Anvisa pede expulsão de jogadores argentinos


Quatro jogadores da seleção da Argentina fizeram declarações sanitárias falsas no formulário de entrada no Brasil. A informação foi divulgada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste domingo (5).

Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia são os países com restrição e viajantes que estiveram nos locais nos últimos 14 dias estão proibidos de entrar no Brasil. De acordo com publicação , os quatro argentinos jogam em clubes ingleses (Emiliano Martínez no Aston Villa, e Cristian Romero e Lo Celso, no Tottenham).
Segundo a Anvisa, os jogadores em questão declararam não ter passagem por nenhum dos quatro países com restrições nos últimos 14 dias. Os viajantes chegaram ao Brasil em voo de Caracas/Venezuela com destino a Guarulhos. Porém, notícias não oficiais chegaram à Anvisa dando conta de supostas declarações falsas prestadas por tais viajantes.

Em nota, a agência disse que diante da confirmação de que as informações prestadas pelos viajantes eram falsas, comunicou o fato à Polícia Federal para que “as providências no âmbito da autoridade policial sejam adotadas imediatamente”.

A Anvisa considera, ainda, a situação com risco sanitário grave, e por isso orientou às autoridades em saúde locais a determinarem a imediata quarentena dos jogadores, que estão impedidos de participar de qualquer atividade e devem ser impedidos de permanecer em território brasileiro, nos termos do art. 11, da Lei Federal nº 6437/77.

O jogo entre Brasil e Argentina, pelas eliminatórias da Copa do Mundo 2022, neste domingo (5), foi paralisado com cinco minutos do primeiro tempo após agentes sanitários da Anvisa e a Polícia Federal entrarem em campo. A partida é realizada na Neo Química Arena, em São Paulo.

A intervenção foi para tentar retirar os jogadores argentinos que foram barrados pela agência de atuarem na partida. A Anvisa solicitou que a Polícia Federal expulsasse quatro jogadores da delegação por informações sanitárias falsas no processo de entrada ao Brasil

Com a confusão, todos os jogadores argentinos saíram de campo em direção ao vestiário.

O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, concedeu entrevista ao vivo e disse que “são quatro jogadores. Eles, ao chegarem em território nacional, apresentam a declaração de saúde do viajante. Neste documento não falava que eles passaram por um dos três países que estão restritos, justamente para a contenção da pandemia. Mas depois foi constatado que eles passaram pelo Reino Unido”.

“Chegamos nesse ponto porque tudo aquilo que a Anvisa orientou, desde o primeiro momento, não foi cumprido. Eles tiveram orientação para permanecer isolados para aguardar a deportação. Mas não foi cumprido. Eles se deslocam até o estádio, entram em campo, há uma sequência de descumprimentos”, completa Barra Torres.

Jogo entre Brasil e Argentina é interrompido pela Anvisa


O jogo entre Brasil e Argentina, pelas eliminatórias da Copa do Mundo 2022, neste domingo (5), foi paralisado com cinco minutos do primeiro tempo após agentes sanitários da Anvisa e a Polícia Federal entrarem em campo. A partida é realizada na Neo Química Arena, em São Paulo.

A intervenção foi para tentar retirar os jogadores argentinos que foram barrados pela agência de atuarem na partida. A Anvisa solicitou que a Polícia Federal expulsasse quatro jogadores da delegação por informações sanitárias falsas no processo de entrada ao Brasil

Com a confusão, todos os jogadores argentinos saíram de campo em direção ao vestiário.

O diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, concedeu entrevista ao vivo e disse que “são quatro jogadores. Eles, ao chegarem em território nacional, apresentam a declaração de saúde do viajante. Neste documento não falava que eles passaram por um dos três países que estão restritos, justamente para a contenção da pandemia. Mas depois foi constatado que eles passaram pelo Reino Unido”.

