
NELSON MANDELA, ontem, hoje e sempre



Nelson Mandela morreu aos 95 anos em Pretória, nesta quinta-feira (5).Nelson Mandela ficou internado de junho a setembro devido a uma infecção pulmonar.Ele deixou o hospital e estava em casa.Conhecido como “Madiba” na África do Sul, ele foi considerado um dos maiores heróis da luta dos negros pela igualdade de direitos no país e foi um dos principais responsáveis pelo fim do regime racista do apartheid, vigente entre 1948 a 1993.
Foram quatro internações desde dezembro. Em abril, as últimas imagens divulgadas do ex-presidente mostraram bastante fragilidade – ele foi visto sentado em uma cadeira, com um cobertor sobre as pernas. Seu rosto não expressava emoção. Em março de 2012, o ex-presidente sul-africano havia sido hospitalizado por 24 horas, e o governo informou, na ocasião, que Mandela tinha sido internado para uma bateria de exames rotineira.
Em dezembro, porém, ele permaneceu 18 dias hospitalizado, em decorrência de uma infecção pulmonar. No fim de março de 2013, ele passou 10 dias internado, também por uma infecção pulmonar, provavelmente vinculada às sequelas de uma tuberculose que contraiu durante sua detenção na prisão de Robben Island (ilha de Robben), onde ficou 18 anos preso, de 1964 a 1982.
Histórico
Ele ficou preso durante 27 anos e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993, sendo eleito em 1994 o primeiro presidente negro da África do Sul, nas primeiras eleições multirraciais do país. Mandela é alvo de um grande culto em seu país, onde sua imagem e citações são onipresentes. Várias avenidas têm seu nome, suas antigas moradias viraram museu e seu rosto aparece em todos os tipos de recordações para turistas.
Havia algum tempo sua saúde frágil o impedia de fazer aparições públicas na África do Sul – a última foi durante a Copa do Mundo de 2010, realizada no país. Mas ele continuou a receber visitantes de grande visibilidade, incluindo o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton.
Nelson Mandela passou por uma cirurgia de próstata em 1985, quando ainda estava preso, e foi diagnosticado com tuberculose em 1988. Em 2001, foi diagnosticado com câncer de próstata e hospitalizado por problemas respiratórios, sendo liberado dois dias depois.
Biografia
Mandela nasceu em 18 de julho de 1918 no clã Madiba no vilarejo de Mvezo, no antigo território de Transkei, sudeste da África do Sul. Seu pai, Henry Gadla Mphakanyiswa, era chefe do vilarejo e teve quatro mulheres e 13 filhos – Mandela nasceu da terceira mulher, Nosekeni. Seu nome original era Rolihlahla Mandela.
Após seu pai morrer em 1927, ele foi acolhido pelo rei da tribo, Jongintaba Dalindyebo. Ele cursou a escola primária no povoado de Qunu e recebeu o nome Nelson de uma professora, seguindo uma tradição local de dar nomes cristãos às crianças. Conforme as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental. Na adolescência, praticou boxe e corrida.
Mandela ingressou na Universidade de Fort Hare para cursar artes, mas foi expulso por participar de protestos estudantis. Ele completou os estudos na Universidade da África do Sul. Após terminar os estudos, o rei Jongintaba anunciou que Mandela devia se casar, o que motivou o jovem a fugir e se mudar para Johanesburgo, em 1941.
Em Johanesburgo, ele trabalhou como segurança de uma mina e começou a se interessar por política. Na cidade, Mandela também conheceu o corretor de imóveis Walter Sisulu, que se tornou seu grande amigo pessoal e mentor no ativismo antiapartheid. Por indicação de Sisulu, Mandela começou a trabalhar como aprendiz em uma firma de advocacia e se inscreveu na faculdade de direito de Witwatersrand.
Mandela começou a frequentar informalmente as reuniões do Congresso Nacional Africano (CNA) em 1942. Em 1944, ele fundou a Liga Jovem do Congresso e se casou com a prima de Walter Sisulu, a enfermeira Evelyn Mase. Eles tiveram quatro filhos (dois meninos e duas meninas) – uma das garotas morreu ainda na infância.
