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A Caixa Econômica ampliou o prazo do Construcard de 60 para 96 meses

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (25) novas condições para o Construcard, cartão destinado à aquisição de materiais de construção. As regras são válidas para clientes com renda individual mensal de até R$ 1,6 mil.

De acordo com a Caixa, após recentes modificações feitas no cartão, que teve prazo ampliado de 60 para 96 meses e taxas de juros reduzidas, o banco cria agora nova faixa de financiamento para o produto.

As novas condições permitem juros de 0,9% ao mês mais Taxa Referencial (TR) e prazo de até 72 meses para pagar, atendendo à parcela da população com menor renda. A taxa de juros passa a valer a partir de 1º de outubro.

Para usar o cartão, é preciso ir a uma loja credenciada. De acordo com a Caixa, atualmente são mais 65 mil estabelecimentos. Nos últimos cinco anos, o Construcard atendeu cerca de 1,2 milhão de famílias, financiando um total de R$ 15 bilhões.

Para ter acesso ao cartão Construcard é preciso apresentar documentos pessoais (RG, CPF, comprovante de endereço e de renda) em uma agência do banco, solicitando uma avaliação cadastral.

O valor máximo do financiamento depende da capacidade de pagamento mensal do cliente, que tem até seis meses para utilizar o limite e começar a amortizar o crédito.

O Construcard é utilizado por meio de cartão magnético exclusivo para a aquisição de material de construção e móveis embutidos, nas lojas credenciadas.

Hoje, a Caixa também anunciou a criação do Moveiscard, cartão para financiamento de móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos. O novo cartão será comercializado a partir do dia 1º de outubro. A expectativa é que o Moveiscard atenda 1,6 milhão de famílias até o final de 2013.

Com o cartão pode ser financiado até 100% do bem, com prazo de até 60 meses, sendo dois meses de utilização e 58 meses de amortização, com taxas de juros que variam de 0,9% a 1,8% ao mês.

A menor taxa é destinada aos clientes do programa Minha Casa, Minha Vida – Faixa I, com renda familiar de até R$1,6 mil. Nesse caso, o percentual é 0,9% ao mês. No caso de renda acima desse valor até R$ 3,2 mil, a taxa fica em 1,4%. Para a faixa II, com renda de R$ 3.100,01 a R$ 5 mil, juros de 1,5% ao mês. E para os demais clientes do banco 1,8% ao mês.

Para ter acesso ao Moveiscard, o interessado deve se dirigir a uma agência da Caixa e apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de renda e endereço. A utilização dos recursos será feita por meio de um cartão e o pagamento das prestações em débito em conta.

Fonte Agência Brasil

Trem descarrilou no Rio e deixou dezesseis pessoas feridas

 

 

 

A equipe de engenheiros e técnicos da Supervia, concessionária que administra os trens no Grande Rio, interditou um dos acessos à estação Madureira, na zona norte da cidade, devido ao descarrilamento de um trem na manhã de hoje (25). A interdição é uma medida de segurança.

Ao sair dos trilhos, dois dos nove vagões da composição chocaram-se contra duas colunas que fazem a sustentação de uma das passarelas de acesso à estação e deixou dezesseis pessoas feridas . As vítimas tiveram ferimentos leves e foram atendidas pelas equipes de emergência ainda na estação. Outras duas pessoas foram encaminhadas ao Hospital Carlos Chagas, na zona norte, mas passam bem.. Até o início da tarde, o trem ainda não tinha sido retirado do local do acidente.

Apenas a entrada próxima ao viaduto Negrão de Lima está liberada para embarque e desembarque de passageiros. Segundo a concessionária, uma comissão interna foi instaurada para apurar as causas do acidente e o laudo será concluído em até 30 dias.

O trem, que saía de Japeri na Baixada Fluminense, rumo à Central do Brasil descarrilou por volta das 7h da manhã, ao chegar na plataforma da estação Madureira e causou transtornos durante toda a manhã a centenas de passageiros que vinham das zonas norte, oeste e Baixada Fluminense com destino ao centro da capital.

Com a batida, alguns bancos dos dois últimos vagões se soltaram e outros ficaram tortos, contou Isabela Silva, 19 anos, atendente de uma lanchonete que funciona na parte superior da plataforma atingida pela composição. “No momento da colisão, os fornos da lanchonete se soltaram e sentimos o chão tremer.”

