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Férias do Bolsonaro custaram R$ 2,3 milhões ao governo


Viagens de férias de verão do presidente Jair Bolsonaro a praias de Santa Catarina e de São Paulo, entre 18 de dezembro do ano passado e 5 de janeiro deste ano, custaram cerca de R$ 2,3 milhões em recursos públicos do governo federal. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.

Durante o período, a crise sanitária e financeira causada pela pandemia da Covid-19 voltava a se agravar no país, com 21,8 mil vítimas fatais no último mês do ano, uma alta significativa em relação aos cinco meses anteriores.

As informações constam em documentos emitidos pela Secretaria-Geral da Presidência e pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Há três meses, o deputado federal Elias Vaz (PSB-GO) elaborou requerimentos às pastas para obter os dados, entregues a ele somente na semana passada.

A Secretaria-Geral da Presidência, chefiada por Onyx Lorenzoni, informou a Elias Vaz que houve gastos de R$ 1,1 milhão em cartão corporativo ao longo das viagens, para custear estadias de membros de equipes de apoio e segurança, bem como a alimentação de agentes de segurança aérea e despesas com viagens de avião e abastecimento de aeronaves.

Nissan e Toyota suspendem atividades e anunciam férias coletivas

As montadoras Nissan e Toyota anunciaram hoje (25) a suspensão de suas atividades no Brasil por causa do agravamento da transmissão de covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, o país tem mais de 300 mil vítimas da doença confirmadas. A Mercedes-Benz e a Volkswagen já haviam anunciado paralisação das atividades.

Em nota, a Nissan informou que decidiu adotar férias coletivas no Complexo Industrial de Resende, no Rio de Janeiro, no período de 26 de março a 9 de abril, retomando a produção no dia 12. Segundo a empresa, a medida tem como objetivo “garantir a segurança de seus funcionários como parte do esforço de reduzir o impacto da pandemia, adaptar a empresa ao cenário atual dos desafios enfrentados pelo setor automotivo e garantir a continuidade do negócio”.

A Toyota informou que, a partir de segunda-feira (29), as quatro fábricas localizadas em São Bernardo do Campo, Indaiatuba, Sorocaba e Porto Feliz, todas em São Paulo, irão parar por até dez dias corridos. “A medida tem como objetivo contribuir com a redução da circulação de pessoas no momento mais crítico da pandemia no país, além de atender a antecipação de feriados por parte de autoridades em algumas dessas regiões”, informou em nota.

As atividades, portanto, serão retomadas no dia 6 de abril em Indaiatuba e no dia 5 nas demais. A Toyota tem 5,6 mil trabalhadores no Brasil.

A média móvel de mortes no Brasil atingiu o maior patamar desde o início da pandemia, com mais de 15,5 mil registros na semana epidemiológica iniciada em 14 de março, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

Vacina 100% brasileira contra a Covid-19 é anunciada pelo Butantan e João Doria

O governado de São Paulo João Doria e o Instituto Butantan anunciaram, nesta sexta-feira (26), a Butanvac, uma vacina desenvolvida 100% por cientistas do instituto. “Vacina do Brasil é fruto do trabalho da luta e da perseverança (…) essa vacina foi desenvolvida integralmente por cientistas do Instituto Butantan”, disse o governador João Doria (PSDB).

O Instituto Butantan vai pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o início da fase de testes ainda nesta sexta-feira (26). O instituto vai pedir hoje autorização à Anvisa para realizar teste em humanos. “Os testes começam já agora no mês de abril, desde que Anvisa autorize”, afirmou João Doria .

“Protocolaremos esse material ainda hoje e vamos dialogar intensamente com a Anvisa para que ela perceba a importância da autorização do início desses estudos clínicos o mais rapidamente possível, para que possamos em um mês e meio, dois meses e meio, terminar essa fase de avaliação clinica e iniciar a produção”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

O pedido de autorização se refere às fases 1 e 2 de testes, nas quais serão avaliadas segurança e capacidade de promover uma resposta imune com 1.800 voluntários. Na fase 3, até 9.000 pessoas irão participar e a etapa vai conferir a eficácia do imunizante. Os resultados dos testes pré-clínicos realizados com animais se mostraram promissores, o que permite evoluir para estudos clínicos em humanos, segundo o Butantan.

