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MEC prorroga prazo para instituições federais aderirem ao Programa Mais Médicos

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para as instituições federais de ensino superior aderirem ao Programa Mais Médicos. De acordo com portaria publicada na edição de hoje (15) do Diário Oficial da União, a nova data-limite para o envio do termo firmando adesão é a próxima terça-feira (20). Antes, as instituições que aderissem previamente ao programa tinham dez dias, a partir da divulgação da validação do cadastro pelo MEC, para firmar o termo de adesão.

O documento (termo de adesão) está disponível para assinatura das instituições no link http://simec.mec.gov.br. Ele estabelece que, entre as obrigações das entidades, estão: coordenar o acompanhamento acadêmico do programa, selecionar supervisores, monitorar e acompanhar as atividades dos supervisores e tutores acadêmicos, ofertar os módulos de acolhimento e a avaliação aos médicos estrangeiros e oferecer cursos de especialização e atividades de pesquisa, ensino e extensão aos profissionais participantes.

Ainda na edição de hoje do Diário Oficial da União, outra portaria também prorroga para a próxima terça-feira (20) o prazo para apresentação do termo de pré-adesão ao programa para instituições públicas estaduais e municipais de educação superior e de saúde, programas de residência em medicina de família e comunidade, medicina preventiva e social e clínica médica, e de escolas de governo em saúde pública.

A seleção desse tipo de instituição só ocorrerá nas unidades da Federação onde não houver adesão de instituição federal de educação superior.

O Programa Mais Médicos foi lançado pelo governo federal em julho, para levar profissionais de saúde a municípios onde há falta de profissionais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste e em periferias de grandes cidades. Na primeira edição, o programa selecionou 1.618 profissionais, conforme balanço da primeira fase do programa, divulgado ontem (14) pelo Ministério da Saúde.

Em setembro, 358 médicos estrangeiros começam a trabalhar no Brasil

14/08/2013

A partir da segunda quinzena de setembro, 358 médicos estrangeiros começam a trabalhar nas cidades do interior e periferias dos grandes centros por meio do Programa Mais Médicos. Na primeira edição, o programa selecionou 1.618 profissionais. Os dados são do balanço da primeira fase do programa, divulgados hoje (14) pelo Ministério da Saúde.

Quando chegarem ao Brasil, os médicos estrangeiros ficarão concentrados em oito capitais: Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Fortaleza. Nessas cidades, terão aulas sobre saúde pública brasileira e língua portuguesa durante três semanas, entre 26 de agosto e 13 de setembro. Após a aprovação nesta etapa, começam a atender a população na segunda quinzena de setembro.

Os profissionais que vão atuar em áreas indígenas terão, além do módulo de acolhimento, treinamento específico. Os estrangeiros terão registro profissional provisório e podem trabalhar apenas na região para onde forem designados.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reafirmou a intenção do governo de buscar parcerias com instituições e universidades de outros países para facilitar a vinda de médicos estrangeiros. “Estamos tratando com a Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] as possibilidades que ela tem para abrirmos tanto para países, organizações não-governamentais e universidades, a possibilidade de cooperação com outros países. Cada país têm suas regras próprias de colaboração”, disse.

Padilha disse ainda que os profissionais que irão participar do programa por meio desse modelo de cooperação serão alocados nos cerca de 1,5 mil municípios prioritários do Mais Médicos.

Perguntado sobre as negociações para trazer médicos cubanos, Padilha respondeu que Cuba já havia feito oferta ao Brasil e disse que é interessante a participação de profissionais especialistas em atenção básica, a exemplo dos cubanos.

Do total de 1.618 médicos selecionados pelo Mais Médicos, 53% vão para as periferias de capitais e regiões metropolitanas e 47% para municípios com alta vulnerabilidade social. Em relação ao perfil dos profissionais, entre os médicos formados no Brasil, 58% são homens e 42% mulheres. Entre os com diploma do exterior, 63% são homens e 37% mulheres.

