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Gamer mata jovem e diz fazer parte de ‘exército’ que matará cristãos no Brasil

 


Um fanático foi preso pela Polícia Militar após admitir ter matado uma jovem gamer profissional e ter planos para atacar igrejas e executar cristãos. O caso envolve a comunidade de games, em particular, jogadores dedicados à franquia Call of Duty.

Guilherme Alves Costa, 18 anos, matou a facada a jovem Ingrid Oliveira Bueno da Silva, 19 anos, no bairro de Pirituba, zona norte da capital paulista.

Eles se conheceram através da comunidade de jogadores do Call of Duty. Ele integrava a equipe Gamers Elite, enquanto ela – já bastante conhecida entre os jogadores – era membro do FBI E-Sports.

O crime foi cometido na casa de Guilherme, e no momento da prisão, em flagrante, a Polícia Militar o filmou admitindo que sabia o que tinha feito. No depoimento prestado à Polícia Civil, no 87º Distrito Policial, ele declarou ser parte de um “grupo de soldados” que se dedicará a matar cristãos.

Ele também declarou que havia escrito um livro de 52 páginas com anotações sobre os objetivos do suposto grupo extremista de perseguição religiosa a cristãos. O crime, segundo Guilherme, teria sido cometido com o objetivo de “apresentar nossas ideias e do que somos capazes de fazer”.

“Participo de um grupo de soldados que estão preparados para fazer a mesma coisa que eu efetuei. Eu não sou o líder do meu grupo, sou apenas um soldado que cumpriu uma missão que lhe foi designada. O meu exército é totalmente sigiloso”, disse Guilherme, antes de acrescentar que Ingrid foi assassinada por ter “atravessado seu caminho”. Ela se recusou a ajuda-lo a realizar um “ataque” contra cristãos.

Ainda no depoimento prestado à Polícia Civil, Guilherme Alves Costa disse que o assassinato de Ingrid serviria para atrair novos integrantes para o suposto exército, e deixou um recado aos interessados: “Sejam obedientes e façam tudo que exigirmos, até porque quando um soldado entrar em alguma denominação cristã com uma [arma] automática efetuando diversos disparos contra o crânio de fiéis, não terá um Deus para protegê-los”, debochou.

Detalhes

A Polícia ainda não sabe se o assassino confesso integra alguma seita ou religião ocultista, mas confirmou que ele filmou a cena do crime e divulgou o vídeo, mostrando o corpo de Ingrid ensanguentado, nas redes sociais.

“Sou eu no vídeo, vocês estão cegos?”, escreveu na legenda. “Vocês estão achando que é tinta, que é montagem, ou algo do tipo. Mas não, não é [risos]. Eu realmente matei ela, entendeu? Bom, eu tenho um livro também. Pedir para o pessoal tá divulgando esse meu livro e é isso aí. Espero que vocês leiam, tem algumas verdades”, acrescentou.

O Ministério Público pediu à Justiça que Guilherme seja mantido preso preventivamente. De acordo com informações do Yahoo!, a juíza do plantão judiciário da Barra Funda, Gabriela Bertolli, acatou o pedido por entender que o rapaz é um risco à sociedade. No despacho, foram mencionados dois qualificadores para o crime: motivo fútil e sem chance de defesa para a vítima.

Seu livro tem cerca de 51 páginas e nele, Guilherme afirma fazer parte de um “grupo de soldados”, que, supostamente, teria feito um ataque ao cristianismo. Ele conta não gosta das pessoas e usa seu próprio ditado para viver em sociedade: “Viva entre máscaras, seja um metamorfo”.

Ao prestar depoimento no 87º Distrito Policial, ele disse que planejou seu assassinato há cerca de duas semanas, que o motivo dele ter cometido o crime estaria em seu livro e que Sol “atravessou seu caminho” ao se negar a realizar um ataque com ele, ao ser convidada pessoalmente.

