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Bancários do Rio fazem piquetes e pedem adesão à greve

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Agências bancárias de todo o país amanheceram em greve hoje (30) por tempo indeterminado, após decisão tomada em assembleias realizadas pelos sindicatos da categoria na noite de ontem (29). Os sindicalistas rejeitaram a proposta realizada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que prevê aumento de 7,35% nos salários. No Rio de Janeiro, funcionários fizeram piquetes, impedindo a entrada de funcionários nos bancos, com o objetivo de conseguir adesão à greve.

O diretor do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro, Paulo César Matileti, criticou a postura da Fenaban. “Os banqueiros não respeitam os trabalhadores, então tivemos que decidir pela greve. A federação se negou a apresentar uma proposta que atendesse às reivindicações dos bancários: ofereceu um aumento bem abaixo do que pedimos e nem se pronunciou em relação às questões não-econômicas. Precisamos de melhores condições de trabalho”, disse.

O petroleiro Paulo Roberto Sabino, de 46 anos, foi a uma agência bancária hoje, na Avenida Rio Branco, no centro financeiro do Rio, e contou que não conseguiu realizar uma operação, mas afirmou apoiar os grevistas. “Preciso fazer um depósito, mas não consegui nos caixas eletrônicos daqui e não há funcionários atendendo. Apesar de ter me prejudicado, sou a favor da greve. Já fui bancário e tenho contato com meus colegas até hoje. Eles reclamam principalmente das metas absurdas”, relatou.

A guia turística Vanda da Costa Barreto, de 66 anos, trabalha em Jacarepaguá e foi à agência da Avenida Rio Branco fazer um pagamento. “Perdi um dia só para vir aqui e dei com a cara na porta. Acho que as reivindicações devem ser feitas, mas sempre com diálogo e sem prejudicar as pessoas”, opinou.

O presidente do Sindicato dos Lojistas do Rio (Sindilojas), Aldo Gonçalves, afirma que a greve pode afetar o comércio. “As pessoas tendem a gastar menos e a priorizar as compras mais urgentes, com a greve dos bancos. Isso certamente faz com que as vendas caiam e prejudicam os comerciantes”, acredita.

Entre as principais reivindicações dos bancários está o reajuste salarial de 12,5%, fim das metas consideradas abusivas, combate ao assédio moral, manutenção dos planos de saúde na aposentadoria, Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários e prevenção contra assaltos e sequestros.

A proposta da Fenaban oferece reajuste de 7,35% a ser aplicado nos salários, de 8% para o piso da categoria, podendo chegar a R$ 2.403 para o caixa, com jornada de 6 horas por dia, após 90 dias de emprego. Nos dois casos, de acordo com a Fenaban, está assegurado novo aumento real – acima da inflação.

 

 

(Agência Brasil)

Bancários do Brasil entram em greve a partir de amanhã

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Bancários de todo o país entrarão em greve a partir de amanhã (30) por tempo indeterminado. Segundo o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a greve deve paralisar grande parte das 2.980 agências de base do sindicato, nesta terça-feira.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,5%, sendo 5,8% de aumento real. Eles também pedem valorização dos vales refeição e alimentação e melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas. Já os bancos propõem reajuste de 7,35%, com ganho real de 0,94%. Os bancários consideraram a proposta insuficiente e decidiram, por meio de assembleias, iniciar a greve.

Durante a paralisação, informou o sindicato, os caixas de autoatendimento continuam funcionando normalmente para atender o público bancário.

Em todo o país, segundo a entidade, há cerca de 512 mil bancários. Do total, 142 mil trabalham na capital paulista, Osasco e regiãometropolitana da capital paulista.

 

 

 

(Agência Brasil)

 

 

Recomendações da OMS para o parto normal?

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Logo ao entrar na maternidade em trabalho de parto, a mulher tem as veias puncionadas para a introdução de soro ou medicamentos. O soro é para hidratar e alimentar, já que a parturiente é impedida de beber ou comer. Em seguida, na triagem, é feito o exame de toque para medir a dilatação. O exame é repetido a cada hora. Se o andamento não segue de acordo com o esperado, injeta-se a ocitocina sintética (hormônio que provoca as contrações), estoura-se a bolsa amniótica manualmente e são feitas massagens de distenção do períneo. No momento do expulsivo, a mulher é colocada deitada, de costas, em posição ginecológica. É orientada a fazer força continuamente. A episiotomia (corte na região genital) é realizada. Assim que a cabeça nasce, o bebê é puxado, levado para longe da mãe para ser aspirado e limpo.

