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Países de língua portuguesa discutem criação de centro de gestão do patrimônio cultural


Representantes de países africanos de língua portuguesa estão reunidos de hoje (9) até sexta-feira (13), no Rio de Janeiro, para participar das discussões sobre a criação do Centro Lúcio Costa (CLC), órgão regional de formação em gestão de patrimônio. O centro será administrado pelo Departamento de Articulação e Fomento (DAF), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O CLC está em fase de implantação e, segundo o diretor do DAF, Luiz Felipe Torelly, deve ser inaugurado no primeiro semestre de 2014. O órgão vai capacitar gestores do patrimônio cultural dos países filiados, inicialmente, da América do Sul, da África Lusófona (de língua portuguesa) e o Timor Leste. O centro vai oferecer cursos e seminários. Também terá um observatório de iniciativas relevantes na área do patrimônio e também publicar editais voltados à elaboração de teses para artigos e ensaios de caráter científico. “A região de abrangência do centro é muito grande e a gente precisa formar uma grande base pedagógica que seja de interesse de todos os países”, explicou o diretor.

Na semana passada, houve uma reunião com representantes da Argentina, do Uruguai, do Paraguai, do Peru, do Chile, da Colômbia e do Equador. Segundo o diretor, os países se mostraram interessados em aderir ao centro. “O passo seguinte é enviarmos uma correspondência a cada um desses países para que eles formalizem o apoio na Unesco [Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura], [o que] implica toda uma tramitação diplomática.”

A manutenção da estrutura do CLC será financiada pelo governo brasileiro e pelos outros países integrantes. “Como a sede será no Brasil, caberá ao governo brasileiro as maiores responsabilidades. Para os países que aderirem, a participação será proporcional à sua capacidade econômico-financeira. Há desde países grandes, como Brasil e Argentina, a outros como São Tomé e Príncipe, que é uma ilha”, destacou o diretor.

Torelly explicou que o órgão terá categoria 2 da Unesco. Atualmente, de acordo com ele existem apenas seis centros dessa categoria no mundo, um deles fica na China. Ele explicou que os centros de categoria 1 são mantidos pela Unesco e ligados à estrutura administrativa da organização. Os de categoria 2, embora recebam homologação da instituição, não são ligados diretamente às Nações Unidas do ponto de vista administrativo e financeiro.

O órgão terá um conselho diretor formado por representantes do governo brasileiro, especialmente do Ministério da Cultura e do Iphan, assim como da Unesco e dos países integrantes. “É uma gestão compartilhada, porque todos países devem contribuir para que o fundo possa desenvolver as suas atividades”, disse Torelly.

A proposta de criação do Centro Lúcio Costa vem sendo discutida desde 2008. O órgão vai funcionar no Palácio Gustavo Capanema, no centro da cidade do Rio de Janeiro. O local foi escolhido porque o país tem a instituição mais antiga de preservação do patrimônio cultural no continente. “O Iphan tem 76 anos e o Brasil é um país que reúne um conjunto de experiências consideráveis e de certa forma somos uma ponte entre a América Latina e a África”, ressaltou.

Para o diretor do Instituto Nacional do Patrimônio Cultural de Angola, Ziva Domingos, a troca de experiências vai beneficiar países que têm pior condição financeira. “Certamente alguns desses países não têm condições financeiras nem em termos de experiência profissional. Nós temos que buscar parcerias que possam ajudar esses países mais rapidamente. O centro poderá contribuir na formação técnica e também nos financiamentos”, informou, destacando a importância da formação de quadros de gestores.

O diretor angolano acredita que todos os países representados na reunião desta semana vão oficializar a parceria para a criação do centro no documento que vai ser assinado na próxima sexta-feira (13).

