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Brasília começa a instalar sinalização especial para as copas de 2013 e 2014

A sinalização complementar para a Copa das Confederações, em 2013, e para a Copa do Mundo de 2014 já começou a ser instalada em Brasília, com a colocação de placas de localização nos arredores da nova arena esportiva da cidade, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha, escritas em português e em inglês. O custo total da sinalização especial é R$ 930 mil, entre material e mão de obra.

Também foram colocadas duas placas bilíngues na Torre de TV, indicando os caminhos para o estádio e para o aeroporto de Brasília. As placas são protótipos da nova sinalização da capital para reforçar as indicações já existentes e para auxiliar os turistas que vierem assistir aos eventos esportivos internacionais.

Segundo o governo do Distrito Federal, 500 placas semelhantes serão distribuídas na área central de Brasília, com informações sobre áreas de estacionamento e de uso específico no período dos jogos. Entre os locais a serem sinalizados estão o Eixo Monumental, os setores hoteleiros, as avenidas W3 e L2 Sul e Norte e o Parque da Cidade.

A Esplanada dos Ministérios também receberá sinalização especial, pois ali será realizada a festa na abertura da Copa das Confederações, no dia 15 de junho, e uma festa popular durante a Copa do Mundo de 2014. Os eventos incluem a exibição pública dos jogos e apresentações de artistas.

O padrão da sinalização complementar foi definido pela Resolução 407, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), publicada em 12 de junho de 2012. As placas bilíngues vão ficar nas ruas de Brasília até o final da Copa do Mundo de 2014.

 Fonte Agência Brasil

Manifestantes fizeram protesto contra privatização do Maracanã no primeiro evento teste

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Um grupo Aproximadamente de 400  manifestantes  protestatarm contra a privatização  do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, ontem (27/04)  em frente ao Estádio no primeiro evento teste na arena  a policia Militar tentou dispersa os manifestantes com Bombas de gás lacrimogêneo  e muita força bruta usando o cacetes para bater nos manifestantes que era um grupo formado por indios, homens e em maioria por mulheres, muitas delas  apanharam,um pequeno grupo de 20 manifestantes conseguiram furar o bloqueio da segurança e estendeu uma faixa contra a privatização dentro do estádio . O evento, que teve shows e um jogo de futebol, teve a presença da presidenta Dilma Rousseff. A faixa também pedia o fim das demolições de uma escola especializada em pessoas com deficiência e de equipamentos esportivos destinados a esportes aquáticos e ao atletismo.

Segundo a estudante Amanda Assunção, que participou do ato, os seguranças notaram, na revista, a faixa, de 4 metros, mas não se preocuparam em lê-la. Ela revelou também que, para entrar, o grupo usou ingressos doados, pois só foram convidados para a partida os operários que trabalharam na reforma.

“Somos contra a demolição do Parque Aquático Júlio de Lamare, onde praticam natação centenas de pessoas, do Estádio de Atletismo Célio de Barros, porque esportistas ficarão sem treinar, da Escola Friendenreich e queremos que o antigo Museu do Índio seja dedicado aos índios, não ao Comitê Olímpico”, disse Amanda.

Apesar de a arena ter sido modernizada, apresentar nova iluminação, padronização das cadeiras, instalação de telões, de iluminação e alto-falantes, bares e banheiros em melhores condições para sediar a Copa do Mundo de 2014, o custo, de cerca de R$ 1 bilhão da reforma do estádio, também foi questionado.

Presente ao evento, o professor visitante da Escola de Pós-Graduação Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), Christopher Gaffney, disse que a reforma é controversa e foi feita sem apoio popular. Durante a obra, não foi entregue para a população nenhum espaço público para a prática de esporte do tamanho das instalações que serão demolidas.

