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Multa vai aumentar para quem bloquear rodovias

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O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, anunciou hoje (10) que o governo vai aumentar as multas para quem fizer interdições de rodovias e organizar as manifestações. Segundo o ministro, uma medida provisória (MP) será publicada amanhã (11) com as novas regras.

A MP vai introduzir um novo artigo no Código Nacional de Trânsito estabelecendo multa de R$ 5.746 para quem deliberadamente interromper, restringir ou perturbar a circulação de vias e de R$ 19.154 para quem organizar as manifestações. Em caso de reincidência, o valor cobrado será o dobro. Atualmente, a multa é R$ 1.915.

Além da multa, haverá a suspensão de dirigir por 12 meses, a apreensão e a remoção do veículo e o recolhimento do documento de veículo. Quem receber essa multa, também ficará proibido por dez anos de receber crédito incentivado para aquisição de veículos.

“O governo quer frisar que essas manifestações não têm uma pauta de reivindicações e são claramente políticas. Quando eu obstruo as rodovias, estou praticando atos ilícitos. Não se trata de ação governamental para calar opositores. Trata-se aqui de defender o interesse público porque essas manifestações prejudicam a população, o abastecimento e os serviços essenciais. É fundamental que o Estado tenha uma atitude bastante firme”, disse Cardozo, em entrevista coletiva.

O ministro também determinou que a Força Nacional de Segurança Pública reforce a segurança das rodovias afetadas pelas manifestações com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo o líder do Comando Nacional de Transporte, Ivar Luiz Schmidt, o movimento quer a saída da presidenta Dilma Rousseff da Presidência e tem o apoio de grupos como o Movimento Brasil Livre e Revoltados Online. O líder dos caminhoneiros reclama ainda da falta de diálogo com o governo e da demora em dar início à negociação.

O movimento pede que o governo atenda à pauta apresentada em março. Eles criticam ainda a atual situação econômica do país.

Segundo Cardozo, as paralisações de caminhoneiros diminuíram de ontem para hoje. Dados da PRF de ontem, às 19h, registraram 49 pontos de obstrução de estradas. Hoje, às 19h, são 14 bloqueios em Tocantins, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná, de acordo com o ministro.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Advogado de PMs diz que vídeo não transmite realidade

O advogado Felipe Simão, que representa três policiais militares dos cinco acusados de forjarem um auto de resistência no Morro da Providência, no centro do Rio, disse que o vídeo amador que mostra a ação dos policiais não transmite a realidade. Os policiais estão sendo investigados por supostamente colocar uma arma na mão de um jovem de 17 anos, já morto, e efetuarem disparos com ele, para parecer que a vítima foi morta depois de atirar nos policiais.

As imagens mostram inicialmente um policial entregando para outro, que está ao lado da vítima, um objeto preto. Depois, um dos policiais pega a arma, que seria da vítima, e efetua disparos para o alto.

Segundo o advogado, o primeiro objeto entregue pelo policial ao outro é um rádio transmissor, que teria caído das mãos do adolescente, e não uma arma. “As imagens mostram supostamente um policial entregando uma arma para o outro que, posteriormente, efetua um disparo. Mas o objeto entregue, naquele momento, é um rádio transmissor que a vítima deixou cair ao ser baleada”, disse.

Em relação aos disparos feitos com a suposta arma da vítima, Simão disse que o policial efetuou os disparos porque tinha medo de levar a arma carregada para a delegacia. O advogado classificou a forma como o tiro foi efetuado como “equivocada” por parte do militar.

“O propósito do disparo foi que o rapaz [policial] ficou com medo de transportar o armamento até a delegacia com munição, aí ele atira para realizar esse deslocamento com segurança. Ele teve medo de apertar o gatilho para realizar esse procedimento, aí acabou agindo dessa forma equivocada, mas sem intenção nenhuma de fraudar os fatos ou disfarçar os acontecimentos. Nós temos fotos de dias anteriores ao caso, em que o garoto porta uma arma. Usaremos essas imagens na defesa dos policiais.”

De acordo com ele, o vídeo não mostra o momento em que o policial retira, das mãos do adolescente, um revólver que ele supostamente portava. O advogado diz que tirar a arma da mão da vítima é um procedimento comum, porque, em geral, as pessoas começam a se juntar no local do crime minutos depois.

