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Laboratório recolhe medicamentos com Losartana


A farmacêutica Sanofi Medley anunciou nesta semana o recolhimento voluntário e preventivo de todos os lotes de medicamentos com Losartana. O fármaco é utilizado no tratamento contra pressão alta e insuficiência cardíaca.

O recolhimento está sendo realizado devido a impurezas encontradas no componente que podem causar mutações genéticas e aumentar o risco de câncer. Os remédios voltarão ao mercado com o Losartana ajustado.

“Este recolhimento é uma medida de precaução e, até o momento, não existem dados para sugerir que o produto que contém a impureza causou uma mudança na frequência ou natureza dos eventos adversos relacionados a cânceres, anomalias congênitas ou distúrbios de fertilidade. Assim, não há risco imediato em relação ao uso dessas medicações contendo Losartana”, declarou a empresa em nota.

A Sanofi Medley ainda alerta que os riscos da interrupção abrupta do tratamento com Losartana sem consulta médica tem mais riscos à saúde do que o potencial de dano da impureza do fármaco.

O recolhimento afeta os lotes dos seguintes medicamentos:
– Losartana potássica 50 mg e 100 mg;
– Losartana potássica + hidroclorotiazida 50 mg + 12,5 mg;
– Losartana potássica + hidroclorotiazida 100 mg + 25 mg.

Consumo diário de cerveja diminui tamanho do cérebro


O consumo de leve a moderado de bebidas alcoólicas pode afetar a estrutura do cérebro e causar um envelhecimento cognitivo maior do que o verificado em pessoas que não bebem, segundo pesquisadores da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

O trabalho publicado na última sexta-feira (4) mostra ainda que pessoas de meia idade que bebem duas latas de cerveja de 500 ml, ou uma taça de vinho por dia, têm o cérebro até dois anos e seis meses mais velhos do que as que não bebem.

O estudo cruzou informações de 36.678 adultos com idades entre 40 e 69 anos cadastrados no UK Biobank, um banco de dados do Reino Unido.

Djavan é processado por vizinha


De acordo com coluna de Ancelmo Gois, do jornal ‘O Globo’, o cantor Djavan foi processado por uma vizinha em Petrópolis, São Paulo, após instalar um portão na entrada da sua residência.

No processo que corre na 4ª Vara Cível da Comarca de Petrópolis, Cláudia Magalhães acusou o cantor de ter tomado sua propriedade com a instalação do portão, porque acabou bloqueando a entrada e saída da sua própria residência.

A defesa do artista disse que a vizinha tentou vender sua área ao músico, e que ela começou o processo porque ele não aceitou comprar. “a autora antes de começar com toda esta ladainha envolvendo o Djavan e a prefeitura de Petrópolis, dando trabalho e custos para todo mundo, tentou vender sua área ao Djavan e quando este não aceitou, começou este inferno administrativo e judicial.”

Latam aumenta preços de passagens

Com a alta no preço do petróleo no mercado internacional, como consequência da guerra na Ucrânia, as companhias aéreas estão amargando aumento substancial de custos com querosene de aviação (QAV).

A Latam confirmou um reajuste das passagens, sem estimar, porém, qual a porcentagem. Sem previsão para o equilíbrio do mercado, o setor estima uma postergação da oferta de novas rotas.

A companhia aérea informou, por meio de nota, que permanece atenta à evolução da guerra na Ucrânia, que impacta diretamente o preço do petróleo e também a previsibilidade para realizar ajustes em seus voos, se necessário. “É inegável o impacto nos custos das companhias aéreas em função da alta do preço do QAV”, diz a companhia.

Já a Azul afirma, também em nota, que, embora o valor do barril do petróleo já tenha superado os níveis atuais há 14 anos, a situação atual “é muito pior, pois naquela época o valor do dólar estava muito abaixo dos atuais R$ 5,00, cotado a R$ 2,00”.

“Essa matemática é bastante impactante para o setor aéreo, em especial para as empresas brasileiras, que têm diversos custos em dólar e um dos combustíveis mais caros do mundo”, destaca a áerea.

Historicamente, o combustível responde por mais de um terço dos custos do setor, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear).

Conforme a entidade, o setor acumula prejuízo de R$ 37,4 bilhões de 2016 até o terceiro trimestre de 2021. “A Abear defende que medidas emergenciais de contenção de preços que possam ser tomadas durante a vigência do conflito incluam o QAV, amenizando dessa forma a crise do setor.”

Procurada, a Gol informou que está em período de silêncio e que se posiciona por meio da Abear.