Em 1948, ele se tornou secretário nacional do Congresso Nacional Africano (CNA) – no mesmo ano, o Partido Nacional ganhou as eleições do país e começou a implementar a política de apartheid (ou segregação racial). O estudante conheceu futuros colegas da política na faculdade, mas abandonou o curso em 1948, admitindo ter tido notas baixas – ele chegou a retomar a graduação na Universidade de Londres, mas só se formou em 1989 pela Universidade da África do Sul, quando estava preso.
Em 1951, Mandela se tornou presidente do CNA. Em 1952, ele abriu com o amigo Oliver Tambo o primeiro escritório de advocacia do país voltado para negros. No mesmo ano, Mandela foi escolhido como líder da campanha de oposição encabeçada pelo CNA e viajou pelo país, em protesto contra seis leis consideradas injustas. Como reação do governo, ele e 19 colegas foram presos e sentenciados a nove meses de trabalho forçado.
Em 1955, ele ajudou a articular o Congresso do Povo e citava a política pacifista de Gandhi como influência. A reunião uniu a oposição e consolidou as ideias antiapartheid em um documento chamado Carta da Liberdade. No fim do ano, Mandela foi preso juntamente com outros 155 ativistas em uma série de detenções pelo país. Todos foram absolvidos em 1961.
Em 1958, Mandela se divorciou da enfermeira Evelyn Mase e se casou novamente, com a assistente social Nomzamo Winnie Madikizela. Os dois tiveram dois filhos.
Em março de 1960, a polícia matou 69 manifestantes desarmados em um protesto contra o governo em Sharpeville. O Partido Nacional declarou estado de emergência no país e baniu o CNA. Em 1961, Mandela tornou-se líder da guerrilha Umkhonto we Sizwe (Lança da Nação), após ser absolvido no processo da prisão de 1955. Logo após a absolvição, ele e colegas passaram a trabalhar de maneira escondida planejando uma greve geral no país.
Ele deixou o país ilegalmente em 1962, usando o nome de David Motsamayi, para viajar pela África para receber treinamento militar. Mandela ainda visitou a Inglaterra, Marrocos e Etiópia, e foi preso ao voltar, em agosto do mesmo ano. De acordo com o jornal “Telegraph”, a organização perdeu o ideal de protestos não letais com o tempo e matou pelo menos 63 pessoas em bombardeios nos 20 anos seguintes.
Mandela foi acusado de deixar o país ilegalmente e incentivar greves, sendo condenado a cinco anos de prisão. A pena foi servida inicialmente na prisão de Pretória. Em março de 1963, ele foi transferido à Ilha de Robben, voltando a Pretória em junho. Um mês depois, diversos companheiros de partido foram presos.
Em 1963, Mandela e outras nove pessoas foram julgadas por sabotagem, no que ficou conhecido como Julgamento Rivonia. Sob o risco de ser condenado à pena de morte, Mandela fez um discurso à corte que foi imortalizado.
“Eu lutei contra a dominação branca, e lutei contra a dominação negra. Eu cultivei o ideal de uma sociedade democrática e livre, na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com oportunidades iguais. Este é um ideal pelo qual eu espero viver e alcançar. Mas se for necessário, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer”, afirmou.
Em 1964, Mandela e outros sete colegas foram condenados por sabotagem e sentenciados à prisão perpétua. Um deles, Denis Goldberg, foi preso em Pretória por ser branco. Os outros foram levados para a Ilha de Robben.
27 anos de prisão
Mandela passou 18 anos detido na ilha de Robben, na costa da Cidade do Cabo, e nove na prisão Pollsmoor, no continente – a transferência ocorreu em 1982. Enquanto esteve preso, Mandela perdeu sua mãe, que morreu em 1968, e seu filho mais velho, morto em 1969. Ele não foi autorizado a participar dos funerais.
Durante o período em que ficou preso, sua reputação como líder negro cresceu e sedimentou a imagem de liderança do movimento antiapartheid. A partir de 1985, ele iniciou o diálogo sobre sua libertação com o Partido Nacional, que exigia que ele não voltasse à luta armada. Neste ano, ele passou por uma cirurgia na próstata e, ao voltar para a prisão, passou a ser mantido em uma cela sozinho.
Em 1988, Mandela passou por um tratamento contra tuberculose e foi transferido para uma casa na prisão Victor Verster. Em 2 de fevereiro de 1990, o presidente sul-africano Frederik Willem de Klerk reinstituiu o Congresso Nacional Africano (CNA). No dia 11 de fevereiro de 1990, Mandela foi solto e, em um evento transmitido mundialmente, disse que continuaria lutando pela igualdade racial no país.
