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Governo pretender criar universidade de artes

O governo vai criar uma universidade de artes, que vai oferecer cursos de graduação e pós-graduação voltados para as artes e a cultura. De acordo com o ministro da Educação Aloizio Mercadante, a pasta, em conjunto com o Ministério da Cultura, terá 100 dias para apresentar um projeto. A universidade estará entre as quatro que o Ministério da Educação (MEC) vai criar em 2014.

“Queremos reunir na universidade todas as expressões da cultura: a música clássica, a dança clássica, a música popular, a dança popular, as artes plásticas, a pintura, a poesia, tudo em cursos de graduação, mestrado, doutorado, em uma única instituição”, disse Mercadante.

A universidade não tem lugar definido. O ministro explica que os governadores e prefeitos devem enviar propostas. “Quem apresentar o melhor espaço, o espaço mais interessante, culturalmente mais rico, a melhor arquitetura, seguramente levará o projeto. Vamos fazer uma seleção pública para a localização da universidade”, diz.

A ministra da Cultura, Marta Suplicy, acrescenta que a universidade poderá ganhar outros campi. “A universidade de artes pode começar como uma primeira e depois ser ampliada. Poderemos ter um celeiro de talentos e especializações em áreas que ainda não temos. O brasileiro é criativo, vai muito longe, mas se tiver instrumentos na jornada, poderá alcançar um grau de excelência. Pode ser um marco bastante importante para a cultura no Brasil”.

Fonte: Agência Brasil

Dirigentes municipais defendem mudanças no Plano Nacional de Educação

Dirigentes municipais defenderam mudanças no Plano Nacional de Educação (PNE), em ato realizado durante evento na Costa do Sauípe, na Bahia. Com cartazes com a frase “Cadê PNE? PNE prá Valer”, os mais de mil participantes do 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) pediram uma revisão das alterações apresentadas pelo relator da proposta no Senado Federal, senador José Pimentel (PT-CE). A Undime e outras entidades assinaram uma carta de posicionamento e pedem que o investimento público seja feito no ensino público. O parecer altera a redação aprovada na Câmara e registra “investimento público em educação”, não especificando assim que a aplicação dos recursos ocorra apenas na educação pública.

Segundo o documento, o novo texto amplia iniciativas como os programas Universidade para Todos (ProUni) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e  prevê que “a expansão de vagas se dará por eles, ou por iniciativas similares de parcerias público-privadas ainda não discutidas, o que é ainda mais preocupante e temerário, haja vista que o PNE é um instrumento do Estado brasileiro, com abrangência superior e anterior aos mandatos dos governos”.

“Queremos que seja delimitado o que significam esses programas. Delimitar o número de matrículas que temos hoje e qual deve ser a expansão. O que não pode ser feito é deixar a porta aberta”, explicou o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. A rede reúne mais de 200 grupos e entidades de todo o país e também assina a carta de posicionamento. Segundo Daniel Cara, está agendada para a próxima semana uma reunião com o ministro da Educação para discutir alterações no PNE.

Outro ponto defendido na carta é a alteração feita no prazo para a implementação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi). O texto aprovado pela Câmara dos Deputados exigia a implementação do CAQi após dois anos de vigência do PNE. O relatório entregue por Pimentel estabelece que o Ministério da Educação (MEC) terá de definir o CAQi no mesmo período.

O CAQi é um mecanismo aprovado em Conferência Nacional de Educação e pelo Conselho Nacional de Educação. Pela tabela de 2009 – ano-base do PNE –, deveriam ser investidos em um aluno na creche R$ 6.450,70. O valor supera o montante de R$ 1,8 mil investido no Nordeste por criança que cursava a etapa no período, segundo dados da Undime apresentados por Daniel Cara.

O coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação diz que a redação faz toda a diferença. “Não podemos abrir mão do CAQi. Não vale só ter o recurso, tem que ter a forma certa de aplicar esse recurso e o CAQi garante isso”. Além disso, o mecanismo é uma forma de garantir o investimento dos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na educação. Seguida a tabela de investimento por aluno, o montante a ser investido no setor alcançará a porcentagem, segundo Daniel Cara. “Mesmo supondo que sejam retirados os 10%, o CAQi é uma forma de garanti-lo.”