Conforme a Supervia, os atrasos provocados pelo acidente foram, em média, de 20 minutos. A empregada doméstica, Cláudia Conceição, 40 anos, saiu de Mesquita, na Baixada Fluminense, para o trabalho em Madureira e enfrentou atrasos. Ela contou que os problemas são constantes e reclamou, principalmente, do estado de conservação dos trens. “É uma vergonha. Os trens estão uma porcaria. Os trabalhadores chegam todos os dias atrasados no trabalho por causa do atraso das composições. Eles têm que melhorar, pois do jeito que está não dá para continuar.”

Moradora de Realengo, na zona oeste, a funcionária pública, Maria da Luz, 45 anos, disse que mesmo quando não há acidentes, os atrasos são constantes nas linhas de trem. “Ultimamente, tem sido constante o trabalhador carioca passar por esse constrangimento, principalmente na hora do rush. Mandam um trem inferior a nove carros, com horário estupidamente ultrapassado, depois mencionam que o trabalhador é vândalo e abre a porta do trem, quando na verdade, há excesso de contingente. E a passagem de R$ 2,90 é muito cara para andarmos do jeito que a gente anda”, reclamou.

De acordo com o diretor executivo do Sindicato dos Ferroviários do Rio, Pedro Ricardo de Oliveira Neto, funcionários que trabalhavam em outras composições pela manhã relataram que a espera por um trem chega a até uma hora. “Teve um que ficou mais de uma hora parado em Deodoro. O empregado vai atrasar uma hora [para chegar] ao trabalho. O chefe vai achar que ele está mentindo, porque a notícia é de que o atraso é só de 20 minutos. ”

Para o sindicalista, o acidente está relacionado à falta de fiscalização e punição mais severa por parte da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro (Agetransp). “Só nesta semana, foram três [trens] com problemas. E amanhã, o que vai ser? A Agetransp tem que tomar uma providência e punir a empresa [Supervia] com mais rigor. Estamos preocupados com a manutenção geral de todo o trecho.”

Em nota, a Agetransp informou que enviou fiscais e abriu boletim de ocorrência para apurar os motivos do descarrilamento.

Foram registrados atrasos ontem (24) de aproximadamente meia hora em Japeri por causa de uma composição enguiçada em Ricardo de Albuquerque. A Agetransp informou, em nota, que enviou fiscalização e abriu boletim de ocorrência para apurar a avaria no trem da Supervia.

Na quinta-feira passada (20), mais atrasos em alguns ramais de trens provocaram tumulto na estação de Madureira, e na última sexta-feira (21), um trem sem passageiros enguiçou próximo à estação de São Cristóvão, na zona norte, e paralisou a linha por cerca de 30 minutos, causando atrasos em outros ramais.

Fonte Agência Brasil

Oito candidatos disputarão o cargo de prefeito de Duque de Caxias

 

 

Oito candidatos disputarão o cargo de prefeito da segunda principal economia fluminense e 15ª do país: o município de Duque de Caxias. As 29 vagas da Câmara dos Vereadores da maior cidade da Baixada Fluminense serão disputadas por 778 candidatos.

Além de Zito (PP), que tenta a reeleição, disputam o executivo municipal, nas eleições do dia 7 de outubro, Alexandre Cardoso (PSB), Florinda Lombardi (PSTU), Ivanete da Silva (PSOL), Dica (PSD), Marquinho Pessanha (PTN), Samuquinha (PR) e Washington Reis (PMDB).

Com 855 mil habitantes, Duque de Caxias é o município mais populoso da Baixada Fluminense e o terceiro, do estado, ficando atrás apenas da capital fluminense e da cidade de São Gonçalo. Para estas eleições, 607 mil eleitores estão aptos a votar.

A cidade emancipou-se da vizinha Nova Iguaçu em 1943. O nome escolhido para o município foi uma homenagem a um de seus mais ilustres cidadãos, o marechal Luiz Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, comandante das forças brasileiras durante a Guerra do Paraguai (1864-1870) e considerado patrono do Exército.

Sua economia, que totaliza um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 25,7 bilhões, tem como foco os setores de indústria e serviços. Um importante componente da economia caxiense é o Polo Gás-Químico, que tem entre as principais empresas a Refinaria Duque de Caxias (Reduc), da Petrobras.