“Chegamos nesse ponto porque tudo aquilo que a Anvisa orientou, desde o primeiro momento, não foi cumprido. Eles tiveram orientação para permanecer isolados para aguardar a deportação. Mas não foi cumprido. Eles se deslocam até o estádio, entram em campo, há uma sequência de descumprimentos”, completa Barra Torres.

Ricardo Barros faz movimentação financeira incompatível com seu patrimônio


O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) aponta que o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR) fez movimentações financeiras incompatíveis com sua renda e patrimônio declarado. O parlamentar está no centro de investigações da CPI da Covid por supostamente estar envolvido em um esquema de favorecimento a empresas aliadas para intermediação de aquisição de vacinas mediante lucro pessoal.

O relatório do Coaf foi obtido após ser enviado à CPI da Covid no Senado, no dia 18 de agosto. O relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), afirmou que Ricardo Barros foi incluído na lista formal de investigados pelo colegiado.

De acordo com o relatório, Barros movimentou recursos com familiares ou “estreitos colaboradores” sem que fossem justificados por eventos econômicos. O Coaf apontou que o deputado movimentou R$ 169.849,97 acima da capacidade declarada.

Somente no mês de março de 2021, as transferências dele entre pessoas físicas e jurídicas das quais Barros é sócio somaram R$ 418 mil, valor que representa 94% do que o deputado afirma ter como patrimônio líquido – R$ 446 mil.

De acordo com  , o relatório Barros é investigado por corrupção passiva, crime eleitoral, crimes contra a administração pública, formação de quadrilha, fraude, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e lavagem eleitoral.

Ricardo Barros se defendeu através de nota enviada à reportagem: “Reforço que todas as movimentações financeiras pessoais ou referentes as minhas empresas são compatíveis com a minha renda e são operações dentro da normalidade. Não há relação entre movimentação financeira e patrimônio declarado. São coisas incomparáveis. A Receita Federal inclusive já acatou a minha defesa em processo administrativo que questionava essas movimentações. Não há nada de irregular.”

Sérgio Camargo diz que“Assédio moral é o brioco de quem me acusa”


Após ser acusado pelo Ministério Público do Trabalho por assédio moral, discriminação e perseguição ideológica, o presidente da Fundação Palmares, Sergio Camargo, usou as redes sociais, nesta segunda-feira (30/8), para se defender. “Um preto livre causa mais espanto que a aparição de um ET.”

“Assédio moral é o brioco de quem me acusa!”, escreveu Camargo. “Três horas para esquerdistas postarem sem risco de block se detectados. Imperdível!”, ironizou.

Relatos de 16 servidores e ex-funcionários revelaram , uma rotina de humilhação e terror psicológico na gestão de Camargo. A ação foi protocolada na sexta-feira (27).

A investigação apontou trabalhadores que o presidente classifica como “esquerdistas”, promovendo um “clima de terror psicológico” dentro da instituição. Para definir quem são os “esquerdistas” da Fundação Palmares, Camargo tem o costume de monitorar as redes sociais dos trabalhadores e até mesmo associar o tipo de cabelo com aparência típica de “esquerdista”.

Na ação, o MPT requer o estabelecimento de uma política de combate e prevenção ao assédio moral no âmbito da instituição, além de cobrar, no prazo de 180 dias, diagnóstico do meio ambiente psicossocial do trabalho, promovido por profissional da área de psicologia social. Pleiteia a condenação solidária da Fundação Palmares e de seu presidente por danos morais coletivos, no valor de R$ 200 mil.

Cantor Erasmo Carlos é internado com Covid-19


O cantor Erasmo Carlos, de 80 anos, foi internado com Covid-19 nesta terça-feira (31). O artista foi diagnosticado com a doença na última quinta-feira (26).

A informação do internamento foi divulgada pela conta oficial do cantor no Instagram. No comunicado, a equipe do artista pede vibrações positivas.

“Gostaríamos de informar que o Erasmo precisou ser hospitalizado para continuar tratando a infecção por COVID-19. Ele está em observação e tendo todos os cuidados que precisa para vencer a doença. Agradecemos muito a torcida, orações e carinho de todos os amigos. Continuem vibrando positivo”, diz o comunicado.

