Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social, o governador Sérgio Cabral sancionou a lei que reduz o ICMS de 12% para 2,5% para fabricantes de produtos têxteis, de confecções e aviamentos. A Lei 6.331 está em vigor desde o dia 10 de outubro, com validade até 31 de dezembro de 2018. O benefício, que é opcional, atende a reivindicação dos empresários do setor. Pelo novo sistema de recolhimento, o fabricante poderá adiar o pagamento do ICMS na importação de fio e tecido, contanto que a mercadoria desembarque em território fluminense. O adiamento também vale para a aquisição interna de matéria-prima, embalagem e demais insumos, além de materiais secundários.
Para a secretária em exercício de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Dulce Ângela Procópio, a lei fortalece e renova o setor no estado.
– Esse benefício consolida o setor têxtil, que já é referência por sua produção e sistemas de inovação. E, ao mesmo tempo, renova por proporcionar ao setor um horizonte de seis anos. Com essa perspectiva, os empresários fluminenses trabalham com segurança e, nós que vivemos no estado, temos mais e melhores empregos – afirmou.
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Primeiro caminhão elétrico do Brasil é apresentado pela Secretaria de Transporte
A Secretaria de Transportes apresentou, nesta quarta-feira (17/10), na Penha, o projeto do primeiro caminhão elétrico do Brasil. Desenvolvido pelo grupo espanhol Idiada, o protótipo foi trazido para o Rio de Janeiro com apoio do Sindicarga, que planeja a substituição da frota de veículos de carga em operação nas estradas, por modelos movidos a energia elétrica.
De acordo com o secretário de Transportes, Julio Lopes, a redução da emissão de gás carbônico ao nível zero a partir do uso da eletricidade é o principal benefício que o caminhão elétrico pode garantir à sociedade. Segundo o Sindicarga, os custos com diesel representam 30% dos gastos operacionais das empresas transportadoras, o que poderia ser cortado a partir da substituição da frota por motores elétricos.
O engenheiro americano Klaus Kersting, autor do projeto, ressaltou que o desempenho dos veículos é o mesmo dos movidos a combustíveis fósseis, e que o protótipo elétrico tem autonomia para circular até oito horas sem necessidade de recarga de bateria.
O Finep e o BNDES estão dispostos a financiar montadoras interessadas em fabricar em série do primeiro caminhão elétrico do Brasil.
Shopping pe multado por poluir lagoa próxima
Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado do Rio, o sofisticado shopping Millenium, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca (Zona Oeste), foi multado e seus banheiros interditados em blitz deflagrada nesta quinta feira (18/10) pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA). Durante a operação, batizada de Rolha Ecológica, os fiscais também lacraram com cimento a saída do tubulão de esgoto do shopping, que estava despejando esgoto sem tratamento na Lagoa da Tijuca; o que é crime ambiental.
O shopping não tinha se conectado à rede de esgotamento sanitário da Cedae instalada na região. Promovida pela Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), órgão da SEA, a blitz Rolha Ecológica teve apoio de técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), de policiais do Comando de Polícia Ambiental (CPAM) e da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e da perícia do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE).
Presente à operação, o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, disse que o shopping center havia sido notificado, há mais de dois meses, de que deveria fazer a conexão com a rede de coleta de esgoto da Cedae, construída na região este ano. “A entrada da rede de coleta da companhia fica a menos de dois metros da conexão do shopping com a rede pluvial. É inaceitável este tipo de conduta.” Ao chegar ao local, a equipe de fiscais constatou, após testes com corante, que o esgoto in natura do shopping, que fica ao lado do Rio Design Barra, era despejado na galeria de água pluvial da região. Rede que, por sua vez, deságua na Lagoa da Tijuca. Após os testes, a equipe concretou então, com cimento, a saída de esgoto do shopping. A direção do shopping center praticava outra irregularidade: a estação de tratamento de esgoto (ETE) do estabelecimento operava ilegalmente, pois estava conectada a galeria de água pluvial. Segundo o secretário Carlos Minc, o shopping tem agora cinco dias para fazer a ligação do esgoto com a rede da Cedae.
