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15° BPM realiza operação em Duque de Caxias

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Policiais militares do 15°BPM (Caxias) realizam operação hoje (01/07), no bairro de Santa Lucia, em Duque de Caxias. Até o momento dois menores foram apreendidos e um homem foi preso, uma pistola 9mm e drogas não contabilizadas, dois celulares e um rádio transmissores foram apreendidos. A PM irá realizar uma limpeza no local e conta com o apoio de dois caminhões e uma retroescavadeira. Operação está em andamento.

Estação Saens Peña reabre

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  Estação Saens Peña, que tinha sido fechada por medida de segurança pela concessionária, temendo tumultos por causa das manifestações. Na Praça Varnhagen, os bares onde torcedores acompanhavam o jogo entre o Brasil e a Espanha fecharam suas portas, depois do pânico provocado pela ação do carro blindado do Batalhão de Operações Especiais (Bope), que lançou bombas de efeito moral e spray de pimenta contra os manifestantes.

Dentro do Maracanã torcedores sentem efeitos do gás de pimenta usado em confronto

Torcedores que estão dentro do estádio do Maracanã começam a sentir os efeitos do gás de pimenta, usado no confronto entre policiais e manifestantes, do lado de fora. O gás também atingiu voluntários e seguranças nos acessos ao estádio.

Durante o Hino Nacional, o torcedor Yann Gelineaud, de 43 anos, que está na área amarela, dentro do estádio, em frente ao local onde ocorreu o confronto, disse que sentiu cheiro forte do gás, mas que não dava para ver a fumaça. “Não ouvimos as bombas, sentimos um efeito, fraco, mas sentimos”, declarou.

Do lado de fora, minutos antes de a seleção entrar em campo, correria e tumulto marcaram a ação da Polícia Militar (PM), que usou bombas de efeito moral, reagindo a ataque de manifestantes. Voluntários saíram correndo, tentando se proteger, e foram para a frente do estádio, na altura da estátua do jogador Bellini.

No local, onde fica a entrada de prestadores de serviço, profissionais de segurança privada se deslocaram para dentro das tendas, mas o gás se espalhou e atingiu quem trabalhava nas imediações. Os que resistiram na porta da tenda lacrimejavam e coçavam o nariz. Eles tentaram se proteger com guardanapos.

O montador de palco Roberto (nome fictício), que estava deixando o expediente, teve que voltar para dentro da tenda como forma de se proteger dos efeitos do gás. Com a face protegida pela camisa, ao tentar ir embora mais uma vez, contou que estava com dificuldade de respirar. “Eu só quero ir embora, já deu”, disse.

Outra voluntária, que também não quis se identificar, relatou que voltava da entrada do portão amarelo, onde passou as última horas orientando torcedores, quando o conflito explodiu. Ela e o grupo, com olhos visivelmente irritados, reclamavam da ação da polícia. “Eles estavam muito perto do estádio, não era para ser assim”.

Ainda é possível ouvir o barulho das bombas de efeito moral explodindo no entorno do Maracanã, mas a polícia já dispersou os manifestantes, que protestavam contra a licitação do estádio, feita pelo governo estadual.

Da Agência Brasil

Por causa de tumulto, estação de metrô da Praça Saens Peña fecha as portas

Pessoas que retornaram à Praça Saens Peña, na Tijuca, fugindo do tumulto ocorrido entre um grupo de manifestantes e policiais na Avenida Maracanã, encontram fechadas as portas da estação do metrô que fica no local. Perto dali, na Praça Varnhagen, torcedores que acompanham o jogo entre o Brasil e a Espanha nos bares da área ficaram assustados com o barulho das bombas de efeito moral lançadas pelos policiais militares contra os manifestantes.

A assessoria de comunicação do Metrô Rio informou que a Estação Saens Peña foi fechada por medida de segurança, até que se dilua a manifestação. Se isso ocorrer, a estação poderá ser reaberta, até o horário normal de fechamento, que é às 23h aos domingos. Segundo o metrô, as estações São Francisco Xavier e Afonso Pena, também na Tijuca, permanecem abertas.