OMS estima 2,5 bilhões de pessoas terão problemas auditivos em 2050

O primeiro Relatório Mundial sobre Audição, lançado nestIa terça-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que um quarto da população global, ou o equivalente a cerca de 2,5 bilhões de pessoas, terá algum grau de perda auditiva em 2050. O estudo destaca, entretanto, que cerca de 60% das perdas podem ser evitados com investimentos em prevenção e tratamento de doenças ligadas à surdez. Segundo a OMS, o retorno é de US$ 16 para cada US$ 1 investido.

Medidas como vacinação contra rubéola e meningite, melhoria dos cuidados maternos e neonatais e tratamento precoce da otite média são incluídos pela OMS na prevenção de doenças auditivas. O relatório foi lançado na véspera do Dia Mundial da Audição 2021, que se comemora amanhã (3) e tem como lema “Cuidados Auditivos para Todos!”.

A OMS recomenda que os tratamentos auditivos façam parte dos planos nacionais de saúde. Para a população adulta, em especial, a orientação é fazer uma boa higiene dos ouvidos, controlar os ruídos e manter níveis seguros de volume para reduzir o potencial de perda auditiva.

Problemas
Para o médico Marcos Sarvat, membro da Câmara Técnica de Cirurgia de Cabeça e Pescoço e Otorrinolaringologia do Conselho Federal de Medicina, não é surpresa a preocupação da OMS ante a perspectiva de aumento significativo do número de pessoas com problemas de audição no horizonte de 29 anos. “São problemas já conhecidos e muito comuns os decorrentes na infância de infecções e problemas não tratados na época devida; as doenças infecciosas maternas, que podem levar à perda auditiva congênita, ou seja, as crianças já nascem com o problema; e, ao longo da idade pré-escolar, muitas desenvolvem problemas em geral de boa solução, mas que passam despercebidos.”

Em entrevista à Agência Brasil, Sarvat afirmou que a detecção da deficiência ao nascimento, a educação, o tratamento e as cirurgias precoces, como o implante coclear, podem ajudar bastante a reduzir a perda auditiva. “Ao longo da vida, pela exposição sonora excessiva, isso já soma muita gente”, destacou.

O problema da perda da audição é agravado pelo natural envelhecimento da população, já que, após os 60 ou 70 anos, a perda auditiva é natural, disse Sarvat, que também é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro. “O simples envelhecimento da população já gera ‘epidemia’ de deficiência auditiva, o que não quer dizer surdez absoluta, mas perda parcial”, disse o médico.

Sarvat recomendou que as perdas parciais sejam avaliadas e façam parte dos programas de saúde pública, do nascimento à terceira idade. Avaliações periódicas são também necessárias para orientar os que enfrentam deficiências auditivas e minorar o problema. “Ainda estamos muito longe disso. Não me surpreende esse alerta [da OMS], que já é dado pelas entidades médicas há alguns anos, mas é bom que seja amplificado pela OMS, especificamente nos dias destinados a uma maior atenção a problemas desse tipo”, afirmou.

Pouca oferta
O médico admitiu que, o problema da perda de audição é maior nos países subdesenvolvidos em termos de assistência à saúde, entre os quais o Brasil, onde há pouca oferta de medicamentos, cirurgias e próteses. “Ou seja, a prevenção por meio de exames periódicos é de difícil acesso; a consulta é de difícil acesso, assim como o acesso ao medicamento ou à cirurgia; e as filas para receber a prótese auditiva na terceira idade são enormes.”

Sarvat destacou que existem no Brasil deficiências estruturais que resultam em pior qualidade de vida para todas as gerações. “Isso reflete na educação das crianças. Uma criança que ouve mal aprende mal e se torna um adulto menos capaz do que seria, e assim por diante. Temos uma cascata de efeitos do idoso abandonado, do idoso solitário, da depressão, da perda de motivação, do desvínculo familiar, da perda de condições de trabalho. Tudo isso vem em cascata e é ignorado”, acrescentou o médico. Para ele, o alerta da OMS é bem-vindo e repercute de forma mais ampla para a população mundial, neste momento.