Prêmio Nobel e presidência
Em 1991, Mandela foi eleito novamente presidente do CNA. Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da Paz em 1993, por seus esforços para trazer a paz ao país.
Mandela encabeçou uma série de articulações políticas que culminaram nas primeiras eleições democráticas e multirraciais do país em 27 de abril de 1994.
O CNA ganhou com 62% dos votos, enquanto o Partido Nacional teve 20%. Com o resultado, Mandela tornou-se o primeiro líder negro do país e também o mais velho, com 75 anos. Ele tomou posse em 10 de maio de 1994. A gestão do presidente foi marcada por políticas antiapartheid, reformas sociais e de saúde.
Em 1996, Mandela se divorciou de Nomzamo Winnie Madikizela por divergências políticas que se tornaram públicas. Em 1998, no dia de seu 80º aniversário, ele se casou com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.
Em 1999, não se candidatou à reeleição e se aposentou da carreira política. Desde então, ele passou boa parte de seu tempo em sua casa no vilarejo de Qunu, onde passou a infância, na província pobre do Cabo Leste.
Causas sociais
Após o fim da carreira política, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos.
Participou de uma campanha de arrecadação de fundos para combater a Aids que tinha como símbolo o número 46664, que carregava quando esteve na prisão.
Em 2008, a comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows em Londres, que contou com a presença de artistas e celebridades engajadas na campanha. Uma estátua de Mandela foi erguida na Praça do Parlamento, na capital inglesa.
Em novembro de 2009, a ONU anunciou que o dia de seu aniversário seria celebrado em todo o mundo como o Dia Internacional de Mandela, uma iniciativa para estimular todos os cidadãos a dedicar 67 minutos a causas sociais – um minuto por ano que ele dedicou a lutar pela igualdade racial e ao fim do apartheid.

A campanha Não Foi Acidente, em sua página do facebook, publicou a foto de Luiza Brunet ao sair da blitz da Lei Seca sorrindo e inseriram o seguinte título na página: “Rindo da cara da sociedade”
Os usuários do facebook que curtem a página, estão compartilhando a foto mostrando a indignação e pedindo que assinem a petição da campanha.
A campanha Não Foi Acidente, busca colher assinaturas para cobrar do governo medidas mais rígidas para punir pessoas que cometem crimes ao volante, como por exemplo dirigir bêbado. Uma pessoa que consome álcool e pega no volante, possui uma arma nas mãos e pode tirar vidas.
Lembrando o caso de Luiza Brunet:
Na madrugada da última quarta-feira (04/12), a modelo passava pela Avenida Atlântica, em Copacabana, quando avistou o balão da Lei Seca. Na mesma hora, ela estacionou o carro, se dirigiu ao Copacabana Palace e pediu ajuda a um funcionário para tirá-la daquela situação. E foi o que um deles fez.
O funcionário passou cerca de 30 minutos conversando com os agentes até que o veículo de Luiza fosse liberado — enquanto isso o movimento de outros carros sendo rebocados era intenso. A modelo se recusou fazer o teste o bafômetro e foi multada em R$ 1.915,30. Seu automóvel foi levado por um outro funcionário do Copa, que não chegou nem a fazer o teste.

O Pré-Vestibular Social (PVS) é um curso preparatório para as provas de acesso às universidades, uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro, através de sua Secretaria de Ciência e Tecnologia e da Fundação CECIERJ.
O PVS é dirigido a interessados que já concluíram ou estão frequentando o último ano do Ensino Médio ou equivalente e que desejam realizar as provas de acesso às universidades, mas que não têm condições de arcar com os custos dos cursos preparatórios particulares.
O PVS é totalmente gratuito, inclusive o material didático.
São abertos dois processos seletivos por ano. Para o Extensivo, com aulas de março a dezembro, as inscrições são abertas entre dezembro e fevereiro e para o Intensivo, com aulas de junho a dezembro, as inscrições são abertas em maio.
O PVS disponibilizou, em 2012, 18.200 vagas para o Extensivo e 6.420 vagas para o Intensivo.
O PVS abrange 39 municípios no estado do RJ e conta com 56 polos de aulas (veja a lista no Onde Estamos).