 

Da Agência Brasil

 

 

 

Cerimônia de encerramento da Copa das Confederações terá bateria da Grande Rio, Jorge Ben Jor e Arlindo Cruz

 Os portões do estádio serão abertos às 15h

Os torcedores têm um motivo a mais para chegarem cedo ao Maracanã, palco da final da Copa das Confederações entre Brasil x Espanha, no Rio de Janeiro. Além de evitar filas e poder desfrutar das áreas de lazer montadas para o jogo, a partir das 17h25 terá início a cerimônia de encerramento da competição. Com o tema “Juntos num só ritmo”, o espetáculo contará com Arlindo Cruz, representando o samba, Victor & Leo, representando o sertanejo, Ivete Sangalo, representando o axé, e Jorge Ben Jor, representando a MPB, além da bateria da escola de samba Acadêmicos do Grande Rio.

Os artistas e voluntários fizeram um ensaio no Maracanã nesta sexta-feira (29.06). Com duração de 18 minutos, o espetáculo contará com o apoio 1.250 voluntários, selecionados entre 7.011 candidatos. A cerimônia mostrará o espírito alegre do brasileiro e a força agregadora do futebol.

Operação

Prefeitura do Rio/Divulgação

Prefeitura do Rio/Divulgação#Os portões serão abertos às 15h, uma hora antes em relação às outras duas partidas da Copa das Confederações disputadas no Maracanã. A partida começará às 19h. As autoridades locais reforçam a necessidade de utilizar o transporte coletivo. Quem estiver com bilhete na mão para a grande final não pagará passagem se optar pelo metrô ou trem. As linhas de ônibus também serão reforçadas, as ruas do entorno do estádio estarão fechadas para facilitar a movimentação dos pedestres e será proibido estacionar naquela região. Os torcedores serão recepcionados por voluntários, que indicarão o portão de acesso referente ao assento que consta no ingresso comprado.

Além dos 930 voluntários trabalhando no estádio, 1.300 agentes de segurança privada trabalharão dentro e no perímetro externo imediato do Maracanã. A primeira identificação do ingresso é visual e as filas são divididas entre cadeirantes/pessoas com necessidades especiais, espectadores com bolsas pequenas ou sem bolsas e espectadores com bolsas grandes. Para agilizar o processo, aconselha-se não levar bolsas ou mochilas.

Os espectadores passam, então, pela checagem de segurança, que consiste em pórticos detectores de metais e aparelhos de raios-x para bolsas, numa operação semelhante à que ocorre nos aeroportos. Não é permitido levar, por exemplo, comida, garrafas, sinalizadores e instrumentos musicais.

Após a checagem de segurança, os espectadores passarão pela checagem eletrônica dos ingressos, nas catracas. Nesta etapa, as filas são divididas entre público geral, cadeirantes/obesos e idosos/pessoas com necessidades especiais. É importante lembrar que crianças também precisam de ingresso para acessar o estádio. Ao chegar nas arquibancadas, os torcedores encontrarão voluntários e agentes de segurança privada treinados para orientá-los a encontrar os assentos marcados nos ingressos. A venda de cerveja no estádio será encerrada aos 30 minutos do segundo tempo, mesmo que o jogo se estenda para a prorrogação e disputa de pênaltis.

Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro agradece o apoio dos Brasileiros

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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que tem o papel de defender os interesses da sociedade, vem agora expressar o reconhecimento ao esforço da população, que mostrou sua cara nas ruas para defender um direito legítimo do MP: o de investigar as mazelas, a imoralidade e a corrupção que tanto afligem os brasileiros.

O MPRJ reitera sua gratidão ao povo que gritou “não” à PEC 37, nas vozes de todas as idades e classes sociais, e que reconheceu na instituição o papel fundamental a ela conferido pela Constituição de 1988.

A derrubada da proposta de emenda constitucional na Câmara dos Deputados, em resposta ao clamor público, só mostra que o Ministério Público está percorrendo o caminho certo. E que o MP e a sociedade podem contar um com o outro na luta contra a impunidade no país.

Esquema de policiamento para o jogo entre Brasil e Espanha foi divulgado pela PM

A Polícia Militar divulga esquema de policiamento para a final da Copa das Confederações, que acontece neste domingo (30/06), às 19h, no Maracanã. Seis mil policiais militares serão distribuídos no interior do estádio, no entorno e no controle de acesso dos torcedores, além de 100 viaturas.Os policiais vão atuar com pontos de bloqueio ao estádio, no controle de chegada dos torcedores, onde só terá acesso quem tiver ingresso. Haverá também reforço nos hotéis onde as delegações se concentram para o jogo, no deslocamento das seleções, em aeroportos, pontos turísticos e locais previstos para a concentração de manifestantes.