 

 

 (Agência Brasil)

Aulas online vão ajudar estudantes que querem fazer doutorado no exterior

Os estudantes interessados em fazer doutorado no exterior poderão participar de aulas online para ter mais informações sobre como concorrer a bolsas pelo Ciência sem Fronteiras (CsF) nos Estados Unidos. A Laspau (Academic and Professional Programs for the Americas), uma organização filiada à Universidade de Harvard que administra as bolsas de estudo de doutorado pleno no país, promove seis conferências na internet, de hoje (15) a 28 de agosto.

Nas aulas, os futuros candidatos receberão dicas de como preparar um boa candidatura, além de uma explicação passo a passo dos testes e documentos exigidos, das pontuações, dos prazos, do preenchimento da inscrição online. Cada aula terá um tema diferente. Para participar, os candidatos devem fazer a inscrição no portal da Laspau. A aula desta quinta-feira é às 11h30.

Pelo Academic and Professional Programs for the Americas – programas acadêmicos e profissionais para as Américas – serão oferecidas 1.500 bolsas para o período de 2013 a 2015, associadas ao CsF. Em 2013, serão oferecidas 500 bolsas.

Para concorrer, o candidato deve ser brasileiro ou residir no país, ter proficiência em inglês e, no mínimo, o diploma de bacharelado, além de atuação acadêmica ou profissional nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e matemática. O curso de doutorado em universidades americanas não exige mestrado e nem carta de aceitação da universidade na qual se deseja estudar. A Laspau cuida da distribuição dos estudantes nas universidades de preferência.

“Os Estados Unidos têm interesse no Brasil, por ser uma economia grande e emergente. Temos interesse em firmar relações com o país e uma das formas de fazer isso é pela academia”, diz a gerente de Programa Brasil, da Laspau, Lorraine Hanley. No ano passado, foram aceitos 130 estudantes brasileiros e, segundo Lorraine, a experiência foi positiva. “São bons alunos, tiram boas notas e têm muita experiência”.

Os interessados em obter uma bolsa de doutorado pleno têm até o dia 30 de setembro para se inscrever. As bolsas são para o segundo semestre de 2014.

Ciência sem Fronteiras fixa até setembro inscrição para bolsa de doutorado pleno

O Programa Ciência sem Fronteiras alterou as inscrições para bolsa de doutorado pleno. Antes, as inscrições eram aceitas durante todo o ano, agora elas deverão ser feitas até o dia 30 de setembro. Após esse prazo, os estudantes poderão se candidatar apenas no ano que vem. As bolsas são para o segundo semestre de 2014. No site do programa, é possível ter acesso à documentação necessária e mais informações sobre as bolsas.

Diferente das bolsas de graduação, que têm um edital específico para cada país, as bolsas de doutorado são cedidas aos estudantes que comprovam a importância de desenvolver a pesquisa no exterior. São os próprios candidatos que entram em contato com as universidades. Uma vez aceitos, eles fazem a inscrição no Ciência sem Fronteiras e têm os documentos analisados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Entre os documentos que devem ser apresentados estão uma correspondência trocada com o(s) possível(eis) orientador(es) de instituição(ões) no exterior – devidamente identificado(s), manifestando interesse no plano de estudos para o doutorado, informando a área de conhecimento e mês ou o ano de início e fim para o desenvolvimento das atividades -, carta de aceite ou carta do parceiro no exterior.

Os estudantes selecionados pelo programa têm o curso de quatro anos bancado pelo governo. Eles recebem a mensalidade, um adicional para dependente (quando for o caso), auxílio-instalação, auxílio-deslocamento e ajuda para aquisição de seguro-saúde.

O objetivo do Ciência sem Fronteira é promover a mobilidade internacional de alunos e pesquisadores e incentivar a visita de jovens pesquisadores qualificados e professores experientes ao Brasil. As áreas prioritárias são: ciências exatas (matemática e química), engenharias, tecnologias e ciências da saúde.

O programa mantém parcerias em 35 países. Até o mês de junho, implementou 29.192 bolsas em todas as modalidades de graduação, doutorado e pós-doutorado. A previsão é a distribuição de até 101 mil bolsas, ao longo de quatro anos, para alunos de graduação e pós-graduação.

