Arquivo da categoria: Destaques

Shell investirá US$ 10 bilhões no pré-sal

Um dia após a Câmara dos Deputados concluir a votação do novo marco regulatório do petróleo na camada do pré-sal, executivos e investidores ligados à Royal Dutch Shell se reuniram com o presidente Michel Temer e apresentaram detalhes sobre os US$ 10 bilhões que a multinacional pretende investir no país, ao longo dos próximos quatro anos. De acordo com os presidentes da Shell mundial e da Shell Brasil, Ben van Beurden e André Araújo, esses valores serão aplicados prioritariamente em projetos associados à Petrobras no pré-sal brasileiro.

“Isso inclui o portfólio que adquirimos através da compra da BG e também do bloco de Libra”, disse Ben van Beurden após o encontro. “Ao mesmo tempo olharemos novas oportunidades, como os leilões do ano que vem e novos leilões do Pré-Sal, que possam vir a partir de 2018. Havendo oportunidades, olharemos a possibilidade de ampliar nossos investimentos”, acrescentou. A Royal Dutch Shell opera em mais de 140 países em atividades de exploração e produção, gás e energia, produtos petroquímicos, energia renovável e comércio e distribuição de derivados.

Segundo André Araújo, a aprovação do novo marco regulatório do pré-sal foi um grande passo no sentido de atrair mais investimentos no país. “Ele está no formato que tem de estar e não há o que melhorar. O que falta agora é o presidente Temer tomar a decisão e assinar [a sanção presidencial]. O que temos de olhar a partir de agora são as condições comerciais dos leilões”, disse à Agência Brasil.

Durante a entrevista coletiva, Araújo lembrou que, mesmo diante desse cenário muito positivo, o grupo Shell tem um teto de investimentos a ser seguido. “Para que apresentemos projetos e novas oportunidades, é necessário que eles sejam realmente competitivos, para que possam ser bem ranqueados dentro do portfólio e das oportunidades de investimentos (limitados) que o grupo Shell tem ao redor do mundo”. Então é preciso que sejam muito bem construídos e apresentados para que o Ben [presidente mundial da Shell] possa tomar as decisões adequadas”, disse o presidente da Shell Brasil.

Para Ben van Beurden, o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional é o “movimento certo” a se fazer, porque vai abrir oportunidades e condições para novos players integrarem o mercado brasileiro, abrindo inclusive vagas de emprego. “Isso torna o mercado ainda mais atraente para a Shell, porque nós não queremos apenas ser parceiros estratégicos da Petrobras como operador. Queremos também operar no Brasil, tendo a Petrobras como parceiro estratégico. Olharemos com interesse renovado as novas oportunidades que vão surgir a partir do marco regulatório, porque ainda há espaço para mais”, disse o presidente mundial do grupo.

Segundo o presidente mundial da Shell, as estabilidades fiscal e regulatória serão também aspectos críticos para as próximas decisões de investimentos. “Pelo que ouvi hoje, acredito que teremos esse arcabouço positivo daqui para a frente”, disse, ao deixar a reunião com Temer. Beurden informou que a visita de hoje, da qual participaram também investidores parceiros da multinacional, teve como objetivo atender ao pedido feito por Temer na reunião que tiveram em setembro. “A reunião de hoje foi útil para nossos investidores, que não são da Shell e participam de fundos com trilhões de dólares na carteira. Não posso falar em nome dos grupos de investidores, mas me surpreenderia se eles tiverem saído daqui com uma impressão que não seja positiva sobre o Brasil”.

O novo marco regulatório do pré-sal desobriga a Petrobras de participar de todos os blocos de exploração, deixando de ser operadora exclusiva na exploração da camada. A legislação anterior previa que a Petrobras teria uma participação mínima de 30% em todos os consórcios de exploração de blocos licitados na área do pré-sal e na qualidade de operadora. Ao retirar essa obrigatoriedade, a nova legislação tem, por justificativa, ampliar a entrada do capital privado na exploração. A estatal brasileira, no entanto, ainda terá a preferência para escolher os blocos em que pretende atuar como operadora. Mas para isso precisa da anuência do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), no sentido de atender aos interesses nacionais.

Pouco antes de participar da reunião com Temer e os executivos da Shell, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse o que o interesse dos investidores estrangeiros pelo Brasil é uma sinalização da retomada de confiança na economia brasileira, na estabilidade das regras do jogo e do marco regulatória. Segundo o ministro já há, por parte da indústria, uma expectativa de recuperação do mercado de petróleo no futuro.

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, tem declarado que o novo marco regulatório do Pré-sal é vantajoso para a empresa e para o País por atrair investidores e por gerar receitas para os estados.
Segundo ele, quase metade dos recursos investidos nos campos irá para os governos “sob as formas das mais diferentes receitas”.

Projeto que altera regras de exploração do pré-sal vai à sanção de Temer

09/11/2016

A Câmara dos Deputados concluiu hoje (9) a votação do projeto de Lei (PL) 4567/16, que altera as regras de exploração de petróleo do pré-sal. Pelo projeto, de autoria do Senado, a Petrobras deixa de ser operadora exclusiva na exploração da camada. Com a conclusão da votação, o texto agora segue para sanção presidencial.

O texto-base do projeto foi aprovado no dia 5 de outubro, mas ainda faltavam votar dois destaques ao projeto. Na noite desta quarta-feira, os deputados rejeitaram os destaques do PT e PPS que pretendiam modificar pontos do texto aprovado.

A legislação atual prevê a participação mínima de 30% da Petrobras em todos os consórcios de exploração de blocos licitados na área do pré-sal e na qualidade de operadora. O projeto retira a obrigatoriedade da empresa de participar da exploração e tem por intuito ampliar a entrada do capital privado na exploração.

A estatal brasileira, no entanto, ainda terá a preferência para escolher os blocos em que pretende atuar como operadora, desde que com a anuência do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), atendendo aos interesses nacionais.

Os destaques rejeitados propunham, entre outros pontos, manter a obrigatoriedade de a Petrobras participar com 30% do consórcio de exploração quando o volume potencial de óleo recuperável nos blocos do pré-sal fosse maior que 500 milhões de barris, considerado estratégico.

Presidente da Shell diz a Temer que vai ampliar investimentos no Brasil

27/09/2016

Em reunião com o presidente Michel Temer, o presidente da Shell, Ben Van Beurden, reiterou o interesse da multinacional em manter e ampliar os investimentos no Brasil, em especial as parcerias com a Petrobras. Segundo ele, há um “clima propício aos investimentos no Brasil” devido a fatores como segurança e estabilidade de regras do marco regulatório e das leis.

No encontro ocorrido na tarde de hoje (27) no Planalto, Beurden reafirmou que o Brasil está entre os principais focos de investimentos da Shell, e que o Brasil, além de ser o destino de 15% do que é investido pela multinacional, é responsável por um percentual que varia entre 10% e 15% do que é produzido por ela.

“Temos planos para um futuro juntos. Viemos aqui para falar sobre a confiança que temos no país e sobre alguns pontos que podem ser aperfeiçoados”, disse Beurden após ter participado de reuniões no Ministério de Minas e Energia e com o presidente da Petrobras, Pedro Parente, além do encontro com Temer. “Estou muito confiante do que podemos fazer juntos.”

Apesar de se recusar a comentar o cenário político brasileiro, Beurden disse que “o importante, em relação aos últimos acontecimentos políticos, é criar no Brasil um clima propício aos investimentos, com segurança e estabilidade das regras do marco regulatório e das leis”.

Outros fatores citados por ele sobre atrativos do Brasil para investimentos são a geologia, o talento das pessoas e a facilidade para se fazer negócios. “Essa combinação faz do Brasil um dos lugares mais atraentes para a Shell, que tem um programa bilionário de investimentos”, acrescentou.

“A expectativa é de aumentá-los e fazer com que a empresa seja um dos maiores investidores diretos no Brasil na próxima década”, completou.

Em relação às parcerias com a Petrobras, o presidente da Shell diz que, conforme mostram os planos de investimentos pretendidos pela estatal brasileira, a prioridade continua sendo o pré-sal, onde tem investimentos conjuntos com a Shell.

“A Petrobras tem feito escolhas adequadas em seus programas de investimento. Quero que essa seja uma das parcerias mais estratégicas da Shell no mundo. Tenho confiança na parceria das empresas”.

Sobre a conversa com Temer, Beurden disse que a mensagem principal que teve do presidente brasileiro foi a de continuar dando importãncia aos estímulos econômicos e à continuidade da atração para investimentos no Brasil, e que as agendas do da Presidência e das indústrias “estão convergindo neste momento”.

Interesse de investidores estrangeiros

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse hoje ( que o interesse dos investidores estrangeiros pelo Brasil é uma sinalização da retomada de confiança na economia brasileira, na estabilidade das regras do jogo e do marco regulatório. O ministro cancelou a viagem que faria a São Paulo, onde participaria da abertura do Salão do Automóvel, para acompanhar encontro do presidente Michel Temer, em Brasília, com integrantes da empresa multinacional petrolífera Royal Dutch Shell. “É uma retomada de confiança no Brasil, é mais um sinal claro disso”, disse.

Especificamente sobre o encontro do grupo com o governo brasileiro, Meirelles disse que existe uma “expectativa grande” sobre a recuperação do mercado de petróleo no futuro. “Essa é uma expectativa da indústria, não nossa, necessariamente”, acrescentou, lembrando que o setor tem investido em áreas promissoras.

Ao deixar o Ministério da Fazenda para ir ao encontro, questionado sobre a ajuda que o governo federal poderá dar para que estados e municípios possam pagar o 13º salário dos servidores públicos, o ministro disse que equipe econômica deve assegurar que o ajuste fiscal e qualquer outras medidas fiquem dentro das limitações do Tesouro Nacional. “Isso que é fundamental, porque o ajuste fiscal é que vai dar base para a recuperação da economia, que gera, entre outras coisas, a arrecadação dos estados”, afirmou.

Segundo Meirelles, entre as alternativas para ajudar os estados, sem prejudicar o ajuste fiscal, estão em estudo a viabilização da securitização de receitas futuras. O assunto foi discutido ontem (9) durante visita do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do governador Luiz Fernando Pezão, ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles , em Brasília.

