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Prazo para pagamento das inscrições para concurso do IBGE termina nesta quarta

Termina nesta quarta-feira (16) o prazo para pagamento da taxa de inscrição para os concursos para vagas no Censo 2022. As inscrições já foram encerradas, mas é possível consultar a segunda via do boleto no site da FGV, organizadora do concurso.

Acesse a segunda via do boleto

São, ao todo, 206.891 vagas temporárias, divididas da seguinte forma:

183.021 vagas para a função de Recenseador: remuneração de acordo com a produção; taxa de inscrição de R$ 57,50;
18.420 vagas para a função de Agente Censitário Supervisor: salário de R$ 1.700; taxa de inscrição de R$ 60,50;
5.450 vagas para a função de Agente Censitário Municipal: salário de R$ 2.100; taxa de inscrição de R$ 60,50.
O recenseador não tem uma remuneração fixa, pois ela vai variar de acordo com a produção, dependendo do número de entrevistas com os moradores. Já o salário de agente censitário varia de R$ 1.700 a R$ 2.100.

Chuva em Petrópolis deixa 38 mortos e vários desaparecidos

Fortes chuvas em Petrópolis, Região Serrana do Rio, na tarde desta terça-feira (15) deixaram ao menos 38 mortos , segundo apuração da Defesa Civil feita em conjunto com o IML e oficiais do Posto Regional de Polícia Técnica e Científica da Polícia Civil.

Os agentes atuam na consolidação do número de vítimas e regiões atingidas. O Centro da cidade ficou inundado e os corpos apareceram depois que o nível do rio desceu. Houve ainda um deslizamento no Morro da Oficina, no bairro Alto da Serra, com, pelo menos 80 casas atingidas .

Em nota, a Defesa Civil da cidade disse que atua nas ocorrências e decretou estágio de crise na região. O órgão disse ainda que, até o começo da madrugada desta quarta (16), 77 pessoas se encontravam acolhidas nos pontos de apoio que funcionam em escolas da cidade.

A Prefeitura decretou estado de calamidade pública e informou que as equipes dos hospitais foram reforçadas para o atendimento de vítimas. Ainda não há número de feridos.

Em boletim emitido  por volta de 1h desta quarta, Defesa Civil informou que não há núcleos de chuva significativos atuando na cidade, e também não houve registro de chuva significativa nas últimas duas horas.

“O maior registro horário é de 125.8 mm/h às 17h15 no pluviômetro Alto da Serra (INEA). No São Sebastião, o acumulado pluviométrico em 6 horas chegou a 259.8mm às 21h10”, disse em nota.

No final da tarde, a força da correnteza arrastou carros e assustou pedestres e comerciantes. O Batalhão de Choque foi mobilizado para ajudar com a segurança depois de notícias de saques e arrastões no Centro da cidade.

A chuva também provocou queda de barreiras em diferentes pontos. Ainda não há informações sobre número total de vítimas soterradas.
Devido ao grande volume de água, a Defesa Civil passou a cidade para Estágio Operacional de Alerta e acionou as sirenes do primeiro distrito, situadas nos bairros Alto da Serra, 24 de Maio , Vila Felipe, Campinho, Chácara Flora e Dr. Thouzet.
Nível das chuvas ultrapassou esperado para o mês inteiro

Foram registradas pela Defesa Civil 176 ocorrências, sendo 148 deslizamentos de terra e diversos pontos de alagamentos. Em seis horas, choveu mais que o esperado para o mês inteiro, e o índice de chuva chegou a 259 milímetros.

A maior incidência de deslizamentos ocorreu nos bairros: Centro, Quitandinha, Caxambu, Alto da Serra e Castelânea.

O rio transbordou no Centro, e a velocidade com que a água subiu pegou motoristas de surpresa, que não tiveram tempo de escapar da inundação. Uma das imagens que circulam nas redes sociais mostra um carro sendo arrastado com os ocupantes dentro.
Uma barreira atingiu os fundos de um prédio no Centro, mas até o momento não é informações sobre vítimas no local. A chuva também deixou ruas destruídas na cidade.
Outro ponto afetado no Centro foi a Rua da Imperatriz, que ficou totalmente alagada. Nela se encontram prédios históricos, como o Museu Imperial .

