
Cariocas saíram de casa neste sábado (31/10), data em que se celebra o Dia das Bruxas (tradicional halloween nos Estados Unidos), para aproveitar uma promoção feita pela rede de fast food Burger King, que está oferecendo hambúrguer gratuitamente (um por cliente), com a condição de que o consumidor vá a lanchonete com uma vassoura (em alusão ao meio de transporte utilizado pelas bruxas).
Vídeos e relatos que circulam pelas redes sociais, mostram filas quilométricas, dignas de grandes eventos como o Rock In Rio, onde cariocas (sem qualquer preocupação com o distanciamento social para evitar contaminação da Covid-19) esperam para conseguir o tão sonhado lanche.
A campanha não é válida para todos os restaurantes: a lista completa está no site da rede, que chegou a ficar fora do ar e pode ter instabilidade.
Na cidade do Rio, apenas as lojas localizadas nos bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Campo Grande, Vila Valqueire, Padre Miguel e Engenho de Dentro estão operando com a promoção.
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MPF pede ao TRF afastamento do ministro Ricardo Salles
O Ministério Público Federal recorreu, nesta quarta-feira (28), da decisão da Justiça Federal do Distrito Federal que negou, no último dia 14, pedido para afastar do cargo o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.
A ação apresentada em julho acusa o ministro de improbidade administrativa e pede que, antes mesmo da análise do mérito, Salles seja afastado do Ministério do Meio Ambiente.
“Por meio de ações, omissões, práticas e discursos, o Ministro do Meio Ambiente promove a desestruturação de políticas ambientais e o esvaziamento de preceitos legais, mediante o favorecimento de interesses que não possuem qualquer relação com a finalidade da pasta que ocupa” afirmaram os procuradores à época.
No recurso direcionado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), os procuradores contestam termos da decisão do juiz Márcio de França Moreira, da 8ª Vara Federal, que negou o afastamento provisório.
No despacho, o magistrado considerou que o MP não tinha demonstrado como a permanência de Salles à frente do ministério poderia prejudicar a análise do mérito da ação de improbidade.
Para Márcio Moreira, os procuradores não apresentaram provas de possível interferência do ministro de Estado na condução processual. O magistrado disse que a ação tem argumentos vagos sobre ameaças de Salles a servidores do órgão, o que revelaria uma clara intenção de antecipar os efeitos de uma eventual condenação à perda do cargo público.
“Somente a demonstração efetiva de empecilho criado pelo agente público à instrução processual, cuja permanência no local de trabalho seria um elemento facilitador para a obstrução ou ocultação de provas, é que justificaria a medida de suspensão e afastamento da função pública, mas não há nos autos prova incontroversa de que a permanência do agente público no cargo de Ministro de Estado do Meio Ambiente importa em ameaça à instrução do presente processo”, diz o juiz federal.
Para o Ministério Público, a necessidade de afastamento de Ricardo Salles é justificada “diante de fundados indícios da prática do ato ímprobo e de elementos concretos que indicam que o agente público persiste na prática ilícita”.
Ao TRF-1, os procuradores disseram que há elementos de que a manutenção de Salles no cargo tem potencial para provocar graves danos ambientais e administrativos, além de ameaçar o andamento do processo por improbidade.
O MPF reafirma que o ministro ameaçou servidores públicos de instauração de processo administrativo disciplinar, impediu os órgãos ambientais – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) – de falarem com a imprensa e produziu um clima de ameaça e silenciamento entre os servidores federais das carreiras de meio ambiente.
“Há claramente desvio, por parte do requerente, das finalidades institucionais do órgão que chefia. Além disso, conforme descrito na inicial da ação de improbidade administrativa, Ricardo Salles já se valeu de condutas intimidatórias a servidores públicos, com exonerações de funções em desvio de finalidade, ameaças de instauração de PAD, dentre outras condutas em flagrante violação aos princípios de legalidade e lealdade à instituição, além do princípio de preservação ambiental para as presentes e futuras gerações”, afirmam os procuradores.
O recurso aponta que a gestão de Salles tem produzido efeitos desastrosos, como a perda de 27% do Pantanal e índices históricos de desmatamento por queimadas na Amazônia, superando até mesmo os índices de 2019.