 

 

 ( Agência Brasil)

Guia com orientações para redação do Enem já está na internet

 

 

O guia com orientações sobre a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano foi divulgado hoje (5) pelo Ministério da Educação (MEC). Com dicas para que os estudantes saibam como fazer uma boa redação, o guia explica os critérios de correção e inclui comentários sobre textos que obtiveram a nota máxima no exame do ano passado. O guia está disponível na internet e este ano não será distribuído na versão impressa para as escolas públicas, como ocorreu em 2012.

Cada uma das cinco competências avaliadas na  correção das redações está explicada no guia. Entre os itens que compõem o material, estão os motivos que podem resultar em nota zero, como a fuga total ao tema e a inserção de temas indevidos. Na redação, os estudantes não estão obrigados a adotar as regras propostas pelo novo acordo ortográfico.

O número de corretores para a redação do Enem 2013 foi ampliado de 8.400 para 9.500, depois que porque simulações do MEC mostraram a necessidade de mais profissionais porque os textos em que haja discrepância superior a 100 pontos nas notas dos dois primeiros avaliadores têm de passar por um terceiro corretor. No ano passado, esse intervalo era 200 pontos.

Entre as redações com nota máxima que estão no guia, uma tem a palavra “espanhóis” grafada três vezes, uma delas sem acento. O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Luiz Cláudio Costa, disse que o exemplo tem caráter pedagógico e mostra que o estudante tem domínio da norma culta por ter acentuado a palavra em outros momentos do texto.

Segundo ele, o erro não caracteriza repetibilidade e excepcionalidade e serve também para alertar outros estudantes para que não cometam erro semelhante. “Não podemos esquecer o caráter pedagógico do Enem. É um erro por esquecimento, mas ele tem domínio da norma culta. Isso pode ocorrer quando a banca está convicta que ele tem domínio da norma culta”, explicou.

Os candidatos devem receber os cartões com os locais da prova do fim deste mês até o início de outubro. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, alerta os estudantes para que façam o percurso de casa até o local da prova antes da data da aplicação do exame e fiquem atentos ao horário.

 

 

(Agência Brasil)

 

ProJovem Urbano Prisional inicia curso em dez estados

Cerca de 1.800 presos começaram a frequentar nesta semana as aulas do ProJovem Urbano Prisional em dez estados. O programa é fruto de parceria entre os ministérios da Justiça e da Educação e tem o objetivo de melhorar a escolaridade e incentivar a participação social de jovens privados de liberdade.

Para participar, é preciso cumprir quatro requisitos básicos: idade entre 18 e 29 anos, ter carteira de identidade e CPF, saber ler e escrever, mas não ter concluído o ensino fundamental, e ter sido condenado a prisão em regime fechado. O programa dá prioridade à população carcerária feminina.

Além de oportunidade de concluir o ensino fundamental, o programa dá aos jovens oportunidades de inclusão digital, de qualificação profissional inicial e experiências de participação social e cidadania. “Falta espaço para a educação dentro do espaço prisional”, lembrou a coordenadora-geral de Reintegração Social e Ensino do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça, Mara Fregapani Barreto, ao falar sobre o programa.

Os cursos têm duração de 18 meses, com 1.200 horas-aulas nesse período, e o material didático é fornecido pelo próprio programa. Os presos que participam têm remissão de um dia de pena a cada 12 horas de atividade educacional.

Os estados participantes do ProJovem Urbano Prisional são: Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná e Rio Grande do Norte.

 

 

 

 (Agência Brasil)

Ministério da Educação anuncia programa de intercâmbio voltado para estudantes negros e indígenas do ensino superior

 

Foi anunciado nesta quarta (28/08) pelo Ministério da Educação (MEC), um programa de intercâmbio voltado para estudantes negros e indígenas do ensino superior. O Programa de Desenvolvimento Acadêmico Abdias Nascimento será desenvolvido em parceria com Universidades e Instituições Comunitárias de Ensino Superior Historicamente Negras nos Estados Unidos. Parte das bolsas de estudo será oferecida pelo Programa Ciência sem Fronteiras (CsF) e parte será destinada aos cursos de humanas.