As aulas são aos sábados, na maioria dos pólos, das 8h às 17h. Em Campo Grande, Duque de Caxias e Nova Iguaçu são oferecidas turmas duas vezes por semana no período da tarde. No Centro do Rio há turmas no horário noturno, também duas vezes por semana, às segundas e quartas.
Tanto no Extensivo quanto no Intensivo são oferecidas as disciplinas de Biologia, Espanhol, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Português, Química e Redação.
Os professores passam por um rigoroso processo seletivo constando de provas de conteúdo e didática

Assista ao vídeo que está circulando na internet com cena de funeral no filme Velozes e Furiosos 7:
http://youtu.be/ldoLMApv3J0

O aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, terá a partir desta segunda-feira (02/11) um novo sistema que diminuirá o tempo gasto na ponte aérea Rio-São Paulo. O tempo de voo entre o aeroporto de Congonhas e o aeroporto carioca, que antes era de 44 minutos, passará a ter 36 minutos – uma economia de oito minutos.
Além disso, aviões provenientes de Guarulhos, Viracopos e Brasília demorarão, respectivamente, 7, 8 e 3 minutos a menos para chegarem ao aeroporto do Rio de Janeiro.
O sistema, anunciado pelo ministro Moreira Franco, titular da SAC (Secretaria de Aviação Civil), ampliará a possibilidade de pousos em condições adversas, como nevoeiro, chuva forte, etc. “É mais um passo que damos no nosso compromisso de entregar ao Brasil um transporte aéreo do século 21, que ofereça cada vez mais conforto, segurança e agilidade aos passageiros e às empresas que os transportam”, disse Franco.
A tecnologia utiliza o conceito da navegação baseada em desempenho (conhecida pela sigla RNP, em inglês). Ela requer a instalação de dispositivos específicos na aeronave, treinamento da tripulação e adequação do controle da navegação aérea para ampliar a precisão das operações de descida.
Atualmente, ao iniciarem seus procedimentos de chegada ao destino, para posteriormente aterrissarem, as aeronaves são guiadas por sinais enviados por antenas em terra, o que as obriga a se aproximarem dessas estruturas. Consequentemente, a orientação dos passos finais da viagem fica “menos reta”, e outro inconveniente é que por esse modelo os aviões são obrigados a usarem mais suas turbinas, o que aumenta a poluição oriunda dos mesmos.
Com o RNP, os desvios são praticamente eliminados – o que faz cair o tempo de deslocamento – e aumenta a economia de combustível. “A isso se soma o fato de que os problemas criados pela falta de visibilidade ficam quase que totalmente mitigados”, acrescentou o ministro.
A partir da segunda quinzena de dezembro, Galeão, Guarulhos, Congonhas e Campinas também utilizarão o sistema.
Fonte: Yahoo Notícias

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou na manhã da última sexta-feira (29/11), em São Paulo, investimentos na infraestrutura tecnológica das Unidades Básicas de Saúde (UBS) do país durante reunião com cerca de 60 empresários que compõem a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). Está prevista para a próxima semana a finalização do pregão eletrônico que vai levar internet banda larga para 12.372 UBS, com estimativa de investimento de cerca de R$ 80 milhões por ano. O encontro aconteceu no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na capital paulista.
O pregão, realizado em parceria com o Ministério das Comunicações, vai licitar cinco lotes de conexão de banda larga – quatro de conexões terrestres e uma de conexão por satélite. A iniciativa vai beneficiar as UBS que aderiram ao Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade(PMAQ), que induz a ampliação do acesso e a melhoria da qualidade da atenção básica.
“São mais de três mil municípios que vão receber doMinistério da Saúde a garantia ao acesso à internet banda larga. Essas cidades já acessam recursos do governo para melhoria da estrutura física de suas unidades e, agora, com esse pregão, vamos investir também em ferramentas de comunicação importantes para a organização e qualidade do atendimento”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Até terça-feira, o resultado do pregão será homologado. As empresas vencedoras têm até dois dias para apresentar o plano de trabalho. O acesso à banda larga poderá impactar na qualidade e organização do atendimento a partir da conectividade, que garantirá o acesso ágil a ferramentas importantes como o prontuário eletrônico, que reúne todo o histórico de atendimento dos pacientes.
