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Governo prorroga prazos de reembolsos de pacotes turísticos e eventos culturais

Os prazos de adiamento e cancelamento de reservas turísticas e eventos culturais, como shows e espetáculos, serão prorrogados por pelo menos mais um ano. A mudança consta em Medida Provisória (MP) editada pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (17). O texto, que ainda será publicado no Diário Oficial da União (DOU), altera a Lei 14.046/2020, para estender seus efeitos ao ano de 2021. Até então, a lei valia para eventos adiados ou cancelados até 31 de dezembro do ano passado.

Pela regra em vigor, na hipótese de adiamento ou cancelamento de serviços, reservas e eventos – como shows, espetáculos, pacotes turísticos, sessões de cinema, espetáculos teatrais –, as plataformas digitais de venda de ingressos, o prestador do serviço ou a empresa responsável não serão obrigados a reembolsar, em reais, os valores pagos pelo consumidor. No entanto, eles devem assegurar a remarcação do serviço cancelado ou a disponibilização de crédito para uso ou abatimento na compra de outros serviços, reservas e eventos.

No caso de remarcação, ela deve ser feita em até 18 meses após o fim do estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19, que era até 31 de dezembro de 2020, mas agora passa a ser 31 de dezembro de 2021, segundo a MP.

Também estão sendo prorrogados, para até 31 de dezembro de 2022, os prazos para o consumidor utilizar seus créditos na compra de produto ou serviço da respectiva empresa, para remarcação de eventos e reservas e para que o prestador de serviço restitua os valores pagos pelo consumidor, caso não consiga remarcar o evento ou disponibilizar os créditos ao comprador.

Além disso, os créditos já adquiridos pelo consumidor antes da edição da medida provisória também poderão ser utilizados até o dia 31 de dezembro de 2022. Em relação a artistas, palestrantes e outros profissionais contratados até 31 de dezembro de 2021, e que forem impactados por adiamentos ou por cancelamentos de eventos em decorrência da pandemia da covid-19, eles ficam dispensados de reembolsar imediatamente os valores ao consumidor, desde que o evento seja remarcado para até 31 de dezembro de 2022.

“A MP concretiza, diante do grave cenário enfrentado pelos setores de turismo e cultura, modificações convenientes e oportunas na Lei nº 14.046, de 2020, prezando pela saúde das empresas dos setores em questão e mantendo os mecanismos de defesa do consumidor constantes da lei alterada, tendo em vista que as prorrogações pretendidas continuam a beneficiar o consumidor”, informou a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.

Estão incluídos na lei, no setor do turismo, os meios de hospedagem (hotéis, albergues, pousadas, aluguéis de temporada, airbnb), as agências de turismo, as empresas de transporte turístico, os organizadoras de eventos, os parques temáticos e os acampamentos. No setor da cultura, os cinemas, teatros, plataformas digitais de vendas de ingressos pela internet, os artistas (cantores, atores, apresentadores e outros) e demais contratados pelos eventos.

A MP tem validade imediata após publicação no DOU, mas precisa ser votada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade.

Fonte Agência Brasil

 

Paraguai pede apoio do Brasil no combate à pandemia

O presidente Jair Bolsonaro recebeu, nesta quarta-feira (17), o chanceler do Paraguai, Euclides Acevedo, que veio ao Brasil pedir ajuda para combater a covid-19 no país vizinho. Antes, Acevedo foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para audiência oficial no Palácio do Itamaraty. Os detalhes sobre que tipo de ajuda foi solicitada não foram informados.

Há pouco menos de duas semanas, o Paraguai foi palco de manifestações contra a forma como o governo do país vem lidando com a pandemia. Os atos registraram confrontos entre policiais e manifestantes e o então ministro da Saúde, Julio Mazzoleni, renunciou ao cargo. A oposição também pede o impeachment do presidente Mário Abdo Benítez.