Ministro da Educação  declara apoio à alteração do PNE proposta pelo Senado

14/05/2013

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, manifestou , hoje (14), apoio ao parecer sobre o Plano Nacional de Educação (PNE) apresentado pelo senador José Pimentel (PT-CE) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O parecer altera a redação aprovada na Câmara e registra “investimento público em educação”, não especificando assim que o investimento ocorra apenas na educação pública.

O ministro disse que a mudança feita por Pimentel foi discutida com o Ministério da Educação e  defendeu que o investimento em educação previsto no plano não fique restrito às instituições públicas.

“Vamos definir o que é o investimento público que não seja em uma escola necessariamente pública. O Ciência sem Fonteiras, por exemplo, se estabelecermos que só vale a verba para a escola pública, eu não posso ter bolsa de estudo para mandar estudante para as melhores universidades do mundo. Isso não entra no orçamento. Precisamos ter uma visão de que o setor privado tem seu papel”, disse hoje (14) ao participar de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado.

Além do Ciência sem Fronteiras, que tem parceria com instituições privadas, Aloizio Mercadante citou também o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). “O conceito do senador Pimentel permite esse programas. O que podíamos fazer de entendimento? Vamos manter esse conceito e definir o que é investimento em educação pública, não necessariamente em escola estatal. É prioritariamente na estatal, mas não exclusivamente”, explicou.

O relator do PNE na Comissão de Assuntos Econômicos, senador José Pimentel, manteve a meta de investir 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação. Pimentel leu seu relatório sobre o PNE na sessão de hoje da comissão, mas a votação ficou para próxima semana. O plano será votado também nas comissões de Constituição e Justiça e de Educação e Cultura antes de ir ao plenário do Senado.

O PNE é um conjunto de 20 metas para a educação do país nos próximos dez anos. Entre as metas está a de alfabetizar todas as crianças até os oito anos de idade e oferecer educação em tempo integral em 50% das escolas públicas de educação básica.

Fonte  Agência Brasil

Estudantes de escolas paulistas estão sem livro didático

As aulas começaram há mais de dois meses e estudantes de redes municipais de ensino no estado de São Paulo ainda estão sem os livros didáticos. Em Embu das Artes (SP) são mais de 600 estudantes sem livros de português. Em São Bernardo, 10 mil alunos estão esperando livros de diversas disciplinas. Os números foram informados pelas secretárias de Educação dos municípios, Lucia Couto e Cleuza Repulho, que também é presidenta da União Nacional dos Dirigente Municipais de Educação (Undime).

Segundo Cleuza, a Undime está fazendo um levantamento nacional, mas a situação está mais crítica em São Paulo. “Este ano a gente está com uma dificuldade muito maior”, diz.

Os livros fazem parte do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). O número de livros que será distribuído no ano é calculado com base no número de estudantes no Censo Escolar do ano anterior. Para cobrir as matrículas excedentes, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) remete recursos para que sejam comprados 3% a mais de livros para cada estado para compor uma reserva técnica.

Esses livros são distribuídos para os governos estaduais, responsáveis pelo repasse as redes de ensino que precisem. No entanto, segundo as secretárias, a reserva de São Paulo não chegou aos municípios e o governo do estado não informa onde estão os livros.  “Solicitamos a reserva técnica, mas o estado não sabe informar sobre os livros. Este ano, foram distribuídos os livros consumíveis, o livro que a criança escreve e não precisa devolver. Tem que ser um livro por criança”, diz Lucia. Em São Bernardo, diz Cleuza, os professores tiveram que buscar uma solução paliativa. “Quando tem questão de preenchimento, mas as crianças fazem em conjunto”.

Por meio de nota, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informa que “os cerca de 800 mil livros didáticos de reserva técnica que recebeu neste ano do Ministério da Educação, por meio do Programa Nacional do Livro Didático, foram devidamente armazenados nas 91 diretorias regionais de ensino e também em um depósito da administração na Grande São Paulo”

O número é diferente do divulgado pelo FNDE. Segundo a autarquia foram entregues ao governo do estado de São Paulo 562.912 livros como reserva técnica respeitando o prazo limite para a entrega até o final de janeiro. Segundo a assessoria de imprensa da autarquia, os municípios tiveram até o dia 31 de março para informar os livros que faltam em cada rede. O FNDE está ciente dos casos e informou que vai resolvê-los.