Nova Repatriação

Meirelles não confirmou acordo do governo federal para que a multa da repatriação, após aprovada a nova regra em discussão no Congresso Nacional, seja dividida com os estados, como anunciado pelo governador de Goiás, Marconi Perillo. “É um assunto que está sendo discutido no Congresso Nacional e, no momento, a apresentação do projeto do senador Renan Calheiros contempla a extensão de prazo do projeto anterior. É isso que está hoje na mesa”, concluiu.

O projeto apresentado por Calheiros prevê que o dinheiro enviado ao exterior sem declaração à Receita Federal seja regularizado mediante o pagamento de 17,5% de Imposto de Renda e mais 17,5% de multa.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou, após seminário no Tribunal de Contas da União, que a proposta de Orçamento para o ano de 2017 deve incluir uma expectativa de receita para a União de R$ 10 bilhões, com a nova regra de repatriação de ativos no exterior. Segundo ele, o relator do Orçamento que cuida das receitas, o deputado Daniel Vilela (PMDB-GO), incorporou para o próximo ano “uma possível nova rodada de repatriação”. “É muito difícil fazer uma estimativa. O que nós temos é que ele manifestou a intenção de incorporar R$ 10 bilhões de receitas para a União.

Nova repatriação dividirá multa com estados

O governador de Goiás, Marconi Perillo, afirmou hoje (9) que há um compromisso do Ministério da Fazenda de dividir com os estados a multa cobrada sobre os ativos no exterior, em um novo programa de repatriação que está sendo discutido no Congresso Nacional.

Na repatriação deste ano, que possibilitou arrecadação de R$ 46,8 bilhões, a lei prevê que serão repartidos apenas os recursos referentes ao Imposto de Renda (IR).

“Há um compromisso de que, nesse projeto [de lei], já haja essa previsão de compartilhamento do IR e de multas com os estados”, afirmou Perillo, após sair de uma reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. O governador disse ainda que está cobrando na Justiça a multa referente ao programa de repatriação deste ano.

Perillo informou também que pediu o apoio de Meirelles para um projeto do governo de Goiás, de pedir empréstimo ao Banco Mundial e ao Banco Interamericano de Desenvolvimento a fim de trocar dívidas antigas, com juros mais caros, por novos débitos, com condições melhores.

“Como são operações de crédito para assuntos que vão desonerar o peso do estado, ajudar no ajuste fiscal, pedimos que haja essa possibilidade de tomar empréstimo, trocando com financiamentos mais antigos e mais onerosos para o estado. O ministro ficou de analisar esse pleito, que já está sendo formalizado pela Secretaria da Fazenda de Goiás”, declarou Perillo.

Ministro pede a Renan que prazo de repatriação não vá além do início de março

09/11/2016

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, pediu hoje (9) ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que o novo prazo para repatriação de ativos não declarados de brasileiros no exterior não ultrapasse o dia 10 de março do próximo ano. Em reunião com Renan, Oliveira ressaltou a importância desse prazo para a programação orçamentária de 2017.

“Tendo a adesão na repatriação até o final de fevereiro, nós teríamos já em março o valor dessa arrecadação, e poderíamos programar de uma maneira mais equilibrada e mais adequada a programação do orçamento e da execução em 2017”, disse o ministro.

Ontem (8), Renan apresentou o projeto de lei para reabertura do prazo de repatriação do dinheiro que está no exterior com previsão de que o pe

O projeto apresentado por Renan Calheiros prevê que o dinheiro enviado ao exterior sem declaração à Receita Federal seja regularizado mediante o pagamento de 17,5% de Imposto de Renda e mais 17,5% de multa.

Dyogo Oliveira evitou fazer uma previsão de quanto poderá ser arrecadado pelo governo com a nova etapa de regularização de ativos. Na primeira fase, encerrada em 31 de outubro, o governo arrecadou cerca de R$ 50 bilhões. “Muito difícil fazer uma estimativa, mas acreditamos que pode, sim, haver uma boa arrecadação com essa medida”, disse.

MP do Fies

Oliveira participou da reunião com o presidente do Senado junto com o ministro da Educação, Mendonça Filho. Ambos também reforçaram a Renan o pedido para que a Medida Provisória do Fies seja votada hoje porque perderá a validade por vencer na próxima sexta-feira (11).

Segundo o ministro do Planejamento, a expectativa é que a transferência dos custos das operações bancárias do financiamento estudantil para as universidades não resulte em encarecimento do crédito para os estudantes. Na opinião dele, as instituições de ensino têm condição de arcar com esses encargos.

“Eu acho que elas têm capacidade de absorver. É importante que isso não seja repassado para o estudante, que já é a parte mais fraca desse contrato”, afirmou.

ríodo de adesão seja de 90 dias. O pedido do Oliveira deve levar a uma revisão dessa janela, reduzindo o tempo disponível para que os donos do dinheiro façam a adesão à repatriação.

 

(Fonte Agência Brasil)

Veja como cada deputado votou no segundo turno da PEC 241

1051242-1-25-10-2016_fpzzb-4419

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que estabelece um teto para os gastos públicos  foi aprovada no Plenário da Câmara, na noite desta terça-feira (25),por 359 votos a 116 (e 2 abstenções). A PEC teve 7 votos favoráveis a menos no segundo turno – no primeiro foram 366 votos a favor, e agora, 359. Já os votos contrários aumentaram – foram 111 no primeiro turno, e 116 no segundo.

Alteraram os votos no segundo turno os deputados Bebeto (PSB-BA), que primeiro votou a favor da PEC e na nova sessão se absteve da decisão; Hissa Abrahão (PDT-AM), que no primeiro turno foi favorável e agora votou contra a proposta; Marcelo Belinati (PP-PR), que votou contra e depois foi favorável; e Silas Freire (PR-PI), que no primeiro turno se absteve e no segundo turno foi contrário à PEC.

Vinte e sete parlamentares que não votaram no primeiro turno compareceram para votar na sessão desta terça. Desses, 10 votaram contra a PEC e 17 votaram a favor.

Outros 29 deputados que estiveram presentes na primeira sessão se ausentaram no segundo turno. Desses, 6 haviam votado contra e 23 foram favorárveis à proposta.

Veja abaixo como foi a posição dos deputado de cada partido no segundo turno de votação da PEC 241, que estabelece um teto para os gastos públicos.

 POR PARTIDO

DEM – Abel Mesquita Jr. – RR – Sim
DEM – Alberto Fraga – DF – Sim
DEM – Alexandre Leite – SP – Sim
DEM – Carlos Melles – MG – Sim
DEM – Efraim Filho – PB – Sim
DEM – Elmar Nascimento – BA – Sim
DEM – Felipe Maia – RN – Sim
DEM – Francisco Floriano – RJ – Sim
DEM – Hélio Leite – PA – Sim
DEM – Jorge Tadeu Mudalen – SP – Sim
DEM – José Carlos Aleluia – BA – Sim
DEM – Juscelino Filho – MA – Sim
DEM – Mandetta – MS – Sim
DEM – Marcelo Aguiar – SP – Sim
DEM – Marcos Rogério – RO – Sim
DEM – Marcos Soares – RJ – Sim
DEM – Misael Varella – MG – Sim
DEM – Missionário José Olimpio – SP – Sim
DEM – Onyx Lorenzoni – RS – Sim
DEM – Pauderney Avelino – AM – Sim
DEM – Paulo Azi – BA – Sim
DEM – Professora Dorinha Seabra Rezende – TO – Não
DEM – Rodrigo Maia – RJ –  Art. 17 (presidente; presença conta para o quórum, mas não vota)
DEM – Sóstenes Cavalcante – RJ – Sim
Total DEM: 24  

PCdoB – Alice Portugal – BA – Não
PCdoB – Angela Albino – SC – Não
PCdoB – Chico Lopes – CE – Não
PCdoB – Daniel Almeida – BA – Não
PCdoB – Jandira Feghali – RJ – Não
PCdoB – Jô Moraes – MG – Não
PCdoB – Luciana Santos – PE – Não
PCdoB – Moisés Diniz – AC – Não
PCdoB – Orlando Silva – SP – Não
PCdoB – Professora Marcivania – AP – Não
PCdoB – Rubens Pereira Júnior – MA – Não
Total PCdoB: 11  

PDT – Afonso Motta – RS – Não
PDT – André Figueiredo – CE – Não
PDT – Assis do Couto – PR – Não
PDT – Carlos Eduardo Cadoca – PE – Sim
PDT – Dagoberto – MS – Não
PDT – Damião Feliciano – PB – Sim
PDT – Félix Mendonça Júnior – BA – Não
PDT – Flávia Morais – GO – Sim
PDT – Hissa Abrahão – AM – Não
PDT – Leônidas Cristino – CE – Não
PDT – Mário Heringer – MG – Sim
PDT – Pompeo de Mattos – RS – Não
PDT – Ronaldo Lessa – AL – Não
PDT – Sergio Vidigal – ES – Não
PDT – Subtenente Gonzaga – MG – Não
PDT – Vicente Arruda – CE – Não
PDT – Weverton Rocha – MA – Não
PDT – Wolney Queiroz – PE – Não
Total PDT: 18  

PEN – Erivelton Santana – BA – Sim
PEN – Walney Rocha – RJ – Não
Total PEN: 2  

PHS – Carlos Andrade – RR – Sim
PHS – Diego Garcia – PR – Sim
PHS – Dr. Jorge Silva – ES – Sim
PHS – Givaldo Carimbão – AL – Sim
PHS – Marcelo Matos – RJ – Sim
PHS – Pastor Eurico – PE – Sim
Total PHS: 6  