Atualmente, o Paraguai, que tem uma população de quase 7 milhões de habitantes, está com 183 mil infecções confirmadas e cerca de 3,5 mil óbitos por covid-19.

Fonte Agência Brasil

Fiocruz entrega 500 mil doses da vacina contra Covid-19 produzidas no Brasil

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acaba de entregar ao governo federal suas primeiras 500 mil doses da vacina contra a Covid-19 que foram produzidas no Brasil. O imunizante em questão é desenvolvido pela Universidade de Oxford com a farmacêutica britânica AstraZeneca. A Fiocruz entra como parceira no Brasil, responsável por produzir doses em larga escala no país.

Além das 500 mil doses entregues nesta quarta-feira (17) à equipe do Ministério da Saúde – ainda com o general Eduardo Pazuello como ministro -, outras 580 mil doses devem ser entregues até sexta-feira (19).

 

 

Concluída a entrega ao governo federal, as doses serão integradas ao Plano Nacional de Imunizações e o ministério fará a distribuição aos estados.

A Fiocruz anunciou que 3,8 milhões de vacinas serão entregues à pasta até março. A partir de abril, a previsão é de entregar 30 milhões de doses, padrão que deve ser repetido no mês seguinte.

Tinder vai verificar antecedentes criminais de usuários

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Uma nova ferramenta criada pelo aplicativo ‘Tinder’ vai permitir a verificação de antecedentes criminais e histórico de abusos dos usuários. A novidade foi anunciada pelo Match Group e, por enquanto, só será disponibilizada nos Estados Unidos.

O serviço será disponibilizado pela rede de verificação de antecedentes criada por mulheres, a Garbo. De acordo com a organização, atualmente o valor cobrado é de “baixo custo”, mas ainda não há detalhes de quanto custará o recurso. O serviço consegue ter acesso a registros públicos e relatórios de violência ou abuso, prisões, condenações, ordens de restrição e assédio.

O Match Group ainda não informou a data para a atualização entrar em funcionamento. Além disso, o serviço da Garbo também estará disponível nos outros aplicativos da empresa, a exemplo de Meetic e OkCupid. O Match Group também não detalhou se o recurso será expandido para outros países.

Pré-sal bate recorde de 73% da produção nacional de petróleo e gás


A participação do pré-sal na produção nacional de petróleo e gás natural atingiu em fevereiro o patamar recorde de 73,14%, segundo divulgou hoje (17) a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a agência reguladora, foram produzidos no pré-sal no mês passado 2,6 milhões de barris de óleo equivalente por dia, medida que considera tanto a produção de petróleo quanto a de gás. Já a produção total brasileira foi de 3,55 milhões de barris por dia.

Segundo a ANP, somente o Campo de Tupi, o maior produtor nacional, respondeu por 32,8% da produção brasileira, com 1,2 milhão de barris de óleo equivalente por dia.

Já o Campo de Búzios, o maior da Cessão Onerosa, correspondeu a 19% da produção nacional, com 673 mil barris de óleo equivalente por dia.

Senadores e deputados perdoam R$ 1,4 bilhões de dívidas de impostos de igrejas


Por acordo, os deputados federais derrubaram, nesta quarta-feira (17/3), em sessão do Congresso Nacional, o veto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao dispositivo que impedia o perdão de dívidas tributárias contraídas por templos religiosos.

Ao derrubarem um conjunto de vetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nesta quarta-feira (17/3), senadores confirmaram a decisão já tomada mais cedo pelos deputados federais e permitiram o perdão de dívidas tributárias contraídas por templos religiosos.

Este veto foi alvo de polêmica entre Bolsonaro e a bancada evangélica. O presidente vetou em setembro de 2020 o perdão da dívida das igrejas a pedido da equipe econômica, mas sugeriu a parlamentares da bancada que derrubassem o veto.

