Enem 2021 abre inscrição para provas impressa e digital

As inscrições para a edição deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam nesta quarta-feira (30). Não há um horário definido para a abertura. Os candidatos devem se registrar na página do participante até as 23h59 do dia 14 de julho.

Para quem não conseguiu a isenção, a taxa será de R$ 85. Mesmo quem obteve o benefício precisa fazer sua inscrição.

Desta vez, diferentemente da edição anterior do Enem, as versões impressa e digital serão aplicadas nas mesmas datas (21 e 28 de novembro) e terão perguntas iguais.
O Inep indica um passo a passo para realizar a sua inscrição. Veja a seguir:
1) Na página do participante, ler informações iniciais e clicar em “Inscrição”

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2) Numa caixa de diálogo que abre, selecionar a imagem da pergunta que é feita. Em seguida, serão solicitados o número do CPF e a data de nascimento do participante (iguais aos cadastrados na Receita Federal). Depois clique em “Iniciar a inscrição”

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3) Após a identificação do candidato, clique em “próximo” e depois preencha dados pessoais e endereço

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4) Em “atendimentos” será perguntado se o participante precisa de atendimento especializado

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5) Depois o participante terá que escolher a prova de língua estrangeira: inglês ou espanhol

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6) A próxima etapa é a situação do ensino médio do participante. O Inep confirmou que treineiros poderão fazer o Enem deste ano,  — Foto: Inepmas só a versão impressa.

 

7) O questionário socioeconômico tem 25 perguntas. A cada pergunta, basta selecionar uma das opções e clicar no botão “Próximo”.

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8) Na etapa seguinte é preciso informar os contatos para o Inep enviar ao participante informações relativas ao exame.

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9) O participante, então, deverá escolher se a modalidade da prova é impressa ou digital.

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10) A seguir, o participante informa estado e cidade.

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11) Depois o candidato precisa inserir a sua foto.

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12) Depois clique em “enviar inscrição”. O Inep lembra que, se o participante não solicitou a isenção da taxa de inscrição ou teve o pedido reprovado, é importante lembrar de pagar a GRU Cobrança para ter a inscrição confirmada.
Confira o cronograma

 — Foto: Inep

Inscrições: 30/6 a 14/7
Pagamento da inscrição: até 19/7
Pedido de atendimento especializado: 30/6 a 14/7
Pedido de tratamento pelo nome social: 19 a 23/7
Provas: 21 e 28/11

Enem digital com adaptações

O candidato deve escolher, na inscrição, se deseja fazer a versão impressa (tradicional) ou a informatizada.

Ao todo, serão 101.100 vagas no Enem digital. É importante lembrar que ele é aplicado nos locais de prova — não existe a opção de prestar o exame em casa.

Desta vez, a versão computadorizada terá adaptações para candidatos com deficiência: prova superampliada e com contraste (voltada para pessoas com baixa visão), e locais de aplicação com acessibilidade. Na edição anterior, apenas a versão impressa oferecia essas opções.

Disciplinas e horários

Como nos últimos anos, o Enem será aplicado em dois domingos.

21 de novembro

O candidato deverá fazer:

45 questões de linguagens;
45 questões de ciências humanas;
e redação.

28 de novembro

A prova tem meia hora a menos:

45 questões de matemática
e 45 questões de ciências da natureza.

Veja os horários de aplicação (no fuso de Brasília):

Abertura dos portões: 12h
Fechamento dos portões: 13h
Início das provas: 13h30
Término das provas no 1º dia: 19h
Término das provas no 2º dia: 18h30
Regras de prevenção à Covid-19

Mais uma vez, será obrigatório que os candidatos usem máscara durante a prova para reduzir o risco de contaminação por Covid-19.

No edital, também há a determinação para o uso de álcool em gel na higienização das mãos.

Não seguir os protocolos de prevenção leva à eliminação do estudante.

Anvisa alerta sobre adulteração de frasco da CoronaVac


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enviou às secretarias estaduais um alerta sobre a possibilidade de adulteração de frascos da vacina CoronaVac, usada na imunização contra a covid-19.