PMB – Weliton Prado – MG – Não
Total PMB: 1  

PMDB – Alberto Filho – MA – Sim
PMDB – Alceu Moreira – RS – Sim
PMDB – Alexandre Serfiotis – RJ – Sim
PMDB – Altineu Côrtes – RJ – Sim
PMDB – André Amaral – PB – Sim
PMDB – Aníbal Gomes – CE – Sim
PMDB – Baleia Rossi – SP – Sim
PMDB – Cabuçu Borges – AP – Sim
PMDB – Carlos Bezerra – MT – Sim
PMDB – Carlos Marun – MS – Sim
PMDB – Celso Jacob – RJ – Sim
PMDB – Celso Maldaner – SC – Sim
PMDB – Celso Pansera – RJ – Sim
PMDB – Daniel Vilela – GO – Sim
PMDB – Darcísio Perondi – RS – Sim
PMDB – Dulce Miranda – TO – Sim
PMDB – Edinho Araújo – SP – Sim
PMDB – Edinho Bez – SC – Sim
PMDB – Elcione Barbalho – PA – Sim
PMDB – Fábio Ramalho – MG – Sim
PMDB – Fabio Reis – SE – Sim
PMDB – Fernando Jordão – RJ – Sim
PMDB – Flaviano Melo – AC – Sim
PMDB – Hermes Parcianello – PR – Sim
PMDB – Hildo Rocha – MA – Sim
PMDB – Hugo Motta – PB – Sim
PMDB – Jarbas Vasconcelos – PE – Sim
PMDB – Jéssica Sales – AC – Sim
PMDB – João Arruda – PR – Sim
PMDB – João Marcelo Souza – MA – Sim
PMDB – Jones Martins – RS – Sim
PMDB – José Fogaça – RS – Sim
PMDB – José Priante – PA – Sim
PMDB – Josi Nunes – TO – Sim
PMDB – Kaio Maniçoba – PE – Sim
PMDB – Laura Carneiro – RJ – Sim
PMDB – Lelo Coimbra – ES – Sim
PMDB – Leonardo Quintão – MG – Sim
PMDB – Lucio Mosquini – RO – Sim
PMDB – Lucio Vieira Lima – BA – Sim
PMDB – Manoel Junior – PB – Sim
PMDB – Marcelo Castro – PI – Sim
PMDB – Marcos Rotta – AM – Sim
PMDB – Marinha Raupp – RO – Sim
PMDB – Mauro Lopes – MG – Sim
PMDB – Mauro Mariani – SC – Sim
PMDB – Mauro Pereira – RS – Sim
PMDB – Moses Rodrigues – CE – Sim
PMDB – Newton Cardoso Jr – MG – Sim
PMDB – Osmar Serraglio – PR – Sim
PMDB – Pedro Chaves – GO – Sim
PMDB – Pedro Paulo – RJ – Sim
PMDB – Rodrigo Pacheco – MG – Sim
PMDB – Rogério Peninha Mendonça – SC – Sim
PMDB – Ronaldo Benedet – SC – Sim
PMDB – Saraiva Felipe – MG – Sim
PMDB – Sergio Souza – PR – Sim
PMDB – Sergio Zveiter – RJ – Sim
PMDB – Simone Morgado – PA – Sim
PMDB – Soraya Santos – RJ – Sim
PMDB – Valdir Colatto – SC – Sim
PMDB – Valtenir Pereira – MT – Sim
PMDB – Vitor Valim – CE – Sim
PMDB – Walter Alves – RN – Sim
Total PMDB: 64  

PP – Afonso Hamm – RS – Sim
PP – Aguinaldo Ribeiro – PB – Sim
PP – André Abdon – AP – Sim
PP – André Fufuca – MA – Sim
PP – Arthur Lira – AL – Sim
PP – Beto Rosado – RN – Sim
PP – Beto Salame – PA – Sim
PP – Cacá Leão – BA – Sim
PP – Conceição Sampaio – AM – Sim
PP – Covatti Filho – RS – Sim
PP – Dilceu Sperafico – PR – Sim
PP – Dimas Fabiano – MG – Sim
PP – Eduardo da Fonte – PE – Sim
PP – Esperidião Amin – SC – Sim
PP – Ezequiel Fonseca – MT – Sim
PP – Fausto Pinato – SP – Sim
PP – Fernando Monteiro – PE – Sim
PP – Franklin Lima – MG – Sim
PP – Guilherme Mussi – SP – Sim
PP – Hiran Gonçalves – RR – Sim
PP – Iracema Portella – PI – Sim
PP – Jerônimo Goergen – RS – Sim
PP – José Otávio Germano – RS – Sim
PP – Julio Lopes – RJ – Sim
PP – Lázaro Botelho – TO – Sim
PP – Luis Carlos Heinze – RS – Sim
PP – Luiz Fernando Faria – MG – Sim
PP – Macedo – CE – Sim
PP – Maia Filho – PI – Sim
PP – Marcelo Belinati – PR – Sim
PP – Marcus Vicente – ES – Sim
PP – Mário Negromonte Jr. – BA – Sim
PP – Nelson Meurer – PR – Sim
PP – Odelmo Leão – MG – Sim
PP – Paulo Maluf – SP – Sim
PP – Renzo Braz – MG – Sim
PP – Ricardo Izar – SP – Sim
PP – Roberto Balestra – GO – Sim
PP – Roberto Britto – BA – Sim
PP – Ronaldo Carletto – BA – Sim
PP – Rôney Nemer – DF – Não
PP – Sandes Júnior – GO – Sim
PP – Simão Sessim – RJ – Sim
PP – Toninho Pinheiro – MG – Sim
PP – Waldir Maranhão – MA – Sim
Total PP: 45  

PPS – Arnaldo Jordy – PA – Não
PPS – Arthur Oliveira Maia – BA – Sim
PPS – Carmen Zanotto – SC – Não
PPS – Eliziane Gama – MA – Não
PPS – Marcos Abrão – GO – Sim
PPS – Roberto Freire – SP – Sim
PPS – Rubens Bueno – PR – Sim
Total PPS: 7  

PR – Adelson Barreto – SE – Sim
PR – Aelton Freitas – MG – Sim
PR – Alexandre Valle – RJ – Sim
PR – Alfredo Nascimento – AM – Sim
PR – Bilac Pinto – MG – Sim
PR – Brunny – MG – Sim
PR – Cajar Nardes – RS – Sim
PR – Capitão Augusto – SP – Sim
PR – Christiane de Souza Yared – PR – Sim
PR – Clarissa Garotinho – RJ – Não
PR – Davi Alves Silva Júnior – MA – Sim
PR – Delegado Edson Moreira – MG – Sim
PR – Delegado Waldir – GO – Sim
PR – Dr. João – RJ – Sim
PR – Edio Lopes – RR – Sim
PR – Giacobo – PR – Sim
PR – Giovani Cherini – RS – Sim
PR – Gorete Pereira – CE – Sim
PR – João Carlos Bacelar – BA – Sim
PR – Jorginho Mello – SC – Sim
PR – José Carlos Araújo – BA – Sim
PR – José Rocha – BA – Sim
PR – Laerte Bessa – DF – Sim
PR – Lúcio Vale – PA – Sim
PR – Luiz Cláudio – RO – Sim
PR – Luiz Nishimori – PR – Sim
PR – Magda Mofatto – GO – Sim
PR – Marcelo Álvaro Antônio – MG – Sim
PR – Marcio Alvino – SP – Sim
PR – Miguel Lombardi – SP – Sim
PR – Milton Monti – SP – Sim
PR – Paulo Feijó – RJ – Sim
PR – Paulo Freire – SP – Sim
PR – Remídio Monai – RR – Sim
PR – Silas Freire – PI – Não
PR – Tiririca – SP – Sim
PR – Vicentinho Júnior – TO – Sim
PR – Vinicius Gurgel – AP – Sim
PR – Wellington Roberto – PB – Sim
PR – Zenaide Maia – RN – Não
Total PR: 40  

PRB – Alan Rick – AC – Sim
PRB – Antonio Bulhões – SP – Sim
PRB – Beto Mansur – SP – Sim
PRB – Carlos Gomes – RS – Sim
PRB – Celso Russomanno – SP – Sim
PRB – César Halum – TO – Sim
PRB – Cleber Verde – MA – Sim
PRB – Jhonatan de Jesus – RR – Sim
PRB – João Campos – GO – Sim
PRB – Jony Marcos – SE – Sim
PRB – Lincoln Portela – MG – Não
PRB – Lindomar Garçon – RO – Sim
PRB – Marcelo Squassoni – SP – Sim
PRB – Márcio Marinho – BA – Sim
PRB – Ricardo Bentinho – SP – Sim
PRB – Roberto Alves – SP – Sim
PRB – Roberto Sales – RJ – Sim
PRB – Ronaldo Martins – CE – Sim
PRB – Rosangela Gomes – RJ – Sim
PRB – Silas Câmara – AM – Sim
PRB – Tia Eron – BA – Sim
PRB – Vinicius Carvalho – SP – Sim
Total PRB: 22 

PROS – Bosco Costa – SE – Não
PROS – Eros Biondini – MG – Sim
PROS – Felipe Bornier – RJ – Sim
PROS – George Hilton – MG – Não
PROS – Odorico Monteiro – CE – Não
PROS – Ronaldo Fonseca – DF – Sim
PROS – Toninho Wandscheer – PR – Sim
Total PROS: 7  

PRP – Nivaldo Albuquerque – AL – Sim
Total PRP: 1 

PSB – Adilton Sachetti – MT – Sim
PSB -Átila Lira – PI – Sim
PSB – Bebeto – BA – Abstenção
PSB – César Messias – AC – Não
PSB – Danilo Cabral – PE – Não
PSB – Danilo Forte – CE – Sim
PSB – Fabio Garcia – MT – Sim
PSB – Fernando Coelho Filho – PE – Sim
PSB – Flavinho – SP – Sim
PSB – Gonzaga Patriota – PE – Não
PSB – Heitor Schuch – RS – Não
PSB – Heráclito Fortes – PI – Sim
PSB – Hugo Leal – RJ – Sim
PSB – Janete Capiberibe – AP – Não
PSB – JHC – AL – Não
PSB – José Reinaldo – MA – Sim
PSB – Jose Stédile – RS – Não
PSB – Júlio Delgado – MG – Não
PSB – Keiko Ota – SP – Sim
PSB – Leopoldo Meyer – PR – Sim
PSB – Luciano Ducci – PR – Sim
PSB – Luiz Lauro Filho – SP – Sim
PSB – Marinaldo Rosendo – PE – Sim
PSB – Rafael Motta – RN – Sim
PSB – Rodrigo Martins – PI – Sim
PSB – Tadeu Alencar – PE – Não
PSB – Tenente Lúcio – MG – Sim
PSB – Tereza Cristina – MS – Sim
Total PSB: 28  

