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Miss Bumbum RJ chama atenção dos homens em ensaio na rua

 

 

Paloma Gomes atraiu todos os olhares dos homens na tarde desta sexta-feira, 12, durante o ensaio que ela fez na Avenida Rio Branco, no Centro da cidade. A representante do Rio de Janeiro no Miss Bumbum 2013 posou  de biquini para fotos no meio do trânsito e fez vários homens entortarem o pescoço. Enquanto Paloma atravessa a faixa de pedestres, muitos ficaram a olhando e outros aproveitaram para tirar uma foto da “paisagem”.

Teatro João Caetano completa 200 anos com espetáculos gratuitos

 

Fernanda Montenegro, Paulo Autran, Bibi Ferreira, Maria Bethânia, Gal Costa. Estes são apenas alguns ícones brasileiros que passaram pelo palco bicentenário do Teatro João Caetano. Inaugurado em 12 de outubro de 1813 por D. João VI, o antigo Real Teatro de São João, completa 200 anos com uma programação gratuita e especial, a partir de amanhã.

A secretária de Cultura, Adriana Rattes, disse que ver o espaço estadual comemorar dois séculos de existência é motivo de orgulho.

– Fico feliz que o teatro chegue aos 200 anos sendo bem usado pelos artistas e pelo público. Hoje, a equipe tem orgulho de trabalhar lá” – afirmou Adriana.

Diretor do teatro há cinco anos, Daniel Dias destaca que a história da cidade se confunde com a trajetória do local.

– O Teatro João Caetano tem expostos no foyer, no segundo andar, os dois primeiros painéis modernistas da América Latina, pintados por Di Cavalcanti. Reunimos uma riqueza enorme e belíssima, que se confunde com a história da cidade e da cultura – disse Daniel.

A programação de aniversário vai contar com a premiada Companhia de Dança Débora Colker, que vai apresentar o espetáculo Nó, amanhã, às 18h, e no domingo (13/10), às 11h.

 

Confira a programação abaixo:

 

Dia 12/10 – sábado

14h – Apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Local: Largo Albino Pinheiro.

15h – Apresentação da Orquestra Sinfônica e do Coro de Câmara da Escola de Música Villa-Lobos. Local: Largo Albino Pinheiro.

15h – Início da distribuição de ingressos, na bilheteria, para o espetáculo Nó.

16h – Lançamento da Medalha Comemorativa, criada pela Casa da Moeda, e abertura de exposição sobre os 200 anos do teatro

16h30 – Apresentação do grupo de choro da Escola de Música Villa-Lobos. Local: Largo Albino Pinheiro.

18h – Sessão gratuita do espetáculo Nó.

19h30 – Apresentação da Orquestra de Música Popular da Escola de Música Villa-Lobos. Local: Largo Albino Pinheiro.

 

Dia 13/10, domingo

8h – Início da distribuição de ingressos, na bilheteria, para o espetáculo Nó, que tem sessão gratuita às 11h.

9h – Apresentação da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro. Local: Largo Albino Pinheiro.

Quadro “Monique Quer Namorar” está suspenso da Record

Imagem: Reprodução/Record

Afastada da televisão por tempo indeterminado, desde o último sábado (5), a ex-modelo Monique Evans segue em tratamento em uma clínica psiquiátrica, onde deve passar os próximos dez dias.

O quadro “Monique Quer Namorar”, que ia ao ar aos domingos no programa “O Melhor do Brasil”, da Rede Record está suspenso.

Segundo a emissora, ficará à escolha de Monique voltar ou não para a atração da Record quando ela deixar a clínica.

A ex-modelo postou foto no hospital

 

Preocupação

No dia de sua internação, no último sábado (5), a ex-modelo publicou no Instagram uma foto onde aparece em um hospital rodeada de enfermeiros. Ela aparece sem maquiagem, com a aparência cansada e os cabelos despojados.

Na ocasião, Monique tentou tranquilizou seus fãs: “No hospital com o pessoal mara! Amanhã vou pra uma clínica psiquiátrica para me tratar. Até que enfim!”, escreveu.