“Claro que as instalações estão melhores, mas o custo foi o atropelamento da democracia, intransigência, violência, falta de transparência e a destruição de empreendimentos importantíssimos”, disse Gaffney. “Qual a proposta de reconstrução desses espaços? O Maracanã se torna um templo de consumo”. Para o professor, com a reforma, os preços dos ingressos tendem a ser mais altos, impossibilitando a população mais pobre de frequentar o estádio. “O povo vai ter que pagar mais por um lugar que já pagou várias vezes”, disse.

Um grupo maior, de cerca de 300 pessoas, no início da noite, esteve reunido em frente à estátua do jogador Bellini, com as mesmas reivindicações.

Durante o jogo, na noite de ontem (27/04), o primeiro de três eventos testes para a Copa das Confederações, a internet e os sinais de telefonia móvel ficaram intermitentes.

Rio de Janeiro terá trilha de longo percurso

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Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado, o Rio de Janeiro ganhará uma trilha de longo percurso de 180 quilômetros, de Barra de Guaratiba até o Morro do Urca. O circuito ecológico, que integrará parques estaduais, municipais e federais, deve ficar pronto até a Copa do Mundo de 2014. A trilha terá sinalização uniforme em toda a sua extensão para informar visitantes e garantir mais conforto aos turistas brasileiros e estrangeiros interessados em descobrir as belezas naturais da Cidade Maravilhosa.

Nesta quarta-feira (24/04), o projeto da trilha foi apresentado pelo secretário do Ambiente, Carlos Minc, pelo diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), André Ilha, pelo chefe do Parque Nacional da Tijuca, Ernesto de Castro, e pelo secretário executivo do Mosaico Carioca de Áreas Protegidas, Celso Junius, em trecho que integrará a trilha, de aproximadamente 1,5 quilômetros, percorrido da Vila Militar, em Copacabana, até o topo do morro da Babilônia.

– Queremos mais visitação, mais ecoturismo e mais proteção ao meio ambiente. Estes ecossistemas vão ser conhecidos, desvendados. Vamos integrar a gestão destes parques e com isso aumentaremos a segurança dos visitantes, além dos corredores de diversidade e os atrativos para o ecoturismo criando milhares de empregos verdes e protegendo mais a nossa fauna e a nossa flora – disse o secretário de Ambiente, Carlos Minc.

A trilha passará pelo Parque Nacional da Tijuca, atravessando o Parque Estadual da Pedra Branca e diversos parques naturais municipais como, por exemplo, o de Grumari. O projeto é uma iniciativa dos governos estadual, municipal e federal.

Para o chefe do Parque Nacional da Tijuca, Ernesto de Castro, o projeto também garantirá, além de seu caráter turístico, a recuperação de áreas de grande biodiversidade.

– Poderemos estimular a criação de corredores florestais, nos pequenos trechos em que ela cruza áreas urbanas e isso possibilitará a recuperação de muitas espaços – destacou.
Seminário discute trilhas de longo percurso

Após visitar um dos trechos que fará parte do circuito de caminhadas, o Secretário de Ambiente, Carlos Minc, participou da abertura do Seminário Internacional sobre Trilhas de Longo Percurso, que acontece de hoje até sexta-feira, no auditório do Jardim Zoológico, na Quinta da Boa Vista.
O evento, que é organizado pelas secretarias estadual e municipal de Ambiente e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICM Bio) vai apresentar um panorama geral sobre as trilhas de longo percurso no Brasil e no mundo e discutir detalhes do projeto Trilha Transcarioca.

 

Ministério da Cultura distribuirá R$ 15 milhões para eventos na Copa

 

O governo federal deve divulgar em maio edital de R$ 15 milhões para atividades artísticas culturais na Copa do Mundo de 2014. Segundo a secretária-executiva do Ministério da Cultura, Jeanine Pires, a ideia é fazer cerca de 300 eventos nas 12 cidades-sede da competição internacional.

“O edital está em fase de finalização, ainda não foi publicado, mas a ideia central é permitir que qualquer tipo de manifestação cultural possa se apresentar nas 12 cidades-sede e no seu entorno, que seja qualquer manifestação do Brasil”, afirmou à Agência Brasil. “As pessoas vão poder se inscrever em diferentes categorias e valores de participação”, acrescentou.