PSC – Andre Moura – SE – Sim
PSC – Eduardo Bolsonaro – SP – Sim
PSC – Gilberto Nascimento – SP – Sim
PSC – Irmão Lazaro – BA – Não
PSC – Jair Bolsonaro – RJ – Sim
PSC – Pr. Marco Feliciano – SP – Sim
PSC – Takayama – PR – Sim
Total PSC: 7  

PSD – André de Paula – PE – Sim
PSD – Antonio Brito – BA – Sim
PSD – Danrlei de Deus Hinterholz – RS – Sim
PSD – Delegado Éder Mauro – PA – Sim
PSD – Diego Andrade – MG – Sim
PSD – Domingos Neto – CE – Sim
PSD – Edmar Arruda – PR – Sim
PSD – Evandro Roman  – PR – Sim
PSD – Expedito Netto – RO – Não
PSD – Fernando Torres – BA – Sim
PSD – Goulart – SP – Sim
PSD – Herculano Passos – SP – Sim
PSD – Indio da Costa – RJ – Sim
PSD – Irajá Abreu – TO – Sim
PSD – Jaime Martins – MG – Sim
PSD – Jefferson Campos – SP – Sim
PSD – João Rodrigues – SC – Sim
PSD – Joaquim Passarinho – PA – Sim
PSD – José Nunes – BA – Sim
PSD – Júlio Cesar – PI – Sim
PSD – Marcos Montes – MG – Sim
PSD – Marcos Reategui – AP – Sim
PSD – Paulo Magalhães – BA – Sim
PSD – Raquel Muniz – MG – Sim
PSD – Reinhold Stephanes – PR – Sim
PSD – Rogério Rosso – DF – Sim
PSD – Rômulo Gouveia – PB – Sim
PSD – Sandro Alex – PR – Sim
PSD – Sérgio Brito – BA – Sim
PSD – Stefano Aguiar – MG – Sim
PSD – Tampinha – MT – Sim
PSD – Thiago Peixoto – GO – Sim
PSD – Victor Mendes – MA – Sim
Total PSD: 33  

PSDB – Antonio Imbassahy – BA – Sim
PSDB – Betinho Gomes – PE – Sim
PSDB – Bonifácio de Andrada – MG – Sim
PSDB – Bruna Furlan – SP – Sim
PSDB – Bruno Araújo – PE – Sim
PSDB – Bruno Covas – SP – Sim
PSDB – Caio Narcio – MG – Sim
PSDB – Carlos Sampaio – SP – Sim
PSDB – Célio Silveira – GO – Sim
PSDB – Daniel Coelho – PE – Sim
PSDB – Domingos Sávio – MG – Sim
PSDB – Eduardo Barbosa – MG – Sim
PSDB – Eduardo Cury – SP – Sim
PSDB – Elizeu Dionizio – MS – Sim
PSDB – Fábio Sousa – GO – Sim
PSDB – Geovania de Sá – SC – Sim
PSDB – Geraldo Resende – MS – Sim
PSDB – Giuseppe Vecci – GO – Sim
PSDB – Izalci – DF – Sim
PSDB – João Gualberto – BA – Sim
PSDB – João Paulo Papa – SP – Sim
PSDB – Jutahy Junior – BA – Sim
PSDB – Lobbe Neto – SP – Sim
PSDB – Luiz Carlos Hauly – PR – Sim
PSDB – Mara Gabrilli – SP – Sim
PSDB – Marco Tebaldi – SC – Sim
PSDB – Marcus Pestana – MG – Sim
PSDB – Mariana Carvalho – RO – Sim
PSDB – Miguel Haddad – SP – Sim
PSDB – Nelson Marchezan Junior – RS – Sim
PSDB – Nelson Padovani – PR – Sim
PSDB – Nilson Leitão – MT – Sim
PSDB – Nilson Pinto – PA – Sim
PSDB – Otavio Leite – RJ – Sim
PSDB – Paulo Abi-Ackel – MG – Sim
PSDB – Pedro Cunha Lima – PB – Sim
PSDB – Pedro Vilela – AL – Sim
PSDB – Raimundo Gomes de Matos – CE – Sim
PSDB – Ricardo Tripoli – SP – Sim
PSDB – Rocha – AC – Sim
PSDB – Rodrigo de Castro – MG – Sim
PSDB – Rogério Marinho – RN – Sim
PSDB – Shéridan – RR – Sim
PSDB – Silvio Torres – SP – Sim
PSDB – Vanderlei Macris – SP – Sim
PSDB – Vitor Lippi – SP – Sim
Total PSDB: 46  

PSL – Alfredo Kaefer – PR – Sim
PSL – Dâmina Pereira – MG – Sim
Total PSL: 2  

PSOL – Chico Alencar – RJ – Não
PSOL – Glauber Braga – RJ – Não
PSOL – Ivan Valente – SP – Não
PSOL – Jean Wyllys – RJ – Não
PSOL – Luiza Erundina – SP – Não
Total PSOL: 5  

PT – Adelmo Carneiro Leão – MG – Não
PT – Afonso Florence – BA – Não
PT – Andres Sanchez – SP – Não
PT – Angelim – AC – Não
PT – Arlindo Chinaglia – SP – Não
PT – Assis Carvalho – PI – Não
PT – Benedita da Silva – RJ – Não
PT – Beto Faro – PA – Não
PT – Bohn Gass – RS – Não
PT – Caetano – BA – Não
PT – Carlos Zarattini – SP – Não
PT – Chico D Angelo – RJ – Não
PT – Décio Lima – SC – Não
PT – Enio Verri – PR – Não
PT – Erika Kokay – DF – Não
PT – Fabiano Horta – RJ – Não
PT – Gabriel Guimarães – MG – Abstenção
PT – Givaldo Vieira – ES – Não
PT – Helder Salomão – ES – Não
PT – Henrique Fontana – RS – Não
PT – João Daniel – SE – Não
PT – Jorge Solla – BA – Não
PT – José Airton Cirilo – CE – Não
PT – José Guimarães – CE – Não
PT – José Mentor – SP – Não
PT – Leo de Brito – AC – Não
PT – Leonardo Monteiro – MG – Não
PT – Luiz Couto – PB – Não
PT – Luiz Sérgio – RJ – Não
PT – Luizianne Lins – CE – Não
PT – Marco Maia – RS – Não
PT – Marcon – RS – Não
PT – Maria do Rosário – RS – Não
PT – Moema Gramacho – BA – Não
PT – Nilto Tatto – SP – Não
PT – Padre João – MG – Não
PT – Patrus Ananias – MG – Não
PT – Paulão – AL – Não
PT – Paulo Pimenta – RS – Não
PT – Paulo Teixeira – SP – Não
PT – Pedro Uczai – SC – Não
PT – Pepe Vargas – RS – Não
PT – Reginaldo Lopes – MG – Não
PT – Rubens Otoni – GO – Não
PT – Ságuas Moraes – MT – Não
PT – Valmir Assunção – BA – Não
PT – Valmir Prascidelli – SP – Não
PT – Vander Loubet – MS – Não
PT – Vicente Candido – SP – Não
PT – Vicentinho – SP – Não
PT – Waldenor Pereira – BA – Não
PT – Zé Carlos – MA – Não
PT – Zé Geraldo – PA – Não
PT – Zeca Dirceu – PR – Não
PT – Zeca do Pt – MS – Não
Total PT: 55  

PTB – Adalberto Cavalcanti – PE – Sim
PTB – Alex Canziani – PR – Sim
PTB – Arnaldo Faria de Sá – SP – Não
PTB – Arnon Bezerra – CE – Sim
PTB – Benito Gama – BA – Sim
PTB – Cristiane Brasil – RJ – Sim
PTB – Deley – RJ – Sim
PTB – Jorge Côrte Real – PE – Sim
PTB – Josué Bengtson – PA – Sim
PTB – Jovair Arantes – GO – Sim
PTB – Luiz Carlos Busato – RS – Sim
PTB – Nelson Marquezelli – SP – Sim
PTB – Nilton Capixaba – RO – Sim
PTB – Paes Landim – PI – Sim
PTB – Pedro Fernandes – MA – Sim
PTB – Sérgio Moraes – RS – Sim
PTB – Wilson Filho – PB – Sim
PTB – Zeca Cavalcanti – PE – Sim
Total PTB: 18  

PTdoB – Cabo Daciolo – RJ – Não
PTdoB – Luis Tibé – MG – Sim
PTdoB – Rosinha da Adefal – AL – Sim
PTdoB – Silvio Costa – PE – Sim
Total PTdoB: 4  

PTN – Ademir Camilo – MG – Sim
PTN – Alexandre Baldy – GO – Sim
PTN – Aluisio Mendes – MA – Sim
PTN – Antônio Jácome – RN – Sim
PTN – Bacelar – BA – Não
PTN – Carlos Henrique Gaguim – TO – Sim
PTN – Dr. Sinval Malheiros – SP – Sim
PTN – Francisco Chapadinha – PA – Sim
PTN – Jozi Araújo – AP – Sim
PTN – Renata Abreu – SP – Sim
PTN – Ricardo Teobaldo – PE – Sim
Total PTN: 11 

PV – Evair Vieira de Melo – ES – Sim
PV – Evandro Gussi – SP – Sim
PV – Leandre – PR – Sim
PV – Roberto de Lucena – SP – Sim
PV – Uldurico Junior – BA – Sim
Total PV: 5

Rede – Alessandro Molon – RJ – Não
Rede – João Derly – RS – Não
Rede – Miro Teixeira – RJ – Não
Total Rede: 3

Solidariedade – Augusto Carvalho  – DF – Sim
Solidariedade – Augusto Coutinho  – PE – Sim
Solidariedade – Aureo – RJ – Sim
Solidariedade – Benjamin Maranhão – PB – Sim
Solidariedade – Carlos Manato – ES – Sim
Solidariedade – Fernando Francischini – PR – Sim
Solidariedade – Laercio Oliveira – SE – Sim
Solidariedade – Laudivio Carvalho – MG – Sim
Solidariedade – Lucas Vergilio – GO – Sim
Solidariedade – Major Olimpio – SP – Não
Solidariedade – Paulo Pereira da Silva – SP – Sim
Solidariedade – Wladimir Costa – PA – Sim
Solidariedade – Zé Silva – MG – Sim
Total Solidariedade: 13

