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Morre o artista plástico Daniel Azulay

O artista plástico Daniel Azulay, de 72 anos, morreu na tarde de hoje (27), na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio, onde estava internado há duas semanas. O artista  lutava contra uma leucemia e contraiu o novo coronavírus (covid -19), que acabou agravando o quadro do paciente.

Em sua página em uma rede social, foi publicada a notícia da morte do artista:  “Com extremo pesar comunicamos que nosso querido Daniel Azulay faleceu hoje à tarde no Rio de Janeiro. Ele estava tratando uma leucemia e contraiu coronavírus. Sua alegria continuará em todos nossos corações para sempre. Faremos rezas virtuais para ele nos próximos dias em virtude do isolamento. Daniel, Te amamos”!!!

Entre as crianças, a criação de Daniel Azulay que fez mais sucesso foi A Turma do Lambe Lambe. Criada em 1975, o programa ficou no ar durante 10 anos, primeiro na antiga TV Educativa (TVE) e depois na Rede Bandeirantes, sempre apresentada por Daniel Azulay, que mostrou o mundo do desenho e da arte para milhares de crianças em todo o Brasil.

A volta à televisão ocorreu em 1996 com o programa Oficina de Desenho Daniel Azulay na TV Bandeirantes, que tinha vários quadros com a Turma do Lambe Lambe e introduziu também o personagem Azulinho, uma versão da Emília, de Monteito Lobato, de Daniel Azulay.

Entre 2003 e 2004 foi ao ar no Canal Futura o programa Azuela do Azulay, que contou com algumas aparições dos personagens. Entre 2006 e 2007 foi lançada uma série de minicurtas em animação para a TV Rá-Tim-Bum.

Revista em quadrinhos

De 1982 até 1984 foi publicada a revista da Turma do Lambe Lambe pela Editora Abril, que teve 20 edições. Em 2015, Ediouro lançou o Almanaque da Turma do Lambe-Lambe, em comemoração aos 40 anos da franquia.

Azulay influenciou a geração dos anos 80, que aprendeu com ele a desenhar, construir brinquedos com sucata doméstica e a importância da reciclagem e sustentabilidade em defesa do meio ambiente. Recentemente, viajava pelo mundo expondo, fazendo palestras e conduzindo workshops de arte, educação e responsabilidade social.

Fonte Agência Brasil

Governo proíbe entrada de estrangeiros no Brasil

O governo federal editou hoje (27) uma portaria para proibir temporariamente a entrada de estrangeiros de todas as nacionalidades que chegarem ao Brasil pelos aeroportos. A medida tem validade de 30 dias.

O fechamento da fronteira aérea foi feito a partir de recomendações técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A regra não será aplicada no caso de brasileiros que retornem ao país, imigrantes que moram no Brasil, parentes diretos de brasileiros e estrangeiros que são membros de órgãos internacionais. A norma também libera a entrada de quem estiver em trânsito para outros países, desde que o passageiro fique somente na sala de trânsito dos aeroportos, além de tripulantes de empresas aéreas.

Na semana passada, o governo brasileiro tomou a primeira medida para restringir a entrada de estrangeiros.

A nova portaria foi editada pelo ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Casa Civil, Braga Neto, da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Fonte Agência Brasil

Bancos voltam a funcionar no estado do Rio

O atendimento bancário à população fluminense foi autorizado nesta sexta-feira (27) pelo governador Wilson Witzel. A medida, publicada na edição de hoje do Diário Oficial do estado, permite o funcionamento dos serviços enquanto perdurar a situação de risco à saúde pública decorrente da pandemia do novo coronavírus.

Conforme a determinação do governador, as agências bancárias e casas lotéricas deverão respeitar o limite de 30% de ocupação da capacidade física dos estabelecimentos, que devem reservar no mínimo uma hora por dia para atendimento exclusivo de grupos de risco.

