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Entrega da declaração do Imposto de Renda 2021 vai de 1º de março a 30 de abril


Começou~em 1º de março a entrega da declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2021, com ano-base 2020. O prazo final para entrega é 30 de abril.

As regras para declaração do Imposto de Renda foram divulgadas pela Receita Federal nesta quarta-feira (24). O programa gerador da declaração estará disponível para download a partir desta quinta-feira (25).

No ano passado, por conta dos impactos da pandemia de Covid-19, a data limite para a entrega das declarações foi estendida até o fim de junho.

Como não houve reajuste na tabela, os valores continuam os mesmos do ano passado. Ou seja, a declaração do IR é obrigatória para aqueles cuja renda tributável, que inclui salário, bônus empresariais e aluguéis, em 2020 foi superior a R$ 28.559,70.

As empresas têm até o dia 26 deste mês para entregar aos seus empregados o comprovante de rendimentos. Desde 2019, é obrigatório que o CPF de todos os dependentes seja informado, inclusive de recém-nascidos.

Do contribuinte que não realizar a declaração ou entregar o documento fora do prazo será cobrada uma multa de, pelo menos, R$ 165,74, podendo chegar a, no máximo, 20% do imposto devido.
Limites para deduções

Mantendo a mesma regra de anos anteriores, as despesas por dependentes, com educação e com saúde poderão ser deduzidas do valor total de imposto a pagar ou aumentar a restituição a ser recebidas.

Por dependente, o desconto é de R$ 2.275,08, sem limite de dependentes.
Nos gastos com educação, a redução pode ser de até R$ 3.561,50 por pessoa, sendo válidas tanto para o contribuinte, como para dependentes e/ou alimentandos.
Não há limite máximo para a dedução com despesas de saúde. No entanto, elas precisam ser comprovadas com notas fiscais.

Cinco lotes de restituição

Assim como no ano passado, serão pagos cinco lotes de restituições, nas seguintes datas:

31 de maio
30 de junho
30 de julho
31 de agosto
30 de setembro

Aqueles contribuintes com direito à restituição e que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, devem receber as restituições mais cedo. Têm prioridade idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais.
Quem é obrigado a declarar o IR?

Além daqueles contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, também são obrigados a declarar IR aqueles que:

Tiveram renda anual bruta superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
Receberam rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (como indenizações trabalhistas, rendimento da caderneta de poupança ou doações) um total anual superior a R$ 40 mil;
Pretenda compensar prejuízos de anos-calendários posteriores a 2020;
Obtiveram, em qualquer mês do ano, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeitos à incidência do imposto (como, por exemplo, a venda de um imóvel);
Realizaram investimentos financeiros tributáveis, como operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
Tiveram, em 31 de dezembro de 2020, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
Passaram à condição de residentes no Brasil em qualquer mês e se encontravam nessa condição em 31 de dezembro de 2020.

Qualquer pessoa que não se enquadre nos requisitos acima está desobrigada a declarar o Imposto de Renda. Ainda assim, o contribuinte pode enviar seus documentos à Receita caso julgue que teve algum tipo de retenção de imposto durante o ano. Valores retidos no pagamento de férias, por exemplo, podem ser integralmente restituídos em certos casos.

Não devem enviar o Imposto de Renda pessoas que constam como dependentes em outra declaração.

Aposentados por invalidez ou por portar doenças graves (como Aids, esclerose múltipla e outras patologias listadas pela Receita Federal) são isentos de imposto sobre rendimentos relativos a aposentadorias e pensões. No entanto, devem declarar normalmente o IR caso possuam outros rendimentos.
Declaração pré-preenchida

Uma novidade este ano é a declaração pré-preenchida. Nela, já estarão preenchidas para o contribuinte informações prestadas anteriormente à Receita por outras fontes.

As informações resgatadas são da declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (DIRF), da declaração de Informações sobre atividades Imobiliárias (DIMOB); e da declaração de Serviços Médicos (DMED).