O artigo que havia sido vetado por Bolsonaro concede isenção às igrejas em relação ao pagamento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e às multas por não quitação do tributo.
Devido à pandemia da Covid-19, a sessão do Congresso ocorreu em duas fases: primeiro, somente com deputados; depois, com os senadores.

Anticoncepcional falha e causa gravidez em 170 mulheres no Chile


Organizações chilenas que trabalham com a defesa dos direitos sexuais, reprodutivos e femininos pedem a reparação coletiva de mais de 170 mulheres que engravidaram após usarem pílulas anticoncepcionais com defeito no país.

As vítimas tomavam o Anulette CD, método contraceptivo da farmacêutica Silesia, distribuído gratuitamente na rede de saúde do Chile, em sua maioria para mulheres jovens, de classe baixa.

O registro do medicamento foi suspenso no país em agosto de 2020, poucos dias depois de o Instituto de Saúde Pública do Chile (IPS) retirar dois lotes das pílulas de circulação após denúncias de usuárias.

Os lotes somavam 276.890 cartelas do remédio, distribuídas desde setembro de 2019. Algumas cartelas continham pílulas danificadas, ausentes ou trocadas, segundo reportagem do portal Uol.

A organização Miles Chile acumula denúncias sobre outros 27 lotes de remédios defeituosos e pede que o Chile reconheça que se trata de uma “catástrofe”, que “a informação completa e verdadeira” seja divulgada “e que haja uma reparação coletiva dessas mulheres”.

A Women’s Link, organização internacional que atua na defesa dos direitos das mulheres e acompanha o caso, pede a responsabilização do Estado e das farmacêuticas por negligência e violação dos direitos reprodutivos das mulheres envolvidas. O aborto é considerado crime no Chile, com a exceção de casos de estupro, risco de vida da mãe ou do feto.

Em outubro, o ISP suspendeu quatro lotes de outros dois anticoncepcionais por falhas na apresentação ou na concentração da substância ativa. Assim como o Aulette, o Minigest é produzido no Chile pela Silesia. Já o Conti-Marvelon é fabricado no Brasil, pelo laboratório Eurofarma e comercializado no Chile pela multinacional Merck Sharp & Dohme (MSD).

Apenas dois dos 170 casos informados à Miles Chile foram relacionados ao uso do Minigest. Nenhum deles foi ligado ao Conti-Marvelon, comercializado no Brasil com o nome Mercilon Conti. A farmacêutica afirma que os problemas aconteceram em apenas um lote do medicamento enviado ao Chile e sustenta que não há registro de falhas no Brasil.

Fundação Palmares é obrigada a devolver Marina e Benedita à lista de homenageados


A Justiça Federal determinou que a Fundação Cultural Palmares devolva os nomes de Marina Silva, Benetida da Silva e Madame Satã para a lista de personalidades negras homenageadas pelo órgão.

De acordo com a coluna de Guilherme Amado no site da revista Época, a decisão foi assinada nesta terça-feira pelo juiz federal do Distrito Federal Diego Câmara, que atendeu a um pedido do advogado Marivaldo Pereira e da advogada Ana Paula Freitas, da Rede Liberdade.

Os nomes dos homenageados foram retirados da lista em setembro e outubro do ano passado. A instituição, chefiada pelo jornalista Sérgio Camargo, não explicou para a Justiça quais foram as justificativas para a exclusão das personalidades e nem apresentou o processo administrativo que embasou a decisão.

PF investiga filho ’número.04’ de Bolsonaro


Segundo o jornal O Globo, Jair Renan teria recebido um carro elétrico de representantes da Gramazini Granitos e Mármores Thomazini, avaliado em R$ 90 mil. Um mês após a doação, em outubro do ano passado, a empresa conseguiu agendar um encontro com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, do qual também participou Renan.