As Universidades Historicamente Negras foram criadas na década de 60 com a missão de educar negros, sendo abertas, no entanto, a indivíduos de todas as etnias. Para aderir ao programa, as universidades devem ter comprovada excelência. São mais de 100 instituições com essas características nos Estados Unidos.

Segundo Mercadante, 18 reitores estão no Brasil para detalhar o programa Abdias Nascimento, cujo nome é uma homenagem ao político e ativista social brasileiro defensor da cultura e igualdade para as populações afrodescendentes no Brasil. Eles deverão definir quantas vagas serão ofertadas aos estudantes brasileiros negros e indígenas.

As bolsas ofertadas pelo CsF serão para as áreas prioritárias do programa, que são ciências exatas (matemática e química), engenharias, tecnologias e ciências da saúde. Mercadante disse que serão oferecidas vagas também para a área de humanidades, para a formação de professores, “o que faz sentido, pela especificidade [do novo programa]”, explica.

O coordenador do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, Paulino Cardoso, diz que o programa é uma ação muito importante para que os pesquisadores negros deem um salto na educação brasileira. “Hoje o Brasil, e principalmente aqueles que fazem parte de um grupo dirigente, dividem-se entre aqueles que têm e aqueles que não têm uma experiência internacional, sejam eles estudantes de graduação, sejam professores. O programa vai permitir a intensificação do intercâmbio entre esses estudantes e da língua inglesa no país”.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Eduardo Paes diz estar surpreso com decisão de professores de continuar em greve

A prefeitura do Rio disse estar surpresa com a decisão dos professores da rede municipal de ensino de continuar a greve, iniciada há 18 dias, em assembleia feita hoje (26) à tarde. Os profissionais de educação do município permanecem em greve até pelo menos a próxima quarta-feira (28), quando ocorre uma nova assembleia às 15h para definir os rumos do movimento.

O prefeito Eduardo Paes se reuniu na última sexta-feira (23) com o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), onde foi assinado um acordo para o fim da paralisação e a assinatura de uma ata com oito itens que seriam analisados pela categoria e pela administração municipal. Em nota, a prefeitura diz que o acordo estabelecido foi fruto de duas semanas de negociações. “Em todo o momento, a prefeitura do Rio se manteve aberta ao diálogo e lamenta que os alunos da rede municipal de ensino sejam prejudicados”.

A coordenadora do Sepe, Martha Moraes, disse que a prefeitura ficou de marcar nova data para a primeira reunião pedagógica com a secretária de Educação, Claudia Costin, que estava programada para amanhã (27) pela manhã. “Queremos, primeiramente, discutir com a secretária a pauta pedagógica, afinal nosso movimento não foi engajado somente por questões salariais”, disse.

A sindicalista aguarda também a audiência de mediação desta quarta-feira, às 14h, no Tribunal de Justiça com o desembargador Eduardo Klausme para definir sobre o corte de ponto dos dias parados. “Em seguida, em assembleia, vamos decidir, de fato, se prosseguiremos com a greve ou não”.

 

 

 

 (Agência Brasil)

Professores e funcionários da rede municipal de ensino do Rio decidem continuar a paralisação

 

Os professores e funcionários da rede municipal de ensino decidiram nesta segunda (26/08) pela continuidade da paralisação. Uma nova reunião está marcada para a próxima quarta-feira (28/08) a fim de decidir os rumos do movimento. Entre as reivindicações estão reajuste saHá dezoito dias em greve,larial de 19% e plano de carreira unificado.

A assembleia reuniu 3 mil grevistas, segundo o Sindicato Estadual de Profissionais de Educação (Sepe) e 1.500, de acordo com a Polícia Militar. A direção do Sepe está reunida agora à tarde com a equipe técnica da prefeitura. O restante dos grevistas aguarda o resultado do lado de fora do prédio.