Nessa opção, o cidadão deverá apenas verificar as informações e, se necessário, corrigir eventuais distorções e/ou complementar.

Outra mudança é que os contribuintes que tiverem a declaração retida na malha fina poderão realizar a contestação de forma virtual, pelo portal e-Cac, sem necessidade de comparecer presencialmente.
Receita espera 32,6 milhões de declarações

A expectativa da Receita é de que 32,6 milhões de declarações sejam entregues. Se confirmada a estimativa, 700 mil a mais de contribuintes prestarão contas neste ano, ante 2020, quando o Fisco recebeu 31,9 milhões de declarações.

Do total esperado, a previsão ainda é de que 60% dos contribuintes tenham imposto a restituir, 21% não tenham nem impostos a restituir e nem a pagar, e outros 19% tenham impostos a pagar.

Três brasileiros morrem após nebulização com cloroquina

Quatro pacientes passavam por um tratamento experimental – e sem eficácia comprovada – à base de nebuliozação com hidroxicloroquina. Desses, três morreram nesta semana em um hospital de Camaquã, no Rio Grande do Sul. A instituição investiga os casos.

O quadro de saúde das vítimas piorou e elas vieram à óbito entre segunda-feira (22) e hoje (24). Todas estavam sendo nebulizados com uma solução de hidroxicloroquina diluída em soro.

Em nota, o hospital Nossa Senhora Aparecida não confirmou que as mortes estejam diretamente ligadas ao tratamento experimental. Antes disso, porém, o diretor-técnico do local, Tiago Bonilha de Souza, apresentou uma versão diferente dos fatos.

“Não verificamos que a nebulização esteja contribuindo para melhorar o desfecho dos pacientes. Os indícios sugerem que está contribuindo para a piora porque todos os casos (de óbito) apresentaram reações adversas após o procedimento”, disse Tiago em entrevista à Rádio Gaúcha.

O tratamento experimental era liderado pela médica Eliane Scherer, que foi demitida da instituição no dia 10. O hospital chegou a denunciar a profissional ao Cremers (Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Sul) e ao MP-RS (Ministério Público do Rio Grande do Sul) alegando 17 infrações.

O procedimento testado por Scherer não seguia os protocolos de saúde do hospital nem do fabricante da substância. “A profissional descumpria protocolos [de segurança] de forma contumaz”, destacou a assessoria jurídica da instituição.

Scherer trabalhava como médica terceirizada do hospital desde março do ano passado. Ela foi contratada para atuar no pronto-socorro, mas estava aplicando nebulização de hidroxicloroquina em pacientes internados na UTI e nos leitos clínicos. Conforme o hospital, ela não tinha autorização para atuar nesses ambientes.

Entretanto, ela permaneceu ministrando a solução experimental para os pacientes que obtiveram uma autorização judicial para o tratamento experimental e os que assinaram um termo de responsabilidade.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou, a defender o tratamento precoce contra a Covid-19 e a chamada “nebulização da hidroxicloroquina”.

“Nós temos uma doença que é desconhecida, com novas cepas, e pessoas estão morrendo. Os médicos têm o direito, ou o dever, de que, no momento que falta um medicamento específico para aquilo com comprovação científica, ele pode usar o que se chama de off-label – fora da bula”, disse o presidente, em entrevista à Rádio Acústica.
No último dia 2, a Organização Mundial da Saúde (OMS) concluiu que a hidroxicloroquina não funciona no tratamento da doença. Bolsonaro citou o caso da médica Eliane Scherer, que teria usado a técnica de nebulização da droga no tratamento do vereador e ex-prefeito de Dom Feliciano (RS), Dalvi Soares de Freitas.