Em caso de descumprimento, poderá receber outra multa. Minc ressaltou que o Governo do Estado vem investindo em obras de esgotamento sanitário na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá, com a construção de redes de esgoto e de estações de tratamento, mas a ajuda de condomínios e estabelecimentos comerciais é fundamental. – Esta é a décima operação que nós deflagramos, em um ano e meio, com o propósito de reprimir o despejo de esgoto in natura nas lagoas da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá. Eles se negam a ligar sua rede com a da Cedae, e despejam seu esgoto na Lagoa da Tijuca. Então, o shopping center está recebendo uma ‘rolha ecológica’, e seus banheiros serão embargados. A síndica responderá por crime ambiental e, se não fizer o serviço em 15 dias, terá a multa dobrada.
“O shopping deveria fazer a sua parte, mas muitos, por uma economia egoísta, insistem em jogar o seu cocô nas lagoas da região. Então, vão pagar caro por isso e vão responder por crime ambiental” – destacou o secretário. Muito nervosa, a síndica do shopping, Ana Regina Degering Ribeiro, criticou a ação deflagrada pela Secretaria de Estado do Ambiente, culpando a Cedae pelo despejo irregular. Segundo ela, a caixa de coleta construída pela companhia para o shopping não é apropriada. O diretor da Regional Sul da Cedae, Claudino do Espírito Santo, rebateu as críticas da síndica, afirmando que a conexão com a rede da companhia é de responsabilidade do shopping. Ele afirmou também que não há nada irregular na rede de coleta construída pela Cedae. “O shopping deveria ter feito a ligação, assim como fez o seu vizinho, o Rio Design Barra”, explicou. O coordenador da Cicca, José Maurício Padrone, ressaltou que as operações contra o despejo criminoso de esgoto in natura vão continuar. Segundo ele, o shopping poderá receber nova multa se não fizer no prazo determinado a conexão de sua rede de esgoto com a da Cedae.
– Por causa de dois metros, que é a distância que separa a rede do shopping à da Cedae, o condomínio terá de pagar uma pesada multa, que pode chegar a R$ 30 mil, por poluição e por não ter se conectado à rede da companhia. É inacreditável que um shopping com esse porte ainda resista a fazer essa ligação – disse. Ações da SEA na Barra da Tijuca O Decreto Estadual 41310/2008, obriga os condomínios e edificações a se conectar à rede de esgoto da Cedae; ou, se for o caso, da concessionária prestadora de serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A SEA tem promovido constantes ações na região de combate a condomínios residenciais e estabelecimentos empresariais que se recusam a se adequar à legalidade, ao não instalar tubulações de conexão à rede de esgotamento sanitário da Cedae. A última blitz ecológica foi promovida em setembro, quando foi lacrada a saída de esgoto in natura do condomínio residencial Vivendas da Barra, com cerca de cem casas, na orla da Barra da Tijuca.
Zoológico do Rio ganha novo morador

Na última terça-feira (16/10), o Zoológico do Rio ganhou um novo morador. Um leão, carinhosamente chamado de Simba, veio da Fundação Zoológico de Pomerode, em Santa Catarina, Sul do país, através de uma troca por dez aves de íbis sagrados.
O Leão pesa 160 quilos e tem 18 anos de idade. Simba está em fase de namoro com a leoa Marcinha, viúva do leão Oscar, e em período de adaptação em exposição, porém em recintos separados. O casal aguarda ansiosamente o dia do casamento, ainda sem data marcada.
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Um dos candidatos mais votados para vereador em Itaboraí foi preso pela Polícia Federal

Um dos candidatos mais votados para vereador em Itaboraí nas últimas eleições foi ´preso pela Polícia Federal,juntamente com mais onze pessoas na manhã de hoje (18/10) na Operação Carga de Pedra. Os investigados integram quadrilha especializada em roubo de cargas em Itaboraí/RJ e na Região dos Lagos. A Operação Carga de Pedra foi realizada pela Polícia Federal, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).Participaram da operação 139 policiais sendo 100 policiais federais e 39 da Polícia Rodoviária Federal. A operação recebeu o nome de “Carga de Pedra” em razão da cidade de Itaboraí, que em Tupi-Guarani significa “pedra bonita”. A Polícia Federal no Rio não revelou o nome dos presos.
