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Você conhece os termos usados nos esportes?

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No basquete, o jogador vai em direção à cesta e entra no “garrafão”. Antes de ajustar as velas do barco, o competidor analisa a “biruta”. Se você não entende a terminologia específica dos esportes vai acabar interpretando essas frases de maneira errada.

Dá uma olhada no dicionário olímpico que a Turminha do MPF fez pra facilitar a compreensão das narrações dos jogos:

Ace (vôlei de praia): ponto em que, após o saque, a bola toca a areia da quadra adversária sem que nenhuma dos dois atletas da dupla toque na bola

Birdie (badminton): peteca

Biruta (vela): aparelho para analisar a direção do vento

Cravada (vôlei): quando a cortada é tão forte que a bola vai direto ao chão, sem chance de defesa

Dedeira (Tiro com arco): proteção usada nos dedos que puxam a corda do arco

Dobok (Taekwondo): roupa usada pelos atletas

Finta (handebol): ultrapassagem de um adversário quicando a bola no chão

Garrafão (basquete): área pintada próxima à cesta

Green (golfe): nome da área em que ficam os buracos

Matê (judô):comando do árbitro para pausa temporária da luta

Medley (natação): reúne os quatro estilos (livre, costas, peito e borboleta ) em uma única competição

Nocaute (boxe): golpe que define o combate e dá a vitória a quem o aplicou

Pelotão (ciclismo): durante as provas, os ciclistas se aglomeram em grupos chamados pelotões

Refugo (hipismo): desistência do cavalo na hora de saltar

Sprint (atletismo): aceleração imposta pelos corredores nos últimos metros da corrida

Tsukahara (ginástica artística): tipo de acrobacia em que é realizado um salto mortal duplo com giro (parafuso)

 

( Turminha do MPF)

Futebol masculino olímpico da Argentina é eliminado

Brasília - Equipes masculinas do futebol olímpico da Argentina e Honduras jogam no Estádio Mané Garrincha (Gustavo Gomes/Agência Brasil)

A Argentina já foi duas vezes campeã olímpica no futebol, além de ter carregado no peito duas medalhas de prata. Mesmo com toda essa tradição, a Argentina decepcionou e foi eliminada ainda na primeira fase da competição. Nesta quarta-feira (10), os argentinos empataram com Honduras em 1 a 1, em jogo no Estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Os hermanos enfrentaram torcida contrária da maioria dos brasileiros presentes, que optaram por incentivar o time centro-americano. O resultado garantiu a classificação dos hondurenhos, que ficaram em segundo lugar no grupo C – uma das surpresas do evento. Honduras enfrentará a Coreia no sábado (13). A partida pelas quartas de final será no Mineirão, às 19h.

Os hermanos já conquistaram dois ouros em olimpíadas, nos Jogos de Atenas (2004) e Pequim (2008).

Jogo ofensivo e falta de pontaria

As duas seleções jogaram de igual para igual com táticas bastante ofensivas. A falta de pontaria das equipes incidiu até nos pênaltis. Honduras e Argentina perderam uma penalidade cada, cobradas por Acosta e Correa, respectivamente.

Mas o terceiro pênalti marcado não foi desperdiçado, e o hondurenho Lozano abriu o placar com uma cobrança forte e precisa. Os argentinos chegaram ao empate somente aos 47 minutos do segundo tempo na falta cobrada por Martínez e tiveram que amargar a desclassificação.

A equipe argentina estreou nos Jogos perdendo para Portugal por 2 a 0, no Engenhão. Na sequência, conseguiu sua única vitória, contra a seleção da Argélia, por 2 a 1, também no Rio.

Repercussão

Após o jogo, o torcedor argentino Marcelo Couget considerou que o futebol atual é muito parecido, mas os argentinos sempre esperam a medalha. “Os dirigentes não preparam a seleção para vir jogar no Brasil. Mas a Argentina veio jogar e tem tradição para vencer, mas não deu”, lamentou.

O técnico Julio Olarticoechea assumiu a seleção olímpica às vésperas dos Jogos em plena crise política do futebol argentino, definindo os 18 jogadores a partir da lista dos 35 pré-convocados. Poucos nomes de destaque foram chamados, como é o caso dos atacantes Angel Correa, do Atlético de Madri, e Jonathan Calleri, do São Paulo.