Segundo o jornal Gaúcha ZH, a médica foi demitida após tratar o político, pois adotou uma técnica não prevista em protocolos de saúde. “Até conversei com a doutora agora a pouco, conversei com o vereador também, o vereador Dalvi, e ele falou que estava em uma situação complicada, sentindo a morte do teu lado. E a doutora me disse, e eu já tinha comprovado isso também, e não é dela, ela falou muito humildemente que não é uma ideia dela, a questão da nebulização. A primeira vez que eu ouvi falar disso foi lá no estado do Amazonas”, disse Bolsonaro.

Governo Federal vai antecipar 13º salário de aposentados do INSS


O ministro da Economia, Paulo Guedes, informou hoje (25), que o Governo Federal vai antecipar o pagamento do 13º salário dos aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) logo após a aprovação do Orçamento da União, prevista para esta quinta-feira (25).

“Aprovado o Orçamento, se os senhores (congressistas) aprovarem o Orçamento hoje, podemos disparar imediatamente a antecipação dos benefícios de aposentados e pensionistas”, disse o ministro.
IMPACTO DE R$ 50 BILHÕES

O impacto da antecipação do 13º é de R$ 50 bilhões, conforme Guedes. “Vamos proteger os mais vulneráveis, e os idosos, nessa segunda grande guerra contra o coronavírus”, afirmou, acrescentando que a medida não gera impacto fiscal extra, pois se trata apenas de um adiantamento de despesas já previstas.

Este recurso já foi utilizado em 2020, quando o 13º dos aposentados e pensionistas foi pago nos meses de março e maio. Os prazos de 2021 ainda não foram definidos, mas a expectativa é o pagamento seja feito em duas parcelas.
CALENDÁRIO DE PROVA DE VIDA DO INSS

O INSS retomará o bloqueio de benefícios por falta de prova de vida a partir de maio deste ano. A retomada da exigência será de forma escalonada, para evitar aglomerações nas agências bancárias durante a pandemia da Covid-19.

O cronograma para o retorno da comprovação de vida agrupará os beneficiários em sete lotes, organizados conforme o mês em que o prazo para a renovação de senha venceu.

Os primeiros da lista são beneficiários cuja fé de vida deveria ter sido realizada nos meses de março e abril de 2020, caso a obrigatoriedade não tivesse sido suspensa devido à crise sanitária. Esse grupo, portanto, deverá realizar o procedimento em maio deste ano.

 

Fonte Agência Brasil

Flor delis acusa filha de mandar matar pastor Anderson

Em entrevista a Pedro Bial que foi ao ar nesta quinta-feira (25) na TV Globo, a deputada federal Flor delis afirmou que a filha Simone foi a mandante da morte do pastor Anderson – assassinado a tiros em junho de 2019, na garagem da casa da família.

Segundo Flor delis, Simone estava doente e era assediada por Anderson:
“Além de estar com câncer, sofrendo com câncer, ela carregava isso sozinha, em silêncio, esses assédios, esses estupros. Ela carregava sozinha, Bial. Não estou defendendo ela, porque não concordo com o que ela fez. Eu discordo 100%. Ela não podia ter feito isso, não é matando que resolvemos os problemas”, disse.

A deputada é uma das 11 acusadas pelo crime – ela nega o envolvimento. Segundo o Ministério Público, ela foi a mandante do assassinato.

Simone é uma das filhas acusadas, ao lado de Flávio, Lucas, Marzy, Adriano, André e Carlos, além da neta Rayane. Todos foram presos, menos Flordelis, que tem imunidade parlamentar e está respondendo a processo no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, onde pode perder o mandato.

Os dois delegados que investigaram o caso na Delegacia de Homicídios de Niterói – Bárbara Lomba e Allan Duarte – foram chamados para ser ouvidos no Conselho de Ética.

Esta quinta-feira era o último dia para a defesa fazer as alegações finais.

Simone não confessou o crime em juízo, mas disse que sabia do plano e que não aguentava mais os assédios. E que só aturava as investidas porque Anderson pagava seu tratamento do câncer.

