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Justiça proibi torcida Jovem do Flamengo de entrar em estádios do Brasil

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A Justiça concedeu uma liminar após a ação imposta pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) que determina a suspensão da Torcida Jovem do Flamengo por um ano. A proibição se estende para qualquer estádio de futebol no país. Caso a medida não seja cumprida, a organizada terá que pagar a multa de R$ 20 mil por integrante identificado ou por evento, além da retirada do local da partida. O Juizado do Torcedor e Grandes Eventos também proibiu a Torcida Jovem Fla também de utilizar marcas, logotipos, camisas, instrumentos musicais e músicas que façam alusão à presença da organizada num raio de 5 km do local de realização dos eventos esportivos. A ação civil pública foi instaurada pela promotora de Justiça Glícia Pessanha Viana Crispim, que apura atos de violência ocorridos antes da partida entre Macaé e Flamengo, no dia 31 de janeiro, que aconteceu no Estádio Moacyrzão, pela primeira rodada do Campeonato Estadual. Na ocasião, um grupo de torcedores invadiu o vestiário do Macaé, furtou equipamentos esportivos do clube e agrediu alguns jogadores, como o goleiro Ricardo Berna. Segundo informações do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe), foram os integrantes da organizada realizaram a invasão, como mostraram vídeos postados na internet. O inquérito ainda cita episódios ocorridos no clássico entre Flamengo e Botafogo, no dia 1º de março, na estação de metrô de São Cristóvão. Conforme o relato, um integrante da Torcida Jovem do Flamengo foi preso portando uma arma de fogo e drogas. A Torcida Jovem do Flamengo é a terceira organizada suspensa no Rio de Janeiro. Na semana passada, o Juizado do Torcedor e Grandes Eventos acatou a denúncia do MP-RJ, que pedia a suspensão por um ano, em todo o território nacional, das torcidas Young Flu e Força Jovem do Vasco.

Como ativar ligações gratuitas via WhatsApp

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Os usuários do WhatsApp não estão mais restritos a trocar mensagens de texto com os contatos. A opção de realizar chamadas de voz grátis, sem precisar do intermédio de uma operadora para realizar o serviço, foi disponibilizada, segundo o site TechTudo. O recurso está em fase de testes e disponível, apenas, para o sistema Android e versão web. Quem aprender a utilizar? Segue o passo a passo:

  1. Passo 1. Vá em Segurança nas configurações do celular e ative a opção “Fontes desconhecidas”. Baixe a atualização em APK para o seu Android
  2. Passo 2. Quando o download concluir, clique em Todas e instale;
  3. Passo 3. Peça para algum amigo te ligar pelo WhatsApp, pois a nova função só irá funcionar após essa primeira ligação

A qualidade da rede de internet influencia na qualidade da chamada, assim, ligações feitas em conexão Wi-Fi fluem bem, os problemas começam quando o usuário passa a depender da internet 3G. Visualmente, a principal diferença é que a interface agora tem três abas: a de ligações, conversas e contatos. A novidade já tinha sido prometida pelo CEO Jan Koum em 2014, logo após ter sido vendia para o Facebook.