 

 

 ( Agência Brasil)

 

 

 

 

Conhecendo o BRASIL

13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral chegaram ao Brasil em 22 de abril de 1500 . A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal.   Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.

O Brasil é uma federação composta por 26 estados, um Distrito Federal (que contém a capital do país: Brasília) e municípios. Os estados têm administrações autônomas, coletam seus próprios impostos e recebem uma parte dos impostos cobrados pelo governo Federal. Eles têm um governador e um corpo legislativo eleitos, diretamente, pelos brasileiros.

Os estados e o Distrito Federal podem ser agrupados em regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. As regiões brasileiras são meramente geográfica e não divisões políticas ou administrativas. Embora definidos em lei, as regiões brasileiras são úteis, principalmente, para fins estatísticos, e também para definir a aplicação de recursos federais em projetos de desenvolvimento.

DADOS  ATUAIS

ÁREA: 8.514.876,599 km² (fonte IBGE)
CAPITAL: Brasília
POPULAÇÃO: 190.732.694 milhões (Censo 2010)
QUANTIDADE DE MUNICÍPIOS: 5.435
MOEDA:  Real ( R$ )
NOME OFICIAL
: República Federativa do Brasil
NACIONALIDADE: brasileira
DATAS NACIONAIS: 7 de setembro (Dia da Independência ) e 15 de Novembro ( Proclamação da República )
PRESIDENTE: Dilma Rousseff
HINO NACIONAL BRASILEIRO
HINO À BANDEIRA

Brasão de Armas do Brasil

GEOGRAFIA DO BRASIL:

LOCALIZAÇÃO: leste da América do Sul
FUSO HORÁRIO:  horário de Brasília (oficial)
CLIMA DO BRASIL
: equatorial, tropical, tropical de altitude, tropical atlântico, subtropical e semi-árido
CIDADES DO BRASIL (PRINCIPAIS)
: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Recife, Manaus, Curitiba, Florianópolis, Belém, Maceió, Cuiabá, João Pessoa, Fortaleza, São Luis.
COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA:
Pardos: 43,1%, Brancos: 47,7%, Negros: 7,6%, Indígenas: 0,4%, Amarelos: 1,1% (Fonte: IBGE – Censo 2010).

IDIOMAS: português (oficial)

RELIGIÃO: Católica Apostólica Romana (64,6%), Evangélicos (22,2%); sem religião (8%), Espíritas (2%), outras (2,2%), não sabem (0,1%). (dados do Censo 2010)
Dados completos sobre Religiões no Brasil

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 22,4 hab./km2

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 1,17% ao ano (2000 a 2010).

EXPECTATIVA DE VIDA: 73,4 anos (Censo 2010)

TAXA DE ANALFABETISMO: 9,6% (Censo 2010).

RENDA PER CAPITA: R$ 22.400 (ano de 2012).

IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): 0,730 – alto desenvolvimento humano. O Brasil ocupa a 85º posição entre os 187 países analisados.(dados divulgados pelo PNUD em março de 2013)

GINI: 51,9 (2012)

ECONOMIA BRASILEIRA:

Produtos Agrícolas: algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, laranja, soja.
Pecuária: Bovinos, Eqüinos, Muares, Caprinos, Asinino, Bubalino, Suínos, Ovinos, Aves, Coelhos.
Mineração: bauxita, ferro, manganês, ouro e petróleo.
Indústria
: de transformação, de bens de consumo e bens duráveis.
PIB de 2012 (Produto Interno Bruto): R$ 4,403 trilhões ou US$ 2,223 trilhões* taxa de câmbio usada US$ 1,00 = R$ 1,98 (em 01/03/2013)
Balança Comercial: superavit de US$ 19,43 bilhões no ano de 2012.
Crescimento do PIB em 2012: 0,9%
Salário Mínimo Nacional: R$ 678,00 (a partir de 1º de janeiro de 2013)
Inflação em 2012: 5,84% (IPCA)
Taxa de desemprego: 6% (em junho de 2013) e 5,5% (taxa média anual de 2012) (fonte: IBGE)