A expectativa é financiar atividades no cinema, no teatro, na literatura, na dança, na arte contemporânea e atividades que envolvam inovação e criatividade, por exemplo.

Em entrevista no Fórum Cultural Olímpico e Paralímpico, no Rio, a secretária explicou que o objetivo é organizar uma programação cultural em conjunto com os municípios e estados e ocupar não só os espaços culturais, mas também as áreas públicas, como ocorreu nas Olimpíadas de Londres. Para Jeanine, a experiência inglesa deve ser aplicada na Copa e nas Olimpíadas.

“Um ponto essencial que Londres conseguiu e que é preciso que o Brasil faça é: um único festival. Ou seja, ter a cidade, o estado, o comitê organizador e o governo federal, todos imbuídos de uma mesma programação que retrate essa realidade brasileira”, declarou.

Durante o fórum cultural olímpico, a diretora da Olimpíada Cultural & Festival Londres 2012, Ruth Mackenzie, lembrou que a competição é a grande chance de os países se apresentarem ao mundo, graças à exposição midiática. Ela lembrou que boa parte dos jornalistas internacionais que cobriram o evento não tinha ingresso para as competições e disputava as atividades culturais.

“Tivemos mais de 40 mil jornalistas no Reino Unido, de todos os países do mundo, e eles não tinham bilhetes para assistir o esporte. Eles vieram para nós [para a área cultural]. Então, usem o programa para mostrar quem são vocês. Para mostrar ao mundo seus valores, para mostrar ao mundo um retrato da diversidade do  Brasil”, disse. “É apenas uma chance na vida e é formidável”, completou.

 

Fonte Agência Brasil.

Obras no aeroporto de Brasília estarão concluídas até a Copa do Mundo

 

 

As obras de ampliação do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, que vão aumentar a capacidade dos atuais 16 milhões de passageiros por ano para 41 milhões, estarão totalmente concluídas até a Copa do Mundo de 2014. A garantia foi dada hoje (16) pelo Consórcio Inframerica, responsável pela operação do aeroporto, a um grupo de parlamentares da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, que visitou o local.

Os deputados vistoriaram as obras de ampliação do terminal de passageiros e o local onde será construída a sala VIP. Segundo o consórcio, os terminais 1 e 2 serão reformados e um novo será construído, e o número de pontes de acesso aos aviões aumentará de 13 para 28.

O vice-presidente do Consórcio Inframerica, Antônio Droghetti, disse que a abertura da Copa das Confederações, que acontece no dia 15 de junho na capital federal, não vai alterar a rotina de obras no aeroporto, porque haverá apenas um jogo em Brasília, em um sábado, e a maioria dos ingressos foi vendida para moradores da capital. A expectativa maior, segundo ele, é em relação a integrantes de comissões técnicas e imprensa. “O impacto que vai haver no aeroporto é muito baixo, e não impede a continuidade das obras”, disse.

Para o deputado Romário (PSB-RJ), presidente da Comissão de Turismo, as obras de ampliação de aeroportos no Brasil são fundamentais. “Nós que somos usuários quase diários de aeroportos, sabemos os problemas que eles têm dado principalmente em finais de semana prolongados. É mais que necessário obras como essa para que a gente possa ter um pouco mais de conforto”.

O grupo de deputados também visitou hoje (16) as obras no Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Romário criticou o atraso na entrega da obra, que deveria ficar pronta no dia 21 de abril, mas foi adiado para 18 de maio. “Particularmente, eu não acredito que esteja 100% pronto no dia 18 do mês que vem, mas o governo afirma que sim, vamos torcer para que isso realmente aconteça”.

