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Chuva volta a atingir o Rio de Janeiro nesta segunda

Após mais um dia de calor e sol forte, a cidade do Rio de Janeiro entrou em estágio de atenção às 17h desta segunda-feira (3), devido a núcleos de chuva que atuaram sobre a Baixada Fluminense e se deslocaram rapidamente em direção à cidade do Rio de Janeiro.

O Estágio de Atenção é o terceiro nível em uma escala de cinco e significa que uma ou mais ocorrências já impactam o município, afetando a rotina de parte da população. A cidade estava em Estágio de Mobilização desde as 3h20 da madrugada de hoje.

A temperatura máxima registrada hoje foi de 36,2°C às 14h35 na Estação Santa Cruz e a mínima de 20,8°C às 0h10min na Estação Alto da Boa Vista.

Ocorrências

Equipes da prefeitura estão trabalhando nas ocorrências relacionadas à forte chuva que atingiu a capital fluminense nesta tarde/noite desta segunda-feira (3) e também nos casos que foram provocadas pela chuva da noite de domingo passado (2).

No momento, duas quedas de árvores afetam vias públicas: uma na Rua Gramado, na altura do Viaduto Alim Pedro, em Campo Grande, e outra na Av. Bartolomeu de Gusmão, na altura do número 1.100. Equipes da prefeitura já foram acionadas para esses locais.

Vento e chuva

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a rajada de vento mais intensa, registrada durante a chuva de hoje (contada a partir das 17h), foi de 40,7 km/h, das 17h às 18h, em Marambaia, na zona oeste. De acordo com a classificação do Sistema Alerta Rio, é considerada uma rajada moderada.

Ainda chove de fraco a moderado em diferentes pontos do município do Rio. Mas, de acordo com o Alerta Rio, ainda há condições para chover forte, em curtos períodos em tempo e pontos isolados, até o fim desta segunda-feira.

Fonte Agência Brasil

Cedae fecha Guandu ao identificar detergente na água

A Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) fechou hoje à tarde (3) as comportas da entrada principal da Estação de Tratamento do Guandu (ETA), depois que exames de laboratório identificaram a presença de surfactantes (detergentes) na água bruta que chega à estação de tratamento.

Em nota, a companhia informou que “para garantir a segurança hídrica das regiões atendidas pelo sistema Guandu, a diretoria de Saneamento e Grande Produção da Cedae decidiu fechar as comportas da entrada do canal principal da estação”.

A Cedae informou que o material foi arrastado pelas fortes chuvas registradas na região metropolitana do Rio de Janeiro desde a noite deste domingo (2). A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa) e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) já foram informados do fato para iniciarem os respectivos procedimentos.

Técnicos da Cedae permanecerão monitorando a captação de água até que a concentração destas substâncias não represente risco à operação da estação de tratamento.

A companhia não soube informar quanto tempo vai levar para detectar de onde veio o detergente que atingiu o manancial principal que leva à Estação de Tratamento do Guandu e se demorar a identificar a presença do detergente, poderá afetar o abastecimento de água à população da capital e de municípios da Baixada Fluminense.

Água alterada

Hoje completa um mês que a água distribuída à população do Rio e da Baixada Fluminense começou a apresentar cheiro de terra e coloração amarronzada em torneiras de casas de diversos bairros. A cor escura desapareceu, mas o cheiro e gosto de terra continuam na água distribuída à população.

Segundo a Cedae, a água distribuída pelo reservatório do Guandu, que atende a grande parte da população da região metropolitana da capital, foi alterada pela alga geosmina. A companhia passou a usar carvão ativado como forma de eliminar os vestígios da substância, mas, não há prazo exato para o fornecimento de água se normalizar, pois, segundo a companhia, depende da quantidade de água armazenada nos reservatórios das casas.

 

Fonte Agência Brasil

Sérgio Cabral acusa Pezão de receber propina

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral afirmou que seu vice-governador e, posteriormente, governador Luiz Fernando Pezão recebia propina desde antes do período de seu governo. Pezão negou e disse que é totalmente inocente, vítima de um complô de delações premiadas. Ambos foram interrogados, nesta segunda-feira (3), pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, no âmbito da Operação Boca de Lobo, um desdobramento da Lava Jato.

Cabral foi o primeiro a falar. Questionado por Bretas se Pezão fez parte da organização criminosa da qual ele participou e pela qual está preso, Cabral não teve dúvidas e disse que sim.