Bandeira Estado Sigla Capital Região
Bandeira do Acre Acre AC Rio Branco Norte
Bandeira de Alagoas Alagoas AL Maceió Nordeste
Bandeira do Amapá Amapá AP Macapá Norte
Bandeira do Amazonas Amazonas AM Manaus Norte
Bandeira da Bahia Bahia BA Salvador Nordeste
Bandeira do Ceará Ceará CE Fortaleza Nordeste
Bandeira do Distrito Federal Distrito Federal DF Brasília Centro-Oeste
Bandeira do Espírito Santo Espírito Santo ES Vitória Sudeste
Bandeira de Goiás Goiás GO Goiânia Centro-Oeste
Bandeira do Maranhão Maranhão MA São Luís Nordeste
Bandeira de Mato Grosso Mato Grosso MT Cuiabá Centro-Oeste
Bandeira de Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul MS Campo Grande Centro-Oeste
Bandeira de Minas Gerais Minas Gerais MG Belo Horizonte Sudeste
Bandeira do Paraná Paraná PR Curitiba Sul
Bandeira da Paraíba Paraíba PB João Pessoa Nordeste
Bandeira do Pará Pará PA Belém Norte
Bandeira de Pernambuco Pernambuco PE Recife Nordeste
Bandeira do Piauí Piauí PI Teresina Nordeste
Bandeira do Rio de Janeiro Rio de Janeiro RJ Rio de Janeiro Sudeste
Bandeira do Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte RN Natal Nordeste
Bandeira do Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul RS Porto Alegre Sul
Bandeira de Rondônia Rondonia RO Porto Velho Norte
Bandeira de Roraima Roraima RR Boa Vista Norte
Bandeira de Santa Catarina Santa Catarina SC Florianópolis Sul
Bandeira de Sergipe Sergipe SE Aracaju Nordeste
Bandeira de São Paulo São Paulo SP São Paulo Sudeste
Bandeira de Tocantins Tocantins TO Palmas Norte

Sisutec está com inscrições abertas

sisutec

Começa nesta terça feira (06/08) e vão até o próximo dia 12 as inscrições no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec), lançado nessa segunda-feira pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 14, com matrículas nos dias 15 e 16. São oferecidas 239.792 vagas gratuitas em cursos técnicos.

A seleção dos alunos será feita de acordo com a nota no Exame Nacional do Ensino Médio. Nessa seleção será usada a nota do Enem 2012. Do total de vagas, 85% são destinadas aos candidatos que cursaram o ensino médio na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral. As vagas são ofertadas em instituições da rede publica, privada e do Sistema S. Os cursos têm de um a dois anos de duração, com carga horária entre 800 e 1.200 horas-aula.

Os cursos com maior oferta de vagas são os ligados à tecnologia da informação, saúde e área industrial. Lideram a lista os de técnico em informática (23 mil), técnico em enfermagem (14 mil), técnico em logística (13 mil), técnico em segurança do trabalho (13 mil) e técnico em redes de computadores (11 mil). Os estados onde há maior oferta são São Paulo (76 mil), Pernambuco (40 mil), Minas Gerais (27 mil), Paraná (17 mil) e o Distrito Federal (8 mil).

 

Selecionados em lista de espera do ProUni têm até o dia 07/08 para fazer matrícula

 Começa nesta sexta-feira (02/08) e vai até o dia 7 de agosto o prazo para que os estudantes selecionados na lista de espera do Programa Universidade para Todos (ProUni) façam a matrícula na instituição de ensino superior. Além disso, os estudantes deverão comprovar as informações prestadas no momento da inscrição.

No dia 12, será feita a segunda convocação pelas instituições de ensino. Caberá ao estudante acompanhar o processo. O prazo para ratificação dos documentos e matrícula vai até o dia 15.

O ProUni oferece bolsas em instituições particulares de ensino superior. Nesta edição, são oferecidas 90.045 bolsas – dessas, 55.693 são integrais e 34.352, parciais, no valor de 50% da mensalidade. As bolsas integrais do ProUni são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos por pessoa. Nesta edição do programa, 436.941 candidatos fizeram a inscrição.