“E isso representa uma situação de risco tanto para eles como para os policiais. E essa arma foi levada para a delegacia. Não faz sentido nenhum eles manipularem a cena, de modo que [os policiais] efetuassem o disparo e deixassem o armamento na mão da vítima. Nenhum.”

A Polícia Militar informou, em nota, que “não compactua com nenhum desvio de conduta, e lembrou o princípio que o policial militar deve seguir para o desempenho de sua função, que é o fiel cumprimento da lei”.

“Assim que o comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro da Providência tomou conhecimento, através de denúncia de moradores, adotou as medidas pertinentes, prendendo-os disciplinarmente de imediato. Os policiais foram conduzidos para prestarem depoimento na Polícia Civil, sendo posteriormente conduzidos para a Unidade Prisional da Polícia Militar”, disse a nota.

A PM encerra a nota dizendo que os presos responderão na esfera da Justiça comum, na esfera da Justiça militar, e que serão submetidos a um processo administrativo disciplinar, que poderá resultar na expulsão dos mesmos das fileiras da Corporação.

Paulo Roberto Mello Cunha Júnior, promotor de Justiça que atua junto a auditoria de Justiça militar, afirmou que o Ministério Público acompanha o desenrolar do caso, e as investigações, que estão a cargo da Divisão de Homicídios, para, aí sim, tomar alguma atitude. “Sabemos que a Polícia Militar já instaurou inquérito para esses policiais, e quando se encerrarem as investigações, nós vamos analisar os fatos que foram apurados , provavelmente havendo uma denúncia”, adiantou.

 

Eduardo Felipe Santos Victor, de 17 anos, se rendeu antes de ser morto por policiais militares no Morro da Providência, Zona Portuária do Rio. Foi o que afirmou uma testemunha do crime em entrevista ao RJTV, que destacou o envolvimento do rapaz com o tráfico de drogas.

A testemunha contou que viu Eduardo se entregando aos PMs, com as mãos para o alto. Mesmo assim, ele foi executado com tiros a queima-roupa.

“Eu estava dormindo. Acordei assustada com os tiros. Muito tiro. Fui, olhei da janela. De repente eu deparei com o menino. Ele estava armado, mas ele se rendeu”, contou.

Ao ser questionada pela repórter se Eduardo atirou, ela garantiu que não, mas reiterou que ele estava armado e disse saber que ele tinha relação com o tráfico de drogas.

(Fonte:Agência Brasil)

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Justiça quer proibir rodeio em Nova Iguaçu

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Indignada com o tratamento dispensado aos animais nos eventos de rodeio, a juíza Rosana Navega Chagas, do I Juizado Especial Criminal de Niterói, quer a proibição da “Festa do Aipim de Tinguá”, iniciada ontem e que acontece até o próximo domingo, dia 13, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. A magistrada enviou ofício à Secretaria estadual do Meio Ambiente denunciando má-fé dos organizadores por terem camuflado o festival como um evento gastronômico e questiona se a sua realização está dentro do cumprimento da legislação federal. O ofício também foi encaminhado, nesta quinta-feira, dia 10, ao procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Marfan Martins Vieira, do Ministério Público.

“Tal como pode ser visto na propaganda do evento, divulgada no facebook, efetivamente pretendem realizar o rodeio, e, para tanto, contrataram a Cia de Rodeios Falcão, de Três Rios, a maior companhia de rodeios do Estado. Em síntese, ao que me parece, e ressalvada a prova em contrário, a Prefeitura de Nova Iguaçu deixou de cumprir a legislação federal para a realização do rodeio, uma vez que denominou o evento de gastronômico, ao invés de evento agropecuário, para se furtar ao cumprimento da legislação federal” – acentua a juíza no ofício enviado à Secretaria do Meio Ambiente.

Rosana Navega foi contrária à promoção da festa quando desempenhava a função em Nova Iguaçu, antes de assumir o juizado em Niterói. Segundo ela, a Prefeitura de Nova Iguaçu tem descumprido a Lei Federal nº 10.519/2002, que estabelece inúmeras exigências, dentre elas a comunicação prévia, com antecedência de 30 dias no mínimo, ao órgão estadual competente, além de uma série de providências para assegurar a integridade dos animais, e até do público do evento.