Desde maio, a Anvisa investiga um possível caso de falsificação ocorrido no Maranhão. De acordo com a apuração, um frasco vazio de vacina foi reaproveitado para introdução de um líquido desconhecido. Um lacre adulterado também foi utilizado.

Como medida de segurança, a agência recomendou que profissionais de saúde designados para aplicação de vacinas verifiquem se os frascos recebidos pelo Instituto Butantan estão intactos. Além disso, os frascos vazios devem ser inutilizados. Possíveis irregularidades encontradas deverão ser comunicadas por meio do Sistema de Notificações para a Vigilância Sanitária

Fonte Agência Brasil

STF vai relatar queixa-crime sobre compra da Covaxin

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi escolhida para relatar o pedido feito por três senadores de investigação envolvendo a compra da Covaxin, vacina da farmacêutica indiana Bharat Biotech. O sorteio foi feito de forma eletrônica pelo sistema da Corte.

A queixa-crime foi protocolada hoje (28) no STF pelos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jorge Kajuru (Podemos-GO) e Fabio Contarato (Rede-ES).

Segundo os parlamentares, em depoimento prestado à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, na semana passada, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda afirmou ter sofrido pressão incomum de seus superiores para finalizar a tramitação da compra do imunizante, além de ter conhecimento supostas irregularidades no processo.

Ao comentar o fato com o irmão, o deputado Luís Miranda (DEM-DF), o parlamentar teria procurado o presidente Jair Bolsonaro para relatar o caso. Para os senadores, é necessário investigar se o crime de prevaricação foi praticado.
Defesa das acusações

Na semana passada, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, já havia afirmado, antes mesmo do depoimento, que a Polícia Federal seria informada sobre o conteúdo das denúncias e que investigaria o caso.

Segundo o ministro, “não houve favorecimento a ninguém, e esta é uma prática desse governo, não favorecer ninguém. Segundo, não houve sobrepreço. Tem gente que não sabe fazer conta. Terceiro, não houve compra alguma. Não há um centavo de dinheiro público que tenha sido dispendido do caixa do Tesouro Nacional ou pelo Ministério da Saúde”.

Na ocasião, Onyx Lorenzoni afirmou que um dos documentos apresentados por Luis Ricardo Miranda seria falso.
Fonte Agência Brasil

CGU recuperou R$ 7,1 bi de fraudes no auxílio emergencial


O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, disse nesta segunda-feira (28), durante entrevista ao programa Sem Censura da TV Brasil, que o trabalho da CGU permitiu que a União economizasse R$ 7,1 bilhões em valores pagos indevidamente no auxílio emergencial. “Foi o valor que foi suspenso pelo Ministério da Cidadania. Essa é a nossa estimativa pelo número de beneficiários que foram suspensos pelo programa. Foi um trabalho bastante importante porque, além da gente cortar [as fraudes], a gente permite que quem realmente necessite receba o recurso”, disse o ministro.

Durante o programa, Wagner Rosário também falou, entre outros temas, sobre o trabalho da CGU, o combate à corrupção, acordos de leniência, a CPI da Covid e a divulgação de salários de aposentados e pensionistas pelo Portal da Transparência.

O ministro explicou que utilizou o cruzamento de base de dados para detectar fraudes no pagamento do auxílio emergencial. “Nós tínhamos basicamente três grandes grupos que estavam no auxílio emergencial, um era o pessoal do bolsa-família, o outro era o pessoal do Cadastro Único do governo, ou seja, estão vinculados a outros programas, mas não ao Bolsa Família, e também quem se cadastrou junto à Caixa Econômica Federal tendo a necessidade de recebimento deste recurso. Nós passamos a cruzar essas bases de dados com diversas outras bases”, explicou.

Rosário explicou que, no caso do auxílio emergencial, há tanto fraudes pontuais quanto fraudes de grandes grupos, como hackers que tentam simular CPFs e inseri-los para tentar que eles sejam aprovados nos crivos do governo. “Tem algumas [fraudes] que são mais difíceis de detectar, por exemplo, como eu vou saber se uma mãe cuida daquele filho sozinha ou não”, explicou. As mães chefes de família tem direito de receber o benefício em dobro.