MEC divulga regra para ocupação de bolsas remanescentes do ProUni

O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (1º), no Diário Oficial da União, as regras para a ocupação das bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) que não forem ocupadas no processo seletivo do segundo semestre de 2013. O processo encerra-se no dia 15 de agosto com a comprovação das informações dos candidatos selecionados na segunda chamada da lista de espera.

As bolsas remanescentes deverão ser concedidas em cada instituição de ensino de acordo com a classificação em processo seletivo próprio, inclusive vestibular, para as turmas que começam no segundo semestre deste ano. Caso ainda restem bolsas, elas serão oferecidas de acordo com o desempenho acadêmico dos estudantes de turmas iniciadas antes do segundo semestre. As bolsas que ainda não forem distribuídas serão ofertadas no próximo processo seletivo.

As instituições poderão oferecer o benefício também a estudantes matriculados cujas bolsas não foram regularmente concedidas no decorrer do processo seletivo por impedimentos operacionais.

A portaria estabelece que terão prioridade na ocupação das bolsas os estudantes que sejam também professores da rede pública de ensino matriculados em cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia.

A instituição que optar por seguir esses critérios de concessão de bolsas deverá divulgá-los em locais de grande circulação, assim como o número de bolsas disponíveis em cada curso e turno. A lista dos estudantes inscritos e posteriormente a dos aprovados e reprovados também devem ser divulgadas. As bolsas não terão efeito retroativo, o estudante receberá apenas o correspondente ao período que já estiver com a bolsa.

O ProUni oferece bolsas em instituições particulares de ensino superior. Nesta edição, são oferecidas 90.045 bolsas – dessas, 55.693 são integrais e 34.352, parciais, no valor de 50% da mensalidade. As bolsas integrais do ProUni são para os estudantes com renda bruta familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são destinadas aos candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos por pessoa. Nesta edição do programa, 436.941 candidatos fizeram a inscrição.

Fonte  Agência Brasil

Regras para candidatos a cursos técnicos é publicada no Diário Oficial

O Ministério da Educação (MEC) publicou no Diário Oficial da União de hoje (1º) as regras para o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). O programa foi anunciado pela presidenta Dilma Roussef no dia 22 de julho. As normas funcionarão como no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que seleciona candidatos a vagas em instituições públicas de ensino superior –, mas destinado a preencher vagas no ensino técnico. O programa será lançado na segunda-feira (5), quando o site entrará no ar.

Para participar do programa, as instituições deverão fazer adesão e apresentar uma proposta de oferta de vagas. A instituição também será responsável por definir a nota mínima necessária para ser aprovado em cada curso. A portaria estabelece que a instituição não poderá cobrar por processos seletivos no âmbito do Sisutec.

A seleção dos alunos será de acordo com a nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A nota do Enem é usada para classificação no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e também para o estudante concorrer a vagas em instituições privadas de ensino superior, por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni). Além disso, é requisito no Programa Ciência sem Fronteiras e serve também para o estudante receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O exame é usado ainda para certificação do ensino médio de estudantes maiores de 18 anos que não têm o documento.

As provas do Enem 2013 serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro em todos os estados e no Distrito Federal. O MEC não divulgou qual a edição do Enem será aceita no programa. Como as inscrições para o Enem 2013 se encerraram, quem desejar participar do Sisutec deverá estar atento ao exame de 2014.

Estudantes que fizerem o Enem terão maior oferta de vagas no ensino tecnológico

01/08/2013
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse hoje (1°) que vai lançar um programa para ampliar a oferta de ensino tecnológico profissionalizante com seleção a partir da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os detalhes serão anunciados na próxima semana, segundo Mercadante.

Nos moldes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que oferece vagas em instituições públicas de ensino superior e nos institutos federais de ciência e tecnologia e centros federais de educação tecnológica – o SisuTec vai concentrar a oferta de vagas nas instituições federais de ensino tecnológico profissionalizante. De acordo com o ministro, a quantidade de vagas passará por grande ampliação e participação das melhores escolas da área.