Ainda segundo o diretor Dimas Covas, o imunizante começou a ser desenvolvido em março de 2020 e utiliza tecnologia 100% brasileira. Para a produção da ButanVac, o instituto deverá usar tecnologia já disponível em sua fábrica de vacinas contra a gripe, a partir do cultivo de cepas em ovos de galinha, que gera doses de vacinas inativadas, feitas com fragmentos de vírus mortos.

“Essa vacina será integralmente produzida aqui, nós não dependeremos de nenhum insumo, da importação de nenhum insumo, é uma tecnologia que já existe. Essa tecnologia é a mesma que é usada para a produção da vacina da gripe”, disse.

O Objetivo é ter 40 milhões de doses prontas até o fim de 2021 para distribuição nacional. A expectativa é de que a Anvisa autorize o início dos testes em abril e, já em julho, o Brasil tenha uma vacina 100% nacional pronta para ser aplicada em todo o país.

O Desenvolvimento não vai mudar cronograma da Coronavac, hoje envasada pelo Butantan com insumos da China.
Outros testes

Além do Brasil, a Butavac também será testada no Vietnã e na Tailândia, onde a fase 1 já foi iniciada.

O governador João Doria também afirmou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) também receberá, nesta sexta-feira (26), todas as informações da Butanvac, para que acompanhe o desenvolvimento do imunizante.

O governador João Doria também afirmou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) também receberá, nesta sexta-feira (26), todas as informações da Butanvac, para que acompanhe o desenvolvimento do imunizante.

 

Obra furtada da igreja Nossa Senhora do Pilar em Duque de Caxias é recuperada

A Polícia Federal recuperou, nesta sexta-feira (13), mais uma obra pertencente ao acervo da Igreja Matriz Nossa Senhora do Pilar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

A Igreja, tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1938, sofreu vários furtos desde 1960 até a década de 2000.

Funcionários da Mitra Diocesana de Duque de Caxias com apoio de historiadores e restauradores realizam um trabalho contínuo de identificação e monitoramento de leilões de arte sacra.

Esta é a sétima obra identificada e recuperada desde 2016.

Fies tem menor número de novos contratos firmados em 11 anos

O número de novos contratos firmados pelo Fies (Financiamento Estudantil) em 2020, sob o governo Jair Bolsonaro (sem partido) e em meio à pandemia de coronavírus, foi o menor registrado desde 2009. Nem metade das vagas prometidas foi efetivada.

Apesar de anunciar 100 mil vagas para este ano, o governo federal registrou 47.082 novos contatos, segundo dados oficiais obtidos pela reportagem. É como se o tamanho do programa tivesse regredido ao que fora há mais de dez anos: só em 2009, quando o Fies tinha outras regras, houve uma oferta menor, com 32.594 vagas.

Os impactos da pandemia agravaram o quadro. Mas, segundo especialistas, a situação tem forte relação com o fato de as regras vigentes desde 2015 não garantirem financiamento de 100% (sem ele, os estudantes acabam desistindo do programa e, diante do fechamento de universidades, preferem não se endividar para iniciar o curso online).

No primeiro semestre, com inscrições em fevereiro, só 30.130 das 50 mil vagas anunciadas haviam sido preenchidas. Já no segundo semestre, com os efeitos da pandemia estabelecidos, apenas 15.952 contratos foram assinados.

“Em virtude da pandemia do novo coronavírus, em que houve o lockdown, tivemos o fechamento das instituições de ensino superior e agentes financeiros que foram retomando muito gradativamente o atendimento”, disse o MEC (Ministério da Educação) em nota.

Integrantes do setor de ensino superior privado afirmam que, além disso, não é possível saber se o governo dispõe de fato no sistema de inscrição todas as vagas prometidas.

Pelo Fies, o governo paga as mensalidades de estudantes em faculdades privadas privadas, com a contrapartida de os beneficiários quitarem o financiamento após a formatura.

O programa teve grande expansão a partir de 2010, com facilidades nas condições de empréstimo. No auge, em 2014, ofereceu 732 mil novos contratos.