O ofício questiona se essas exigências foram agora cumpridas. Caso contrário, Rosana Navega diz que o prefeito de Nova Iguaçu terá cometido ato de improbidade administrativa, acarretando em tese a sua inegibilidade, pois descumpre a lei federal 10.519/2002. “Ou seja, também terá praticado ato visando fim proibido por lei (realizar rodeios sem as cautelas legais impostas)” – diz a juíza.

Segundo a juíza, o público desconhece que o rodeio é um ato de extrema crueldade para os animais, que são submetidos a torturas antes e depois de serem lançados à arena. No ofício, ela descreveu diversos tipos de tortura, entre eles o sedém, que é uma espécie de cinta amarrada na virilha do touro e sobre o seu órgão sexual.

Google é obrigado a indenizar Murilo Rosa em R$ 60 mil

O ator Murilo Rosa, de 45 anos, saiu vencedor de uma ação contra o Google. De acordo com o Ego, a empresa terá que pagar uma indenização no valor de R$ 60 mil por danos morais por permitir a exibição de imagens íntimas dele no YouTube (site de propriedade do Google). A informação foi publicada confirmada pela reportagem do site com Ricardo Brajterman, advogado do ator. “Essa sentença foi mantida em segunda instância depois que o Google recorreu”, disse ele. O advogado ainda revelou que todo o material deve ser retirado da internet nas próximas 48 horas. Além disso, o Google pagará uma multa de R$ 10 mil toda vez que se recusar a tirar uma imagem íntima. Segundo o Ego, a empresa pode recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília.

Poluição em lagoa do Rio causa morte de milhares de peixes

A Proteste Associação de Consumidores pediu abertura de inquérito contra empresas de telefonia por eventuais bloqueios nos serviços de chamada de voz em aplicativos como WhatsApp e Viber. A representação foi feita junto à 3ª Câmara de Consumidor e Ordem Econômica da Procuradoria-geral da República (PGR) esta semana. Cinco entidades se uniram à Proteste na representação.

“As empresas não têm direito de interferir nos aplicativos de voz. Não se pode bloquear o acesso a um determinado aplicativo. Essa representação é para que o consumidor não seja prejudicado”, explicou a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci. Segundo ela, as empresas de telefonia já se movimentam contra aplicativos de chamada de voz que não usam a linha telefônica tradicional, e sim conexão à internet.

As entidades de defesa do consumidor alegam que a prática fere o Marco Civil da Internet ao desrespeitar as garantias de neutralidade e prestação adequada do serviço. “Estamos pedindo providências, estamos levando em conta o Marco Civil, que fala que a habilitação do terminal é mediante o endereço IP [identificação de um dispositivo na rede]. Não se pode restringir acesso ao IP”, analisou Maria Inês.

Além da representação junto à PGR, a Proteste criou uma petição online (www.proteste.org.br/nao-calem-whatsapp) contra o bloqueio de aplicativos como WhatsApp,  Viber e Messenger, vinculado ao Facebook. Segundo Maria Inês, as assinaturas também serão entregues ao Ministério Público Federal.

Procurado pela ‘Agência Brasil’, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) não quis comentar o assunto, assim como as operadoras Claro, Vivo e Oi. A Tim não respondeu até o fechamento da matéria.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) explicou que os chamados serviços “Over The Top”, aplicativos que requerem conexão com a internet, não são regulados por ela. “O presidente da Anatel, João Rezende, esteve na Câmara dos Deputados semana passada e, após audiência pública, explicou aos jornalistas que, numa análise preliminar, os serviços ‘Over The Top’ não são reguláveis pela agência porque não são, nos termos da lei, serviços de telecomunicações, mas serviços de valor adicionado”, informou, por meio de nota.

Audiência Pública 

Na última quarta-feira (26), a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou a realização de três audiências públicas para debater a regulamentação e taxação de serviços como WhatsApp, Netflix e GlobosatPlay. Ministério das Comunicações, representantes das empresas de telefonia e entidades de defesa do consumidor serão convidados a contribuir com o debate.

O requerimento foi apresentado pela deputada Eliziane Gama (PPS-MA) após o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, ter dito em audiência na Câmara que é preciso regular algumas atividades que “atuam à margem da lei, por exemplo, aplicativos que fornecem chamadas de voz sem serem operadoras”.

“É preciso encontrar uma maneira – que não é fácil, porque são serviços que se apoiam na rede mundial de computadores – para regular algumas atividades que atuam à margem da lei, por exemplo, aplicativos que fornecem chamadas de voz sem serem operadoras”, disse o ministro durante audiência pública no dia 19 de agosto.