POR ESTADO

Roraima (RR)
Abel Mesquita Jr.  DEM     Sim
Carlos Andrade  PHS     Sim
Edio Lopes  PR     Sim
Hiran Gonçalves  PP     Sim
Jhonatan de Jesus  PRB     Sim
Remídio Monai  PR     Sim
Shéridan  PSDB     Sim
Total Roraima: 7

Amapá (AP)
André Abdon  PP     Sim
Cabuçu Borges  PMDB     Sim
Janete Capiberibe  PSB     Não
Jozi Araújo  PTN     Sim
Marcos Reategui  PSD     Sim
Professora Marcivania  PCdoB     Não
Vinicius Gurgel  PR     Sim
Total Amapá: 7

Pará (PA)
Arnaldo Jordy  PPS     Não
Beto Faro  PT     Não
Beto Salame  PP     Sim
Delegado Éder Mauro  PSD     Sim
Elcione Barbalho  PMDB     Sim
Francisco Chapadinha  PTN     Sim
Hélio Leite  DEM     Sim
Joaquim Passarinho  PSD     Sim
José Priante  PMDB     Sim
Josué Bengtson  PTB     Sim
Lúcio Vale  PR     Sim
Nilson Pinto  PSDB     Sim
Simone Morgado  PMDB     Sim
Wladimir Costa  Solidariede     Sim
Zé Geraldo  PT     Não
Total Pará: 15

Amazonas (AM)
Alfredo Nascimento  PR     Sim
Conceição Sampaio  PP     Sim
Hissa Abrahão  PDT     Não
Marcos Rotta  PMDB     Sim
Pauderney Avelino  DEM     Sim
Silas Câmara  PRB     Sim
Total Amazonas: 6

Rondonia (RO)
Expedito Netto  PSD     Não
Lindomar Garçon  PRB     Sim
Lucio Mosquini  PMDB     Sim
Luiz Cláudio  PR     Sim
Marcos Rogério  DEM     Sim
Mariana Carvalho  PSDB     Sim
Marinha Raupp  PMDB     Sim
Nilton Capixaba  PTB     Sim
Total Rondonia: 8

Acre (AC)
Alan Rick  PRB     Sim
Angelim  PT     Não
César Messias  PSB     Não
Flaviano Melo  PMDB     Sim
Jéssica Sales  PMDB     Sim
Leo de Brito  PT     Não
Moisés Diniz  PCdoB     Não
Rocha  PSDB     Sim
Total Acre: 8

Tocantins (TO)
Carlos Henrique Gaguim  PTN     Sim
César Halum  PRB     Sim
Dulce Miranda  PMDB     Sim
Irajá Abreu  PSD     Sim
Josi Nunes  PMDB     Sim
Lázaro Botelho  PP     Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende  DEM     Não
Vicentinho Júnior  PR     Sim
Total Tocantins: 8

Maranhão (MA)
Alberto Filho  PMDB     Sim
Aluisio Mendes  PTN     Sim
André Fufuca  PP     Sim
Cleber Verde  PRB     Sim
Davi Alves Silva Júnior  PR     Sim
Eliziane Gama  PPS     Não
Hildo Rocha  PMDB     Sim
João Marcelo Souza  PMDB     Sim
José Reinaldo  PSB     Sim
Juscelino Filho  DEM     Sim
Pedro Fernandes  PTB     Sim
Rubens Pereira Júnior  PCdoB     Não
Victor Mendes  PSD     Sim
Waldir Maranhão  PP     Sim
Weverton Rocha  PDT     Não
Zé Carlos  PT     Não
Total Maranhão: 16

Ceará (CE)
André Figueiredo  PDT     Não
Aníbal Gomes  PMDB     Sim
Arnon Bezerra  PTB     Sim
Chico Lopes  PCdoB     Não
Danilo Forte  PSB     Sim
Domingos Neto  PSD     Sim
Gorete Pereira  PR     Sim
José Airton Cirilo  PT     Não
José Guimarães  PT     Não
Leônidas Cristino  PDT     Não
Luizianne Lins  PT     Não
Macedo  PP     Sim
Moses Rodrigues  PMDB     Sim
Odorico Monteiro  PROS     Não
Raimundo Gomes de Matos  PSDB     Sim
Ronaldo Martins  PRB     Sim
Vicente Arruda  PDT     Não
Vitor Valim  PMDB     Sim
Total Ceará: 18

Piauí (PI)
Assis Carvalho  PT     Não
Átila Lira  PSB     Sim
Heráclito Fortes  PSB     Sim
Iracema Portella  PP     Sim
Júlio Cesar  PSD     Sim
Maia Filho  PP     Sim
Marcelo Castro  PMDB     Sim
Paes Landim  PTB     Sim
Rodrigo Martins  PSB     Sim
Silas Freire  PR     Não
Total Piauí: 10

Rio Grande do Norte (RN)
Antônio Jácome  PTN     Sim
Beto Rosado  PP     Sim
Felipe Maia  DEM     Sim
Rafael Motta  PSB     Sim
Rogério Marinho  PSDB     Sim
Walter Alves  PMDB     Sim
Zenaide Maia  PR     Não
Total Rio Grande do Norte: 7

Paraíba (PB)
Aguinaldo Ribeiro  PP     Sim
André Amaral  PMDB     Sim
Benjamin Maranhão  Solidariedade     Sim
Damião Feliciano  PDT     Sim
Efraim Filho  DEM     Sim
Hugo Motta  PMDB     Sim
Luiz Couto  PT     Não
Manoel Junior  PMDB     Sim
Pedro Cunha Lima  PSDB     Sim
Rômulo Gouveia  PSD     Sim
Wellington Roberto  PR     Sim
Wilson Filho  PTB     Sim
Total Paraíba: 12

Pernambuco (PE)
Adalberto Cavalcanti  PTB     Sim
André de Paula  PSD     Sim
Augusto Coutinho  Solidariedade     Sim
Betinho Gomes  PSDB     Sim
Bruno Araújo  PSDB     Sim
Carlos Eduardo Cadoca  PDT     Sim
Daniel Coelho  PSDB     Sim
Danilo Cabral  PSB     Não
Eduardo da Fonte  PP     Sim
Fernando Coelho Filho  PSB     Sim
Fernando Monteiro  PP     Sim
Gonzaga Patriota  PSB     Não
Jarbas Vasconcelos  PMDB     Sim
Jorge Côrte Real  PTB     Sim
Kaio Maniçoba  PMDB     Sim
Luciana Santos  PCdoB     Não
Marinaldo Rosendo  PSB     Sim
Pastor Eurico  PHS     Sim
Ricardo Teobaldo  PTN     Sim
Silvio Costa  PTdoB     Sim
Tadeu Alencar  PSB     Não
Wolney Queiroz  PDT     Não
Zeca Cavalcanti  PTB     Sim
Total Pernambuco: 23

Alagoas (AL)
Arthur Lira  PP     Sim
Givaldo Carimbão  PHS     Sim
JHC  PSB     Não
Nivaldo Albuquerque  PRP     Sim
Paulão  PT     Não
Pedro Vilela  PSDB     Sim
Ronaldo Lessa  PDT     Não
Rosinha da Adefal  PTdoB     Sim
Total Alagoas: 8

Sergipe (SE)
Adelson Barreto  PR     Sim
Andre Moura  PSC     Sim
Bosco Costa  PROS     Não
Fabio Reis  PMDB     Sim
João Daniel  PT     Não
Jony Marcos  PRB     Sim
Laercio Oliveira  Solidariedade     Sim
Total Sergipe: 7

Bahia (BA)
Afonso Florence  PT     Não
Alice Portugal  PCdoB     Não
Antonio Brito  PSD     Sim
Antonio Imbassahy  PSDB     Sim
Arthur Oliveira Maia  PPS     Sim
Bacelar  PTN     Não
Bebeto  PSB     Abstenção
Benito Gama  PTB     Sim
Cacá Leão  PP     Sim
Caetano  PT     Não
Daniel Almeida  PCdoB     Não
Elmar Nascimento  DEM     Sim
Erivelton Santana  PEN     Sim
Félix Mendonça Júnior  PDT     Não
Fernando Torres  PSD     Sim
Irmão Lazaro  PSC     Não
João Carlos Bacelar  PR     Sim
João Gualberto  PSDB     Sim
Jorge Solla  PT     Não
José Carlos Aleluia  DEM     Sim
José Carlos Araújo  PR     Sim
José Nunes  PSD     Sim
José Rocha  PR     Sim
Jutahy Junior  PSDB     Sim
Lucio Vieira Lima  PMDB     Sim
Márcio Marinho  PRB     Sim
Mário Negromonte Jr.  PP     Sim
Moema Gramacho  PT     Não
Paulo Azi  DEM     Sim
Paulo Magalhães  PSD     Sim
Roberto Britto  PP     Sim
Ronaldo Carletto  PP     Sim
Sérgio Brito  PSD     Sim
Tia Eron  PRB     Sim
Uldurico Junior  PV     Sim
Valmir Assunção  PT     Não
Waldenor Pereira  PT     Não
Total Bahia: 37

Minas Gerais (MG)
Adelmo Carneiro Leão  PT     Não
Ademir Camilo  PTN     Sim
Aelton Freitas  PR     Sim
Bilac Pinto  PR     Sim
Bonifácio de Andrada  PSDB     Sim
Brunny  PR     Sim
Caio Narcio  PSDB     Sim
Carlos Melles  DEM     Sim
Dâmina Pereira  PSL     Sim
Delegado Edson Moreira  PR     Sim
Diego Andrade  PSD     Sim
Dimas Fabiano  PP     Sim
Domingos Sávio  PSDB     Sim
Eduardo Barbosa  PSDB     Sim
Eros Biondini  PROS     Sim
Fábio Ramalho  PMDB     Sim
Franklin Lima  PP     Sim
Gabriel Guimarães  PT     Abstenção
George Hilton  PROS     Não
Jaime Martins  PSD     Sim
Jô Moraes  PCdoB     Não
Júlio Delgado  PSB     Não
Laudivio Carvalho  Solidariedade     Sim
Leonardo Monteiro  PT     Não
Leonardo Quintão  PMDB     Sim
Lincoln Portela  PRB     Não
Luis Tibé  PTdoB     Sim
Luiz Fernando Faria  PP     Sim
Marcelo Álvaro Antônio  PR     Sim
Marcos Montes  PSD     Sim
Marcus Pestana  PSDB     Sim
Mário Heringer  PDT     Sim
Mauro Lopes  PMDB     Sim
Misael Varella  DEM     Sim
Newton Cardoso Jr  PMDB     Sim
Odelmo Leão  PP     Sim
Padre João  PT     Não
Patrus Ananias  PT     Não
Paulo Abi-Ackel  PSDB     Sim
Raquel Muniz  PSD     Sim
Reginaldo Lopes  PT     Não
Renzo Braz  PP     Sim
Rodrigo de Castro  PSDB     Sim
Rodrigo Pacheco  PMDB     Sim
Saraiva Felipe  PMDB     Sim
Stefano Aguiar  PSD     Sim
Subtenente Gonzaga  PDT     Não
Tenente Lúcio  PSB     Sim
Toninho Pinheiro  PP     Sim
Weliton Prado  PMB     Não
Zé Silva  Solidariedade     Sim
Total Minas Gerais: 51

