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Anderson Vocalista do grupo Molejo é internado em estado grave


O vocalista da banda Molejo, Anderson Leonardo, voltou a ser internado no domingo (24), em estado grave, devido ao câncer inguinal. As informações foram dadas pela assessoria do artista que pediu orações dos amigos e fãs do cantor.

“A assessoria do grupo Molejo vem informar que infelizmente, devido ao agravo da doença que acomete o cantor Anderson Leonardo, o mesmo necessitou ser hospitalizado neste domingo em estado grave. Pedimos a todos os fãs e amigos que continuem em orações pelo nosso cantor”, afirma a nota da assessoria.
Anderson Leonardo foi diagnosticado com a doença em 2022. A última vez que deu entrada no hospital foi no último dia 19 de março, após ficar internado para receber tratamento em hospital no Rio de Janeiro.

Jogador Gabigol é suspenso por dois anos após fraudar exame antidoping

O atacante e ídolo do Flamengo, Gabriel Barbosa, foi suspenso na tarde desta segunda-feira (25) por dois anos pelo crime de fraude no exame antidoping. O início do julgamento aconteceu na semana passada e teve sua conclusão nesta segunda. Gabigol foi julgado pela Justiça Desportiva Antidopagem, em uma sessão com duração de aproximadamente duas horas. A pena ainda cabe recurso do jogador e começará a valer a partir de abril.

O resultado final do julgamento teve um placar de 5 a 4 a favor da punição do atacante. Gabriel foi acusado por infração ao artigo 122 do Código Brasileiro Antidopagem, referente à “fraude ou tentativa de fraude de qualquer parte do processo de controle”. A Lei prevê suspensão de até quatro anos em caso de condenação.

A denúncia contra o atacante foi realizada em dezembro de 2023 e a defesa, que anexou imagens da câmera de segurança e do CT Ninho do Urubu para colaborar com a versão do atleta, foi enviada no dia 26 de janeiro, ainda dentro do prazo. A primeira sessão do julgamento, que foi realizado pelo Tribunal de Justiça Desportiva Antidopagem (TJD-AD), aconteceu no dia 20 de março e teve duração de cinco horas. Gabigol prestou seu depoimento através de videoconferência, junto às outras sete testemunhas.

No período em que ocorreu a primeira sessão, o TJD-AD optou por dar seguimento ao restante do julgamento nesta segunda, também de forma on-line. Gabriel Barbosa participou também da sessão nesta tarde. A defesa do jogador pontuou que o mesmo fez exame de sangue, considerado mais efetivo.
O jogador foi representado pelo advogado Bichara Neto, o mesmo que foi responsável pela defesa de Paolo Guerrero na suspensão por doping da Fifa em 2017. O vice-presidente geral e jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee, também participou da sessão em defesa do jogador.

Gabriel Barbosa não vivia grande fase no Rubro-Negro carioca e chegou a ter seu nome especulado em alguns clubes como Corinthians, Bahia e recentemente o Palmeiras. Apesar dos rumores, Gabriel sempre foi visto como inegociável pelos presidentes Marcos Braz e Rodrigo Landim.

RELEMBRE O CASO

Gabi foi acusado de não colaborar com a realização do exame antidoping, mesmo já tendo feito e testado negativo, segundo o artigo, os oficiais de coleta relataram a atitude como “fraude” fazendo com que o atleta respondesse pelo artigo 122 do Código Brasileiro Antidopagem.

A denúncia aponta que houve demora do atacante para a realização do exame e o não cumprimento das instruções. Diferentemente do atacante rubro-negro, todos os jogadores do Flamengo realizaram o exame antes do treino das 10h. O caso ocorreu no dia 8 de abril de 2023 no Centro de Treinamento Ninho do Urubu.

O atleta de 27 anos não se dirigiu os oficiais antes do treino, segundo os relatos, e depois da atividade os ignorou e foi almoçar, atitude vista pela equipe de coleta como desrespeita. Gabriel não seguiu os procedimentos e utilizou o vaso coletor sem avisar a ninguém. Tendo se irritado com o acompanhamento do oficial até o banheiro para a coleta, por fim, entregou o vaso aberto, contrariando todas as orientações que o foram designadas.

Bolsonaro confirma que se escondeu na Embaixada da Hungria

O ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou, nesta segunda-feira (25/3), ter permanecido escondido dois dias na Embaixada da Hungria em Brasília, logo após ser alvo de uma operação da Polícia Federal que apreendeu seu passaporte, em fevereiro.