Quanto mais cedo a perda auditiva for detectada, melhor, afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal. Ela destacou que é importante abordar e tratar a perda de audição em tempo hábil, tão logo apareçam os primeiros indícios de dificuldades para ouvir. “Com isso, evitamos uma série de prejuízos na comunicação, nos relacionamentos, e as pessoas podem continuar aproveitando a vida ao máximo. Para isso, uma das opções de tratamento é o uso de aparelhos auditivos, que proporcionam inúmeros benefícios para o indivíduo.”

Aparelhos
Marcos Sarvat observou que, no caso dos aparelhos auditivos, o Brasil, em particular, enfrenta um problema de ordem técnica e econômica, porque depende de forma absoluta da produção estrangeira. Com isso, os produtos disponíveis no mercado são extremamente caros para a maioria da população.

“Com o envelhecimento progressivo da população, seria interessante termos essa oferta, com estímulo à produção interna de aparelhos mais acessíveis. Mas, infelizmente, isso hoje está longe com a produção de tudo made in China [feito na China]”, opinou. Sarvat disse que isso repercute exatamente na saúde das pessoas ao se tornar algo pouco alcançável pela maioria.

O relatório da OMS destaca também a questão do preconceito que envolve as pessoas com baixa audição e que, muitas vezes, leva à inibição de buscar o tratamento adequado. Os recursos humanos disponibilizados pelos sistemas de saúde para tratar desses pacientes são reduzidos, sobretudo nos países mais pobres, onde cerca de 78% têm menos de um especialista em doença de ouvido, nariz e garganta por cada milhão de habitantes. Somente 17% dos países têm um ou mais fonoaudiólogos e metade têm um ou mais professores para surdos por milhão, indica o documento.

Audiometria
De acordo com Marcella, é preciso checar a audição periodicamente, fazendo o exame de audiometria uma vez por ano. Isso é recomendado especialmente para quem tem mais de 50 anos, predisposição genética ou dificuldades para ouvir, e para quem sofre infecções frequentes na orelha, trabalha em ambientes ruidosos ou ouve som alto por longos períodos, como ocorre entre os mais jovens com a “febre dos fones de ouvido”, disse a fonoaudióloga.

Estudo feito em conjunto em 2019 pelo Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda revela a existência, no Brasil, de 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva. Desse total, 2,3 milhões têm deficiência severa. A surdez atinge 54% de homens e 46% de mulheres. A predominância é na faixa de 60 anos de idade ou mais (57%).

Entre as pessoas com deficiência auditiva, 9% nasceram com essa condição e 91% a adquiriram ao longo da vida, sendo que a metade foi antes dos 50 anos e, entre os que apresentam deficiência auditiva severa, 15% já nasceram surdos. Do total pesquisado, 87% não usam aparelhos auditivos.

 

Fonte Agência Brasil,

Anvisa alerta para golpes de estelionato com uso do nome da agência


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lançou hoje (1º) um alerta à população sobre golpes de estelionato praticados usando o nome da agência reguladora. Denúncias recebidas pela Anvisa indicam que pessoas estão se passando por servidores da instituição para oferecer a empresas “vantagens e facilidades indevidas”.

“O golpe mais recente é praticado por um homem que usa o nome de Leandro e que se identifica como servidor da Anvisa. Por telefone, ele oferece vantagens na análise de processos de registro de produtos. Os contatos são feitos com empresas do setor de saúde que mantêm relações com a Anvisa”, informou a agência.

De acordo com a Anvisa. a prática é ilegal e configura estelionato. A agência esclarece que não faz contato direto com empresas oferecendo qualquer tipo de vantagem ou facilidade, nem promessas de auxílio em quaisquer processos.

Para o esclarecimento de dúvidas e também para fazer denúncias, as pessoas podem entrar em contato com a Anvisa por meio de um dos canais oficiais de atendimento.

Fonte Agência Brasil –

Sancionada lei que reduz efeitos da pandemia no setor elétrico

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (1º), com vetos, a lei que modifica o arcabouço legal do setor elétrico e inclui mecanismos de remanejamento de recursos para redução do valor das tarifas. A medida ainda trata de reformas estruturais no setor e da adoção de medidas para viabilizar a organização do segmento de energia nuclear e da conclusão do projeto de Angra 3.