 

Filha do ministro da Fazenda posa nua em revista e diz que homens têm medo dela

Segundo noticias divulgadas Marina Mantega, filha do ministro da Fazenda, Guido Mantega, é a capa e o recheio de um ensaio bastante sensual da edição de outubro da revista “Status, ela afirma que as fotos foram uma oportunidade de se autodescobrir. “Este foi um ensaio de maturidade. Tenho hoje uma relação tranquila com a sensualidade. Ao ver as fotos, eu mesma me surpreendi: ‘Tenho esse corpão todo?'”. Marina afirma também não ter medo da superexposição e do assédio masculino. “Os homens têm medo de mim. Sou meio fechada, não sou de muitos risos. Por essas e por outras é que, infelizmente, estou solteira”, revela. Formada em administração de empresas, ela não foge da discussão quando o assunto é política. “Gosto de discutir política e economia, e fico uma fera quando falam mal da política econômica do governo. Mas percebo as ansiedades do meu pai, as injustiças que ele às vezes sofre. Eu tenho a mania de falar o que penso, não ia durar um dia na política”. A revista chega às bancas nesta quinta-feira (10).

Rita Cadillac admite ter feito programas

Em entrevista  nesta semana, Rita Cadillac abriu o coração e fez revelações polêmicas sobre o casamento conturbado com César Coutinho e as participações em filmes pornôs. “Casei-me aos 15 anos de idade com um homem [César Coutinho, já falecido] 10 anos mais velho que eu. E só uma semana depois é que fui fazer sexo com ele, isso porque ele me deu um porre e me estuprou. Depois ele foi preso. Roubava cartões de crédito, tinha uma gangue. Uma vez ele anunciou que iria me matar. Apontou uma arma e disse: ‘Eu vou te matar’. Eu disse: ‘Mate se você é homem’. Mas ele não conseguiu. Ele ainda me traiu com a madrinha do nosso casamento. Peguei os dois juntos e a partir desse dia ele nunca mais me tocou”, relembra.  Ainda sobre o episódio, a ex-chacrete falou como foi a vida depois do estupro. Ela ficou sozinha no mundo com um filho para criar. “Minha avó faleceu. Vi-me sozinha no mundo e fiquei apavorada. Peguei meu filho e o levei para casa da mãe do ‘falecido’, porque eu não tinha parente nenhum. Foi duro”, conta Rita que a aprtir deste dia iniciou a vida de garota de programa para sustentar o herdeiro.

“Quem me deu a ideia foi uma menina que morava comigo. Fui toda inocente, achando que era programa de televisão. Tanto é que nem teve a primeira vez, porque chorei muito. O cara olhou para a minha cara, me deu o dinheiro e disse que eu não levava jeito para ‘aquilo’. Não era a minha praia, mas mesmo assim fiquei quase um ano fazendo programas. Não me sentia à vontade. Pra mim isso sempre foi muito doloroso, mas não tenho vergonha de dizer. Assim como fiz filmes para adultos 

Durante a conversa, Cadillac revela ainda que nunca se arrepende do que fez.”De jeito nenhum.  Mas eu tinha certeza que as portas iriam se fechar, o que não aconteceu. Tanto é que depois fui chamada para fazer programas na Globo. E na verdade, não foram filmes e filmes como dizem por aí. Fiz 20 cenas, uma delas com o [Marcos] Oliver, que depois foram colocadas em “milhões” de outras produções”..
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Dilma grava participação no programa do Ratinho

 

'Não foi uma conversa política', disse Ratinho - Ed Ferreira/Estadão

O apresentador de televisão Carlos Massa, o “Ratinho” gravou participação da presidente Dilma Rousseff para o “Programa do Ratinho”, do SBT, que vai ao ar na próxima segunda-feira, 07.

A presidente Dilma reforçou recentemente sua presença na mídia. Além de gravar participação para o programa do Ratinho, na semana passada ela voltou a utilizar a sua conta no microblog Twitter, desativado desde dezembro de 2010. No retorno ao Twitter, ela desejou melhoras para o jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho, que se machucou e foi afastado dos campos.