O ministro também disse que o trabalho da CGU envolvendo a pandemia não aborda apenas o pagamento do auxílio emergencial. Ele citou que foram deflagradas, até agora, 60 operações em conjunto com a polícia federal envolvendo contratações em geral relacionadas a recursos destinados ao combate à covid-19. Entre as fraudas que foram detectadas estão, por exemplo, irregularidades envolvendo compra de respiradores e de equipamentos de proteção individual (EPIs).

Agência Brasil

Correios começam a transportar cargas pelo mar


A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), anunciaram o início de operações de transporte de cargas pelo mar, por meio da chamada “navegação de cabotagem”. Nesse meio de transporte são empregadas embarcações que fazem trajetos entre portos em diferentes locais do país.

O novo meio de transporte passou a ser usado de forma experimental em um projeto piloto. Foi levada uma carga de 430 toneladas de livros didáticos. A embarcação saiu do porto de Santos (SP) com a programação de deixar lotes nos portos de Salvador (BA), Suape (PE), Mucuripe (CE) e Manaus (AM)

Na avaliação da empresa, a modalidade marítima pode oferecer benefícios e vantagens, como a redução de custos operacionais, um menor índice de avarias, menos risco de roubos e outros delitos envolvendo a carga e menos dispêndio de energia.

Vale é condenada a indenizar trabalhador que sobreviveu a tragédia de Brumadinho


A mineradora Vale S.A e uma de empresa de engenharia foram condenadas a indenizar um trabalhador em R$ 351 mil. O trabalhador escapou do rompimento de rejeitos do Córrego de Feijão, em Brumadinho, em Minas Gerais.

O valor é referente ao dano moral sofrido pelo trabalhador por causa das repercussões psíquicas e pela lesão aguda na coluna decorrente do esforço feito na fuga no momento do acidente, além dos danos materiais relativos aos pertences perdidos na tragédia.

O trabalhador receberá também pensão mensal vitalícia, em valor correspondente a 50% da remuneração. A decisão foi dos julgadores da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais (TRT-MG), que mantiveram, por unanimidade, a condenação imposta pelo juízo da 37ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte, apenas aumentando o valor da indenização fixada em primeiro grau.

O trabalhador exercia a função de encarregado e alegou que, no momento do rompimento, estava fazendo a manutenção de um eletroduto, no terceiro piso do prédio de instalação de tratamento de minérios, que fica em frente à barragem. Ele contou que ouviu um barulho muito alto e que o prédio começou a tremer. Pela varanda, conseguiu ver uma onda gigante de lama engolindo tudo o que estava à frente.

Ele correu junto com seus companheiros, mas muitos ficaram com o corpo quase todo soterrado na lama, presos nas ferragens, e não conseguiram se salvar. Ele informou que a tensão vivida no momento da tragédia acarretou estresse pós-traumático, contra o qual ainda faz tratamento. Disse que, no momento da fuga, caiu e foi atingido em sua coluna por madeiras e peças, sendo diagnosticado, segundo ele, com uma série de problemas de saúde.

Uma perícia médica comprovou a incapacidade temporária do trabalhador, por três meses, por ter sofrido dor lombar aguda pelo esforço realizado na fuga. O laudo apontou ainda que o profissional “está com incapacidade permanente para qualquer função que possa ser equiparada à exercida em ambiente de mineração, em decorrência dos danos psíquicos sofridos”. A perícia indicou dano existencial, identificado principalmente por um impedimento na fruição de atividades como de lazer e esporte. Segundo o laudo, “a vítima teve modificada toda a sua rotina e o seu planejamento de vida”.

Em sua defesa, a Vale alegou que eventuais danos decorrentes devem ser analisados sob a ótica da legislação trabalhista e, de forma subsidiária, da legislação civil. Para a empresa, devem ser demonstrados o dano sofrido pelo autor, o ato omissivo ou comissivo das rés e o nexo de causalidade entre eles, o que, segundo a mineradora, não ocorreu. Já a outra empresa ré sustentou que o acidente ocorreu por culpa exclusiva da Vale e que não teria como aferir o risco do local de trabalho e que não estaria caracterizada sua responsabilidade objetiva.

