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Três pessoas são presas por torturar criança em Maricá

Policiais da 76ª DP (Niterói) prenderam, nessa sexta-feira, três pessoas suspeitas de tentarem matar uma criança de dois anos. Eles foram capturados no município de Maricá, Região Metropolitana do Rio.
Segundo os agentes, o Conselho Tutelar resgatou a vítima da casa onde ela morava com a mãe, duas irmãs, uma de seis anos e outra de 11 meses, o padrasto e a mãe dele. Ainda segundo os policiais, foi constatado que a vítima possuía diversas lesões espalhadas por todo o corpo e estava com um braço fraturado.
A investigação apurou ainda que os maus tratos tiveram início no dia 22 de março e era negligenciado pela mãe e demais familiares que moravam com a criança.

EUA são acusados de desviar equipamentos que iriam para Alemanha à França e Brasil

Autoridades em Berlim disseram que o embarque das máscaras, produzidas nos EUA, teria sido “confiscado” em Bangcoc, na Tailândia.

As máscaras modelo FFP2, que haviam sido encomendadas pela polícia de Berlim, não teriam chegado a seu destino final. Andreas Geisel, ministro do interior da Alemanha, disse que as máscaras foram “desviadas” para os EUA.

Casos semelhantes, incluindo o que vem sendo descrito como “roubo” de contratos pelos norte-americanos, que estariam fazendo propostas financeiras mais altas do que as já assinadas entre países e fornecedores, também foram reportados pela França e pelo Brasil.

A 3M, empresa americana que produz as máscaras, foi proibida de exportar seus produtos médicos para outros países após o presidente Donald Trump recorrer a uma lei da época da Guerra da Coreia, que aconteceu nos anos 1950.

Na sexta-feira, Trump disse que havia recorrido à regra para fazer com que empresas norte-americanas garantissem mais produtos médicos para a demanda interna dos EUA.

“Precisamos destes itens imediatamente para uso doméstico. Precisamos tê-los”, disse Trump em sua conversa diária sobre o coronavírus com a imprensa na Casa Branca.

Ele disse também que autoridades americanas estocaram aproximadamente 200 mil máscaras modelo N95, 130 mil máscaras cirúrgicas e 600 mil luvas. Trump não informou em que locais ou países elas foram postas à disposição dos EUA.

O ministro alemão disse que o desvio de máscaras foi um “ato de pirataria moderna”, em um gesto de pressão para que o governo Trump cumpra regras comerciais internacionais.

“Não é assim que se lida com parceiros transatlânticos”, disse o ministro. “Mesmo em momentos de crise global, não é correto usar métodos do ‘velho oeste’.”

Os comentários do ministro Geisel ecoaram reclamações de outras autoridades que também reclamaram sobre as práticas de compras e desvios adotadas pelos EUA.

Na última sexta-feira, uma carga de 600 respiradores artificiais encomendada por estados do nordeste de um fornecedor chinês não pode embarcar do aeroporto de Miami, onde fazia escala, para o Brasil.

Em nota enviada à imprensa brasileira, a Casa Civil da Bahia informou que “a operação de compra dos respiradores foi cancelada unilateralmente pelo vendedor”

O valor final da compra, de R$ 42 milhões, ainda não havia sido pago pelo governo baiano. A suspeita é de que os EUA tenham oferecido um valor mais alto pelos produtos – uma prática apontada, por exemplo, pelo governo francês.

Naquele país, líderes regionais dizem que estão tendo muita dificuldade para garantir equipamentos médicos, já compradores dos EUA têm “furado a fila” ao oferecer valores de compra mais altos que os já assinados.

A presidente da região da Île-de-France, Valérie Pécresse, comparou a disputa por máscaras com uma “caça ao tesouro”.

“Encontrei um estoque de máscaras disponíveis e os americanos – não estou falando do governo americano – ofereceram o triplo do preço e se propuseram a pagar adiantado”, disse Pécresse.

À medida que a pandemia de coronavírus piora, a demanda por suprimentos médicos fundamentais, como máscaras e respiradores, aumenta em todo o mundo.

No início desta semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disse que considera mudar sua orientação sobre o uso de máscaras em público pela população em geral.