A oferta de conexão banda larga àsUBS vai possibilitar também acesso mais rápido ao Portal de Saúde do Cidadão, onde são registradas informações individualizadas sobre internações, atendimentos ambulatoriais de alta complexidade e cirurgias – dados de divulgação restrita aos pacientes, que poderão liberá-los a médicos por quem estejam sendo acompanhados. Além disso, as unidades poderão consultar e incluir informações no Sistema de cadastramento dos usuários do SUS (CADSUS WEB), para cadastramento e consulta de informações de identificação dos usuários do SUS, possibilitando a emissão do número do Cartão Nacional de Saúde.
Além disso, será disponibilizado gratuitamente a todos os municípios o software público E-SUS Atenção Básica (E-SUS AB), capaz de organizar a gestão do funcionamento das unidades básicas. A plataforma, desenvolvida a partir de convênio entre o Ministério da Saúde e a Universidade Federal de Santa Catarina, implanta o prontuário eletrônico, que reunirá, sem necessidade de papel, todo o histórico de atendimento dos pacientes.
O investimento em tecnologia da informação nas UBS faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do SUS, do qual faz parte também o Programa Mais Médicos. As iniciativas que integram o pacto visam acelerar os investimentos em infraestrutura nos hospitais e unidades de saúde e ampliar o número de médicos nas regiões carentes do país.
Licitação – As empresas vencedoras no processo de licitação para ofertar banda larga nas UBS do SUS deverão apresentar um detalhamento da proposta que será analisada pelo Ministério das Comunicações. Só após análise, os contratos serão homologados e terão sua vigência iniciada. A estimativa é que os contratos para conexão terrestre tenham a duração de três anos, enquanto o contrato para conexão por satélite terá prazo de quatro anos. O custo mensal do Ministério da Saúde será em torno de R$6,9 milhões por mês para as 12.372 UBS. Cabe a cada UBS aderir à conexão por banda.
Para serem contempladas pela iniciativa, as UBS deverão informar ao Ministério da Saúde o interesse na conexão que será fornecida pela pasta. O prazo de implantação é de um ano e a estimativa é que até o final de 2014 todas as conexões tenham sido implantadas.
Inovação – Durante o evento da MEI, o ministro Padilha realizou palestra sobre as políticas de desenvolvimento do complexo industrial da saúde como modelo de política de inovação para o país. O grupo que compõe a MEI –coordenado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e liderado pelo Comitê de Líderes Empresariais, formado por presidentes de grandes empresas e membros do governo –discute bimensalmente estratégias inovadoras das empresas brasileiras e políticas de apoio entre a iniciativa privada e o setor público.
O Ministério da Saúde tem realizado diversas iniciativas de estímulo à inovação. Para estimularo desenvolvimento tecnológico no Brasil, tem investido em Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) com a indústria farmacêutica, que envolve a transferência de tecnologia entre laboratórios privados e públicos para a produção nacional de produtos estratégicos ao SUS. Até o momento, há 88 PDPs articuladas pelo Ministério, que compreendem 77 produtos, sendo: 64 medicamentos, sete vacinas, quatro produtos para saúde e quatro de P&Ds.
Fomentar o desenvolvimento de projetos de inovação no setor de equipamentos e tecnologia em saúde também se tornou uma prioridade para o Ministério da Saúde. Em abril, foi lançado o Plano de Apoio à Inovação Tecnológica no Setor de Equipamentos Médicos e Tecnologias para Saúde,- Inova Saúde, que envolve R$ 2 bilhões de recursos. Realizado em parceira com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos(Finep), o Plano vai selecionar os melhores projetos que envolvem produtos prioritários para o SUS.
Por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Ministério da Saúde também tem trabalhado para modernizar o registro de novos produtos para reduzir o tempo de aprovação de produtos inovadores e importantes para a saúde da população. Uma das novidades é a criação do Sistema de Registro Eletrônico de Medicamentos, que reduzirá em até 40% o tempo de análise. Outra medida, que dará celeridade ao processo, é a realização de concurso público para o aumento no quadro de servidores na agência, que prevê a contratação de 314 servidores. A medida dobra o pessoal disponível para a inspeção e registro de medicamentos e produtos analisados pela Agência.
