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Caminhões restaurantes chegam em Niterói

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Caminhões restaurantes chegam em Niterói, a partir deste sábado (22/11) para apresentar aos moradores da cidade a tendência gastronômica urbana que faz sucesso em várias cidades do mundo. O “Food Truck – Feira Planetária” faz parte das comemorações pelos 441 anos de Niterói, completados em novembro, e promete comida de qualidade e muita diversão. A entrada é gratuita.

Pela primeira vez em Niterói, o evento contará com 11 restaurantes ambulantes e 12 barracas. Haverá comida mexicana, judaica, cafeterias, até culinária orgânica. O grande destaque destes eventos é aliar alta gastronomia a preços populares no ambiente urbano mais democrático: a rua.

A “Feira Planetária” funcionará das 13h às 23h, na área externa do Teatro Popular, nos dias 22, 23, 39 e 30 de novembro. Em todos os dias haverá happy hour, a partir das 19h, com a banda Zambalo, que toca Jazz e MPB.

Serviço
O quê: Food Truck – Feira Planetária
Quando: 22, 23, 29 e 30 de novembro de 2014, das 13h às 23h
Onde: Área externa do Teatro Popular – Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/nº, Centro, Niterói-RJ (ao lado das barcas e atrás do Terminal Rodoviário João Goulart) – Estacionamento no local
Quanto: entrada gratuita

Mega-Sena acumulada pode chegar a R$ 135 milhões

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Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas no concurso 1.654 da Mega-Sena realizado nesta quarta-feira (19), em Osasco (SP). No próximo sorteio, que vai acontecer no sábado (22) a previsão é que o prêmio chegue a R$ 135 milhões. As dezenas soreteadas foram: 07 – 16 – 33 – 42 – 50 – 58. A quina teve 249 acertadores e cada um vai levar R$ 34.739,50. Já a quadra pagará R$ 630,73 para cada um de seus 19.592 ganhadores. A Caixa Econômica Federal faz os sorteios da Mega-Sena duas vezes por semana, às quartas-feiras e aos sábados. As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 2,50.

Em apenas cinco meses de uso BRT Transcarioca está esburacada em diversos trechos

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Com apenas cinco meses de operação, o BRT Transcarioca já apresenta problemas na pavimentação ao longo dos seus 39 quilômetros, da Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional. A obra que custou R$ 1,7 bilhão aos cofres públicos e ainda tem um contrato de R$ 17 milhões para manutenção por dois anos, tem, em diversos locais, buracos cobertos com areia ou até chapas de aço.

A má qualidade do asfalto dos novos corredores expressos não é novidade. Em janeiro, o Transoeste, com 31 quilômetros,já tinha 270 buracos ou remendos, pouco mais de um ano após a inauguração. No Transcarioca, que corta 27 bairros, as piores condições podem ser encontradas entre as estações de Jacarepaguá até Vaz Lobo.

Guandu para por 24 horas

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A Cedae, dentro do seu planejamento estratégico de preparar suas principais estações do sistema para o período de maior consumo que se aproxima, decidiu aproveitar a manutenção preventiva do Guandu para interligar a primeira etapa da nova adutora que integra o projeto de aumento de oferta de água para a Barra, Recreio e Jacarepaguá. Este serviço exigiiria uma nova paralisação durante o verão. Por isso, a manutenção preventiva do Guandu marcada para esta terça-feira (18/11) será realizada na quarta-feira (19/11).

Técnicos da Cedae farão uma vistoria minuciosa nos reservatórios e canais de água filtrada da estação de tratamento e nas adutoras e elevatórias que compõem o sistema do Guandu. O trabalho envolve cerca de 3 mil pessoas em diversos pontos da Região Metropolitana.

A parada do sistema Guandu para manutenção preventiva é uma ação de engenharia voltada à realização de serviços que permitem a estação a trabalhar com melhor desempenho e confiabilidade no período do verão e executar simultaneamente centenas de serviços de manutenção preventiva, corretiva e melhorias em sistemas de distribuição e adução em toda região metropolitana, além de ser uma operação planejada há meses.

O abastecimento de água começará a ser normalizado logo após o religamento do sistema, mas em algumas áreas isoladas (pontas de sistema) e regiões mais altas, o fornecimento de água poderá levar até 72 horas após a conclusão dos trabalhos para ser totalmente restabelecido. A Cedae montou esquema especial para atender hospitais e outros órgãos de atendimento essencial com carros-pipa no período em que a estação estiver inoperante.

Construída em 1955, a ETA Guandu teve suas obras concluídas em 1963. A estação, a maior em volume de água tratada do mundo, conforme registro no Guinness Book, o livro dos recordes, trata 43 mil litros de água por segundo.

