8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária

 

 

A 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária – Brasil Rural Contemporâneo começa nesta quarta-feira (21/11), na Marina da Glória, com a expectativa de atrair 150 mil visitantes, superando o recorde de 120 mil pessoas registrado em 2009, em outra edição também realizada no Rio.

A ênfase, este ano, será a realização de negócios, segundo informou à Agência Brasil o coordenador-geral do evento, Arnoldo de Campos, diretor do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Será a terceira edição da Brasil Rural Contemporâneo a ocorrer no Rio de Janeiro. As outras cinco foram feitas em Brasília. O evento termina no dia 25 de novembro.

“Serão 654 expositores de todos os estados do Brasil, que vão trazer vários tipos de produtos, como alimentos, bebidas, artesanato e cosméticos”, explicou. Quarenta por cento dos expositores são produtores orgânicos ou agroecológicos com certificação.

Em conjunto com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o ministério está criando pela primeira vez um espaço específico na Brasil Rural Contemporâneo para receber o setor privado, chamado Talentos do Brasil Rural. “Nesse espaço, a gente vai receber empresas, entidades empresariais. Estamos mobilizando o setor supermercadista e o setor hoteleiro para fechar negócios”.

O MDA pretende atrair os segmentos de bares e restaurantes e empreendimentos da alta gastronomia para que conheçam os produtos diversificados das várias regiões brasileiras que serão apresentados. “Hoje está muito forte esse movimento em torno da culinária brasileira, com ingredientes sustentáveis, regionais, típicos. Isso tudo vai estar presente lá”, lembrou Campos.

Segundo enfatizou o coordenador, a feira visava, especialmente, apresentar a agricultura familiar para o público. “Agora, a gente está trabalhando para que ela também seja uma feira de negócios, aproximando oferta e demanda, encurtando as cadeias produtivas. A gente está sentindo diversos setores demandando esse tipo de produtos, mas não têm o conhecimento de onde está essa oferta”, explicou.

A Brasil Rural Contemporâneo pretende superar o volume de negócios de R$ 9 milhões da sua última edição no Rio, em 2009, alcançando agora R$ 15 milhões. A ideia é tornar a feira cada vez mais itinerante. Arnoldo de Campos adiantou, inclusive, que, no ano que vem, há grande chance de ela ser organizada em São Paulo, aproveitando o fato de a capital paulista ser o maior mercado consumidor do país.

Outra possibilidade em análise é promover o evento em cada cidade que sediará os jogos da Copa do Mundo de Futebol. “Em 2014, a gente está pensando em uma estratégia de fazer feiras menores, mas simultaneamente em mais cidades”. O assunto já começou a ser debatido com a Federação Internacional de Futebol (Fifa).

“Nós vamos lançar na feira uma campanha de consumo sustentável, valorizando produtos orgânicos brasileiros, da agricultura familiar, do comércio justo”. Para Campos, esse será um atrativo a mais para o público que visitará as cidades durante os jogos.

Fonte Agência Brasil

Duas pessoas morreram na queda de um helicóptero no Rio

 Duas pessoas morreram na queda de um helicóptero na manhã de hoje (21) na Serra da Grota Funda, em Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, a aeronave foi encontrada totalmente destruída pouco depois das 9h30. Bombeiros e peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli estão no local.

O helicóptero pertence à Escola de Aviação Rio22, com sede na Barra da Tijuca, também na zona oeste da cidade, e decolou do Aeroporto de Jacarepaguá às 8h para um voo de instrução. Os mortos são o instrutor e o aluno, segundo a assessoria da empresa Rio22.

Fonte Agência Brasil

Meta de redução de emissão de gases de efeito estufa para 2020 não será cumprida

 

 

Ainda que todos os países do mundo decidam agora ser mais ambiciosos nas metas voluntárias e obrigatórias de redução de emissões de gases de efeito estufa, não será mais possível atingir o compromisso firmado em 2010, de evitar que a temperatura no mundo suba mais que 2 graus Celsius (°C) até 2020.