MEC vai facilitar revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil

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O Ministério da Educação (MEC) vai facilitar e reorganizar o sistema de revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil. Uma resolução aprovada em fevereiro pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que deve ser homologada pelo MEC, fará com que as universidades brasileiras, responsáveis por esse processo, sejam obrigadas a fazer a análise, independentemente de haver diferenças curriculares entre o curso no país de formação do candidato e o Brasil. Deve ser criado também um sistema para que, uma vez que um diploma de um determinado curso de uma instituição seja revalidado, por algum tempo todos os diplomas iguais também sejam, sem necessidade de fazer toda a avaliação curricular novamente. Para conseguir o aceite de um diploma para trabalhar no Brasil, o estrangeiro hoje – ou o brasileiro formado no exterior – precisa entrar com um processo em uma das universidades do país que tenham cursos na área de sua formação. No entanto, o processo não tem prazo para resposta e a instituição pode simplesmente se recusar a aceitar até mesmo de fazer a análise alegando diferenças no currículo. Por exemplo, um curso que aqui tenha cinco anos e a formação original do profissional seja de quatro anos já é suficiente para a instituição recuse até mesmo a abertura do processo. Ou, por exemplo, um curso no exterior que seja de formação integrada em engenharia e arquitetura, como acontece no Uruguai, também é razão para a negativa. “Não poderá haver recusa de análise e abertura de avaliação por divergência de organização curricular. A instituição poderá até recorrer à avaliadores externos para analisar currículos não conhecidos, mas não poderá negar, sob risco de perdermos profissionais com formação de qualidade”, explica Luiz Roberto Curi, relator da resolução no CNE. O conselheiro defende que é esse intercâmbio curricular que há avanços. “Essa avaliação deve ser um instrumento de cooperação científica”, defende. Prazo maior. A outra mudança visa também a simplificar a revalidação ao estabelecer alguns parâmetros e prazos para as instituições. O principal deles é definir que, por um prazo ainda a ser definido, de 5 ou 10 anos, diplomas de instituições e cursos iguais terão que ser revalidados sem que o profissional tenha que passar por todo o processo de avaliação. Ele terá apenas de entregar os documentos exigidos na mesma instituição que validou o diploma inicialmente, o que deve reduzir o tempo e o custo do processo. Uma espécie de banco de dados deverá ser criado. Hoje, uma revalidação pode custar até R$ 3 mil em taxas, traduções juramentadas e registro de documentos. “A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal) já faz isso. Ela só manda estudantes para instituições já avaliadas e outros alunos já vem com o processo pronto”, compara Curi. Também se mantém o prazo de seis meses para a instituição aceitar o processo, mas define que será aberto um processo administrativo no caso de não cumprimento – hoje não há punições e frequentemente os processos demoram mais do que isso. Além disso, os candidatos só poderão abrir dois processos, em duas instituições diferentes, e o primeiro apenas depois da resposta negativa da primeira instituição. De acordo com o relator, isso foi feito para evitar processos concorrentes e trabalho duplicado. Atualmente, como os processos demoram e podem ser negados por razões dúbias, muitos profissionais iniciam vários ao mesmo tempo.

Pezão diz: “Já fui julgado e condenado e só agora vão me dar o direito de defesa”

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 O governador Luiz Fernando Pezão voltou a comentar, nesta sexta-feira (13/03), a citação do seu nome no depoimento dado pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

– Estou sendo acusado de ter participado de uma reunião que nunca ocorreu. É uma denúncia política. Tenho 32 anos de carreira pública e lamento muito ter de passar por esse tipo de exposição. Já fui julgado e condenado e só agora vão me dar o direito de defesa. Não tenho o que esconder. Tornei públicas as minhas declarações de bens e de renda, no início do ano. Foram publicadas no Diário Oficial do Estado, conforme compromisso que fiz durante a campanha. Tenho certeza de que a verdade vai aparecer. Confio na Justiça – afirmou Pezão, ressaltando não ter sido oficialmente notificado pela Justiça.

Moradores sofrem com enchentes no bairro Pilar em Duque de Caxias

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Moradores do Bairro Pilar em Duque de Caxias sofrem com as enchentes  que acontecem mesmo com pouca chuva, as ruas ficam inundadas, em algumas delas as águas chegam na cintura.

Ao decorrer dos anos o problema vem se agravando pois com o entupimento das manilhas a água da chuva  não tem para onde escoar e fica parada invadindo os quintais e muitas das vezes as casas,os bueiros invadidos pelas águas jorram fezes com esgoto, quando a água escoa as fezes ficam jogadas nas ruas e as ruas ficam inundadas pelos esgotos espesso e fedido.

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A enchente faz parte do cotidiano dos moradores do Pilar, que em vão esperam por socorro das autoridades, e pela campanha de vacinação para os moradores dos bairros  que é necessária, após uma enchente pois o alto risco de contaminação durante as enchentes expõe a população a inúmeras doenças. Uma das principais doenças é a leptospirose, doença causada por uma bactéria encontrada na urina do rato e que pode entrar pela pele humana. Se a pessoa tiver contato com a água ou a lama das enchentes ,outra doença que pode surgir após o período de chuvas é a hepatite, que pode ser transmitida pela água misturada com esgoto humano. As enchentes também aumentam o risco de diarreia aguda, causada por bactérias, vírus e parasitas, além da febre tifoide, causada pela salmonella typhi, bactéria encontrada nas fezes de animais.