As investigações tiveram início em fevereiro na Delegacia de Polícia Federal em Niterói. A maior parte dos crimes ocorria nas rodovias BR 101 e Via Lagos. A abordagem era realizada quando as vítimas estavam em postos de gasolina ou lanchonetes ao longo das rodovias. Estima-se que a organização criminosa praticava pelo menos dois roubos por semana. Há a possibilidade de novas vítimas serem identificadas com a desarticulação do grupo criminoso.
As cargas roubadas eram comercializadas em pequenos mercados da Região dos Lagos, Itaboraí e São Gonçalo/RJ. Chamou atenção dos investigadores o fato de que o líder da quadrilha estava em liberdade condicional. Ele foi preso pela PF em 2008, tendo sido condenado pelos mesmos crimes apurados nesta investigação.
Os presos responderão pelos crimes de formação de quadrilha, roubo qualificado, receptação e poderão sofrer penas de até 22 anos de reclusão.
Veja a lista dos dez candidatos a vereador mais votados de Itaboraí
Lucas Borges (PMDB) 3.606
Marcos Araújo (PP) 2.363
Deoclecio (PT) 2.326 – Não eleito
Wellington (PC do B) 2.187
Rosana Roda (PC do B) 2.096
Alzenir (PTB) 2.022
Sabão (PT do B) 1.995 – Não eleito
Irmão Caio (PSC) 1.929
Levi do Mercado (PP) 1.867
Clemilson Mixaria (PSDB) 1.795
Polícia Federal prende quadrilha de roubo de carga no RJ

A Polícia Federal, com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), após oito meses de investigações, prenderam na manhã de hoje (18) doze integrantes de uma quadrilha especializada em roubo de cargas em Itaboraí/RJ e na Região dos Lagos.. Eles foram presos durante a Operação Carga de Pedra em Itaboraí, na região metropolitana do Rio, e na Região dos Lagos.
Entre os detidos há um dos candidatos mais votados para vereador em Itaboraí nas últimas eleições. Ainda há um homem foragido que pode ser capturado nas próximas horas por ser monitorado eletronicamente por tornozeleira.
As investigações tiveram início em fevereiro na Delegacia de Polícia Federal em Niterói. A maior parte dos crimes ocorria nas rodovias BR 101 e Via Lagos. A abordagem era realizada quando as vítimas estavam em postos de gasolina ou lanchonetes ao longo das rodovias. Estima-se que a organização criminosa praticava pelo menos dois roubos por semana. Há a possibilidade de novas vítimas serem identificadas com a desarticulação do grupo criminoso.
As cargas roubadas eram comercializadas em pequenos mercados da Região dos Lagos, Itaboraí e São Gonçalo/RJ. Chamou atenção dos investigadores o fato de que o líder da quadrilha estava em liberdade condicional. Ele foi preso pela PF em 2008, tendo sido condenado pelos mesmos crimes apurados nesta investigação.
Os presos responderão pelos crimes de formação de quadrilha, roubo qualificado, receptação e poderão ser apenados em até 22 anos de reclusão.
Na Operação Carga de Pedra foram expedidos 13 (treze) mandados de prisão preventiva e os envolvidos já foram denunciados pelo Ministério Público perante a Justiça Estadual.
Participaram da operação 139 policiais sendo 100 policiais federais e 39 da Polícia Rodoviária Federal.
A operação recebeu o nome de “Carga de Pedra” em razão da cidade de Itaboraí, que em Tupi-Guarani significa “pedra bonita”.
* Atualizada às 14h30
Cremerj investiga irregularidades em hospital público de Duque de Caxias

O Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) estiveram hoje (17) no hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo , em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense para investigar denúncias de irregularidades. Eles vistoriaram as instalações do setor de emergência e o centro de tratamento intensivo (CTI). O Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo já chegou a atender cerca de 1,2 mil pacientes diariamente e hoje faz pouco mais de 300, vem enfrentando sérios problemas administrativos.
De acordo com a presidenta do conselho, Márcia Rosa de Araújo, entre as denúncias está a de que a prefeitura há oito meses não faz o repasse de verbas a uma organização social civil de interesse público (Oscip), responsável pela administração do hospital, que não teve o nome divulgado. Segundo a presidente do Cremerj, a falta de recursos atinge diretamente a qualidade do atendimento.