“Não vou negar que estive na embaixada, sim. Não vou falar onde mais estive. Mantenho um círculo de amizade com alguns chefes de Estado pelo mundo. Estão preocupados. Eu converso com eles assuntos do interesse do nosso país. E ponto-final. O resto é especulação”, afirmou à Bolsonaro.

O fato foi revelado pelo jornal The New York Times, que teve acesso a vídeos do sistema de segurança da representação diplomática no Brasil. Segundo a reportagem, as imagens captadas mostram que Bolsonaro chegou à embaixada no dia 12 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval.
Quatro dias antes de Bolsonaro se abrigar na embaixada, a Policia Federal  tinha apreendido o passaporte dele, com base em uma investigação que apura uma suposta trama golpista liderada pelo ex-presidente para permanecer no poder após a derrota para Lula nas eleições de 2022.

De acordo com a reportagem do The New York Times, as câmeras da embaixada mostram que o ex-presidente brasileiro estava acompanhado de dois seguranças. Bolsonaro teria permanecido no prédio da representação de 12 de fevereiro a 14 de fevereiro.

Pela legislação internacional, embaixadas são consideradas invioláveis, sob jurisdição de outros países, não podendo ser objeto de busca, requisição, embargo ou medida de execução. Isso significa que, mesmo com uma ordem de prisão, Bolsonaro não poderia ser detido dentro da embaixada sem a autorização de autoridades da Hungria.
É um caso semelhante ao que aconteceu com o fundador do site WikiLeaks, o australiano Julian Assange. Para evitar sua prisão, Assange permaneceu de 2012 a 2019 na embaixada do Equador em Londres, até que o governo equatoriano suspendeu seu asilo.
Bolsonaro esteve com primeiro-ministro da Hungria em dezembro

Bolsonaro mantém relação amistosa com o atual primeiro-ministro da Hungria, o conservador Viktor Orbán. Os dois se reuniram pessoalmente no início de dezembro em Buenos Aires, quando estavam na Argentina para prestigiar a posse de Javier Milei.

Quem mandou matar Marielle Franco!

Os irmãos Brazão, presos em operação da Polícia Federal por mandarem matar a vereadora Marielle Franco, não pareceram surpresos ao receberem os agentes em suas casas na manhã deste domingo (24), informou uma fonte.

Marielle Franco, morreu em um atentado em março de 2018, no qual também morreu o motorista Anderson Gomes.:

A PF e o Ministério Público Federal (MPF) estiveram na casa dos irmãos Domingos Brazão e Chiquinho Brazão para cumprir os mandados de busca e apreensão e de prisão.Ambos atenderam a porta com educação, não ofereceram qualquer resistência e, de pronto, permitiram a entrada da força tarefa.
Na Operação Murder, Inc.Foram presos Domingos e Chiquinho Brazão e Rivaldo Barbosa, pela morte de Marielle e Anderson,

Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio de Janeiro e irmão de Domingos Brazão;

Domingos Brazão, é atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro;
Rivaldo Barbosa, é ex-chefe de Polícia Civil do Rio.

Os irmãos Brazão são políticos com longa trajetória no estado do Rio de Janeiro. Historicamente, essa família tem um reduto eleitoral e político em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, região dominada por grupos paramilitares.

Rivaldo é investigado por obstruir a investigação — ele assumiu a chefia da Polícia Civil um dia antes do atentado. E era uma pessoa da confiança da família de Marielle.

Segundo a PF, Rivaldo Barbosa “foi o responsável por ter o controle do domínio final do fato, ao ter total ingerência sobre as mazelas inerentes à marcha da execução, sobretudo, com a imposição de condições e exigências”.

Domingos Brazão expressou profunda tristeza quando tomou conhecimento de que o mandado não era apenas de busca e apreensão, mas incluía sua prisão por tempo indeterminado.

Segundo fontes, os irmãos presos pediram permissão para fazer uma mala de roupas antes de saírem de casa.

Durante as buscas, foram recolhidos celulares e computadores que serão periciados pela equipe da PF que cuida da investigação no Rio de Janeiro.

O resultado das perícias que serão feitas nos aparelhos vai ser compartilhado com a PGR para análise de eventual necessidade de novas diligências e para embasar também a denúncia que deverá ser oferecida ao STF em abril.