Cinco voluntários morreram baleados no RJ durante a pandemia

A violência armada atingiu também as ações humanitárias nestes dois anos de pandemia. De acordo o Instituto Fogo Cruzado, houve oito casos de interrupções de distribuição de cestas básicas, por conta de tiroteios, em operações policiais na Região Metropolitana do Rio. Ao todo, sete voluntários foram baleados. Cinco deles não resistiram e morreram.
Ainda conforme o Fogo Cruzado, a ADPF 635, também chamada de ADPF das Favelas , decretada em 5 de junho de 2020, foi uma medida do Supremo Tribunal Federal para reduzir a letalidade policial, restringindo operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro até o fim da pandemia.
A Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia da Covid-19 no dia 11 de março. E desde então, movimentos sociais, igrejas e voluntários do Rio de Janeiro passaram a buscar formas de ajudar a população.
Desde que a pandemia começou, conforme levantamento do instituto, houve 8.865 tiroteios na Região Metropolitana do Rio. Destes, 2.410 (27%) ocorreram durante ações/operações policiais. Nos dois anos anteriores à pandemia (11/03/2018 a 10/03/2020), houve 16.372 tiroteios, sendo 4.112 deles (25%) em ações/operações policiais.
“Tais números mostram que não somente os tiroteios caíram 46% durante a pandemia, mas os tiroteios em ações policiais também reduziram 41%. Apesar da queda, a porcentagem de tiroteios em ações policiais (27% e 25%, respectivamente) se manteve praticamente estável.”, avaliou o Fogo Cruzado.
Para Maria Isabel Couto, diretora de programas do Instituto Fogo Cruzado, segue sendo urgente a criação de um plano de atuação das polícias em operações. No início de fevereiro, dentro do escopo da ADPF 635, o Supremo Tribunal Federal (STF) deu um prazo de 90 dias para que o governo do Rio apresentasse um plano de redução da letalidade policial.

“A criação de um protocolo de atuação mais seguro é fundamental não só para os moradores de favelas, que sempre estão na linha do tiro, como também para os próprios policiais. Segurança pública é feita também com inteligência”, afirma Maria Isabel.

Soldado do Exército morre após treinamento em quartel da Tijuca

Um soldado recém-formado do Exército Brasileiro morreu, na madrugada desta sexta-feira (11), após um treinamento no quartel do 1º Batalhão de Polícia do Exército (PE), na Tijuca, Zona Norte do Rio, realizado no dia anterior (10). De acordo com a família, Pedro Henrique Pereira dos Santos, de 18 anos, passou mal durante os exercícios físicos, teve convulsões. Ele foi socorrido para o Hospital Central do Exército (HCE), em Benfica, onde foi intubado, mas acabou não resistindo.
O primo do jovem, Clayton Lourdes, esteve no hospital e disse que ele não tinha nenhum problema de saúde que justificasse a morte.

“Quando a gente chegou ontem à noite no hospital, eles [os médicos] falaram que deu um problema no coração e que provavelmente ele já tinha esse problema, mas a gente não sabia de nada disso. Ele não tinha feito nenhum exame que constatasse isso. Segundo os médicos, o motivo do óbito foi o esforço físico e falta de hidratação. Ele teve uma parada cardíaca e não resistiu. Nós da família queremos uma explicação, saber o que realmente aconteceu com ele. O que realmente tirou a vida de um jovem saudável de forma tão repentina”, disse Clayton.
O irmão do rapaz, Jonathan Luiz, contou que Pedro Henrique se apresentou no dia 2 de março, que foi quando começou oficialmente a integração dele no quartel.
“Ele estava indo alguns dias antes lá, mas foi dia 2 que foi o primeiro dia do internato. Na segunda, dia 7, foi a formatura dele. Eu e minha mãe fomos lá e durante a formatura, um dos responsáveis, não sei se era Capitão, falou que eles estariam seguros, em boas mãos e que iam ser bem cuidados”, iniciou Jonathan, visivelmente emocionado.
“Ontem (quinta-feira), por volta das 21h, um tenente me ligou dizendo que meu irmão tinha passado mal no treinamento e que ele tava na HCE intubado. Após isso, o Capitão ligou pra minha mãe dizendo que o ocorrido foi 15h, sendo que só foram comunicar a gente mais tarde. Nós fomos ao hospital e ele já estava intubado e umas 4h30 de hoje ele faleceu. Só falam pra gente que ele passou mal, se queixou de dor, começou a se bater, tendo convulsão. Falaram que tentaram reanimar ele lá no quartel mesmo e depois vieram às pressas aqui pro HCE. Pedro nunca teve problema de nada, nunca ficou internado, não tinha nenhum problema de saúde e chegando no hospital acusou um monte de coisa no peito, no pulmão, rins. Muita coisa que não faz sentido”, criticou.
O pai do jovem, o taxista Flávio Roberto dos Santos também enfatizou que a saúde do filho sempre foi boa e que ele não tinha problemas.
“O Pedro nunca teve nada, nada, nada. Ele sempre foi um garoto saudável, quieto, na dele. Quando ele decidiu que queria entrar para o Exército, começou a fazer exercício físico, flexões, malhava. É muito triste tudo isso”.
Ainda segundo Flávio, antes do soldado morrer, ele chegou a perguntar para um dos médicos que atendeu seu filho o porquê do jovem estar visivelmente desidratado. “Por causa do calor eu perguntei sobre isso, se meu filho estava bebendo água, me disseram que ele teve insuficiência renal e que teria que fazer hemodiálise. O Pedro nunca teve problema nos rins. Eu perguntei se podia ser por falta de água e não me responderam”.
Ao falar sobre o treinamento relativamente pesado que o filho fazia dentro do Exército, o taxista contou o que ouviu do jovem dias antes do incidente: “Ele me disse que uma vez eles (soldados) ficaram por horas sentados no chão abraçando a própria perna. Eu acho um absurdo isso acontecer num calor desse”.
Por fim, Flávio disse que irá lutar para saber a verdade sobre o caso. “Eu dei meu filho para eles. Quero que me digam o que aconteceu. Essa é uma dor que eu não desejo para pai nenhum”.
Em nota, o Comando Militar do Leste (CML) informou que, “durante a realização de instrução de ordem unida no dia 10 de março de 2022, o soldado sentiu-se mal e foi prontamente atendido pelo médico do quartel. Em seguida, ele foi levado para o Hospital Central do Exército e, devido a complicações, veio a óbito. Foi aberto um Inquérito Policial Militar para apurar o fato ocorrido”.