A Defesa Civil informou que os pontos de apoio para acolhimento de moradores em área de risco foram abertos.

“Agentes da Defesa Civil e CPTrans atuam em diversos pontos da cidade por conta de inundações e alagamentos em função da forte chuva que afeta a cidade no momento. As ruas Coronel Veiga (entre Duas Pontes e Ponte Fones), o Centro (nos acessos à rua General Osório e Silva Jardim), na Rua Bingen, na Praça Pasteur estão com trechos bloqueados para acesso”, informou a Prefeitura em nota.

Justiça Federal no Rio manda pais vacinarem aluna do Pedro II

A Justiça Federal no Rio de Janeiro determinou que os pais de uma estudante de 11 anos do Colégio Pedro II vacinem sua filha contra a covid-19. A mãe da menina havia pedido na Justiça um habeas corpus preventivo para impedir o colégio de exigir a vacinação para a filha frequentar as dependências escolares, no campus de Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro.

A mãe Andressa da Conceição Vasconcelos Bento Nogueira alegou que a exigência da vacina seria um cerceamento do direito da criança de estudar, “sendo, desta forma, impedida de exercer sua liberdade de ir, vir e permanecer na instituição escolar da qual faz parte”.

No pedido, ela diz também que a carteira de vacinação da menina está em dia, mas que a vacinação contra a covid-19 não é obrigatória e que, portanto, “os responsáveis da paciente [aluna] não permitiram que a mesma participasse do experimento vacinal contra covid-19 para protegê-la de futuros problemas, pois o experimento ainda não apresenta garantias e nem segurança para quem faz uso”.
Decisão

Na decisão, com data de ontem (3), a juíza Mariana Preturlan, da 26ª Vara Federal do Rio de Janeiro, argumentou que o habeas corpus se refere ao direito de ir e vir, e não ao acesso à educação e saúde. Portanto, não é o instrumento correto para tal alegação. Porém, a magistrada analisa o mérito da questão, tendo em vista a “relevância do tema – vacinação de criança em uma pandemia”.

Entre os argumentos jurídicos, Mariana Preturlan apontou que a Lei Federal nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, autoriza a vacinação compulsória para enfrentar a pandemia, bem como a imposição de sanções para quem se recusar. Medida que foi confirmada como constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“No julgado, fica claro que a vacinação compulsória não é vacinação forçada, isto é, é possível a recusa do usuário, que, no entanto, fica sujeito a sanções e medidas indiretas de convencimento, tais como a restrição de acesso a locais ou exercício de atividades”, esclarece a sentença.

A juíza lembrou, também, que as vacinas aplicadas nas crianças foram aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), “de forma que não se pode falar em uso experimental dos imunizantes”, bem como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reforça a importância da vacinação infantil para combater a pandemia, método já utilizado em larga escala em outros países.

“Existe, portanto, amplo consenso científico de que a imunização de crianças, inclusive da faixa etária de 5 a 11 anos, colabora com a mitigação de formas graves e óbitos por covid-19 nesse grupo, reduz a transmissão do vírus e é uma importante estratégia para que as atividades escolares retornem ao modo presencial”, afirmou a juíza.

Ela citou que é dever do Estado, da família e da sociedade assegurar os direitos fundamentais das crianças e que, portanto, “os pais não têm direito de impedir seus filhos de serem vacinados”, sob o risco de perda do poder familiar.

“Diferentemente do alegado pela impetrante, os fatos narrados na petição inicial não noticiam que o Colégio Pedro II estaria violando direitos da paciente. Pelo contrário, os fatos narrados revelam que os pais da paciente estão violando seus direitos fundamentais à saúde e à educação. A petição inicial é, portanto, notícia da prática de ilegalidade pelos genitores da paciente”, concluiu a juíza.

Ela determinou que o Ministério Público e o Conselho Tutelar sejam acionados para tomar as medidas cabíveis contra os pais da estudante e resguardar o direito da menina de ser imunizada contra a covid-19.