Fonte: Agência Saúde

O levantamento, elaborado pelo Ministério da Saúde em conjunto com estados e municípios, foi realizado entre 1º outubro e 08 de novembro deste ano em 1.315 cidades e tem como objetivo identificar onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito transmissor da doença.
Para intensificar as ações de vigilância, prevenção e controle da dengue, o Ministério da Saúde está dobrando o volume de recursos adicionais que serão repassados a todos os estados e municípios brasileiros. Portaria autorizando o repasse de R$ 363,4 milhões foi assinada hoje pelo ministro Alexandre Padilha. Os recursos são para incrementar os investimentos realizados nas ações de vigilância em saúde, que somam R$ 1,2 bilhão.
Este montante adicional significa um acréscimo 110% em relação ao que foi transferido em 2012 e contempla todos os municípios do país. No ano passado, foram transferidos R$ 173,3 milhões. Em contrapartida, os municípios precisam cumprir metas como assegurar a quantidade adequada de agentes de controle de endemias, garantir a cobertura das visitas domiciliares pelos agentes e realizar o LIRAa.
“Hoje estamos começando o campeonato contra a dengue. O Ministério da Saúde tem feito o esforço de não esperar começar os casos e as transmissões de dengue – que ocorrem de janeiro a maio – para mobilizar o conjunto dos prefeitos e secretários municipais, além da sociedade civil”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a apresentação do LIRAa e lançamento da campanha nacional.
O ministro chamou a atenção para a redução dos óbitos em comparação com anos anteriores, que apresentaram, inclusive, números inferiores de notificações. Ele lembrou que esta queda é resultado do esforço do Ministério da Saúde e dos gestores locais em reforçar a assistência ao paciente com dengue. “Ainda não estamos satisfeitos. Queremos reduzir mais a mortalidade por dengue, principalmente dos grupos mais vulneráveis como idosos e pessoas com doenças associadas”, observou Padilha.
Levantamento – Nos municípios classificados em situação de risco, mais de 4% dos imóveis pesquisados apresentaram larvas do mosquito. É considerado estado de alerta quando os imóveis pesquisados apresentam índice entre 1% a 3,9% e satisfatório quando fica abaixo de 1%.
O levantamento também revelou que três capitais estão em situação de risco: Cuiabá, Rio Branco e Porto Velho. Outras 11 – Boa Vista, Manaus, Palmas, Salvador, Fortaleza, São Luís, Aracaju, Goiânia, Campo Grande; Rio de Janeiro e Vitória – apresentaram situação de alerta e seis estão com índices satisfatórios (Macapá; João Pessoa; Teresina; Belo Horizonte; Curitiba e Porto Alegre). Sete capitais – Belém, Maceió, Recife, Natal, São Paulo e Florianópolis – ainda não apresentaram ao Ministério da Saúde os resultados do LIRAa.
Criadouros – Além de ajudar os gestores a identificar os bairros em que há mais focos de reprodução do mosquito, o LIRAa também aponta o perfil destes criadouros. Segundo o levantamento, 37,5% dos focos estão em formas de armazenamento de água, 36,4% em espaços em que o lixo não está sendo manejado adequadamente e 27,9% em depósitos domiciliares.
Esse panorama varia entre as regiões. Enquanto na região Sudeste, 47,9% dos focos estão dentro das residências, no Nordeste, o armazenamento de água é a principal fonte de preocupação, com índice de 75,9%. Já o Sul e o Centro-Oeste têm no armazenamento de lixo o principal desafio, com taxas de 81,2% e 49,7%, respectivamente.
O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, explicou que a pesquisa indica, antecipadamente, onde estão os principais focos, enquanto há tempo de agir. “Com base nos criadouros, o LIRAa orienta que tipo de ação o gestor local deve adotar. O número de casos dá um panorama do passado, já o levantamento mostra onde pode ter maior incidência no próximo ano.”, observou o secretário. Segundo ele, as prefeituras que usarem o LIRAa como instrumento de intervenção, podem reduzir os casos de dengue. “Além de mostrar qual é o bairro com maior incidência, o mapa revela o depósito predominante”, explicou Jarbas Barbosa.
Nova campanha – O jogador Cafu, capitão da seleção pentacampeã do mundo de futebol, está se unindo ao esforço do Ministério da Saúde no combate à dengue. Ele participa da campanha deste ano para alertar a população sobre a importância de eliminar os criadouros do mosquito Aedes aegypt. No lançamento da campanha nesta terça-feira, o jogador – que estava presente – falou da importância da campanha de conscientização.