A Secretaria de São Paulo acrescenta na mesma nota que “parte das prefeituras, entre elas as citadas pelos jornais, perdeu o prazo para requerer o material, encerrado pelo MEC em 31 de março, a pasta está utilizando a reserva técnica para auxiliar essas cidades. Neste momento, a Secretaria da Educação do Estado faz um levantamento para verificar quantos e quais municípios ainda necessitam de livros para atendê-los, por ordem de pedido, conforme a disponibilidade no estoque”.

No 14º Fórum Nacional de Dirigentes Municipais da Undime, o presidente do FNDE, José Carlos de Freitas disse que está sendo estudada uma forma de resolver o problema por meio de apoio da empresa de Correios. Além disso, um grupo técnico trabalha para encontrar uma solução que, segundo ele, pode ser enviar a reserva técnica diretamente para os municípios. “O programa do livro didático é um programa consolidado como um programa de sucesso. São 160 milhões de livros distribuídos em um pais continental como o Brasil. Evidentemente tem problemas pontuais, que representam 2% da quantidade de livros distribuídos”.

Fonte  Agência Brasil

 

Inscrições para a 3ª Olimpíada de Agropecuária estão abertas

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Estudantes de cursos técnicos em agropecuária e do eixo tecnológico recursos naturais matriculados em institutos federais de educação, ciência e tecnologia e em escolas que oferecem essa formação podem fazer a inscrição, pela internet, na 3ª Olimpíada Brasileira de Agropecuária (Obap). O período vai até 30 de junho próximo.

O público da Obap é formado por estudantes de cursos técnicos de nível médio em agropecuária, agricultura, agroecologia, zootecnia, agronegócio, agroindústria e alimentos. A competição, em três fases, terá duas etapas individuais, com testes virtuais classificatórios e eliminatórios, e uma etapa presencial. Além do desempenho individual, os participantes devem constituir equipes de três alunos para apresentar estudos de caso, sob a orientação de um professor.

A premiação consta de medalhas e troféus. A equipe vencedora ganhará viagem internacional para representar o Brasil na 8ª International Earth Science Olympiad (Ieso), a competição internacional de ciências da terra, em 2014. O país-sede ainda será definido.

De acordo com o coordenador da 3ª Obap, Eder Saconi, na primeira edição, em 2011, a competição foi vencida por uma equipe do Instituto Federal do Triângulo Mineiro, com a experiência de uma escola-fazenda sustentável. O prêmio foi uma viagem à Argentina para participação na 6ª Ieso. Em 2012, os vencedores foram os representantes do Instituto Federal do Espírito Santo, com o relato de caso sobre inovação e negócio. Essa equipe vai participar, este ano, da 7ª Ieso, em setembro, na Índia.

A Obap é promovida pelo Instituto Federal do Sul de Minas e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com apoio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) do Ministério da Educação. Na edição de 2011, foram inscritas 350 equipes de 25 unidades da Federação. Em 2012, 364 equipes de 24 unidades federativas. 

inscrição on-line deve ser feita na na página da Obap na internet. Na mesma página estão o regulamento e as etapas da competição deste ano.

Inscrições para o ENEM já ultrapassa os 1,6 milhões de inscritos

ENEM-2012

O número de candidatos a vagas na educação superior inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2013, era de 1,62 milhão até as 10 horas desta quarta-feira (15/05). Aberto na segunda-feira (13/05), o período de inscrições on-line vai até o dia 27/05, às 23h59. Não haverá prorrogação.

Para os candidatos não isentos, a taxa de inscrição, de R$ 35, deve ser paga até o dia 29. Estão isentos os concluintes do ensino médio em 2013, matriculados em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. Também não precisa pagar a taxa o participante com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

As provas serão aplicadas em outubro próximo, nos dias 26 (sábado) e 27 (domingo), com início às 13 horas (de Brasília). Os portões de acesso aos locais de provas serão abertos às 12 horas e fechados às 13 horas, também de acordo com o horário de Brasília. Será proibida a entrada do participante que se apresentar após o fechamento dos portões.

O Enem, que avalia o desempenho escolar e acadêmico do estudante ao fim do ensino médio, é aplicado em todos os estados e no Distrito Federal. O resultado no exame permite ao candidato a participação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior.

O desempenho no Enem é também requisito para participação do estudante nos programas Universidade para Todos (ProUni) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem.

Título de doutor passa a ser exigido para novos professores para universidades federais

A titulação de doutor passa a ser requisito, a partir de agora, para ingresso na carreira do magistério superior. É o que determina medida provisória editada pelo governo federal, alterando a Lei nº 12.772, de 28 de dezembro de 2012, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreiras e Cargos de Magistério Federal. Os concursos públicos terão como requisito de ingresso o título de doutor na área pretendida.