Para o governador, a população não pode ficar sem os serviços bancários essenciais, ainda mais em um momento de crise como o país atravessa. “Temos aposentados e beneficiários do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] que recebem seus pagamentos nas agências bancárias”, disse Witzel.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Relações Internacionais, Lucas Tristão, serão beneficiadas as pessoas que não têm acesso aos canais digitais das operações bancárias.

Além disso, há um grupo com movimentações específicas. “Milhares de pequenas empresas, estabelecimentos comerciais, trabalhadores informais e autônomos precisam movimentar seus recursos em espécie”, acrescentou.

O secretário destacou que o decreto permite também o acesso da população a benefícios sociais, como Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), seguro-desemprego, abono salarial e Bolsa Família.

Fonte Agência Brasil

Witzel vai decretar mais 15 dias quarentena

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, vai editar um decreto mantendo por mais 15 dias as medidas restritivas no estado, com objetivo de combater o coronavírus. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (27), durante videoconferência com prefeitos da Região Metropolitana.

O detalhamento das medidas será anunciado na segunda-feira (30). Segundo nota no Twitter oficial do governo do estado, os prefeitos que participaram da videoconferência demonstraram apoio e reafirmaram que vão seguir as recomendações do governador.

O estado do Rio registrou, nesta sexta-feira, segundo a Secretaria de Estado de Saúde, 493 casos confirmados e 10 mortes por coronavírus.

Fonte Agência Brasil

Detalhes do auxílio a pequenas e médias empresas

O governo anunciou hoje (27) uma linha de crédito emergencial para ajudar pequenas e médias empresas a quitar a folha de pagamentos. O setor está entre os mais afetados pela crise gerada pela pandemia de covid-19. A estimativa é de liberação de R$ 40 bilhões.

O anúncio foi feito em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o presidente, além da preocupação com a disseminação do coronavírus e os efeitos da doença, é preciso garantir empregos para a população. “Devemos diminuir a altura dessas duas ondas [da infecção e do desemprego]”, disse.

A medida deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento, com volume de R$ 20 bilhões por mês.

Segundo o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, a medida será operacionalizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em parceria com os bancos privados. O limite de financiamento é de dois salários mínimos. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de dois salários mínimos, a empresa terá que complementar o salário.

Ao contratar o crédito, a empresa assume o compromisso de que não demitir o funcionário nesse período de dois meses. “A empresa fecha o contrato, e o dinheiro vai direto para o funcionário. A empresa fica só com a dívida”, disse Campos Neto, explicando que os recursos não passarão pela conta da empresa.

A taxa de juros será de 3,75% ao ano (atual taxa Selic). Do total a ser liberado por mês (R$ 20 bilhões), R$ 17 bilhões serão recursos do Tesouro Nacional e R$ 3 bilhões dos bancos privados. Serão seis meses de carência e 36 meses para o pagamento.

“O Tesouro disponibiliza os recursos, aplica os subsídios e fica com as perdas e ganhos das operações”, afirmou o presidente do BNDES, Gustavo Montezano.

Segundo Campos Neto, a linha estará disponível em uma ou duas semanas. “Quarenta e cinco por cento do custo de uma pequena e média empresa é folha de pagamento, normalmente em torno 20% ao ano. Temos que atravessar este período garantindo emprego para os trabalhadores”, afirmou. Ele acrescentou que o custo de demissão para as empresas é equivalente a três ou quatro meses de salário.

Caixa

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, também ressaltou que o banco já emprestou R$ 20 bilhões aos clientes para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus. No total, a instituição já injetou R$ 111 bilhões em recursos.

“Vamos continuar reduzindo juros, aumentando prazos para pagamento e dando liquidez para a economia”, disse Guimarães sobre as medidas anunciadas ontem (26) pelo banco.

De acordo com Guimarães, a Caixa também vai operacionalizar o pagamento do auxílio emergencial de três meses, no valor de R$ 600, destinado aos trabalhadores autônomos, informais e sem renda fixa durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus.