O advogado Frederick Wassef, que representa Renan, negou a acusação. “Fui constituído como advogado de Jair Renan para defendê-lo e vou requerer cópia na íntegra desse processo. Não tem nenhum carro, ele nem atuou para abrir porta para ninguém. Jair Renan nem sabe da existência desse carro. Ele não tem carro nenhum, inclusive. É mais um ato para atingir o presidente da República”, disse Wassef ao Estadão.

Pedágio da Linha Amarela segue suspenso

Terminou sem acordo a audiência virtual realizada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, a Prefeitura do Rio e a Lamsa sobre um possível retorno da cobrança do pedágio da Linha Amarela. No início do mês, a concessionária reassumiu a gestão da via expressa por decisão do mesmo STF.

A audiência foi suspensa e haverá nova reunião virtual sobre o tema no dia 30. Até lá, a passagem pela via continua livre, sem cobrança de pedágio.
– Apresentei argumentos, tentei a conciliação. Vamos sentar à mesa de novo em 15 dias A Lamsa chegou a solicitar que o pedágio fosse retomado até a nova reunião, mas pedi para que isso não ocorresse – disse o prefeito Eduardo Paes, que participou do encontro por videoconferência.

A reunião havia sido marcada pelo próprio Luiz Fux, assim que o magistrado acatou o pedido da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e cancelou a encampação da via no dia 3 de março. De acordo com a decisão de Fux, a ação que autorizava a encampação da Linha Amarela, a Lei Complementar Municipal 213/2019, é inconstitucional por violar o direito fundamental à justa indenização. Além disso, implicaria na possibilidade iminente da demissão de centenas de funcionários, no cancelamento de investimentos e na promoção de outros processos similares.

A Lamsa havia retomado integralmente a operação da via no último dia 5, já operando os serviços de socorro médico, mecânico e de manutenção. No dia 9, a empresa chegou a anunciar, via redes sociais, que, a partir da meia-noite do dia 12, a cobrança de pedágio estaria restabelecida na via, no valor de R$ 7,20 — R$ 0,30 menos do que a tarifa anterior — para os seus dois sentidos. Este retorno de tarifa seria fruto da suspensão, em fevereiro deste ano, da liminar que concedia à concessionária o direito ao reajuste anual relativo a 2019, conforme o contrato de concessão.

No mesmo dia, o prefeito Eduardo Paes reagiu em seu Twitter, dizendo: “Essa decisão não prevê a volta da cobrança do pedágio. O pedágio está e continua suspenso”. No mesmo dia, o prefeito emitiu um decreto, com respaldo da Procuradoria-Geral do Município, que ratifica que a cobrança do pedágio da Linha Amarela não fosse realizada. Além disso, Paes enviou um comunicado ao diretor superintendente da Lamsa, Marcus Vinícius Figur da Rosa, dizendo que “espera que, dessa forma, a concessionária reveja a decisão sob pena de estar descumprindo uma decisão emanada do poder concedente, dentro de seu poder de regulamentar”.

Dois dias depois, a Lamsa emitiu um comunicado dizendo que “recebeu, com perplexidade” o decreto da prefeitura e que o acataria, mas que pleiteará indenização por todos os danos causados pela medida adotada pelo município. “A medida da Prefeitura do Rio impacta na confiança de investidores privados, importando em grande abalo à segurança jurídica, e traz a possibilidade de, por decreto, se descumprir um contrato administrativo regularmente concedido”, diz um trecho da nota.
A queda de braço entre a prefeitura e a Lamsa

