Brasil chegou a 100 milhões de pessoas vacinadas contra a covid-19


O Brasil chegou a 100 milhões de pessoas imunizadas ao menos com a primeira dose da vacina contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 62% da população já recebeu ao menos uma dose. “Estamos cada vez mais próximos de chegar na nossa meta: até setembro, 100% dos adultos estarão vacinados com a primeira dose. E, até o final do ano, todos estarão imunizados”, afirmou o ministério, em nota à imprensa.

Ao mesmo tempo, o governo tem alertado a população sobre a importância da segunda dose. O ministério lançou no início de julho uma campanha para incentivar as pessoas que já tomaram a primeira dose a procurarem os postos de saúde para completar o esquema vacinal.

Nas redes sociais, o ministério ressalta a importância de se vacinar: “Quando chegar a sua vez, vacine já!!”

Rio de Janeiro tem queda de 27% no número de mortos por covid-19


O estado do Rio de Janeiro teve uma redução de 27% no número de óbitos provocados pela covid-19. As internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que atualmente é causada predominantemente pela covid-19, caíram 18% na comparação entre as semanas epidemiológicas 28 (de 11 a 17 de julho) com a 26 (27 de junho a 03 de julho) de 2021.

As taxas de ocupação de leitos para covid-19 no estado estão em patamares estáveis: 56% para leitos de UTI e 38% para leitos de enfermaria. Com os indicadores reduzidos, o estado segue, pela terceira semana consecutiva, com a classificação de bandeira amarela, ou seja, de baixo risco de contrair a doença.

Os dados são da 41ª. edição do Mapa de Risco da Covid-19, divulgado hoje (30) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES).

De acordo com o secretário estadual de Saúde, Alexandre Chieppe, “apesar de um bom resultado neste levantamento técnico, é importante que todos mantenham os cuidados já conhecidos, como distanciamento social, uso de máscara e de álcool gel. Com o avanço da vacinação, conseguiremos minimizar os impactos causados pela covid”, analisou.

Segundo o mapa, das nove regiões do estado, sete estão em bandeira amarela. Apenas a Metropolitana I e a Noroeste permanecem com bandeira laranja (risco moderado de transmissão). As demais — Médio Paraíba, Serrana, Baixada Litorânea, Norte, Centro-Sul, Baía da Ilha Grande e Metropolitana II — estão com bandeira amarela.

Cada bandeira representa um nível de risco e um conjunto de recomendações de isolamento social, que variam entre as cores roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

A secretaria informou ainda que “os resultados apurados para os indicadores apresentados devem auxiliar na tomada de decisão, além de informar a necessidade de adoção de medidas restritivas, conforme o nível de risco de cada região”.

Em seis meses de vacinação, o estado do Rio ultrapassou a marca de 10 milhões de doses aplicadas contra a covid-19. Mais de 50% da população adulta do estado recebeu a primeira dose contra o novo coronavírus e pouco mais de 20% receberam a segunda dose ou a dose única.

Fonte Agência Brasil

Princípio de incêndio paralisa o Metrô do Rio

Um princípio de incêndio no sistema de cabos paralisou totalmente o sistema de Metrô do Rio no fim da tarde desta sexta-feira (30). O problema foi entre as estações Central do Brasil e Presidente Vargas, afetando as linhas 1, 2 e 4.

A empresa MetrôRio informou que “houve um problema no sistema de energia das linhas 1 e 4. Por conta disso, a circulação de trens está interrompida em todas as linhas para a atuação dos técnicos de manutenção da concessionária. A orientação é que os clientes utilizem outros meios de transporte. Ainda não há previsão de restabelecimento”.

Pelas redes sociais, passageiros relataram que ficaram parados dentro dos vagões por mais de uma hora, sem poder sair. O serviço transporta cerca 400 mil pessoas por dia. Às 19h10, a empresa informou que o incêndio no sistema elétrico já havia sido controlado.

Fonte Agência Brasil

Polícia cumpre mandado de prisão contra ex-vereador Cristiano Girão

Uma operação realizada nesta sexta-feira (30) resultou na prisão do ex-vereador carioca Cristiano Girão e no cumprimento de mandado de prisão contra o ex-PM Ronnie Lessa, que já está preso, acusado pelas mortes da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A prisão de Girão foi executada pela Polícia Civil, em São Paulo, onde ele estava morando.