Segundo a coordenadora do sindicato, Martha Moraes, antes de aceitar a proposta do prefeito Eduardo Paes, os profissionais da rede municipal querem uma audiência com a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. “Queremos, primeiramente, discutir com a secretária a pauta pedagógica”, afirmou.

A sindicalista acrescentou que espera o resultado de audiência no Tribunal de Justiça (TJRJ) na quarta-feira (28/08) para definir o fim da greve. “Na quarta-feira à tarde teremos uma audiência no TJRJ, para analisar a discussão sobre o corte de ponto.

Por intermédio da assessoria de imprensa, a prefeitura do Rio informou que até o final da tarde irá divulgar uma nota para informar sobre o  andamento das negociações.

 

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Estudantes inscritos no Enade 2013 têm até sexta (30/08) para conferir os dados cadastrados

 

Os estudantes inscritos no Enade  (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) de 2013 têm até sexta-feira (30/08) para conferir os dados cadastrados pelas instituições de ensino na página no exame. Caso seja necessária alguma correção, os estudantes devem procurar as próprias instituições, que são as responsáveis pelas inscrições. A prova será aplicada no dia 24 de novembro.

O Enade tem o objetivo de medir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação quanto aos conteúdos programáticos, às suas habilidades e competências. Ele é usado para compor o Conceito Preliminar de Curso (CPC), que mede a qualidade dos cursos em uma escala de 1 a 5. Os resultados 1 e 2 são considerados insatisfatórios, o 3, razoável, e o 4 e 5, bons. A avaliação é feita a cada três anos.

O exame é obrigatório. Caso o estudante selecionado não compareça na data da prova, ele não poderá receber o diploma nem receber o registro de regularidade do histórico escolar.

Nesta edição do Enade, será avaliado o desempenho dos estudantes de bacharelado em agronomia, biomedicina, educação física, enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, medicina, medicina veterinária, nutrição, odontologia, serviço social e zootecnia. O exame também avaliará os cursos de tecnólogo em agronegócio, gestão hospitalar, gestão ambiental e radiologia.

Devem fazer o exame os concluintes dos cursos de bacharelado que tenham expectativa de terminar o curso até julho de 2014, os estudantes de bacharelado que tiverem concluído mais de 80% da carga horária mínima do currículo do curso até o fim do período de inscrição, os estudantes de cursos superiores de tecnologia com expectativa de conclusão até dezembro de 2013 e os estudantes de cursos superiores de tecnologia que tiverem mais de 75% da carga horária mínima do currículo até o fim do período de inscrição.

 

 

 

Fonte: Agência Brasil

Termina amanhã (27) o prazo para os selecionados do Sisutec fazer matrícula

Termina amanhã (27) o prazo para que os selecionados em segunda chamada no Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec) façam a matrícula nas instituições de ensino. Os estudantes devem conferir, na própria instituição em que foram aprovados, local, horário e procedimentos para a matrícula. Aqueles que perderem o prazo, perderão a vaga.

O Sisutec oferece vagas gratuitas em cursos técnicos, com seleção por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. A primeira edição do programa registrou inscrições de 383.080 candidatos, que concorreram a 239.792 vagas. Estudantes que cursaram o ensino médio completo na rede pública ou na rede privada na condição de bolsista integral têm prioridade na ocupação de 85% das vagas oferecidas na seleção.

O resultado da segunda chamada foi divulgado no dia 22. Os cursos mais procurados foram os de técnico em segurança do trabalho, em informática e em enfermagem. A preferência foi por aulas no período noturno.

As vagas que não forem ocupadas após a segunda chamada serão ofertadas por meio de inscrições feitas exclusivamente pela página do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), entre os dias 29 de agosto e 16 de setembro. Nessa fase, será exigida apenas a conclusão do ensino médio, sem a obrigatoriedade de participação no Enem.