 

Abastecimento de água será interrompido nesta quarta-feira por 24 horas

A Cedae vai suspender nesta quarta-feira, por 24 horas, o fornecimento de água ao Rio e à Baixada Fluminense. A suspensão da produção (captação e tratamento) de 43 mil litros de água por segundo na Estação de Tratamento Guandu, que começará as 8h, faz parte da manutenção preventiva do maior sistema de distribuição de água potável do mundo — que beneficia nove milhões de pessoas. Para quem não tem cisternas ou amplas caixas d’água, a dica é economizar.

A assessoria da Companhia informou que o fornecimento começará a ser normalizado logo após o religamento do sistema. Mas advertiu que nas chamadas pontas de linha, as áreas mais isoladas e as mais altas, o abastecimento poderá demorar até 72 horas para ser restabelecido.

O presidente da Cedae, Wagner Victer, disse a parada para manutenção no Guandu é a maior e única que passou a ser feita anualmente no mundo inteiro. “É uma operação de guerra, pois envolve três mil funcionários. É como se desligássemos e religássemos duas Noruegas em um dia apenas”, compara Victer. Ele garantiu que, apesar dos transtornos, benefícios, principalmente no verão, serão percebidos pelos clientes. “A população terá mais oferta e qualidade de água tratada”, promete.

Durante a paralisação, a Cedae vai aproveitar também para interligar a primeira etapa da nova adutora que integra o projeto de aumento de oferta de água para a Barra da Tijuca e Jacarepaguá. Esse serviço exigiria uma nova paralisação durante o verão. Nesta segunda, muita gente começou a guardar água em casa. Síndicos de condomínios afixaram avisos nas portarias alertando para que os moradores fechem as torneiras o máximo possível e verifiquem vazamentos em suas instalações hidráulicas.

A escassez de água, que deverá se agravar com a paralisação do sistema Guandu, preocupa Paulo Scalercio, administrador geral do Condomínio Parque Residencial Dourados, em Vila Isabel. O empreendimento tem mais de dois mil moradores, que ocupam 420 apartamentos e cinco blocos.

Cada um deles conta com reserva de 60 mil litros de água — metade do volume armazenado em cisternas. “Colocamos avisos nas portarias e elevadores sobre a operação da Cedae. Esperamos contar com a compreensão e ajuda dos moradores. Se houver cooperação e conscientização de todos, não passaremos aperto”, afirmou Scarlecio. Ele determinou o fechamento dos registros dos blocos de forma simultânea com os da Cedae. A medida, segundo ele, evita que as tubulações se encham de ar e dificultem a chegada da água às caixas.

Wagner Victer detalhou que nas 24 horas de parada do Guandu, mais de 100 serviços serão executados pelos técnicos da companhia dentro da estação de tratamento e na parte externa. O trabalho inclui adutoras e elevatórias que compõem o sistema e as partes elétricas. “Alguns trabalhos são extremamente estressantes e complicados, como a inspeção de túneis escavados nas rochas, que levam água para a Zona Sul e o Centro, por exemplo”, ressalta Victer.

Ele afirma que a paralisação que vai ocorrer amanhã foi minuciosamente planejada com seis meses de antecedência. No ano passado, quando a Cedae fez a mesma interrupção da produção de água para manutenção de Guandu, o fornecimento só foi totalmente retomado 12 horas após o previsto. Na ocasião, vários consumidores usaram as redes sociais para reclamar da demora.

Otimista, Wagner Victer disse que a cada ano a empresa se especializa mais ainda na operação. “Nossa gestão foi quem implantou a parada anual, justamente para diminuir ao máximo os riscos de eventuais comprometimentos do abastecimento em geral por um período longo”, argumenta o presidente da Cedae.

Chuveiro

Evite tomar banhos demorados. Cinco minutos debaixo do chuveiro são suficientes. Feche a torneira enquanto escova os dentes ou faz a barba.

Banheiro

Não use o vaso sanitário como lixeira ou cinzeiro, porque, além de gastar mais água, os objetos despejados ainda podem causar entupimento na rede. Além disso, procure manter a válvula de descarga sempre bem regulada para evitar o desperdício.

Carro

Para lavar o carro, opte por usar balde e pano, evitando o uso de mangueira. Isso deve ser feito sempre, principalmente durante o período de estiagem.

Calçada

Na hora de limpar a calçada use vassoura e balde com água. “Varrer” a calçada com a mangueira só traz mais desperdício. Para regar plantas, é preferível usar um balde de água ou um regador.

Cozinha

Feche a torneira enquanto estiver ensaboando a louça. Uma forma também de economizar é colocar água com detergente até a metade da pia e deixar a louça e os talheres de molho durante um tempo. Depois de ensaboar, encha a pia com água limpa e enxágue tudo de uma vez.