“Verifica-se, assim, que o desmatamento no Brasil vem apresentando, ao longo dos últimos dois anos, níveis alarmantes. Recordes de pelo menos uma década vêm sendo reiteradamente vencidos. No ano de 2019, o país foi o responsável, sozinho, por um terço da degradação de florestas nativas no mundo”, diz o texto.
Outros recursos já foram apresentados ao TRF-1 no âmbito do mesmo processo de improbidade. O tribunal chegou a marcar o julgamento de parte dessas demandas para a última terça (27), mas adiou a análise do tema horas antes da sessão.
Instagram muda regras e agora aceita mamilos femininos de fora
Após viverem uma relação tumultuada, parece que seios femininos e Instagram estão fazendo as pazes. Até então as mulheres eram impedidas de mostrar esta parte do corpo na plataforma, mas isso mudou a partir desta quarta-feira (28).
Segundo o Universa, em comunicado, o Instagram avisou que não eliminará do feed imagens de seios femininos nus, seguindo três condições: se a pessoa estiver simplesmente “abraçando, acariciando ou segurando seus seios”.
A atualização da política, segundo a rede social, contempla uma questão específica em relação às postagens de fotos de pessoas gordas. “Estamos atualizando nossas políticas para evitar que imagens de corpos gordos e maiores sejam removidas erroneamente”, diz o Instagram, em nota.
A alteração aconteceu depois que uma influenciadora digital plus size do Reino Unido, Nyome Nicholas-Williams, iniciou um protesto afirmando que suas fotos eram derrubadas, enquanto o mesmo não acontecia com publicações parecidas de mulheres magras.
Um abaixo-assinado promovido por Nicholas-Williams reuniu mais de 22 mil assinaturas, e a hashtag #iwanttoseenyome (eu quero ver Nyome, em tradução livre do inglês) ganhou força nas redes sciais.
O Instagram reconheceu que o protesto da influenciadora motivou as alterações.
Saiba a diferença de votos brancos e nulos
No Brasil, apesar do comparecimento ao local de votação nas eleições ser obrigatório, a menos que seja justificado, o eleitor é livre para escolher ou não um candidato, já que pode votar nulo ou branco. Mas qual é a diferença entre essas opções?
De acordo com o Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos. Para votar em branco é necessário que o eleitor pressione a tecla “branco” na urna e, em seguida, a tecla “confirma”. Já o nulo é aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para isso, precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.
Antigamente como o voto branco era considerado válido, ele era contabilizado para o candidato vencedor. Na prática, era tido como voto de conformismo, como se o eleitor se mostrasse satisfeito com o candidato que vencesse as eleições, enquanto o nulo – considerado inválido pela Justiça Eleitoral – era tido como um voto de protesto contra os candidatos ou políticos em geral.
Votos válidos
Atualmente, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleições, vale o princípio da maioria absoluta de votos válidos, que são os dados a candidatos ou a legendas. Votos em branco e nulos são desconsiderados e acabam sendo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor, que não interfere no pleito eleitoral. Por isso, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição.
Agência Brasil
Empresas e a sociedade civil criam plataforma digital para gerar 1 milhão de oportunidades para jovens
Empresas, sociedade civil, Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) lançaram nesta quarta-feira (28) uma iniciativa chamada Um Milhão de Oportunidades. O foco reúne adolescentes e jovens de 14 a 24 anos, em especial os que estão em situação de vulnerabilidade – como negros e pardos, indígenas, moradores de periferias urbanas e áreas rurais e pessoas com deficiência.
A meta, segundo os idealizadores, é gerar, nos próximos dois anos, um milhão de oportunidades em quatro pilares: acesso à educação de qualidade; inclusão digital e conectividade; fomento ao empreendedorismo e protagonismo de adolescentes e jovens; e acesso ao mundo do trabalho em oportunidades de estágio, aprendiz e emprego formal.
Plataforma
Por meio de uma plataforma digital, a iniciativa pretende auxiliar adolescentes e jovens a buscar informações, por regiões, de qualidade sobre oportunidades e formação para o mundo do trabalho.
Todas as oportunidades poderão ser acessadas no site e no aplicativo, que terão um monitoramento sobre o preenchimento efetivo de cada oportunidade pelas empresas participantes por meio de um acordo de adesão.