Entretanto, Guimarães destacou que, antes se  iniciar o pagamento, a medida precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional. Um decreto presidencial também será editado para regulamentar a operação.

Compra de carteira de crédito

Roberto Campos Neto informou ainda que está em estudo uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para que o Banco Central possa comprar carteira de crédito diretamente das instituições financeiras. “O máximo que o Banco Central pode fazer [atualmente] é injetar liquidez [no mercado]. Nem sempre a liquidez chega na ponta final. Precisa de uma PEC para que o Banco Central tenha poder para comprar crédito”, disse.

O presidente do BC informou ainda que na próxima semana a instituição deve lançar medida de concessão de empréstimos a bancos com lastro em letras financeiras garantidas por operações de crédito.

Para começar a valer, será necessária a edição de medida provisória, com abertura de crédito extraordinário de R$ 34 bilhões por dois meses (R$ 17 bilhões por mês) e a criação de um fundo com aporte do Tesouro, operacionalizado pelo BNDES, fiscalizado e supervisionado pelo Banco Central.

Setor de saúde

Gustavo Montezano informou ainda que na próxima semana será disponibilizada uma linha emergencial para empresas de saúde no valor de até R$ 2 bilhões. “Já temos cerca 30 empresas mapeadas para absorver esse produto”, disse o presidente do BNDES.

Fonte Agência Brasil

Lívia Andrade desculpa se por fake news sobre Igreja Universal

Em plena pandemia do novo coronavírus, circula nas mídias sociais diversas notícias falsas sobre o assunto, as chamadas “fake news”. Uma delas diz respeito à Igreja Universal do Reino de Deus, que supostamente estaria vendendo frascos de álcool em gel ao custo de R$ 500,00.

Muito embora a notícia falsa sobre a suposta venda de álcool em gel pela Igreja Universal já tivesse  sido repudiada pela denominação, e também refutada por veículos de notícias e agências de verificação de conteúdo, a apresentadora do SBT Lívia Andrade terminou repercutindo a informação em rede nacional.

Lívia citou a informação falsa ao fazer um comentário na TV, mostrando uma imagem com a logomarca manipulada da Igreja Universal. Após esse fato, bispos da denominação reagiram lamentando o episódio.

“Banalização do Evangelho é você deixar o Evangelho de lado no momento do culto e usar esse momento para espalhar falsa notícia. Vamos aprender, vamos ser mais justos, mais focados no que realmente interessa. Esse assunto induz muitas pessoas ao erro”, afirmou o apresentador Renato Cardoso, genro de Edir Macedo.

Com a repercussão do seu erro, Lívia Andrade pediu desculpas pelo ocorrido em outra gravação, mas segundo Cardoso se tratou de “meia desculpa”, já que Lívia não citou o nome da Universal, nem se dirigiu especificamente aos líderes da denominação.

“Mesmo sem citar nomes ou instituições religiosas, algumas pessoas se sentiram ofendidas até porque está existindo uma fake news envolvendo a Igreja Universal. Fizeram montagens de vídeos e fotos, mas está sendo provado que a Igreja Universal não está fazendo isso”, afirmou Lívia em sua retratação.

Sem se dirigir aos líderes da Universal como um pedido de desculpa formal, Lívia ainda terminou sua fala alfinetando indiretamente, baseada em suposições, lideranças religiosas que estariam se aproveitando do momento de pandemia para explorar a fé da população.

“Então, eu quero pedir desculpas a essas pessoas que se sentiram ofendidas. Mais importante nesse momento é a gente ficar junto nessa luta contra o coronavírus e continuar tendo cuidado com essa galera que tenta ganhar dinheiro com a boa fé das pessoas” falou a apresentadora, segundo o R7.

Bolsonaro afirma que é fraude número de mortes em SP

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (27) que o número de mortes no Estado de São Paulo pelo novo coronavírus “está fraudado” e teria por objetivo atender a interesses políticos do governador paulista, João Doria (PSDB).