“Dentro do Sisu, além das vagas nas universidades públicas, vamos fazer grande oferta de vagas no ensino tecnológico profissionalizante”, disse Mercadante após participar de cerimônia de entrega de ônibus escolares do Programa Caminho da Escola para o Distrito Federal.

O Sisu foi desenvolvido pelo Ministério da Educação para selecionar candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior a partir da nota obtida no Enem. A seleção é feita pelo sistema com base na nota obtida pelo candidato.

Sisutec abre inscrições em agosto

22/07/2013

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) alcançou a marca de 4 milhões de matrículas em cursos técnicos e de qualificação profissional, informou, hoje (22), a presidenta Dilma Rousseff. Segundo ela, para facilitar o acesso aos cursos, o governo federal vai lançar, no início de agosto, o Sistema de Seleção Unificada para Cursos Técnicos (Sisutec). Com moldes semelhantes aos do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que seleciona candidatos a vagas em instituições públicas de ensino superior – e do Programa Universidade para Todos (ProUni) – que tem como foco instuições particulares – o Sisutec servirá para preencher vagas no ensino técnico.

O Sisutec será aberto primeiramente aos institutos federais, às escolas do Sistema S, escolas técnicas das redes estaduais e às universidades para que informem as vagas disponíveis. “O estudante, então, consulta esse cadastro, faz a inscrição, indicando a escola e o curso de sua preferência. Em seguida, é feita a seleção dos alunos, considerando a nota que receberam no [Exame Nacional do Ensino Médio] Enem. Isso significa que quem concluiu o ensino médio e não teve acesso a uma universidade vai agora ter a oportunidade de fazer um bom curso técnico”, disse, ao participar, nesta segunda-feira, do programa semanal Café com a Presidenta.

Ela ressaltou que somente os cursos técnicos do Pronatec contabilizam um total de 1,250 milhão matrículas de jovens que estão tendo ou tiveram acesso a esse tipo de formação que “já foi muito valorizada no Brasil e ajuda a melhorar a qualidade do emprego”. Dilma lembrou que, além dos cursos técnicos, que são voltados aos estudantes de ensino médio e têm duração média de um ano e meio, o Pronatec envolve cursos de qualificação profissional para os trabalhadores, que duram de dois a quarto meses; e ainda uma modalidade voltada à formação dos cadastrados no Bolsa Família, que também dura de dois a quarto meses. Entre as áreas em que há cursos disponíveis estão: petróleo e gás, construção naval, automação industrial e telecomunicações.

A presidenta enfatizou que o governo federal está empenhado em expandir a rede e que a expectativa é que até o fim de 2014 estejam em funcionamento 208 novas escolas federais de educação profissional e tecnológica. Além disso, o governo está repassando recursos a 539 municípios para construção, reforma ou ampliação de suas escolas técnicas profissionalizantes por meio de convênios com o Ministério da Educação (MEC). Ela também ressaltou que todas as informações referentes ao Pronatec podem ser acessadas por meio do site do programa.

Fonte  Agência Brasil

Enem 2013 terá 50% a mais de corretores de redação

A edição deste ano do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) terá a participação de 8,4 mil corretores, número 50% maior em comparação ao ano passado (5,6 mil). O Ministério da Educação divulgou nesta terça-feira (23) um balanço sobre a logística envolvida na aplicação da prova, que ocorrerá nos dias 26 e 27 de outubro. “O aumento é proporcional ao crescimento da demanda, porque houve um crescimento extraordinário. Por isso temos que aumentar coordenação, supervisão. Onde demos mais reforço foi na correção”, disse o ministro Aloizio Mercadante (Educação) em coletiva de imprensa.

