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Caixa lança campanha para negociação de dívidas com até 90% de desconto

A Caixa Econômica Federal disponibilizou uma nova oportunidade para negociação de dívidas comerciais de pessoas físicas e jurídicas com até 90% de desconto. De acordo com a instituição, cerca de 90% dos clientes contemplados na nova campanha “Tudo em Dia CAIXA” podem liquidar suas dívidas pagando até R$ 2 mil.

Ainda conforme a empresa, mais de 4,7 milhões de clientes, sendo 4,3 milhões de pessoas físicas e 398 mil empresas, podem regularizar suas finanças e retomar sua cidadania financeira, abrangendo mais de 7,3 milhões de contratos.
A Caixa oferece a negociação de dívidas em seus canais digitais e ressalta que cerca de 90% das propostas da campanha estão habilitadas para efetivação por meio do site do banco, site da campanha e app Cartões Caixa.

Também estão disponíveis para esse atendimento as agências do banco e o Caminhão “Tudo em Dia CAIXA”, que estará presente em cidades do país para atendimento com foco na campanha em locais de fácil acesso. Nas unidades lotéricas, é possível ter acesso às condições especiais para quitação de valores até R$ 5 mil, informando o CPF.

 

Regina Duarte postar fake news sobre o governo Lula e é advertida pelo Instagram

A atriz Regina Duarte foi advertida pelo Instagram mais uma vez. Ela fez uma publicação contra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e teve o post marcado como fake news na rede social.

Regina compartilhou um vídeo enganoso e em tom alarmista de uma mulher identificada com Karen Moura, que suscita a possibilidade de um “golpe” após o encontro do vice-presidente brasileiro Geraldo Alckmin (PSB) com o economista alemão Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, um dos principais eventos da área em todo o mundo.
O encontro aconteceu em 17 de maio no Palácio do Planalto. Na ocasião, o vice-presidente postou foto do encontro no Twitter, em que destacou que eles trataram de “temas importantes do panorama internacional atual”.

Discutimos as perspectivas de desenvolvimento sustentável no Brasil, como indústria de baixo carbono, bioeconomia e a adoção de novas tecnologias para a transição verde”, escreveu Alckmin.

Após o encontro, postagens na internet têm distorcido o teor da reunião. No vídeo replicado por Regina Duarte, Karen dissemina teorias da conspiração de que o objetivo principal dos “globalistas” é reestruturar o tabuleiro internacional de modo a transformar o Ocidente em um “grande bloco econômico, controlado por poderosos que ditam as regras econômicas e sociais, muito disso nos moldes chineses”.

O post de Regina foi marcado como enganoso. “Informação parcialmente falsa. Analisada por verificadores de fatos independentes”, e por conter “algumas imprecisões factuais”, diz a plataforma. Como não foi a primeira vez em que a atriz é advertida, a plataforma, inclusive, já colocou um alerta para quem tenta seguir o perfil da atriz pelas reiteradas “informações falsas” replicadas por ela.

Receita de quebra-queixo

Ingredientes;
2 xícaras (chá) de açúcar refinado
1 xícara (chá) de água
1 colher (sopa) de vinagre de maçã
2 xícaras (chá) de coco fresco ralado grosso
1 colher (sopa) de manteiga sem sal

Modo de Preparo:

1. Em uma panela grande, misture o açúcar, a água e o vinagre de maçã. Leve a panela ao fogo médio e deixe ferver até obter uma calda em ponto de fio médio (cerca de 10 minutos).

2. Adicione o coco ralado e a manteiga à calda e continue cozinhando em fogo médio, mexendo constantemente, até que a mistura comece a soltar do fundo da panela e adquira uma coloração caramelizada. Desligue o fogo e espere a mistura esfriar um pouco, até que esteja morna, mas ainda moldável.

3. Sobre uma superfície limpa e untada, pegue porções da mistura e modele em pequenas porções arredondadas. Transfira-a para cima de um papel manteiga e deixe esfriar completamente.