“Assim, considerando as atribuições legais do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e do Conselho Tutelar, determino sejam os órgãos oficiados da presente impetração e desta sentença, a fim de que sejam tomadas as medidas necessárias para resguardar os direitos da menor absolutamente incapaz, que está sendo ilegalmente impedida de se vacinar e, possivelmente, de frequentar a escola”, explicou.
Colégio exige comprovação de vacina

A exigência da comprovação de vacina para frequentar as dependências do Colégio Pedro II foi determinada em novembro pelo Conselho Superior (Consup). O colégio é federal e tem uma rede de 14 campi e um Centro de Referência em Educação Infantil, distribuídos em seis bairros do Rio de Janeiro e nos municípios de Duque de Caxias e Niterói, atendendo cerca de 13 mil estudantes, da educação infantil à pós-graduação.

O Consup é presidido pelo reitor e reúne representantes dos professores, trabalhadores técnico-administrativos, estudantes, pais de alunos, egressos, conselho de dirigentes e um representante do Ministério da Educação.

A Resolução número 183 do Consup, de 12 de novembro de 2021, detalha as “premissas fundamentais para a retomada das atividades presenciais”. Entre elas, a determinação de que “para entrada na instituição será exigida a carteira de vacinação de todos os que tenham sido contemplados pelo calendário de vacinação”.

Na semana passada, o reitor Oscar Hallac emitiu nota pública se posicionando favoravelmente à vacinação das crianças de 5 a 11 anos contra a Covid-19.

“Rogo que vacinem seus filhos e filhas de 5 a 11 anos e complementem as suas vacinações. Assim, a normalidade advirá mais rápida e estaremos cuidando uns dos outros”, afirma nota do reitor.

O Colégio Pedro II retoma as aulas na segunda-feira para encerrar o ano letivo de 2021, de forma híbrida. A previsão em dezembro era de que as aulas retornariam 100% presenciais em fevereiro, porém, o avanço da variante Ômicron fez com que o Consup decidisse pelo adiamento do retorno pleno às salas de aula.p

Fonte Agência Brasil

Município do Rio de Janeiro libera visitação em hospitais municipais

A Secretaria Municipal de Saúde da cidade do Rio de Janeiro (SMS) liberou visitação a pacientes internados em hospitais municipais, a partir da próxima segunda-feira (7).

As visitas estavam suspensas desde o último 19 de janeiro, para evitar o contágio pela variante Ômicron do novo coronavírus. Segundo a SMS, a decisão foi tomada em razão da “queda do número de casos de covid-19 na cidade”.

Todos os visitantes têm de apresentar comprovante de vacinação contra a covid-19 em dia.

A última atualização do perfil epidemiológico mostra que, em 2022, foram registrados 314.164 casos da doença e 347 óbitos na capital fluminense.

A taxa de letalidade está em 0,1%. Em 2021, a taxa foi de 5,6%; e em 2020, chegou a 8,7%.
Fonte Agência Brasil

Síndromes gripais tem redução de 60% no RJ

Levantamento da Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro aponta que a média móvel nos atendimentos às síndromes gripais, que inclui a covid-19, nas unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do estado teve queda de 60% na última semana.

A análise mostra que entre os dias 20 a 26 de janeiro a média móvel foi de 4.089 atendimentos diários. Já entre os dias 27 e 30 de janeiro, a média móvel ficou em 1.670 atendimentos diários de síndromes gripais.

“Estamos começando a observar que os indicadores precoces para covid-19 estão reduzindo. Reflexo disso é a diminuição nos atendimentos de síndrome gripal nas UPAS e a taxa de positividade dos testes para covid-19. A Ômicron já chegou ao pico e agora está em queda. Em algumas regiões, já temos redução nos casos e internações”, disse, em nota, o secretário de Saúde, Alexandre Chieppe.

Para combater a circulação da variante Ômicron e o aumento dos casos de covid-19, a secretaria ativou o plano de contingência para a doença revertendo 397 leitos em janeiro e abrindo 13 centros de testagem em UPAs e hospitais estaduais, além do megacentro de testagem no Maracanã.

Ainda segundo a pasta, também foram distribuídos mais de 2 milhões de testes para detecção da covid-19 para os 92 municípios do estado. Nessas unidades, a taxa de positividade chegou a quase 50% e, nesta quinta-feira (3), estava em 12%.

A campanha de imunização contra a covid-19 continua avançando no estado, segundo a secretaria. Além da dose de reforço para pessoas com 12 anos de idade ou mais, a vacinação das crianças de 5 a 11 anos de idade também está sendo realizada nos 92 municípios do estado. Até esta terça-feira (1), foram registradas 91.345 crianças imunizadas contra a covid-19 no estado. Os dados representam 6% do total do público-alvo.