Ex-vereador carioca tinha um mandado de prisão preventiva em aberto por duplo homicídio qualificado. Já o ex-PM Lessa é apontado pelas investigações como executor do crime. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP/RJ), por meio da força-tarefa criada para investigar o caso Marielle, Girão e Lessa, foram denunciados pelas mortes de André Henrique da Silva Souza, conhecido pelo apelido de Zóio, e Juliana Sales de Oliveira, em 14 de junho de 2014, na Gardênia Azul.

De acordo com polícia, a motivação do duplo homicídio seria uma disputa territorial entre grupos de milicianos comandados por Girão contra a facção criminosa liderada por uma das vítimas, que tentava dominar a região da Gardênia Azul, na zona oeste, após a prisão do ex-vereador, que buscou retomar o domínio financeiro da organização sobre a comunidade e contratou Lessa, mediante pagamento, para a execução do crime.
Monitoramento

A operação aconteceu após trabalho de inteligência, monitoramento e vigilância de Girão, que foi localizado e preso no bairro Pari, área central da cidade de São Paulo, onde residia atualmente. A ação foi realizada pela equipe da Delegacia de Homicídios da Capital, com apoio da Polícia Civil paulista. Girão foi surpreendido em seu carro, após ter saído, ainda na madrugada, da loja onde dormia para evitar sua localização. Segundo as investigações, ele passou a adotar tal rotina depois da veiculação de notícia que apontava um pedido de prisão contra ele.

Ex-verador carioca ficou preso de 2009 a 2017, por envolvimento em milícia que controla a comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá. O advogado Zoser Plata Bondim Hardman de Araújo, que defende Girão, manifestou estranheza a prisão ter sido decretada por um fato ocorrido há sete anos. Ele adiantou que irá impetrar habeas corpus para que seu cliente possa responder ao processo em liberdade.

Fonte Agência Brasil

Acusado por desaparecimento de meninos em Belford Roxo jogou sacos em rio a pedido de traficantes


O homem apontado pelo próprio irmão como um dos envolvidos no desaparecimento dos três meninos em Belford Roxo negou a participação no crime, mas admitiu ter jogado sacos entregues por traficantes embaixo de uma ponte. Ele foi ouvido na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e o delegado Uriel Alcântara pediu sua prisão, que foi negada pela Justiça.
Na quarta, um homem se apresentou no 39º BPM (Belford Roxo) e acusou o próprio irmão de ser um dos responsáveis pelo desaparecimento dos meninos Lucas Matheus, Alexandre Silva e Fernando Henrique, em dezembro do ano passado. Na declaração, dada na Agência de Inteligência do Batalhão, o depoente afirmou que o irmão é um traficante e teria atuado como o motorista do carro que transportou os corpos. Os dois foram ouvidos pela DHBF, e o suposto envolvido negou a participação.
Segundo a versão do homem, os meninos teriam sido espancados e mortos dentro de um condomínio na comunidade do Castelar, e os corpos levados em um carro para  o bairro do Amapá, deixados em um local chamado Ponte de Ferro 38, próximo de um rio que corta Belford Roxo. Buscas foram feitas no fim da tarde de quarta-feira.
Apesar dos depoimentos, ainda não há informações sobre quando a polícia fará buscas para tentar encontrar os corpos dos garotos desaparecidos e confirmar se realmente foram ou não assassinados. Nesta quinta-feira, um parente dos meninos disse ainda não ter sido procurado pela polícia e que nada sabia sobre a denúncia feita nesta quarta-feira.
Morte teria sido a mando de traficantes
De acordo com o resumo do setor de inteligência do batalhão, o motivo da tortura foi o furto de “uma gaiola de passarinho”. Os meninos teriam sido espancados e mortos por ordem do traficante José Carlos dos Prazeres Silva, conhecido como Piranha ou Cem, no interior do condomínio Amarelo, que fica dentro da comunidade do Castelar, em Belford Roxo.
Piranha se encontra na situação de Evadido do Sistema Penitenciário desde maio de 2017, quando saiu no benefício do Indulto dos Dias das Mães, do Casa do Albergado Crispim Ventino. Ele é da facção Comando Vermelho e oriundo da Vila Cruzeiro.