“Com uma maneira simples, nós podemos mudar esta realidade. Como a própria campanha diz, bastam 15 minutos, o intervalo entre um jogo e outro, para que as pessoas realizem uma fiscalização em suas casas e vejam se não há focos do mosquito”, disse o jogador.
Com o slogan “Não dê tempo para a Dengue”, as peças serão veiculadas em TVs, rádio, internet, redes sociais e mídias impressa e exterior. O objetivo é mostrar que a prevenção leva pouco tempo, mas o suficiente para proteger familiares e vizinhos.
Além do reforço na orientação à população, o Ministério da Saúde adquiriu 100 toneladas de larvicida, 227 mil litros de adulticida e 10,4 mil kits diagnósticos, que estão sendo enviados aos municípios. Para os profissionais, estão sendo distribuídos guias de classificação de risco e tratamento, além de capacitações por meio da Universidade Aberta do SUS (UnaSUS).
Redução de óbitos – O reforço na assistência básica ao paciente com dengue, que vem sendo ampliado ano a ano pelo Ministério da Saúde, resultou em redução gradativa dos casos graves e óbitos de dengue.
Em comparação com 2010, houve uma queda de 61% nos casos graves (de 16.758 para 6.566) e de 10% nos óbitos (de 638 para 573), mesmo com o crescimento no número de notificações da doença.
Com estes avanços, foi possível reduzir a taxa de letalidade da doença: a proporção de óbitos diminuiu quase pela metade, passando de sete mortes a cada 10 mil casos para quatro óbitos a cada 10 mil notificações.
Também houve diminuição da frequência da gravidade dos casos. Em 2010, de cada mil doentes, 17 chegavam a um quadro grave; em 2013, a parcela ficou em quatro casos graves para cada mil notificações.
Com isso, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), até agosto, o Brasil apresentou taxa de mortalidade de 0,03.
Em 2013, foram notificados 1,4 milhão de casos prováveis de dengue no país, em decorrência de uma maior circulação do subtipo tipo 4 do vírus causador da doença, que respondeu por 60% dos casos.
A região Sudeste, responsável por 63,4% dos casos com 936.500 registros, tem o maior número de casos, seguida pela região Centro-Oeste (271.773 casos; 18,4%), Nordeste (149.678 casos; 10,1%), Sul (70.299 casos; 4,8%) e Norte (48.667 casos; 3,3%).
Cuidados – Aos primeiros sintomas da dengue (febre, dor de cabeça, dores nas articulações e no fundo dos olhos), a recomendação do Ministério da Saúde é procurar o serviço de saúde mais próximo e não se automedicar. Quem usa remédio por conta própria pode mascarar sintomas e, com isso, dificultar o diagnóstico.
Para diminuir a proliferação do mosquito, é importante que a população verifique o adequado armazenamento de água, o acondicionamento do lixo e a eliminação de todos os recipientes sem uso que possam acumular água e virar criadouros do mosquito.
Além disso, é essencial cobrar o mesmo cuidado do gestor local com os ambientes públicos, como o recolhimento regular de lixo nas vias, a limpeza de terrenos baldios, praças, cemitérios e borracharias.