Essa é a rotina de um parto vaginal nos hospitais do Brasil. No entanto, os procedimentos considerados padrão aqui estão longe das evidências científicas e das recomendações da própria Organização Mundial da Saúde.  Conhecê-las é fundamental para a elaboração de um plano de parto coerente com a intenção de prover o melhor para a mãe e para o bebê.

Segundo a OMS:

Condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas
– Plano individual determinando onde e por quem o parto será realizado, feito em conjunto com a mulher durante a gestação, e comunicado a seu marido/ companheiro e, se aplicável, a sua família.
– Avaliar os fatores de risco da gravidez durante o cuidado pré-natal, reavaliado a cada contato com o sistema de saúde e no momento do primeiro contato com o prestador de serviços durante o trabalho de parto e parto.
– Monitorar o bem-estar físico e emocional da mulher ao longo do trabalho de parto e parto, assim como ao término do processo do nascimento.
– Oferecer líquidos por via oral durante o trabalho de parto e parto.
– Respeitar a escolha da mãe sobre o local do parto, após ter recebido informações.
– Fornecimento de assistência obstétrica no nível mais periférico onde o parto for viável e seguro e onde a mulher se sentir segura e confiante.
– Respeito ao direito da mulher à privacidade no local do parto.
– Apoio empático pelos prestadores de serviço durante o trabalho de parto e parto.
– Respeitar a escolha da mulher quanto ao acompanhante durante o trabalho de parto e parto.
– Oferecer às mulheres todas as informações e explicações  que desejarem.
– Não utilizar métodos invasivos nem métodos farmacológicos para alívio da dor durante o trabalho de parto e parto e sim métodos como massagem e técnicas de relaxamento.
– Fazer monitorização fetal com ausculta intermitente.
– Usar materiais descartáveis ou realizar desinfeção apropriada de materiais reutilizáveis ao longo do trabalho de parto e parto.
– Usar luvas no exame vaginal, durante o nascimento do bebê e na dequitação (expulsão) da placenta.
– Liberdade de posição e movimento durante o trabalho do parto.
– Estímulo a posições não supinas (deitadas) durante o trabalho de parto e parto.
– Monitorar cuidadosamente o progresso do trabalho do parto, por exemplo pelo uso do partograma da OMS.
– Utilizar ocitocina (hormônio que provoca as contrações do útero) profilática na terceira fase do trabalho de parto em mulheres com um risco de hemorragia pós-parto, ou que correm perigo em consequência de uma pequena perda de sangue.
– Esterilizar adequadamente o corte do cordão.
– Prevenir hipotermia (baixa temperatura) do bebê.
– Realizar precocemente contato pele a pele, entre mãe e filho, dando apoio ao início da amamentação na primeira hora do pós-parto, conforme diretrizes da OMS sobre o aleitamento materno.
– Examinar rotineiramente a placenta e as membranas.

Condutas claramente prejudiciais ou ineficazes e que deveriam ser eliminadas
– Uso rotineiro de enema (lavagem intestinal).
– Uso rotineiro de raspagem dos pelos púbicos.
– Infusão intravenosa rotineira em trabalho de parto.
– Inserção profilática rotineira de cânula intravenosa.
– Uso rotineiro da posição supina (deitada) durante o trabalho de parto.
– Exame retal.
– Uso de pelvimetria radiográfica (radiografia da pelve).
– Administração de ocitócicos (ocitocina ou derivados) a qualquer hora antes do parto de tal modo que o efeito delas não possa ser controlado.
– Uso rotineiro da posição de litotomia (posição ginecológica, deitada com as pernas elevadas por apoios) com ou sem estribos durante o trabalho de parto e parto.
– Esforços de puxo prolongados e dirigidos (manobra de Valsalva) durante o período expulsivo.
– Massagens ou distensão do períneo durante o parto.
– Uso de tabletes orais de ergometrina (medicamento que provoca a contração do útero) na dequitação para prevenir ou controlar hemorragias.
– Uso rotineiro de ergometrina parenteral na dequitação (expulsão da placenta).
– Lavagem rotineira do útero depois do parto.
– Revisão rotineira (exploração manual) do útero depois do parto.
Condutas frequentemente utilizadas de forma inapropriadas
– Método não farmacológico de alívio da dor durante o trabalho de parto, como ervas, imersão em água e estimulação nervosa.
– Uso rotineiro de amniotomia precoce (romper a bolsa d’água) durante o início do trabalho de parto.
– Pressão no fundo uterino durante o trabalho de parto e parto.
– Manobras relacionadas à proteção ao períneo e ao manejo do polo cefálico no momento do parto.
– Manipulação ativa do feto no momento de nascimento.
– Utilização de ocitocina rotineira, tração controlada do cordão ou combinação de ambas durante a dequitação.
– Clampeamento (uso de grampo para interromper o fluxo sanguíneo) precoce do cordão umbilical.
– Estimulação do mamilo para aumentar contrações uterinas durante a dequitação.