O CML lamentou a morte de Pedro Henrique e disse que está prestando toda a assistência necessária à família.

 

Mulher atear fogo no corpo do marido e é presa em missa de sétimo dia

A Polícia Civil prendeu uma mulher acusada de atear fogo ao corpo do próprio marido, nesta quinta-feira, enquanto a mesma participava da missa de sétimo dia do companheiro, em uma igreja, no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro . Luciana Rodrigues Aricobe teria incendiado o corpo de Vicente de Paulo Mesquita da Costa enquanto ele dormia, na casa do casal, onde também estavam os dois filhos da vítima. O caso aconteceu no último dia 28, mas o homem morreu dia 3 de março.
De acordo com os investigadores, Luciana participava da missa de sétimo dia em homenagem a Vicente quando foi presa pelos agentes. Ela já era alvo de um mandado de prisão e vinha sendo procurada pela delegacia responsável. O delegado Cláudio Vieira, titular da 26ª DP (Todos os Santos), explica que a autoria foi identificada após relatos de testemunhas revelarem a relação conturbada do casal.
“Foi instaurado um inquérito na delegacia e durante as investigações, após oitivas de diversos familiares e testemunhas e algumas provas periciais. Foi esclarecido o fato imputando a mulher Luciana Rodrigues Aricobé a morte do próprio marido”, disse.
Vieira explicou ainda como o fato ocorreu. Luciana teria esperado toda família dormir, no dia 28 de fevereiro, jogou álcool sobre o corpo de Vicente e ateou fogo no marido. Em chamas, ele teria começado a gritar o que fez os filhos despertarem e eles buscaram socorro com vizinhos, que conseguiram apagar o fogo. O incêndio já atingia parte da casa, quando os moradores de residências próximas chegaram e apagaram as chamas.
Após ser socorrido pelos vizinhos, Vicente levado para o Hospital Municipal Salgado Filho, com 80% do corpo queimado. Três dias depois de dar entrada, no dia 3 de março, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu. Seu corpo foi sepultado no dia seguinte.

Com as provas periciais e testemunhos, o mandado de prisão preventiva por homicídio qualificado foi expedido pela 3ª Vara Criminal de Justiça. Luciana foi presa na saída da missa de sétimo dia em homenagem a Vicente, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, no Méier, Zona Norte. Após a captura, ela foi levada para a delegacia e segue à disposição da Justiça.

Nova espécie de palmeira é descoberta na Amazônia


Pesquisadores ligados ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e outras universidades descobriram uma nova espécie de palmeira na Amazônia. A espécie encontrada pelos cientistas é do gênero Mauritiella, da família Arecaceae, e foi denominada Mauritiella disticha. As últimas descrições de palmeiras do gênero Mauritiella foram em 1935.

O estudo envolveu uma equipe multidisciplinar formada por ecólogos, botânicos, biogeógrafos e bioinformatas, que acessaram áreas remotas da floresta amazônica. A coleta de referência da espécie encontra-se depositada no Herbário do Inpa.

O processo de descoberta e descrição da nova espécie foi demorado e levou quase 15 anos. A planta foi encontrada pelos pesquisadores pela primeira vez na BR-319 (Manaus-Porto Velho-RO), em 2007, durante um levantamento de inventários florísticos. Um ano depois foi achada na rodovia Transamazônica.