No entanto, o advogado Ângelo Máximo, que representa a família do pastor Anderson – atua como acusação – protocolou um documento que, segundo ele, desmente essa versão. A acusação alega que Flor delis pregou na igreja que o tratamento foi pago pelo plano de saúde após uma medida judicial.

Resumo do caso

A investigação concluiu que o pastor Anderson do Carmo foi morto por questões financeiras e poder na família – o pastor controlava todo o dinheiro do Ministério Flor delis, hoje rebatizado Comunidade Evangélica Cidade do Fogo.
Flor delis é uma das 11 pessoas denunciadas pelo MPRJ.
Após o crime, Flor delis chegou a relatar em depoimento e à imprensa que o pastor teria sido morto em um assalto.
A deputada responde por cinco crimes: homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima), associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso e tentativa de homicídio (pelo envenenamento).

Justiça marca interrogatório do Wilson Witzel


O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, marcou para os dias 7 e 8 de abril, a partir das 9h, a realização de sessão do Tribunal Especial Misto que julga o pedido de impeachment do governador afastado do Rio, Wilson Witzel. Os trabalhos vão ser retomados com o depoimento do ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos, seguido do interrogatório de Witzel. As intimações já foram expedidas aos acusados.

No dia 23 de setembro de 2020, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou de forma unânime, por 69 votos a favor e nenhum contra, o relatório que pede o impeachment de Witzel. A sessão reuniu 69 deputados, presencialmente ou de forma remota. Um deputado estava afastado por problema de saúde.

Em novembro do ano passado, o Tribunal Especial Misto acolheu, por unanimidade, a denúncia para o prosseguimento do processo de impeachment do governador afastado. Na sessão, a comissão decidiu também pelo corte de um terço do salário de Witzel e que ele deixasse, junto com a família, a residência oficial do governo do Estado, no Palácio Laranjeiras.
Suspensão

As sessões do Tribunal Misto estavam suspensas desde o dia 28 de dezembro por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, o ministro atendeu ao pedido da defesa de Wilson Witzel e determinou que o interrogatório do governador afastado só seria possível, depois que os advogados de Witzel tivessem acesso a todos os documentos remetidos pelo Superior do Tribunal de Justiça (STJ) relativos ao governador, o que incluía a delação premiada do ex-secretário Edmar Santos. Moraes também ordenou que um novo depoimento de Edmar fosse realizado.

A defesa de Wilson Witzel pretendia ter acesso ao inteiro teor da delação premiada feita pelo ex-secretário, mas o compartilhamento da prova deferida pelo ministro Benedito Gonçalves, do STJ, diz respeito exclusivamente aos anexos em que o governador é citado. Os trechos da delação que não dizem respeito a ele, devem ficar resguardados.

Na decisão que convoca a retomada das sessões, o desembargador Henrique Figueira informou que a íntegra da colaboração premiada de Edmar Santos foi enviada pelo STJ e juntada ao processo. Ainda segundo o magistrado, foi disponibilizado aos advogados do governador afastado “todos os meios essenciais ao pleno exercício do contraditório e à ampla defesa”.

Na época em que sua denúncia foi recebida pelo ministro Benedito Gonçalves, Wilson Witzel disse, por meio de suas redes sociais, que “tenho as mãos limpas e a consciência tranquila de que ficará comprovada a minha inocência.’

Fonte Agência Brasil

Operação da PM termina com 3 mortos na comunidade do Barbante

Policiais militares realizaram, nesta sexta-feira (19), uma operação na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador. Três suspeitos morreram em um conflito contra os agentes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), e outros cinco foram levados presos.
Segundo a Polícia Militar, os policiais do BPChq apreenderam duas pistolas calibre 9 mm, duas espingardas calibre 12, um carregador de pistola, munições, dois rádios comunicadores, duas placas balísticas e drogas, além de uma motocicleta recuperada.