Roupas

Deixe acumular roupa para lavar de uma só vez. Só ligue a máquina quando ela for ficar cheia. No tanque, mantenha a torneira fechada enquanto ensaboa e esfrega as roupas. Aproveite a água que usou para ensaboar as roupas para lavar o quintal.

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Carro explode em posto de gasolina e mata duas crianças

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Um carro movido a gás veicular (GNV) explodiu dentro de um posto de gasolina no subúrbio do Rio e deixou duas crianças mortas e três feridos, na noite deste sábado. O acidente aconteceu por volta das 21h20 no Posto Grifo em Colégio. Gustavo, de 8 anos, e Mateus, 9, estavam dentro do carro, junto com o pai, a mãe e uma adolescente que saíram do carro durante o abastecimento e ficaram  feridos  levemente.

“Foi desesperador, pois as crianças foram arremessadas para os bancos da frente. Na hora, ficou todo mundo em pânico, tentando ajudar, e os seguranças do posto tiveram que conter as pessoas até os bombeiros chegarem”, contou Débora Andrade, 30, que também abastecia o carro dela no momento da explosão.

O cilindo de gás do Corsa prata da família foi arremessado a cerca de três metros para trás do veículo. Os feridos foram socorridos pelos bombeiros e a Polícia Civil realizou perícia para investigar as causas do acidente. “O posto funciona há mais de dez anos e está com a documentação toda regular. Somente após a perícia, poderemos dizer o que houve”, explicou Lucas Gabriel, advogado do Posto Grifo.

O pai dos meninos entrou em estado de choque e os funcionários do posto foram colocados em uma sala isolada para não interferirem no trabalho pericial. “Uma funcionária do posto chegou a desmaiar quando viu os corpos das crianças. “É uma cena assustadora, desesperadora”, relatou a comerciante e vizinha do posto de 37 anos.

 

 

Moradores e turistas de Rio das Ostras terão acesso à WI-FI gratuito em áreas públicas da cidade

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Moradores e turistas agora terão acesso WI-FI gratuito à internet em áreas públicas da cidade. Nesta quarta, dia 19, às 10h, acontece o lançamento do projeto piloto “Rio das Ostras Conectada – Internet para Todos”, na Praça São Pedro, no Centro.

A iniciativa promove a inclusão digital no Município, estimulando o uso de dispositivos móveis para acessar redes sociais, soluções de governo eletrônico e outros importantes serviços disponíveis na internet.

Abobrinha e alface são os alimentos com mais resíduos de agrotóxicos

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A abobrinha foi o alimento no qual foram encontrados mais resíduos de agrotóxicos, segundo pesquisa divulgada hoje (14) no relatório final do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre as amostras de abobrinha, alface, feijão, fubá de milho, tomate e uva, 25% apresentaram irregularidades.

As amostras foram coletadas em 2012 em supermercados e feiras, em todos os estados brasileiros. O levantamento mostra que 1,9% dos alimentos tem uma quantidade de agrotóxico acima do limite, e em 23% foram encontrados resíduos de produtos não autorizados para a cultura do alimento.

Entre as 229 amostras de abobrinha, 48% foram consideradas insatisfatórias, 45% por terem ingredientes ativos não autorizados. Segundo a gerente-geral de toxicologia da Anvisa, Ana Maria Vekic, isso pode acontecer porque existem poucos produtos registrados para o cultivo da abobrinha.

Das 240 amostras de alface 45% foram reprovadas, o feijão, das 245, teve 7,3% insatisfatórias, o fubá de milho, das 208 amostras apresentou 2,9% insatisfatórias; no caso do tomate, das 246 amostras, 16% e a uva, das 229, teve 29% com irregularidades.

Apesar dos resultados, a superintendente de toxicologia da Anvisa, Sílvia Cazenave, assegura que os benefícios de consumir alimentos in natura superam os riscos da ingestão de resíduos de agrotóxicos. “A melhor recomendação é que as pessoas devem variar muito o tipo e de alimento que consomem”, recomendou Sílvia.

Esta é a segunda parte do levantamento de 2012. Na primeira, morango apareceu com 59% de irregularidades nas amostras e o pepino, que em 2011 tinha sido líder no ranking de agrotóxicos, com 42%.

O objetivo da Anvisa é rastrear o alimento e chegar até o produtor para orientá-lo a usar os agrotóxicos da forma adequada.