As palmeiras são um dos grupos de plantas mais abundantes na região da Amazônia. De cada 20 espécies de árvores, oito são palmeiras como buriti e açaí. Para o pesquisador do Inpa e um dos descobridores da nova espécie, Eduardo Prata o achado revela o quanto ainda há para se conhecer na flora Amazônica, bioma mais biodiverso do planeta. Prata, porém, lamenta a escassez de recursos para esse tipo de pesquisa.

“Isso reflete não apenas a elevada diversidade de espécies na Amazônia, como também o baixo número de taxonomistas e a escassez cada vez maior de recursos e investimento em pesquisa na região e no Brasil de uma maneira geral”, disse o biólogo.

Considerada de médio porte, a nova palmeira possui caule coberto de espinhos e alcança até sete metros de altura. As folhas seguem o modelo em leque (flabeliforme) e tem frutos ovais parecidos com os do buriti, mas as escamas possuem tamanho consideravelmente menor.

A espécie é conhecida na bacia do médio Madeira, na região da BR-319 a oeste do Rio Madeira, e na região do rio Aripuanã Transamazônica (Apuí), a leste, no Amazonas. É encontrada em campos abertos e florestas baixas em ecossistemas de areia branca – as campinas e campinaranas, incluindo florestas secundárias próximas a estradas.

Devido ao fato da aparente baixa densidade populacional da palmeira e por ocorrer, em parte, no Arco do Desmatamento, região sujeita à degradação por abertura de estradas, desmatamentos, queimadas e ocupação irregular por grileiros, a distribuição da espécie gera preocupação. Isso levou os pesquisadores a categorizá-la como Vulnerável.

O trabalho com a nova descoberta foi publicado recentemente em artigo da revista da americana Systematic Botany.

A primeira autoria é compartilhada pelo pesquisador do Inpa Eduardo Prata com Maria Fernanda Jiménez, do Gothenburg Global Biodiversity Centre e do Department of Biological and Environmental Sciences, University of Gothenburg, ambos na Suécia e também é assinado por pesquisadores vinculados ao Laboratório de Ecologia e Evolução de Plantas da Amazônia (Labotam/Inpa), Universidade de Campinas, pelo pesquisador Mario Cohn-Haft (Coleção de Aves/Inpa), e outros 13 autores de instituições do Brasil, Suécia, Alemanha, Holanda, Camarões, França e Reino Unido.

YouTube suspende canal da deputada Bia Kicis


Por violar as regras do YouTube, o canal da deputada federal bolsonarista Bia Kicis (União Brasil-DF) está proibido de postar novos vídeos ou fazer transmissões ao vivo por sete dias.

A informação foi divulgada pela própria parlamentar em redes sociais . “Canal original bloqueado, inscreva-se no reserva”, escreveu Kicis no sábado (26), em sua conta no Telegram.

No dia seguinte, a deputada avisou que não poderia fazer uma transmissão ao vivo no “canal reserva”.

“Agradeço a todos que se inscreveram no meu canal reserva, mas fui informada pelo YouTube que se eu fizer a ‘live’ por lá, isso será considerada uma burla à minha suspensão e poderei perder em definitivo ambos meus canais. Isso é um total absurdo mas não quero correr esse risco”.

A punição foi aplicada porque a deputada publicou um vídeo com desinformação sobre vacinação infantil. O vídeo foi excluído pelo YouTube por violar regras da plataforma sobre Covid-19.

Kicis poderá voltar a usar a conta oficial no YouTube somente na próxima sexta-feira (4), no fim do dia. O canal oficial da deputada tem 233 mil inscritos e 2.077 vídeos publicados.

Em nota, o YouTube informou que é política da plataforma a remoção de vídeos que espalhem desinformação sobre vacinas, mas não se manifestou especificamente sobre a suspensão do canal da deputada.

A plataforma afirma ainda que violações repetidas ou graves das suas regras podem levar ao encerramento de uma conta e à remoção do canal.

Mais de 100 brasileiros deixaram a Ucrânia


O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta terça-feira (1) que mais de 100 brasileiros deixaram a Ucrânia e estão em países vizinhos. Em nota, o Itamaraty disse ainda que ao menos outros 15 estão próximos às áreas de fronteira e devem sair em breve.

O Itamaraty também disse que 80 brasileiros permanecem em solo ucraniano e têm interesse em sair do país. Eles estão registrados na lista da embaixada brasileira.

Antes da invasão russa à Ucrânia, a estimativa era de que havia 500 brasileiros vivendo no país.

A Embaixada do Brasil na Ucrânia já disponibilizou transporte para que brasileiros deixem o país via trem. Porém, para chegar até o trem não há garantia de segurança.