Após o encontro desta quinta-feira, Ratinho fez questão de parar na porta do Palácio da Alvorada para tirar fotos com seguranças e turistas. Em rápida entrevista, ele informou que a presidente estava “muito feliz” e “muito otimista” com a situação do País “em função do que está acontecendo no pré-sal, que ela vai ter muito mais verba para a educação”.

As eleições de 2014 também foram assunto da conversa, mas Ratinho evitou comentar o assunto. De acordo com o apresentador, foi uma conversa “bem informal” e “pessoal”, com ele perguntando sobre o que ela gosta, que tipo de música, o que ela faz no Palácio quando está sozinha. “Não foi uma conversa política”, emendou.

O apresentador de TV disse também que Dilma falou sobre seu neto, Gabriel. Segundo Ratinho, Dilma afirmou que quando Gabriel quer mexer em alguma coisa no Palácio, ela diz que “não pode porque é do povo brasileiro” e sugere que ele mexa, então, apenas nas coisas dela. Dilma fez questão de mostrar ainda a Ratinho a capela que existe no Alvorada.

Ratinho já gravou programas com outros presidenciáveis. Estiveram em seu programa os candidatos do PSDB, Aécio Neves, da Rede – em fase crucial de criação -, Marina Silva, do PSB, Eduardo Campos, além do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele não quis responder, no entanto, quem, na sua opinião, está liderando a disputa.

Castelo de Itaipava recebe neste sábado (05/10) 1ª Imperial Oktoberfest

O Castelo de Itaipava, em Petrópolis, recebe neste sábado (05/10) a primeira Imperial Oktoberfest. A partir das 17h, atrações como banda ao vivo, DJ e buffet estarão disponíveis para o público. A versão fluminense da festa será uma recriação do Castelo de Neuschwanstein, o Castelo do Rei Luis. Com ambiente climatizado, incluindo músicas típicas alemães e também rock, os organizadores esperam receber um grande público. Quem for vestido a caráter terá entrada gratuita até as 19h.

Bandas típicas alemãs, como a Bauernband, criada em 2003 para a Bauenfest, em Petrópolis, vão espalhar som pelo jardim. A banda toca trajada tipicamente em compasso acelerado, criando releituras de valsas e polcas. Além de diversos tipos de cerveja, a Imperial Oktoberfest terá ainda tendas Absolut, Chivas, Jagermeister, vinhos, espumantes e bebidas não alcóolicas. À noite, a música se modifica e entra o clima de balada sob o comando do DJ Ricardo Brautigam.

Os quitutes levam a assinatura de uma das mais tradicionais casas de culinária germânica do Rio, a Casa do Alemão. Delícias como os famosos croquetes e sanduíches de linguiça fazem companhia com doces de chocolate. A produção é da Tag Eventos e Cool Produções. Menores de 16 anos podem entrar acompanhados dos pais, que devem permanecer na festa.

Fonte: G1

Feira reúne produtores de flores e de plantas ornamentais do Distrito Federal

Produtores de flores e plantas ornamentais do Distrito Federal expõem, até amanhã (6) no Pátio Brasil Shopping o resultado de seu trabalho na quarta edição da Festflor Brasil. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF), responsável pela organização do evento, o mercado local não se destaca em volume de produção, mas está entre os três maiores consumidores de floricultura e paisagismo do país.

A expectativa é que a feira movimente R$ 550 mil só em vendas diretas, contra R$ 350 mil registrados em 2012. A entrada é franca.

De acordo com o coordenador do Programa de Floricultura da Emater-DF, Cleyson Duval, os produtores locais suprem apenas 20% da demanda por flores e plantas ornamentais de compradores do Distrito Federal. A área plantada, de 550 hectares, não é considerada grande. No entanto, Brasília e região movimentam R$ 120 milhões por ano do plantio até a venda ao consumidor final. Trata-se do terceiro maior volume financeiro do país, atrás de Rio de Janeiro e São Paulo.

Além disso, o consumo anual per capita de flores e plantas no DF atinge R$ 39,62, número 68% superior à média nacional. Um dos motivos é o poder aquisitivo da população. “A população tem renda elevada e existem 118 embaixadas em Brasília. Todos os anos são muitas festas e casamentos”, destaca Cleyson Duval.

