser feita em, no máximo, dez anos. Terão prioridade famílias com renda até R$ 5,4 mil, compra de materiais para imóveis de até R$ 90 mil (com as exceções previstas na Resolução 702 de 2012), idosos, pessoas com deficiência e mulheres chefes de família.

Para ter acesso ao crédito, o beneficiário tem que encaminhar ao Programa Financiamento de Material de Construção (Fimac) do FGTS proposta que deverá atender aos objetivos do programa e aos seguintes requisitos: compatibilidade entre os valores do financiamento solicitado e a capacidade de pagamento do Fundo; comprovação da idoneidade dos responsáveis pela construção e pela autorização do projeto técnico por entidade competente; compatibilidade com as diretrizes do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP), do Ministério das Cidades; imóvel situado em local residencial adequado; e comprovação da regularização da mão de obra usada na execução da obra quando o valor pleiteado for acima de R$ 10 mil, entre outros critérios.

Os recursos serão alocados de acordo com o déficit habitacional urbano apontado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Do total, 42,5% irão para o Sudeste; 28,2% para o Nordeste; 11,2% para o Sul; 9,6% para o Norte e 8,3% para o Centro-Oeste. Seguindo a instrução, os trabalhadores que terão acesso aos valores deverão ser beneficiários do FGTS por no mínimo três anos (na mesma empresa ou em locais diferentes), ter contrato de trabalho ativo correspondente ao mínimo de 10% do valor contratado, não ter outros financiamentos no âmbito do SFH e não ser proprietário de imóvel no município onde reside ou exerce a atividade profissional principal.

A relação dos materiais qualificados ou certificados para o financiamento estão disponíveis nas páginas na internet do Ministério das Cidades e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Fonte: Agencia Brasil