Na opinião do  torcedor Edgard Lognercio, argentino que mora no Brasil há 14 anos, “a seleção foi montada na última hora e tinha outros jogadores que poderiam ter vindo para reforçar a equipe”.

Em entrevista coletiva, o técnico Olarticoechea disse que os jogadores estavam muito tristes no vestiário e que alguns chegaram a chorar.

Crise nos bastidores

Após perder a final mundial para a Alemanha na Copa de 2014, os argentinos amargaram mais dois vice-campeonatos da Copa América, sendo derrotados pelo Chile em 2015 e em junho deste ano, na edição especial do centenário da competição.

Com o resultados, o técnico Tata Martino, contratado após a Copa do Mundo, pediu demissão e deixou na mão a seleção olímpica. Após a Copa América de 2016, Messi, a maior estrela argentina, chegou a afirmar que não jogaria mais pelo país, mas acabou voltando atrás.

Fora de campo, os problemas para os hermanos continuam. A Associação Argentina de Futebol (AFA) vive em uma grande crise política. Após denúncias de corrupção, o governo de Mauricio Macri decidiu intervir na entidade. O fato pode levar até a suspensão do futebol argentino em competições internacionais, já que a Federação Internacional de Futebol (Fifa) não aceita a interferência de governos nas entidades esportivas nacionais.

 

(Fonte Agência Brasil)

 

Michael Phelps ganha 21ª medalha de ouro em olimpíadas

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O multi medalhista na natação Michael Phelps conquistou sua segunda medalha de ouro nos jogos do Rio de Janeiro e sua 21ª em olimpíadas com a vitória da equipe americana no revezamento 4×200 metros, na noite de ontem (9). Na mesma noite de ontem ele também conquistou os 200 metros borboleta. Com as duas conquistas ele amplia seu recorde histórico de vitórias em olimpíadas.

O título elevou o total de medalhas do nadador a 25 e também ajudou seu companheiro de equipe Ryan Lochte a chegar a 12 medalhas, número que só Phelps ultrapassa se considerados todos os nadadores e nadadoras da história.

Os Estados Unidos venceram esta prova em sete das últimas nove edições dos jogos olímpicos, e a equipe contava também com os nadadores Conor Dwyer e Townley Haas, que fez o melhor tempo da equipe, de 1:44.14.

Os britânicos ficaram na segunda posição e os japoneses, na terceira.

Mais cedo, com a vitória nos 200 metros borboleta, Phelps também se tornou o nadador mais velho da história a vencer uma prova individual, com 31 anos e 40 dias.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Brasil vence Argentina no vôlei feminino

 

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A seleção brasileira feminina de vôlei não tomou conhecimento da Argentina e, com placar de três sets a zero, conquistou na noite de hoje (8) a segunda vitória na competição. Com parciais de 25 a 16, 25 a 15 e 25 a 11, a seleção não deu chances para as argentinas.

Com o jogo praticamente decido, o técnico José Roberto Guimarães aproveitou o terceiro set para colocar as reservas em quadra.

Na caminhada em busca do tricampeonato olímpico, as meninas do vôlei, que venceram na primeira rodada a seleção de Camarões, voltam à quadra na quarta-feira (10), às 22h35, contra o Japão.

O Brasil está na Chave A, que tem, além de Argentina, Camarões e Japão, Rússia e Coreia do Sul.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Judoca Rafaela Silva ganha primeira medalha de ouro para o Brasil

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A judoca brasileira Rafaela Silva derrotou a atleta Dorjsürengiin Sumiya, da Mongólia, na final na categoria até 57 quilos feminino. É a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Rafaela Silva venceu o ouro na categoria até 47kg

Rafaela Silva venceu o ouro na categoria até 47kg

Com um wazari sobre a oponente, Rafaela conquistou 10 pontos e soube administrar a luta até o final, com o apoio da torcida brasileira.

Nas disputas de hoje (8), Rafaela já havia vencido a romena Corina Caprioriu, a alemã Myriam Roper, a sul-coreana Kim Jandi e a húngara Hedvig Karakas. A portuguesa Telma Monteiro venceu por um yuko a romena Corina Caprioriu e ficou com a medalha de bronze.