Jornalista apresenta jornal cercado por homens do Talibã armados


Poucos dias antes da saída dos militares americanos do Afeganistão, o vídeo de alguns membros do Talibã em uma emissora de televisão do país, posicionados com armas de fogo no estúdio de um jornal local circulou nas redes sociais e ganhou força pelo momento de tensão na gravação.

Mirwais Haidari Haqdoost, âncora do programa, entrevistou um comandante do Talibã, chamado Qari Samiullah. Com a retomada da organização no poder do Afeganistão, líderes do movimento garantiram a permanência da liberdade de imprensa do país.

Durante a entrevista, o apresentador questiona sobre as alegações que o Talibã ainda faz às pessoas, “mas há críticas de que existe uma diferença entre palavras e ações do Talibã. O povo demanda que esses compromissos e ações do Talibã sejam os mesmos”.

Qari respondeu que sua primeira mensagem à nação é de que não se preocupem. “Fiquem e vivam em sua nação e em suas casas. Sua nação precisa de vocês, e nós vamos protegê-los. Se Deus quiser, nós vamos tentar estabelecer uma atmosfera segura em todas as províncias do Afeganistão, então o povo não precisará se preocupar e nem temer os mujahideen (combatentes), porque eles são nossos irmãos”, disse o líder.

Carlos Bolsonaro é investigado e tem sigilos fiscal e bancário quebrados

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do vereador do Rio Carlos Bolsonaro (Republicanos) na investigação que apura a contratação de funcionários “fantasmas” no gabinete do parlamentar.

Outras 26 pessoas e sete empresas também tiveram os sigilos quebrados.

Pela primeira vez desde o início da investigação, há dois anos, o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) levanta a possibilidade de um esquema de “rachadinha” no gabinete de Carlos na Câmara de Vereadores.

O pedido foi feito pelo MP à Justiça do Rio. A decisão da 1ª Vara Especializada de Combate ao Crime Organizado do Tribunal de Justiça do Rio foi dada em 24 de maio.

Eleito vereador do Rio pela primeira vez em 2001, Carlos Bolsonaro está no sexto mandato consecutivo. Nesses 20 anos, dezenas de pessoas já foram nomeadas em seu gabinete.

O regulamento da Câmara do Rio diz que esses assessores têm que cumprir uma jornada de trabalho de 40 horas semanais.

Mas o MP afirma ter indícios de que vários desses assessores não cumpriam o expediente na casa. E podem ser considerados funcionários “fantasmas”.

Possibilidade de ‘rachadinha’
A investigação foi aberta em julho de 2019. E agora, pela primeira vez, os promotores falam na possibilidade da prática de “rachadinha” no gabinete de Carlos Bolsonaro.

O MP pediu a quebra dos sigilos para saber se a contratação desses funcionários fantasmas foi ou não um instrumento utilizado pelo vereador para desviar salários.

Promotores lembram Flávio Bolsonaro
Investigar o esquema não é novidade para o MP, os investigadores relembram que o modus operandi da “rachadinha” também foi detectado no gabinete do então deputado estadual do RJ Flávio Bolsonaro (irmão de Carlos Bolsonaro).

A prática, segundo os promotores, está associada a saques de dinheiro em espécie das contas dos assessores “fantasmas”, e que são entregues a funcionários de confiança do gabinete responsáveis pela arrecadação.

O dinheiro vivo é, então, usado para pagar despesas ou adquirir bens para o parlamentar.

‘Grandes quantias de dinheiro’
O MP identificou que Carlos Bolsonaro manteve e utilizou grandes quantias de dinheiro vivo ao longo dos mandatos como vereador no Rio. E destacou pelo menos três episódios registrados que ilustram essas práticas.

Em 2003, Carlos pagou R$ 150 mil em espécie na compra de um apartamento na Tijuca, na Zona Norte do Rio. Em 2009, o vereador entregou R$ 15,5 mil, também em espécie, pra cobrir um prejuízo que teve na bolsa de valores.