No acórdão, o relator do caso, desembargador Emerson José Alves Lage, reconheceu a responsabilidade objetiva das empresas, pois, de fato, a atividade desenvolvida pela Vale gera uma situação de risco acentuado. “Pelo princípio do poluidor-pagador, responde objetivamente o empregador pela degradação do meio ambiente de trabalho, pois os custos oriundos dos danos provocados ao entorno ambiental ou a terceiros direta ou indiretamente expostos, como os trabalhadores, devem ser internalizados”, pontuou ele.

Segundo o julgador, ao celebrar um contrato de trabalho, o empregador obriga-se a dar ao seu empregado condições plenas de exercer bem as atividades. “Especialmente no que toca à segurança na prestação das atividades laborais, sob pena de se responsabilizar pelas lesões e prejuízos causados, com fundamento nos artigos 186 e 927 do Código Civil”.

Em seu voto c, o desembargador citou o documento “Análise de Risco de Rompimento da Barragem”, que, segundo ele, estampa a conduta culposa da Vale. O relatório, que foi produzido pela própria empresa, fez parte também da série de documentos anexados pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) na ação civil pública ajuizada contra a empresa e que embasaram os pedidos de indenização.

Na decisão, o magistrado citou o relatório produzido pela CPI instaurada no Senado Federal sobre o rompimento da barragem. Foram destacados tópicos do documento que detalham, de forma robusta, procedimentos técnicos relativos a B1 (licenciamento, monitoramento da estabilidade e plano de ação de emergência), comprovando falhas graves, omissões e também fraudes.

Para Lage, a empresa teve todas as chances de evitar o problema, o que incluía, segundo ele, a evacuação a tempo das pessoas que estavam na área de risco. “Dessa forma, o grau de culpabilidade da empresa é gigante, beirando o dolo eventual”.

O desembargador afirma que não há como mensurar o sofrimento do trabalhador “Mas, mesmo sendo desnecessária a prova do dano moral, foi produzido laudo psicológico demonstrando o transtorno psíquico decorrente do acidente, e ouvida testemunha, a pedido do autor da ação, que era um colega de trabalho que, segundo informado pelo juízo, chorou ao se reportar aos momentos vivenciados”. O relator majorou o total fixado na sentença de R$ 250 mil para R$ 350 mil.

Senadores apresentam no STF notícia-crime contra Bolsonaro

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Pandemia, apresentou nesta segunda-feira (28) notícia-crime contra o presidente da República, Jair Bolsonaro. O documento, dirigido ao Supremo Tribunal Federal (STF), pede que Bolsonaro seja denunciado pelo crime de prevaricação — impedir o funcionamento da administração para satisfazer interesse pessoal.

Segundo a Agência Senado, também assinam a peça os senadores Fabiano Contarato (Rede-ES) e Jorge Kajuru (Podemos-GO).

Na sexta-feira (25), em depoimento à CPI, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda informou que sofria pressões para aprovar a aquisição da vacina indiana Covaxin mesmo com irregularidades no processo. Seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), contou que levou o caso a Bolsonaro e disse que o presidente sabia do problema, mas não agiu.

A notícia-crime pede ao STF que intime a Procuradoria-Geral da República (PGR) a se manifestar sobre a possibilidade de uma denúncia contra Jair Bolsonaro pelo crime de prevaricação, previsto no artigo 319 do Código Penal. Também quer que o STF cobre de Bolsonaro que responda se teve conhecimento da denúncia dos irmãos Miranda e se tomou providências quanto a elas. Por fim, os senadores pedem que o tribunal exija da Polícia Federal que informe se houve abertura de inquérito sobre o caso Covaxin.

Os senadores argumentam que o presidente Jair Bolsonaro, como agente político “da maior envergadura”, tinha a obrigação “inafastável” de levar adiante as denúncias que recebeu do deputado Luis Miranda. Em vez disso, ressaltam, o que se viu foi “uma agilidade ainda maior” para formalizar a aquisição da vacina, mesmo em face dos erros identificados.

“Tudo indica que o presidente, efetiva e deliberadamente, optou por não investigar o suposto esquema de corrupção levado a seu conhecimento. A omissão ou se deu por envolvimento próprio, ou por necessidade de blindagem dos ‘amigos do rei’, numa nítida demonstração do patrimonialismo que ronda o atual governo federal”, afirmam os parlamentares no texto elaborado para a notícia-crime.

