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Governo discuti pendências do Fies

Definidas as novas regras para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), a discussão com o governo, segundo as instituições privadas de ensino superior, deverá voltar aos contratos firmados, que ainda têm questões pendentes.

O diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior, que representa mais de 800 mantenedoras e instituições, Sólon Caldas, diz que uma das questões a ser resolvida é o pagamento de parte da mensalidade por estudantes que possuem o benefício.

Nessa semana, a Agência Brasil publicou matéria que mostra que o Centro Universitário do Distrito Federal (UDF) está cobrando dos estudantes a diferença entre o valor financiado pelo Fies e o reajuste da mensalidade de 2015.

Para o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do MEC responsável pelo Fies, a cobrança não pode ser feita e os alunos devem procurar o ministério e, se tiverem pado, receber o dinheiro de volta.

Caldas explica que a cobrança não se restringe à UDF: “Todas as instituições estão cobrando. Os alunos vão pagar isso agora e, se a negociação avançar no sentido de o governo arcar com a diferença, ele vai reembolsar às instituições, que repassarão o valor aos alunos”.

Neste ano, o MEC restringiu o financiamento a cursos com mensalidades que tiveram um aumento em relação à de 2014 de até 6,41%. A maioria das instituições, no entanto, reajustou o valor em cerca de 9%, e o reajuste foi feito antes de o limite ser divulgado. Isso gerou impasse na renovação dos contratos dos alunos. O ministério passou a aceitar as renovações, mas ainda não há um acordo sobre quem arcará com a diferença.

O Fies é um programa do governo que oferece financiamento em instituições privadas de ensino superior à condições mais vantajosas que no mercado. Atualmente, cerca de 2,1 milhões de contratos estão ativos. No segundo semestre de 2015, serão disponibilizadas  61,5 mil novas vagas pelo fundo.
(Fonte Agência Brasil)

Matemática é atividade criativa

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A matemática é uma atividade criativa assim como outras expressões artísticas como a música, a literatura e a dança. Quem afirma é o matemático brasileiro Artur Ávila, ganhador no ano passado da Medalha Fields, considerado o Prêmio Nobel da matemática. Ele participou hoje (4) da mesa Os Homens que Calculavam, da 13ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), ao lado do russo Edward Frenkel, autor de Amor e Matemática.

Em entrevista, Artur Ávila disse que não há relação direta entre literatura e matemática, mas a participação no evento é uma oportunidade para diminuir o medo que a matéria provoca no público em geral.

“É uma maneira de tentar passar a nossa maneira de pensar, com metáforas e coisas do gênero, para mostrar que certos tipos de raciocínios ou certo tipo de maneiras de enxergar os objetos com os quais que a gente trabalha não são tão distantes assim da maneira abstrata com que você pode ver artes ou outras coisas. Então a gente pode aproximar um pouco esse universo.”

Na mesa, Frenkel comparou o ensino da matemática ao que seria o ensino da arte sem mostrar os grandes mestres. “Apesar de a matemática ser cada vez mais central nas nossas vidas, com o uso das tecnologias, nós fugimos cada vez mais dela. Matemática tem a ver com números e cálculos, mas não é só isso. É como se você estivesse em uma aula de arte e só pintasse paredes e o professor nunca mostrasse Picasso.”

O russo destacou que toda a matemática estudada na escola atualmente foi escrita há mais de mil anos. “É um problema muito complicado e não vai ser resolvido de um dia para o outro. São séculos de ensino assim e o resultado é escandaloso. Quantos não se deram conta de que toda a matemática que estudamos na escola tem mais de mil anos, a geometria euclidiana tem 2,3 mil anos. Imagina que em literatura estivéssemos lendo apenas Homero. São livros bons, mas muitas coisas foram escritas depois disso. Em matemática é a mesma coisa”, comparou.

Os dois lembraram que matemática não se restringe a cálculos e números, mas muitas vezes acaba resumida a isso. Artur Ávila relatou que, em Paraty, um jornalista pediu para que ele calculasse o número de pedras no calçamento das ruas do centro histórico.

“Encontrar um matemático e pedir para ele calcular uma coisa dessa seria a mesma coisa que chegar a uma feira literária, encontrar um grande escritor e pedir para ele fazer palavras cruzadas com você, como um desafio literário. Não é a atividade do sujeito, é um desafio matemático, mas não tem nada a ver. É o primitivo, é o conhecimento dos números”, destacou Ávila. “É como chamar Picasso e pedir para ele pintar uma parede”, brincou Fenkel.