Mas esse salto ocorreu de maneira descontrolada, afetando contas públicas e gerando alta inadimplência.

Para conter os gastos, houve reformulações a partir de 2015: foram abolidas taxas de juros abaixo da inflação; o percentual financiado foi condicionado à realidade financeira do aluno; e o prazo de carência para quitação, reduzido.

O número de contratos tem minguado a cada ano desde então. Em 2019, o governo prometera 100 mil novas vagas mas efetivou 85.009, pouco acima dos 82.665 contratos de 2018.

Neste ano, o MEC chegou a abrir uma segunda fase, inédita, para preenchimento de vagas remanescentes, com inscrições até o fim de outubro inclusive para alunos já matriculados.

O governo Bolsonaro já havia decidido pelo forte enxugamento no Fies, com a previsão de 54 mil contratos em 2021 e 2022. O plano, segundo o MEC, pode ser alterado.

Para Sólon Caldas, da Abmes (Associação Brasileira das Mantenedoras do Ensino Superior), o governo enterrou o caráter social do Fies como ferramenta para impulsionar o aumento de matrículas de nível universitário.

“A pandemia agravou muito, mas o principal motivo dessa queda é que o governo deixou de financiar 100%”, disse. “Não dá pra saber se a demanda foi pequena ou se os contratos não foram disponibilizados.”

Rodrigo Capelato, do Semesp (Sindicato das Entidades Mantenedoras de Ensino Superior), afirma que, ainda que a pandemia possa ter desestimulado quem procurava um financiamento, as regras atuais do programa já tinham alterado a sua atratividade.

“Não parece haver vontade do governo em recuperar o programa. Há anos, sobram vagas sem preenchimento e esse número só cresce, porque o Fies já não está mais voltado para o aluno que precisa dele”, afirmou, acrescentando que isso deixa o país praticamente sem ações de apoio para colocar mais jovens no ensino superior.

Bianca Bergamaschi, 24, tenta pela terceira vez, só neste ano, uma vaga em medicina pelo Fies. Filha de um pequeno comerciante agrícola, ela vê o financiamento como a única forma de conseguir fazer o curso.

“Dificilmente vou conseguir vaga em faculdade pública, e não tenho condições de pagar o curso de Medicina. Continuo tentando, mas parece que as vagas somem. Agora, no segundo semestre, não achei nenhuma opção em todo o estado de São Paulo.”

Com renda familiar de dois salários mínimos, pela simulação do sistema ela teria direito a um financiamento de até 87%, o que a deixaria, diante do valor alto dos cursos, com uma parcela mensal em torno de R$ 1.000.

“Meus pais não teriam condições de pagar esse valor mais a hospedagem, transporte e alimentação em outra cidade, mas eu daria um jeito se conseguisse.”

Maria Eduarda Florentino, 18, estudou em escola pública, em Suzano (SP), e ingressou em medicina veterinária em uma faculdade particular. Ela não viu no Fies uma boa oportunidade.

“Não poder financiar 100% me afastou do Fies, não valia a pena ficar com uma dívida, um valor imenso”, diz ela, que conseguiu desconto na faculdade a partir da plataforma Quero Bolsa, que agrega oportunidades.

A procura por bolsas em cursos presenciais também sofreu forte queda, principalmente no segundo semestre, segundo diretor de ensino superior do Quero Bolsa, Lucas Gomes. “A busca por bolsas no presencial derreteu”, diz ele, que atribui a queda às aulas remotas.

O Fies não financia cursos a distância, modelo cujas matrículas já representam 35% do total no setor privado.

Atualmente, o setor privado concentra 76% das matrículas do ensino superior, e o número de ingressantes em cursos presenciais particulares vem caindo desde 2015: foram 1,7 milhão naquele ano e 1,5 milhão ano passado.

Dos 6,5 milhões de estudantes de faculdades privadas, 45,6% contavam com algum tipo de bolsa ou financiamento em 2019. Em 2014, o Fies representava 53% desses beneficiados; em 2019, passou para 19%.