Condutas frequentemente utilizadas de modo inadequado
– Restrição de comida e líquidos durante o trabalho de parto.
– Controle da dor por agentes sistêmicos.
– Controle da dor através de analgesia (anestesia) peridural.
– Monitoramento eletrônico fetal
– Utilização de máscaras e aventais estéreis durante o atendimento ao parto.
– Exames vaginais freqüentes e repetidos especialmente por mais de um prestador de serviços.
– Correção da dinâmica com a utilização de ocitocina.
– Transferência rotineira da parturiente para outra sala no início do segundo estágio do trabalho de parto.
– Cateterização (introdução de sonda) da bexiga.
– Estímulo para o puxo quando se diagnostica dilatação cervical completa ou quase completa, antes que a própria mulher sinta o puxo involuntário.
– Adesão rígida a uma duração estipulada do segundo estágio do trabalho de parto, como por exemplo uma hora, se as condições maternas e do feto forem boas e se houver progresso do trabalho de parto.
– Parto operatório (cesariana).
– Uso liberal ou rotineiro de episiotomia (corte na região vaginal).
– Exploração manual do útero depois do parto.

 

 

 

Greve dos bancários pode começar nesta terça feira (30)

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Os bancários fazem hoje (29) assembleia para organizar a paralisação da categoria, que deve começar amanhã (30). Foi o que informou o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). A proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), na tentativa de evitar uma greve, foi considerada “insuficiente, não somente do ponto de vista econômico, mas também porque ignora completamente as demais reivindicações da pauta de reivindicações da categoria”.

Entre as reivindicações dos bancários, estão reajuste salarial de 12,5%; piso salarial de R$ 2.979,25; 14º salário; participação nos lucros e resultados de três salários mais parcela adicional de R$ 6.247; vales alimentação e refeição, cesta alimentação, 13ª cesta e auxílio-creche/babá de R$ 724 ao mês. Outas demadas são:  gratificação de caixa, no valor de R$ 1.042,74; gratificação de função equivalente a 70% do salário do cargo efetivo; e vale-cultura de R$ 112,50 para todos trabalhadores.

Há ainda reivindicações contra as “metas abusivas” apresentadas por chefias e de combate ao assédio moral, bem como isonomia de direitos para afastados por motivo de saúde. Os funcionários dos bancos querem ainda a manutenção dos planos de saúde na aposentadoria, o fim das demissões e da rotatividade, mais contratações, proibição de dispensas imotivadas, aumento da inclusão bancária e combate às terceirizações.

Na proposta apresentada pela Fenaban no último sábado (27), os bancos oferecem reajuste de 7,35% para salários e demais verbas salariais (ante os 7% propostos anteriormente). O valor, segundo a entidade, representa aumento real de 0,94% e de 8% para os pisos salariais (reajuste 1,55% acima da inflação).

Insatisfeito com a proposta apresentada pelos bancos, o Comando Nacional dos Bancários decidiu manter o calendário aprovado anteriormente, com greve por tempo indeterminado a partir de amanhã. A decisão será tomada em assembleia nesta segunda-feira.

Segundo o presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Carlos Cordeiro, a proposta dos bancos precisa melhorar, “não somente na parte econômica, mas também porque não traz nada sobre garantia de emprego, combate às metas abusivas e ao assédio moral, segurança bancária e igualdade de oportunidades”.