Segundo ele, o objetivo do Programa de Floricultura é ampliar a produção atual, a fim de que os produtores de flores e plantas se tornem autossuficientes no atendimento ao mercado interno. “Em 2007 tínhamos 57 produtores. Hoje são 131. Nosso objetivo é o desenvolvimento, queremos ampliar”, disse Duval. Para ele, apesar da pequena extensão territorial do Distrito Federal, há espaço para crescimento desse mercado.

A produção local divide-se em plantas ornamentais, flores e folhagens de corte de clima tropical, flores e folhagens de corte de clima temperado e flores e folhagens para vasos. Deste grupo, o Distrito Federal produz em maior volume as flores e folhagens tropicais. No entanto, tem conseguido desenvolver bem plantas de clima temperado, como crisântemos e boca-de-leão. “Só não dariam certo plantas que se desenvolvem em climas muito frios, como tulipa”, ressaltou Duval.

De acordo com dados da Emater-DF, a cadeia produtiva das flores e plantas no Distrito Federal reúne, além dos produtores, 90 casas de eventos, cinco atacadistas, 350 empresas de organização de festas e cerimoniais e 300 empresas de paisagismo e jardinagem. Dos 131 produtores, cerca de 90 estão expondo na Festflor. Empresas de decoração e paisagismo também participam da feira. A Festflor expõe ainda o trabalho de agricultores familiares, que vendem doces, compotas, embutidos, biscoitos e outros produtos.

 

(Agência Brasil)

Monique Evans vai se tratar em clínica psiquiátrica

Monique Evans postou no Instagram uma foto em que aparece no hospital cercada de enfermeiros, ela contou que vai se internar em uma clínica psiquiátrica. “No hospital com o pessoal mara! Amanhã vou pra uma clínica psiquiátrica para me tratar. Até que enfim!”, escreveu Monique na legenda da foto. Um pouco mais cedo, Monique colocou frases enigmáticas em seu Twitter, dizendo que estava “doidona”. A filha, Bárbara Evans, precisou interferir e entrou na rede social para acalmar os fãs da mãe.— Gente, é a Bárbara, estamos resolvendo tudo! Vamos pedir força para Deus! Vai dar tudo certo! Amo vocês todos!

Após o susto, Monique contou que foi levada ao hospital por uma prima, chegou a receber visitas e ficou com um dos filhos ao seu lado.

— Não sei quanto tempo vão pedir que eu fique na clínica psiquiátrica, mas é melhor do que ficar sozinha no quarto. Tenho esperança de melhorar.

A modelo, que fez muito sucesso na década de 1980, participou de duas edições do reality show A Fazenda, revelou que sofre de depressão e que tem dificuldades para pagar o tratamento médico..

Recentemente, Bárbara Evans, filha de Monique, venceu o reality show “A Fazenda” e ganhou um prêmio de R$ 2 milhões. Bárbara prometeu dar metade do prêmio para a mãe. Mas, de acordo com informações, ela desistiu de presentear  a mãe.

“Soube pelo Twitter que não era mais empresária dela. Da mesma maneira, ela fez quando assinou com a Playboy e com a Fazenda. Ela não me procurou para conversar sobre nada. E eu sempre fui contra a Playboy e a Fazenda”, disse Monique  . “Não sei quanto eu vou ganhar nem se eu vou ganhar. Só sei que estou indo para Búzios vender a casa de lá”, completou.

Internada em hospital, Monique Evans diz que vai para uma clínica psiquiátrica

Foto:  Reprodução Internet

Festival do Rio conta a vida de Tim Lopes

Oito longas de diversos temas estão participando da mostra competitiva de documentários na Première Brasil do Festival do Rio. Para os organizadores as produções mostram o desenvolvimento dos documentários no Brasil. Participam da competição os documentários, Histórias de Arcanjo, um documentário sobre Tim Lopes, de Guilherme Azevedo e Bruno Quintella; A farra do circo, de Roberto Berliner e Pedro Bronz; A gente, de Aly Muritiba; Cativas, presas pelo coração, de Joana Nin; Cidade de Deus – 10 anos depois, de Cavi Borges e Luciano Vidigal; Conversa com JH, de Ernesto Rodrigues; Damas do samba, de Susanna Lira; Fla x Flu, de Renato Terra.