Bolsonaro lançou dúvidas sobre as mortes em São Paulo e usou como justificativa a edição de um decreto estadual que, em suas palavras, passou uma orientação na qual, se uma pessoa não tiver uma causa mortis identificada, a morte seria registrada como novo coronavírus.

“Tem um estado aí que orientou via decreto que, em última análise aí, se não tiver uma causa concreta do óbito, bota aí coronavírus para colar. A gente lamenta isso aí, é uma atitude incorreta”, disse ele, em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, no programa televisivo Brasil Urgente.

O apresentador, então, disse que era em São Paulo. Inicialmente, o presidente disse que não iria falar por não querer polemizar com ninguém, mas depois acabou por questionar a atuação de Doria –com quem tem tido duros embates nos últimos dias em razão da atuação no combate ao avanço do novo coronavírus.

Desde a terça-feira desta semana, o Estado decretou quarentena como forma de amenizar a propagação do vírus. A iniciativa foi duramente criticada por Bolsonaro.

“Se é todo mundo de coronavírus, é sinal de que o Estado está fraudando a causa mortis daquela pessoa, querer fazer uso político de números, isso a gente não pode admitir”, disse.

De acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, São Paulo registrou 68 mortes pela doença, de um total de 92 em todo o país.

Os casos confirmados por Covid-19 no Brasil são 3.417, dos quais 1.223 em São Paulo.

Instigado  por Datena após dizer que também discordava do teor do decreto e avaliar que São Paulo era o epicentro da doença no país, o presidente comparou números desatualizados de mortes no Rio de Janeiro com São Paulo para questionar os dados do estado mais populoso do país.

“Está muito grande para São Paulo (número de mortes), então, tem que ver o que está acontecendo ai, não pode ser um jogo de números para favorecer interesse politico. Olha, morreu tantos aqui no meu Estado, então justificou a medida que tomei”, disse.

“Não estou acreditando nesse número, até depois do decreto do governador aí”, completou.

O presidente disse ter visto uma entrevista dada por Doria um pouco antes no qual o governador paulista teria dito que na Itália não se tomou “o devido cuidado com os velhinhos”. Mas, segundo Bolsonaro, “os velhinhos estavam dentro de casa”.

“Não adianta querer torturar números de fora do Brasil para justificar aqui dentro”, criticou.

O governador paulista, a quem Bolsonaro chegou a chamar de “papagaio” pelas sucessivas entrevistas à imprensa nos últimos dias, é um potencial candidato ao Palácio do Planalto em 2022.

Em entrevista pouco depois a Datena, Doria disse inicialmente que não iria transformar o caso em um debate político, mas sim de saúde.

Ele disse que toda decisão foi tomada com base no assessoramento dado pelo Centro de Contingência do Covid-19 no Estado e segue um protocolo de diretrizes dadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde.

“Todos os procedimentos seguem o mesmo alinhamento. Eu critiquei a campanha do presidente estimulando as pessoas a não sair de casa”, disse ele, ao destacar que, em princípio, não deve rever a decisão de manter a quarentena até o dia 7 de abril.

“Esperamos até lá não ter que renovar a quarentena, estamos trabalhando para reduzir o número de pessoas infectadas”, completou.

Procurada pela Reuters, a assessoria do governador encaminhou questionamento para a secretaria estadual de Saúde, que não respondeu de imediato.

Pastor nos EUA que chamou coronavírus de histeria morreu da doença

O pastor e músico norte-americano Landon Spradlin, de 66 anos, morreu na quarta-feira (26) de covid-19 nos Estados Unidos. Dias antes de apresentar os sintomas da doença, ele chamou o novo coronavírus de “histeria coletiva” e chegou a compartilhar informações falsas sobre o assunto. As informações são do jornal ABC.