Espírito Santo (ES)
Carlos Manato  Solidariedade     Sim
Dr. Jorge Silva  PHS     Sim
Evair Vieira de Melo  PV     Sim
Givaldo Vieira  PT     Não
Helder Salomão  PT     Não
Lelo Coimbra  PMDB  PmdbPen  Sim
Marcus Vicente  PP  PpPtbPsc  Sim
Sergio Vidigal  PDT     Não
Total Espírito Santo: 8

Rio de Janeiro (RJ)
Alessandro Molon  REDE     Não
Alexandre Serfiotis  PMDB     Sim
Alexandre Valle  PR     Sim
Altineu Côrtes  PMDB     Sim
Aureo  Solidaried     Sim
Benedita da Silva  PT     Não
Cabo Daciolo  PTdoB     Não
Celso Jacob  PMDB     Sim
Celso Pansera  PMDB     Sim
Chico Alencar  PSOL     Não
Chico D Angelo  PT     Não
Clarissa Garotinho  PR     Não
Cristiane Brasil  PTB     Sim
Deley  PTB     Sim
Dr. João  PR     Sim
Fabiano Horta  PT     Não
Felipe Bornier  PROS     Sim
Fernando Jordão  PMDB     Sim
Francisco Floriano  DEM     Sim
Glauber Braga  PSOL     Não
Hugo Leal  PSB     Sim
Indio da Costa  PSD     Sim
Jair Bolsonaro  PSC     Sim
Jandira Feghali  PCdoB     Não
Jean Wyllys  PSOL     Não
Julio Lopes  PP     Sim
Laura Carneiro  PMDB     Sim
Luiz Sérgio  PT     Não
Marcelo Matos  PHS     Sim
Marcos Soares  DEM     Sim
Miro Teixeira  REDE     Não
Otavio Leite  PSDB     Sim
Paulo Feijó  PR     Sim
Pedro Paulo  PMDB     Sim
Roberto Sales  PRB     Sim
Rodrigo Maia  DEM     Art. 17 (presidente; presença conta para o quórum, mas não vota)
Rosangela Gomes  PRB     Sim
Sergio Zveiter  PMDB     Sim
Simão Sessim  PP     Sim
Soraya Santos  PMDB     Sim
Sóstenes Cavalcante  DEM     Sim
Walney Rocha  PEN     Não
Total Rio de Janeiro: 42

São Paulo (SP)
Alexandre Leite  DEM     Sim
Andres Sanchez  PT     Não
Antonio Bulhões  PRB     Sim
Arlindo Chinaglia  PT     Não
Arnaldo Faria de Sá  PTB     Não
Baleia Rossi  PMDB     Sim
Beto Mansur  PRB     Sim
Bruna Furlan  PSDB     Sim
Bruno Covas  PSDB     Sim
Capitão Augusto  PR     Sim
Carlos Sampaio  PSDB     Sim
Carlos Zarattini  PT     Não
Celso Russomanno  PRB     Sim
Dr. Sinval Malheiros  PTN     Sim
Edinho Araújo  PMDB     Sim
Eduardo Bolsonaro  PSC     Sim
Eduardo Cury  PSDB     Sim
Evandro Gussi  PV     Sim
Fausto Pinato  PP     Sim
Flavinho  PSB     Sim
Gilberto Nascimento  PSC     Sim
Goulart  PSD     Sim
Guilherme Mussi  PP     Sim
Herculano Passos  PSD     Sim
Ivan Valente  PSOL     Não
Jefferson Campos  PSD     Sim
João Paulo Papa  PSDB     Sim
Jorge Tadeu Mudalen  DEM     Sim
José Mentor  PT     Não
Keiko Ota  PSB     Sim
Lobbe Neto  PSDB     Sim
Luiz Lauro Filho  PSB     Sim
Luiza Erundina  PSOL     Não
Major Olimpio  Solidaried     Não
Mara Gabrilli  PSDB     Sim
Marcelo Aguiar  DEM     Sim
Marcelo Squassoni  PRB     Sim
Marcio Alvino  PR     Sim
Miguel Haddad  PSDB     Sim
Miguel Lombardi  PR     Sim
Milton Monti  PR     Sim
Missionário José Olimpio  DEM     Sim
Nelson Marquezelli  PTB     Sim
Nilto Tatto  PT     Não
Orlando Silva  PCdoB     Não
Paulo Freire  PR     Sim
Paulo Maluf  PP     Sim
Paulo Pereira da Silva  Solidariedade     Sim
Paulo Teixeira  PT     Não
Pr. Marco Feliciano  PSC     Sim
Renata Abreu  PTN     Sim
Ricardo Bentinho  PRB     Sim
Ricardo Izar  PP     Sim
Ricardo Tripoli  PSDB     Sim
Roberto Alves  PRB     Sim
Roberto de Lucena  PV     Sim
Roberto Freire  PPS     Sim
Silvio Torres  PSDB     Sim
Tiririca  PR     Sim
Valmir Prascidelli  PT     Não
Vanderlei Macris  PSDB     Sim
Vicente Candido  PT     Não
Vicentinho  PT     Não
Vinicius Carvalho  PRB     Sim
Vitor Lippi  PSDB     Sim
Total São Paulo: 65

Mato Grosso (MT)
Adilton Sachetti  PSB     Sim
Carlos Bezerra  PMDB     Sim
Ezequiel Fonseca  PP     Sim
Fabio Garcia  PSB     Sim
Nilson Leitão  PSDB     Sim
Ságuas Moraes  PT     Não
Tampinha  PSD     Sim
Valtenir Pereira  PMDB     Sim
Total Mato Grosso: 8

Distrito Federal (DF)
Alberto Fraga  DEM     Sim
Augusto Carvalho  Solidariedade     Sim
Erika Kokay  PT     Não
Izalci  PSDB     Sim
Laerte Bessa  PR     Sim
Rogério Rosso  PSD     Sim
Ronaldo Fonseca  PROS     Sim
Rôney Nemer  PP     Não
Total Distrito Federal: 8

Goiás (GO)
Alexandre Baldy  PTN     Sim
Célio Silveira  PSDB     Sim
Daniel Vilela  PMDB     Sim
Delegado Waldir  PR     Sim
Fábio Sousa  PSDB     Sim
Flávia Morais  PDT     Sim
Giuseppe Vecci  PSDB     Sim
João Campos  PRB     Sim
Jovair Arantes  PTB     Sim
Lucas Vergilio  Solidariedade     Sim
Magda Mofatto  PR     Sim
Marcos Abrão  PPS     Sim
Pedro Chaves  PMDB     Sim
Roberto Balestra  PP     Sim
Rubens Otoni  PT     Não
Sandes Júnior  PP     Sim
Thiago Peixoto  PSD     Sim
Total Goiás: 17

Mato Grosso do Sul (MS)
Carlos Marun  PMDB     Sim
Dagoberto  PDT     Não
Elizeu Dionizio  PSDB     Sim
Geraldo Resende  PSDB     Sim
Mandetta  DEM     Sim
Tereza Cristina  PSB     Sim
Vander Loubet  PT     Não
Zeca do Pt  PT     Não
Total Mato Grosso do Sul: 8

Paraná (PR)
Alex Canziani  PTB     Sim
Alfredo Kaefer  PSL     Sim
Assis do Couto  PDT     Não
Christiane de Souza Yared  PR     Sim
Diego Garcia  PHS     Sim
Dilceu Sperafico  PP     Sim
Edmar Arruda  PSD     Sim
Enio Verri  PT     Não
Evandro Roman  PSD     Sim
Fernando Francischini  Solidariedade     Sim
Giacobo  PR     Sim
Hermes Parcianello  PMDB     Sim
João Arruda  PMDB     Sim
Leandre  PV     Sim
Leopoldo Meyer  PSB     Sim
Luciano Ducci  PSB     Sim
Luiz Carlos Hauly  PSDB     Sim
Luiz Nishimori  PR     Sim
Marcelo Belinati  PP     Sim
Nelson Meurer  PP     Sim
Nelson Padovani  PSDB     Sim
Osmar Serraglio  PMDB     Sim
Reinhold Stephanes  PSD     Sim
Rubens Bueno  PPS     Sim
Sandro Alex  PSD     Sim
Sergio Souza  PMDB     Sim
Takayama  PSC  PpPtbPsc  Sim
Toninho Wandscheer  PROS     Sim
Zeca Dirceu  PT     Não
Total Paraná: 29

Santa Catarina (SC)
Angela Albino  PCdoB     Não
Carmen Zanotto  PPS     Não
Celso Maldaner  PMDB     Sim
Décio Lima  PT     Não
Edinho Bez  PMDB     Sim
Esperidião Amin  PP     Sim
Geovania de Sá  PSDB     Sim
João Rodrigues  PSD     Sim
Jorginho Mello  PR     Sim
Marco Tebaldi  PSDB     Sim
Mauro Mariani  PMDB     Sim
Pedro Uczai  PT     Não
Rogério Peninha Mendonça  PMDB     Sim
Ronaldo Benedet  PMDB     Sim
Valdir Colatto  PMDB     Sim
Total Santa Catarina: 15