4. Sirva a seguir.

Tia de paquistanês morto no submarino diz que sobrinho não queria ir na viagem


Azmeh Dawood, irmã do empresário paquistanês, Shahzada Dawood, morto na expedição que levava um submarino até os destroços do Titanic, concedeu uma entrevista para a rede norte-americana NBC em que disse “se sentir absolutamente desolada”.

A mulher, que vive em Amsterdã, disse também que seu sobrinho Suleman, outra vítima do acidente, não queria ir ao submarino e estava apavorado com a ideia, mas que concordou em participar da expedição já que aquilo era muito importante para o seu pai.
Azmeh afirma ainda que seu irmão sempre foi obcecado pelo Titanic e sua história durante toda a vida.

“Eu me sinto muito mal que o mundo inteiro tenha passado por tanto trauma, tanto suspense”, disse Azmeh Dawood em entrevista por telefone na tarde desta quinta-feira (22).

Suleman tinha apenas 19 anos e era estudante da faculdade de Strathclyde, em Glasgow na Escócia.

A faculdade publicou na manhã desta sexta-feira (23) uma nota de pesar pelo falecimento do aluno da instituição.

“Estamos chocados e profundamente tristes com a morte de Suleman Dawood e seu pai neste trágico incidente.

Nossa equipe de bem-estar do aluno permanece à disposição para oferecer suporte adequado aos colegas de classe de Suleman e à comunidade Strathclyde em geral neste momento difícil”, diz o comunicado da faculdade.

A Fundação Dawood, que administra as ações filantrópicas da família na área da educação publicou uma nota em nome da família na qual eles assumem as mortes e expressam “profunda dor.”

“Nós estendemos nossas sinceras condolências às famílias dos outros passageiros do submersível Titan”, acrescenta a nota, assinada por Hussain e Kulsum Dawood, pais de Shahzada.

Eles também agradecem os esforços para o resgate.

“Estamos sinceramente agradecidos a todos os envolvidos nas operações de resgate. Seus esforços incansáveis foram uma fonte de força para nós durante este período”.

Hussain Dawood era um dos homens mais ricos do Paquistão, que liderava um conglomerado que inclui, entre outras, a empresa Engro, especializada em fertilizantes.

A Engro afirmou em um comunicado que está de luto por Shahzada – que era vice-presidente da empresa – e “seu amado filho” Suleman.

Marcão do Povo é condenado a prisão por injúria racial


O apresentador conhecido como Marcão do Povo foi condenado a 1 ano e 4 meses de prisão, em regime aberto. Ele ainda terá que desenbolsar o valor de R$ 30 mil para indenizar a cantora Ludmilla.

A decisão foi anunciada pela 1ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, que fez todo o trabalho de análise do caso e favoreceu o recurso apresentado pela defesa da cantora.

O apresentador foi indiciado em processo judicial pelo Ministério Público do DF por injúria racial após chamar Ludmilla de “pobre macaca”, em 2017.

Marcão chegou a ficar livre da acusação após requerimento feito pela 3ª Vara Criminal, em primeira instância, em março desse ano. No entanto, por 3 votos a 0, agora os desembargadores que cuidaram do caso decidiram condenar o apresentador pelo crime.

A prisão de ‘Marcão do Povo’ foi substituída pelo regime semiaberto com restrições, que ainda estão sendo formuladas pelo juízo da execução criminal.

Entre as punições estão a prestação de serviços comunitários e pagamento de valores a instituições de caridade.

Mulher perde prêmio da Mega-Sena após cartão estornar pagamento do bilhete


Uma mulher que teria acertado cinco dezenas da Mega-Sena ficou sem o prêmio no valor de R$ 35.454,28 porque o seu cartão de crédito estornou o valor do bilhete, comprado no sistema online da Caixa Econômica Federal. Cabe recurso ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), em Porto Alegre.

A mulher, que não teve o nome divulgado, entrou na Justiça Federal de Santa Catarina para tentar obrigar a Caixa a pagar o prêmio, mas o juiz Sérgio Eduardo Cardoso, da 1ª Vara de Jaraguá do Sul, negou o pedido, em sentença assinada na última terça-feira (20).