“Isso nos preocupa muito, porque nós temos uma população que precisa desse atendimento. Ela não pode depender se a prefeitura passa ou não os recursos. Se o prefeito foi ou não reeleito, e se recusa a repassar a verba para o hospital. Ela [a população] não tem culpa disso”, disse.
Entre os problemas constados pelo conselho estão a perda de 12 leitos de internação em uma das enfermarias e a suspensão das cirurgias eletivas por causa da falta de insumos médicos. De acordo com Márcia Rosa, a falta de dinheiro também prejudica a remuneração dos profissionais que atuam na unidade. Ela ressaltou que o atraso no pagamento tem causado a saída de médicos, desfalcando as equipes.
“Nós recebemos varias denúncias de que a prefeitura não tem feito o repasse para o instituto que faz a gestão da unidade. Isso tem feito que haja redução no atendimento. Tem diminuição de recursos humanos e de médicos plantonistas no CTI. Existe uma diminuição nas cirurgias feitas no mês. Em torno de 300 cirurgias estão deixando de ser feitas por causa da falta de pagamento à empresa que administra o hospital”, disse.
Esta é a segunda vez que o Hospital Moacyr do Carmo é alvo de uma vistoria do Cremerj. Em agosto, conselheiros da entidade estiveram no local e presenciaram situação idêntica a da encontrada durante a vistoria desta quarta-feira.
Apesar do hospital ser de responsabilidade da prefeitura de Duque de Caxias, a presidenta do Cremerj informou que vai se reunir com o secretário estadual de Saúde, Sérgio Cortes, para traçar medidas emergências para a unidade. Segundo ela, o estado tem por obrigação vistoriar e fazer com que as prefeituras forneçam e garantam aos seus moradores atendimento médico de qualidade.
Márcia Rosa também declarou que vai enviar ao Ministério Público Estadual o relatório da vistoria feita no Hospital Doutor Moacyr do Carmo e que, em dezembro, instalará um escritório do Cremerj no município para acompanhar de perto a situação da unidade a fim de garantir garantir aos moradores da região um atendimento hospitalar digno.
A dona de casa Marlene Gomes Correa, de 67 anos, disse que o marido, que é deficiente visual e sofre de diabetes, deu entrada na emergência ontem (16) com um dedo do pé inflamado, correndo risco de amputação. “Até as 9h30, eles [os médicos] não tinham dado medicamentos ao meu esposo. Ele toma insulina e medicamentos para pressão. Eu fui à assistente social, e ela não quis me deixar entrar, para ficar com ele”, disse.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Duque de Caxias informou que a estabeleceu parceria com uma Oscip para a gestão do hospital, após acordos firmados com o governo do estado, que repassaria ao município R$ 2,5 milhões por mês como auxílio para a manutenção da unidade. A secretaria declarou que o pagamento à empresa não está sendo feito desde abril deste ano, porque o governo do estado não faz o repasse do auxilio há seis meses.
Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Secretaria de Estado de Saúde informou que as irregularidades encontradas no Hospital Municipal Doutor Moacyr do Carmo são de total responsabilidade da prefeitura da cidade. Em nota, a secretaria rebateu as informações.
De acordo com o órgão estadual, “em abril de 2012, a prefeitura de Duque de Caxias solicitou ao governo do estado uma ajuda extra para o custeio. Foi assinado, portanto, um convênio – por meio da Resolução 301, publicada no Diário Oficial em 9/05/2012 – vinculando o repasse de R$ 33 milhões em 15 parcelas ao cumprimento de metas de atendimento. Foram repassados, inicialmente, R$ 6 milhões. No último 2 de agosto, a secretaria emitiu programação de desembolso para repasse à unidade no valor de R$ 2,5 milhões; totalizando R$ 8,5 milhões apenas referente à resolução pactuada com a prefeitura [Resolução SES 301 de 13 de abril de 2012]. Até o momento, no entanto, a prefeitura não vem apresentando as metas de produtividade de cirurgias ortopédicas, condicionantes ao repasse de verbas, motivo pelo qual este [repasse] está suspenso”, diz a nota.
