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Correção do FGTS pela inflação tem parecer favorável do Ministério Público Federal

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Milhares de trabalhadores de todo o país devem receber as correções do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) da Caixa Econômica Federal. Isso porque decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) cassou a liminar que suspendia o tramite das ações conhecidas como revisão e negou provimento ao recurso interposto pela Caixa para manter a taxa de revisão do FGTS pela Taxa Referencial (TR). Segundos o ministro relator Rudolff Fischer, a TR não representa a correção real das perdas dos trabalhadores em relação à desvalorização da moeda e a inflação, o que causa prejuízos aos empregados. Fischer também afirmou que o julgamento do recurso servirá de parâmetro para outras instâncias do Poder Judiciário. Em 2013, sindicatos e trabalhadores impetraram uma série de ações na Justiça Federal em todas as comarcas do Brasil. O objetivo era modificar a taxa de revisão do FGTS a partir de 1999, quando o fundo deixou de ser corrigido pela inflação.

O tamanho estimado da perda varia muito, porque como o fundo recebe depósito mensais, cada pedaço do dinheiro tem que ser corrigido por um percentual diferente. Para os saldos que já existiam em 1999, especialistas falam em algo entre 70%. Os valores depositados a partir desta data, o índice varia mais.

O parecer do procurador não tem poder de decisão, mas foi pedido pelo ministro Benedito Gonçalves, relator da primeira ação sobre a troca da TR pelo INPC a chegar ao STJ, para embasar seu voto. O ministro do STJ, também mandou suspender o andamento de todas as ações sobre o assunto que tramitam no país, até que o STJ decida sobre a questão, o que ainda não tem data certa para ocorrer.

Jornal alemão diz que nome do mascote da copa Fuleco é sinônimo de ânus

DIEWELTO jornal alemão ‘Die Welt’ cometeu uma gafe ao falar do fuleco  o mascote da Copa do Mundo de 2014 . A publicação afirmou que um dos sinônimos para o nome Fuleco era ânus. A informação fez com outros meios de comunicação propagassem a notícia e logo depois se desculpassem. Uma das possibilidades é de que o erro tenha saído de um dicionário informal divulgado na internet Só que a rateada foi do próprio Die Welt: a fonte da informação era uma entrada no Dicionário Informal, que é colaborativo. Algum gaiato criou um verbete, de brincadeira, dando este significado para o Fuleco.. O ‘Die Welt’ utilizou ainda brincadeiras e ironias feitas por internautas com o mascote. O tatu-bola foi escolhido pela Fifa como o mascote do mundial de 2014 em setembro de 2012. Já seu nome foi eleito após votação na internet, que tinha como outras opções Zuzeco e Amijubi. Segundo a Fifa, o nome Fuleco surgiu após mistura das palavras futebol e ecologia e tem como ideal incentivar as pessoas a ter mais cuidado com o meio ambiente.

O tatu-bola escolhido para mascote da Copa é simpatissíssimo, mas o nome não deu certo desde o início. Fuleco foi achincalhado desde o batismo, em novembro de 2012. Na época, a Fifa teve de explicar longamente o esquisito nome, uma fusão de futebol e ecologia, que venceu outras opções tão esquisitas quanto: Amijubi e Zuzeco.

Comandante da UPP Vila Kennedy é anunciado pela PM

 

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O capitão Gabriel Wagner Rosella, de 33 anos, será o comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Vila Kenndy, na zona oeste do Rio de Janeiro. O governo do estado ainda não informou quando será feita a instalação da 38ª UPP do estado do Rio.

O capitão Gabriel está há dez anos na Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMRJ) e comandava, desde novembro de 2013, a UPP Jardim Batan, em Realengo, também na zona oeste, que foi inaugurada em 18 de fevereiro de 2009. A unidade atende às comunidades Batan, Vila Jurema, Jardim Água Branca, Vila Nova, Itaporanga e Duarte Coelho.

Antes da UPP Jardim Batan, o capitão atuou no Batalhão de Choque (BPChq), no Grupamento Tático Móvel (GTM), na Academia de Polícia Militar Dom João VI, no Centro de Instrução Especializada em Armamento e Tiro (Cieat), no Projeto Lei Seca, no 39º BPM (Belford Roxo), no 18º BPM (Jacarepaguá) e na UPP Lins.