ANEXO 1- Distribuição dos recursos adicionais por Estado
Além de receberem, juntos, R$ 1,2 bilhão para ações de vigilância, estados e municípios terão recursos adicionais específicos para enfrentamento à dengue:
| UF | VALOR |
| RO | R$ 5.058.224,39 |
| AC | R$ 2.564.316,26 |
| AM | R$ 12.505.060,38 |
| RR | R$ 1.910.571,72 |
| PA | R$ 24.886.724,87 |
| AP | R$ 2.484.962,19 |
| TO | R$ 4.504.656,39 |
| Norte | R$ 53.914.516,20 |
| MA | R$ 20.442.741,66 |
| PI | R$ 6.526.032,86 |
| CE | R$ 17.767.013,99 |
| RN | R$ 6.665.579,76 |
| PB | R$ 7.882.619,57 |
| PE | R$ 18.440.475,84 |
| AL | R$ 6.539.571,99 |
| SE | R$ 4.359.662,90 |
| BA | R$ 29.319.733,52 |
| Nordeste | R$ 117.943.432,09 |
| MG | R$ 40.997.975,51 |
| ES | R$ 7.442.917,50 |
| RJ | R$ 32.254.455,50 |
| SP | R$ 49.178.832,92 |
| Sudeste | R$ 129.874.181,43 |
| PR | R$ 12.529.630,73 |
| SC | R$ 7.580.678,42 |
| RS | R$ 12.761.347,74 |
| Sul | R$ 32.871.656,89 |
| MS | R$ 5.022.738,18 |
| MT | R$ 7.888.773,63 |
| GO | R$ 12.709.950,89 |
| DF | R$ 3.153.571,77 |
| Centro-Oeste | R$ 28.775.034,47 |
| BRASIL | R$ 363.378.821,08 |
ANEXO 2- Balanço da dengue 2010 – 2013
| UF | Semana epidemiológica 1 a 42 | |||||
| Casos Notificados | Casos Graves | Óbitos | ||||
| 2010 | 2013 | 2010 | 2013 | 2010 | 2013 | |
| RO | 18.670 | 9.365 | 351 | 28 | 18 | 3 |
| AC | 26.217 | 2.577 | 56 | 4 | 5 | 0 |
| AM | 4.921 | 16.858 | 238 | 96 | 6 | 9 |
| RR | 7.373 | 849 | 275 | 1 | 5 | 0 |
| PA | 11.346 | 8.682 | 357 | 37 | 17 | 10 |
| AP | 2.878 | 1.667 | 11 | 7 | 3 | 2 |
| TO | 8.449 | 8.669 | 50 | 17 | 4 | 4 |
| Norte | 79.854 | 48.667 | 1.338 | 190 | 58 | 28 |
| MA | 5.184 | 3.586 | 192 | 36 | 4 | 12 |
| PI | 6.615 | 4.664 | 115 | 19 | 7 | 1 |
| CE | 15.854 | 32.039 | 169 | 159 | 13 | 54 |
| RN | 6.302 | 16.035 | 238 | 102 | 7 | 8 |
| PB | 5.833 | 13.050 | 90 | 92 | 5 | 14 |
| PE | 33.177 | 8.650 | 1074 | 42 | 24 | 19 |
| AL | 45.449 | 8.935 | 450 | 16 | 21 | 4 |
| SE | 564 | 745 | 34 | 5 | 0 | 3 |
| BA | 41.803 | 61.974 | 974 | 125 | 33 | 21 |
| Nordeste | 160.781 | 149.678 | 3.336 | 596 | 114 | 136 |
| MG | 212.157 | 435.828 | 1.367 | 360 | 83 | 116 |
| ES | 22.835 | 66.874 | 1.468 | 1.686 | 13 | 23 |
| RJ | 26.800 | 212.933 | 2.437 | 1.207 | 41 | 48 |
| SP | 205.796 | 220.865 | 2.897 | 428 | 140 | 72 |
| Sudeste | 467.588 | 936.500 | 8.169 | 3.681 | 277 | 259 |
| PR | 36.645 | 69.444 | 184 | 224 | 13 | 24 |
| SC | 180 | 370 | 1 | 1 | 0 | 0 |
| RS | 3.633 | 485 | 52 | 1 | 0 | 0 |
| Sul | 40.458 | 70.299 | 237 | 226 | 13 | 24 |
| MS | 62.489 | 81.741 | 1792 | 695 | 42 | 34 |
| MT | 33.550 | 34.012 | 875 | 99 | 51 | 27 |
| GO | 95.527 | 140.399 | 997 | 1.063 | 78 | 58 |
| DF | 14.840 | 15.621 | 41 | 16 | 5 | 7 |
| Centro-Oeste | 206.406 | 271.773 | 3.705 | 1.873 | 176 | 126 |
| BRASIL | 955.087 | 1.476.917 | 16.785 | 6.566 | 638 | 573 |

O acidente aconteceu em Santa Clarita, ao norte de Los Angeles.
Link da notícia: Ator de Velozes e Furiosos, Paul Walker morre em acidente de carro.
Estamos no período do ano ao qual somos tomados por uma sensação de alegria e agradecimentos a Deus por todas as conquistas realizadas ao decorrer do ano que esta se finalizando é procuramos algo para fazer em prol de alguém ou alguma causa, doar para o INCA é uma boa opção para realizar este desejo.
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