De acordo com o projeto aprovado pelo Congresso, o principal objetivo seria mitigar os efeitos econômicos da pandemia no setor, para desonerar as tarifas de consumidores de energia elétrica de todo o Brasil, mantendo atenção àqueles da Região Norte do País, atendidos por distribuidoras que eram da Eletrobras e que foram privatizadas.

Os consumidores dos estados do Norte, por exemplo, conforme a lei, não precisarão mais pagar pelos empréstimos fornecidos às distribuidoras na época em que elas estavam sob controle temporário da União, que precedeu a privatização.

O texto também determina a transferência para a União de todas as ações da “Indústrias Nucleares do Brasil” e da “Nuclebrás Equipamentos Pesados”, inclusive as que estão em posse da iniciativa privada. As duas estatais, que hoje atuam como sociedades de economia mista, serão transformadas em empresas públicas vinculadas ao Ministério de Minas e Energia.

O presidente vetou, por contrariar o interesse público, o parágrafo que estabelecia que o agente titular de outorga de autorização para geração de energia elétrica com prazo de 30 anos teria seu prazo de autorização contado a partir da declaração da operação comercial da primeira unidade geradora, com ajuste, quando necessário, do respectivo termo de outorga, após o reconhecimento pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) do atendimento ao critério estabelecido neste parágrafo. A determinação seria aplicada apenas aos agentes cuja usina estivesse em operação em 1º de setembro de 2020 e que não tivesse sido objeto de qualquer espécie de penalidade pela Aneel quanto ao cumprimento do cronograma de sua implantação.

Outro dispositivo vetado, também por contrariar o interesse público, foi o que estabelecia que a avaliação completa da Base de Remuneração Regulatória terá efeitos a partir da data de processamento do primeiro processo tarifário subsequente ao pedido de revisão pelo interessado e será aplicada até o terceiro processo tarifário após a assinatura do contrato de concessão.

Fonte Agência Brasil

Bolsonaro zera PIS e Cofins do diesel e do gás de cozinha

O presidente da República editou na noite desta segunda-feira (1º) um decreto e uma medida provisória que zera as alíquotas da contribuição do Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do gás liquefeito de petróleo (GLP) de uso residencial. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União.

Em relação ao diesel, a diminuição terá validade durante os meses de março e abril. Quanto ao GLP, ou gás de cozinha, a medida é permanente. A redução do gás somente se aplica ao GLP destinado ao uso doméstico e embalado em recipientes de até 13 quilos. “As duas medidas buscam amenizar os efeitos da volatilidade de preços e oscilações da taxa de câmbio e das cotações do petróleo no mercado internacional”, informou a Secretaria-Geral da Presidência da República.

Para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, como forma de compensação tributária, também foi editada uma medida provisória aumentando a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, alterando as regras de Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrando o Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

“Para que o final do Reiq não impacte as medidas de combate à Covid-19, foi previsto um crédito presumido para as empresas fabricantes de produtos destinados ao uso em hospitais, clínicas, consultórios médicos e campanhas de vacinação que utilizem na fabricação desses produtos insumos derivados da indústria petroquímica, o que deve neutralizar o efeito do fim do regime para essas indústrias, que vigorará até o final de 2025”, informou a Secretaria-Geral.

As novas regras do IPI entram em vigor imediatamente. O aumento da CSLL e o final do Reiq entrarão em vigor em 1º de julho.

As medidas de redução do PIS e da COFINS no diesel e no GLP resultarão em uma redução da carga tributária de R$ 3,67 bilhões em 2021 neste setor. Para 2022 e 2023, a diminuição da tributação no gás de cozinha implicará em uma queda de arrecadação de R$ 922,06 milhões e R$ 945,11 milhões, respectivamente.

Fonte Agência Brasil

Bolsonaro sanciona lei que autoriza Brasil a aderir ao Covax Facility

O presidente Jair Bolsonaro sancionou hoje (1º), com vetos, a lei que autoriza o Poder Executivo federal a aderir ao Instrumento de Acesso Global de Vacinas Covid-19 , o Covax Facility, e estabelece diretrizes para a imunização da população.