Ele também criticou o custo da obra, que já teria quase dobrado desde o início do empreendimento. “Na minha opinião, esses gastos são absurdos, principalmente em se tratando de um estádio que, no que se refere a futebol, praticamente não vai ser praticado, porque infelizmente as competições do Campeonato Brasiliense não são tão atrativas”, disse o parlamentar.

Até o fim do primeiro semestre, a comissão pretende visitar as obras de estádios, aeroportos e mobilidade urbana das outras cinco sedes da Copa das Confederações: Belo Horizonte, Recife, Salvador, Fortaleza e Rio de Janeiro. Depois, será feito um relatório com a conclusão das visitas.

A expansão do aeroporto de Brasília prevê 100 mil metros quadrados de obras, somando um valor total de investimento de R$ 2,85 bilhões. Até a Copa de 2014, serão investidos R$ 750 milhões de reais.

 Fonte Agência Brasil

Estádio Mané Garrincha será inaugurado em 18 de maio

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha será inaugurado no dia 18 de maio. Inicialmente prevista para dezembro de 2012, a obra teve seguidos adiamentos. A previsão anterior era que ele fosse inaugurado no 53º aniversário de Brasília, dia 21 de abril próximo. De acordo com o Sindicato da arquitetura e da Engenharia (Sinaenco), a arena, hoje, está 95% concluída.

Segundo o governo do Distrito Federal, o principal motivo do atraso são as fortes chuvas dos últimos dias em Brasília, o que inviabilizou a colocação do gramado. Responsável pelo fornecimento e instalação do gramado, a empresa Greenleaf Projetos e Serviços – que cultiva a grama em Sergipe – alertou que as seguidas chuvas prejudicaram a execução de etapas anteriores a esse trabalho, em especial a drenagem do campo e o nivelamento do terreno.

O jogo inaugural do estádio será a final do Campeonato Brasiliense, e terá a presença da cantora Elza Soares, que foi companheira do jogador de futebol que deu nome à arena.

Fonte  Agência Brasil

 

Márcio Fortes não sabe ainda se será Autoridade Olímpica em 2016

O presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), Márcio Fortes, foi escolhido para o cargo pela presidenta Dilma Rousseff e sua indicação teve a aprovação do Senado para um mandato de quatro anos, o que lhe garante a permenência no cargo até julho de 2015. Assim, ele não tem certeza se, depois de ser o principal responsável no governo pela organização das Olimpíadas de 2016, estará no cargo no dia 5 de agosto do ano seguinte, na cerimônia de abertura, “pois isso dependerá do futuro presidente da República”, já que haverá eleições presidenciais em outubro de 2014.

A APO é um consórcio público, formado pela União, pelo estado e pelo município do Rio de Janeiro, e foi criado pela Lei Federal 12.396, de 21 de março de 2011, para coordenar a participação desses três entes na preparação e execução dos Jogos Olímpicos de 2016, especialmente para assegurar o cumprimento das obrigações por eles assumidas perante o Comitê Olímpico Internacional e o Comitê Paralímpico Internacional.

Além de lidar com toda a parte de infraestrutura, instalações, equipamentos e logística das Olimpíadas, a APO tem que cuidar também da questão das licitações necessárias que seguem o modelo do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e os recursos do governo federal são repassados aos demais participantes por meio de acordos de cooperação técnica, envolvendo a União, o estado e o município do Rio, e chegam ao destino por meio da Caixa Econômica Federal.

Cabe à APO, juntamente com a Caixa e o Ministério do Esporte, o monitoramento da execução dos projetos das instalações esportivas e de tudo o que esteja relacionado aos Jogos. Em alguns casos, as Olimpíadas “herdará” obras da Copa, como o Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã, que será o palco da abertura e do encerramento das competições olímpicas, e a Transcarioca, via expressa de ligação da Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Galeão-Tom Jobim, na Ilha do governador.