A Contraf informou que está organizando, para quinta-feira (2), atos em frente à sede e às representações do Banco Central em todo o país. De acordo com a Contraf, esses atos serão também em protesto contra as propostas de independência do Banco Central e em defesa do fortalecimento do papel dos bancos públicos. Cordeiro explica que a autonomia do BC, na forma como tem sido defendida por candidatos à Presidência da República e por seus assessores, são “bandeiras dos bancos privados e da Fenaban, que se chocam frontalmente com as posições que os bancários têm defendido historicamente em suas conferências nacionais e nos congressos”.

Para ele, o Banco Central já desfruta de autonomia , e sua “independência formal” significa “entregar a condução da política macroeconômica do país ao mercado financeiro, roubando uma atribuição constitucional dos governos democraticamente eleitos pela população”.

 

 

(Agência Brasil)

 

Eleitores já podem consultar locais de votação

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Os eleitores que não sabem onde vão votar no dia 5 de outubro já podem fazer uma consulta rápida no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A pesquisa pode ser feita a partir do nome completo do eleitor ou com o número do título eleitoral.

Título e local de votação

 A consulta ao local de votação pode ser feita por meio do nome do eleitor ou do número do título eleitoral. Por meio da opção Consulta por nome é possível verificar o número do título.

33 ônibus irregulares são recolhidos no Rio

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Fiscais do Departamento de Transportes Rodoviários (Detro) recolheram 33 ônibus e aplicaram 41 multas em operação especial hoje  (25), na Rodoviária Novo Rio e no Terminal Américo Fontenelle, na região central do Rio de Janeiro. Segundo o Detro, a ação é feita periodicamente, motivada por reclamações de usuários. Os dois terminais também foram escolhidos para a ação por concentrarem o maior número de linhas intermunicipais que têm o Rio como destino – a Rodoviária Novo Rio tem 87 linhas e o Américo Fontenelle 93.

A coordenadora da operação do Detro, Maria de Fátima Virgínio, disse que alguns dos problemas encontrados em outras fiscalizações ainda são frequentes. “A gente vem combatendo a dupla função, a questão da acessibilidade, se o elevador do cadeirante está operando normalmente, porque ainda é muito comum encontrarmos essas infrações. Alguns dos problemas que diminuíram, por outro lado, foram os carros com problemas de documentação e em mau estado de conservação”, contou.

Outras irregularidades encontradas se referem a problemas na iluminação, falta de despachante no ponto e não cumprimento dos horários. Os agentes do Detro também fizeram teste de bafômetro em 74 motoristas, mas em nenhum deles foi registrada presença de álcool no sangue. No Terminal Américo Fontenelle, um dos condutores que passaram pelo teste, Wallace Alves Barbosa, disse apoiar a fiscalização do órgão. “A gente costuma levar em média 72 passageiros por viagem. O motorista não pode dirigir alcoolizado, são muitas vidas em jogo”.

O assistente de tesouraria Victor Valente, de 22 anos, é um dos passageiros que circulam diariamente pelo Terminal Américo Fontenelle, e contou à Agencia Brasil alguns dos problemas que enfrenta nos ônibus. Segundo ele, “os veículos até que estão em boas condições, mas no horário de pico a frota não é suficiente na maioria das linhas, todos vão lotados. Na linha que pego, chegam a ficar duas filas de passageiros aguardando o próximo ônibus chegar. Outro problema é que na maioria dos veículos não há cobrador, é o motorista que acumula essa função”.

De acordo com o Detro, as multas aplicadas variam de R$ 560 a R$ 2,56 mil, e as empresas multadas podem recorrer. Também informou que os passageiros podem enviar suas queixas por meio do telefone da Ouvidoria do Detro (3883-4141) ou pelo e-mail ouvidoria@detro.rj.gov.br.

 

 

(Agência Brasil)

Guardas municipais do Rio decretam greve pelo direito de andarem armados

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Uma assembleia de trabalhadores da Guarda Municipal do Rio de Janeiro, na noite de ontem (23), aprovou estado de greve da categoria, com possibilidade de paralisação no próximo dia 2 de outubro, às vésperas das eleições. Segundo o Sindicato dos Servidores Públicos do Município do Rio (Sisep-Rio), compareceram cerca de 600 pessoas. As reivindicações não são salariais, mas por melhores condições de trabalho, incluindo a possibilidade dos guardas portarem armas.