“ Devemos cuidar, incentivar e apoiar o ensino de todos os jovens, principalmente os que se encontram em situação de vulnerabilidade, pois neles creditamos a esperança de um Brasil mais justo e igualitário. Temos que trabalhar para garantir mais oportunidades para todos”, disse Juliana Azevedo, executivo da P&G Brasil.
Adolescentes e jovens
Com uma população de 48 milhões de pessoas entre 10 e 24 anos, o Brasil tem hoje a maior geração de adolescentes e jovens de sua história, segundo o Unicef. Um dado preocupante é que um em cada quatro adolescentes e jovens não estuda, nem trabalha. O ensino médio é a etapa com maiores índices de evasão escolar. Em 2018, mais de 458 mil adolescentes deixaram a escola.
“Diante da pandemia da covid-19, esses números podem aumentar ainda mais. É essencial investir agora nos adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade, criando oportunidades para que se mantenham aprendendo e consigam ingressar no mundo de trabalho. Só assim será possível quebrar o ciclo de pobreza que afeta tantas famílias”, explicou Florence Bauer, representante do Unicef no Brasil.
Ainda na avaliação dos especialistas, a velocidade dos avanços tecnológicos pode aumentar ainda mais as desigualdades no Brasil, excluindo adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade e sem formação profissional.
“Um dos efeitos da crise é que o futuro do trabalho está chegando com uma rapidez maior do que antecipado. Isso oferece riscos e oportunidades para a inserção no mercado de trabalho formal de jovens que estão se formando e começando a trajetória profissional, em especial para aqueles em situação de vulnerabilidade. Como a procura das empresas por novas competências e qualificações vai crescer, é preciso preparar a juventude para esse cenário com ações inovadoras”, disse Martin Hahn, diretor do escritório da OIT no Brasil.
Clique Aqu Um Milhão de Oportunidade
Agência Brasil
Conheça os tipos de vacina contra covid-19

As vacinas contra a covid-19 estão sendo desenvolvidas em velocidade sem precedentes, e, além da rapidez, os projetos em andamento buscam comprovar a eficácia e a segurança de tecnologias inéditas, que, futuramente, podem modernizar outras vacinas já em uso no mundo.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre as quase 200 propostas de vacinas em testes, 44 chegaram à fase de experimentação em humanos, chamada de estudos clínicos. Dessas, um grupo de 10 projetos atingiu a fase três de estudos, em que dezenas de milhares de voluntários são recrutados para comprovar se a vacina é mesmo capaz de proteger sem causar danos à saúde.
Por ainda apresentar grande circulação do vírus, o que acelera as pesquisas, o Brasil tem sediado alguns desses testes com milhares de participantes. Receberam autorização para experimentos de larga escala no país as vacinas desenvolvidas pelos laboratórios AstraZeneca/Oxford, Sinovac, Janssen e Pfizer/Biontech/Fosun Pharma.
Com técnicas já utilizadas pela ciência ou novas formas de induzir a resposta imunológica, as vacinas que chegaram ao último estágio de testes têm um mesmo objetivo: levar ao organismo informações importantes que desencadeiem a produção de defesas ao novo coronavírus de forma antecipada. A Agência Brasil explica as principais estratégias elaboradas pelos cientistas para que as vacinas sejam eficazes e seguras.
Proteína S

Quando o corpo produz anticorpos contra um vírus ele é estimulado por estruturas específicas que compõem esses seres. No caso do coronavírus causador da covid-19, os cientistas descobriram que a proteína S, que forma a coroa de espinhos que dá nome ao vírus, é a estrutura que mais provoca o sistema imunológico a produzir anticorpos. Essa proteína também é fundamental para a infecção: é com os pequenos espinhos formados pela proteína S que o novo coronavírus se conecta às células humanas e inicia a invasão para poder se replicar.
O diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Renato Kfouri, explica que antecipar o contato do corpo com a proteína S é uma estratégia comum aos principais projetos em curso. “As vacinas têm como alvo principal a indução de anticorpos contra essa proteína S. Os anticorpos são, em geral, neutralizantes. São capazes de neutralizar a atividade do vírus”.