Ex jogador Branco tem piora da covid-19 e é intubado

Campeão mundial pela seleção brasileira de futebol em 1994, o ex-lateral Branco precisou ser intubado na unidade de terapia intensiva (UTI) do Hospital Copa Star, na zona sul do Rio de Janeiro, após piora da covid-19. Segundo o último boletim médico, divulgado nesta sexta-feira (19), o ex-jogador, atualmente com 56 anos, teve “piora clínica” na noite de ontem (18) e necessitou “de ventilação mecânica por aparelhos”. Branco deu entrada no hospital na noite da última quarta (17).

Ainda conforme o boletim, o ex-atleta e atual coordenador das seleções masculinas de base na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está “sob monitoração contínua, sedado” e o quadro “está evoluindo de maneira estável nas últimas 24h”, sem previsão “de quando vai poder respirar por meios próprios”.

No início de março, Branco integrou o grupo da seleção sub-18 que realizou uma etapa de preparação no centro de treinamento do clube pernambucano Retrô, em Recife, finalizada há duas semanas. No retorno, alguns membros da delegação testaram positivo para a covid-19, entre eles, o ex-lateral.

Na Copa de 1994, o ex-jogador entrou para a história do futebol nacional ao selar a vitória do país sobre a Holanda, por 3 a 2, com um gol de falta, colocando a seleção canarinho nas semifinais. Anteriormente, Branco já havia defendido o Brasil nas edições de 1986 e 1990. No país, destacou-se atuando por Internacional e Fluminense, passando também em Grêmio, Corinthians e Flamengo. Na Europa, foi jogador de Brescia, Genoa (ambos Itália) e Porto (Portugal) O ex-lateral se despediu dos gramados em 1998, pelo Tricolor carioca.

Confira o boletim médico:

“O paciente Claudio Ibraim Vaz Leal, 56 anos, também conhecido como Branco, foi internado no Hospital Copa Star em 16 de março com quadro grave de acometimento pulmonar por covid-19. Recebeu toda assistência intensiva de suporte respiratório-fisioterápico e medicamentosa, evoluindo ontem com piora clínica, necessitando de ventilação mecânica por aparelhos. No momento, encontra-se em leito de terapia intensiva, sob monitorização contínua, sedado e respirando por aparelhos. O quadro está evoluindo de maneira estável nas últimas 24h e ainda não há previsão de quando vai poder respirar por meios próprios.

Dr. João Pantoja – Médico Assistente e Diretor Geral do Copa Star

Dr. Bruno Celoria – Diretor Técnico do Copa Star”

Fonte Agência Brasil

 

Flamengo assume liderança do Carioca


O Flamengo não encontrou dificuldades para derrotar o Resende por 4 a 1, na noite desta sexta-feira (19) no estádio do Maracanã. Com esta vitória, válida pela 4ª rodada da Taça Guanabara do Campeonato Carioca, o Rubro-Negro assume a liderança da classificação com 9 pontos.
Em uma jogada de bola parada, o Resende conseguiu finalizar pela primeira vez, e marcar. Aos 18 minutos, após cobrança de escanteio de Jeanderson, Paulo Victor descontou.

Mas a reação do Gigante do Vale acabou por aí. Aos 28, Rodrigo Muniz aproveitou cruzamento de Matheuzinho para bater de primeira, de virada, para marcar um golaço.
E, aos 46, Rodrigo Muniz marcou mais uma vez, após receber passe de Michael.

 

Fonte Agência Brasil

Eduardo Paes negocia abertura de 300 leitos em hospitais federais

 

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, está negociando com o governo federal, desde a semana passada, a abertura de 300 leitos na cidade. Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a rede federal tem 800 leitos com potencial de abertura na cidade, que estão inativados por falta de recursos humanos e que, se incluídos na rede de regulação, aumentariam a capacidade instalada.