“Na execução dos projetos, nossa linha de ação é que eles podem até ser bonitos – e devem ser bonitos – mas têm que priorizar os aspectos funcionais e esportivos, porque não podem custar caro. Temos um extremo cuidado para evitar custos desnecessários”, explicou Márcio Fortes, que disse não ser possível estimar um custo global das Olimpíadas do Rio de Janeiro porque a candidatura da cidade foi apresentada em 2007 e os valores da época estão defasados, além de haver obras que já estavam previstas na cidade com recursos do PAC e a do Maracanã, que está sendo reformado para a Copa do Mundo, mas servirá também para o evento olímpico.

Como um exempo de transparência do que está sendo feito pela União, o estado e o município do Rio de Janeiro, sob supervisão da APO, Márcio Fortes informou que existe um “forte acompanhamento” por parte do Comitê Olímpico Internacional, que envia periodicamente consultores e dirigentes para analisar o andamento dos trabalhos. A cada seis meses, há uma inspeção por parte da Comissão de Coordenação (Cocon) do COI, que é o órgão de maior hierarquia e revê os preparativos em todos os setores.

“O pessoal do COI é bem mais light do que o da Federação Internacional de Futebol (Fifa) e sempre há um bom diálogo conosco. E a grande preocupação deles é com o legado que as Olimpíadas deixarão para a população, não apenas com o aspecto esportivo dos Jogos. O que eles querem é que o evento sirva para melhorar a qualidade de vida das pessoas, com obras de saneamento, transportes, comunicações, energia e outras, que ficarão para sempre na cidade que sedia a disputa olímpica”, declarou Márcio Fortes.

Fonte Agência Brasil

Márcio Fortes é escolhido presidente da Autoridade Pública Olímpica

Decisões políticas ficarão com o Conselho Público Olímpico, com Henrique Meirelles à frente

postado em 22/06/2011

O ex-ministro das Cidades Márcio Fortes, que ocupou o gabinete entre 2005 e 2010, foi nomeado ontem (21) presidente da Autoridade Pública Olímpica (APO), a empresa pública que se encarregará de coordenar a organização dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que acontecerá em 2016.

Fortes esclareceu em entrevista coletiva que seu trabalho será eminentemente executivo, enquanto as decisões políticas recairão em um organismo superior, o Conselho Público Olímpico, presidido por Henrique Meirelles, ex-diretor do Banco Central, e também é integrado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, e pelo governador do estado, Sérgio Cabral.

Inicialmente, o Governo da presidente Dilma Roussef havia decidido que Meirelles ocuparia a Presidência da APO, mas as pressões das autoridades por um maior controle nas obras levaram à criação da comissão que, juridicamente, ocupa um degrau superior.

Após aceitar a nomeação, Fortes se comprometeu a seguir com cuidado o cronograma das obras e rechaçou as comparações com a organização da Copa do Mundo de 2014, que preocupa pelas reiteradas demoras.

“Não devemos confundir o Mundial e os Jogos Olímpicos, a medida do tempo é diferente”, disse o ex-ministro, cujo nome ainda precisa ser aprovado pelo Senado, no encontro com os jornalistas no Palácio do Planalto.

Valcke reafirma que estádios para a Copa do Mundo tem que estar prontos até dezembro deste ano

 

O secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, reiterou hoje (5) que todos os estádios para a Copa de 2014 tem que estar prontos até dezembro deste ano. Em nota divulgada na página da entidade na internet (www.fifa.com), Valcke comentou que as próximas semanas serão uma “prova de fogo” para as cidades-sede, o Comitê Organizador Local (COL), o governo federal e a Fifa, “na reta final dos preparativos para a Copa das Confederações”.

O secretário-geral disse que não podem haver atrasos na entrega dos estádios. “Quero reiterar que algo assim não poderá se repetir para a Copa do Mundo da Fifa, com o que concordamos com o governo federal, a Fifa e o COL. O prazo para a entrega dos estádios da Copa do Mundo permanece o mesmo e se encerra em dezembro de 2013 – sobre isso não faremos mais concessões.”