Para Eliziane, a avaliação de Berzoini é preocupante, pois pode significar a taxação de um serviço pelo qual o consumidor já paga, por meio do pacote de internet contratado com a operadora. “A gente paga por isso, não se transmite mensagem de graça. E isso se aplica pra tudo, não só WhatsApp. A telefonia é muito cara e metade do que se paga é imposto”, disse a deputada à Agência Brasil.

Entidades de defesa do consumidor alegam que a prática fere o Marco Civil da Internet ao desrespeitar as garantias de neutralidade e prestação adequada do serviço

A Proteste Associação de Consumidores pediu abertura de inquérito contra empresas de telefonia por eventuais bloqueios nos serviços de chamada de voz em aplicativos como WhatsApp e Viber. A representação foi feita junto à 3ª Câmara de Consumidor e Ordem Econômica da Procuradoria-geral da República (PGR) esta semana. Cinco entidades se uniram à Proteste na representação.

 

“As empresas não têm direito de interferir nos aplicativos de voz. Não se pode bloquear o acesso a um determinado aplicativo. Essa representação é para que o consumidor não seja prejudicado”, explicou a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci. Segundo ela, as empresas de telefonia já se movimentam contra aplicativos de chamada de voz que não usam a linha telefônica tradicional, e sim conexão à internet.

As entidades de defesa do consumidor alegam que a prática fere o Marco Civil da Internet ao desrespeitar as garantias de neutralidade e prestação adequada do serviço. “Estamos pedindo providências, estamos levando em conta o Marco Civil, que fala que a habilitação do terminal é mediante o endereço IP [identificação de um dispositivo na rede]. Não se pode restringir acesso ao IP”, analisou Maria Inês.
Além da representação junto à PGR, a Proteste criou uma petição online (www.proteste.org.br/nao-calem-whatsapp) contra o bloqueio de aplicativos como WhatsApp,  Viber e Messenger, vinculado ao Facebook. Segundo Maria Inês, as assinaturas também serão entregues ao Ministério Público Federal.

Procurado pela ‘Agência Brasil’, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) não quis comentar o assunto, assim como as operadoras Claro, Vivo e Oi. A Tim não respondeu até o fechamento da matéria.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) explicou que os chamados serviços “Over The Top”, aplicativos que requerem conexão com a internet, não são regulados por ela. “O presidente da Anatel, João Rezende, esteve na Câmara dos Deputados semana passada e, após audiência pública, explicou aos jornalistas que, numa análise preliminar, os serviços ‘Over The Top’ não são reguláveis pela agência porque não são, nos termos da lei, serviços de telecomunicações, mas serviços de valor adicionado”, informou, por meio de nota.

Audiência Pública 

Na última quarta-feira (26), a Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados aprovou a realização de três audiências públicas para debater a regulamentação e taxação de serviços como WhatsApp, Netflix e GlobosatPlay. Ministério das Comunicações, representantes das empresas de telefonia e entidades de defesa do consumidor serão convidados a contribuir com o debate.

O requerimento foi apresentado pela deputada Eliziane Gama (PPS-MA) após o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, ter dito em audiência na Câmara que é preciso regular algumas atividades que “atuam à margem da lei, por exemplo, aplicativos que fornecem chamadas de voz sem serem operadoras”.

“É preciso encontrar uma maneira – que não é fácil, porque são serviços que se apoiam na rede mundial de computadores – para regular algumas atividades que atuam à margem da lei, por exemplo, aplicativos que fornecem chamadas de voz sem serem operadoras”, disse o ministro durante audiência pública no dia 19 de agosto.

Para Eliziane, a avaliação de Berzoini é preocupante, pois pode significar a taxação de um serviço pelo qual o consumidor já paga, por meio do pacote de internet contratado com a operadora. “A gente paga por isso, não se transmite mensagem de graça. E isso se aplica pra tudo, não só WhatsApp. A telefonia é muito cara e metade do que se paga é imposto”, disse a deputada à Agência Brasil.

Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.

Fonte: Agência Brasil

3 comentários

  1. Adriana disse:

    O WhatsApp é um aplicativo não deveria nem haver cobrança nenhuma essa é a verdade .

