Arquivo da categoria: Entretenimento

Vestido de Lupita Nyong’o, com 6 mil pérolas, avaliado em US$150 mil é furtado de hotel

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O famoso vestido que Lupita Nyong’o, atriz de “12 anos de escravidão”, usou na cerimônia do Oscar 2015 foi furtado de seu quarto de hotel. As informações são do site TMZ.

Fontes policiais disseram ao site que o vestido, que tem 6 mil pérolas e está avaliado em US$ 150 mil, foi levado do quarto que Lupita ficou no London West Hollywood.

O vestido é feito pelo brasileiro Francisco Costa, que vive nos Estados Unidos desde os anos 1990 e é diretor criativo da Calvin Klein.

Em depoimento à polícia, a própria atriz afirmou que a roupa sumiu de seu quarto em algum momento entre 8h e 9h da manhã de terça-feira (24/02), enquanto ela estava fora. Policiais estão verificando as câmeras de segurança do hotel para encontrar o ladrão.

Madonna leva tombo durante show no Brit Awards 2015

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Madonna levou um tombo espetacular em pleno palco durante sua apresentação, nesta quarta-feira (25/02), no Brit Awards 2015. O show era o último do evento, que aconteceu na O2 Arena, em Londres, capital da Inglaterra.

Em seguida, fãs postaram em redes sociais vídeos com a queda (cliquei aqui para assistir).

No momento do acidente, a cantora americana cantava a música “Living for love”. Ela estava sobre uma pequena escada que ligava dois patamares do palco quando sua capa parece ter se enroscado. De costas, Madonna “voou” sobre os últimos degraus e caiu.

Ronaldinho Gaúcho posta foto com 13 mulheres no réveillon ganha repercussão na imprensa internacional

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Ronaldinho Gaúcho é sempre notícia, quando aparece cercado por belas mulheres o craque ganha mais destaque. Após publicar uma foto do seu réveillon, ao lado de 13 mulheres, no primeiro dia do ano de 2015, o meia virou notícia na imprensa internacional.

A repercussão foi a mesma quando, há um ano, o craque apareceu com cinco mulheres deitadas com o bumbum para cima numa piscina.

Filme ‘Hoje eu quero voltar sozinho’ fica fora da disputa do Oscar 2015

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O filme brasileiro Hoje eu quero voltar sozinho, do diretor Daniel Ribeiro, ficou fora da disputa de melhor filme estrangeiro do Oscar 2015, informou a Academia de Holywood. O longa não está entre os nove finalistas divulgados nesta sexta-feira (19). O filme narra a história de Leonardo, um adolescente cego que precisa lidar com as limitações e a superproteção da mãe. A chegada de Gabriel, um novo aluno em sua escola, desperta sentimentos até então desconhecidos pelo personagem. O filme teve estreia mundial no Festival de Berlin, em Fevereiro. Lá, ganhou o prêmio de melhor longa para um filme com temática LGBT

Empresa cria cueca para quem quer fritar bacon seminu.

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A J&D Foods, empresa que cria diversos produtos com base no bacon, criou uma verdadeira armadura para quem, por algum motivo, gostaria de fritar bacon seminu. Feita com uma capa de plástico recheada com espuma, o produto “é a melhor proteção genital contra queimaduras de banha”, de acordo com Justin Esch, um dos fundadores da empresa, em entrevista ao jornal britânico The Huffington Post. Pode parecer brincadeira, mas Dave Lefkow, outro fundador da J&D Foods, garantiu que a peça é real, e custa em torno de R$ 38. Outros produtos inovadores idealizados pela empresa com base no bacon incluem camisinha sabor bacon, lubrificante e creme de barbear à base do suíno.

Japoneses acusam filme de Angelina Jolie,Invencível de racismo e quer bani-lo do Japão

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Um grupo conservador do Japão está acusando o novo filme de Angelina Jolie, Invencível, de racismo e quer bani-lo do país. De acordo com o site do jornal britânico The Telegraph, o longa e o livro em que foi baseado, Invencível – Uma História de Sobrevivência, Resistência e Redenção, de Laura Hillenbrand, se tornaram alvo de queixas por cenas em que o atleta olímpico americano Louis Zamperini é torturado por japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial. Sete anos após competir na Olimpíada de Berlim, em 1936, Zamperini se alistou no Exército dos Estados Unidos. Na guerra, sofreu um acidente com o avião da Força Aérea Americana, que caiu no meio do Oceano Pacífico. Após sobreviver em um bote salva-vidas por 47 dias, ele acabou capturado pelos inimigos japoneses. Tanto o livro como o filme descrevem ações de crueldade de soldados orientais contra os inimigos capturados, que eram agredidos, queimados, esfaqueados, decapitados e até comidos vivos em atos de canibalismo. “É pura invenção. Não há checagem nenhuma, então qualquer um pode fazer essas denúncias”, disse à publicação o secretário-geral do grupo nacionalista Sociedade pela Difusão dos Fatos Históricos, Hiromichi Moteki. “Esse filme não tem credibilidade alguma e é imoral.” Nas redes sociais, Angelina está sendo acusada de “discriminação racial” e de difamar o Japão. Os críticos mais exaltados pedem que ela seja banida do país e outros organizam protestos em frente a salas de cinema que exibem o filme. Além disso, uma petição no site Change.org, que acumula até o momento 8 000 assinaturas, pede que o filme saia de cartaz pelo fato de ser “contraditório aos fatos”. Ao mesmo tempo, ativistas insistem para que os japoneses encarem seu passado. “Existe uma série de documentos que comprovam o abuso e as torturas contra prisioneiros de guerra, além de testemunhas visuais e provas forenses de canibalismo com soldados”, afirmou a diretora do centro de pesquisas Asia Policy Point, Mindy Kotler. “É ultrajante e repreensível negar o que aconteceu a Louis Zamperini.” Com roteiro dos irmãos Joel e Ethan Coen, vencedores do Oscar por Onde os Fracos Não Têm Vez e Fargo, Invencível estreia no Brasil em 15 de janeiro de 2015.