“Fazemos um alerta para que os pais e responsáveis levem as crianças aos postos para receberem a imunização. As vacinas são seguras e ajudam a reduzir os casos graves e óbitos pela doença”, disse o secretário.

Fonte Agência Brasil

Metrô do Rio será grátis para crianças no dia de vacinação

A concessionária MetrôRio, que opera o transporte metroviário na capital fluminense, anunciou hoje (4) que crianças acima dos 5 anos poderão voltar para casa gratuitamente no dia em que receberem a vacina contra a covid-19.

Para isso, será necessário que o responsável apresente o comprovante de vacinação da criança e um documento com foto que a identifique.

A campanha, chamada de Movimento Estação Vacina, foi estendida apenas às crianças e não inclui a viagem do responsável que a acompanhe ao posto de vacinação.

No caso dos adultos, a gratuidade é possível para aqueles que comprovarem que receberam a segunda ou terceira dose das vacinas contra a covid-19 no dia do embarque.

A iniciativa começou em setembro de 2021, destinada a adultos que recebessem a segunda dose. Em dezembro, a empresa estendeu o benefício também aos passageiros que tomaram a dose de reforço.

Segundo a MetrôRio, já foram cerca de 2 mil embarques gratuitos de clientes vacinados nas linhas 1, 2 e 4. Além dos trens, os passageiros também podem usufruir do benefício nos ônibus do Metrô na Superfície.

Fonte Agência Brasil

Bolsonaro oficializa reajuste de 33,23% para professores

Uma cerimônia no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (4), oficializou o reajuste de 33,23% para professores da rede pública de educação básica. A portaria, assinada pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, e pelo presidente Jair Bolsonaro, eleva de R$ 2.886 para R$ 3.845 o piso salarial nacional da categoria.

Além do reajuste, foram lançados no evento dois editais com a oferta de 168 mil vagas em cursos de graduação e pós-graduação para formação de professores. O primeiro é o da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e o segundo edital é do Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor).

“Em 2021 o protagonismo foi dos profissionais da saúde, em 2022, o protagonismo será dos profissionais de educação. Chega de usar os professores e profissionais de educação apenas como massa de manobra político-eleitoral. Está na hora de ações diretas. E uma ação direta é essa, que respeita o profissional e dá a ele um ganho a mais nessa situação”, ressaltou o ministro da Educação na cerimônia.
Piso

O piso se aplica a profissionais com formação em magistério em nível médio – vinculados a instituições de ensino infantil, fundamental e médio das redes federal, estadual e municipal – que têm carga horária de trabalho de 40 horas semanais. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), a medida abrange professores, diretores, coordenadores, inspetores, supervisores, orientadores e planejadores escolares em início de carreira. Segundo o Ministério da Educação (MEC), mais de 1,7 milhão de profissionais serão impactados.

O reajuste está previsto em lei de 2008. Segundo o texto, o valor mínimo para os docentes da educação básica deve ser reajustado anualmente em janeiro. Segundo entendimento da CNTE e do governo federal, o reajuste é automático e deverá constar do salário referente ao mês de janeiro, a ser pago em fevereiro. Mas na prática não deve ser assim já que os municípios têm alegado dificuldades financeiras para arcar com esse reajuste.
Divergências

Um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro adiantar o valor de reajuste do piso, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) criticou a medida afirmando que o Executivo federal coloca “em primeiro lugar uma disputa eleitoral” e joga a educação “pelo ralo”.

À época, por meio de nota, o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, destacou que o critério de reajuste anual do piso do magistério foi revogado com a Lei 14.113/2020, que regulamentou o novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), entendimento que, segundo ele, foi confirmado pelo próprio Ministério da Educação, no dia 14 de janeiro, com base em parecer jurídico da Advocacia-Geral da União (AGU).

O Ministério da Educação, por sua vez, informou que a definição do valor se deu após “estudo técnico e jurídico”, que, segundo a pasta, “permitiu a manutenção do critério previsto na atual Lei 11.738 de 2008”.

Pelas contas da CNM, o reajuste anunciado pelo governo federal, de 33,24%, terá impacto de R$ 30,46 bilhões nos cofres dos municípios, “colocando os entes locais em uma difícil situação fiscal e inviabilizando a gestão da educação no Brasil”.