A Polícia Federal aponta nas investigações que a morte da vereadora foi um crime idealizado pelos irmãos Domingos e Chiquinho Brazão e “meticulosamente planejado” pelo delegado Rivaldo Barbosa.

A Operação Murder, Inc.,foi deflagrada pela Polícia Federal em conjunto com a Procuradoria-Geral da República e Ministério Público do Rio de Janeiro.

O matador de aluguel Ronnie Lessa afirmou, em delação premiada à Polícia Federal, que o ex-chefe de Polícia Civil Rivaldo Barbosa perdeu o controle do caso Marielle Franco e decidiu entregar os executores do atentado. Antes do ataque, o delegado teria dado uma garantia prévia de impunidade aos mandantes Domingos e Chiquinho Brazão.

O relatório final da Polícia Federal sobre o caso concluiu que a grande repercussão do crime foi determinante para atrapalhar o planejamento dos mandantes.

“Ainda que tenha conseguido adiar a resolução da investigação por seis anos, a sabotagem do trabalho apuratório esbarrou em uma variável que nenhum dos agentes participantes da empreitada criminosa previu: a magnitude da repercussão midiática do crime”, diz o relatório.

Na Operação Murder, Inc.,foram presas , outras 4 pessoas foram alvo da PF, cumprindo determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

São eles:

Érika Andrade de Almeida Araújo, mulher de Rivaldo Barbosa;
Giniton Lages, delegado;
Marco Antonio de Barros Pinto, o Marquinho DH, comissário;
Robson Calixto Fonseca, o Peixe, assessor de Domingos.
1. Érika Andrade de Almeida Araújo

Quem é: advogada e mulher do delegado Rivaldo Barbosa.
Por que foi alvo: Érika é suspeita de lavar dinheiro para o marido, sobretudo os recursos associados ao caso.
Medidas cautelares: monitoração eletrônica por tornozeleira; suspensão do exercício de atividades econômicas; proibição de frequentar determinados lugares; proibição de contato com outros investigados, testemunhas ou colaboradores; comparecimento periódico em juízo; proibição de se ausentar da comarca; entrega de passaportes e arresto de bens.

2. Giniton Lages

Quem é: Delegado de Polícia, foi titular da Homicídios na época do atentado.
Por que foi alvo: Lages é mencionado como tendo desviado deliberadamente o curso das investigações, protegendo os mandantes do crime. Ele teria sido designado por Rivaldo Barbosa logo após o crime. Estrategicamente, apresentou a tese de que os executores materiais, Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz, teriam agido motivados por ódio em relação às posições de Marielle.
Medidas cautelares: suspensão do exercício de função pública; monitoração eletrônica; suspensão de porte e posse de arma de fogo; proibição de frequentar determinados lugares; proibição de contato com outros investigados, testemunhas ou colaboradores; comparecimento periódico em juízo; proibição de se ausentar da comarca e entrega de passaportes.

3. Marco Antonio de Barros Pinto, o Marquinho DH

Quem é: comissário, era chefe de investigações e o subordinado mais graduado de Giniton.
Por que foi alvo: Marquinho foi implicado em atuar juntamente com Giniton Lages para obstruir as investigações dos homicídios, protegendo os mandantes do crime. Sua participação incluiu a direção estratégica da investigação para afastar a suspeita dos irmãos Brazão, utilizando-se de depoimentos falsos e outras manobras para desviar a atenção das autoridades.
Medidas cautelares: suspensão do exercício de função pública; monitoração eletrônica; suspensão de porte e posse de arma de fogo; proibição de frequentar determinados lugares; proibição de contato com outros investigados, testemunhas ou colaboradores; comparecimento periódico em juízo; proibição de se ausentar da comarca e entrega de passaportes.

4. Robson Calixto Fonseca, o Peixe

Quem é: foi assessor de Domingos Brazão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).
Por que foi alvo: na delação, Ronnie Lessa afirmou que Peixe acompanhou Domingos Brazão na primeira reunião sobre a empreitada criminosa. Ainda segundo Ronnie, Peixe era segurança informal de Domingos e cobrava dívidas para a milícia.
Medida cautelar: busca e apreensão.

O que dizem os citados

Veja a nota enviada por Giniton Lages:

“Durante o tempo em que presidi o Inquérito Policial que apurou as mortes da vereadora Marielle e do motorista Anderson, realizei todas as diligências necessárias à elucidação do caso.