O filme “Invencível” é baseado no best seller “Unbroken: A World War II Story of Survival, Resilience, and Redemption” de Laura Hillenbrand.

Publicado em 2010, o livro relata a história do campeão olimpico e herói da segunda guerra mundial Louie Zamperini (Jack O’Connell) que, com outros dois camaradas, sobreviveu durante 47 dias numa jangada à deriva no Oceano Pacífico após o avião em que seguiam ter sido abatido. O trio acabou por ser capturado pela marinha japonesa e conduzido a um campo de prisioneiros de guerra.

“Unbroken” esteve na lista de livros mais vendidos do New York Times durante 108 semana, 14 das quais em primeiro lugar. A obra foi ainda escolhida como livro do ano, na categoria de não-ficção, pelo Los Angeles Times.

“Li o brilhante livro de Laura Hillenbrand e fiquei muito emocionada pela heróica história de Louis Zamperine, comecei desde logo a lutar pela oportunidade de fazer este filme”, disse Angelina Jolie a propósito da adaptação de “Unbroken” ao grande ecrã.

Será a segunda longa-metragem de ficção assinada por Jolie, depois do drama sobre a guerra na Bósnia “Na Terra de Sangue e Mel”, em 2011.

 

Google Play remove jogo de aplicativos que promove “caça aos gays”

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Um jogo chamado “Ass hunter” foi removido no último fim de semana do Google Play, loja de conteúdos do sistema Android, do Google. De caráter homofóbico, o aplicativo consistia em atirar em gays. Na área de descrição, o desenvolvedor usou a expressão “jogue e não seja gay” para definir o game. Segundo o blog norte-americano “Mashable”, o game “Ass hunter” existe há mais de uma década em sites desenvolvidos em flash e apareceu na loja do Google em novembro. No game, os jogadores controlam um caçador armado com uma arma. O objetivo é acertar pessoas nuas e homossexuais. Caso não consiga eliminar os alvos, um homem nu salta sobre o caçador e sobe uma nuvem de poeira. Aplicativos para o sistema Android não passam por um processo de aprovação antes de ser disponibilizado para os dispositivos. Ao submeter um programa na loja do Google, os desenvolvedores devem concordar com os termos do Google. Na loja de aplicativos da Apple, o sistema para liberação de um programa pode demorar uma semana. Na página de desenvolvedores para a plataforma Android, o Google ressalta que não permite conteúdos contra grupos baseado em suas raças, origem étnicas, religião e orientação sexual.

Série da TV Brasil Internacional ganha prêmio do Acnur

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A série de reportagens Refugiados na América Latina: a Saída É a Fuga, da TV Brasil Internacional, é a ganhadora do concurso jornalístico lançado pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) por ocasião do trigésimo aniversário da Declaração de Cartagena sobre Refugiados. O resultado, que será oficialmente divulgado amanhã (21), foi antecipado hoje (20) pelo representante do Acnur no Brasil, Andrés Ramirez.

A série de reportagens foi exibida na TV Brasil Internacional no período de 27 a 31 de outubro e no Repórter Brasil da TV Brasil, edição noite, de 3 a 7 de novembro. Além da série, o grupo produziu o documentário A Saída É a Fuga, cuja pré-estreia ocorreu esta noite, no Centro Universitário Iesb, em Brasília. O documentário será apresentado no dia 30 deste mês, às 23h, na TV Brasil.

A ideia para a produção surgiu em um almoço em que Max Gonçalves, Gerente de Produção e Programação da TV Brasil Internacional, encontrou-se com Ramirez. A intenção era ter os refugiados como protagonistas e contar um pouco das muitas histórias que habitam os mais diversos países latino-americanos. As filmagens foram feitas em 20 dias em São Paulo e Brasília, na Nicarágua, no Equador e México.

São retratados refugiados de diversos países, entre eles, do Iraque, Congo, de Honduras e El Salvador. Todos vítimas de algum tipo de perseguição. Os relatos deixam claro que eles não queriam deixar o país de origem, e tiveram de fazê-lo para preservar a própria vida e a da família. O filme foi dirigido por Leandro Rolim e Paulo Leite, ambos da TV Brasil Internacional, com fotografia de Rogerio Verçoza.