 

 

(Agência Brasil)

TCU aponta irregularidades nas verbas de nove obras federais

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O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou a paralisação do repasse de verbas para quatro obras no país, sendo duas no estado do Piauí. Uma delas é a Vila Olímpica de Parnaíba, cujo custo total é estimado em R$ 200 milhões, e até agora só teve 2% das obras executadas. O Tribunal não encontrou o estudo de viabilidade técnica e econômico-financeira da construção do Estádio Olímpico de Futebol, no contrato de uma etapa de R$ 1,4 milhão. Também não foi encontrado o mesmo estudo para a construção da primeira etapa da Vila Olímpica, com repasse de R$ 16,2 milhões. A outra obra problemática no estado é o Complexo Materno-Infantil de Teresina. O TCU encontrou sobrepreço, em comparação com outros praticados pelo mercado, no contrato de pessoa jurídica para elaborar o projeto básico e executivo, mas os custos não foram revelados no relatório por serem considerados sigilosos. Um dos motivos para essa classificação do Tribunal é a investigação ter partido de denúncia, o que pode ter ocorrido no caso. Sendo assim, os montantes só poderão ser divulgados após o julgamento do processo. A terceira obra com irregularidades é a de controle de inundações, urbanização e recuperação ambiental das bacias dos rios Iguaçu, Botas e Sarapuí, na Baixada Fluminense (RJ). A construção busca desocupar margens de rios e canais e evitar as cheias e a destruição de casas por meio do aprofundamento do leito do rio Sarapuí. Também está prevista a construção de infraestrutura de esgoto. A obra integra os Programas de Aceleração do Crescimento (PAC) I e II, e tem custo estimado de R$ 107 milhões. A fiscalização foi feita ainda durante a etapa do lançamento do edital, inicialmente previsto em R$ 112 milhões. O consórcio vencedor estimou a construção em R$ 107 milhões. O TCU, entretanto, considerou os projetos básicos deficientes, já que não foram feitos estudos para embasar a quantidade de escavação e dragagem a ser feita, nem para justificar o método de construção proposto pela empresa, pois a metodologia sugerida não é usual em obras semelhantes. Além disso, há problemas com o licenciamento da área que receberá o material retirado da dragagem (bota-fora), o que pode provocar alterações nas quantidades de transporte de terra. Os serviços problemáticos identificados pelo TCU neste edital (escavação, dragagem e transporte de terra) correspondem a 50% do valor total contratado para as obras, R$ 52,9 milhões. A falta de definição nesses quantitativos pode levar o contrato a variações muito grandes de custos, por isso a recomendação de paralisação. Também foram encontrados superfaturamentos por pagamentos em duplicidade, reajuste irregular, preços excessivos frente ao mercado e quantitativo inadequado nas obras de implantação e pavimentação da BR-448, no Rio Grande do Sul. O custo final da obra, que foi 100% executada, é estimado em mais de R$ 1 bilhão. Já foram liberados em três contratos diferentes R$ 236,3 milhões, R$ 214,2 milhões e R$ 553,7 milhões. A construção da BR já figurou várias vezes nas sugestões de paralisação de obras do Fiscobras. A intenção do TCU, apesar de a obra já estar concluída, é evitar repasses adicionais, ou que ainda estejam aguardando liberação. Outras cinco obras públicas tem irregularidades parciais: o Canal do Sertão de Alagoas, as Instalações Elétricas e de Bombeamento e para Irrigação em Pariconha I e II, o Terminal Fluvial de Barcelos (AM), o Trecho Sul dos Trens Urbanos de Fortaleza (CE) e o trecho goiano da Ferrovia Norte-Sul. Informações da Agência Senado. Os serviços problemáticos identificados pelo TCU neste edital (escavação, dragagem e transporte de terra) correspondem a 50% do valor total contratado para as obras, R$ 52,9 milhões. A falta de definição nesses quantitativos pode levar o contrato a variações muito grandes de custos, por isso a recomendação de paralisação. Também foram encontrados superfaturamentos por pagamentos em duplicidade, reajuste irregular, preços excessivos frente ao mercado e quantitativo inadequado nas obras de implantação e pavimentação da BR 448, no Rio Grande do Sul. O custo final da obra, que foi 100% executada, é estimado em mais de R$ 1 bilhão. Já foram liberados em três contratos diferentes R$ 236,3 milhões, R$ 214,2 milhões e R$ 553,7 milhões. A construção da BR já figurou várias vezes nas sugestões de paralisação de obras do Fiscobras. A intenção do TCU, apesar de a obra já estar concluída, é evitar repasses adicionais, ou que ainda estejam aguardando liberação. Outras cinco obras públicas tem irregularidades parciais: o Canal do Sertão de Alagoas, as Instalações Elétricas e de Bombeamento e para Irrigação em Pariconha I e II, o Terminal Fluvial de Barcelos (AM), o Trecho Sul dos Trens Urbanos de Fortaleza (CE) e o trecho goiano da Ferrovia Norte-Sul. Informações da Agência Senado