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Obs: As  fotos utilizadas são de moradores do bairro que  as  postaram em redes sociais .

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Usina Angra 1 volta a produzir e retorna ao Sistema Interligado Nacional

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A Usina Nuclear Angra 1 retornou ao Sistema Interligado Nacional de energia elétrica às 11h32 de hoje (11), informou a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras que administra a Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto, localizada em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

A usina foi desligada no dia 19 de fevereiro devido a falhas nos condensadores de vapor das turbinas do circuito secundário. No momento, Angra 1 se encontra em processo de ampliação de potência, disse a assessoria de imprensa da Eletronuclear.

O religamento de Angra 1 era previsto para o dia 13, mas foi antecipado para hoje, segundo a empresa, graças ao rápido processo de purificação da água do sistema secundário da usina. É nesse sistema que é produzido o vapor que vai girar a turbina para produzir eletricidade.

A unidade voltará a gerar energia de forma progressiva, até atingir sua capacidade máxima, que é 640 megawatts-hora. Neste momento, o operador nacional do sistema elétrico poderá usar a eletricidade produzida em Angra para substituir a energia das termoelétricas, que é mais cara para o consumidor.

 

(Agência Brasil)

Vigilância Sanitária concede registro a remédio oral para hepatite C

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A  Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou hoje (11) o registro do medicamento Olysio (simeprevir sódico), remédio oral usado no tratamento da hepatite C. No ano passado, o Ministério da Saúde pediu prioridade para a avaliação de três medicamentos para a doença, este é o segundo registrado da lista.

O registro é o documento que permite a comercialização de um medicamento no país. O daclatasvir teve seu pedido concedido em janeiro. Falta ainda o sofosbuvir. Segundo o Ministério da Saúde, o índice de cura da doença com o uso destes medicamentos chega a 90%. Despois de registrados, o remédios passarão por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS) para que possam ser distribuídos na rede pública

Além de ter índice de cura maior do que os remédios atualmente usados no país, o novo medicamento também reduz o período de tratamento de 48 para 12 semanas. Outra vantagem apontada pelo Ministério da Saúde é que o Olysio é de uso oral e não injetável, o que facilita a posologia.

De acordo com o Grupo Otimismo de Apoio ao Portador de Hepatite, os remédios injetáveis usados atualmente causam problemas colaterais graves à saúde do paciente que, muitas vezes, pode ser obrigado a suspender o tratamento por causa dos riscos. Além disso, o índice de cura dos tratamentos disponíveis não ultrapassa 70%.

No Brasil, a prevalência de hepatite C na população é em torno de 1,4% a 1,7%, principalmente entre os maiores de 45 anos. Segundo o levantamento do Ministério da Saúde, atualmente 15,8 mil pessoas estão em tratamento da doença pelo SUS.

A hepatite C é causada pelo vírus C (HCV). A transmissão ocorre, principalmente, por meio de transfusão de sangue, compartilhamento de material para uso de drogas, objetos de higiene pessoal – como lâminas de barbear e depilar, alicates de unha e outros objetos que furam ou cortam, na confecção de tatuagem e colocação de piercings.

(Agência Brasil)

Detran oferece curso de reciclagem à distância para motoristas infratores

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 O Detran/RJ vai permitir que os cursos de atualização e reciclagem de motoristas infratores – ou seja, aqueles que tiveram suspenso o direito de dirigir – passem a ser ministrados na modalidade de ensino à distância. A medida consta de portaria do presidente do departamento, José Carlos dos Santos Araújo, publicada no Diário Oficial desta terça-feira (10/3). Segundo a portaria, as instituições interessadas no processo devem estar homologadas junto ao Denatran (Departamento Nacional de Trânsito), para serem cadastradas no Detran.