A terceira edição do Relatório sobre Emissões de Gases de Efeito Estufa, divulgada hoje (21), pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), mostrou, em um novo cálculo, que a concentração de gases do aquecimento global pode ficar até 14% acima do nível definido como meta para 2020. Segundo o estudo, em vez de diminuir, a presença de gases como o dióxido de carbono está aumentando em torno de 20% na atmosfera, desde o ano 2000.

De acordo com o levantamento, a distância entre a atual situação, o que os pesquisadores projetam como cenário para 2020 e o que os cientistas consideram como índices ideais, é cada vez maior.

Há dois anos, representantes de mais de 190 países se comprometeram, na África do Sul, com ações para conter o aumento da temperatura no mundo. Ao reconhecerem a necessidade de mudanças globais para minimizar problemas decorrentes das mudanças climáticas – como grandes enchentes e secas extremas, as economias concordaram em definir metas até 2015, que deverão ser colocadas em prática por todos os países signatários a partir de 2020.

Esse conjunto de metas foi chamado de Plataforma Durban e deve substituir o Protocolo de Quioto em oito anos. O acordo global, porém, segue ainda na teoria, sob ameaça de resistência ou dificuldade de países como Estados Unidos e China em modificar padrões como o da queima de combustíveis fósseis (responsável por mais de 60% das emissões dos países mais desenvolvidos). Além disso,  muitas economias europeias ainda travam a definição de questões complexas, como a transferência de tecnologia e financiamento para que países mais pobres e em desenvolvimento consigam acompanhar as mudanças globais.

Diante dos alertas pessimistas, negociadores de mais de 190 países que participarão da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Doha, no Catar, a partir da próxima semana, sabem que as pressões por mudanças vão continuar e vão recair tanto sobre os setores produtivos quanto sobre os governos, para a implantação de medidas de controle das emissões.

Inundação de cidades costeiras, agravamento de seca em algumas regiões do mundo e de ondas de calor são cenários prováveis, caso os países não cumpram as promessas que têm firmado de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Estudo encomendado pelo Banco Mundial revelou que se as economias do mundo não adotarem posturas mais ambiciosas em relação ao clima e ao meio ambiente, a temperatura pode registrar até 4 graus Celsius (ºC) a mais no fim deste século.

De acordo com a pesquisa, todas as regiões do mundo sofreriam, mas as nações mais pobres seriam as mais afetadas pelos riscos à produção de alimentos, que podem elevar as taxas de subnutrição e desnutrição, ao agravamento da escassez de água e à maior ocorrência de fenômenos como ciclones tropicais e perda irreversível da biodiversidade.

Algumas cidades de Moçambique, Madagascar, do México, da Venezuela, Índia, de Bangladesh, da Indonésia, das Filipinas e do Vietnã estariam mais vulneráveis  à elevação do nível do mar em 0,5 metro (m) a 1m até 2100. O estudo destaca que as regiões mais vulneráveis estão nos trópicos, em regiões subtropicais e em direção aos polos, onde múltiplos impactos podem ocorrer simultaneamente.

Mesmo diante do alerta, os representantes do Banco Mundial destacaram que ainda é possível manter a elevação da temperatura no mundo abaixo dos 2ºC, meta assumida por autoridades de quase 200 países que estiveram reunidos na Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas, em 2010.

A possibilidade de evitar 4°C a mais na temperatura mundial, segundo o estudo, dependeria de uma ação política sustentada da comunidade internacional. Ainda assim, a pesquisa indica que alguns danos e riscos ao meio ambiente e às populações não poderiam ser mais evitados.

Pesquisadores da instituição apontam o uso mais eficiente e mais inteligente da energia e dos recursos naturais como uma das medidas de redução do impacto do clima sobre o desenvolvimento, sem que isso represente  ameaça ao ritmo de redução da pobreza no mundo e ao crescimento econômico das nações.