A secretaria ainda destaca que “a situação em que se encontra o hospital é anterior ao convênio, apesar de a Secretaria de Estado de Saúde já ter repassado à prefeitura de Duque de Caxias, para o Hospital Doutor Moacyr do Carmo, mais R$ 40,5 milhões, de 2009 a 2012 . E vem repassando outros valores para custeio de medicamentos e para a atenção básica”.
Fonte Agência Brasil
Detran disponibiliza 29 mil vagas para vistoria e transferência de propriedade
Desde a última terça-feira (16/10), até sábado (20/10), o DETRAN está disponibilizando um total de 29 mil vagas para vistoria e transferência de propriedade. Nos postos da Região Metropolitana, são 11.700 vagas para vistoria e 6.200 para transferência de propriedade (TP). Já nos do interior, a oferta é de 7.600 vagas para vistoria e 3.500 para TP. Os postos ficarão abertos das 7h às 18h, inclusive no sábado. Vale salientar que os serviços podem ser realizados em qualquer postos, independentemente do município onde o veículo foi registrado, e que os carros com placa de final 3 e 4 têm até o próximo dia 31 para fazer a vistoria. O agendamento para os serviços pode ser realizado pelo site www.detran.rj.gov.br ou pelos telefones 3460-4040 / 3460-4041 (Região Metropolitana) e 0800-020-4040 (interior).
Redação final do PNE destinando 10% do PIB à educação é aprovada pela Comissão da Câmara

Aprovada na última segunda feira (16/10) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a redação final da Plano Nacional de Educação (PNE). Com isso, a matéria segue para o Senado. O PNE prevê investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação até 2023. O percentual provocou debate entre vários setores porque o Executivo desejava que índice fosse 8% do PIB. “Esta é mais uma vitória da educação. Esperamos que o Senado mantenha os 10% do PIB para educação aprovados pela Câmara”, disse o presidente da Comissão de Educação da Câmara, Nilton Lima (PT-SP).
O PNE estabelece 20 metas educacionais que o país deverá atingir no prazo de dez anos. A principal delas, alvo de muita polêmica durante a longa tramitação do projeto, é a que estabelece um patamar mínimo de investimento em educação – atualmente o Brasil aplica 5,1% do PIB na área. O último plano esteve em vigência entre 2001 e 2010.
Fonte: Agência Brasil
Aparelhos para medir velocidade da banda larga fixa começará a ser enviado
Os estados com o maior número de inscritos no programa de avaliação de banda larga fixa (Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro) começam a receber esta semana o whitebox – aparelho que será conectado ao modem para aferir o funcionamento do serviço. O equipamento será instalado na casa de pessoas cadastradas, que já fizeram o teste de alta velocidade (speed test), e foram selecionadas para receber o modem.
Em todo o país serão selecionadas 12 mil pessoas distribuídas por unidade da Federação, prestadora e faixa de velocidade contratada, conforme o plano amostral feito pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As inscrições para participar do programa podem ser feitas no site brasilbandalarga.com.br. O cadastrado receberá e-mail da entidade aferidora da qualidade (EAQ) para fazer o speed test.
A expectativa é que seja formado um banco de dados com 120 mil usuários de internet banda larga de todo o país. Os selecionados receberão o whitebox. O equipamento é gratuito e a pessoa selecionada não receberá qualquer remuneração. A instalação do aparelho é simples e não requer conhecimentos avançados de informática. Os voluntários receberão ainda um relatório mensal sobre a qualidade da banda larga que utilizam.
Os dados coletados pela entidade aferidora serão divulgados mensalmente pela Anatel e servirão para que a agência avalie se as empresas estão cumprindo as metas de qualidade estabelecidas. No caso de descumprimento das metas, a Anatel poderá estabelecer prazos para que o problema seja resolvido, aplicar multas ou até determinar a proibição de vendas de serviços de internet banda larga.
A medição atende a uma determinação da Anatel que estabelece que, a partir de outubro, as operadoras com mais de 50 mil usuários deverão entregar, em média, por mês, uma velocidade mínima de conexão de 60% da velocidade anunciada. Atualmente, a velocidade média entregue aos usuários fica em torno de 10% da contratada. Para a velocidade instantânea, os índices começam em 20%, depois passam para 30% e 40%.
Fonte: Agencia Brasil