“Em conclusão, não demonstrada a culpa da CEF [Caixa Econômica Federal] que efetivamente não recebeu o valor da aposta, improcede o pedido da autora de ser indenizada pelo prêmio do concurso 2464 do qual não participou (valor do pagamento estornado)”, escreveu o juiz.

O sorteio em que a mulher acreditava ter jogado ocorreu em março de 2022. A apostadora alegou que comprou um bilhete de oito números por R$ 140 e fez o pagamento com cartão de crédito. Mas a transação não foi concluída, e a aposta não concorreu ao sorteio.

 

 

Ministério da Saúde recomenda uso de máscara diante de sintomas gripais


Nota técnica do Ministério da Saúde recomenda o uso de máscaras de proteção facial para pessoas com sintomas gripais, pessoas que apresentem fatores de risco para covid-19 e casos suspeitos ou confirmados da doença.

De acordo com a pasta, os grupos com fatores de risco para complicações da covid-19 incluem imunossuprimidos, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades em situações como locais fechados e não ventilados, locais com aglomeração e serviços de saúde.

No documento, a pasta destaca que, embora a Organização Mundial da Saúde (OMS) tenha declarado o fim da emergência em saúde pública de importância internacional, o vírus continua a circular no Brasil e no mundo.

“O vírus ainda tem caráter pandêmico, com transmissão generalizada, e ainda há risco do surgimento de novas variantes que podem ser ainda mais graves do que as variantes atualmente em circulação e devem ser monitoradas.”

Além do uso de máscaras faciais, o ministério classifica como importantes medidas não farmacológicas que incluem o distanciamento físico, a etiqueta respiratória, a higienização das mãos com álcool 70% ou água e sabão, a limpeza e desinfecção de ambientes e o isolamento de casos suspeitos ou confirmados.

A pasta também reitera a importte ância da vacinação contra a covid-19, disponível para toda a população acima de 6 meses de idade. O reforço da bivalente está disponível para toda a população acima de 18 anos que tenha recebido pelo menos duas doses da vacina. (Fonte Agência Brasil)

Mulher vende bonecas feitas de cadáveres


Uma artista está sendo acusada de fazer bonecas assustadoras com pedaços de cadáveres, e vender as obras no Instagram. Katrina Maclean, moradora de Goffstown, nos Estados Unidos, disse que compra os crânios do gerente de um necrotério.

Segundo Katrina, suas obras “chocam a mente” e “abalam a alma”, mesmo sendo criticada por muitos. Ela, Cedric e mais cinco pessoas estão sendo acusadas de participar de uma rede clandestina que roubou cadáveres.

Além de um necrotério e crematório em Arkansas, o grupo supostamente invadiu a Universidade Harvard para ter acesso às ossadas humanas.

Conforme as autoridades locais, o esquema durou entre 2018 e 2022. Caso sejam condenados, poderão pegar até 15 anos de prisão.

Identificados 42 políticos com fazendas em terras indígenas

Brasília (DF – Caminhos da Reportagem Yanomami – o direito de existir – Detalhe de indígena yanomami. – Foto: TV Brasil/Divulgação

No Brasil, 42 políticos e seus familiares de primeiro grau são titulares de fazendas que ficam dentro de terras indígenas, o que constitui uma irregularidade do ponto de vista legal, e ameaça os direitos constitucionais de povos originários que ali vivem.

É o que denuncia a segunda parte do dossiê Os invasores, elaborado pelo observatório De Olho nos Ruralistas. O documento está sendo lançado hoje (14) à noite, no Cine Petra Belas Artes, em São Paulo, acompanhado de debate sobre a temática e de exibição do premiado documentário Vento na fronteira, que retrata um conflito entre fazendeiros e indígenas guarani kaiowá na fronteira entre Brasil e Paraguai.