  2. fernando saggioro disse:

    Demorou…se alguem não meter a mão (alguem…do governo) não pode funcionar. Estamos vivendo a reinvenção do livre arbitrio. Vale a pena lutar contra o sistema…ninguem em nenhuma atividade faz algo que não custe alguma coisa.A internet veio pra moralizar um pouco as coisas. Seja vem vinda…grato

  3. Rosileny Dias disse:

    Conserttesa

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Receita Federal libera aplicativo que permite o parcelamento da dívida ativa

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A Receita Federal liberou o aplicativo que permite o parcelamento simplificado de débitos decorrentes de contribuições previdenciárias inscritas em Dívida Ativa da União. O acesso deve ser feito por meio do Centro Virtual de Atendimento ( e-CAC).

A portaria, que regulamentou o parcelamento simplificado, prevê a concessão de parcelamentos em até 60 vezes, sendo o valor de cada negociação limitado a R$ 1 milhão.

Os débitos em cobrança judicial com leilão designado continuam sendo parcelados exclusivamente nas Unidades de Atendimento da Receita Federal.

 

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Nadador Daniel Dias termina Mundial com sete ouros e uma prata

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Daniel Dias fechou sua participação no Mundial Paralímpico de Natação, que termina neste domingo (19), em Glasgow, na Escócia, com um incrível aproveitamento em finais individuais. Toda vez que o maior medalhista do país em Mundiais caiu na água para brigar pelo título mundial – foram cinco, no total -, acabou no lugar mais alto do pódio. A vitória final veio na última prova disputada pelo brasileiro, que segue como campeão mundial nos 100m livre S5. Ele completou a distância em 1min08s85, índice que se tornou o novo recorde do campeonato. O segundo lugar ficou com Roy Perkins, dos Estados Unidos, que terminou a prova em 1min15s96. O terceiro melhor tempo e o bronze é do britânico Andrew Mullen, que nadou em 1min16s68. Clodoaldo Silva, que era um dos oito finalistas e chegou a aparecer em terceiro na virada para os 50m finais, chegou em quinto lugar, com o tempo de 1min18s86.

Dono do melhor tempo da fase classificatória, com 1min17s34, Daniel Dias liderou a prova de ponta a ponta. Mullen largou bem e chegou a pressionar o brasileiro em alguns momentos, mas Dias conseguiu descolar-se do pelotão e abrir quase dois segundos de vantagem para cima do espanhol Sebastian Rodriguez, que fez o segundo melhor tempo até a hora da virada. Sem adversários em sua cola, o nadador venceu com sobras e, por muito pouco, não derrubou o recorde mundial, que é dele mesmo – a marca de 1min08s39 foi alcançada nos Jogos Paralímpicos de Londres.

Daniel Dias venceu os 50m costas S5, 50m borboleta S5, 50m livre S5, 100m livre S5, 200m livre S5, 100m costas SB4 e o revezamento 4x50m livre misto 20 pontos, como integrante da equipe brasileira. Com a equipe masculina do revezamento 4×100 livre, foi medalhista de prata. As sete medalhas de ouro e a de prata fizeram dele o nadador mais vencedor desta edição do Mundial, superando o bielo-russo Ihar Boki, que terminou com seis ouros e uma prata.  Ele também aparece como maior medalhista do país em Mundiais, com 24 medalhas em três Mundiais – nove em Eindhoven, na Holanda, em 2010, oito em Montreal, no Canadá, em 2013 e as oito conquistadas em Glasgow -, uma a mais que Andre Brasil, que soma 23 conquistas em seu currículo.

“A competição foi incrível. Estou muito feliz com o resultado de hoje e também de todo o Mundial. Não só eu, mas todo mundo representou muito bem o Brasil e saio satisfeito com a minha performance e com a da seleção inteira. Foi um grande teste antes dos Jogos Paralímpicos. Já sabia que aqui seria bem parecido com o que vai acontecer no Rio de Janeiro. Ficar bem próximo dos recordes é um bom sinal de que estamos fazendo a coisa certa”, resumiu o nadador.

O Mundial Paralímpico de Natação começou na segunda-feira (13) e termina neste domingo. As provas estão sendo disputadas na piscina do Tollcross International Swimming Centre. O campeonato está em sua sétima edição e distribuirá vagas para os Jogos Paralímpicos do Rio-2016. Ao todo, 571 atletas de 67 países participam do Mundial, e o Brasil está representado por 23 atletas.