Rio Grande do Sul (RS)
Afonso Hamm  PP     Sim
Afonso Motta  PDT     Não
Alceu Moreira  PMDB     Sim
Bohn Gass  PT     Não
Cajar Nardes  PR     Sim
Carlos Gomes  PRB     Sim
Covatti Filho  PP     Sim
Danrlei de Deus Hinterholz  PSD     Sim
Darcísio Perondi  PMDB     Sim
Giovani Cherini  PR     Sim
Heitor Schuch  PSB     Não
Henrique Fontana  PT     Não
Jerônimo Goergen  PP     Sim
João Derly  REDE     Não
Jones Martins  PMDB     Sim
José Fogaça  PMDB     Sim
José Otávio Germano  PP     Sim
Jose Stédile  PSB     Não
Luis Carlos Heinze  PP     Sim
Luiz Carlos Busato  PTB     Sim
Marco Maia  PT     Não
Marcon  PT     Não
Maria do Rosário  PT     Não
Mauro Pereira  PMDB     Sim
Nelson Marchezan Junior  PSDB     Sim
Onyx Lorenzoni  DEM     Sim
Paulo Pimenta  PT     Não
Pepe Vargas  PT     Não
Pompeo de Mattos  PDT     Não
Sérgio Moraes  PTB  PpPtbPsc  Sim
Total Rio Grande do Sul: 30

 

–> POR VOTO

Abstenção
Bebeto PSB
Gabriel Guimarães PT

Art. 17 (presidente da Câmara: presença conta para o quórum, mas não vota)
Rodrigo Maia DEM

Não
Janete Capiberibe PSB
Professora Marcivania PCdoB
Arnaldo Jordy PPS
Beto Faro PT
Zé Geraldo PT
Hissa Abrahão PDT
Expedito Netto PSD
Angelim PT
César Messias PSB
Leo de Brito PT
Moisés Diniz PCdoB
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM
Eliziane Gama PPS
Rubens Pereira Júnior PCdoB
Weverton Rocha PDT
Zé Carlos PT
André Figueiredo PDT
Chico Lopes PCdoB
José Airton Cirilo PT
José Guimarães PT
Leônidas Cristino PDT
Luizianne Lins PT
Odorico Monteiro PROS
Vicente Arruda PDT
Assis Carvalho PT
Silas Freire PR
Zenaide Maia PR
Luiz Couto PT
Danilo Cabral PSB
Gonzaga Patriota PSB
Luciana Santos PCdoB
Tadeu Alencar PSB
Wolney Queiroz PDT
JHC PSB
Paulão PT
Ronaldo Lessa PDT
Bosco Costa PROS
João Daniel PT
Afonso Florence PT
Alice Portugal PCdoB
Bacelar PTN
Caetano PT
Daniel Almeida PCdoB
Félix Mendonça Júnior PDT
Irmão Lazaro PSC
Jorge Solla PT
Moema Gramacho PT
Valmir Assunção PT
Waldenor Pereira PT
Adelmo Carneiro Leão PT
George Hilton PROS
Jô Moraes PCdoB
Júlio Delgado PSB
Leonardo Monteiro PT
Lincoln Portela PRB
Padre João PT
Patrus Ananias PT
Reginaldo Lopes PT
Subtenente Gonzaga PDT
Weliton Prado PMB
Givaldo Vieira PT
Helder Salomão PT
Sergio Vidigal PDT
Alessandro Molon REDE
Benedita da Silva PT
Cabo Daciolo PTdoB
Chico Alencar PSOL
Chico D Angelo PT
Clarissa Garotinho PR
Fabiano Horta PT
Glauber Braga PSOL
Jandira Feghali PCdoB
Jean Wyllys PSOL
Luiz Sérgio PT
Miro Teixeira REDE
Walney Rocha PEN
Andres Sanchez PT
Arlindo Chinaglia PT
Arnaldo Faria de Sá PTB
Carlos Zarattini PT
Ivan Valente PSOL
José Mentor PT
Luiza Erundina PSOL
Major Olimpio Solidariedade
Nilto Tatto PT
Orlando Silva PCdoB
Paulo Teixeira PT
Valmir Prascidelli PT
Vicente Candido PT
Vicentinho PT
Ságuas Moraes PT
Erika Kokay PT
Rôney Nemer PP
Rubens Otoni PT
Dagoberto PDT
Vander Loubet PT
Zeca do Pt PT
Assis do Couto PDT
Enio Verri PT
Zeca Dirceu PT
Angela Albino PCdoB
Carmen Zanotto PPS
Décio Lima PT
Pedro Uczai PT
Afonso Motta PDT
Bohn Gass PT
Heitor Schuch PSB
Henrique Fontana PT
João Derly REDE
Jose Stédile PSB
Marco Maia PT
Marcon PT
Maria do Rosário PT
Paulo Pimenta PT
Pepe Vargas PT
Pompeo de Mattos PDT

Sim
Abel Mesquita Jr. DEM
Carlos Andrade PHS
Edio Lopes PR
Hiran Gonçalves PP
Jhonatan de Jesus PRB
Remídio Monai PR
Shéridan PSDB
André Abdon PP
Cabuçu Borges PMDB
Jozi Araújo PTN
Marcos Reategui PSD
Vinicius Gurgel PR
Beto Salame PP
Delegado Éder Mauro PSD
Elcione Barbalho PMDB
Francisco Chapadinha PTN
Hélio Leite DEM
Joaquim Passarinho PSD
José Priante PMDB
Josué Bengtson PTB
Lúcio Vale PR
Nilson Pinto PSDB
Simone Morgado PMDB
Wladimir Costa Solidariedade
Alfredo Nascimento PR
Conceição Sampaio PP
Marcos Rotta PMDB
Pauderney Avelino DEM
Silas Câmara PRB
Lindomar Garçon PRB
Lucio Mosquini PMDB
Luiz Cláudio PR
Marcos Rogério DEM
Mariana Carvalho PSDB
Marinha Raupp PMDB
Nilton Capixaba PTB
Alan Rick PRB
Flaviano Melo PMDB
Jéssica Sales PMDB
Rocha PSDB
Carlos Henrique Gaguim PTN
César Halum PRB
Dulce Miranda PMDB
Irajá Abreu PSD
Josi Nunes PMDB
Lázaro Botelho PP
Vicentinho Júnior PR
Alberto Filho PMDB
Aluisio Mendes PTN
André Fufuca PP
Cleber Verde PRB
Davi Alves Silva Júnior PR
Hildo Rocha PMDB
João Marcelo Souza PMDB
José Reinaldo PSB
Juscelino Filho DEM
Pedro Fernandes PTB
Victor Mendes PSD
Waldir Maranhão PP
Aníbal Gomes PMDB
Arnon Bezerra PTB
Danilo Forte PSB
Domingos Neto PSD
Gorete Pereira PR
Macedo PP
Moses Rodrigues PMDB
Raimundo Gomes de Matos PSDB
Ronaldo Martins PRB
Vitor Valim PMDB
Átila Lira PSB
Heráclito Fortes PSB
Iracema Portella PP
Júlio Cesar PSD
Maia Filho PP
Marcelo Castro PMDB
Paes Landim PTB
Rodrigo Martins PSB
Antônio Jácome PTN
Beto Rosado PP
Felipe Maia DEM
Rafael Motta PSB
Rogério Marinho PSDB
Walter Alves PMDB
Aguinaldo Ribeiro PP
André Amaral PMDB
Benjamin Maranhão Solidariedade
Damião Feliciano PDT
Efraim Filho DEM
Hugo Motta PMDB
Manoel Junior PMDB
Pedro Cunha Lima PSDB
Rômulo Gouveia PSD
Wellington Roberto PR
Wilson Filho PTB
Adalberto Cavalcanti PTB
André de Paula PSD
Augusto Coutinho Solidariedade
Betinho Gomes PSDB
Bruno Araújo PSDB
Carlos Eduardo Cadoca PDT
Daniel Coelho PSDB
Eduardo da Fonte PP
Fernando Coelho Filho PSB
Fernando Monteiro PP
Jarbas Vasconcelos PMDB
Jorge Côrte Real PTB
Kaio Maniçoba PMDB
Marinaldo Rosendo PSB
Pastor Eurico PHS
Ricardo Teobaldo PTN
Silvio Costa PTdoB
Zeca Cavalcanti PTB
Arthur Lira PP
Givaldo Carimbão PHS
Nivaldo Albuquerque PRP
Pedro Vilela PSDB
Rosinha da Adefal PTdoB
Adelson Barreto PR
Andre Moura PSC
Fabio Reis PMDB
Jony Marcos PRB
Laercio Oliveira Solidariedade
Antonio Brito PSD
Antonio Imbassahy PSDB
Arthur Oliveira Maia PPS
Benito Gama PTB
Cacá Leão PP
Elmar Nascimento DEM
Erivelton Santana PEN
Fernando Torres PSD
João Carlos Bacelar PR
João Gualberto PSDB
José Carlos Aleluia DEM
José Carlos Araújo PR
José Nunes PSD
José Rocha PR
Jutahy Junior PSDB
Lucio Vieira Lima PMDB
Márcio Marinho PRB
Mário Negromonte Jr. PP
Paulo Azi DEM
Paulo Magalhães PSD
Roberto Britto PP
Ronaldo Carletto PP
Sérgio Brito PSD
Tia Eron PRB
Uldurico Junior PV
Ademir Camilo PTN
Aelton Freitas PR
Bilac Pinto PR
Bonifácio de Andrada PSDB
Brunny PR
Caio Narcio PSDB
Carlos Melles DEM
Dâmina Pereira PSL
Delegado Edson Moreira PR
Diego Andrade PSD
Dimas Fabiano PP
Domingos Sávio PSDB
Eduardo Barbosa PSDB
Eros Biondini PROS
Fábio Ramalho PMDB
Franklin Lima PP
Jaime Martins PSD
Laudivio Carvalho Solidariedade
Leonardo Quintão PMDB
Luis Tibé PTdoB
Luiz Fernando Faria PP
Marcelo Álvaro Antônio PR
Marcos Montes PSD
Marcus Pestana PSDB
Mário Heringer PDT
Mauro Lopes PMDB
Misael Varella DEM
Newton Cardoso Jr PMDB
Odelmo Leão PP
Paulo Abi-Ackel PSDB
Raquel Muniz PSD
Renzo Braz PP
Rodrigo de Castro PSDB
Rodrigo Pacheco PMDB
Saraiva Felipe PMDB
Stefano Aguiar PSD
Tenente Lúcio PSB
Toninho Pinheiro PP
Zé Silva Solidaried
Carlos Manato Solidariedade
Dr. Jorge Silva PHS
Evair Vieira de Melo PV
Lelo Coimbra PMDB
Marcus Vicente PP
Alexandre Serfiotis PMDB
Alexandre Valle PR
Altineu Côrtes PMDB
Aureo Solidaried
Celso Jacob PMDB
Celso Pansera PMDB
Cristiane Brasil PTB
Deley PTB
Dr. João PR
Felipe Bornier PROS
Fernando Jordão PMDB
Francisco Floriano DEM
Hugo Leal PSB
Indio da Costa PSD
Jair Bolsonaro PSC
Julio Lopes PP
Laura Carneiro PMDB
Marcelo Matos PHS
Marcos Soares DEM
Otavio Leite PSDB
Paulo Feijó PR
Pedro Paulo PMDB
Roberto Sales PRB
Rosangela Gomes PRB
Sergio Zveiter PMDB
Simão Sessim PP
Soraya Santos PMDB
Sóstenes Cavalcante DEM
Alexandre Leite DEM
Antonio Bulhões PRB
Baleia Rossi PMDB
Beto Mansur PRB
Bruna Furlan PSDB
Bruno Covas PSDB
Capitão Augusto PR
Carlos Sampaio PSDB
Celso Russomanno PRB
Dr. Sinval Malheiros PTN
Edinho Araújo PMDB
Eduardo Bolsonaro PSC
Eduardo Cury PSDB
Evandro Gussi PV
Fausto Pinato PP
Flavinho PSB
Gilberto Nascimento PSC
Goulart PSD
Guilherme Mussi PP
Herculano Passos PSD
Jefferson Campos PSD
João Paulo Papa PSDB
Jorge Tadeu Mudalen DEM
Keiko Ota PSB
Lobbe Neto PSDB
Luiz Lauro Filho PSB
Mara Gabrilli PSDB
Marcelo Aguiar DEM
Marcelo Squassoni PRB
Marcio Alvino PR
Miguel Haddad PSDB
Miguel Lombardi PR
Milton Monti PR
Missionário José Olimpio DEM
Nelson Marquezelli PTB
Paulo Freire PR
Paulo Maluf PP
Paulo Pereira da Silva Solidariedade
Pr. Marco Feliciano PSC
Renata Abreu PTN
Ricardo Bentinho PRB
Ricardo Izar PP
Ricardo Tripoli PSDB
Roberto Alves PRB
Roberto de Lucena PV
Roberto Freire PPS
Silvio Torres PSDB
Tiririca PR
Vanderlei Macris PSDB
Vinicius Carvalho PRB
Vitor Lippi PSDB
Adilton Sachetti PSB
Carlos Bezerra PMDB
Ezequiel Fonseca PP
Fabio Garcia PSB
Nilson Leitão PSDB
Tampinha PSD
Valtenir Pereira PMDB
Alberto Fraga DEM
Augusto Carvalho Solidariedade
Izalci PSDB
Laerte Bessa PR
Rogério Rosso PSD
Ronaldo Fonseca PROS
Alexandre Baldy PTN
Célio Silveira PSDB
Daniel Vilela PMDB
Delegado Waldir PR
Fábio Sousa PSDB
Flávia Morais PDT
Giuseppe Vecci PSDB
João Campos PRB
Jovair Arantes PTB
Lucas Vergilio Solidariedade
Magda Mofatto PR
Marcos Abrão PPS
Pedro Chaves PMDB
Roberto Balestra PP
Sandes Júnior PP
Thiago Peixoto PSD
Carlos Marun PMDB
Elizeu Dionizio PSDB
Geraldo Resende PSDB
Mandetta DEM
Tereza Cristina PSB
Alex Canziani PTB
Alfredo Kaefer PSL
Christiane de Souza Yared PR
Diego Garcia PHS
Dilceu Sperafico PP
Edmar Arruda PSD
Evandro Roman PSD
Fernando Francischini Solidariedade
Giacobo PR
Hermes Parcianello PMDB
João Arruda PMDB
Leandre PV
Leopoldo Meyer PSB
Luciano Ducci PSB
Luiz Carlos Hauly PSDB
Luiz Nishimori PR
Marcelo Belinati PP
Nelson Meurer PP
Nelson Padovani PSDB
Osmar Serraglio PMDB
Reinhold Stephanes PSD
Rubens Bueno PPS
Sandro Alex PSD
Sergio Souza PMDB
Takayama PSC
Toninho Wandscheer PROS
Celso Maldaner PMDB
Edinho Bez PMDB
Esperidião Amin PP
Geovania de Sá PSDB
João Rodrigues PSD
Jorginho Mello PR
Marco Tebaldi PSDB
Mauro Mariani PMDB
Rogério Peninha Mendonça PMDB
Ronaldo Benedet PMDB
Valdir Colatto PMDB
Afonso Hamm PP
Alceu Moreira PMDB
Cajar Nardes PR
Carlos Gomes PRB
Covatti Filho PP
Danrlei de Deus Hinterholz PSD
Darcísio Perondi PMDB
Giovani Cherini PR
Jerônimo Goergen PP
Jones Martins PMDB
José Fogaça PMDB
José Otávio Germano PP
Luis Carlos Heinze PP
Luiz Carlos Busato PTB
Mauro Pereira PMDB
Nelson Marchezan Junior PSDB
Onyx Lorenzoni DEM
Sérgio Moraes PTB