O texto da MP determina que as universidades federais poderão dispensar a exigência do título de doutor, quando se tratar de áreas de conhecimento ou localidade com grave carência de detentores de titulação acadêmica de doutor. Neste caso, poderão ser aceitos mestres, profissionais com especialização ou diploma de graduação. A decisão será fundamentada pelos conselhos superiores das universidades.

As alterações nos requisitos de acesso a cargos públicos realizadas pela MP não produzem efeito para os concursos cujo edital tenha sido publicado até 15 de maio deste ano.

O texto da MP foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira, 15.

Faetec oferece vagas para cursos técnicos e superiores

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Segundo a Subsecretaria de Comunicação Social do Estado do Rio Fundação de Apoio à Escola Técnica, vinculada à Secretaria de Ciência e Tecnologia, está com inscrições abertas para mais de 4 mil vagas em cursos de Ensino Técnicos de Nível Médio, e Tecnólogos (Nível Superior), sendo todas para ingresso no segundo semestre deste ano. Os interessados em participar podem fazer o cadastro no site da Fundação (www.faetec.rj.gov.br), até o dia 27 deste mês.
Ao todo, são 4.093 mil vagas para diversos cursos, sendo mais da metade voltada somente para os cursos Técnicos de grande necessidade para o mercado, como Edificações, Mecânica, Eletrônica, Petróleo e Gás, Informática, Enfermagem, Segurança do Trabalho e Administração.
Por apresentarem conteúdo mais prático e também pela curta duração (de um ano e meio aproximadamente), os cursos Técnicos formam profissionais preparados para ingresso imediato no mercado de trabalho.

– Essa é uma boa oportunidade para os jovens terem uma profissão assim que saírem do Ensino Médio. É um ensino de qualidade, gratuito e que pode garantir uma boa colocação no mercado de trabalho – ressalta o presidente da Faetec, Celso Pansera.

Na modalidade Subsequente, para quem já concluiu o Ensino Médio e retorna para fazer apenas o Técnico, são 2.960 oportunidades. Já a Concomitância Externa, segmento em que o aluno precisa estar matriculado no Ensino Médio em outra instituição de ensino e fará somente o Técnico na Faetec, será oferecida somente no Centro de Educação Tecnológica e Profissionalizante (Cetep) Paracambi, com 30 vagas em Informática.

Há, ainda, as Especializações em Saúde da Família e em Enfermagem do Trabalho, que somam 105 oportunidades. A Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena traz 30 vagas no curso de Arte Dramática, que tem duração de dois anos e meio.

Para aqueles que desejam fazer o Ensino Superior, são 608 vagas nos seguintes cursos Tecnólogos: Tecnologia em Análise de Sistemas Informatizados, Sistemas de Informação, Informação e Comunicação, Processos Gerenciais, Logística, Gestão Ambiental e Pedagogia. Esses são oferecidos nas Faculdades de Educação Tecnológica do Estado do Rio de Janeiro, no Instituto Superior de Educação (Iserj) e no Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (Isepam), em Campos dos Goytacazes.

Além disso, há também 360 oportunidades para o Programa Nacional de Integração da Educação Profissional com a Educação Básica na Modalidade de Jovens e Adultos (Proeja).

 

Isenção de taxa

 

Os candidatos que não tiverem acesso à internet podem recorrer a uma das 91 unidades da Faetec Digital, que disponibilizam gratuitamente o serviço de segunda a sexta-feira (dias úteis), das 10h às 17h. A apresentação do CPF é necessária para o cadastro.

A taxa de inscrição será cobrada para todos os cursos, exceto os do Proeja. Ao término do cadastro, será emitido um boleto de R$ 33,90, cujo valor pode ser quitado em qualquer agência bancária até a data do vencimento.

Isenção: A isenção da taxa, para quem comprovar insuficiência de recursos financeiros, poderá ser concedida por meio da apresentação de documentação solicitada no edital. O pedido poderá ser feito somente até a próxima quarta-feira, dia 15.

Processo seletivo: A disputa será decidida por meio de provas objetivas, no dia 23 de junho (domingo). Serão cobrados conteúdos de Língua Portuguesa, Matemática e, para algumas modalidades, também haverá Conhecimentos Específicos e/ou Redação, a fim de avaliar a compreensão e interpretação de textos, o raciocínio intuitivo e indutivo, e as estratégias para a resolução de problemas.