“Para se ter ideia do impacto, o repasse do Fundeb para este ano será de R$ 226 milhões. Com esse reajuste, estima-se que 90% dos recursos do fundo sejam utilizados para cobrir gastos com pessoal”, ponderou o presidente da CNM.

A entidade recomendou a correção do piso pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) medido nos 12 meses anteriores ao reajuste – a mesma métrica usada na correção do salário mínimo geral e orientou os prefeitos a não pagarem o valor determinado pelo governo federal. O INPC fechou 2021 em 10,16%.

Para o ministro da Educação, os recursos existem e o governo federal pode socorrer municípios que não consigam pagar o reajuste.

“Vejo que há na mídia, muitas vezes, discussão de alguns gestores, sobretudo municipais e estaduais, que acham que o valor é muito grande. Lembro de no final do ano ter sido procurado por alguns prefeitos e até governadores com dificuldades, devido ao montante de recursos da educação que tinham de usar, e me perguntaram, o que podemos fazer? Aí foram bônus, computadores…Os recursos existem e o governo federal, já há previsão legal, pode, de maneira justificada, socorrer eventualmente um gestor que não consiga cumprir esse montante”, afirmou.

O presidente Jair Bolsonaro também citou a polêmica e afirmou que os recursos são do governo federal. “Havia, sim, pedidos de muitos chefes de executivo estaduais e municipais querendo [reajuste] de 7%. O dinheiro é de quem? Quem é que repassa esse dinheiro para eles? Somos nós, o governo federal. E a quem pertence a caneta Bic para assinar a portaria? Essa caneta Bic quem vai usar sou eu”, declarou.
Semana

No evento, o presidente citou ainda o que chamou de “realizações da semana” como o fim da exigência da prova de vida do INSS, a entrega de 2 mil títulos de terra, além de cerca de R$ 8 bilhões esquecidos por correntistas ao longo dos últimos anos que serão liberados. O sistema que permite a consulta a valores devidos por bancos a pessoas e empresas voltará a funcionar somente em 14 de fevereiro, segundo o Banco Central.

Fonte Agência Brasil

Ambulantes do Rio que trabalhariam no carnaval irão receber auxílio

Os vendedores ambulantes que trabalhariam no carnaval de rua da cidade do Rio de Janeiro irão receber um auxílio de R$ 500, a ser pago em cota única no dia 18 de fevereiro.

O anúncio foi feito hoje (4) pela prefeitura e tem como objetivo complementar a renda desses trabalhadores informais, após o cancelamento dos festejos pelo segundo ano seguido, devido à pandemia de covid-19.

De acordo com o prefeito, Eduardo Paes, serão beneficiados mais de 9 mil ambulantes da cidade.

“O carnaval de rua começa sempre bem antes. Existe toda uma cadeia produtiva que depende do carnaval. O que buscamos foi construir alternativas para essa cadeia produtiva. Há uma quantidade muito grande de pessoas que vão deixar de trabalhar nesse período e que, por consequência disso, deixarão de ter uma renda extra. Este programa, elaborado pelas secretarias de Desenvolvimento Econômico e Fazenda busca dar um auxílio da Prefeitura para essas pessoas”.

Poderão acessar o auxílio os ambulantes cadastrados no Carnaval de 2020 que, segundo a Riotur, somam 9.262 pessoas. De acordo com a prefeitura, os interessados devem acessar o site www.carioca.rio a partir de quarta-feira (9) e informar o CPF, para saber se têm direito ao benefício. Quem estiver apto, deve fazer um cadastro até o dia 17 de fevereiro.

O secretários de Desenvolvimento Econômico, Inovação e Simplificação, Chicão Bulhões, destacou que o programa Auxílio Ambulante Carnaval de Rua vai ajudar a diminuir os impactos econômicos da pandemia na cidade.

“O carnaval do Rio, além do seu imenso valor cultural e histórico, também é um vetor de desenvolvimento econômico da cidade, movimentando a economia e gerando trabalho e renda para milhares de pessoas. Com o cancelamento dos blocos de ruas neste ano, milhares de trabalhadores deixarão de ter a renda desse período”.