Apesar disso, Duque de Caxias tem um dos piores índices de pobreza do estado, com 53% da população vivendo nessa situação. O sistema de coleta e tratamento de esgoto do município também é considerado pelo Instituto Trata Brasil um dos dez piores entre as 81 maiores cidades do Brasil.

Fonte Agência Brasil

Belford Roxo poderá ter segundo turno

 

 

Belford Roxo é um dos quatro municípios da Baixada Fluminense que poderão ter segundo turno nas eleições municipais do dia 7 de outubro. Quatro candidatos disputam a prefeitura além do atual prefeito Dr. Alcides Rolim (PT), Dennis Dauttman (PCdoB), Beto Almada (PSC), Rafael Andrade (PSOL) e Waguinho (PRTB).

A eleição para vereador em Belford Roxo terá 682 candidatos buscando uma vaga na Câmara Municipal. O município é relativamente jovem, pois se emancipou de Nova Iguaçu apenas em 1990.

Com 469 mil habitantes e 314 mil eleitores, o município é o sexto mais populoso do Rio de Janeiro, com  o 14º  Produto Interno Bruto (PIB) maior do estado de R$ 4,15 bilhões, dos quais 69% se concentram na área de serviços (com destaque para transporte, comunicações e comércio varejista e atacadista) e 24,6% no setor industrial (com destaque para a indústria química), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O PIB per capita chega a R$ 8.280. Assim como outros municípios da Baixada, Belford Roxo tem alta incidência de pobreza (60% da população) e problemas com saneamento básico. Segundo a organização não governamental Instituto Trata Brasil, Belford Roxo tem um dos dez piores sistemas de tratamento e coleta de esgoto, entre as 81 maiores cidades do Brasil. 

Fonte Agência Brasil

Bradesco reduz juros do cartão de crédito

O Banco Bradesco anunciou nesta segunda-feira, (24/09), a redução da taxa de juros dos seus cartões de crédito com bandeiras Visa, American Express, ELO e Mastercard. A taxa de juros máxima ao mês do crédito rotativo foi reduzida em 54%, passando de 14,9% para 6,9%. As taxas de juros ao mês para parcelamentos nos cartões de crédito caíram de 8,9% para 4,9%, na máxima. A redução vale para todas as bandeiras Visa, American Express, ELO e Mastercard.

Em nota distribuída pela instituição, o diretor executivo do Bradesco, Marcelo Noronha, destacou que o banco decidiu fazer a redução de forma horizontal, impactando todos os clientes. As novas taxas do crédito rotativo, de saque, parcelamento do emissor e parcelamento da fatura dos cartões de crédito entram em vigor em 1º de novembro. Todos os mais de 95 milhões de cartões de crédito administrados pelo Bradesco serão beneficiados com essas reduções de taxas de juros. O volume de faturamento desses cartões representa R$ 49 bilhões por ano. 

Segundo Noronha, as taxas de juros cobradas nos cartões de crédito do Bradesco não terão mais dois dígitos. Esse benefício também será estendido, conforme ele, aos cartões private label (lançado em parcerias com lojas e varejistas). “Nosso entendimento é de que os bancos têm de fazer a sua parte. Estamos virando a página de taxas de dois dígitos no cartão de crédito”, avaliou Noronha, em teleconferência com a imprensa.

Segundo ele, o Bradesco estuda alterações no rotativo do cartão de crédito desde o ano passado e vem reduzindo os juros paulatinamente. Para compensar essa redução, o banco espera, conforme Noronha, aumentar a sua base, o número de transações e ter ganho de escala.

Segundo a instituição, os juros ficaram desta forma:

Demanda

A redução dos juros cobrados nos cartões de crédito do Bradesco é uma resposta não só às pressões do governo, mas também aos questionamentos da sociedade, de acordo com o diretor executivo do banco, Marcelo Noronha. As demandas dos clientes, conforme ele, pesam muito mais na decisão da instituição do que as pressões governamentais.

A presidente Dilma Rousseff e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, manifestaram recentemente a preocupação com os juros cobrados no cartão. Em seu pronunciamento em comemoração ao aniversário da Independência do Brasil, Dilma fez uma dura cobrança às administradoras. “Os cartões de crédito podem reduzir ainda mais as taxas cobradas ao consumidor final, diminuindo para níveis civilizados seus ganhos”, disse ela, na ocasião. Na opinião de Noronha, a pressão governamental é legítima. “O governo é representante da sociedade. Somos sensíveis e estamos olhando para o todo”, avaliou ele.