Segundo o ministro, todos eles passarão, até o momento da correção, por curso de capacitação presencial e a distância de 136 horas. O MEC terá ainda uma comissão de especialistas, formada por 9 professores, “com notório saber em avaliação textual”, com objetivo de “conduzir estudos e pesquisas sobre a matriz de correção”. No próximo mês, será divulgado o guia de correção da redação, a exemplo do que foi feito em 2012. A prova será aplicada em 1.661 municípios –29 a mais do que no ano passado. O Enem deste ano será feito por 7.171.574 estudantes de todo o país. Em relação a 2012, o número de inscritos no Enem deste ano representa um aumento de 23,87%. Entre 2011 e 2012, esse crescimento foi de 7,63%. Ao todo, o Enem 2013 será aplicado em 15.576 locais. As provas serão distribuídas em 63.340 malotes, todos com lacres eletrônicos –o dispositivo foi utilizado em caráter experimental no ano passado e será usado em todos os malotes neste ano. “A vantagem disso é que temos total segurança do trajeto e do momento exato em que o malote é aberto”, defendeu Mercadante.

Pontuação do Enem é alvo de processos judiciais

 

A maior parte dos estudantes tem dúvidas sobre como funciona a pontuação final do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope, feita pelo painel Conectaí, com 1.953 usuários que navegaram no site do Guia do Estudante, entre 4 e 9 de junho, 86% dos estudantes entendem mais ou menos ou não entendem como são pontuados.

O levantamento mostra que 62% dos estudantes entendem mais ou menos como funciona a pontuação, 24% não entendem e 14% entendem muito bem. A pesquisa mostra também que 23% dos estudantes desconfiam do sistema de correção do exame, 20% não confiam nem desconfiam e pouco mais da metade, 58%, dizem confiar nas correções.

Todos os anos, o Enem é alvo de processos judiciais. Especialistas e estudantes dizem que a desconfiança e o desconhecimento vêm da falta de transparência na divulgação dos resultados.

O especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado, explica que a nota do Enem é dada por desvio padrão. Dessa forma, mesmo que um estudante acerte o mesmo número de questões que outro estudante, isso não garante que eles tenham a mesma pontuação.

“Primeiro todas as provas são corrigidas, depois verifica-se a porcentagem de estudantes que acertaram uma questão ou outra. Aqueles que erram questões que a maioria acerta têm a pontuação reduzida, pois é esperado que tenham esse conhecimento. O que acontece é que aqueles que acertaram muito ficam com a impressão que tiraram uma nota menor e a grande maioria acredita que tirou mais do que acertou”.

Prado diz que o sistema é melhor para que seja avaliado o conhecimento do estudante, mas também mais complexo. Outra dificuldade é a falta de transparência: mesmo que o aluno saiba fazer os cálculos ele não consegue, por não ter disponíveis todas as variáveis.

“Só quem tem conhecimento das questões consideradas fáceis, médias ou difíceis é o Inep [Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – responsável pelo exame]. Mesmo que os alunos soubessem como é feito o cálculo, não conseguiriam fazer e isso causa muita indignação”, diz uma das diretoras do 3º ano do Pré-Vestibular Charles Darwin, de Vitória e Vila Velha (ES).

Segundo ela, a falta de transparência também na correção das redações faz com que um baixo percentual confie nas correções. “Esse índice deveria ser não 58%, mas 80%, 90%. Levada para um universo mais amplo, a pesquisa mostra que de 6 mil inscritos no exame, pouco mais de 3 mil confiam nas correções”.

A estudante Thais Bastos se sentiu injustiçada com as correções e levou o caso à Justiça no último exame. “Ninguém sabe explicar direito a pontuação”, disse. Ela reclama da “ausência da possibilidade de revisão de qualquer parte da prova”. Segundo a estudante, caso pudessem ser revisitadas questões pontuais poderiam ser aperfeiçoadas, o que não é possível conhecendo-se apenas a nota final.

O também estudante Ricardo Bolelli disse que teve aulas no cursinho sobre como a nota do Enem é calculada. Mesmo assim decepcionou-se quando veio o resultado. Ele obteve uma nota maior no segundo ano, quando fez a prova apenas para treinar. Na ocasião, ele acertou 130 questões. “A nota foi maior do que a do Enem que fiz no meu terceiro ano do ensino médio e acertei 150 questões da prova. Vivemos a realidade da prova. Presenciamos casos que nos fazem perder a fé no exame. Pessoas que acertam 20 questões a menos e mesmo assim tiram notas maiores”.