 

Silas Malafaia comenta sobre sua participação no The Noite

 

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O povo de Deus precisa entender algumas coisas. Eu não estava em culto evangélico, dentro de uma igreja, e sim em um programa que tem uma veia de deboche. Será que o deboche no final do programa foi a coisa mais importante? Claro que não! Tivemos a oportunidade de abordar vários temas para um tipo de plateia que não tem as informações que demos. Aqui está o grande valor de participarmos desse tipo de programa.

Os fariseus, saduceus e publicanos debochavam e tentavam contraditar a mensagem de Jesus e Jesus nunca deixou de estar entre eles. Se somos sal, um monte de sal junto salga o que? Mais uma luz onde tem muita luz, ilumina o que? Temos que ser sal e luz no meio das trevas, onde estão os ímpios. Precisamos ter discernimento para entendermos essas coisas!

Onde eu for convidado, independente se o programa é de debochado, de ímpio, gente que odeia nossa fé, ali eu vou estar!

Como digo sempre: NA IGREJA, EDIFICAMOS A FÉ. NO MUNDO, MANIFESTAMOS A FÉ.

Obrigado pelas orações, pelas palavras de incentivo e elogio.

A DEUS SEJA A GLÓRIA!

Forças de segurança ocuparam o Complexo da Maré

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O complexo de favelas da Maré, na zona norte da capital fluminense, esta sendo ocupado desde  ás primeiras horas deste domingo (30) pelas forças de segurança do Estado  os primeiro passos foram dados nas primeiras horas deste domingo para a instalação de Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) na região que compreende 15 favelas no total, com aproximadamente 130 mil moradores.  Por volta das 7h, o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) anunciou as primeiras prisões . Segundo a corporação, foram presos dois homens com drogas no Beco Uruguai, em Nova Holanda. Os detidos foram flagrados com 24 trouxinhas de maconha e encaminhados para o 21º DP.

A Força de Segurança também apreendeu uma grande quantidade de maconha, suficiente para lotar uma picape da Polícia Federal, escondida em um buraco na sede da Vila Olímpica da Maré. A Vila Olímpica da Maré é um complexo social que visa proporcionar aos moradores da comunidade diversas atividades esportivas, educativas e culturais. Além da grande quantidade da droga, que ainda precisa ser quantificada, foram encontrados um fuzil, uma submetralhadora e munição.

Segundo a Secretaria de Estado de Segurança, “as comunidades foram recuperadas pelas forças policiais sem encontrar resistência, o que permitiu o domínio dos pontos planejados dos territórios em 15 minutos”.Os  policiais estão nas comunidades em operações de busca de criminosos, apreensões de armas, drogas e objetos roubados.

Participam da operação 1.180 policiais militares de várias unidades, entre elas o Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), além de policiais da Corregedoria Interna da PM. O Bope ocupa as favelas Nova Holanda e Parque União, enquanto que o Batalhão de Choque as outras 13 favelas. Da Polícia Civil, o efetivo no local é de 132 pessoas. Uma base móvel do Instituto Félix Pacheco está instalada no 22º BPM (Maré) para fazer a identificação biométrica de suspeitos.

Os policiais militares usam 14 blindados disponibilizados pela Marinha e um blindado do Batalhão de Polícia de Choque. Agentes do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal e do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal apoiam a operação.

As comunidades que fazem parte do Complexo da Maré que serão ocupadas são: Praia de Ramos, Parque Roquete Pinto, Parque União, Parque Rubens Vaz, Nova Holanda, Parque Maré, Conjunto Nova Maré, Baixa do Sapateiro, Morro do Timbau, Bento Ribeiro Dantas, Vila dos Pinheiros, Conjunto Pinheiros, Conjunto Novo Pinheiros (Salsa&Merengue), Vila do João e Conjunto Esperança,de acordo com a Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro,

O objetivo  da secretaria de Segurança Pública do Estado é abrir caminho para a entrada do Exército no local,que fará a ocupação do local até que  a Polícia Militar forme o novo efetivo para atuar na Maré – o acordo foi feito junto com ao Ministério da Justiça por intermédio do secretario José Mariano Beltrame e o governador Sérgio Cabral.

A Justiça, no último sábado (30), autorizou a PM a fazer, além do trabalho tradicional de varredura na busca de armas e drogas, a entrar em todas as residências de duas comunidades específicas: favela Nova Holanda e Parque União, tidas como as mais complicadas no que se refere à atuação do tráfico de drogas na região.