 

 

 (Agência Brasil)

MEC anuncia programa Mais professores

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou nesta quarta-feira (21) que pretende criar um programa para levar professores a regiões do país mais carentes desses profissionais. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, onde apresentou os principais desafios atuais do ensino médio, Mercadante afirmou que o programa poderá seguir os moldes do Mais Médicos, que pesquisa, junto aos municípios brasileiros, vagas abertas para médicos e abre editais para selecionar profissionais que serão contratados como bolsistas para atuar nessas cidades necessitadas.

O nome provisório do programa, segundo o ministro, é Programa Nacional de Professores Visitantes na Educação Básica – Mais Professores. Ele foi apresentado na reunião de uma comissão especial da Câmara, criada em 2012 e dedicada à formulação de um projeto de lei para reformular o ensino médio brasileiro.

“É uma contribuição do governo federal com os municípios que têm baixo Ideb [Índice de Desenvolvimento da Educação Básica], baixo IDH [Índice de Desenvolvimento Humano] e principalmente onde não temos hoje professores de matemática, física, química, inglês – que são as maiores carências”, afirmou Mercadante no Congresso, segundo nota da assessoria de imprensa do Ministério da Educação.

O MEC afirmou ainda que o Mais Professores ainda está em fase de formulação, e não há detalhes sobre como ele vai funcionar. Porém, os municípios que serão beneficiados por ele estão principalmente nas regiões Nordeste e Norte.

Entre as outras medidas debatidas pelo ministro na Câmara dos Deputados nesta quarta, segundo a assessoria de imprensa do MEC, estão a reforma do currículo do ensino médio, para priorizar a interdisciplinaridade, mais investimentos em escola em tempo integral, incentivar a ampliação de vagas no ensino médio profissional e oferecer mais bolsas de estudo e pesquisa a jovens estudantes interessados em ciência e em licenciatura.

Governo vai gastar R$ 49,86 por candidato do Enem em 2013

A edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) vai custar aos cofres do governo federal R$ 49,86 por candidato, um investimento total de mais de R$ 357,6 milhões. O valor por candidato é superior ao da edição anterior, quando o gasto foi de R$ 46 por aluno. Segundo o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), o aumento se deve aos investimentos para garantir a segurança na aplicação das provas e ao volume de isenções.  “Chegamos, preservando a qualidade e os itens de certificação e segurança, a um valor que é quase um terço de um vestibular tradicional”, disse Luiz Cláudio Costa, ao anunciar os dados nesta quarta-feira.

Em 2013, cerca de 5,2 milhões de candidatos foram liberados do pagamento da taxa de inscrição, de R$ 35, o que representa 73,1% dos 7,1 milhões de candidatos. No ano passado a isenção beneficiou 3,9 milhões de estudantes – 68% dos 5,7 milhões de inscritos.  Segundo o Inep, além do número de inscritos superar em 24% o de 2012, haverá ampliação na logística do exame. Serão impressos 15,7 milhões de provas, a ser distribuídos em 1.661 municípios e em 15.576 locais de aplicação. Na entrega dos 63.340 malotes serão percorridas 9.480 rotas de distribuição em 308 mil quilômetros. Em 2012, foram 12,7 milhões de provas, 1.615 municípios envolvidos, 15.076 locais de prova, 48.341 malotes, 9.788 rotas e 305 mil quilômetros.

Estarão envolvidas na aplicação das provas 648 mil pessoas, dentre coordenadores estaduais, municipais e de locais de aplicação, chefes de sala, fiscais e pessoal de apoio. Haverá ainda 48.048 atendimentos especiais para pessoas com deficiência, gestantes, idosos e lactantes. As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro, com início às 13 horas (de Brasília). Os portões de acesso aos locais de provas serão abertos às 12 horas e fechados às 13 horas, também de acordo com o horário de Brasília. Estará impedido o acesso do participante que se apresentar após o fechamento dos portões.