Thais e Ricardo também reclamaram da correção das redações. “Todo ano o Ministério da Educação (MEC) vem com inovações que teoricamente garantirão correções mais justas, mas não é isso que vemos na prática”, diz Ricardo.

O Inep considera positivo o fato de quase 60% dos estudantes confiarem na correção e apenas 23% desconfiarem.  Além disso, a autarquia informa que são disponibilizados vários canais para que os estudantes tenham acesso a informações do exame. O Inep cita o espaço virtual do Enem; o próprio edital, que informa os critérios utilizados na correção da prova objetiva e da redação, assim como esclarecimentos sobre o cálculo da nota final do exame; o site do Inep; além do atendimento pelo telefone 0800 61 61 61 ou pelo espaço virtual da autarquia.

Em relação à correção das redações, o MEC fez vários ajustes para o Enem 2013. A expectativa é que o processo seja mais rigoroso e ainda mais confiável. Entre as medidas, brincadeiras não serão toleradas e os corretores terão mais horas de treinamento.

A pesquisa do Ibope mostra ainda que a maioria dos que responderam à pesquisa, 73% vão usar o Enem para participar do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) – que seleciona candidatos a vagas de instituições públicas de ensino superior -, 44% usarão o Enem também para concorrer a uma bolsa do Programa Universidade para Todos (ProUni) – em instuições particulares de ensino superior – e 27% para obter um financiamento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O Enem de 2013 recebeu número recorde de inscrições, 7.173.574. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro.

 

Agência Brasil

Cientistas ‘silenciam’ cromossomo que causa síndrome de Down

Em pesquisa publicada na “Nature”, nesta quarta-feira (17), cientistas afirmam ter encontrado uma maneira de “silenciar” o cromossomo que provoca a síndrome de Down. Jeanne Lawrence e seus colegas da Escola Médica da Universidade de Massachusetts usaram uma enzima para introduzir um gene RNA chamado XIST em células-tronco derivadas de pessoas portadoras da síndrome. O procedimento foi feito numa cultura de células, em laboratório, e não em pessoas. O XIST “encobriu” o terceiro exemplar do cromossomo 21, cuja existência origina a síndrome de Down, fazendo com que seus genes deixassem de atuar. A existência de três cromossos 21 caracteriza síndrome, também conhecida como “trissomia do cromossomo 21”.

Ao comparar células com e sem o cromossomo “silenciado”, os autores da pesquisa  observaram que o XIST ajudou a corrigir padrões incomuns de crescimento e diferenciação observados nas células que têm Down. Esse método pode ajudar a definir as mudanças moleculares envolvidas na síndrome. A pesquisa se baseou em um fenômeno ocorre naturalmente: durante o desenvolvimento do bebê, o XIST “desliga” um dos dois cromossomos X presentes em embriões femininos, garantindo que as meninas não tenham uma “dose dupla” da ação desses cromossomos.

A equipe de Lawrence entrelaçou o XIST sobre uma das três cópias do cromossomo 21 em células de pessoa com Down. Eles também criaram uma “chave” genética que lhes permite ligar e desligar o XIST por meio da aplicação de um antibiótico. Com isso, conseguiram neutralizar a expressão dos genes que se consideram ser causadores de problemas de desenvolvimento associados com a síndrome.

Como os cientistas usaram células-tronco pluripotentes, ou seja, que podem se transformar em células de diversos tecidos do corpo, os autores esperam que futuramente serão capazes de estudar em nível celular como a síndrome de Down se manifesta em cada parte do corpo.

Com isso, o estudo pode contribuir para o desenvolvimento de tratamentos para os diferentes sintomas degenerativos da síndrome. Um problema da técnica apresentada é que o XIST não silencia por completo o cromossomo 21. Isso pode comprometer os resultados dos estudos que comparam células com e sem o gene “silenciador” ativado.