As únicas exceções são para aqueles que estiverem concorrendo às oportunidades do Proeja e da ETET Martins Pena. O sorteio das vagas do Proeja está marcado para 15 de junho. Já os candidatos da Martins Pena realizarão o teste de habilidade específica nos dias 22 e 23 do mesmo mês, sábado e domingo.

Começam hoje (13/05) inscrições para o Enem

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 Começam nesta segunda-feira (13/05) às 10h, As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)e vão até o dia 27 de maio. Os interessados em fazer a prova devem se inscrever pelo site www.mec.gov.br .   O exame será aplicado nos dias 26 e 27 de outubro em todos os estados e no Distrito Federal.

O Enem é voltado para aqueles que já concluíram ou vão concluir o ensino médio até o fim de 2013, mas pode ser feito também por quem quer apenas treinar para a prova. O resultado no exame é usado no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas de educação superior. Além disso, uma boa avaliação no Enem é também requisito para participação do estudante nos programas Universidade para Todos (ProUni) e Ciência sem Fronteiras e para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Para fazer a inscrição, o candidato deve ter em mãos os números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e do documento de identidade. Será cobrada uma taxa de R$ 35 que deve ser paga até o dia 29 de maio. Estudantes que concluírem o ensino médio em escolas públicas no ano de 2013 e participantes com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo estão isentos da taxa de inscrição. Aqueles que solicitarem a isenção deverão dispor dos documentos que comprovem a renda.

O participante que precisa de atendimento diferenciado ou específico deverá informar a necessidade no ato da inscrição. O atendimento diferenciado é prestado a pessoas com deficiência visual, auditiva, física e mental, dislexia, déficit de atenção, autismo ou outra necessidade especial. O atendimento específico é oferecido a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e aos sabatistas que, por motivo religioso, não podem ter atividades aos sábados, no período diurno.

Os estudantes maiores de 18 anos que ainda não obtiveram a certificação do ensino médio podem fazê-lo por meio do Enem. Eles devem pedir, na inscrição, que o resultado do exame seja usado para a certificação. Também devem indicar uma das instituições certificadoras que constam no edital do exame.

Ao finalizar a inscrição, o participante deve verificar se ela foi concluída com sucesso e guardar o número e a senha. É com essas informações que o candidato poderá acompanhar o processo de inscrição e, além disso, consultar e imprimir o cartão de confirmação. Caso esqueça ou perca a senha, o candidato poderá recuperá-la pelo endereço http://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricaoEnem. Alterações nos dados cadastrais, na cidade de provas e na opção de língua estrangeira são permitidas apenas até o fim do período de inscrição.

Só depois que o aluno fizer o pagamento a inscrição será confirmada. No caso de isenção, isso ocorrerá após comprovados os dados fornecidos. Depois dessa etapa, o participante receberá em casa o cartão de confirmação de inscrição, que terá um número, assim como a data, hora, o local de realização das provas, a opção de língua estrangeira e outras informações específicas.

O exame tem uma redação e quatro provas objetivas. Cada uma contém 45 questões de múltipla escolha. No primeiro dia, os inscritos farão provas de ciências humanas e da natureza, com duração de quatro horas e 30 minutos. No segundo dia, as provas aplicadas serão de linguagens e códigos, matemática e redação, com duração de cinco horas e 30 minutos.

Segundo o Ministério da Educação, o Enem 2013 será mais rigoroso que a edição de 2012. Ao anunciar as mudanças no edital, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, fez um pedido: “Apelo para aqueles que se inscreverem para que realmente façam o Enem. Os custos levam em conta os inscritos e temos tido uma diferença importante”. No ano passado, foram 5,8 milhões de inscritos. Desses, 4,3 milhões fizeram a prova.

Fonte: Agencia Brasil

No Enem 2013 redações com inserções indevidas serão zerada

 

O Ministério da Educação fez alterações no edital deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tornando-o mais rigoroso. Uma das medidas é que as redações com inserções indevidas serão zeradas. Outra mudança prevê que serão aceitos apenas desvios gramaticais excepcionais e que não caracterizem reincidência. Antes, eram permitidos “escassos” desvios.

A correção das redações será mais rígida. A expectativa é que uma a cada três redações irá para um terceiro corretor, antes o índice era aproximadamente 21%. Isso ocorrerá quando houver uma discrepância de mais de 100 pontos entre as notas dos dois primeiros corretores. No ano passado, a discrepância tinha que ser de mais de 200 pontos para que fosse encaminhada a um terceiro avaliador.