Vacinas de vírus inativado
Entre as dez vacinas que chegaram aos estudos clínicos de fase 3, três propostas desenvolvidas na China utilizam a técnica conhecida como vacina de vírus inativado: a da Sinovac, que está em testes no Brasil em parceria com o Instituto Butantan e o governo de São Paulo, a da Sinopharm com Instituto de Produtos Biológicos de Wuhan, e outra da Sinopharm com o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim.
A estratégia leva esse nome porque a vacina contém o próprio vírus morto, o que é chamado tecnicamente de inativado. Essas vacinas são comuns na prevenção de diversas doenças, como a poliomielite, a hepatite A e o tétano, e provocam o corpo a produzir as defesas a partir de um contato antecipado e inofensivo com o vírus.
“Nessa tecnologia, se cultiva o vírus em laboratório, e, depois de ter uma grande quantidade, você inativa, mata o vírus em linguajar mais popular, através de temperatura ou substâncias químicas. Ele fica um vírus inteiro, morto, inativado, mas com essas proteínas conservadas e capazes de induzir uma resposta imune”, explica Kfouri. “A única dificuldade é que você precisa de laboratórios com nível de biossegurança elevado para manipular o vírus vivo, precisa cultivá-lo, e tem um tempo de multiplicação desses vírus pra depois inativar. São processos que requerem um tempo maior e um nível de segurança máximo dos laboratórios, porque vão manipular vírus com potencial infectante”.
Vacinas de vetor viral
Para fazer com que o corpo produza anticorpos capazes de neutralizar a proteína S, as vacinas de vetor viral não-replicante trazem uma proposta inovadora: a proteína do novo coronavírus é inserida em outro vírus, modificado em laboratório, para transportá-la para o corpo humano e não se multiplicar. Uma vez que a proteína chega ao corpo, o sistema imunológico a identifica e produz estruturas capazes de impedir sua ação no futuro, quando o novo coronavírus tentar causar infecção.
Essa tecnologia já estava em estudo para produzir vacinas contra o vírus ebola e coronavírus que provocaram surtos em anos anteriores, como o SARS-CoV-1, o que explica a velocidade com que foi possível direcionar as pesquisas ao SARS-CoV-2. Projetos como o da americana Janssen e o da chinesa CanSino utilizam adenovírus humanos para transportar a proteína S para o corpo humano.
O mesmo propõe o Instituto de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, da Rússia, com a diferença de utilizar dois tipos diferentes de adenovírus, um em cada dose da vacina. Caso seja comprovada e registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina russa deve ser produzida no Brasil pelo Grupo União Química.
Já a proposta britânica da farmacêutica AstraZeneca e da Universidade de Oxford usa um adenovírus de chimpanzé como vetor viral. Essa vacina encontra-se em fase de testes no Brasil, e o governo federal assinou um acordo de transferência de tecnologia para que a Fundação Oswaldo Cruz possa produzi-la.

“As vacinas são de adenovírus vivo, mas são não-replicantes. Eles retiram da estrutura do adenovírus as proteínas responsáveis por sua multiplicação. Esses adenovírus são vírus de resfriado”, explica Kfouri, que acrescenta que os adenovírus foram escolhidos para transportar a proteína S porque provocam pouca resposta imunológica, permitindo que o corpo concentre sua reação na proteína do coronavírus.
Vacinas genéticas
Outra tecnologia em testes, nunca antes usada em imunização, é a das vacinas de RNA ou DNA, que inserem ácidos nucléicos do novo coronavírus no corpo humano. Até este momento, apenas vacinas que utilizam RNA chegaram à fase três de estudos clínicos, e seu funcionamento prevê que, ao entrar no organismo, o ácido nucléico do novo coronavírus fará com que as próprias células humanas produzam a proteína S, que, por sua vez, desencadeará a produção de defesas no organismo.
Caso a eficácia e segurança seja confirmada, essa tecnologia é considerada mais rápida para a produção em larga escala, já que a vacina utiliza RNA sintético, o que dispensa o cultivo do vírus em laboratório. Os estudos em fase 3 que buscam confirmar a eficácia e segurança de vacinas de RNA estão sob o comando da farmacêutica americana Moderna em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, e do grupo de pesquisa que reúne a também americana Pfizer, a alemã Biontech e a chinesa Fosun Pharma.