E, no ano passado, durante a candidatura para reeleição ao cargo de vereador, Carlos declarou ao Tribunal Superior Eleitoral ter R$ 20 mil em espécie guardados em casa.

No pedido da quebra de sigilo, os investigadores também revelam a existência de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, que aponta duas operações financeiras suspeitas envolvendo Carlos.

Uma delas no valor de R$ 1,7 milhão, feita por Rogéria Nantes Bolsonaro, mãe do vereador, entre os anos de 2007 e 2019. O vereador foi citado na comunicação do Coaf por ser sócio de uma empresa junto com a mãe.

Seis núcleos
Os assessores do gabinete suspeitos de serem funcionários “fantasmas” foram divididos pelo MP em seis núcleos.Um deles é formado por parentes de Ana Cristina Siqueira Valle – ex-mulher de Jair Bolsonaro (sem partido), mãe do quarto filho do presidente da República, Jair Renan.

Ana Cristina foi chefe de gabinete de Carlos entre 2001 e abril de 2008 – ano em que se divorciou de Jair Bolsonaro. Desde junho, Ana Cristina e Jair Renan moram em uma mansão avaliada em R$ 3,2 milhões no Lago Sul, área nobre de Brasília.

O aluguel de casas vizinhas à da ex-mulher do presidente da República e de Jair Renan é de cerca de R$ 15 mil por mês. Ana Cristina pagaria R$ 8 mil, mais do que o salário de R$ 6,2 mil que recebe como assessora da deputada federal Celina Leão, do Progressistas.

Ana Cristina também foi alvo de comunicações do Coaf. O documento revela que, durante o período em que esteve à frente do gabinete de Carlos Bolsonaro, ela recebeu “depósito de elevadas quantias de dinheiro em espécie em sua conta bancária”.

Como, por exemplo, um depósito de mais de R$ 191 mil em março de 2011. E outro de mais de R$ 341 mil em julho do mesmo ano. O pedido de quebra de sigilo destaca ainda que Ana Cristina tinha um saldo de R$ 602 mil, que – segundo o Coaf – seria incompatível com a renda dela.

Indícios de ‘lavagem de dinheiro’
A movimentação acima da capacidade financeira cadastrada, além de transferências atípicas, segundo o documento, podem configurar indícios do crime de lavagem de dinheiro em conta de Ana Cristina.

Consta também o repasse de R$ 30 mil que Ana Cristina recebeu de uma tia, na época em que a parente ocupava cargo comissionado no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa. Para o MP, essa é uma prática sugestiva de “rachadinha”.

Os investigadores dizem que a elevada movimentação em espécie sugere que Ana Cristina Siqueira Valle seja a destinatária dos salários pagos a parentes dela, que foram indicados para trabalhar no gabinete de Carlos Bolsonaro.

Esses parentes, aponta o MP, sequer moravam ou trabalhavam na cidade onde Carlos Bolsonaro tem cargo.

Os promotores afirmam que só depois da quebra dos sigilos será possível quantificar, com precisão, o volume de recursos desviados dos cofres públicos – pelos crimes de peculato, materializados no esquema das “rachadinhas” – e seguir o destino do dinheiro público desviado.

O que dizem os citados
Carlos Bolsonaro

Em nota, a defesa do vereador Carlos Bolsonaro afirmou que “a aquisição do imóvel localizado na Tijuca já foi objeto de análise pelo MP no ic 3191 e foi arquivado em 2005, após análise das informações financeiras que demonstravam a compatibilidade com os rendimentos à época”.

Também diz o texto que “a quantia utilizada em 2009, para pagamento de uma despesa pessoal, é absolutamente compatível com os rendimentos do vereador, assim como os valores devidamente declarados a Justiça Eleitoral no ano de 2020”.

A nota afirma que “com relação ao relatório do Coaf, a defesa não teve acesso a tais informações para verificar o seu conteúdo. No entanto, o vereador permanece à disposição para prestar qualquer tipo de esclarecimento as autoridades”.