Randolfe, Contarato e Kajuru destacam, ainda, que a iniciativa é apenas o “embrião” das investigações da CPI sobre o caso, e que elas poderão render evidências de outros crimes, que serão levadas às autoridades judiciais.

Fonte Agência Brasil

Flávio Bolsonaro intermediou reunião no BNDES para empresário comprar Covaxin

O senador Flávio Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira, 25, conhecer o dono da Precisa Medicamentos, Francisco Emerson Maximiano, por meio de “amigos em comum” e que não tem relação comercial com o empresário. Mesmo assim, o filho do presidente Jair Bolsonaro confirmou ter levado Maximiano para uma reunião com o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, em 13 de outubro. O encontro, feito via videoconferência, foi revelado pelo site da revista Veja.

“Conheço o senhor Maximiano de amigos em comum aqui em Brasília, como conheço milhares de pessoas. Mas não tenho absolutamente nenhuma relação comercial, financeira, com o senhor Maximiano”, disse, em vídeo publicado nas redes sociais.
Segundo ele, a reunião tratou sobre um pedido de financiamento para outra empresa de Maximiano, a Xis Internet Fibra. Montezano, do BNDES, é amigo de Flávio.

“O que fiz, sim, foi pedir ao presidente do BNDES para que ouvisse a boa ideia trazida pelo senhor Maximiano para que o BNDES pudesse entender e, quem sabe, dar algum suporte para levar internet para o Norte e para o Nordeste”, disse.

A Precisa está no foco da CPI da Covid. A empresa é a representante no Brasil da Bharat Biotech, farmacêutica indiana contratada para fornecer a vacina Covaxin, contra a covid-19. O contrato é de R$ 1,6 bilhão. As 20 milhões de doses acertadas não foram entregues, e o dinheiro não foi desembolsado.

Maximiano e a Precisa estão sob investigação da CPI após o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda afirmar, em depoimento ao Ministério Público Federal, que sofreu “pressão atípica”, por parte de seus superiores, para agilizar a importação dos imunizantes. Em depoimento à comissão nesta sexta, Ricardo Miranda afirmou que também recebeu telefonema de Francisco Maximiano para tratar das vacinas.

Policial que matou George Floyd é condenado a 22 anos de prisão

Um juiz do estado norte-americano de Minnesota condenou o ex-policial Derek Chauvin a 22 anos e meio de prisão, nesta sexta-feira (25), pelo assassinato de George Floyd durante uma prisão em maio de 2020 em uma calçada da cidade, cujo vídeo desencadeou protestos pelo mundo.

O júri considerou Chauvin, de 45 anos de idade, culpado de assassinato, em 20 de abril, após um julgamento que foi amplamente visto como um divisor de águas na história do policiamento dos Estados Unidos.

Os promotores haviam pedido uma pena de prisão de 30 anos, enquanto a defesa solicitou liberdade condicional.

Vídeo de Chauvin, que é branco, ajoelhado no pescoço de Floyd, um homem negro de 46 anos de idade algemado, por mais de 9 minutos causou indignação em todo o mundo e o maior movimento de protesto visto nos Estados Unidos em décadas.

Pai de Eduardo Paes morre de covid-19

O advogado Valmar Souza Paes, pai do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), morreu na tarde desta sexta-feira, 25, aos 78 anos, vítima de complicações da covid-19. Ele estava internado desde abril em um hospital particular de Copacabana (zona sul do Rio).

A prefeitura emitiu uma nota oficial confirmando a morte. O pai do prefeito era baiano e estava casado havia 54 anos com Consuelo, que tem 76 anos. O casal tem três filhos e cinco netos.
Valmar havia sido vacinado contra a covid-19 em 5 de março. A mãe do prefeito, Consuelo, também foi imunizada, em 10 de março, e em abril contraiu a doença, mas se recuperou. Paes contraiu covid-19 duas vezes, em maio de 2020 e em abril deste ano, e também está recuperado.

Até esta sexta-feira, 28.337 moradores do município do Rio morreram de covid-19, e 363.968 contraíram a doença. Os dados são da secretaria estadual de Saúde.