Para compensar a queda nos juros dos cartões de crédito, o Bradesco espera aumentar escala, ampliando a base de clientes, o número de transações e controle das perdas de crédito. Conforme Noronha, a redução está sendo estudada desde o ano passado e foi feita agora, pois o banco entendeu que o momento era ideal para virar a página e reduzir os encargos cobrados nos cartões de crédito para apenas um dígito. Sobre a metodologia da cobrança no cartão de crédito, Noronha disse que não será feita nenhuma alteração. Os benefícios, segundo o diretor do Bradesco, serão mantidos. “A única mudança é em relação aos juros cobrados que passam para um dígito”, explicou ele.

Questionado sobre o possível fim do parcelamento no cartão de crédito sem juros, passando a cobrar encargos de clientes que queiram dividir a venda nos plásticos, como acontece em todo o mundo, ele disse que não acredita nesta possibilidade. “Esta é uma questão que está sendo sempre discutida. Há questionamentos dos reguladores. O parcelamento sem juros tem benefícios. É necessário coibir os extremos e alcançar um equilíbrio”, disse Noronha. A decisão do Bradesco de reduzir os juros cobrados não está relacionado ao possível fim do parcelamento sem encargos e também ao aumento de calotes. “A nossa inadimplência está controladíssima”, afirmou ele, sem revelar o nível atual deste indicador.

UFC Rio começa dia 13/10

Após dois eventos em solo carioca, o UFC Rio, se prepara para sua terceira edição. O HSBC Arena , será o palco das lutas no dia 13 de outubro. O UFC será o de número 153 e, apesar dos desfalques que sofreu, ainda conta com grandes nomes do esporte. As lutas do card principal começam às 23h do dia 13 de Outubro

Contato:

Telefone: 3035 5200
Site: http://www.hsbcarena.com.br
Endereço: Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401 Barra da Tijuca – Rio de Janeiro

Os ingressos serão vendidos da seguinte forma:

Octógono Premier Norte
Assento marcado SIM Inteira – R$ 1.800,00 Meia – R$ 900,00

Octógono Premier Sul
Assento marcado SIM Inteira – R$ 1.800,00 Meia – R$ 900,00

Cadeira Premier Leste
Assento marcado SIM Inteira – R$ 1.800,00 Meia – R$ 900,00

Cadeira Premier Oeste
Assento marcado SIM Inteira – R$ 1.800,00 Meia -R$ 900,00

Cadeira Especial Norte
Assento marcado NÃO Inteira – R$ 850,00 Meia – R$ 425,00

Cadeira Especial Sul
Assento marcado NÃO Inteira – R$ 850,00 Meia – R$ 425,00

Arquibancada
Assento marcado NÃO R$ 275,00 R$ 137,50

Portadores de Necessidades Especiais
Assento marcado NÃO –  R$ 137,50

Portadores de Necessidades Especiais
Assento marcado NÃO – R$ 137,50

Portadores de Necessidades Especiais Premier
Assento marcado SIM – R$ 900

Portadores de Necessidades Especiais
Assento marcado NÃO – R$ 137,50

O principal problema de Nova Iguaçu

O principal problema de Nova Iguaçu é o descaso dos prefeitos que governam e governaram o município de Nova Iguaçu ao decorrer de sua historia, pois só o desgoverno para explicar todos os problemas pelos quais passam os moradores do municipio de Nova Iguaçu.

Nova Iguaçu  tem  um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 9,5 bilhões, é a sexta maior economia do estado e a 48ª do país, mas só se vê pobreza ao andar pela cidade, a pobreza nua e crua nos quatro cantos de Nova Iguaçu nas ruas sem asfalto nas escolas e hospitais sem estrutura na falta de  saneamento básico e na falta de coleta de lixo, em Nova Iguaçu nada funciona como deveria funcionar.