Toda a região metropolitana também receberá reforço no policiamento.

Estuprador é preso em Duque de Caxias

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Policiais da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM) de Duque de Caxias prenderam Rodrigo Silva Carreiro, na manhã desta sexta-feira (28/06). Contra ele consta um mandado de prisão pelo crime de estupro. O criminoso foi capturado em Duque de Caxias.

De acordo com os agentes, ele é acusado de estuprar sua vizinha de 19 anos, que o reconheceu como autor do crime. Ele também é acusado de estuprar menor de 15 anos, em 2010. Os policiais continuam as investigações para verificar se o acusado está envolvido em outros crimes na região.

 

3 traficantes foram presos em Duque de Caxias

Policiais militares do 15º BPM fizeram duas operações nesta quinta-feira (27/06) em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Na comunidade Santa Lucia, dois homens foram presos com 71 pedras de crack, 94 papelotes de cocaína e R$ 60 em espécie. Uma moto que estava com a dupla foi recuperada.

Na Rua Oswaldo Aranha, na comunidade Vila Ideal, os PMs prenderam um homem de 34 anos com um carregador de pistola, 360 pedras de crack e 44 trouxinhas de maconha.

As ocorrências foram registradas na 62ª DP (Imbariê) e 59ª DP (Duque de Caxias), respectivamente.

Manifestação no centro do Rio de Janeiro terminou sem ocorrência de vandalismo

A manifestação que reuniu cerca de 5 mil pessoas no centro do Rio de Janeiro , segundo estimativa da Polícia Militar (PM), terminou sem qualquer registro de tumulto. Os manifestantes saíram em passeata da Candelária até a Cinelândia. Eles fizeram o percurso pela Avenida Rio Branco, que foi bloqueada ao tráfego de veículos. Da Cinelândia, as pessoas que participavam do protesto seguiram pela Avenida Presidente Antonio Carlos até a Rua da Assembleia, onde fica a sede da Federação de Transportes do Rio de Janeiro. Em nenhum momento houve ocorrência de vandalismo.

O esquema de policiamento montado foi maior que o da manifestação anterior. De acordo com a PM, foi usado um efetivo de 1.400 homens, distribuídos estrategicamente pelas principais ruas e avenidas do centro da cidade. Cerca de 200 militares protegeram o Palácio Tiradentes, sede da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Durante a passeata, os manifestantes portavam cartazes com frases contra os gastos na reforma do Estádio Jornalista Mário Filho, o Maracanã. Eles criticavam o estado precário das áreas de saúde e educação, caso da engenheira química Cristiane Passos. “Este tipo de manifestação é muito válido e já deveria estar ocorrendo há muito tempo. A diferença entre classes sociais no país é gritante. Não há investimento em políticas sociais, vide situações de violência muito banais. A gente tem que continuar nas ruas, com objetivos bem mais claros”, disse.

Um grupo de militares do Corpo de Bombeiros também participou da manifestação e defendia a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300, que estabelece a equiparação salarial de bombeiros, militares e policiais civis de todo o país. Eles cobravam ainda anistia para os bombeiros exonerados nos protestos de 2012, quando o Quartel Central da corporação, na Praça da República, foi tomada em um ato de protesto. Com as manifestações, o subtenente Macedo estava otimista quanto ao atendimento das reivindicações da categoria. “Agora nós temos uma grande oportunidade do nosso sonho acontecer”, disse.

Vários índios que ocuparam a sede do antigo Museu do Índio, no Maracanã, até abril deste ano, carregavam uma faixa com a frase: “Aldeia Maracanã Resiste”. Eles manifestaram ainda a indignação com a forma como o governo do estado agiu para tirá-los do prédio. “A gente espera que com toda a pressão do povo e da população indígena que já estava correndo atrás dos nossos direitos, o governo não tenha outra escolha a não ser ceder”, disse o índio Kaiah.

Os manifestantes também criticaram a operação do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar (PM), na favela Nova Holanda, no Complexo da Maré, que resultou na morte de dez pessoas, na última segunda-feira (24). Eles gritavam palavras de ordem contra o governo do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e contra a ação da PM na comunidade.

Da Agência Brasil