A decisão do presidente do Detran tem como base a Resolução 168 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que, em seu Anexo III, regulamenta o procedimento, trazendo, inclusive, todas as exigências para que a instituição interessada possa oferecer esse tipo de serviço. Uma delas é a comprovação, mediante impressão digital, da participação do aluno no curso

Ex-gerente da Petrobras reafirmou que começou a receber propina em 1997

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Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco reafirmou que começou a receber propina em 1997, ainda sob o governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e que estima que o PT recebeu de US$ 150 a 200 milhões entre 2003 e 2013. “Comecei a receber propina em 1997, 1998. Foi uma iniciativa minha, pessoal. De forma mais ampla, com outras pessoas da Petrobras, a partir de 2003, 2004”, disse Barusco após ser questionado pelo relator da CPI, Luiz Sérgio (PT-SP). Barusco, porém, ressaltou que não daria detalhes do esquema. “Com relação a esse período eu não vou tecer maiores detalhes, existe uma investigação em curso que me dá o direito de não comentar esses detalhes”, disse. Ao ser questionado sobre como era dividido o montante desviado, Barusco disse que não sabe exatamente quanto era repassado ao partido, mas garantiu que um percentual da propina ia para o PT. “Cabia a mim uma quantia que eu recebi e ao PT outra quantia. Eu estimo que cabia a ele [ao partido] ter recebido entre US$ 150 e 200 milhões. Não sei como o João Vaccari Neto [tesoureiro do PT] recebeu, se recebeu. Se foi doação oficial, se foi conta no exterior. Sei que existia uma quantia de propina para o PT”, afirmou o ex-gerente. Barusco disse ainda que não tem condições de afirmar se o dinheiro foi efetivamente entregue ao partido por Vaccari Neto. Barusco relatou à CPI que a propina paga pelas empresas contratadas pela Petrobras variava entre 1% e 2% dos valores dos contratos. Do total desviado, metade era destinada para o PT, por meio de João Vaccari, e metade para a “casa” [diretores da Petrobras envolvidos no esquema]. Ele citou os nomes de Renato Duque, ex-diretor da Petrobras; Jorge Luiz Zelada, ex-diretor da Área Internacional da Petrobras, e Roberto Gonçalves, que o sucedeu na Petrobras. O depoimento do ex-gerente da Petrobras à comissão começou por volta das 11h e acontece em sessão aberta, apesar de ter apresentado um pedido ontem (9/3) para que seu depoimento ocorresse em sessão secreta.

Ex-diretor da Petrobras diz que arrecadou R$ 30 milhões para Sérgio Cabral

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Em depoimento de delação premiada prestado no ano passado, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse que atuou para arrecadar doações de “caixa dois” para a campanha do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, em 2010, entre as empreiteiras que participaram das obras Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), num total de R$ 30 milhões.

O ex-diretor afirmou que fez contatos com  as empresas e pediu que elas fizessem doações para a campanha de Cabral. A questão foi decidida em uma reunião entre Costa, Sérgio Cabral, então candidato à reeleição em 2010, Luiz Fernando Pezão, vice-governador na época, e Regis Fishner, ex-secretário da Casa Civil, “para tratar de contribuições” para a campanha.

Paulo Roberto Costa disse que os pagamentos foram feitos pelas empresas  Skanka, Alusa e Techint, além das empreiteiras que participavam do Consórsio Compar, responsável pela obra, do qual faziam parte OAS, Odebrecht e UTC. Segundo o ex-diretor, as empresas do Compar pagaram R$ 15 milhões e o restante
foi dividido entre as demais citadas.

Com base nas declarações, o procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, decidirá se pede ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) abertura de inquérito para investigar os fatos.

Em nota, Cabral afirmou que a reunião jamais aconteceu e que nunca pediu ajuda de Costa para financiar sua campanha. Fishner também declarou que não participou de reunião com o ex-diretor e as empresas.

Mais cedo, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, negou o recebimento de recursos por meio do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. “Respeito muito a Justiça, só que tenho tranquilidade de que não recebi nenhum recurso, não tive nenhuma ajuda de campanha, não pedi e não tive conversa com Paulo Roberto [Costa] e com ninguém da Petrobras para pedir ajuda de campanha”, declarou.

 

(Agência Brasil)