A Covax Facility é uma aliança internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS), da Gavi Alliance e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), que tem como principal objetivo acelerar o desenvolvimento e a fabricação de vacinas contra a covid-19 a partir da alocação global de recursos para que todos os países que façam parte da iniciativa tenham acesso igualitário à imunização. É uma plataforma colaborativa, subsidiada pelos países-membros, que também visa possibilitar a negociação de preços dos imunizantes.

Bolsonaro vetou, para adequação à constitucionalidade e ao interesse público, o dispositivo que exigia que a Anvisa concedesse autorização temporária de uso emergencial para a importação, a distribuição e o uso de qualquer vacina contra a covid-19 pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal e pelos municípios, em até cinco dias após a submissão do pedido, dispensada a autorização de qualquer outro órgão da administração pública direta ou indireta e desde que pelo menos uma das autoridades sanitárias estrangeiras elencadas no dispositivo tivesse aprovado a vacina e autorizado sua utilização em seus respectivos países.

Também foi vetado o artigo que previa que, no caso de omissão ou de coordenação inadequada das ações de imunização de competência do Ministério da Saúde referidas neste artigo, ficam os estados, os municípios e o Distrito Federal autorizados, no âmbito de suas competências, a adotar as medidas necessárias com vistas à imunização de suas respectivas populações, cabendo à União a responsabilidade por todas as despesas incorridas para essa finalidade. A justificativa do veto é que o tema se trata de competência privativa do Presidente da República e que contraria o interesse público.

Fonte Agência Brasil

Prefeito do Rio de Janeiro prevê vacinar todos idosos até fim de abril

 O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse hoje (1º) que prevê vacinar contra a covid-19 até o fim de abril todos com 60 anos ou mais e também todos que tenham comorbidades. A afirmação foi feita durante cerimônia de comemoração dos 456 anos da cidade e da abertura das celebrações dos 90 anos do Cristo Redentor.

“Caminhando do jeito que está caminhando, se as vacinas chegarem com a frequência que a gente espera, é possível estar no final de abril com as pessoas com mais de 60 anos e com comorbidades já vacinadas. Agora é óbvio que depende da chegada da vacina”, disse Paes.
Até agora, segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 346 mil cariocas receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19.

Segundo Paes, não há, por enquanto, previsão de decretação de lockdown ou de aumento das restrições na cidade, porque, de acordo com ele, “não há uma pressão sobre a rede pública” de saúde e “há uma diminuição de casos, de internações e de óbitos” no município.

“Enquanto perdurar esse quadro, enquanto a ciência mandar a gente fazer as restrições que estamos fazendo, vamos fazer. É óbvio que estou preocupado, olhando a situação de outros estados, de outras cidades. Então estou muito atento, não descarto absolutamente medida nenhuma, mas, nesse momento, a recomendação do comitê científico é manter as restrições que a gente vem mantendo”.
Aniversário do Rio

O aniversário da cidade foi comemorado na manhã de hoje (1o) com uma missa no monumento do Cristo Redentor, que contou com a presença do ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, e do governador em exercício do Rio de Janeiro, Claudio Castro.

Historicamente considera-se a data de fundação da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro 1º de março de 1565, data da chegada de Estácio de Sá ao local para liderar uma campanha militar portuguesa contra os franceses, que haviam se instalado na região uma década antes.

O Rio foi capital do país de 1763, sucedendo a Salvador, até 1960, quando perdeu o posto para a recém-construída Brasília. De 1960 a 1975, o Rio se transformou no estado da Guanabara. Em 75, com a extinção do estado da Guanabara, o Rio se tornou a capital do estado homônimo.

Fonte Agência Brasil

STF garante porte de arma para guardas municipais

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a decisão que garantiu porte de armas de fogo para todos os guardas municipais do país.

De acordo com decisão publicada hoje (1º), por maioria de votos, o plenário virtual da Corte referendou liminar proferida pelo ministro Alexandre de Moraes. Em 2018, o ministro suspendeu dois artigos do Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003, que limitava o porte de armas com base no número de habitantes do município.