O pedido do prefeito é para uso dois hospitais federais – da Lagoa e de Ipanema – para aumentar a quantidade de vagas destinadas a pacientes com covid-19. “Vamos tentar avançar nisso”, disse Paes, ao apresentar o 11º Boletim Epidemiológico, que traz as taxas da doença na capital e faz uma análise de risco para cada uma das 33 regiões administrativas da cidade. Segundo o prefeito, os hospitais da Lagoa e de Ipanema são unidades prontas, preparadas com toda a infraestrutura, para que o governo federal disponibilize ao estado e à prefeitura, em parceria com a iniciativa privada, a abertura de mais leitos.

De acordo com o secretário Daniel Soranz, o governo federal já se comprometeu com a abertura imediata de 10% dos 800 leitos inativados. E a discussão avança nesta semana para que se abram 300 leitos. “Nossa recomendação é que se abram os leitos, que são recém-reformados, de boa qualidade e têm boas estruturas físicas, que melhorariam muito o desempenho clinicoassistencial.”

A capital registra, atualmente, o maior número de internações em leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) desde o início da pandemia. A evolução de leitos ocupados mostra que, na quarta-feira passada (17), da capacidade instalada de 776 leitos, 679 estavam operacionais, ou seja, em uso.

Soranz disse que o crescimento do número de internações registrado no momento ocorre mesmo com a quantidade de leitos atual, que é maior, se comparada à que existia no auge da pandemia, quando a rede contava ainda com hospitais de campanha, que não estão mais funcionando. “Estamos com a maior capacidade instalada de leitos de CTI [ centro de terapia Intensiva] funcionando desde o início da pandemia e temos também o maior número de pessoas internadas em CTI desde então.”

Eduardo Paes afirmou que esse dado mostra o equívoco da abertura dos hospitais de campanha no ano passado, que ficaram prontos após o pico de internações. Ele destacou que a rede federal dispõe, hoje, de cerca de 300 a 350 leitos que poderiam ser abertos e fez um apelo ao Ministério da Saúde pela abertura e colocação destes na regulação estadual. “Ninguém precisa fazer hospital de campanha na cidade do Rio de Janeiro. O hospital de campanha sempre foi desnecessário na cidade”, enfatizou Paes, ao lembrar que a a prefeitura abriu 100 leitos na última semana.

De acordo com o superintendente de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Márcio Garcia, boa parte das internações diárias é de pacientes com sintomas da síndrome respiratória aguda grave (SARS), cujo grande aumento nos últimos dias “chama a atenção”. O atendimento de casos de síndrome gripal e da SARS em unidades de urgência e emergência aumentou quase 25% nos últimos 14 dias.

Garcia disse que o aumento do número de pacientes nas unidades de emergência e urgência é um dado importante, porque as avaliações são mais próximas da realidade do momento, mas destacou que a análise de outros dados de períodos anteriores já indicava uma elevação de casos da doença na capital. “Depois de um decréscimo de casos, observando-se a média móvel, o aumento nas últimas semanas caracteriza uma nova inversão no formato da curva, que começa a aumentar também em relação aos óbitos.” Ele explicou que, como se usam os dados de internação e assistência, o sistema de vigilância tem um processo de trabalho e que “isso aparece posteriormente”.
Variantes preocupam

A circulação de novas variantes do novo coronavírus na cidade também preocupa a prefeitura, porque isso tem provocado o agravamento dos casos. Com base nos registros confirmados pela Fundação Oswaldo Cruz, foram identificados nesta semana 11 novos casos, sendo nove de moradores da capital. Ao todo, já são 54 casos no município, sendo 22 em moradores da cidade, 24 de pessoas que vivem em Manaus, três de Rondônia e cinco de outros municípios.

“Temos uma nova variante do vírus circulando intensamente na cidade, e uma nova variante que pode ser mais grave que a anterior”, alertou o secretário de Saúde. “Tem que ter consciência e ficar em casa, tem uma nova variante do vírus circulando. As pessoas vão morrer. Não saiam, evitem qualquer tipo de exposição desnecessária. A regra é muito clara.”
Números

Conforme os últimos números, neste ano, o Rio registrou 24 841 casos de covid-19, dos quais 4.889 eram graves, e 1.760 pessoas perderam a vida.