 

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

História da tocha olímpica

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Espectadores do Brasil e do mundo conheceram nesta sexta-feira (3) uma das personagens principais dos Jogos Rio 2016: a tocha olímpica. Em evento em Brasília, a tocha foi apresentada ao público pela primeira vez, assim como o roteiro que ela fará pelo país.

O lançamento da tocha olímpica representa, também, um novo capítulo para a milenar história do objeto. Sua chama remete aos primórdios dos Jogos, no século 8 a.C.: os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino e mantinham chamas sempre acesas em frente a seus principais templos – como o santuário de Olímpia, que recebia as competições esportivas.

Para assegurar sua pureza, a chama era acesa pelos raios do sol através de uma “skaphia”, espécie de espelho côncavo que converge os raios para um ponto específico. Na Era Moderna, esta cerimônia continua sendo realizada para acender a chama em frente ao Templo de Hera, na mesma cidade de Olímpia, com mulheres caracterizadas como “sacerdotisas”, entre 90 e 100 dias antes de cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno.

Amsterdã 1928 foi a primeira edição dos Jogos na Era Moderna a ter uma pira olímpica acesa em um dos seus estádios. Já o revezamento da tocha foi realizado pela primeira vez em Berlim 1936 – com a chama sendo acesa em Olímpia e transportada até a capital alemã –, mas foi em Londres 1948 que a celebração recebeu do Movimento Olímpico o reconhecimento por sua valorização de tradições da Grécia Antiga. Corridas de revezamento da tocha eram organizadas em Atenas como tributo a deuses, e o primeiro participante a chegar ao altar do deus da corrida obtinha a honra de acender o fogo em sua homenagem.

A segunda tradição simbolizada pelo revezamento da tocha refere-se aos mensageiros da Grécia Antiga que viajavam pelas cidades anunciando a data dos Jogos. Além de convidar os cidadãos a irem até Olímpia, os mensageiros proclamavam a “trégua sagrada”: um mês antes e enquanto durassem as competições esportivas, todas as guerras em curso deveriam cessar para que atletas e espectadores pudessem participar dos Jogos com segurança.

Atualmente, após o acendimento em Olímpia, a tocha percorre cidades da Grécia por alguns dias até chegar à capital Atenas, de onde ela é transportada até o país-sede dos Jogos Olímpicos de Inverno ou de Verão. No país, a tocha passa pelas mãos de milhares de carregadores em diversas cidades e pontos icônicos, arregimentando uma multidão de espectadores. O destino da tocha é o estádio da cerimônia de abertura dos Jogos, onde a chama acende a pira Olímpica e marca o início oficial do evento.

A tocha Rio 2016 carregará a mesma chama Olímpica que será acesa na Grécia, dando continuidade a uma história de 2.900 anos, e desembarcará no Maracanã no dia 5 de agosto de 2016.

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(Rio 2016)

Prazo para inscrição no Sisutec termina hoje

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Termina hoje (3) o prazo para inscrições no Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec). As inscrições são feitas exclusivamente pela internet. Podem se candidatar estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtiveram nota superior a 0 na redação. A edição de 2015 do Sisutec oferece 83.641 vagas em 515 municípios de todos os estados e no Distrito Federal.

Por meio do Sisutec, instituições públicas e privadas de ensino superior e de educação profissional e tecnológica oferecem vagas gratuitas em cursos técnicos para participantes do Enem.

Terão prioridade no preenchimento das vagas os alunos de escolas públicas e os que estudaram na rede privada, na condição de bolsista integral.

Ao fazer a inscrição, o candidato deve escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso. Também deve definir se deseja concorrer às vagas de ampla concorrência – àquelas destinadas aos estudantes da rede pública ou bolsistas da rede privada – ou às vagas reservadas a negros, pardos e indígenas.

A divulgação dos resultados, em primeira chamada, está prevista para o dia 7 de julho. A segunda chamada sai no dia 14 de julho. As aulas dos cursos terão início entre os dias 3 e 31 de agosto de 2015.

As vagas remanescentes, não ocupadas após as chamadas regulares, poderão ser preenchidas mediante inscrição online por estudantes que concluíram o ensino médio nos últimos três anos, ou seja, entre 2012 e 2014, independentemente da data de emissão do certificado. O período de inscrição para essas vagas vai de 20 de julho a 2 de agosto.

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Inscrições para o Sisutec serão abertas na próxima segunda-feira

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As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada da Educação Profissional e Tecnológica (Sisutec) serão abertas na próxima segunda-feira (29) e vão até sexta-feira (3 de julho). Podem se candidatar estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtiveram nota superior a 0 na redação. O edital foi publicado na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União.