“Eu confirmo. O vice-governador e governador Luiz Fernando Pezão participou da estruturação dos benefícios indevidos desde o primeiro instante do nosso governo. Desde mesmo da campanha eleitoral e durante os oito anos em que eu fui governador. Eu estabeleci, junto com o Pezão, o percentual [de propina junto às empreiteiras] de 5%. [Sendo] 3% para o meu núcleo, 1% para o núcleo dele e 1% para o Tribunal de Contas do Estado, para aprovação das licitações”, disse Cabral.

Segundo Sérgio Cabral, foi Pezão quem inventou o termo “taxa de oxigênio”, como era batizada a propina. O ex-governador Cabral disse ainda que, além desse percentual fixo, era destinada uma mesada, que chegou a R$ 150 mil, entregue diretamente a ele.

O depoimento de Cabral durou 1h10. Em seguida, após Cabral deixar a sala de audiência, foi a vez de Pezão falar, pela primeira vez, a Bretas. O ex-governador, que, após ficar preso por um ano, atualmente está em regime domiciliar, com uso de tornozeleira, negou veementemente as acusações feitas por Cabral, fazendo o que classificou como um desabafo.

Ao final, Pezão conversou com os repórteres, do lado de fora do prédio da Justiça Federal.

“É a primeira vez que eu estou falando. Eu fui julgado, condenado, preso e nunca tive a chance de falar. Só tem quatro pessoas que falam contra mim, um grupo que viveu a vida inteira junto. Estão correndo atrás de benefícios em cima de mim, quatro pessoas que já estão condenadas. Os maiores construtores do país estiveram aqui e ninguém falou de mim. Claro que eu sou inocente, eu tenho 36 anos de vida pública, e a única coisa que eu vou ter é a minha aposentadoria do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social]. É o dinheiro com o que eu vou viver”, disse Pezão.

 

Fonte Agência Brasil

Definido os padrões de qualidade para água de coco processada

Foi publicada na última sexta-feira (31), no Diário Oficial da União, uma instrução normativa que traz os novos padrões de identidade e qualidade sobre a água de coco industrializada. Os estabelecimentos terão um ano para se adequarem às alterações estabelecidas.

“A nova legislação tem o objetivo de deixar mais claro ao consumidor de água de coco processada as informações sobre a composição e ingredientes do produto em sua rotulagem principal, bem como na lista de ingredientes”, explica o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Glauco Bertoldo.

Novas exigências quanto a importação de água de coco concentrada também estão na norma. As novas regras incluem vistorias técnicas e auditorias nos estabelecimentos estrangeiros para averiguar as instalações e controles dos produtores e exportadores de água de coco. “Essas novas exigências foram comunicadas à Organização Mundial do Comércio (OMC) para conhecimento de todos os países exportadores de água de coco para o Brasil. A medida já foi colocada em prática na primeira visita técnica às Filipinas, oportunidade em que uma equipe de auditores fiscais federais agropecuários inspecionaram três unidades exportadoras do produto”, destaca Bertoldo.

Adição de açúcar

Outra alteração é na composição do produto para que tenha quantidade menor de calorias. A adição de açúcar teve o limite máximo reduzido em 50% em comparação ao padrão anterior. Este novo padrão melhora a informação ao consumidor, permite a inovação tecnológica e valoriza o produto nacional.

A elaboração da IN contou com ampla participação do setor produtivo, especialmente na consulta e audiência públicas. Contribuíram a Associação Brasileira de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), a Associação Brasileira de Indústria de Alimentos (Abia), o Sindicato Nacional dos Produtores de Coco do Brasil (Sindcoco), Associação Nacional dos Produtores de Coco (Aprococo) e empresas do setor.

* Com informações do Ministério da Agricultura

Fonte Agência Brasil

Governo Federal vai vender 300 mil terrenos da marinha

A venda de cerca de 300 mil terrenos de marinha (próximos da linha das marés) em todo o país pode render R$ 3 bilhões à União. O levantamento foi divulgado na semana passada pela Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União do Ministério da Economia.

Atualmente, a propriedade desses terrenos é dividida entre a União e um particular – cidadão ou empresa. O particular fica com 83% do domínio, cabendo à União a posse dos 17% restantes, num regime chamado de aforamento. Nesse modelo, o ocupante paga a taxa anual de foro, espécie de aluguel pelo uso da parte pertencente ao governo.

O Ministério da Economia pretende vender os 17% da União aos ocupantes, que passarão a ter total posse dos terrenos. Embora o instrumento exista na legislação, a Medida Provisória 915, editada no fim de dezembro, simplifica os procedimentos para a remissão de foro, nome oficial desse tipo de venda.