Maioria das vítimas de tráfico de pessoas é negra

Dados do Relatório Nacional sobre Tráfico de Pessoas mostram que 72% das vítimas desse tipo de crime no Brasil é negra. A taxa leva em consideração as pessoas atendidas nos Núcleos de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e em postos do Ministério da Saúde.

O relatório, que abrange o período entre 2017 e 2020, foi apresentado nesta quinta-feira (29), véspera do Dia Mundial e Nacional de Combate ao Tráfico de Pessoas, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. O material foi elaborado em parceria com o Escritório das Nações Unidas para Drogas e Crime (Unodc).

Em sua terceira edição, esta é a primeira vez que o relatório traz o recorte por raça. De acordo com o levantamento, entre as possíveis vítimas de tráfico de pessoas que foram atendidas exclusivamente no sistema de saúde, 37,2% são crianças.

Segundo o estudo, de 2017 a 2020 foram catalogadas 1.811 vítimas com idade entre 18 e 59 anos pelos centros de referência especializados de assistência social (Creas). No sistema de saúde, foram contabilizadas 615 vítimas potenciais.

Já pelo Disque 180 foram recebidas 388 denúncias no período, 61% das quais relacionadas à exploração sexual. No Disque 100, entre 2017 e 2019 foram contabilizadas denúncias referentes a 79 vítimas, entre as quais, 45 para fins de exploração sexual, 21 relacionadas ao trabalho em condições análogas à escravidão, 11 por adoção ilegal e duas para remoção de órgãos.

O Ministério Público do Trabalho (MPT), por sua vez, contabilizou 15.857 aliciamentos entre 2017 e 2020, a maioria (14,80%) no estado de São Paulo, seguido por Minas Gerais (14,52%).

Em nota, o Ministério da Justiça e Segurança Pública disse, contudo, que ainda é necessário combater a subnotificação de casos, “consequência do receio ou vergonha das possíveis vítimas em denunciar os casos de tráfico de pessoas”.

“Estamos trabalhando em parceria com os estados, instituições públicas e a sociedade civil para esclarecer aos cidadãos os possíveis riscos que possam torná-los vítimas do tráfico humano, sejam promessas de trabalho fáceis e lucrativas ou a entrega de passaportes e demais documentos a terceiros que possam retê-los em outros países”, disse o secretário nacional de Justiça, Cláudio de Castro Panoeiro, segundo o texto divulgado pela pasta.
Acordos

Nesta quinta, o Ministério da Justiça firmou dois acordos de cooperação técnica para combater o tráfico de pessoas. Um deles, em parceira o Ministério da Cidadania, prevê a capacitação sobre o atendimento a potenciais vítimas desse tipo de crime.

Os cursos serão destinados a profissionais do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), que engloba os Creas e os centros de referência de assistência social (CRAS).

Uma segunda iniciativa, junto ao Ministério da Saúde, prevê a capacitação de gestores e servidores, bem como a elaboração de pesquisas sobre a situação de saúde das vítimas, e campanhas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), voltadas para a sensibilização sobre o tráfico de pessoas.

Fonte Agência Brasil

Museu da Língua Portuguesa em São Paulo será reaberto ao público

O Museu da Língua Portuguesa será reaberto ao público a partir do próximo domingo (1º). No sábado (31), será feita uma cerimônia de abertura com autoridades de países falantes da língua portuguesa e ex-presidentes do Brasil. O museu que fica na Estação da Luz, um edifício do final do século 19 centro de São Paulo, foi destruído por um incêndio em dezembro de 2015. Hoje (29), as obras de reconstrução foram entregues.

Foram investidos cerca de R$ 85 milhões nas obras de reconstrução de diversos apoiadores privados e do governo do estado de São Paulo e do governo federal, pela Lei Rouanet. As obras começaram em 2017 e foram acompanhadas pelos órgãos federais, estaduais e municipais de proteção do patrimônio histórico e artístico.


Novos espaços

A reconstrução trouxe novos espaços ao projeto original, assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha (1928-2021). Entre as novas intervenções está um terraço com vista para o Jardim da Luz e para a torre do relógio, símbolo da estação. Também foi criado um centro de referência de estudos da língua portuguesa, para receber fóruns e permitir a aproximação de pesquisadores.