As Histórias de Arcanjo, um documentário sobre Tim Lopes conta a trajetória do jornalista Antonino Lopes do Nascimento, que nasceu no Rio Grande do Sul, e ainda criança veio morar no Rio de Janeiro.

Arcanjo recebeu o nome de Tim Lopes,logo no início da carreira, por causa da semelhança com o cantor e compositor Tim Maia, e é considerado um dos maiores repórteres investigativos do Brasil. E foi enquanto fazia uma reportagem sobre tráfico de drogas e abuso de menores em bailes funks da Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte do Rio, que foi morto por traficantes no dia 2 de junho de 2002. Segundo as investigações da polícia, ele foi torturado e teve o corpo queimado em um forno montado no alto da comunidade pelos traficantes do Complexo do Alemão.

O roteiro do documentário é de Bruno Quintella, filho de Tim, com direção e fotografia de Guilherme Azevedo, cinegrafista que trabalhou com o jornalista em diversas reportagens de denúncias.

O que mais motivou Bruno a fazer o filme foi contar a vida do pai, mas a saudade da convivência com ele foi o ponto de partida. “Sabíamos que ele tinha sido um grande repórter do jornal impresso, no Jornal do BrasilO Globo e Placar. E mais que um repórter de polícia, ele era um repórter social. Contar a história de vida dele, pessoal e profissional, mas sob olhar do filho. A saudade como ponto de partida”, disse 

Bruno, também jornalista, revelou que para contar a história do pai, teve ajuda da mãe Sandra Quintella e da segunda mulher de Tim, Alessandra Wagner. Elas tinham extenso material sobre matérias, fotografias e arquivos. Além disso, houve pesquisas nas redações dos jornais e na Biblioteca Nacional. “A Maria Byington, nossa pesquisadora, foi fundamental nessa busca. Na época do O Repórter, jornal onde meu pai iniciou a carreira, o acervo do Custódio Coimbra e Chiquito Chaves, com exemplares da época, nos permitiu alcançar o Tim do impresso, um Tim com liberdade de criar seu estilo, que foi vital para sua carreira. Sua maneira única de fazer jornalismo: vivenciar a rua e narrar em primeira pessoa”, destacou Bruno.

O roteirista, que tinha 19 anos, quando o pai foi morto, disse que durante a realização do documentário precisou se isolar, depois de algumas filmagens. Um desses momentos foi quando chegou a um campo de futebol no alto da comunidade, onde Tim foi torturado e morto. “No campo de futebol vivi meu momento de catarse. Estava muito nervoso, confuso, e, ao mesmo tempo, aliviado. Ali pude enfrentar meu trauma, a perda de meu pai da maneira que foi. Geralmente, depois das filmagens, eu mergulhava num silêncio, num exílio interno. Me sentia exausto, não queria papo com ninguém. Mas era como libertar um prisioneiro de mim mesmo, e eu precisava de tempo para me dar conta do processo de enfrentamento do luto. Transformar esse luto numa homenagem é se dar conta que não só seu pai morreu, mas superar essa perda”, explicou.

Bruno contou que se deu conta de que fazer um filme sobre o pai era fazer também um filme sobre ele mesmo. “Isso só seria possível se, durante o processo, eu alcançasse um amadurecimento, mesmo que na marra. Contar a história do pai é uma grande responsabilidade, porque você precisa ir muito fundo nos detalhes, e isso assusta e encanta ao mesmo tempo”, completou revelando também que o documentário superou a sua expectativa.

Para ele, está sendo uma honra e grande responsabilidade apresentar a história em festivais de cinema como o do Rio, o de Paris e o de Biarritz, na França, onde ele está agora. “O filme foi muito bem recebido aqui, debates, discussões. Eles são muito interessados não só no Brasil, mas na América Latina. E a história do meu pai é sempre lembrada e respeitada por aqui, não pela morte, mas agora, também, pela vida”, concluiu.