Rafaela Silva é carioca, tem 24 anos, e cresceu na comunidade Cidade de Deus. Começou a praticar judô com 5 anos, em uma academia na rua de sua casa. Aos 8 anos, entrou no Instituto Reação, no Rio de Janeiro.

Em 2011, ganhou a medalha de prata nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México e, em 2015, conquistou a de bronze no Pan de Toronto. Também foi vice-campeã mundial em Paris 2011. Na Olimpíada de 2012, em Londres, Rafaela foi desclassificada pelos juízes na segunda rodada por um golpe ilegal,foi vítima de racismo.Com a medalha de ouro no peito, Rafaela Silva admitiu que a vitória foi uma resposta aos críticos.

“Com certeza é uma reposta. Falaram que judô não era pra mim, que eu era uma vergonha para a minha família e que lugar de macaco era na jaula e não na Olimpíada. Agora pude provar pra eles que estou entre as melhores na minha categoria”, afirmou em tom de desabafo, repetindo frase que disse após o título de 2013.

Rafaela conquistou a medalha de ouro no Mundial de Judô de 2013, prata no Mundial de 2011 e bronze no World Masters de 2012.

Rafaela também agradeceu o apoio psicológico que teve nos últimos anos depois de pensar em abandonar o esporte. Depois do mundial em 2013, ela caiu de rendimento nos dois anos seguintes e mesmo assim teve forças para conseguir a vaga no Rio 2016.

“Conheci uma coach que é a Leo Salgado, que trabalha como voluntária no Instituto Reação. Comecei a fazer o trabalho com ela e gostei. Ela me fez uma simples pergunta, se eu me imaginaria fora do judô depois de dois anos, e aí que caiu a minha ficha e eu voltei a treinar”, afirmou.

A primeira brasileira campeã olímpica em casa agora espera que o resultado motive principalmente as crianças da Cidade de Deus, comunidade onde nasceu e foi criada.

“As crianças não têm muito objetivo na Cidade de Deus. Não temos muito apoio. Se uma criancinha tem um sonho, tem que acreditar, tem que batalhar, mesmo que demore. Eu não consegui realizar meu sonho em Londres, mas quatro anos depois eu consegui”, finalizou.

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Seleção brasileira feminina de rugby venceu a Colômbia por 24 a 0

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A seleção brasileira feminina de rugby venceu a Colômbia na tarde de hoje (7) por 24 a 0. A partida abre as semifinais pelo 9º lugar que podem garantir às tupis uma vaga na Série Mundial de Sevens Feminina 2016-17.

Mantendo a invencibilidade contra as colombianas, com a décima vitória em dez jogos oficiais, as brasileiras começaram a partida dominando o placar já com 5 a 0.

A vaga no circuito será definida às 13h de amanhã (8), quando as brasileiras enfrentam a seleção do Japão. As asiáticas que venceram hoje o Quênia, perderam mais cedo a disputa para as brasileiras, o que garantiu ao Brasil o terceiro lugar no grupo C e a luta pelo 9º lugar geral do Torneio Olímpico.

Quem conseguir a vaga garantirá a participação dos torneios do circuito ao lado da Austrália, Nova Zelândia, Fiji, do Canadá, dos Estados Unidos, da Inglaterra, França, Espanha, Rússia e Irlanda.

Brasil empata com Iraque

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A seleção brasileira de futebol masculino  empatou  em 0 a 0 com o Iraque. O time comandado por Neymar foi incapaz de superar a defesa do time do Oriente Médio e, por pouco, não saiu derrotado do estádio Mané Garrincha, em Brasília. O time iraquiano chegou a colocar uma bola na trave do time brasileiro ainda no primeiro tempo.

Coreia do Sul ganha ouro no tiro com arco feminino

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Uma das maiores hegemonias dos Jogos Olímpicos foi confirmada neste domingo (7), no espaço do Sambódromo, no Rio de Janeiro. Pela oitava vez consecutiva, o time sul-coreano feminino de tiro com arco ficou com a medalha de ouro na prova por equipes. Na final, a Coreia do Sul derrotou a Rússia por 5 a 1 para levar o campeonato olímpico mais uma vez para o outro lado do mundo. O bronze ficou com a seleção de Taipei, que venceu as arqueiras da Itália por 4 a 2.