Kfouri explica que as pesquisas que utilizam vacinas de RNA também caminharam rápido por terem partido de estudos que já estavam em andamento para desenvolver vacinas contra outros coronavírus e o ebola. “Essa tecnologia tem um potencial de ser utilizada em muitas outras vacinas, por essa capacidade de rápida produção. Pode ser que, se der certo, a gente migre outras vacinas que a gente já usa hoje para essa plataforma”.
Vacinas proteicas sub-unitárias
A quarta tecnologia que está em desenvolvimento e já chegou aos estudos de fase 3 é a das vacinas proteicas sub-unitárias, que propõem a injeção da proteína S e outras proteínas do novo coronavírus diretamente no corpo humano, sem o intermédio de vetores virais.
Entre as dez vacinas em estudos de fase três, a única desse tipo é a produzida pela farmacêutica americana Novavax.
“Elas levam pedacinhos do vírus, como a gente faz com a vacina da gripe e do HPV. A gente pega pedaços da proteína S, da proteína M, da proteína E, e faz vacinas com esses fragmentos do vírus, que também precisa ser cultivado e inativado, só que em vez do vírus inteiro, a vacina leva partículas virais, subunidades do vírus”.

Agência Brasil
Aquecimento no Apple Watch SE queima utilizadores

Estão sendo reportados no Reddit alguns casos de superaquecimento do Apple Watch SE, o modelo mais acessível do relógio inteligente da Apple. Os seis casos ocorreram entre os dias 10 e 19 de outubro na Coreia do Sul.
Como pode ver nas fotografias partilhadas pelos utilizadores, depois destes incidentes de superaquecimento surge uma pequena marca no canto superior direito do mostrador do Apple Watch SE. Além disso, alguns dos utilizadores ficaram com marcas visíveis de queimaduras.
Os problemas parecem dizer respeito apenas ao modelo de 40mm e, dado que se verificaram apenas numa região, é possível que se trate de um conjunto defeituoso. A Apple já adiantou que pretende se pronunciar sobre o assunto, e afirmou que está investigando a questão.
12 milicianos morrem em confronto com policiais no Rio

Em um intervalo de apenas 24 horas, a Polícia Civil do Rio matou ao menos 17 suspeitos de integrar o Bonde do Ecko, considerada uma das maiores milícias do país, em duas operações em municípios da Baixada Fluminense.
A última delas ocorreu na noite desta quinta-feira (15), em Itaguaí (RJ), deixando 12 suspeitos mortos.
A Policia Civil identificou os 12 milicianos que foram mortos na noite de quinta-feira, em Itaguaí, durante ação integrada entre a própria Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal. Nas últimas horas, uma força conjunta entre equipes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), peritos legistas e papiloscopistas da Polícia Civil permitiu que todos fossem identificados.
Entre eles, está Carlos Eduardo Benevides Gomes; vulgo Cabo Bené ou Benevides. De acordo com a Polícia Civil, Benevides era um criminoso de altíssima periculosidade e de perfil extremamente violento, atuando como líder da Milícia na cidade de Itaguaí e na região limítrofe.
“Trabalhou como policial militar e foi excluído das fileiras da PM por envolvimento com a Milícia de Campo Grande. Apontado como braço direito do miliciano ECKO, foi alvo de grandes operações da Polícia Civil, mas continuava foragido. Tem envolvimento com um cemitério clandestino encontrado em Itaguaí e pelo menos 6 homicídios. Era criminoso procurado pela Polícia e possuía mais de dez mandados de prisão preventiva pendentes e dezenas de anotações criminais por diversos crimes como homicídios, roubo, extorsão, formação de quadrilha, porte ilegal de arma de fogo e organização criminosa”, diz a corporação em nota.
Outro nome da lista é o de Emerson Benedito da Silva, vulgo Macumba. Segundo a Polícia Civil, Silva liderava a organização criminosa que atua em Itaguaí e região ao lado de Benevides, possuindo 3 três procedimentos policiais, por Porte Ilegal de arma, Extorsão e Organização criminosa. “Criminoso procurado havendo em seu desfavor um mandado de prisão pendente”, diz a corporação.