A taxa de incidência é de 372,9 por 100 mil habitantes, a de letalidade, de 7,1, na mesma proporção, e de 26,4 na taxa de mortalidade, também por 100 mil habitantes.

Fonte Agência Brasil

Setor funerário brasileiro se prepara para aumento da demanda

O grande número de mortes em decorrência da pandemia tem aumentado significativamente a demanda por serviços funerários. Diante dessa situação, as empresas do setor têm buscado soluções para evitar que a prestação desse serviço acabe entrando em colapso.

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas e Diretores do Setor Funerário (Abredif), o aumento já era percebido em março de 2020, quando a pandemia fazia ainda as primeiras vítimas no Brasil. Na época, percebeu-se um crescimento de 12% na demanda por esse tipo de serviço, comparado a março de 2019.

“Percebemos agora, na primeira quinzena de março de 2021, um aumento ainda maior, de quase 30% na comparação com março do ano passado”, disse à Agência Brasil o presidente da Abredif, Lourival Panhozzi. Segundo ele, esses números são absolutos. Portanto abrangendo todos os sepultamentos, e não apenas as mortes por covid-19.

Para evitar o colapso dos serviços, as empresas do setor têm adotado algumas medidas para se adaptar ao novo cenário. “É uma onda crescente que não para de aumentar. Ninguém sabe onde isso vai dar. As empresas do nosso setor têm, inclusive, se ajudado mutuamente, porque em situações de tamanha alta de demanda, como é o caso, não há mais concorrência. Todos têm de se juntar para dar conta”, explicou Panhozzi.
Sob controle, por enquanto

Segundo ele, até o momento a situação está “sob controle”, uma vez que as funerárias brasileiras têm capacidade para suportar uma quantidade de serviço superior a três vezes a média mensal de óbitos de suas localidades. “Desde que isso não seja por um longo período”, enfatiza o presidente da associação.

Assim sendo, a Abredif – entidade que representa mais de 13 mil empresas que empregam mais de 350 mil trabalhadores – tem elaborado um plano emergencial visando o enfrentamento da situação, de forma a evitar colapsos.

Entre as medidas que vêm sendo adotadas por suas associadas está a suspensão das férias das equipes de trabalho; o remanejamento de funcionários, para que se tenha mais gente na ponta de operação; e a adequação do estoque, para suportar a alta demanda.

“Temos de estar preparados para o pico de mortes que, segundo especialistas, é previsto para meados de abril. Mas a verdade é que o aumento [do número de mortes] está descontrolado, e não sabemos exatamente até onde isso vai”, relata o presidente da Abredif.
Expertise brasileira

Segundo ele, as fábricas de urnas funerárias, os caixões, já estão trabalhando em dois turnos. Se a tendência continuar, em breve passarão a produzir nos três turnos. “No entanto, temos percebido o risco de faltar matéria-prima para as urnas funerárias, principalmente nos locais onde as fábricas [tanto de urnas como de matérias-primas] não estão podendo produzir plenamente, já que não são consideradas atividades essenciais”, argumentou Panhozzi.

O modo de operar das empresas funerárias brasileiras, bem como a forma como são feitas as contratações, os sepultamentos e os cortejos, representa uma realidade que é própria do país, envolvendo cotidiano, costumes e cultura que são essencialmente brasileiros.

“Aí vemos políticos adotando regras e medidas baseadas no que se ouviu falar, vindo de fora do país – onde, devido à falta de estrutura, corpos ficaram acumulados por falta de capacidade para entregas maiores do que as de rotina. São países onde empresas do setor funerário ficam abertas apenas durante o horário comercial. Aqui no Brasil funcionamos 24 horas por dia, 365 dias por semana”, completa.

 

Fonte Agência Brasil