Fonte Agência Brasil

Novas políticas contra drogas é assunto de discussão da Polícia Militar

Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado do Rio, a Polícia Militar realizará nesta quarta-feira (21/11), a partir de 8h30, na Escola Superior de Polícia Militar (ESPM), o seminário Saúde e Política de Drogas – Desafios e Perspectivas da Ação Policial. O encontro faz parte do programa educacional Diálogos com a Academia e tem como principal objetivo abordar e discutir o tema das drogas na sociedade e traçar novas estratégias para o combate.

Pela Polícia Militar, participam do seminário o chefe do Estado-Maior Administrativo, coronel Robson Rodrigues da Silva, o comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais, tenente-coronel René Alonso, o diretor do Hospital da Polícia Militar, coronel Sérgio Sardinha, o comandante da Academia Dom João VI (onde se formam os oficiais da corporação), coronel Íbis Silva Pereira e a major Patrícia Monteiro Ribeiro Barbosa, coordenadora do Programa Educacional de Resistência às Drogas.

Pela sociedade civil, participam o coronel Ubiratan Angelo, coordenador de Segurança Humana do Viva Rio, o antropólogo Rubem Cesar Fernandes, secretário-executivo da mesma entidade, e Pedro Abramovay, professor de Direito da Fundação Getúlio Vargas.

Na abertura do evento, será apresentada uma nova campanha antidrogas e a proposta para alteração da lei. Os participantes vão debater e apresentar os seguintes temas: Estratégias de Redução de Danos, Conceito e Práticas na Saúde, os desafios de formar policiais no trato com usuários as drogas; A Guerra do Tráfico no Rio de Janeiro; UPP: Prática Eficaz de Redução de Danos; A Questão das Drogas – Perspectivas da PMERJ; e Atuação policial em face do usuário de drogas ilícitas.

Após a exposição dos palestrantes serão montados grupos de trabalho que irão debater as ideias ali abordadas. E ao final do seminário será montado um documento sintetizando as soluções sugeridas pelos participantes.

O auditório da Escola Superior de Polícia Militar fica na Avenida Feliciano Sodré 215/325, Centro, Niterói.

Vendas de Títulos do Tesouro Direto crescem 14,3% em outubro na comparação com setembro

As vendas de Títulos do Tesouro Direto em outubro deste ano cresceram 14,3%, na comparação com setembro, e registram aumento acumulado de 20,2% nos últimos 12 meses. No total, o governo federal lucrou R$ 251,6 milhões no período.

No mês passado, 4.135 novos participantes se cadastraram no programa do governo que permite a compra de títulos por pessoas físicas pela internet, o que totaliza 321.667 investidores cadastrados. O estoque total do Tesouro Direto, que representa os títulos públicos em poder dos investidores está em R$ 9,2 bilhões. Houve incremento de 2,7% sobre o mês anterior e de 32,8% sobre outubro de 2011.

As vendas concentraram-se nos títulos indexados à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), NTN-B e NTN-B Principal, que representaram 77,3% do total comercializado. Os títulos prefixados (LTN e NTN-F) ficaram em segundo lugar, com participação de 17,5%. Por fim, os títulos LTF, indexadados à Selic, taxa básica de juros da economia, foram responsáveis por apenas 5,2% das vendas do mês.

As vendas no valor de até R$ 5 mil responderam por 63,3% do volume aplicado no mês, o que leva o Tesouro a avaliar que o programa está sendo bem-sucedido junto a pequenos investidores. O valor médio por operação em outubro ficou em R$ 13.264. As vendas de títulos com prazo entre um e cinco anos representaram 29,4% do total e os títulos com prazo acima de cinco anos corresponderam a 70,6% do total, maior valor desde o início da série.

Fonte Agência Brasil

Infecções por HIV caem mais de 50% em 25 países

   

 As novas infecções por HIV caíram mais de 50% em 25 países de média e baixa renda, a maioria deles no Continente Africano. Os dados foram divulgados hoje (20) pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).