A primeira parte do relatório foi divulgada durante o Abril Indígena, mês em que se procura dar maior projeção para as inúmeras lutas da causa indígena em todo o país. No documento já se havia informado a identificação de 1.692 sobreposições, das quais se destaca agora a porção pelas quais respondem clãs políticos.

O observatório detectou terras com sobreposição a partir da análise de dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), mais especificamente, das bases do Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR) e do Sistema Nacional de Certificação de Imóveis (SNCI). Os políticos e sua rede têm em suas mãos 96 mil hectares, o equivalente à soma das áreas urbanas de Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Com 17 casos, Mato Grosso do Sul lidera a lista. Em seguida, aparecem Mato Grosso e Maranhão, com sete, cada.
Poder aquisitivo

De acordo com o coordenador de projetos do observatório, pesquisador Bruno Bassi, os atores que protagonizam a prática ilegal e que ameaçam os povos indígenas são tanto políticos como pessoas com poder aquisitivo, que financiam tais ações e se mantêm em determinada teia de relações.

“Apesar de a gente ter um número relativamente reduzido de políticos identificados com sobreposição direta, é interessante observar que, na verdade, não é um número tão pequeno quando a gente pensa que é, um [total] que corresponde a uma porcentagem relativamente alta desse número, pensando que se esperaria que a imagem que se tem, normalmente, dos fazendeiros que disputam áreas em terras indígenas, e isso é um discurso bastante reforçado pela mídia corporativa, é que são pessoas desconhecidas, que o promotor desses conflitos é o pequeno grileiro, um cara que ninguém conhece, que está lá no interior do Brasil, promovendo esse tipo de ação”, diz Bruno.

“O avanço do território, sobretudo do agronegócio, sobre territórios indígenas ou reivindicados pelos povos indígenas é promovido, de um lado, pelo capital, pelas grandes empresas e corporações, por multinacionais, grandes empresários, e tem uma interface política, que abarca desde a posse direta por pessoas que se envolvem nesse universo político. A gente tem governador, deputados federais, um senador, cinco prefeitos e vice-prefeitos com mandato atual e 23 ex-prefeitos, o que demonstra o tamanho dessa esfera municipal, do poder local, na posse de terras. A gente tem deputados estaduais”, acrescenta.

O coordenador faz outra observação sobre as sobreposições: “A gente tem desde casos declarados de invasão, ou seja, são em áreas [indígenas] homologadas, que são tentativas de grilagem, como o caso do senador Jaime Bagattoli, feita pelo antigo proprietário da área e que foi mantida nos registros fundiários do SNCI, e há casos em que essa sobreposição impede, muitas vezes, a própria demarcação do território”, acentua Bruno.
Subvertendo a lógica

Ele diz que “vários dos processos de Mato Grosso do Sul se desenrolam por mais de uma década até que se chegue a uma decisão. E esses prazos têm sido ainda maiores em função do avanço político, na Câmara [dos Deputados], especialmente, em se aprovar o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, que é a base de contestação de vários desses processos, uma tese que ignora que esses indígenas foram expulsos continuamente dessas áreas, principalmente durante os anos 40, 50 e 60, atrás das frentes de colonização, em que o próprio Estado brasileiro, através do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), expulsava essas comunidades e realocava em áreas extremamente diminutas, em relação ao território anteriormente ocupado pelos indígenas”.

“Quem são os reais invasores de terras no Brasil? Os movimentos populares que lutam pela reforma agrária e pela demarcação de terras indígenas, direitos consagrados na Constituição de 1988? Ou os grileiros que invadem milhões de hectares na Amazônia, no cerrado e nos demais biomas?” Essas são algumas das pontuações que constam do relatório.

Nessa linha, que critica a criminalização dos movimentos sociais, Bruno Biassi finaliza dizendo que o que o observatório propõe, com o documento, é a inversão da lógica sempre disseminada. “Vamos também pautar a invasão de terras pelo agronegócio”, argumenta.
Guarani kaiowá e indígenas isolados

Entre os nomes que aparecem em destaque com a divulgação do relatório estão o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) e o deputado federal Dilceu Sperafico (PP-PR). Bagattoli integra, atualmente, a Comissão de Meio Ambiente, a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária e a Comissão Parlamentar de Inquérito das Organizações Não Governamentais – ONGs.