 

Ministro da Educação promete ajudar o Museu Nacional


O diretor do Museu Nacional do Rio de Janeiro (MNRJ), Alexander Kellner, considerou “muito proveitosa” a reunião que teve hoje (15), pela internet, com o ministro da Educação, Milton Ribeiro. “O ministro foi muito receptivo, pudemos conversar sobre novos projetos e o ministro se comprometeu a tentar ajudar o MN dentro de suas possibilidades, como prometeu também uma visita para ver ‘in loco’ a situação da instituição científica mais antiga do nosso país, que é o Museu Nacional”, disse Kellner à Agência Brasil.

O diretor afirmou que está mantida a perspectiva de reabrir parcialmente o museu durante as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil, em 2022. “Seria muito triste se a gente deixasse o local onde tudo começou fechado. Eu acho que a gente pode fazer melhor”. Segundo Kellner, há boa vontade do ministério para que parte da reabertura aconteça na data.
Alexander Kellner avaliou que o andamento da reconstrução do museu, atingido por incêndio de grandes proporções no dia 2 de setembro de 2018, está indo bem, apesar da pandemia do novo coronavírus que obrigou a gestão a ser feita à distância. “Estamos na fase de confecção de projetos, estamos tomando decisões, escolhendo propostas. Dentro desse contexto, a gente está muito entusiasmado. A data de abrir em 2022 continua vigente”.
Expectativa

A expectativa é iniciar as obras de consolidação dos ornatos, que têm de ser preservados e depois restaurados, em novembro próximo, “se a pandemia permitir”. A obra total de reconstrução do museu está orçada em mais de R$ 370 milhões, incluindo a restauração do Palácio do Paço da Quinta da Boa Vista e a reserva técnica, e tem previsão de conclusão em 2025. O montante não inclui, entretanto, o acervo do museu. Dos R$ 370 milhões, já foram obtidos R$ 164 milhões. Negociações se encontram em curso com outros potenciais patrocinadores para conseguir os recursos restantes. Com o ministro, o diretor do MNRJ disse ter abordado também a possibilidade de outros financiamentos.

Alexander Kellner revelou que as obras estão atrasadas, não apenas devido à pandemia, mas porque a empresa de construção Technische, que venceu a licitação, não entregou os projetos para a fachada e os telhados do museu. “Ela está um pouco atrasada. Mas prometeu entregar em breve”, adiantou. O diretor destacou também o empenho e competência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), à qual a instituição está vinculada, “que tomou para si o projeto Museu Nacional Vive e está fazendo tudo o que pode para nos ajudar”.

De acordo com a assessoria de imprensa do ministério, não há previsão de divulgação de informações sobre a videoconferência entre o ministro e o professor Kellner.

Fonte Agência Brasil

Oficiais de detenção são acusados de torturar presos com canção ‘Baby Shark’

Dois oficiais de detenção norte-americanos foram acusados formalmente de conspiração e contravenção por crueldade por terem torturado presos, forçando-os a ouvir a canção infantil “Baby Shark” por horas a fio.
De acordo com o Uol, o caso ocorreu em uma prisão no Oklahoma e envolveu um supervisor da penitenciária. Os funcionários Gregory Cornell Butler Jr. e Christian Charles Miles, ambos de 21 anos, e o supervisor, Christopher Raymond Hendershott, de 50 anos obrigaram ao menos quatro presidiários a escutar “Baby Shark” em volume alto até a exaustão.

A ação foi classificada como tortura e ocorreu em uma sala de visitas de um advogado, nos meses de novembro e dezembro. Os presos eram forçadas a ficarem de pé, com as mãos algemadas e atadas à uma parede durante a execução da música. Conforme a investigação caminhava, a dupla de funcionários envolvida no caso pediu demissão e o supervisor se aposentou.

Morre médico pioneiro no tratamento da aids no Brasil

O médico Carlos Alberto Morais de Sá, referência no tratamento da aids no Brasil, morreu no último sábado (26), aos 76 anos, no Rio. A informação foi divulgada pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio). A causa da morte não foi divulgada.

Sá foi um dos pioneiros no tratamento de pacientes com aids e contribuiu para a construção do Centro de Referência Nacional em HIV/Aids, no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, vinculado à UniRio.