O museu manteve o conceito de exposições imersivas e interativas, com conteúdo desenvolvido com a colaboração de linguistas, estudiosos e artistas do Brasil e outros países lusófonos. Entre os nomes de destaque estão o músico José Miguel Wisnik, os escritores José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Marcelino Freire e Antônio Risério, a slammer Roberta Estrela D’Alva e o documentarista Carlos Nader.

Protocolos de segurança

A reabertura acontece dentro dos protocolos de segurança para evitar a disseminação da covid-19, com a necessidade de agendamento prévio das visitas e restrição de público. As pessoas também vão receber uma caneta especial para poderem interagir com os vídeos e jogos com tecnologia touch screen.

A instituição também tem como foco além da missão educativa, segundo a diretora-executiva, Renata Motta, o diálogo com a vizinhança. “A gente tem todo um restauro muito bonito desse edifício, com a ativação de novos espaços com ocupação de serviços de café e loja e também um saguão com uma programação cultural que faz o diálogo com esses diferentes públicos do entorno”, destacou.

Serviço

O Museu da Língua Portuguesa fica aberto de terça-feira a domingo, das 9h às 18h. A entrada é gratuita aos sábados. Nos demais dias, os valores são de R$ 20 e R$ 10 para a meia entrada. As informações sobre a visitação e aquisição de ingressos podem ser vistas na página da instituição.

Fonte Agência Brasil

Prefeitura do Rio planeja reabertura em três etapas a partir de setembro

A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou hoje (29) um plano de reabertura em três etapas que deve começar em 2 de setembro, quando a cidade espera ter 91% dos adultos vacinados com a primeira dose de alguma das vacinas contra a covid-19. As etapas seguintes da reabertura estão previstas para 17 de outubro e 15 de novembro, data em que a população deve ser liberada do distanciamento social e precisará usar máscara apenas no transporte público e em unidades de saúde.

Em 2 de setembro, a prefeitura prevê liberar eventos em locais abertos e permitir 50% de público em estádios e danceterias, desde que os frequentadores tenham recebido as duas doses. A reabertura será marcada por uma celebração de quatro dias em espaços abertos, inaugurando um calendário de um ano de eventos, batizado de Rio de novo, um ano de reencontro.

A principal condição para que essa liberação ocorra é a vacinação de 91% dos adultos com a primeira dose e 54% com a segunda dose. Esses percentuais representam 77% de toda a população vacinada com a primeira dose e 45% com o esquema vacinal completo.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, explicou que o plano depende da colaboração da população, que deve continuar respeitando as medidas de prevenção e buscando a vacinação até lá.

“Isso tudo acontece se todos nós, como sociedade, tivermos a capacidade de nos mantermos coesos e respeitando regras mínimas que são as impostas no dia de hoje”, disse o prefeito. “A peste não se foi, a pandemia não acabou, e o que estamos anunciando depende muito da atitude de cada um de nós”.

Em 17 de outubro, a prefeitura planeja liberar 100% de público nos estádios e danceterias, exigindo esquema vacinal completo. Nessa data, a prefeitura espera que 79% dos cariocas (de todas as idades) tenham se vacinado com a primeira dose, e 65% com a segunda dose.

Já em 15 de novembro, quando 75% dos cariocas (de todas as idades) poderão ter recebido a segunda dose, a previsão é liberar a população do distanciamento social e do uso de máscaras, que serão obrigatórias apenas no transporte público e nas unidades de saúde.

Paes ressaltou que o plano permite que a população se organize para a reabertura e elogiou a adesão dos cariocas à vacinação, que hoje alcança 73% dos adultos com a primeira dose e 31% com a segunda dose. Segundo o prefeito, o município está preparado para dar passos atrás se for preciso.

O secretário municipal de saúde do Rio de Janeiro, Daniel Soranz, classificou o plano apresentado como “bastante conservador” e disse que, se for mantida a adesão à vacinação, a capital fluminense deve ser em novembro uma das capitais do mundo com maior cobertura vacinal.

Soranz comparou que o Rio de Janeiro vai ser mais conservador que países como Estados Unidos, Israel e Reino Unido, que iniciaram a reabertura com percentuais vacinais menores do que a cidade terá nas datas marcadas pelo plano. Além da adesão da população à vacina, ele explicou que o planejamento também depende do recebimento de doses para aplicação e da manutenção de um cenário epidemiológico favorável.