 

 

Pesquisa jose serra

Sem provocar alardeamento na grande mídia, o senador José Serra (PSDB), que deu entrevistas recentes pregando o desmembramento da Petrobras, apresentou um projeto de lei que altera o sistema de partilha do pré-sal, desobrigando a estatal brasileira de participar dos negócios e excluindo a clásula que condiciona a participação da Petrobras em, no mínimo, 30% da exploração e produção em cada licitação.

O PL 131/2015, modifica a lei de partilha 12.351/2010, derrubando a participação mínima de 30% da empresa estatal nos consórcios de exploração. Segundo informações da Agência Senado, a matéria está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), aguardando sugestões de emendas e a designação de um relator.

Em defesa de sua tese, Serra alega ser “inconcebível que um recurso de tamanha relevância sofra um retardamento irreparável na sua exploração devido a crises da operadora”. O senador avalia que as investigações da Operação Lava Jato, com prisões preventivas de gestores, fornecedores e prestadores de serviços da Petrobras, já estariam afetando a empresa, gerando cancelamentos, atrasos e a consequente desorganização das suas atividades.

“A sucessão de escândalos associados às alegações de cartel, suborno e lavagem de dinheiro criaram uma situação quase insustentável para uma companhia que tem que implementar um dos maiores programas de investimento do mundo, da ordem de US$ 220,6 bilhões até 2018”, escreveu.

Pela lei atual, aprovada em 2010, a Petrobras deve atuar como operadora única dos campos do pré-sal com uma participação de pelo menos 30%. Além de ser a empresa responsável pela condução e execução, direta ou indireta, de todas as atividades de exploração, avaliação, desenvolvimento e produção.

Além da CCJ, o projeto também será analisado pelas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Serviços de Infraestrutura (CI).

Ataques à Petrobras

Em entrevista ao Estadão em fevereiro, Serra disse que a Petrobras “tem que ser refundada” . “Mudar radicalmente os métodos de gestão, profissionalizar diretoria, conselho administrativo e rever as tarefas que exerce. Sua função essencial é explorar e produzir petróleo. No Brasil, a Petrobrás diversificou demais e foi muito além do necessário, acabou se lançando em negócios megalomaníacos e ruinosos. O que dá prejuízo precisa ser enxugado, concedido, vendido ou extinto”, disse ele.

“E tem que começar pela revisão do modelo do pré-sal: retirar a obrigatoriedade de a empresa estar presente em todos os poços, ser a operadora única dos consórcios e ter que suportar os custos mais altos da política de conteúdo nacional. Não se trata apenas de contabilidade, a empresa tem que ter vigor, porque o petróleo continuará por muito tempo sendo uma grande mercadoria”, acrescentou.

O analista político Paulo Vannuchi disse em entrevista à RBA  que o projeto de Serra pode ser considerado “um artifício, ou ardil, para quebrar o monopólio de produção da Petrobras sobre o pré-sal, monopólio que já é absolutamente flexibilizado, com limite de 30%, que permite a participação de empresas privadas em até 70%, como ficou comprovado na licitação do mega campo de Libra, com a atração de empresas chinesas e europeias”.

Site do deputado Marco Feliciano é hackeado

Feli

O site do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) foi hackeado na tarde deste domingo (7). Ao abrir a página do parlamentar, apareciam as cores do arco-íris e uma mensagem contra ele.Por volta das 16h55, o site estava fora do ar. Em 2013, Marco Feliciano envolveu-se em polêmicas ao assumir a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados sob protestos, principalmente, de entidades que defendem os direitos dos homossexuais. Neste domingo, na página do deputado, uma montagem com imagem semelhante à de Jesus foi publicada e o rosto do parlamentar estava em uma das mãos. Segundo mensagem publicada no site, o grupo “ProtoWave” foi o responsável por hacekar a página. Ao abrir o site, paródia da música “I will survive” era executada e o logotipo das lojas “O Boticário”, exibido. Na última semana, uma propaganda da marca sobre o Dia dos Namorados exibiu casais gays, o que gerou repercussão nas redes sociais. Pastor da igreja Assembleia de Deus, Marco Feliciano causou polêmica em 2011, quando publicou declarações em seu Twitter sobre africanos e homossexuais. “Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome… Etc”, escreveu o deputado na ocasião. Ele também havia publicado na rede social que “a podridão dos sentimentos dos homoafetivos leva ao ódio, ao crime e à rejeição”.