 

23ª edição do projeto Uerj Sem Muros irá do dia 01/10 à 05/10

A  Universidade do Estado do Rio de Janeiro realizará o 23ª UERJ Sem Muros, evento que objetiva apresentar à sociedade toda a produção acadêmica nas áreas de ensino, pesquisa, extensão e cultura. A nova edição trará diversas atrações culturais, como Roberta Sá. O evento ocorrerá do dia 1 até o dia 5 de outubro, a entrada é franca em todas as atrações. A distribuição dos convites para o show de abertura começa dia 25 de setembro. Roberta Sá, ganhadora do último Prêmio de Música Brasileira como melhor cantora de MPB, é responsável pela abertura da programação cultural do evento, na segunda-feira às 19 horas. Lançou, em janeiro, seu novo disco “Segunda Pele”. A turnê promocional já passou por Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba e retorna ao Rio depois de sua apresentação na Fundição Progresso em março.

O Recital do Grupo Vocal e Instrumental Música Surda faz a segunda apresentação na terça-feira (2) às 19 horas. O grupo, fundado em 2001, elabora canções a partir da poesia de autores novos ou consagrados da língua portuguesa. O nome Música Surda faz referência ao poema homônimo de Dante Milano, aludindo a um retorno da poesia na música brasileira. Bia Bedran apresenta, na quarta-feira (3) às 14 horas, seu espetáculo “Cabeça de Vento”. O show passeia pelo universo sonoro de Bia, uma envolvente ode à literatura, à poesia e à ludicidade. A utilização de bonecos e adereços é um diferencial que imprime a linguagem cênica presente em seus shows, envolvendo adultos e crianças. Quinta-feira (4) às 19 horas, o projeto Mirateatro! Espaço de estudos e criação cênicaencena a peça “Valsa nº 6” de Nelson Rodrigues. O projeto, do Instituto de Artes da UERJ, promove atividades de pesquisa e extensão universitária, encenando espetáculos e performances cênicas. Como é o caso de “Valsa n° 6’’, encenada com objetivo a comemoração do centenário do aniversário de nascimento de Nelson Rodrigues. A sexta-feira (5) trás duas atrações, Os Clowns Bailarinos (às 14 horas) e a Orquestra Voadora (às 19 horas), encerrando o evento. Os Clowns Bailarinos fazem uma releitura do “Lago dos Cisnes” de Tchaikovsky. Usando movimentos livres e suaves, os Clowns desenvolvem as cenas a partir de temas simples, mas essa simplicidade traduz a poesia em ação. A Orquestra Voadora é uma das grandes revelações culturais brasileiras. A banda nasceu em 2008, em um encontro de músicos no carnaval do Rio, e faz uma miscelânea de ritmos, como o samba, o maracatu, o afrobeat, o rock, o funk e o jazz.

Os shows acontecem no Teatro Odylo Costa, filho, com exceção da última apresentação que ocorre na Concha Acústica. Todas as atrações são gratuitas e abertas ao público geral. Os horários das atrações alternam entre os dias: segunda, terça e quinta o evento começa às 19 horas, quarta e sexta às 14 horas. Simultaneamente, a exposição “Além de Pompeia – redescobrindo os encantos de Stabiae” continua aberta a visitação. A exposição retrata as cidades soterradas por uma erupção vulcânica na região do golfo de Nápoles, na Itália. A exposição está aberta nas segundas, de 14h às 20h, de terça a sexta, das 10h às 20h, e nos sábados e feriados das 11h às 15h. Até 18 de novembro, no hall do Teatro Odylo Costa, filho. Entrada franca.

23ª UERJ Sem Muros
Local: Teatro Odylo Costa, filho e Concha Acústica
Rua São Francisco Xavier, 524 – Campus UERJ – Maracanã
Período: 1 até 05/10/2012

Show de Abertura

Roberta Sá – Segunda Pele
Teatro Odylo Costa, filho
1/10/2012 – 2ª feira
19h

ENTRADA FRANCA

Distribuição de convites: máximo de 2 convites por pessoa. 160 convites por dia, sendo 120 para a comunidade interna e 40 para a comunidade externa

Comunidade UERJ (apresentar contra-cheque, RID ou carteiras funcional/estudante, acompanhados de documento oficial com foto )
25/9 – terça – 14h/15h
26/9 – quarta – 18h/19h
27/9 – quinta – 14h/15h
28/9 – sexta – 18h/19h
1/10 – segunda – 14h/15h
Recital do Grupo Vocal e Instrumental Música Surda