De março de 2018 até março de 2019, foram produzidas: 5.700 páginas, distribuídas por 29 volumes; 230 testemunhas/investigados foram ouvidas; 33.329 linhas telefônicas foram analisadas, através de quebra de sigilo judicial; 318 linhas telefônicas foram objeto de interceptação telefônica, através de ordem judicial, além de várias operações realizadas e acompanhadas por mim e pela minha equipe.

O resultado desse trabalho foi a prisão dos executores, que está todo documentado nos autos do processo, e faz prova de toda a minha dedicação e profissionalismo. Ressalto que minha atuação sempre foi realizada de forma ativa junto ao Ministério Público e Poder Judiciário, cumprindo todos os protocolos de atuação de um delegado de polícia.

A partir da prisão, houve decisão conjunta das instituições de desmembrar a investigação para, na segunda fase, buscar os mandantes. E, friso, que em nenhum momento qualquer suspeito ou linha de investigação foi afastada. E jamais seria.

Nosso compromisso inegociável sempre foi resolver o caso em sua integridade o que só não foi possível porque fui tirado da investigação, no dia seguinte à realização das prisões.”

 

 

 

Mauro Cid é preso por ordem do Ministro Alexandre Moraes

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), teve mandado de prisão expedido novamente nesta sexta-feira (22) pelo ministro Alexandre
O depoimento desta sexta-feira, antes da prisão, foi agendado após a revista Veja divulgar áudio em que Cid afirma que a Polícia Federal tem uma narrativa pronta nas investigações sobre o ex-presidente. Ele se disse pressionado nos depoimentos e fez críticas a Moraes, que homologou sua delação premiada.

“Você pode falar o que quiser. Eles não aceitavam e discutiam. E discutiam que a minha versão não era a verdadeira, que não podia ter sido assim, que eu estava mentindo”, disse o ex-ajudante de ordens.

De acordo com a revista, a gravação é da semana passada e ocorreu após Cid prestar depoimento por nove horas à Polícia Federal.
De acordo com o gabinete de Moraes, Cid foi preso por “descumprimento das medidas cautelares e por obstrução à Justiça”. Ele será encaminhado ao Instituto Médico Legal, segundo o gabinete de Moraes.
Investigadores dizem que vão analisar o teor das gravações e, se comprovado que as declarações se deram dessa forma e nesse contexto, a colaboração premiada corre grande risco de ser anulada.

Nos áudios, ele afirma que os policiais só queriam “confirmar a narrativa deles” e a todo momento davam a entender que ele poderia perder os benefícios da delação premiada a depender do que contasse.

Cid também teria feito duras críticas a Moraes. “O Alexandre de Moraes é a lei. Ele prende, ele solta, quando ele quiser, como ele quiser. Com Ministério Público, sem Ministério Público, com acusação, sem acusação”, afirma.

O militar também diz que teria havido um encontro do magistrado com Bolsonaro, sem dar maiores detalhes. “Eu falei daquele encontro do Alexandre de Moraes com o presidente, eles ficaram desconcertados, desconcertados. Eu falei: ‘Quer que eu fale?’.”

E prossegue: “O Alexandre de Moraes já tem a sentença dele pronta, acho que essa é que é a grande verdade. Ele já tem a sentença dele pronta. Só tá esperando passar um tempo. O momento que ele achar conveniente, denuncia todo mundo, o PGR [procurador-geral da República] acata, aceita e ele prende todo mundo”.

 

Hospital que vazou informação sobre gravidez é condenado a pagar R$ 200 mil a Klara Castanho


A atriz Klara Castanho venceu na Justiça a ação que movia contra o Hospital e Maternidade Brasil, administrado pela Rede D’Or. A unidade de saúde terá que pagar uma indenização de R$ 200 mil a artista por vazar, em 2022, a informação de que a global teria tido um filho após um estupro e colocado para a adoção.

Na decisão, o desembargador Alberto Gentil de Almeida Pedroso entendeu que houve clara violação de sigilo profissional, uma vez que o hospital forneceu a terceiros informações médico-hospitalares relacionadas à privacidade e intimidade da atriz. O processo corre em segredo de Justiça.
Na época, Klara Castanho revelou ter sido abordada por uma enfermeira disposta a passar informações sobre o caso para um jornalista. A atriz chegou a se pronunciar nas redes sociais após o vazamento do caso.

Em uma carta aberta no Instagram, ela contou que optou pela “entrega consciente” após “reconhecer sua capacidade de exercer o cuidado de [de ser pai/e mãe]”.