A divulgação dos resultados, em primeira chamada, está prevista para o dia 7 de julho. A segunda chamada deve sair no dia 14 de julho. As aulas dos cursos terão início entre os dias 3 e 31 de agosto de 2015, de acordo com o edital.

Por meio do Sisutec, instituições públicas e privadas de ensino superior e de educação profissional e tecnológica oferecem vagas gratuitas em cursos técnicos para participantes do Enem.

Terão prioridade no preenchimento das vagas os alunos de escolas públicas e os que estudaram na rede privada, na condição de bolsista integral.

Ao fazer a inscrição, o candidato deve escolher, por ordem de preferência, até duas opções de curso. Também deve definir se deseja concorrer às vagas da ampla concorrência, àquelas destinadas aos estudantes da rede pública ou bolsistas da rede privada, ou às vagas reservadas a negros, pardos e indígenas.

As vagas remanescentes não ocupadas após as chamadas regulares poderão ser preenchidas, mediante inscrição online, por estudantes que concluíram o ensino médio nos últimos três anos, ou seja entre 2012 e 2014, independentemente da data de emissão do certificado. O período de inscrição irá de 20 de julho a 2 de agosto.

A consulta às vagas do Sisutec 2015 e o site para inscrição estarão disponíveis em breve, segundo o MEC.

 

 

 

(Fonte:Agência Brasil)

Professores universitários mantém greve

Terminou sem acordo a reunião, hoje (23), entre representantes dos professores de universidades públicas em greve e a Secretaria de Educação Superior, do Ministério da Educação. Após cerca de duas horas de reunião, o presidente do Sindicato Nacional dos Docentes de Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), Paulo Rizzo, disse que não houve avanços nas negociações e os docentes vão permanecer em greve.

“Não houve avanços, a greve continua, e somos da opinião que temos que reforçar a mobilização para que haja negociações efetivas. Sob o ponto de vista financeiro, não há nenhum avanço”, disse Rizzo. A paralisação começou no dia 28 de maio e tem a adesão de 31 universidades federais e um instituto federal, no balanço da Andes-SN.

Segundo o presidente da Andes-SN, a proposta apresentada aos grevistas pelo secretário de educação superior, Jesualdo Pereira, foi a de formar um grupo de trabalho, após o dia 15 de julho, para discutir a carreira dos docentes. Questões financeiras ficariam a cargo do Ministério do Planejamento, segundo o presidente da Andes-SN. “Insistimos para que o MEC acompanhe as negociações no ministério do Planejamento sobre a carreira e eles se dispuseram a participar”, disse.

O Ministério da Educação informou que, na audiência com o Andes-SN, se comprometeu a acompanhar as negociações junto ao Ministério do Planejamento, que é o responsável pela negociação salarial, e a criar um grupo de trabalho para debater questões conceituais da carreira. O MEC registrou ainda que em 2015 os docentes tiveram reajuste salarial por conta do acordo firmado com a categoria em 2012.

Na pauta que os docentes entregaram anteriormente ao ministério estão itens como a garantia de piso remuneratório de R$ 2.784 para docente graduado em regime de trabalho de 20 horas e a ampliação da infraestrutura das instituições, incluindo laboratórios e equipamentos. Eles também querem a aplicação de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em ciência e tecnologia.

No início do mês, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou, por nota, que uma contraproposta para as instituições federais de ensino será apresentada até o fim deste mês. Essa contraproposta faz parte do contexto das negociações feitas com o conjunto do funcionalismo público, de acordo com o ministério.

Entre os participantes da reunião estavam o secretário da Secretaria de Educação Superior, Jesualdo Pereira, a direção do Andes-SN e representantes do comando de greve dos professores.

 

(Fonte:Agência Brasil)

Saiba como se proteger de vírus no WhatsApp

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Segundo o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab Brasil, não há como pegar vírus diretamente pelo WhatsApp. “Essa mensagem maliciosa é enviada por um vírus do tipo worm que está presente no celular, mas que não foi transmitido pelo aplicativo”, explica.

Os vírus são contraídos principalmente por usuários do chamado “root” – grosso modo, um tipo de desbloqueio do celular que permite baixar qualquer conteúdo da Google Play (seja ele pago ou gratuito), além de apps piratas que não existem na loja oficial.