Em setembro de 2020, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) concedera liminar favorável à prefeitura para dar início ao processo de encampação da Linha Amarela, concedida à Lamsa há mais de 20 anos. Com base nessa decisão, a prefeitura suspendeu a cobrança do pedágio, de R$ 7,50 em cada sentido da via. No mesmo mês, o município, à época sob a gestão de Marcelo Crivella, ainda não havia apresentado um plano para a manutenção dos 25 quilômetros da via que liga a Ilha do Fundão à Barra da Tijuca. O custo do serviço é estimado em cerca de R$ 100 milhões por ano.
Um ano antes, na noite de 27 de outubro, equipes da prefeitura, de forma unilateral, removeram as cancelas das cabines de cobrança de pedágio com retroescavadeiras. Equipes da RioLuz também foram ao local para cortar o fornecimento de energia das cabines, e as da Comlurb participaram retirando cones e ajudando a liberar a passagem para os veículos que deixaram de pagar a tarifa. Os executivos da concessionária foram pegos de surpresa com a ação que varou a madrugada, e a empresa divulgou uma nota em que disse se tratar de um “ato de abuso extremo de autoridade, sem precedentes na história e sem amparo jurídico”.
Crivella chegou a ir ao local, por volta das 3h, onde gravou um vídeo institucional. O motivo alegado pela prefeitura para a ação foi que, após uma auditoria, o município constatou prejuízo de R$ 1,6 bilhão no contrato com a Lamsa.
Na tarde de 6 de novembro de 2019, houve nova reviravolta. A juíza Regina Lúcia Castro de Lima, da 6ª Vara de fazenda Pública, proibiu a prefeitura de encampar a Linha Amarela, estabeleceu multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento da regra e determinou que a encampação só aconteçesse após realização de processo administrativo com direito à ampla defesa e pagamento prévio de indenização em dinheiro.
Em janeiro deste ano, a Justiça do Rio havia dado 30 dias para que o prefeito Eduardo Paes decidisse se prosseguiria com a encampação ou permitiria que a Lamsa reassumisse o contrato. Paes argumentou que não conseguiu chegar a um acordo com os operadores para reduzir o pedágio para R$ 3 e, por isso, decidiu retomar a concessão e relicitar a exploração da via com preços de tarifa que considera justos.
No dia 21 de fevereiro, a prefeitura anunciou que assumiria integralmente as operações da Linha Amarela em uma semana e manteria a suspensão da cobrança do pedágio até que fosse feita uma nova licitação. No dia seguinte, a Lamsa ingressou com ação na Justiça do Rio para suspender o processo de retomada da operação da via expressa pela prefeitura. A empresa sustentou que os atos administrativos que Paes adotou até agora não seguiram as regras previstas para concluir o processo de encampação, iniciado por Crivella. No entendimento da Lamsa, seria necessário abrir um novo procedimento administrativo para concluir o processo.
Em 3 de março, o presidente do STF, Luiz Fux, acatou o pedido da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) e suspendeu o processo de encampação da via. De acordo com a decisão, a ação que autorizava a encampação da Linha Amarela, a Lei Complementar Municipal 213/2019, é inconstitucional por violar o direito fundamental à justa indenização. Além disso, implicaria na possibilidade iminente da demissão de centenas de funcionários, no cancelamento de investimentos e na promoção de outros processos similares. Com a decisão, o ministro também determinou a realização de uma audiência de conciliação virtual para a próxima terça-feira, dia 16, às 15h, via Centro de Mediação e Conciliação do STF.
No 5 de março, a Lamsa retornou integralmente com a operação na via, incluindo os serviços médico, socorro mecânico e de manutenção. No dia 9 de março, a concessionária havia anunciado, em suas redes, que voltaria com a cobrança do pedágio a partir da meia-noite do dia 12 de março, o que foi questionado pelo prefeito Eduardo Paes.

Ao todo, 91 mil veículos passam pela Linha Amarela todos os dias. Desse total, 50 mil no sentido Barra e 41 mil no sentido Fundão.

Por mês, a economia para os condutores que circulam diariamente pela via será  mais de R$ 200.

Segundo auditoria feita pela prefeitura, a Lamsa concessionária que administra a via há 21 anos teria cobrado valores irregulares, que superam a casa dos R$ 220 milhões, em quantia corrigida. O montante teria sido recebido por obras e serviços realizados com sobretaxas e até por obras que não foram realizadas, em 2010.