Atualmente, a OMS diz que as máscaras não oferecem proteção suficiente para justificar seu uso em massa contra infecções. Mas alguns países adotaram uma visão diferente, incluindo os EUA.

Na sexta-feira, Trump anunciou que o Centros de Controle de Doenças (CDC) do país passou a recomendar que os norte-americanos usem proteção faciais não-médica para ajudar a impedir a propagação do vírus.

Os EUA registraram 273.880 casos de Covid-19, disparado o número mais alto do planeta.

Doença causada pelo coronavírus, o Covid-19 já atingiu mais de um milhão de pessoas e matou quase 60 mil em todo o mundo, segundo dados recentes

Por sua vez, a 3M informou que o governo Trump pediu que a empresa pare de exportar para o Canadá e a América Latina máscaras do tipo N95 fabricadas nos EUA .

A solicitação tem “consequências humanitárias significativas”, alertou a empresa, e poderia levar outros países a agir da mesma forma.

A empresa diz que fabrica cerca de 100 milhões de máscaras N95 por mês – cerca de um terço são fabricados nos EUA e o restante é produzido no exterior.

O presidente Trump disse que usou a Defence Production Act (Lei de Produção de Defesa, em tradução livre) para “atingir pesadamente a 3M”, sem oferecer mais detalhes.

A lei foi criada nos anos 1950 e permite que presidentes forcem companhias a produzirem ítens para defesa nacional.

O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau disse a jornalistas na sexta-feira que “seria um erro criar bloqueios ou reduzir o comércio”.

Caixa vai criar aplicativo para cadastramento em renda emergencial

A Caixa Econômica Federal pretende lançar um aplicatico, na próxima terça-feira (7/4), que permitirá o cadastramento para os trabalhadores informais receberem a renda básica emergencial de R$ 600. O benefício será liberado pelo governo federal, como medida de combate à crise causada pelo novo coronavírus.

Além do aplicativo, o banco também irá lançar uma página na internet e uma central de atendimento telefônico, disponível para retirar as dúvidas e a realização do cadastro.

O próprio aplicativo irá avaliar se o trabalhador informal cumpre os requisitos exigidos pela lei para o recebimento de benefício. O pagamento poderá ser feito em até 48 horas depois que a Caixa Econômica receber os dados do cadastrado. O presidente do banco, no entanto, não apresentou uma data específica.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o banco pretende lançar outro aplicativo, exclusivo para o pagamento do auxílio. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, esclareceu que só precisarão se inscrever no aplicativo os trabalhadores que contribuem com a Previdência Social como autônomos, trabalhadores que não estejam cadastrados no Cadastro Único ou outros programas sociais do governo e microempreendedores individuais (MEI). Para quem já está inscrito no Cadastro Único, o aplicativo irá avisar no momento em que ele digitar o número do Cadastro de Pessoas Física (CPF).

Beneficiários do Programa Bolsa Família não precisarão baixar o aplicativo.

CBF isenta clube de taxas milionárias

Em virtude dos impactos provocados pela paralisação do futebol por conta da pandemia do coronavírus, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu isentar todos os clubes das taxas relativas ao registro de contratos e à transferência de atletas.

A determinação é válida por tempo indeterminado. A estimativa é que isso gere uma economia de R$ 1,3 milhão por mês aos clubes brasileiros.

A isenção das taxas era um desejo dos clubes, principalmente das pequenas agremiações que contam com um orçamento curto

Os principais clubes brasileiros deram férias coletivas por 20 dias aos elencos por conta da pandemia do coronavírus.

Bolsonaro é denunciado por crime contra a humanidade

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou na quinta-feira (2), uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro no Tribunal Penal Internacional em Haia, na Holanda. Na denúncia, a entidade alega que o chefe do Executivo praticou crime contra a humanidade ao incentivar ações que aumentam o risco de proliferação do novo coronavírus. Desde o início do avanço da covid-19, Bolsonaro minimizou a letalidade da doença e criticou o isolamento recomendado pelo próprio Ministério da Saúde.