“[A produção] é um grande testemunho do que ocorre hoje em algumas regiões da América Latina. Eles visitaram lugares remotos, em condições complicadas, e para nós é importante ter tido a oportunidade de ter contribuído. Um elemento fundamental é que os refugiados são os protagonistas, isso é fundamental”, disse Ramirez ao destacar que é evidenciada a situação vivida na América Central, na Guatemala, em Honduras e El Salvador, em que gangues do narcotráfico têm grande poder e restringem as liberdades individuais com ameaças, assaltos e assassinatos.

Também presente no pré-lançamento, o diretor do Departamento de Estrangeiros do Ministério da Justiça, João Guilherme Granja, disse que o Brasil recebe um número crescente de refugiados e que a questão gera cada vez mais debates internos sobre políticas e sobre garantia de direitos. Para ele, a produção mostra “como o tema pode cada vez mais ser estendido e melhor aplicado pelos países que fazem parte da região e que podem oferecer voz e abrigo a pessoas que não encontram amparo para expressar partes essenciais da sua identidade e não conseguem ser protegidas pelos suas nações de origem”.

A Declaração de Cartagena, que completa 30 anos em 2014, é um instrumento regional adotado em 1984, na cidade de Cartagena das Índias, na Colômbia. A declaração ampliou a definição de refugiado contida na Convenção de 1951 das Nações Unidas sobre o Estatuto do Refugiado, incluindo pessoas que foram forçadas a fugir de seus países.

 

 

(Agência Brasil)

Exposição Djanira vai inaugurar Espaço Cultural dos Correios em Niterói

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O centenário do Palácio dos Correios Niterói será comemorado com inauguração na noite de hoje (14) do Espaço Cultural, que vai abrigar de 17 de novembro deste ano a 21 de março de 2015, a exposição Djanira – Cronista de Ritos, Pintora de Costumes. Serão expostas 120, das 800 obras que pertencem ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA), no centro do Rio, e foram doadas pela família da pintora paulista, há 30 anos. A mostra inédita na cidade de Niterói, ex-capital do estado do Rio, vai marcar também o centenário da artista.

O público poderá ver óleos, temperas, guaches, acrílicas, gravuras, nanquins, entre outros trabalhos de Djanira produzidos entre 1940 e 1979. Na avaliação da museóloga Daniela Matera, curadora da exposição, as obras revelam a preocupação de Djanira em retratar o cotidiano do povo brasileiro, como pescadores, mineiros, trabalhadores do campo, além do lazer e do sincretismo religioso. “Ela vai dos santos católicos e os de candomblé. É genuíno. É a realidade brasileira na pintura dela”, destacou em entrevista.

Djanira gostava de viajar pelo Brasil em busca de cenas do dia a dia de pessoas nas cidades e no campo. “Ela visitava os trabalhadores de cal, ela ia para as minas de ferro para ver como era trabalho deles. Ela desceu em mina de carvão para justamente registrar isso. E era sempre temas muito curtos, como se fossem crônicas. Como se cada pintura dela contasse uma história, como crônicas de jornal sempre contando a história do povo, do homem”, disse.

Daniela Matera, que é também coordenadora técnica do MNBA, destacou que a exposição está dividida entre os trabalhos que se referem às cenas no litoral, na cidade, no lazer, no espetáculo, na devoção e no trabalho. A curadora acrescentou que vários autores tratam Djanira como uma artista primitiva, mas, na avaliação dela, a pintora não pode ser vista assim. “Tem alguns estudos na exposição que mostram que a Djanira não pode ser tratada dessa forma. Trabalhos dela, como figuras do candomblé, têm um estudo que tem um corte de outro, e pode-se ver a composição. Além disso, ela estudou no Liceu de Artes e Ofício. Ela dizia que era ingênua, mas a pintura dela não”, analisou.

Daniela disse que o público vai ver, por meio das obras da pintora, hábitos que não existem mais na vida cotidiana, como os jogadores de dominó e brincadeiras de bonecas, que foram substituídos no gosto das crianças por jogos eletrônicos e tablets. “Tem essa singularidade de mostrar um costume que não existe mais”, completou.

Djanira da Motta e Silva nasceu, em 1914, em Avaré, no interior de São Paulo. Depois de se recuperar de uma tuberculose, mudou-se ainda jovem para o Rio de Janeiro. Foi morar no bairro de Santa Teresa, no centro da cidade, onde alugou uma casa e instalou uma pensão familiar frequentada por muitos artistas da época. Após a sua morte, em 1979, o marido José Shaw da Motta, o Mottinha, doou seu acervo ao MNBA.

O Palácio dos Correios Niterói foi reaberto em 21 de março deste ano depois de passar por um processo de reforma e restauração. Além da agência dos Correios e de outros setores da empresa, a partir de hoje vai funcionar no local o Espaço Cultural, com seis salas de exposição, uma sala multicultural e uma histórica.

 

(Agência Brasil)