Sperafico é membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, na Câmara dos Deputados, e publicou um vídeo, em sua conta no Instagram, comemorando a aprovação do Projeto de Lei 490/2007 na Câmara, que contou com seu voto favorável.

No vídeo, ele justificou o voto, dizendo que proprietários rurais têm tido suas fazendas ameaçadas por processos de demarcação “indevida” de terras indígenas, em Mato Grosso do Sul e no Paraná.

E é justamente em Mato Grosso do Sul – estado com fama de violência no campo e assassinatos de indígenas, documentados por entidades como a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) – onde Sperafico tem uma fazenda, a Maracay, no município de Amambai. A propriedade de que é dono tem mais de quatro mil hectares, de acordo com o observatório De Olho nos Ruralistas, e fica sobre a Terra Indígena Iguatemipeguá, dos guarani kaiowá.

No caso de Bagattoli, a fazenda em situação irregular é a São José, que fica no município de Corumbiara, em Rondônia. A porção que está sobreposta é de 2,5 mil hectares em relação à Terra Indígena Rio Omerê, local habitado pelos povos akuntsu e kanoê, que vivem em isolamento voluntário.

O patrimônio declarado por Jaime Bagattoli ao Tribunal Superior Eleitoral, que inclui diversos lotes rurais, ultrapassa R$ 55 milhões. O de Sperafico supera R$ 46 milhões.

Invasores de territórios de povos originários também foram os responsáveis por bancar 29 campanhas de candidatos à eleição ou reeleição à Presidência da República, ao Congresso Nacional, a governos estaduais e assembleias legislativas. O montante de doações ultrapassou R$ 5,3 milhões.

Considerando somente pessoas ligadas à Frente Parlamentar da Agropecuária, o que se observa é que 18 integrantes receberam R$ 3,6 milhões em doações de campanha, desembolsados por fazendeiros ligados a sobreposições.

A Agência Brasil tentou contato com o deputado federal Dilceu Sperafico e o senador Jaime Bagattoli, mas nenhum deles respondeu os questionamentos da reportagem.

Fonte Agência Brasil

Ivete Sangalo canta em Festa de 15 anos no Copacabana Palace


Imagina ter a cantora Ivete Sangalo como atração principal da sua festa de 15 anos? Foi o que uma jovem do Rio de Janeiro recebeu de presente na celebração que parou a capital carioca.

O evento aconteceu no último final de semana no Copacabana Palace, um dos hotéis mais luxuosos do Rio de Janeiro. Para fazer a decoração, Patrícia Vaks, uma das decoradoras mais requisitadas, precisou de 10 dias para organizar tudo. O evento tinha como tema “castelo high tech” e ocupou dez espaços do hotel.

A curiosidade de usuários do Twitter era para saber de quem a jovem sortuda de 15 anos era filha. Segundo a revista Veja, a adolescente é herdeira de Albino Andrade de Pinho, um dos donos da rede de supermercados Guanabara.

O dono da empresa contratou para a festa da filha Ivete Sangalo, já que a baiana é garota propaganda do supermercado, e teria cobrado um cachê ‘mais em conta’: R$ 300 mil. Além a cantora, também teve L7nnon, Xamã, Dennis DJ, Filipe Ret e Vintage Culture.

“Nesse último final de semana aconteceu a maior festa de 15 anos de 2023. Sim… o ano mal começou, mas podem acreditar quando eu digo que foi a maior festa. E eu e a minha equipe tivemos a honra de estar fotografando esse evento inesquecível”, disse o fotógrafo Felipe Azevedo, que registrou tudo.

Na festa, para quem quisesse tirar fotos num estilo ‘princesas’, uma carruagem iluminada estava à disposição no cenário. Na varanda, um lounge montado para quem quisesse registrar imagens para o Instagram chamou a atenção dos convidados.