O advogado do sindicato, Frederico Sanches, explicou que a categoria vê o uso de armas de fogo como uma forma de garantir maior proteção aos profissionais e à sociedade. Ele explicou que a medida está prevista no Artigo 16 da Lei 13.022, de agosto de 2014, segundo o qual “aos guardas municipais é autorizado o porte de arma de fogo”.

“Se o guarda municipal não pode se proteger, como vai proteger a sociedade? Com um bastão, um pedaço de madeira? Eles não aguentam mais ser oprimidos por delinquentes nas ruas. Têm que atuar em flagrante delito, mas como vão fazer isso, contra um marginal armado?”, indagou o advogado.

Além da reivindicação pelo porte de arma, os guardas municipais também querem que o comando da instituição fique com alguém da própria corporação, e não de policiais militares, por exemplo. Também demandam a revogação de uma portaria interna que os obriga a reprimir ambulantes, função que, segundo o advogado do sindicato, seria de outros órgãos da prefeitura. Sanches disse que se o prefeito do Rio, Eduardo Paes, não acenar com diálogo, será desfechada a paralisação.

A Guarda Municipal informou, em nota, que “não está em greve e não há qualquer alteração na rotina da corporação. Qualquer ato de indisciplina será considerado falta grave, e o agente que a cometer estará sujeito a demissão. Informações a respeito do encontro de ontem devem ser solicitadas aos líderes do movimento, uma vez que foi uma ação independente e com participação mínima, pois o efetivo conta com cerca de 8 mil guardas”.

 

(Agência Brasil)

SEC abre inscrições para a quarta edição do Novas Cenas para teatro amador

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A Secretaria de Estado de Cultura (SEC) abriu nesta terça-feira, 23 de setembro, as inscrições para a edição 2014 do Novas Cenas, programa que fomenta e incentiva a formação, capacitação e produção dos grupos de teatro amador do estado. As inscrições só podem ser feitas online, aqui, até 10 de outubro de 2014.

Programa incentiva os grupos de teatro amador e este ano homenageia o dramaturgo Jô Bilac

O projeto NOVAS CENAS é um Programa da Secretaria de Estado de Cultura, realizado em parceria com a FETAERJ- Federação de Teatro Associativo do Estado do Rio de Janeiro , que tem como objetivo fortalecer a área de artes cênicas e possibilitar a capacitação e qualificação artística dos grupos teatrais semi profissionais ou amadores do Estado do Rio de Janeiro.

O “NOVAS CENAS 2014: MOSTRA JÔ BILAC DE TEATRO AMADOR” terá como tema central nesse ano o jovem escritor carioca Jô Bilac. O dramaturgo, ganhador de diversos prêmios, desponta como uma nova referência na dramaturgia nacional. Serão selecionados por meio dessa chamada pública 8 (oito) grupos e oferecidas, gratuitamente, cinco oficinas aos seus representantes: 1 – Sobre o autor; 2 – Direção; 3 – Figurino; 4 – Cenografia; 5 – Iluminação, com profissionais renomados do teatro. As oficinas acontecerão de 20 a 24 de outubro de 2014. A mostra dos 8 espetáculos de Jô Bilac que serão montados pelos grupos acontecerá de 18 a 21 de dezembro de 2014, no Rio de Janeiro, com apresentações abertas e gratuitas ao público.

As inscrições estarão abertas do dia 23 de setembro a 10 de outubro de 2014.

Rio de Janeiro está em 11° lugar na lista das cidade mais cara do mundo para morar

A consultoria imobiliária Savallis divulgou um relatório que aponta as cidades mais caras do mundo para morar, com custos imobiliários residenciais e comerciais. No ranking, Londres fica em primeiro lugar, com um custo anual por empregado de cerca de US$120,5 mil (R$289 mil), passando a cidade de Hong Kong, que liderava a listagem há cinco anos e agora desceu para o segundo lugar. O Rio de Janeiro ficou na 11ª posição, com um custo de pouco mais de US$32 mil (cerca de R$76 mil) por ano para alugar espaços tanto residenciais como comerciais. O aumento de 85,6% no custo imobiliário carioca desde 2008, porém, é o mais alto entre as cidades analisadas. O segundo maior aumento foi em Sydney, com 57,7% em cinco anos. O relatório da Savallis é influenciado pela variação do câmbio e não leva em conta comida e transporte, apenas o custo imobiliário.

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