A denúncia recupera um estudo da Imperial College, de Londres, que estima que até 1,1 milhão de brasileiros poderiam morrer caso as medidas de prevenção não fossem adotadas. “É precisamente o Presidente da República quem incita as pessoas a retornarem a seus postos de trabalho, as crianças a voltarem às escolas, os jovens a retornarem às universidades e as pessoas a circularem normalmente pelas ruas”, afirma o documento.

A denúncia parte de uma crítica ao Procurador-Geral da República, Augusto Aras, que arquivou um pedido de entidades para que o órgão emitisse uma recomendação aconselhando Bolsonaro a seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) no combate ao coronavírus. O documento reforça que Aras é o único com competência para processar o presidente.

Na sequência, acusa Bolsonaro de crime contra a humanidade ao desrespeitar as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde, incitando cidadãos a voltarem ao trabalho e, consequentemente, assumindo o risco de provocar a infecção e morte de milhares de pessoas.

“A confusão criada pelo próprio presidente é absurda, ao desobedecer, ele mesmo, as diretrizes do próprio governo. Assim, se o presidente relata que a covid-19 não é perigosa, muitos brasileiros assim o entenderão, e colocar-se-ão em risco próprio, de seus familiares e de todas as pessoas com as quais tiverem contato”, afirma o texto.

Segundo a ABJD, o presidente também teria cometido o crime de epidemia, previsto no artigo 267 do Código Penal Brasileiro e na lei 8.072/1990, além de infração de medida sanitária preventiva (artigo 268 do Código Penal) e violação à lei 13.979/2020, que prevê punições a quem descumpre as medidas de isolamento à covid-19.

O documento aponta cinco momentos em que o presidente teria descumprido as recomendações da OMS e do Ministério da Saúde:

  1. O cumprimento a apoiadores aglomerados no Palácio do Planalto, quando Bolsonaro entrou em contato com centenas de pessoas, em 15 de março;
  2. O pronunciamento em rede nacional de rádio e TV, em que o presidente afirmou que não havia motivo para fechar escolas e chamou o coronavírus de “gripezinha”, em 24 de março;
  3. A publicação do decreto 10.292, em que incluiu o funcionamento de igrejas e lotéricas como serviços essenciais, em 25 de março;
  4. O lançamento da campanha “O Brasil não pode parar”, em que o governo estimulava a volta dos brasileiros ao trabalho, em 25 de março;
  5. A visita a comércios em funcionamento no Distrito Federal, em 29 de março.

O decreto 4.388/2002, que trata da ratificação do Brasil ao Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, prevê pena de prisão aos condenados, sem especificar o período para cada tipo de crime.

“Pena de prisão por um número determinado de anos, até ao limite máximo de 30 anos, ou pena de prisão perpétua, se o elevado grau de ilicitude do fato e as condições pessoais do condenado o justificarem”, dispõe o decreto. Além do encarceramento, o estatuto prevê ainda a aplicação de multas e confisco de bens.

A Constituição Federal também dispõe, no artigo 5º, que o País “se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão”.

Tribunal Penal Internacional é o primeiro tribunal internacional permanente. Estabeleceu-se em Haia, na Holanda, em 2002, e tem poder para julgar crimes cometidos por indivíduos de países signatários. Atua em casos considerados internacionais, como crimes de genocídio, guerra e contra a humanidade.

Associação Brasileira de Juristas pela Democracia se denomina uma associação civil sem fins lucrativos, criada em maio de 2018 para defender o regime democrático. Ainda de acordo com a descrição disponível em seu site, agrega 1300 associados pelo país, entre juízes, desembargadores, promotores, procuradores, advogados, defensores públicos, professores, servidores do sistema de justiça e estudantes de direito.

Descoberto antiparasitário que ‘mata’ Covid-19

Um estudo conjunto levado realizado pelo Monash Biomedicine Discovery Institute e pelo Peter Doherty Institute of Infection and Immunity, na Austrália, identificou um medicamento antiparasitário capaz de ‘matar’ a Covid-19 nos testes laboratoriais no espaço de 48 horas.

Kylie Wagstaff, uma das responsáveis pelo estudo, sublinhou, no entanto, em declarações ao jornal australiano The Canberra Times, que ainda é preciso saber qual a dosagem correta de Ivermectin a usar em humanos para curar por completo a infecção.