“Hoje, 98% dos vírus criados para smartphones são para Android”, afirma Assolini. “Ainda não foram encontradas ameaças para Windows Phone e as que apareceram para iOS afetam especialmente usuários que realizaram o jailbreak [processo para desbloquear vários recursos]”.

Por meio do WhatsApp, há duas formas bem comuns de entrar em contato com vírus. A primeira é ao baixar arquivos (música, foto ou vídeo) de usuários já contaminados. A segunda, clicar em um link malicioso enviado por um contato.

“A popularidade do aplicativo tem sido usada como chamariz pelos hackers. Eles enviam mensagens maliciosas com links oferecendo versões do programa para PC, ativação da função da chamada de voz, entre outros. Nunca clique nestes endereços”, aconselha o diretor de marketing da AVG Brasil, Mariano Sumrell.

Solução

Para eliminar estes problemas de seu smartphone, utilize um antivírus. O programa fará uma verificação completa e removerá tudo o que está atrapalhando o desempenho de seu Android. Entre os apps que cumprem os requisitos, estão Kaspersky Internet Security (http://zip.net/bhrdbv), TrustGo Antivirus & Mobile Security (http://zip.net/bnrc6x) e AVG Mobile Antivírus (http://zip.net/bhjWLS).

Alguns usuários que realizaram o root em seu Android podem não notar diferença após fazer a varredura. Isso ocorre porque, em alguns casos, o antivírus não consegue remover a ameaça.

“Certos aplicativos piratas possuem vírus embutidos em seus códigos que são impossíveis de excluir com programas de segurança”, afirma Assolini. “A única opção neste caso é restaurar o padrão de fábrica do celular.”

Para isso, siga o trajeto Configurações > Fazer backup e redefinir > Configuração original > Redefinir telefone. Vale lembrar que este tipo de procedimento fará com que você perca todos os dados presentes em seu smartphone.

Ministério da Cultura e universidades do Rio vão desenvolver projetos culturais no estado

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As instituições públicas de ensino superior do Rio de Janeiro, entre elas as universidades Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Federal Fluminense (UFF) e Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) e o Ministério da Cultura vão desenvolver projetos culturais no estado.

A proposta foi apresentada hoje (14) durante um encontro do ministro Juca Ferreira com os representantes das instituições, no Centro de Altos Estudos da UFRJ, no Flamengo, zona sul da cidade. “Acho ótimo. A gente precisa das universidades para construir as políticas públicas, para executar, para avaliar e para formular. E eles também precisam da gente para desenvolver o programa cultural deles. Vai ser uma parceria das melhores”, disse o ministro.

Embora sejam ligados ao Ministério da Educação (MEC), o ministro destacou que tem mantido conversas com o colega Renato Janine Ribeiro, para desenvolver ações em conjunto entre os dois ministérios. “Esse é um outro dado positivo da conjuntura. O ministro [Renato Janine] é um craque, entende e defende a aproximação entre a Cultura e a Educação, e nós já começamos a trabalhar. Evidentemente demora um pouco, porque o Ministério da Educação tem parâmetros, padrões, metas muito rígidas, e qualquer coisa precisa ser muito planejada para fazer parte da prática deles”.

Juca Ferreira sugeriu que as discussões para a definição dos projetos sejam feitas por meio do Fórum Interuniversitário de Cultura do Rio de Janeiro (FIC-RJ). Ele é resultado do Convênio de Cooperação Acadêmica e Intercâmbio Técnico, Científico e Cultural assinado em março do ano passado pelo Cefet, UFRJ, UFF e, ainda, as universidades Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Estadual do Norte Fluminense (UENF) e o Instituto Federal Fluminense (IFF). “É melhor trabalhar através do FIC, porque unifica um pouco e facilita os instrumentos de cooperação”, ressaltou.

O ministro da Cultura identificou algumas áreas em que os projetos podem ser desenvolvidos, como a de patrimônio, museus, cultura popular, protagonismo e cidadania e de diversidade. “Acho que o que não vai faltar é ideia para projetos”, completou.

O coordenador do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, professor Carlos Vainer, ficou animado com o resultado da reunião. “A expectativa é muito positiva. Acho que a recepção do ministro às nossas propostas e demandas foi muito clara e mostramos que as universidades do estado do Rio de Janeiro e o Fórum Interuniversitário de Cultura do Rio de Janeiro são interlocutores da maior relevância para quem pretende fazer políticas culturais no estado do Rio de Janeiro”, disse.