Pela norma, os guardas das capitais e de municípios com mais de 500 mil habitantes conseguiram autorização para andar armados durante o trabalho e nos momentos de folga. Quem trabalhava em municípios com mais 50 mil e menos de 500 mil pessoas só poderia usar armamento em serviço. Por sua vez, nos lugares com menos de 50 mil habitantes, o porte foi totalmente proibido.

A decisão foi motivada por uma ação do DEM. Ao entrar com uma ação direta de inconstitucionalidade, o partido alegou que o estatuto criou uma restrição ilegal ao porte de arma entre uma mesma categoria de integrantes da segurança pública.

Fonte Agência Brasil

MEC oferece curso para professores da área do esporte nas escolas públicas

O Ministério da Educação oferece, a partir deste mês, 30 mil vagas em curso para professores de escolas públicas em Educação Olímpica e Paralímpica do mundo. A iniciativa quer capacitar os educadores no ensino de diferentes modalidades e promover os valores do esporte.

Serão mais de 120 horas de cursos online e gratuitos. Podem se inscrever professores de educação física ou os responsáveis pelas atividades físicas nas escolas e coordenadores pedagógicos. Para se inscrever, os professores devem acessar o portal do impulsiona.org.br

Além dos cursos, estarão disponíveis gincanas, vídeos, planos de aula e conteúdos complementares prontos para serem aplicados com estudantes da educação infantil, ensino fundamental e ensino médio.

Fonte Agência Brasil

 

Hospitais federais no Rio perdem 1.419 profissionais de saúde


Os contratos temporários de 1.419 profissionais de saúde de hospitais federais no estado do Rio de Janeiro foram encerrados no fim de semana, depois de terem sido estendidos por até 60 dias pela Medida Provisória 1.022, de 31 de dezembro de 2020.

Para tentar reverter a saída dos profissionais, servidores da rede federal de saúde do Rio de Janeiro fizeram um protesto na manhã de hoje (1), reivindicando que os trabalhadores retornem às unidades e tenham seus vínculos renovados.

O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde e Previdência Social do Estado (Sindsprev-RJ) disse que a dispensa em meio à pandemia da covid-19 prejudica a qualidade da assistência na rede federal, que conta com seis hospitais e três institutos. Em vistorias recorrentes nos últimos anos, o sindicato, órgãos profissionais, como o Conselho Regional de Medicina (Cremerj) e o Conselho Regional de Enfermagem, e a Defensoria Pública da União apontam déficit de profissionais nas unidades federais de saúde no Rio de Janeiro.

Os 1.419 contratos de médicos, enfermeiros e outros trabalhadores da saúde prorrogados pela medida provisória eram parte dos 3.592 profissionais temporários que haviam sido mantidos por meio de outra MP, editada em maio.

Ao renovar parte dos contratos no fim do ano passado, o governo federal afirmou que “a não prorrogação geraria risco de descontinuidade, especialmente na assistência médica de alta complexidade, incidência de erros médicos e outros problemas assistenciais com impactos irreversíveis e incalculáveis”.

Em 10 de fevereiro, o ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União (TCU), reconheceu que há subutilização relevante da capacidade física dos hospitais federais no Rio de Janeiro em função da carência de pessoal. Ao atender parcialmente uma representação do Ministério Público junto ao TCU (MPTCU), Zymler pediu que o Ministério da Saúde apresentasse, entre outras informações, as ações planejadas para lidar com a saída dos 1.419 profissionais.

Segundo o MPTCU, os hospitais e institutos federais no Rio de Janeiro têm 770 leitos impedidos, o que representa uma indisponibilidade média de 48%. A reativação desses leitos, segundo o órgão, passaria pela disponibilização de recursos humanos adequados.
Ministério da Saúde

A Superintendência Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro disse nesta segunda-feira, por meio de nota, que a prorrogação contratual de até 60 dias foi cumprida conforme determinação da medida provisória do fim do ano passado.

O Ministério da Saúde disse ainda que realizou processo seletivo em 2020 para a contratação de 4.117 profissionais de saúde, e 3,3 mil já se apresentaram nas unidades. Segundo a pasta, “providências estão sendo tomadas para que a totalidade desta contratação ocorra com a maior brevidade possível”.

Fonte Agência Brasil