No total, atualmente, o Rio de Janeiro conta com 38 UPPs – ainda não existe uma definição de quantas unidades serão instaladas na Maré,homens do Bope já atuam há mais de uma semana na região, o governador Sérgio Cabral citou como “muito significativa” a tomada de controle de território “para que a sociedade e poder público possam entrar no local agora com tranquilidade”.

A Secretaria de Segurança solicita a colaboração dos moradores dessas comunidades na denúncia de criminosos, esconderijos e locais onde possam estar guardadas armas, drogas, objetos roubados e outros produtos ilegais. Os moradores podem ligar para o Disque-Denúncia (21) 2253-1177 ou para o 190 da PM.

Vídeo de cisnes alimentando peixes impressiona internautas

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O vídeo vem circulando em redes sociais com o seguinte texto: “Quando você pensa que já viu de tudo…”

Os internautas ficaram impressionados e ao mesmo tempo encantados com a atitude dos cisnes que compartilhando sua comida com os peixes.

É uma cena linda!

Assista ao vídeo:

 

 

http://youtu.be/gv6A8JlaRDU

Ministério do Trabalho investiga quantos menores trabalham na Feuduc em D.Caxias

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Ministério do Trabalho e Emprego através da Gerência Regional do Trabalho e Emprego em Duque de Caxias, quer uma relação nominal de todos os jovens que atuam na Feuduc através da Sociedade do Corpo de Bombeiros Civil Voluntário (SCBCV-RJ), bem como número de RG e idade dos mesmos. A determinação é resultado da primeira reunião em mesa redonda realizada na manhã da última sexta-feira (14), com a presença de representantes do Sindicato dos Vigilantes e Empregadores de Empresas de Segurança e Vigilância (SIVDC), da Sociedade do Corpo de Bombeiros Civil Voluntário (SCBCV-RJ) e da Fundação Educacional Duque de Caxias (Feuduc).
A ação do Ministério do Trabalho é desdobramento da denúncia feita pelo Sindicato de que pelo menos 200 menores são explorados para a realização de diversas tarefas nas dependências da Faculdade, através da SCBCV-RJ.
Durante a mesa redonda, o presidente do Sindicato, Carlos Gil de Souza, reafirmou a denúncia ao Gerente Regional do Trabalho e Emprego em Duque de Caxias (substituto), Luiz Renato Almeida, e ao chefe do Setor de Relações do Trabalho, Ednaldo Azevedo, que atuou como mediador. E ressaltou que não tem nada contra ações de caráter social. ”Estou preocupado com essa exploração de menores e, ao mesmo tempo, defendendo o emprego dos vigilantes os quais represento”, destacou.
A representante da SCBCV-RJ, Tânia Rita Bueno, negou que os menores uniformizados vistos diariamente na Feuduc tenham vínculo de trabalho com alguma dessas instituições e que apenas voluntários de maior idade lá trabalham. Acrescentou que a SCBCV-RJ paga a alimentação dos mesmos. Fábio Silva Gonçalves, da Feuduc, disse que a chegada desses jovens se deu por conta de exigência do Ministério da Educação, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento sócio-cultural de menores da região. Informou, ainda, que a presença dos mesmos no local, através da SCBCV-RJ, inibiria condutas de vandalismo por parte de terceiros nas dependências da Feuduc. Ele informou que a Faculdade conta atualmente com a atuação de seguranças, cuja empresa foi chamada de “clandestina”pelo presidente do SIVDC. Luiz Renato Almeida lembrou ao representante da Feuduc que a entidade é também responsável pelos menores em suas dependências.
A reunião teve vários momentos acalorados. Uma vez que não foi possível concluir a mediação por falta de comprovação das informações prestadas pelas partes denunciadas pelo Sindicato como defesa, foi marcada nova audiência, quando a SCBCV-RJ deverá apresentar a relação de todos os menores envolvidos, além de cópia do estatuto da entidade e da ata que rege a instituição. A Feuduc, por sua vez, deverá enviar um representante devidamente habilitado, que deverá fornecer documentos e informações necessárias.