“Descobrimos que, mesmo uma dose única, poderia remover, essencialmente, todo o RNA viral no espaço de 48 horas, e que, mesmo num período de 24 horas, é possível haver uma redução verdadeiramente significativa”, afirmou.

“Num período em que temos uma pandemia global e em que não há qualquer tratamento aprovado, se tivéssemos um composto que estivesse já disponível em todo o mundo, isso poderia ajudar as pessoas mais cedo”, acrescentou.

Kylie Wagstaff deixou, no entanto, um aviso: “Realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”.

Barulho no céu assusta Brasileiros

Em diversas localidades do Brasil foi possível ouvir um barulho muito alto vindo do céu. Nas redes sociais, segundo o AjuNews, moradores de vários pontos do País relataram ter escutado o o estrondo vindo do céu. No Instagram, uma internauta falou sobre o assunto: “Gente, eu tô escutando esse barulho no céu toda hora, e não para, eu juro. Na hora que minha amiga me mandou a mensagem, eu não acreditei. Quando fui para a janela, escutei e fiquei toda arrepiada”. “Barulho no céu” também foi um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Ao jornal O Tempo, o astrônomo e professor aposentado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Bernardo Riedel conta que seu filho também comentou algo a respeito. “Ele estava em casa e me perguntou se eu também havia escutado um som grave, um ruído”, diz Riedel, que atualmente se dedica à construção de telescópios e observatórios astronômicos, além de ser membro do Centro de Estudos Astronômicos de Minas Gerais (Ceamig)

Segundo o especialista, corpos do sistema solar, como os chamados “aerolitos” (pequenos asteroides que caem constantemente sobre a Terra), podem penetrar a atmosfera, deslocar-se no ar e causar ruídos, mas, nesse caso, ele diz que o som seria impossível de ser ouvido. “E, se fosse um asteroide, você até poderia escutar o barulho, mas ele não ficaria se repetindo”, afirma.

Riedel diz não ter noção do que seja esse estranho barulho, e qualquer avaliação agora não passa de teoria e só poderia ser feita a partir de estudos. Contudo, ele atesta: “Digo que as pessoas podem ficar tranquilas. Não temos conhecimento de nenhum evento nem da possível ocorrência de nenhum fenômeno astronômico ou meteorológico que possa vir a acontecer. Isso não é nada perigoso ou preocupante”, conclui o especialista.

 

Indianos nomeiam filhos gêmeos de Corona e Covid

Um casal indiano nomeou seus gêmeos recém-nascidos de Corona e Covid. Segundo o portal de notícias Al Jazeera, do Catar, os pais escolheram esses nomes para lembrá-los dos tempos difíceis pelos quais o mundo passou.

Os gêmeos, um menino e uma menina, nasceram em um hospital do governo na capital Raipur, do estado de Chhattisgarh, em 27 de março -dois dias depois que a quarentena entrou em vigor.

“O parto aconteceu depois de enfrentarmos várias dificuldades e, portanto, meu marido e eu queríamos tornar o dia memorável”, disse Preeti Verma, mãe de gêmeos, à agência de notícias Press Trust da Índia.

Ela acrescenta que não teve ajuda da família no momento do nascimento, uma vez que seus familiares não puderam viajar para Raipur.

“Além disso, esses nomes são bonitos por si só, com Corona sendo ‘coroa’ em Latim”, acrescentou Vinay Verma, o pai. “Queremos que o medo associado a esses nomes termine e que o público se concentre em saneamento e higiene”.

O casal afirma que houve pressão da família por conta da escolha dos nomes, e que eles poderiam mudar sua decisão mais tarde, renomeando seus filhos.

Ator Carlos Vereza rompe com Bolsonaro

O ator Carlos Vereza fez críticas à postura do presidente Jair Bolsonaro em relação ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e anunciou seu rompimento com o governo, ontem (3), em seu perfil no Facebook.

Vereza era apoiador de primeira hora de Jair Bolsonaro entre a classe artística.