Para o professor, a área que pode ter resultado prático rapidamente é a de formação, na medida em que o ministério está dando prioridade a ela e as universidades têm condição de resposta rápida às demandas. “Criação de cursos, multiplicação de cursos, identificação nas carências na área de formação, seja de graduação, de pós-graduação, de tecnólogos, de bacharéis, de especialistas. Essa é uma dimensão em que já fazemos muita coisa, mas podemos fazer mais de maneira organizada”.

Para o ministro Juca Ferreira, a experiência no Rio pode ser estendida a outros estados. “Já foi aprovado que no próximo ano vamos fazer um encontro de universidades e cultura, mobilizando o máximo possível de universidades brasileiras”, destacou.

Ainda no encontro, o ministro disse que está muito empenhado com o desenvolvimento da economia cultural. Ele explicou que vem discutindo o tema com a equipe econômica do governo. “A gente está tratando para que o governo brasileiro trabalhe a economia da cultura como uma das variantes de uma diversificação da nossa economia. Ela tem potencial já é 6% do PIB brasileiro, mas pode muito mais”.

Juca Ferreira avaliou que é um bom caminho, o fato da equipe econômica ter recebido bem a proposta. “É um bom indício, mas tem muito caminho para correr. Os Estados Unidos montaram a indústria cinematográfica discutindo a crise de 29. Eles perceberam que ela tinha potencial de ajudar um novo ciclo de desenvolvimento”, ressaltou fazendo uma relação com o atual momento econômico do Brasil.

 

 

(Fonte Agência Brasil)

Brasil é o 60º país em ranking mundial da educação em lista de 76 avaliados

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O maior ranking mundial de educação foi divulgado nesta quarta-feira (13) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e trouxe países asiáticos no topo da lista. O primeiro lugar foi ocupado por Cingapura, seguido por Hong Kong — região administrativa especial da China — e pela Coreia do Sul. Entre os 76 países avaliados, o Brasil ficou na parte baixa da tabela, ocupando a 60ª posição, próximo de nações africanas. A última colocação do ranking ficou com Gana, na África.

Outros três países sul-americanos ficaram entre os 15 últimos colocados: Argentina (62ª), Colômbia (67ª) e Peru (71ª). O ranking foi estabelecido com base em resultados de testes de matemática e ciências aplicados nesses países. Além dos resultados Pisa, foram analisados o TIMSS — dos EUA — e o TERCE, aplicado em países da América Latina.

“Esta é a primeira vez que temos uma escala verdadeiramente global sobre a qualidade da educação. A ideia é dar a mais países, ricos e pobres, a possibilidade de comparar a si mesmos com os líderes mundiais em educação para descobrir seus pontos fracos e fortes e ver o ganhos econômicos a longo prazo gerados pela melhoria da qualidade da educação”, afirmou o diretor educacional da OCDE, Andreas Schleicher.

De acordo com o relatório, os índices de educação de um país podem sinalizar os ganhos econômicos que essas nações terão a longo prazo. Além disso, o país que hoje ocupa o primeiro lugar da lista, Cingapura, já registrou altos níveis de analfabetismo na década de 60, o que é visto como um exemplo de que o progresso educacional é possível mesmo em pouco tempo.

“Políticas e práticas educativas deficientes deixam muitos países em um permanente estado de recessão econômica”, conclui o relatório.

O ranking será apresentado oficialmente na próxima semana, durante o Fórum Mundial de Educação, na Coreia do Sul, quando líderes mundiais irão se reunir para traçar novas metas para educação. Os últimos objetivos foram estabelecidos há 15 anos e alguns deles, como fornecer ensino primário a todas as crianças, ainda não foram atingidos.

Inscrições abertas para Olimpíada de Física das Escolas Públicas

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Estão abertas até o dia 26 de maio as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Física das Escolas Públicas (Obfep). Podem participar estudantes do 9° ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. As inscrições devem ser realizadas pela escola no site da competição.

As Olimpíadas serão divididas em duas etapas. No dia 13 de agosto, acontecem as provas da primeira fase. Os alunos classificados farão a prova da segunda fase no dia 20 de outubro, e os resultados serão divulgados no site da OBFEP em fevereiro de 2016. Clique aqui e confira o cronograma da competição.

A Obfep é uma promoção do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) por meio do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), do Ministério da Educação (MEC) e constitui um programa permanente da Sociedade Brasileira de Física (SBF), responsável por sua execução.

A Olimpíada foi criada em 2010 com o objetivo de valorizar a escola pública, a melhoria do ensino e estudo das ciências, proporcionando ao estudante uma forma de avaliar sua aptidão e seu interesse pela física.

 

 

 

(Fonte  Obfep)