2/10/2012 – 3ª feira
Foyer do Teatro Odylo Costa, filho
19h
Entrada Franca

Show Cabeça de Vento com Bia Bedran
Teatro Odylo Costa,filho
3/10/2012- 4ª feira
14h
Entrada Franca

Peça Teatral Valsa nº 6 de Nelson Rodrigues

Teatro Odylo Costa,filho
4/10/2012- 5ª feira
19h
Entrada Franca

 

Os Clowns Bailarinos
Teatro Odylo Costa,filho
5/10/2012- 6ª feira
14h
Entrada Franca

Orquestra Voadora

Concha Acústica da UERJ
05/10/2012- 6ª feira
19h
Entrada Franca
Classificação Etária: Livre
Lotação: 1077 lugares (Teatro)

Acesso a portadores de necessidades especiais
Estacionamento: portão 2 – Campus UERJ

Ministério da saúde libera R$24,5 milhões para atendimento de pessoas com deficiência

O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 24,5 milhões para o atendimento de pessoas com deficiência. Os recursos são destinados a municípios de 22 estados, além do Distrito Federal. Os valores variam, de acordo com a cidade, mas o mínimo é R$ 12 mil por ano. A Portaria nº 25 está publicada na edição desta segunda feira (24/09) do Diário Oficial da União. De acordo com o Ministério da Saúde, os R$ 24,5 milhões anuais serão repassados para estados e municípios que concedem órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção (OPMs). Os recursos serão repassados em 12 parcelas para manutenção e adaptação de OPMs ortopédicas, auditivas e oftalmológicas. Atualmente, cerca de 370 mil pessoas recebem este tipo de equipamento, por ano, no país. O fornecimento de OPMs faz parte do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da medida é reforçar as ações do Plano Viver Sem Limite e a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. No país, há cerca de 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, 23,9% da população, de acordo com Instuto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Há dez anos está em vigência no país a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência, que institui uma série de orientações sobre o tratamento dessa parcela da população. A política visa à proteção da saúde da pessoa com deficiência, assim como a reabilitação da sua capacidade funcional, por meio de ações que contribuam para a sua inclusão em todas as esferas da vida social, além da prevenção de problemas físicos ou psicológicos. Pela política nacional, devem ser elaborados planos, projetos e atividades voltados à saúde dessas pessoas nos estados, no Distrito Federal e nos municípios. O principal objetivo é garantir cuidados desde a atenção básica até a reabilitação, incluindo a concessão de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, por exemplo. Também devem ser executadas ações para a  promoção da qualidade de vida, a melhoria dos mecanismos de informação, a capacitação de recursos humanos e a organização e o funcionamento dos serviços.

O Ministério da Saúde ressalta que 70% das ocorrências envolvendo pessoas com deficiência podem ser evitadas ou pelo menos atenuadas. Por isso, defende a adoção de medidas de prevenção. Segundo o ministério, é fundamental ainda que a inclusão dessa população ocorra por meio de ações na comunidade. Essas ações envolvem a transformação dos ambientes, eliminando barreiras, por exemplo, além de  atitudes, que impedem a efetiva participação social das pessoas com deficiência. “Uma cidade acessível e acolhedora será melhor para todos os cidadãos”, informa o Ministério da Saúde.

 

Nova Iguaçu tem o maior número de candidatos a prefeito

A prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, é o município com maior número de candidatos a prefeito no estado do Rio de Janeiro, nas eleições do dia 7 outubro.

A atual prefeita Sheila Gama (PDT) vai concorrer a vaga na prefeitura com  dez  candidatos  Xandrinho (PV), Emilio Araújo (PSOL), Jose Renato (PCB), Marcos Fernandes (PRB), Nelson Bornier (PMDB), Renato Gomes (PSTU), Rogério Lisboa (DEM), Waguinho (PC do B) e Walney Rocha (PTB).

Os 561 mil eleitores terão opção de votar em 885 candidatos para as 29 vagas da Câmara de Vereadores. Com um Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 9,5 bilhões, segundo últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009, Nova Iguaçu tem a sexta maior economia do estado e a 48ª do país.

O município é o segundo mais populoso da Baixada Fluminense, com 796 mil habitantes, e enfrenta problemas, como a pobreza, assim como outras cidades da região. Nova Iguaçu tinha o sétimo maior índice de pobreza do estado, com 54% da população vivendo na pobreza, segundo dados de 2003 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte Agência Brasil