Para Spradlin, a covid-19 não era tão perigosa quanto está sendo noticiada pela mídia. Ele acreditava ainda que os veículos usavam a doença para atacar o presidente Donald Trump.

Segundo a ABC, o pastor passou mal no último dia 17 enquanto voltava para a casa, após uma missão ao lado da mulher, Jean. Ele foi levado para o hospital Atrium Cabarrus, em Concord, onde foi diagnosticado com pneumonia nos dois pulmões. Posteriormente, ele foi submetido ao teste do novo coronavírus, que deu positivo.

No dia seguinte, o quadro clínico de Spradlin piorou, ele foi sedado, colocado em um respirador e durante a internação teve de ser submetido à hemodiálise. No entanto não resistiu aos sintomas. Ele foi a décima morte relacionada ao coronavírus na Virgínia.

DF começa a distribuir cartão alimentação para alunos

O governo do Distrito Federal (GDF) começa a distribuir amanhã (27) cartões magnéticos de alimentação para atender às necessidades nutricionais de crianças de 0 a 5 anos de idade que estão sem frequentar creches e escolas públicas devido às medidas de isolamento contra a disseminação do novo coronavírus (covid-19).

Por força de decreto baixado pelo governador Ibaneis Rocha, as aulas estão suspensas no DF, nas redes pública e privada, ao menos até 5 de abril.

Segundo o GDF, cerca de 22 mil crianças de 0 a 5 anos de idade vão receber, nesta primeira etapa, R$ 60 para a compra de alimentos. Caso a suspensão das aulas seja prorrogada, o valor mensal a ser pago por criança será de R$ 150.

Poderá retirar o cartão somente o responsável legal pela criança matriculada em creche ou escola de tempo integral. Para a retirada é obrigatório apresentar documento de identificação com foto, certidão de nascimento da criança e/ou Termo de Guarda, se for o caso.

O cartão será entregue somente no horário especificado para cada unidade de ensino. O cronograma completo pode ser conferido no site da Secretaria de Educação.

Fonte Agência Brasil

 

Saúde libera mais R$ 600 milhões para combater o coronavírus

Mais R$ 600 milhões estão sendo liberados para estados e municípios a fim de reforçarem o plano de contingência para o enfrentamento da pandemia de coronavírus (covid-19). Além disso, R$ 400 milhões já haviam sido enviados a todos os estados este mês.

A orientação do Ministério da Saúde é que cada estado defina com as prefeituras os valores destinados a cada município. O dinheiro poderá ser utilizado em ações de assistência, inclusive para abertura de novos leitos ou custeio de leitos já existentes nos estados e municípios.

“Nós vamos repassar R$ 600 milhões aos municípios de acordo com a pactuação local. Cada estado vai fazer hoje a sua divisão, de como vai fazer a alocação dos recursos”, disse o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Segundo ele, a partir desta quinta-feira (26), os estados devem informar o ministério sobre os municípios com atendimento de maior complexidade. “A partir disso, a gente repassa o recurso para que os municípios utilizem da melhor forma possível no que houver necessidade”, explicou o ministro.

De acordo com o ministério, a distribuição do recurso é proporcional ao número de habitantes de cada estado, que deverá definir os locais de atendimento de maior complexidade e, assim, maior necessidade de reforço orçamentário.

“São, no mínimo, R$ 2 e, no máximo, R$ 5 por habitante. Na semana passada, o Ministério da Saúde já havia destinado R$ 432 milhões para auxiliar os estados e municípios no enfrentamento da pandemia.”

Isolamento social

Sobre as medidas para contenção do coronavírus, o ministro Luiz Henrique Mandetta destacou a necessidade de um trabalho coletivo, com órgãos diversos.

“Quarentena sem prazo determinado para terminar vira uma parede na frente das necessidades das pessoas que precisam comer, que precisam abastecer suas casas, que precisam ir aos supermercados e que precisam ir e vir, porque isso faz parte da própria sobrevivência”, disse.

Fonte Agência Brasil