Flávio Bolsonaro

Também por nota, a defesa do senador Flávio Bolsonaro afirmou que “está impedida de comentar detalhes porque o caso está em segredo de Justiça e todas as informações pertinentes foram e serão prestadas nos autos”.

E acrescentou que “o senador Flávio Bolsonaro desconhece supostas irregularidades que possam ter sido praticadas por ex- servidores da Alerj. O parlamentar sempre seguiu as regras da Assembleia Legislativa e tem sido vítima de uma campanha de difamação”.

Ana Cristina Valle

A defesa de Ana Cristina Siqueira Valle informou que “apenas se manifestará nos autos do processo uma vez que o mesmo tramita em segredo de justiça. No entanto, não podemos deixar de repudiar o vazamento de informações, prática esta que tem se tornando cada vez mais frequente”.

 

Bandidos realizam mega-assalto a agências bancárias de Araçatuba

O mega-assalto a agências bancárias de Araçatuba que terminou com três mortos, três detidos e cinco feridos na madrugada desta segunda-feira (30) mudou a rotina da cidade. Lojas, empresas, escritórios e escolas  tiveram que ficar fechados pela ameaça de explosões de artefatos que a quadrilha espalhou pela cidade.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, 40 explosivos em 20 pontos da cidade foram deixados pela quadrilha. O Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) trabalha para desarmar as bombas.

Até as 21h desta segunda-feira, 16 artefatos tinham sido desarmados. Porém, as equipes continuavam atuando para retirar mais explosivos, inclusive do interior de uma das agências bancárias.
As ruas foram interditadas para evitar a circulação de pessoas, já que os artefatos estão equipados com sensores de proximidade, segundo a polícia.

Em um vídeo feito por uma câmera de segurança é possível ver um dos criminosos espalhando explosivo. No vídeo é possível ver que o artefato emite luzes de raio laser verde.

Um desses explosivos deixou gravemente ferido um morador de 25 anos que passava de bicicleta por um dos pontos. A polícia não sabe se ele apenas se aproximou de uma dinamite ou se chegou a tocá-la, mas o artefato explodiu e atingiu o homem, que teve os pés e os dedos das mãos amputados.

Impactos na cidade

O crime também interferiu na vacinação contra a Covid-19, pois um dos pontos de imunização ficou fechado. Como no município fica a sede do Departamento Regional de Saúde (DRS), não houve a distribuição de vacinas e Birigui cancelou a vacinação nesta segunda-feira.

O prefeito de Araçatuba, Dilador Borges, suspendeu as aulas nas escolas municipais; escolas estaduais também cumpriram a medida.

Em nota, a Prefeitura de Araçatuba afirmou que o transporte público vai operar durante todo o dia, mas com alteração nas rotas para evitar o Centro da cidade.

O município também lamentou o ocorrido e se colocou à disposição das famílias das vítimas e de moradores que foram usados como reféns.

Equipes foram disponibilizadas para realizar atendimento psicológico por meio dos telefones (18) 3624-5565, (18) 3637-1050 e (18) 99607-3897.

O CRAVI – Centro de Referência e Apoio à Vítima, entidade que atua em parceria com o Governo do Estado, também vai prestar apoio aos moradores pelos números (18) 3301-9751; (18) 9777-5771 e (18) 98143 -7074.
A quadrilha chegou por volta de meia-noite de segunda-feira no centro de Araçatuba. Três agências bancárias foram atacadas. Segundo a polícia, cerca de 20 homens em dez carros fizeram o ataque.
Os criminosos renderam moradores e os usaram como “escudo humano” sobre os carros. Veículos foram queimados em vários pontos da cidade e da região para impedir a chegada da polícia.

A quadrilha usou drones para monitorar toda a ação, tanto na chegada na região central até a fuga pela zona rural da cidade.