O edital também prevê maior rigor para os corretores, que terão mais horas de capacitação e serão acompanhados e avaliados. Eles poderão ser dispensados inclusive durante a correção.

Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, as mudanças foram implantadas porque as regras aplicadas anteriormente não mostraram resultado satisfatório. Apesar do maior rigor, sobre as questões gramaticais, Mercadante diz que caberá à banca considerar o erro uma exceção ou não. “A regra é clara, mas a interpretação do juiz nem sempre é um consenso. Tem um grau que compete à banca, não tem como prever o grau que será aceito ou não. O que podemos dizer é que será mais rigoroso”, diz.

Ele explicou também que tanto para a nota máxima na redação, que é mil, quanto para erros gramaticais considerados exceção será preciso uma justificativa dos avaliadores.

Outra novidade é que será divulgado no cartão de inscrição um telefone pelo qual candidatos com alguma condição especial (gestantes, pessoas com deficiência) serão orientados. Essa edição trará também dois modelos de prova com letra maior – uma com fonte tamanho 18 e outra 24.

Os candidatos com renda mensal per capita de até 1,5 salário mínimo estão isentos da taxa de inscrição. Antes, eram isentos apenas aqueles com renda de até um salário mínimo per capita. Os estudantes de escolas públicas continuam sem ter de pagar pela inscrição.

Mercadante desmente a intenção de cobrar a taxa daqueles que faltarem à prova, mas ressalta que o gasto é calculado pelo número de inscrições. “Apelo para aqueles que se inscreverem para que realmente façam o Enem. Os custos levam em conta os inscritos e temos tido uma diferença importante”. No ano passado, foram 5,8 milhões de inscritos. Desses, 4,3 milhões fizeram a prova.

As inscrições começam na próxima segunda-feira (13) até e vão até o dia 27 de maio. Os candidatos podem pagar a taxa de inscrição até o dia 29 de maio. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro. Os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília).

Fonte Agência Brasil

Estudantes receberão bolsas de pós-graduação com valores reajustados a partir deste mês

 

A partir deste mês, estudantes passam a receber as bolsas de pós-graduação com os valores reajustados. Para os alunos, mesmo com o aumento, o valor é insuficiente para pagar as contas, ter condições de viajar, apresentar trabalhos, comprar livros e se dedicar exclusivamente à pesquisa. Entidades que atuam no setor pedem melhores condições, mas a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) diz que tem que optar entre aumentar o valor ou a quantidade de bolsas e beneficiar mais estudantes.

A Associação Nacinal dos Pós-Graduandos (ANPG) quer  maior valorização das bolsas, cujos reajustes recentes apenas cobriram parte das perdas inflacionárias e não significaram ganho real. Os estudantes reivindicam um índice de reajuste que garanta a constante valorização das bolsas e a diferenciação dos valores por estado, de forma que o que ganham seja suficiente para o sustento nas localidades que escolherem.

O vice-presidente da Regional Centro-Oeste da ANPG, Fábio Borges, diz que o aumento que passam a receber este mês é uma conquista, mas está aquém da necessidade dos estudantes. “Ainda está aquém do que deveria ser a pesquisa e a pós-graduação no Brasil, e o problema se intensifica com as desigualdades do custo de vida em diferentes regiões. Uma coisa é viver em Brasília, outra é viver no Recife e outra no interior do Espírito Santo. As assimetrias regionais deveriam ser consideradas ao se pensar o valor das bolsas”.

Segundo o último levantamento, em 2012 foram 77,9 mil bolsas de pós no país ofertadas pela Capes. Somadas ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, foram 127 mil ofertadas em todas as modalidades. Pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foram cerca de 81 mil bolsas oferecidas em todas as modalidades no mesmo ano, de acordo com o Ministério da Educação.

“Temos que escolher entre aumentar o valor e aumentar o número de bolsas. Optamos por aumentar a quantidade de bolsas”, disse o presidente da Capes, Jorge Guimarães. De acordo com ele, 79% do orçamento da autarquia vão para o pagamento das bolsas. “A pós-graduação é um investimento pessoal e o governo ainda ajuda. Ser estudante não é profissão. É um investimento durante um período, mas que depois vai levar a muitas compensações, como salários mais altos”, explicou.