Magnun Cirilo da Silva, vulgo MG ou Magnun, era, de acordo com a Polícia Civil, comparsa de Benevides e um dos seus homens de confiança. “Possuía oito anotações criminais, dos mais variados tipos, como extorsão, roubo majorado, porte ilegal de arma, organização criminosa, lesão corporal”, diz a Polícia, acrescentando que Magnun era procurado com sete mandados de prisão pendentes.
Ainda no grupo tinha Wagner Eduardo da Cruz. Criminoso de alta periculosidade, Cruz possuía, de acordo com a corporação, três anotações criminais, tanto por crime de extorsão como por crime de organização criminosa, sendo alvo de outras investigações da Polícia Civil. Ex-presidiário, saiu do sistema prisional há pouco tempo.
Somam à lista: Paulo Cesar Cassimiro Duarte (egresso do Sistema Penitenciário e possuía anotação criminal por lesão corporal), Maicon Rodrigo da Costa (possuía duas anotações criminais, sendo uma por roubo majorado), Rodrigo Faustino Gamma (ex-presidiário e possuía duas anotações criminais por extorsão, receptação e adulteração de sinal identificador de veículo) e Walace dos Santos Lopes (também era egresso do sistema penitenciário e possuía igualmente anotações criminais por lesão corporal).
Já Luiz Felipe Pereira Bertoldo tinha passagens na polícia por lesão corporal e receptação. E Otavio Victor Schwantes de Araujo respondeu por atos infracionais na qualidade de adolescente infrator.
Confira a lista completa:
Carlos Eduardo Benevides Gomes, vulgo Cabo Bené ou Benevides;
Magnun Cirilo da Silva, vulgo MG ou Magnun;
Emerson Benedito da Silva, vulgo Macumba;
Wagner Eduardo da Cruz;
Paulo Cesar Cassimiro Duarte;
Maicon Rodrigo da Costa;
Rodrigo Faustino Gamma;
Walace dos Santos Lopes;
Luiz Felipe Pereira Bertoldo;
João Vitor Leitão Rangel;
Otavio Victor Schwantes de Araujo;
Mateus dos Santos Silva.Polícia
O grupo de criminosos teve um comboio interceptado em Itaguaí e trocou tiros com os agentes, segundo a polícia.
Num vídeo já em posse dos investigadores, um ex-integrante da quadrilha revelou ao Ministério Público do Rio que, em setembro de 2018, Bené havia participado do assassinato de dois membros do próprio grupo criminoso.
A Promotoria denunciou 44 suspeitos de integrar o grupo pelo crime de organização criminosa. Cinco meses depois, o corpo da testemunha foi encontrado no porta-malas de um carro com marcas de tiro.
Após o depoimento de André Vitor de Souza Corrêa, ele foi jurado de morte pela quadrilha, segundo o Ministério Público.
Segundo o relato, Wellington da Silva Braga, o Ecko, o chefão da milícia, mandou Bené matar dois integrantes da organização criminosa por supostamente usarem o nome dele para extorquir dinheiro de moradores em um condomínio do programa federal “Minha Casa Minha Vida”.
“O Bené já veio dando a explicação, dizendo que era parada de homem. Disse que o Ecko mandou resolver. Só que o Paulinho [apelido de uma das vítimas] ainda estava vivo. E gritou assim: ‘Pelos meus filhos, não fui eu que meti a mão’. O Bené veio com a AK-47 e deu um tiro na cara dele. Depois, mandou a gente botar os corpos na caçamba do carro. Aí, fomos para o cemitério clandestino”, disse André Corrêa, em depoimento gravado.
“O Bené deu uns cinco tiros nele. O sangue espirrou na minha cara”, completou.
Bené chefiava uma espécie de “franquia” do bonde do Ecko em Itaguaí, um dos municípios da Baixada Fluminense, segundo informações obtidas com a Polícia Civil e pelo MP-RJ.
Tandera, também citado pela testemunha encontrada morta depois de depor, é apontado pelas autoridades como o segundo homem na hierarquia do grupo e responsável direto pela criação dessas franquias na região.
Segundo fontes ligadas à polícia, ele estava com o grupo localizado pela Polícia Civil na última quarta (14), em uma operação que causou a morte de outros cinco suspeitos de integrar a organização criminosa em uma troca de tiros numa região conhecida como km 32, em Nova Iguaçu (RJ), também na Baixada Fluminense. Mas conseguiu escapar e segue foragido.