Em uma série de postagens, o artista defendeu a atuação de Mandetta e a política de isolamento, além de acusar o presidente de “fritar” o ministro.

Na quinta-feira (2), o presidente disse, em entrevista à radio Jovem Pan, disse faltar “humildade” ao auxiliar.

Em outra postagem, o ator anunciou o rompimento: “Estava tentando defender Bolsonaro, não tanto por ele, mas pela normalidade das instituições. Mas ele desautorizar publicamente o ministro da saúde por ciúmes, não dá mais: tirei o time”, disse Vereza.

Carlos Vereza
3 de abril às 05:15

Aprendi na vida a não tomar decisões precipitadas. Na vida e na política. Mas o limite se apresenta quando a realidade se impõe à força dos fatos.

Os fatos, esse personagem sempre desconsiderado pelos políticos populistas.

Essa estratégia de vitimização de Bolsonaro esgotou-se pela repetição, tornou-se previsível, e portanto cansativa.

Sempre elege um inimigo, seja real ou imaginário. Assim mantém seus radicais aficionados em constante tensão como se estivesse em clima de campanha permanente.

E, aí de quem, em sua equipe, comece a destacar-se pela competência: é fritado e expelido sem remissão; e ele sempre vitimizado, “ traído “ por aqueles em “ quem tanto confiou”.

Reparem em quantos companheiros de longa data foram descartados como se.fossem simples peças de reposição.

Sim. Bolsonaro tem um projeto pessoal de poder. A questão é saber se o país faz parte de suas ambições.

Defensores e procuradores do Rio doam 700 cestas básicas

Uma campanha de defensores públicos, procuradores do estado e movimentos da sociedade civil do Rio de Janeiro arrecadou R$ 80 mil que serão usados para comprar cestas básicas, com alimentos e itens de higiene que serão doadas a 700 famílias de comunidades carentes do Grande Rio. A ideia é auxiliar famílias que estejam em situação de vulnerabilidade econômica devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

“Os mais pobres estão sendo mais impactados, pois não dispõem de poupança e perderam o acesso à renda. Se as pessoas que dispõem de reservas financeiras utilizarem parte delas para garantir as necessidades básicas dos mais vulneráveis, podemos evitar uma catástrofe social e econômica. Nosso desafio agora é aumentar o número de doações para alcançarmos mais pessoas”, explica o defensor público e psicólogo Daniel França.

As doações começaram ontem (3) por duas comunidades da zona sul da cidade do Rio de Janeiro: Ladeira dos Tabajaras e Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, onde 160 famílias receberam alimentos. Outras cerca de 550 famílias de nove comunidades também serão beneficiadas.

Além das comunidades da zona sul, são alvos da campanha Santo Amaro, Chapadão, Rio das Pedras e Morro do Banco (no Rio de Janeiro), Vila Ipiranga (em Niterói), Jardim Catarina (em São Gonçalo), Km 32 (em Nova Iguaçu), Beira-Mar (em Duque de Caxias) e Guaraciaba (em Belford Roxo).

A campanha, chamada de Conexão Solidária, é organizada pela Associação das Defensoras e Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Adperj), pela Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro e pela Associação dos Procuradores do Estado do Rio de Janeiro (Aperj).

Estão previstas outras fases da campanha, que deve ser realizada enquanto durar a pandemia. Mais informações sobre como doar, através do e-mail ou do Instagram.

Doações para taxistas

A prefeitura iniciou hoje (4) a distribuição de cestas básicas para taxistas auxiliares com mais de 60 anos. A retirada das cestas está sendo feita no portão D do Riocentro e a distribuição será feita de acordo com a primeira letra do nome. Hoje por exemplo, são os taxistas cujos nomes começam com A, B e C.

Os demais nomes, seguem a seguinte ordem: domingo, dia 5 (letras D, E, F, G, H e I), segunda-feira, dia 6 (letras J e K), terça-feira, dia 7 (letras L, M, N e O) e quarta-feira, dia 8 (letras P, R, S, T, U, V, W e Z).

Para receber a cesta, o taxista tem que apresentar o Cartão de Identificação de Auxiliar de Transporte (Ciat), além de documento oficial com foto.

(Fonte Agência Brasil)