Guimarães disse ainda que um índice não é uma proposta considerada viável, entre outros motivos, pela dificuldade de se aprovar no Congresso Nacional uma proposta nesse sentido e um orçamento voltado aos reajustes. A diferenciação regional, segundo ele, também não discutida pela Capes. Jorge Guimarães reforçou, no entanto, a importância dessa etapa de ensino: “Ter mais pós-graduados signifca sustentar o desenvolvimento do país com gente mais qualificada. A graduação oferece uma formação mais informativa. Já a pós é formativa, os estudantes estão se preparando para o mercado de trabalho”.

Reajuste de bolsas de pós-graduação é vitória dos estudantes, diz associação de pós-graduandos

A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG) considera que o reajuste de 10% das bolsas de pós-graduação anunciado na última quinta-feira (28) pelo Ministério da Educação (MEC) é uma vitória dos estudantes. No entanto, a entidade pede uma maior valorização dessa etapa do ensino.

No ano passado, foi concedido um reajuste de 10%, que fez com que as bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado ofertadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) passassem de R$ 1.200 para R$ 1.350, as de doutorado de R$ 1.800 para R$ 2.000 e as de pós-doutorado de R$ 3.300 para R$ 3.700. Com o novo ajuste, as bolsas de mestrado passarão para R$ 1.500, as de doutorado para R$ 2.200 e as de pós-doutorado para R$ 4.100.

De acordo com o site da ANPG, os reajustes concedido pelo governo em 2012 e 2013, significam, no total, 25% de reajuste das bolsas em média (visto que um percentual incidiu sobre o outro). “O presente reajuste é importante porque cobre as perdas inflacionárias somadas de 2008 a 2013”, diz a nota divulgada pela entidade.

A nota acrescenta que “a perda histórica do valor real das bolsas passa de 50%, em especial pelo fato dos valores terem sido congelados entre 1994 e 2004. De lá para cá os reajustes apenas cobriram as perdas inflacionárias, não havendo valorização real das bolsas, o que deixa o seu poder de atratividade muito baixo”.

A entidade diz que continuará pautando a valorização das bolsas de pesquisa como “um elemento importante para a garantia de condições adequadas ao desenvolvimento da pesquisa nas universidades brasileiras e como um fator estratégico para o próprio desenvolvimento do país”.

Bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado da Capes e do CNPq terão reajuste

28/03/2013

 As bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado ofertadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) terão reajuste de cerca de 10% sobre o valor atual. O pagamento com os novos valores será feito a partir de maio.

De acordo com publicação no site do Ministério da Educação (MEC), a partir de 1º de abril, a bolsa de mestrado passará de R$ 1.350 para R$ 1.500, a de doutorado, de R$ 2.000 para R$ 2.200 e a bolsa de pós-doutorado será reajustada de R$ 3.700 para R$ 4.100.

O último reajuste ocorreu em maio do ano passado, quando o governo federal concedeu um reajuste também de 10% para mestrandos, doutorandos, pós-doutorandos e alunos de iniciação científica. O reajuste, de acordo com o MEC, faz parte da política para aumento do número de mestres e doutores na educação superior.

Em 2008, pela Capes, havia cerca de 40 mil bolsistas no país. Em 2011, foram concedidas 72.071 bolsas de pós-graduação e 30.006 pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). Em 2012, foram mais de 127 mil bolsas em todas as modalidades. O CNPq, em todas as modalidades, no mesmo período, aumentou a oferta de bolsas de 63 mil para cerca de 81 mil.

Diário Oficial publica reajuste de bolsas de pós-graduação

11/07/2012

 

O Diário Oficial da União traz na edição de hoje (11) portaria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o reajuste dos valores das mensalidades de bolsas de estudo oferecidas pela instituição a alunos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. A mudança começou a valer no dia 1º de julho, mas os novos valores só foram publicados nesta quarta-feira.

As bolsas de mestrado passam de R$ 1,2 mil para R$ 1.350; as de doutorado, de R$ 1,8 mil para R$ 2 mil; e as de pós-doutorado, de R$ 3,3 mil para R$ 3,7 mil. A portaria também fixa em R$ 400 o valor das bolsas de iniciação cientifica. O último reajuste das bolsas de pós-graduação no país havia sido feito em junho de 2008.

Segundo a Capes, em 2011, mais de 72 mil estudantes eram beneficiados com as bolsas.

Fonte Agência Brasil