De acordo com o relatório, alguns dos países com as maiores taxas de prevalência de HIV no mundo vêm registrando quedas consideradas significativas nos índices de novas infecções desde 2001, como Malawi (-73%), Botsuana (-71%), Namíbia (68%), Zâmbia (-58%), Zimbábue (-50%), África do Sul e Suazilândia (-41%).

No caso específico da África Subsaariana, a região conseguiu reduzir em um terço as mortes provocadas pela aids nos últimos seis anos, além de aumentar em 59% o acesso aos antirretrovirais apenas nos últimos dois anos.

Já a África do Sul ampliou em 75% o acesso ao tratamento em dois anos, garantindo medicação para mais de 1,7 milhão de pessoas. As novas infecções no país caíram em mais de 50 mil no mesmo período.

Os dados gerais mostram que o número infectados no mundo com acesso ao tratamento aumentou em 63% nos últimos 24 meses, enquanto as mortes decorrentes da doença no mundo caíram mais de 25% entre 2005 e 2011.

Ao todo, foram registradas 500 mil mortes a menos em 2011 do que em 2005, sendo que as maiores quedas ocorreram em países como África do Sul (-100 mil), Zimbábue (-90 mil), Kênia (-71 mil) e Etiópia (-48 mil).

A queda nas infecções por HIV em crianças também chama a atenção, considerando-se que mais da metade da redução de novas infecções registrada nos últimos dois anos foi entre recém-nascidos. Em seis países, o número de crianças infectadas caiu pelo menos 40% entre 2009 e 2011. São eles:  Burundi, Quênia, Namíbia, África do Sul, Togo e Zâmbia.

Também foi observada uma redução de 13% no número de mortes por tuberculose relacionadas à infecção pelo HIV. Entretanto, o Unaids ressaltou que é preciso fazer mais para diminuição considerável desse tipo de morte.

O levantamento aponta que os países estão assumindo maior responsabilidade em investimentos contra a epidemia. Mais de 81 países aumentaram as verbas de combate à aids em 50% entre 2001 e 2011.

A data ecolhida para a divulgação dos resultados, de acordo com o Unaids, marca mil dias antes do vencimento do prazo para o cumprimento das metas fixadas para a redução da epidemia de aids no mundo até 2015.

A estimativa do órgão é que 6,8 milhões de pacientes infectados não têm acesso ao tratamento e que 4 milhões de casais sorodiscordantes (quando um dos parceiros vive com HIV) poderiam se beneficiar do tratamento caso o acesso fosse ampliado.

Dos 34 milhões de pessoas que vivem com HIV atualmente, cerca de metade não sabe que têm o vírus e, portanto, não faz uso de antirretrovirais. 

Fonte Agência Brasil

Copa do Mundo no Rio de Janeiro será feita através de produtos orgânicos e sustentáveis

Foi discutido nesta segunda feira (19/11) no Seminário Brasil Orgânico e Sustentável – Rio de Janeiro – Impactos da Política Nacional de Agroecologia. O presidente da Associação Brasil Orgânico e Sustentável (Abrasos), Alexandre Borges, disse que fazer com que a Copa de 2014 seja a primeira a ter esse viés será um desafio para o setor.Um dos legados que a Copa do Mundo de 2014 quer deixar para o estado do Rio é a estruturação da cadeia produtiva de orgânicos, desde o produtor da matéria-prima, passando pela agroindústria e mercados varejistas, chegando à conscientização dos consumidores sobre os benefícios dos produtos sustentáveis e sem agrotóxicos.

“Todo mundo fala que [o alimento] orgânico é legal, é saudável, mas falta organizar a cadeia produtiva. Nosso problema é estrutural. Temos produtores desistindo e voltando para a prática convencional. Os empreendedores já sofreram muito e perderam dinheiro por causa dos produtores, que são a ponta da cadeia. Também estamos nos reunindo com varejistas, redes regionais, hotéis, para conseguir escoar a produção”, declarou.