Desde que as mulheres passaram a competir na prova coletiva do tiro com arco, justamente em Seul, capital da Coreia do Sul, em 1988, o país foi à final e ficou com o título de todas as edições seguintes. Desde que o sistema de combates foi implantado, em Barcelona, na Espanha, em 1992, jamais o time da Coreia do Sul perdeu um combate. São 24 anos de invencibilidade em Jogos Olímpicos.

No Rio de Janeiro, a Rússia chegou às finais pela primeira vez na história, e tentou desafiar a hegemonia da potência do tiro com arco. Em vão: as campeãs olímpicas sobraram e somaram 165 pontos nos três sets, contra 151 pontos alcançados pelas russas.

 

 

(Fonte EBC)

Britânico Adam Peaty bate recorde mundial na prova de 100m peito

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O nadador britânico Adam Peaty bateu o recorde mundial na prova de 100 metros nado peito, ao completar a prova em 57,13 segundos na noite de hoje (7). Peaty levou o ouro, a prata ficou com Cameron Van Der Burgh, da África do Sul, e o bronze com o americano Cody Miller.

Os brasileiros João Luiz Gomes Junior e Felipe França ficaram em 5º e 7º lugar na prova, respectivamente.

Nos 400 metros livre feminino, a americana Kathleen Ledecky também bateu o recorde mundial ao completar a prova com 3 minutos, 56,46 segundos, levando a medalha de ouro. A prata ficou com a britânica Jazz Carlin e o bronze com a também americana Leah Smith.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Saiba as regras do basquete nos Jogos Olímpicos

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O basquete está no calendário dos Jogos Olímpicos desde a edição de 1936 (disputada em Berlim, na Alemanha). Inicialmente, apenas os homens competiam. O basquete feminino entrou nas Olimpíadas em 1976, em Montreal, no Canadá. Os Estados Unidos são os maiores vencedores tanto no masculino quanto no feminino. Na história do basquete olímpico, o Brasil ganhou cinco medalhas: uma prata no feminino em 1996 e quatro bronzes na modalidade masculina.

Por ser um esporte coletivo, seis medalhas estão em jogo no basquete (três no masculino e três no feminino). Neste ano, as competições do basquete começam no dia 6 e vão até o dia 21 de agosto. Nas Olimpíadas, 12 equipes masculinas e 12 equipes femininas participam da competição. No Rio 2016, as partidas dos homens serão na Arena Carioca 1, na Barra da Tijuca, enquanto as mulheres jogarão na Arena da Juventude, em Deodoro.

As regras do basquete olímpico são as seguintes: dois times de cinco jogadores disputam as partidas. As substituições são permitidas a todo momento. Ao todo, sete jogadores podem ficar no banco. A pontuação é contada por cestas. Lances livres, cobrados após infrações, valem um ponto. Cestas de dentro da área (que mede 6m75), valem dois pontos. Cestas de fora da área valem três pontos. A equipe que ao final dos quatro tempos de dez minutos fizer mais pontos será vencedora. A quadra de basquete mede 25x15m.

A fórmula da competição do torneio olímpico será idêntica na modalidade masculina e feminina. Doze times estão divididos em dois grupos de seis. Os quatro melhores de cada grupo vão para o mata-mata. As quartas de final são definidas por cruzamento olímpico (o primeiro de um grupo joga contra o quarto de outro. Segundo e terceiro colocados se enfrentam). Os vencedores disputam as semifinais. Os vencedores das semifinais disputam a medalha de ouro. Os perdedores disputam o bronze.

O basquete passou a valer medalha nos Jogos de Berlim 1936 e de lá pra cá, os Estados Unidos somam 21 ouros, sendo 14 no masculino e sete no feminino. O Brasil foi vice-campeão entre as mulheres em Atlanta 1996 e quatro vezes medalha de bronze.

O basquete é gerido pela Fiba (Federação Internacional de Basquete). No Brasil, o responsável é CBB (Confederação Brasileira de Basquete).

(Fonte Portal EBC)