Até as 21h, três suspeitos tinham sido presos. No entanto, um deles acabou sendo liberado depois de prestar esclarecimentos.
O personal trainer Márcio Victor e o comerciante Renato Bortolucci morreram na ação, além deles, um suspeito morreu na troca de tiros com a polícia, mas a identidade dele não foi informada.

Além dos mortos, cinco pessoas ficaram feridas, segundo boletim divulgado pela Santa Casa da cidade.

Segundo o hospital, cinco pessoas foram socorridas com ferimentos e levadas ao hospital. Uma delas foi um rapaz de 25 anos que teve os dois pés amputados após acionar um explosivo.

Confira a situação dos feridos:

Homem de 28 anos: baleado no abdome. Quadro clínico dele é considerado estável. Ele permanece com escolta policial;
Homem de 31 anos: baleado nos braços e no rosto. Quadro clínico dele é considerado grave;
Homem de 38 anos: baleado nas pernas, braços e de raspão na cabeça. Quando clínico dele é considerado grave. Ele permanece com escolta policial;
Homem de 25 anos: ferido por explosivo. Teve os dois pés amputados. Quadro clínico dele é considerado grave;
Homem de 45 anos: baleado na região dos glúteos. Foi medicado e recebeu alta.

Polícia Civil apreende botox vencido em clínica na Barra da Tijuca

A Polícia Civil apreendeu, nesta segunda-feira (30), um lote vencido de botox (toxina botulínica) e de outros materiais que eram usados em uma clínica na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

Alguns produtos, segundo a polícia, não tinham nem licença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso.

Agentes da Delegacia do Consumidor (Decon), acompanhados de representantes do Conselho Regional de Odontologia (CRO-RJ), chegaram ao local após denúncias.

No local, eles foram recebidos pela dona da clínica, que acompanhou a fiscalização.

Os policiais encontraram:

Toxina botulínica (botox) vencida;
Gel de clareamento vencido;
Materiais para radiografia vencidos;
Materiais cirúrgicos em embalagens de esterilização sem data de validade;
Material descrito para ser usado em lipoaspiração sem data de validade;
Vidros de ácido hialurônico injetável vencidos.

Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia.

Já a dona da clínica foi foi levada para a sede da especializada.

Empresário preso em Cabo Frio movimentou mais de R$ 38 bilhões

Um relatório de inteligência financeira mostra que Mirelis Yoseline Diaz Zerpa, sócia e mulher de Glaidson Acácio dos Santos na empresa GAS Consultoria Bitcoin, recebeu da empresa mais de R$ 1.4 bilhões em apenas quatro meses.

Entre dezembro de 2020 e abril deste ano, o valor foi pago em 273 transferências a empresa MYDZ Tecnologia. As quatro letras são as iniciais de Mirelis Yoseline Diaz Zerpae a empresa tem somente ela como sócia.

Foram feitas ainda três transferências da GAS para a conta pessoal de Mirelis, no valor total de R$ 15 milhões, durante aquele mesmo período.

No relatório consta que a empresa MYDZ Tecnologia também é alvo de suspeitas por ter “movimentação elevada e acima da capacidade financeira cadastrada”.

Mirelis está foragida. A investigação que levou Glaidson para a cadeia movimentou mais de R$ 38 bilhões .

De acordo com investigadores, Glaidson estava à frente de uma empresa que prometia, em contrato, 10% de retorno por mês a quem quisesse investir em bitcoins, num esquema financeiro clandestino que atraiu milhares de investidores de todo o Brasil.

Entre os investidores identificados no relatório de inteligência , estão jogadores de futebol, dirigentes esportivos, instituições religiosas e até um ex-deputado.

Procurada pela Interpol

Mirelis é suspeita de chefiar o esquema de fraude ao sistema financeiro nacional ao lado do marido.

A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público Federal (MPF) investigam Mirelis ainda por organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Desde o dia 23, Mirelis está em Miami. De acordo com investigações, ela entrou nos Estados Unidos com visto de estudante. Seu nome está na difusão vermelha da Interpol como foragida.

Glaidson foi preso pela PF em uma mansão na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, na quarta-feira (25).