Valcke ressaltou que organizar a Copa de 2014 é uma tarefa bem mais complexa do que a de sediar a Copa das Confederações, que ocorrerá em junho próximo. “Estamos aguardando mais de meio milhão de visitantes estrangeiros em 2014 e um total de mais de 3 milhões de espectadores reunidos nos 12 estádios.”

Segundo ele, a configuração operacional da Copa exige pelo menos seis meses de preparativos. “Por exemplo, garantir que as imagens das 64 partidas cheguem a quase metade da população mundial, como em 2010, exige que as instalações técnicas e de infraestrutura dentro dos estádios se iniciem no máximo em janeiro de 2014.”

Fonte  Agência Brasil

 

Botafogo vai acionar Prefeitura para receber compensação por fechamento do Engenhão

 

Estrutura se deslocou 50% acima do previsto no Engenhão (Foto: Reprodução / TV Globo) 

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (5), o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, garantiu que não passa pela cabeça dos conselheiros do clube a devolução do Estádio João Havelange, o Engenhão, que fica no Engenho de Dentro, no Subúrbio, à Prefeitura do Rio. Mas destacou que o clube pretende acionar juridicamente a Prefeitura para não pagar os R$ 450 mil – custo de manutenção mensal da arena esportiva – e para ser ressarcido dos prejuízos causados com a interdição.

O  estádio João Havelange está interditado desde 26 de março, quando uma empresa que faz avaliação constante das instalações do estádio verificou um deslocamento de 50% nos arcos das estruturas metálicas que sustentam a cobertura do estádio, nos lados leste e oeste.

Assumpção disse também que pretende receber o laudo das vistorias para saber o que aconteceu ao Engenhão e só depois decidir se devolve ou não o equipamento à Prefeitura.

“Devolução não passa pela cabeça do Botafogo. A palavra de ordem no Botafogo é recuperação. É inadmissível que o equipamento com cinco anos e pouco de uso apresente problemas tão sérios, que foram inclusive relatados pelo clube”, disse o presidente do Botafogo.

Prefeitura do Rio interdita Engenhão por problemas estruturais na cobertura

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, determinou hoje (26) a interdição do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, após receber um laudo detectando problemas estruturais em sua cobertura.

Monitoramento de rotina realizado pelo Consórcio Engenhão, formado pelas empresas Odebrecht e OAS, constatou falhas na cobertura do estádio, que podem oferecer risco à segurança dos frequentadores em determinadas condições, como baixa temperatura e alta velocidade de vento, por exemplo.

O prefeito reuniu-se com os presidentes dos quatro maiores clubes de futebol do Rio – Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo – para informá-los sobre a decisão.

Segundo Paes, ainda não há prazo para a reabertura do estádio. “Nossa prioridade é a segurança da população. O Engenhão vai ficar fechado pelo tempo necessário e só reabrirá quando houver uma solução definitiva.” Paes disse que pediu compreensão aos presidentes dos clubes e que se unam à prefeitura pela segurança dos torcedores. O prefeito ressaltou que o problema encontrado no Engenhão não se deve à manutenção, “completamente adequada”, feita pelo Botafogo no estádio.

O presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro, Rubens Lopes, está reunido, agora à noite, com os presidentes dos quatros maiores clubes do Rio para acertar o cronograma dos quatro jogos previstos para esta semana no Engenhão. O estádio poliesportivo fica em um antigo terreno da Rede Ferroviária Federal, no bairro do Engenho de Dentro, na zona norte do Rio.

Construído no governo Cesar Maia e de propriedade municipal, mas arrendado pelo Botafogo no ano de sua inauguração até 2027, o estádio foi erguido para sediar competições de atletismo e futebol dos Jogos Pan-Americanos de 2007. O arrendamento pode ser renovado de maneira unilateral por mais 20 anos.

O Engenhão, cuja capacidade atual é para mais de 46 mil pessoas sentadas, será ampliado para receber até 60 mil espectadores, visando aos Jogos Olímpicos de 2016.

 Fonte  Agência Brasil