Fonte Agência Brasil

Chuvas de meteoros podem ser avistadas

As noites de hoje (29) e amanhã (30) reservam novidades para quem gosta de apreciar as estrelas. Isso porque estão previstas chuvas de meteoros nas próximas duas madrugadas. Tratam-se das Alfa Capricornídeas e Delta Aquáridas. Os meteoros, ou “estrelas cadentes”, como são chamados popularmente, poderão ser vistos a olho nu, principalmente entre 22h30 e 00h30. Depois desse horário, a lua poderá clarear o céu e dificultar a observação.

O ideal é estar em um local escuro, sem luzes noturnas como postes ou prédios iluminados. Por isso, a experiência em cidades grandes não será tão boa quanto em regiões afastadas dos grandes centros. O radiante, ponto de onde virão os meteoros, será no leste. Thiago Signorini Gonçalves, astrônomo da Universidade Federal do Rio de Janeiro e coordenador de Comunicação da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), explica que a melhor forma de ver a chuva de meteoros é a olho nu.

“O ideal é não usar nenhum instrumento. Se usar binóculo, telescópio ou algo assim você não verá, porque olhará para uma parte muito pequena do céu. É simplesmente olhar para cima e apreciar o espetáculo. E torcer para o céu não estar nublado”.
Chuvas de meteoros

As chuvas de meteoros são consequência dos detritos deixados no espaço pelos cometas. A Terra, em seu movimento de translação (deslocamento em torno do sol e que dura 365 dias) passa por regiões onde existem mais desses detritos. Nesse momento, eles atravessam a atmosfera do nosso planeta.

“É como se a Terra passasse anualmente por essa região onde tem mais desses detritos dos cometas. É um evento que acontece todo ano”, explicou Gonçalves. Segundo ele, a Delta Aquáridas pode ser um espetáculo natural interessante. “A Delta Aquáridas é, em particular, uma chuva legal para ver do Hemisfério Sul. Espera-se alguma coisa entre 15 e 30 meteoros por hora. É uma frequência bem legal e é bem bonito de observar”, disse.

Os meteoros da Delta Aquáridas são, provavelmente, formados por detritos do cometa 96P/Machholz, um cometa sungrazer (que passa raspando o Sol) de curto período. De acordo com a Rede Brasileira de Monitoramento de Meteoros (Bramon), esse cometa passa, a cada 6 anos, a “apenas” 18,6 milhões de quilômetros do Sol. Sua atividade ocorre entre 12 de julho e 23 de agosto, com maior intensidade no dia 31 de julho.

Já os meteoros Alfa Capricornídeos são detritos deixados pelo Cometa 169P/NEAT. Segundo a Bramon, trata-se de um cometa de curto período, baixa atividade e que é, na realidade, um pedaço de um cometa maior fragmentado cerca de 2900 anos atrás. Esse tipo de fenômeno dura vários dias, mas existem noites específicas em que é possível ver mais meteoros. Esse é o caso das noites de hoje e amanhã. A atividade da Alfa Capricornídeas ocorre de 3 de julho a 15 de agosto, com uma máxima em 30 de julho.

Fonte Agência Brasil

Prefeitura do Rio monta postos para atendimento à população vulnerável

Por conta do frio intenso que atingiu a capital fluminense, a prefeitura do Rio montou dois postos de atendimento à população vulnerável. Os equipamentos vão funcionar 24 horas e vão oferecer alimentação, água e agasalhos.

Os postos ficarão responsáveis ainda pelo encaminhamento das pessoas para os 14 Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas). Foram criadas mais cem vagas nos três principais abrigos da cidade: na Taquara, Ilha do Governador e Paciência.
A secretaria de assistência social também recomeçou a Campanha do Agasalho, que já distribuiu mais de um tonelada de roupas de inverno nos abrigos da prefeitura. A população do Rio poderá depositar suas doações nos Creas espalhados pela cidade. As caixas itinerantes que estavam nas estações do BRT estão sendo colocadas nos dois prédios da prefeitura, na Cidade Nova, para que funcionários também possam doar.

A previsão é de temperaturas baixas até o final de semana.

Fonte Agência Brasil