A prefeitura informou que no carnaval de 2020, o último realizado na cidade, foram movimentados mais de R$ 4 bilhões, com a presença de dois milhões de turistas. Os ambulantes trabalham em mais de 600 desfiles, de cerca de 500 blocos autorizados.

No ano passado, o programa Auxílio Carioca destinou cerca de R$ 93 milhões para 670 mil pessoas, entre famílias em estado de vulnerabilidade social, beneficiárias do Programa Cartão Família Carioca, ambulantes, auxiliares de ambulantes e famílias que recebem o Cartão Merenda. O secretário de Fazenda, Pedro Paulo, explica que o Auxílio Ambulante usará a mesma plataforma.

“O processo para o auxílio ao ambulante do carnaval deste ano é basicamente o mesmo que fizemos com o Auxílio Carioca quando disponibilizamos uma plataforma para que fizessem um cadastro e um cartão digital para que pudessem fazer o saque. E isso deu certo. Basicamente, vamos usar o mesmo sistema agora. É simples e rápido”.

 

Fonte Agência Brasil

Empreiteira deverá devolver R$ 660 milhões aos cofres públicos do Rio

O governo do Estado do Rio de Janeiro assinou hoje (24), acordo de leniência com a Novonor S.A. (ex-Odebrecht), que institui a devolução de cerca de R$ 660 milhões aos cofres públicos. O montante envolve pagamentos e desistência de cobranças.

Pelo acordo, assinado com a Procuradoria Geral do Estado (PGE-RJ) e a Controladoria Geral do Estado (CGE-RJ) “ao longo dos próximos 23 anos, a empresa pagará ao estado R$ 330 milhões decorrentes de restituição de lucro e pagamento de multa pelos ilícitos confessados em contratos de obras de infraestrutura no estado. Entre elas, o PAC Favelas, o Arco Metropolitano, a obra e a concessão do Maracanã, a construção da Linha 4 do Metrô, e obras de reparos dos estragos provocados pelas enchentes dos rios Muriaé e Pomba, no norte e noroeste do estado.”

Além disso, a Novonor desiste da arbitragem que discute a concessão do Maracanã, na qual cobra R$ 330 milhões do estado por alegados prejuízos. A empresa também oferecerá provas para anular o contrato da linha 4 do metrô, o que liberará o governo estadual para realizar nova licitação. A empresa comprometeu-se, ainda, a “apresentar provas contra agentes públicos e privados que ajudarão no combate à corrupção e na recuperação de outros ativos.”

Este foi o terceiro acordo de leniência assinado pelo estado do Rio de Janeiro com empresas denunciadas nas investigações dos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro. O primeiro, celebrado em janeiro do ano passado com a Andrade Gutierrez, envolveu R$ 66,5 milhões. O segundo, em setembro de 2021, com a Carioca Engenharia, que devolverá R$ 132 milhões aos cofres do estado.

Os três acordos assinados pela PGE e CGE já somam quase um bilhão de reais recuperados para os cofres cariocas. São mais de R$ 500 milhões em dinheiro a serem devolvidos, além de mais de R$ 400 milhões referentes à desistência de ações de cobrança propostas pelas empreiteiras contra o estado.
Fonte Agência Brasil

Flamengo tem três atletas com covid-19

A dois dias da estreia na Taça Guanabara – primeiro turno do Campeonato Carioca – o Flamengo confirmou, sem revelar nomes, que dois jogadores testaram positivo para a covid-19, foram dispensados e já cumprem quarentena. Também pela manhã, a seleção chilena anunciou que o zagueiro rubro-negro Mauricio Isla, também contraiu o vírus SARS-CoV-2. Isla defenderia o Chile nas Eliminatórias Sul-Americanas da Copa do Mundo.

O Rubro-Negro faz a primeira partida da Taça Guanabara na quarta-feira (26), às 21h35 (horário de Brasília) contra a Portuguesa, no estádio Luso- Brasileiro, na Ilha do Governador, zona norte da cidade do Rio de Janeiro. A partida será transmitida ao vivo na Rádio Nacional.
equipe que defenderá o clube nas rodadas iniciais do Carioca treinou esta manhã no Ninho do Urubu sob comando do técnico Fábio Matias. Já o elenco principal, em pré-temporada, participou de atividades técnica e tática comandadas pelo técnico português Paulo Sousa.

Fonte Agência Brasil