Médico do hospital desde 1972, Sá tornou-se coordenador do centro em 1983. De 1987 a 1993, foi consultor do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação, como membro da Comissão Nacional em HIV/Aids.
Agência Brasil

Polícia procura por irmãos traficantes


O Portal dos Procurados divulgou, nesta quarta-feira, um cartaz para ajudar a 14ª DP (Leblon) com informações que possam ajudar na localização e prisão de Allan Augusto de Oliveira, de 33 anos e Edmar Manoel de Oliveira Junior, o Edmarzinho ou Dimazinho, de 31. De acordo com agentes, os irmãos “Oliveira” são os principais acusados de controlar o tráfico de drogas na Cruzada São Sebastião, no Leblon, Zona Sul do Rio.
Ainda segundo investigações, eles são filhos de Simone Miguel Augusto, de 50 anos, que foi presa em 2019 por tráfico de drogas e de Edmar Manoel de Oliveira, de 53 anos, preso há 11 anos por homicídios, roubos qualificados e tráfico de drogas.
A família é conhecida como “Bonde do Panda” ou “Tropa do Urso”. De acordo com o delegado Antenor Lopes, titular da distrital, o grupo lidera a organização criminosa que age na Cruzada São Sebastião há cerca de 30 anos. Atualmente, o local funciona como boca de fumo, recebendo drogas da Rocinha e vendendo para usuários de bairros nobres da cidade.
Policiais disseram ainda que recentemente, Allan e Edmar foram acusados de matar um homem que estava vendendo drogas na região de forma clandestina, e, por isso, o teriam executado.
Segundo o processo, a vítima teria se dirigido ao “Morro dos Prazeres”, em Santa Tereza a mando dos acusados. Ao chegar ao local indicado pelos traficantes, ele foi conduzido para dentro de uma casa e trinta minutos depois os denunciados dispararam várias vezes contra a vítima, que morreu na hora.
Por fim, que os irmãos queimaram o corpo do homem no chamado “micro-ondas”, localizado em uma mata que fica no alto do morro. Contra a dupla, foi expedido o mandado de prisão pelos crimes de homicídio simples, homicídio qualificado, tráfico de drogas, e crime tentado.
Quem tiver qualquer informação a respeito da localização da dupla, favor denunciar pelos seguintes números: (21) 98849-6099; 2253-1177 ou pelas redes sociais do Disque-Denúncia.

Messi talvez fique no Barça para sair de graça em 2021

A decisão de deixar o Barcelona nesta janela de transferências internacionais, que vai até o início de outubro, pode não ser definitiva para Lionel Messi. Após reunião de seu pai, Jorge Messi, com o presidente do clube, Josep Maria Bartomeu, na última quarta-feira, o estafe do jogador já cogita a permanência do craque argentino até o fim de seu contrato, em junho de 2021, para assim poder sair de graça do time espanhol.
Segundo o programa Deporte Cuatro, da emissora Mediaset, que entrou em contato nesta quinta-feira com Jorge Messi, a indicação do pai do argentino é que ele não poderá deixar de graça o clube nesta janela de transferências por causa da multa rescisória, já que o Barcelona não aceitará qualquer acordo para a saída do craque.

Para que Messi deixe o Barcelona agora, a multa rescisória de 700 milhões de euros (R$ 4,5 bilhões na cotação atual) contida em seu contrato teria de ser paga. Isso abre caminho para que clubes interessados no jogador – supostamente o Manchester City – façam um pré-acordo para que ele saia do time espanhol sem qualquer custo no meio do próximo ano.
A posição inflexível do Barcelona faz com que o caso seja submetido a burocráticos processos jurídicos e Messi é contrário a tudo isso. Ele não quer sair do clube pela porta dos fundos e em meio a polêmicas. Está no time da Catalunha desde os 14 anos e joga profissionalmente há 16 temporadas. Foi com a camisa do Barcelona que ganhou seis vezes o prêmio de melhor do mundo.

Messi tomou a decisão de deixar o Barcelona após a vexatória derrota por 8 a 2 para o Bayern de Munique, no mês passado, pelas quartas de final da Liga dos Campeões da Europa. O craque argentino, inclusive, sequer se reapresentou com o elenco para realizar os testes para detecção da covid-19 e treinar com o restante do elenco na pré-temporada.