Borges adiantou que será lançada quarta-feira (21/11) a campanha Brasil Orgânico e Sustentável 2014, durante a 8ª Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que ocorre até domingo (25/11) na Marina da Glória. De acordo com ele, a campanha vai gerar oportunidades para o crescimento do setor.

“Estamos na fase de articulação, vendo com os ministros se será uma campanha oficial do governo. De prático vamos ter um site e rodadas de negócios que vão tentar unir as pontas, fazer o casamento entre o produtor, a pequena empresa, os restaurante, hotéis, o varejo. A gente vai ganhar visibilidade com a campanha que vai na mídia, vai ter um selo, que será usado por quem cumprir alguns critérios, que ainda serão discutidos”.

O presidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro (Pesagro-Rio), Silvio Galvão, compõe o núcleo temático do projeto Brasil Orgânico e Sustentável 2014. Para ele, o Rio tem a responsabilidade de receber bem os turistas que virão para a Copa, mas também de deixar como grande legado o consumo orgânico sustentável e a geração de renda para o produtor.

“O Rio de Janeiro tem como desafio conseguir trazer todos os produtores de forma organizada para participar desse movimento. E, para isso, nós estamos precisando de mais assistência técnica, mais oportunidade de transferência de tecnologia para os produtores rurais”, declarou.

Segundo Galvão, “existem nas prateleiras de diversas empresas de pesquisa agropecuárias dos estados, reunidos por meio do Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) e da própria Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), toda uma metodologia, uma tecnologia pronta para você controlar a questão do manejo, de capim, de pragas, irrigação, buscando sempre o máximo de produtividade e de produção”, completou.

Apesar da proximidade com os grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações em 2013, ele garante que o estado está preparado para o desafio de incentivar a produção e o consumo de orgânicos.

“A Copa do Mundo, ela é um pretexto. O Rio de Janeiro já tem um trabalho, que merecia estar mais desenvolvido, mas por diferentes razões não está. E a gente está usando a Copa do Mundo para acelerar todo um conjunto de politicas públicas para que dê efetivo resultado positivo para o produtor rural. Não adianta resultado político, o produtor tem que ganhar com isso. 2014 é um desafio, mas nós já temos produtos que podem mostrar todo o nosso potencial”.

De acordo com Galvão, já existem no estado cerca de 300 produtores certificados dentro do processo de comércio justo, agricultura orgânica e certificação de origem, além de mil da agricultura familiar, que já podem participar das rodadas de negócio da Copa das Confederações.

Do lado do consumo final, o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) informou que existe a demanda por produtos orgânicos e que está criando a primeira diretoria de sustentabilidade no país, dentro dos sindicatos patronais. Em um levantamento rápido, o SindRio identificou pelo menos 30 estabelecimentos que trabalham com orgânico e têm esse viés para atrair clientes.

Fonte: Agencia Brasil

Termos nutricionais dos rótulos de alimentos serão alterados para seguir as regras da Anvisa

 A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – mudou as regras para o uso de termos, como light, baixo, rico e não contém, nos rótulos de alimentos. Chamados tecnicamente de alegações nutricionais, tratam-se de informações para descrever o nível (absoluto ou relativo) de determinados nutrientes ou o valor energético dos alimentos.

A palavra light, por exemplo, só poderá ser utilizada se o produto tiver algum nutriente com valor reduzido em relação à versão convencional (alimento de referência). O termo era permitido tanto em alimentos com redução de algum nutriente quanto naqueles com baixo teor de algum nutriente, sem comparar com os produtos de referência. Segundo a Anvisa, os consumidores e profissionais de saúde encontravam dificuldades em reconhecer as diferenças entre os produtos com a indicação light.

Em relação aos termos fonte de proteína e alto teor de proteínas, foram estipulados critérios para quantidade e qualidade mínimas. De acordo com a agência reguladora, a ideia é coibir o uso das informações de forma enganosa, por exemplo, em alimentos com quantidade de proteínas incompletas ou de baixa qualidade.