GRUPO MONITORADO
Na noite desta quinta, uma ação em conjunto entre a PRF (Polícia Rodoviária Federal) e a Polícia Civil do Rio interceptou um comboio de suspeitos de integrar a milícia de Itaguaí.
A movimentação do grupo estava sendo monitorada há duas semanas pelo serviço de inteligência de uma força-tarefa para coibir a interferência de organizações criminosas nas eleições deste ano.
Segundo a polícia, os criminosos abriram fogo ao perceberem a aproximação dos agentes, dando início a um confronto que contou com a participação de agentes da Core (Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil).
Um dos agentes foi atingido, mas não se feriu com gravidade porque o tiro atingiu o colete à prova de balas.
Além de Bené, Émerson Benedito da Silva, conhecido como Macumba, também teria sido morto. Ele é apontado pelas autoridades como um dos homens de confiança de Bené. Os outros dez suspeitos mortos ainda não foram identificados.
Após o confronto, a polícia apreendeu ao menos oito fuzis, pistolas, munições, carregadores, aparelhos de comunicação e os quatro carros roubados ou clonados que faziam parte do comboio. Os agentes verificaram, ainda, que os suspeitos usavam fardamento militar, coturnos e coletes.
Caixa abre 772 agências hoje (17) para pagar saque emergencial do FGTS
A Caixa Econômica Federal abre amanhã (17) 772 agências para o pagamento do saque emergencial de até R$ 1.045 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) a 10,8 milhões de trabalhadores nascidos em julho e agosto. O atendimento será das 8h ao meio-dia.
A lista das agências está disponível no endereço www.caixa.gov.br/agenciasabado. Não é preciso chegar antes do horário de abertura. Em comunicado, a Caixa esclareceu que todas as pessoas que procurarem as agências dentro do período de funcionamento serão atendidas.
Além do saque, será possível transferir de forma gratuita os valores, por meio do aplicativo Caixa Tem, para outra conta, seja da Caixa ou de outras instituições financeiras.
Em agosto, a Caixa creditou R$ 5,8 bilhões nas contas poupança digitais dos trabalhadores. O dinheiro havia sido depositado em 10 de agosto (no caso dos nascidos em julho) e em 24 de agosto (no caso dos nascidos em agosto).
Desde então, os recursos podiam ser movimentados apenas por meio do Caixa Tem, que permite compras por cartão de débito virtual, compras por QR Code (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos parceiros e o pagamento de boletos e de contas residenciais.
Medida de ajuda
Uma das medidas de ajuda à economia no meio da pandemia da covid-19, o saque emergencial do FGTS beneficia com até R$ 1.045 cerca de 60 milhões de trabalhadores, que receberam R$ 37,8 bilhões no total. Todos os beneficiados receberam o depósito na conta poupança digital. O último lote, para os trabalhadores nascidos em dezembro, foi creditado em 24 de setembro.
O saque em dinheiro e a transferência bancária dos recursos do FGTS ainda está sendo feito em etapas escalonadas, conforme o mês de aniversário do trabalhador. Os nascidos em novembro e dezembro poderão retirar os recursos do FGTS em espécie a partir do próximo dia 31.
Fonte Agência Brasil
Poço do pré-sal da Bacia de Santos bate recorde
O poço 7-BUZ-10-RJS do Campo de Búzios, localizado na área do pré-sal da Bacia de Santos, registrou recorde em volume produzido de petróleo e gás natural em setembro. Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), foram produzidos cerca de 69,6 mil barris de óleo equivalente (boe) por dia, maior volume registrado por um único poço em toda a série histórica.
De acordo com a ANP, no mês passado, a produção nacional dos 273 campos em operação no país atingiu 3,695 milhões de barris de óleo equivalente por dia, sendo 2,907 milhões de barris/dia de petróleo e 125,255 milhões de metros cúbicos de gás natural.
Do total, o estado do Rio de Janeiro participou com 2,922 milhões de boe, dos quais 2,389 milhões de barris/dia foram de petróleo e 84,793 milhões foram de metros cúbicos de gás natural. Com 37 produtores, o Rio de Janeiro lidera o ranking nacional.
Fonte Agência Brasil