Vacina contra câncer pode ser lançada em 2025


Medicamentos contra o câncer estão sendo analisados para investimentos e apostas da farmacêutica BioNTech. Entre alguns desses medicamentos, a ideia é lançar um remédio contra o câncer com o uso da tecnologia mRNA, um código que é levado para o interior das células para que elas consigam melhorar suas defesas contra a doença.

Segundo o portal Metrópoles, a empresa já possui um imunizante terapêutico contra o câncer de pele, que atualmente está em fase de testes finais. A ideia é que essa vacina seja aprovada até 2025.
Ainda deve ser lançado até o início de 2026 o primeiro remédio para tratamento da doença. Ainda não há informações de qual tipo de câncer terá o medicamento lançado até o próximo ano, mas alguns dos candidatos mais promissores são os para um subtipo grave de tumores de pulmão.

Os tumores com remédios atualmente testados pela BioNTech são melanoma (um tipo agressivo de neoplasia de pele), próstata, cabeça e pescoço, ovário, testículo, pulmão e colorretal (intestino). A meta da empresa é arrecadar 10 bilhões de dólares até 2030 com o desenvolvimento dos medicamentos.

Daniel Alves segue preso na Espanha


O Tribunal Superior de Justiça da Catalunha informou nesta quinta-feira (21) que não recebeu a fiança de 1 milhão de euros (cerca de R$ 5,4 milhões) para liberar o ex-jogador de futebol Daniel Alves, até o horário limite para a transferência.

Dessa forma, o ex-jogador baiano seguirá preso até pelo menos a manhã de sexta-feira (22). Daniel Alves teve a liberdade provisória decretada na quarta-feira (20).
O prazo para o depósito fosse feito finalizou às 14h no horário local (10h no horário de Brasília), já que esse é o horário que fecha o banco em que está a conta do Tribunal Superior de Justiça da Catalunha.

Caso o depósito da fiança não seja feito até as 14h de sexta-feira (22), Daniel Alves passará o fim de semana na prisão.

A defesa de Daniel Alves ainda não informou se vai depositar a quantia estipulada pela Justiça espanhola.

Pai do Neymar nega que pagará fiança de Daniel Alves


Em nota oficial divulgada na tarde desta quinta-feira (21), Neymar da Silva Santos, o Neymar Pai, negou que irá pagar a fiança de Daniel Alves, preso na Espanha, condenado por estupro. O empresário afirmou que “o assunto terminou”, e que espera que o ex-jogador encontre as respostas que precisa.

“Como é do conhecimento de todos, em um primeiro momento, ajudei Dani Alves, sem nenhum vínculo com qualquer processo.
Neste segundo momento, em uma situação diferente da anterior, em que a justiça espanhola já decidiu pela condenação, estão especulando e tantando associar o meu nome e do meu filho a um assunto que hoje não nos compete mais. Espero que o Daniel encontre junto à sua própria família todas as respostas que ele procura.

Para nós, para minha família, o assunto terminou. Agora ponto final.”, diz a nota publicada em seu Instagram.

O pedido de liberdade condicional de Daniel Alves foi aceito pela justiça espanhola, porém, para sair da prisão, o ex-jogador do Barcelona terá que pagar o valor de 1 milhão de euros. Agora, o jogador tenta achar uma saída, já que seus bens estão congelados.

Justiça bloqueia passaporte da cantora Joelma em ação trabalhista


A cantora Joelma teve seu passaporte bloqueado após decisão do juiz Gustavo Augusto Pires de Oliveira, da 11ª Vara do Trabalho do Recife. A medida foi tomada no âmbito de uma ação trabalhista em que a cantora e sua antiga empresa com o ex-marido, Ximbinha, foram condenadas a pagar mais de R$ 1 milhão a um ex-empresário da banda Calypso.

A defesa de Joelma afirmou que planeja entrar com um habeas corpus em favor da cantora. Os advogados alegam que a decisão viola seu direito constitucional de ir e vir, assim como seu direito de exercer sua profissão, visto que ela está no exterior a trabalho.
A ação trabalhista está em fase de execução e a Justiça busca meios para quitar a dívida com o ex-empresário. O valor inicial do processo era de R$ 843 mil em 2021, mas agora ultrapassou R$ 1 milhão.

A Justiça do Trabalho determinou o bloqueio de valores que seriam pagos à cantora por shows realizados por ela. Isso incluiu R$ 125 mil que seriam transferidos pelo município de Caruaru, em Pernambuco, mas acabaram sendo penhorados.