A nova resolução da Anvisa, a RDC 54/2012, alterou também a base de cálculo para o uso dessas informações. Atualmente, a base é 100g ou ml do alimento para fazer o cálculo. Com a mudança, o cálculo deverá ser feito a partir de uma porção do alimento. Segundo a agência reguladora, a nova base de cálculo impede confusão na hora de comparar produtos, além de facilitar ao consumidor saber a quantidade exata de ingestão de determinado nutriente.

As empresas têm até o dia 1º de janeiro de 2014 para adequar os rótulos. Os fabricantes não são obrigados a divulgar as alegações nutricionais. Os produtos fabricados no período de adaptação poderão ser comercializados até o fim de seu prazo de validade. Com a nova resolução, o Brasil passa a ter os mesmos regulamentos técnicos de rotulagem nutricional do Mercosul, o que facilita a livre circulação dos alimentos entre os países do bloco.

As novas normas também valem para as informações desse tipo veiculadas em anúncios nos meios de comunicação.

Fonte: Agencia Brasil

Caiu para 19% o número de mortes nesse feriado de Proclamação da República nas rodovias federais

  Foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal, a queda de 19% no número de mortes em acidentes nas rodovias federais durante o feriado da Proclamação da República. Ao todo, foram 110 mortes entre os dias 14 e 18 de novembro, contra 135 no mesmo período do ano passado.

Minas Gerais foi o estado com a maior redução, passando de 23 para 15 mortes, equivalente a queda de 35%. A Bahia apresentou aumento de 44% no número de mortes, subindo de nove para 13 na comparação.

Os acidentes nas rodovias federais caíram 26% no feriado em relação ao mesmo período de 2011. No feriado deste ano, foram 2.310 acidentes, ante 3.124, em igual período do ano passado. O Rio de Janeiro foi o estado com a maior queda, com 47% menos acidentes (de 315 para 166). Já a Bahia registrou a menor queda, apenas 3% (de 126 para 122 acidentes).

Em relação aos feridos, a redução foi 23% no país, caindo de 1.766, no feriado em 2011, para 1.367, no mesmo período deste ano.

Durante a Operação Proclamação da República, a PRF fez 15.757 testes do bafômetro, com 661 autuações e 169 prisões. O principal foco da operação era combater motoristas embriagados ao volante.

Fonte: Agencia Brasil

No próximo dia 30/11, termina a vacinação contra febre aftosa

 Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado do Rio, a secretaria de Agricultura e Pecuária alerta os pecuaristas fluminenses que termina no próximo dia 30 (sexta-feira), o prazo para a vacinação do rebanho bovídeo contra a Febre Aftosa. De acordo com a mudança na estratégia de imunização adotada pelo estado, nesta segunda etapa anual, que acontece em Novembro, deverão ser vacinados todos os bovinos e bubalinos (búfalos) com até 24 meses de idade.

Apesar de parcial, após a vacinação continua sendo obrigatória a apresentação da Declaração de Vacinação em um dos Núcleos de Defesa Agropecuária ou Postos Municipais no Estado, informa o superintende de Defesa Agropecuária da secretaria estadual de Agricultura, Paulo Henrique Moraes. Neste documento deverão constar todos os bovídeos da propriedade – tanto os imunizados na etapa Novembro quanto os dispensados.
– A estimativa é que sejam vacinados quase 860 mil animais, que se encontram nesta faixa etária, do total de 2,13 milhões de cabeças do rebanho estadual – acrescentou.

O Estado do Rio de Janeiro está há 15 anos sem o registro da doença em seu rebanho. A medida autorizada pelo Ministério da Agricultura atende à reivindicação dos pecuaristas fluminenses e foi possível graças aos índices de imunização do rebanho superiores a 90%, alcançados há várias campanhas e que mantém a segurança sanitária contra a doença no estado.
Vale lembrar que na primeira etapa da vacinação que acontecerá no mês de Maio, o produtor deverá imunizar novamente todos os animais, em qualquer idade.

Informações retiradas do site do Governo do Estado do Rio de Janeiro