A medida provisória também agiliza a avaliação do valor das propriedades. Até o fim do ano passado, o terreno precisava receber a visita de um agente da União para ser avaliado. Agora, o procedimento passará a ser feito automaticamente, por meio de uma avaliação informatizada baseada em modelos estatísticos adaptados a cada localidade. Nas próximas semanas, o Ministério da Economia editará uma portaria regulamentando a avaliação eletrônica.

O modelo de aforamento baseia-se num contrato de 1831 que delimitava as áreas pertencentes à União conforme o movimento das marés. Segundo a Superintendência do Patrimônio da União (SPU), esse regime não condiz com a realidade atual, o que justifica a venda dos terrenos em larga escala.

 

(Fonte Agência Brasil)

Igreja é condenada a devolver doação a fiel

Um fiel que se sentiu forçado por um pastor a vender o carro para doar o valor em oferta conseguiu uma vitória na Justiça, que determinou que a igreja deve devolver a quantia com correção monetária e juros.

O processo, julgado em segunda instância pelos desembargadores da 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Mato Grosso dos Sul (TJMS), foi movido pelo fiel que se sentiu “sob forte influência” por parte do pastor para vender o único carro no valor de R$ 18 mil e doar a quantia à igreja.

Além disso, o fiel e sua esposa entregaram mais R$ 1980,00 de sua aposentadoria do mês de dezembro de 2016. Os desembargadores, então, decidiram por unanimidade manter a decisão da primeira instância, que obrigava a instituição a devolver os R$ 19.980,00 ao casal de idosos, além das correções pelo período.

Na Justiça, o fiel declarou que o pastor havia prometido “operar milagres” na vida financeira do casal, no entanto, a realidade foi amplamente diferente: com a doação da aposentadoria do mês de dezembro de 2016, eles se viram sem condições de pagar contas de água, luz e outros itens básicos para a sobrevivência da família.

Após ser condenada em primeira instância, a igreja decidiu recorrer alegando que é vedado ao Judiciário “embaraçar a liberdade de liturgia religiosa” e que “está amparada pelo exercício da liberdade de organização religiosa”, e acrescentou que não obriga os fiéis a doarem nada.

“A pessoa é livre para escolher a religião que segue como também para permanecer e cumprir o que é pregado no segmento religioso escolhido. O fiel veio de São Paulo para Mato Grosso do Sul e continuou a frequentar a igreja, o que mostra que era grande conhecedor da liturgia”, argumentou a defesa.

O advogado da igreja ainda sustentou que a contestação à doação foi feita pela família do casal de idosos, o que teria obrigado-os a buscar a Justiça. O relator do recurso, desembargador Alexandre Bastos, no entanto, não acatou a argumentação da instituição religiosa.

“A venda do único automóvel e doação da aposentadoria, diante das condições pessoais demonstradas por meio de extrato bancário, valor de benefício previdenciário, entre outros dados pessoais, são suficientes para concluir que levaram ao comprometimento da subsistência do casal”, contextualizou Bastos.

“Deve-se registrar que o mesmo teto constitucional que abriga e protege a liberdade religiosa é o que protege o cidadão e seu conjunto de direitos, sobretudo aqueles que impliquem na sua própria subsistência, sua liberdade e igualdade, integridade e moralidade nas relações a que se submete. Pelo contrário, o controle pelo Judiciário se mostrou legítimo, sem violação à liberdade de crença. Portanto, de rigor a manutenção da sentença. Conheço do recurso e nego provimento. É como voto”, concluiu o relator, que foi acompanhado pelos demais desembargadores.

Rio contaminado com rejeitos da Vale inunda casas em MG

A água do Rio Paraopeba, contaminada há um ano pelo rejeito de minério despejado no rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, e ainda imprópria para uso, inundou casas e ruas de Juatuba (MG) durante as chuvas dos últimos dias.

Os moradores temem o contato com materiais tóxicos. Eles reclamam de falta de orientação dos órgãos públicos de como lidar com essa lama.

A prefeitura de Juatuba admite a possibilidade de que a lama tenha metais pesados, mas diz que ainda fará testes para avaliar a presença e o nível de tóxicos, com ajuda da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Semad).

Ainda não há previsão de datas para estes testes.

A preocupação é ainda maior pelo fato de haver casas que usam cisternas de água, atingidas pela inundação do rio. A prefeitura orientou os moradores a não usar essas cisternas e diz que está fornecendo água de caminhões-pipa para eles.

 A água do Rio Paraopeba ainda continua imprópria para uso um ano após o rompimento da barragem da Vale.