– Nosso desejo é saber se tudo está dentro da lei e consertar o que estiver errado. Afinal, são centenas de menores que, além de serem explorados para trabalhar até em finais de semana, em escala de 12 horas como seguranças, porteiros e faxineiros, estão sob condições de alto risco, com a vida ameaçada, pois usam fardas e podem ser confundidos com policiais e sofrerem ações violentas de bandidos – assinalaram os sindicalistas Carlos Gil e Antonio Gomes do Nascimento. “Além de pagar pelos cursos, os alunos compram fardas por R$ 380. A empresa, por sua vez, vende serviços e ainda pede doações através do site”, acrescenta o líder dos vigilantes.

 Os pais dos alunos declararam que seus filhos não recebem lanches gratuitos, e que tudo que é consumido pelos alunos é pago e só consome quem tem dinheiro,  que os alunos menores de idade  recebem como treinamento instruções para lavar banheiro, varrer pátios e salas e pintar carteiras e cadeiras quem passa as instruções são os alunos que segundo informações já se formaram e recebem como tarefa por seus superiores supervisionar os menores.

A SCBCV-RJ  em seu Site apresenta instituições importantes como Convênios e Parceiros.

 Convênios e Parceiros

Consumidora encontra comprimido em meio a confeitos de chocolate

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Uma consumidora do Rio de Janeiro postou em sua página do facebook e pede que todos compartilhem divulgando o ocorrido. Leia a postagem na íntegra:

ALERTA!!!
Galera, venho através desta postagem alertar vocês e mostrar minha indignação.
A princípio, estava tudo tranquilo, hoje dia 24/03 aniversário do meu esposo e eu resolvo fazer um bolo para ele do jeitinho que ele gosta. Fui ate padaria mais proxima e comprei 5 pacotinhos de DISQUETI da marca DORI para enfeitar. Apos o bolo pronto, eu abri os pacotes um por um dentro de um recipiente e apos abrir o ultimo pacote, me deparei com uma bolinha diferente e bem gordinha perto das outras bolinhas de chocolate. Na mesma comentei com meu esposo que parecia um comprimido e logo pedi que o meu esposo tirasse a foto, em seguida peguei uma faca e cortei logo percebi que realmente parecia com um medicamento, com o cheiro muito forte e tao vermelho quanto a bolinha de chocolate.
Estou revoltada, imagino se meu filho de 3 a anos come esta bolinha achando que e um chocolate?
Atencao mamaes que como eu tem crianca e que adora essa porcaria!!!
ME AJUDEM A COMPARTILHAR!!!!

Procurada pelo RJ Notícias, a empresa não se manifestou sobre o ocorrido.

Internautas cobram atenção do Governador Sérgio Cabral para família de policiais mortos

 

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Os internautas vêm compartilhando essa imagem em suas páginas em rede social e criticam a falta de atenção do governador do Estado do Rio para com as famílias dos policiais mortos em trabalho.

Uma das internautas postou a imagem com o seguinte comentário:

Sr. Governador, a família de cada um deles também lhe aguarda para uma visita.
Para quem não sabe, todos nessa imagem não estão entre nós.
Sem mais.

“O respeito pela privacidade está no nosso DNA” diz criador do WhatsApp

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Após ser comprado pelo Facebook por nada menos que US$ 19 bilhões, o WhatsApp começou a sofrer com uma série de boatos sobre sua independência e as configurações de privacidade de seus usuários. Nessa segunda-feira, o criador do aplicativo de mensagens Jan Koum retrucou as acusações.

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“Nossos princípios não vão mudar. O respeito pela privacidade está no nosso DNA”, disse ele, alegando que não teria aceitado a negociação se o Facebook pedisse mudanças na política com relação aos usuários do serviço – hoje, o WhatsApp tem 465 milhões de usuários.

“Construímos o WhatsApp tentando saber o menos possível sobre nossos usuários. Não sabemos onde eles moram, o endereço de email ou o aniversário deles”, adicionou Koum. As palavras do fundador do aplicativo de mensagens vão de encontro ao que Mark Zuckerberg disse em fevereiro, ao adquirir o serviço: “Seria muito estúpido de nossa parte inteferir fortemente no WhatsApp”.

Além disso, Koum criticou quem fabrica boatos a respeito de seu produto: “Especulações não são só infundadas, mas também são irresponsávels. Elas assustam as pessoas que acreditam que a gente está coletando dados. Não é verdade, e gostamos de afirmar que não fazemos isso”.

Fonte: Estadão