Uma das preocupações era de que o minério no leito do rio fosse revolvido quando chegasse a próxima temporada de chuva, voltando à superfície e piorando a qualidade hídrica de novo. Esta preocupação poderá ser avaliada agora.

Enquanto isso, as pessoas que tiveram suas casas alagadas nos últimos dias têm medo até de entrar para avaliar os danos e limpar os cômodos e objetos, com medo do contato com material tóxico.

O Prefeito de Juatuba, Antônio Adônis Pereira (Patriota), diz que uma parte das casas foi inundada pelo Ribeirão Mateus Leme, que não foi diretamente afetado pela lama de Brumadinho. O ribeirão desemboca no Rio Paraopeba. Mesmo assim, o material dessa inundação também será examinado.

“Também demos assistência a todos os desabrigados”, afirma o prefeito. Sobre os locais afetados pela água do Paraopeba, ele diz que “tem chance de contaminação de metal pesado, o rio transbordou e provavelmente deixou esse material.”

“Já decretamos emergência no município e, na segunda-feira teremos uma reunião de todos os secretários para agilizar os exames todas as medidas”, diz Antônio Adônis Pereira.

China inaugura hospital construído em dez dias

O governo chinês anunciou neste domingo (2) que cumpriu o prazo de dez dias e concluiu um hospital de 25 mil metros quadrados e mil leitos para tratar pacientes afetados pelo coronavírus. O hospital começou a ser construído no dia 23 de janeiro.

Para alcançar esse feito, o canteiro de obras foi ocupado por cem tratores e 4 mil trabalhadores se revezando em três turnos de trabalho.

O plano é entregar mais um hospital na próxima quinta-feira (6), a apenas 40 km de distância do primeiro. E esse é ainda maior, com 75 mil metros quadrados e 1.600 leitos.

O governo chinês usa construções pré-fabricadas para abrigar as centenas de leitos. Módulo a módulo, os hospitais vão sendo montados a partir das peças que chegam das fábricas ou depósitos.

Imagens da emissora estatal chinesa CGTN mostraram dezenas de tratores nivelando o solo para receber os blocos pré-fabricados. Enquanto os primeiros módulos eram montados, operários preparavam a rede elétrica do novo local.

Além disso, as autoridades de Wuhan mantiveram o ritmo de construção dia e noite. Mais de mil pessoas trabalham nas duas obras, segundo a imprensa estatal.

Primeira semana de fevereiro começar com chuva no RJ

A primeira semana de fevereiro deve começar com tempo nublado e chuva no Rio de Janeiro, de acordo com previsão . No entanto, o calor deve continuar na cidade, já que a previsão para os próximos dias fica na casa dos 30ºC.

Na segunda-feira (3) e na terça-feira (4), o tempo deve ficar de nublado a encoberto na cidade, com previsão de chuva de moderada a forte a qualquer hora do dia na segunda-feira. Na terça, a previsão é de chuva fraca.

Já na quarta (5) e na quinta (6), o tempo melhora e fica de nublado a parcialmente nublado. Há previsão de chuva fraca nesses dias.

Sete PMs foram mortos no RJ em 2020

Sete policiais militares foram assassinados no Rio de Janeiro em janeiro de 2020. O sétimo foi o subtenente da reserva da Polícia Militar, Jobson João Lima da Silva, 56 anos, assassinado hoje (31) à tarde, junto com a companheira, quando passava de carro pela Avenida Brasil na zona oeste do Rio.

O militar e a companheira, Ana Angélica Gomes dos Santos, foram mortos a tiros numa tentativa de assalto. O carro do casal foi atingido por vários tiros por homens que também estavam de carro e emparelharam com o carro da vítima. Jobson e a mulher foram levados às pressas para o pronto-socorro do Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiram aos ferimentos. O casal deixa um filho.

A Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada para investigar o caso. Os agentes fizeram uma perícia no local e procuram por câmeras da região que possam ajudar a identificar a autoria do crime.

O Portal dos Procurados do Disque-Denúncia está oferendo uma recompensa de R$ 5 mil a quem der informações que possam levar a identificação e prisão dos envolvidos na morte de Silva.

As informações sobre os assassinos devem ser passadas ao Disque Denúncia por meio do telefone (21) 2253-1177. O anonimato é garantido. Todas as informações sigilosas sobre o caso serão encaminhadas para Grupo de Ação Conjunta (GAC), formado pela Delegacia de Homicídios e a Polícia Militar, que informou que tem como prioridade prender os envolvidos na morte de agentes de segurança pública no Rio

Fonte Agência Brasil