Rombo nos estados é maior que o informado

real_nota_moedas_8

A deterioração fiscal nos estados decorrente do aumento de gastos com pessoal e do aumento de créditos nos últimos anos é pior que a informada pelos governos locais. Segundo relatório inédito divulgado esta semana pelo Tesouro Nacional , existem diferenças entre os dados enviados pelos estados em relação ao endividamento, ao gasto com pessoal e ao déficit da previdência dos servidores locais.

Divulgado pela primeira vez pelo Ministério da Fazenda, o Boletim das Finanças Públicas dos Entes Subnacionais baseia-se nos Programas de Reestruturação e de Ajuste Fiscal (PAF), usados pela União para monitorar as contas públicas estaduais e autorizar operações de crédito com os governos locais. Os critérios do Tesouro desconsideram manobras usadas por governadores para diminuírem despesas com pessoal e se enquadrarem nos limites definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Em relação às despesas com o funcionalismo público, a Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que os estados e o Distrito Federal não podem comprometer mais do que 60% da receita corrente líquida (RCL) com o pagamento aos servidores locais ativos e inativos nos Três Poderes. Pelos dados informados pelos governos locais, somente dois estados estavam acima desse limite no fim do ano passado: Paraíba (61,86%) e Tocantins (63,04%).

No entanto, ao usar os critérios do Tesouro, nove unidades da Federação estouravam o teto no fim de 2015: Distrito Federal (64,74%), Goiás (63,84%), Minas Gerais (78%), Mato Grosso do Sul (73,49%), Paraná (61,83%), Rio de Janeiro (62,84%) e Rio Grande do Sul (70,62%). Pelos parâmetros do PAF, a relação fica em 61,13% no Tocantins e em 64,44% na Paraíba.

Segundo o Tesouro, a diferença na contabilidade deve-se principalmente ao fato de que a maioria dos estados não declara gastos com terceirizados e informa apenas a remuneração líquida dos servidores, em vez dos números brutos. A defasagem também decorre do fato de que diversas unidades da Federação não declaram gratificações e benefícios como auxílio-moradia pagos aos servidores do Judiciário, do Ministério Público e das Defensorias Públicas locais.

Durante a renegociação da dívida dos estados, o Ministério da Fazenda tentou incluir, nas contrapartidas dos governadores, a mudança nas estatísticas de gastos com pessoal, com prazo de dez anos para os estados que estourarem o teto voltarem ao limite de 60%. No entanto, depois de pressões de servidores públicos, o governo recuou e derrubou a exigência. O projeto de lei em tramitação no Senado estabelece apenas a proibição de reajustes ao funcionalismo local por 24 meses após a sanção da lei, sem a necessidade de reenquadramento na LRF.

Déficit da Previdência

O levantamento também constatou que os estados estão subestimando o déficit das previdências dos servidores públicos locais. De acordo com os Relatórios Resumidos de Execução Orçamentária (RREO), enviados pelos governos estaduais ao Tesouro a cada dois meses, o resultado negativo de todas as unidades da Federação estava em R$ 59,1 bilhões no fim de 2015. Nas contas do Tesouro, no entanto, o rombo chegou a R$ 77,1 bilhões.

A maior diferença é observada no Rio de Janeiro, que declarou déficit de R$ 542,1 milhões, contra resultado negativo de R$ 10,8 bilhões apurados pelo Tesouro Nacional. Outros estados que se destacam são Minas Gerais (R$ 10,1 bilhões declarados, contra R$ 13,9 bilhões apurados pelo Tesouro), Rio Grande do Sul (R$ 7,6 bilhões declarados, contra R$ 9 bilhões apurados) e Paraná (R$ 3,2 bilhões declarados, contra R$ 4,3 bilhões apurados).

O Tesouro Nacional não explicou o motivo da diferença de R$ 20 bilhões no déficit das previdências públicas estaduais, mas recomendou mais transparência, controle dos aumentos salariais, corte de cargos comissionados e reformas para conter o rombo. Inicialmente, a criação de tetos para as aposentadorias de servidores estaduais estava nas contrapartidas exigidas pelo governo federal para a renegociação da dívida dos estados, mas a exigência também foi retirada durante as negociações.

grafico_gastos_pessoal_estados

 

 

Agência Brasil

Participe do movimento STF! Minha Vida Não Tem Preço!

14469516_1703833106604557_3241250855494653818_n

Quer colaborar com o movimento STF, Minha Vida Não Tem Preço  Assine e compartilhar o nosso abaixo assinado: www.change.org/minhavidanaotempreco

O diagnóstico de uma doença grave ou rara nunca é fácil. Ele vem acompanhado de incertezas que logo dão lugar a procura pelo melhor atendimento. Quando existe a opção de um tratamento, na maioria das vezes, ele é único ou um dos poucos disponíveis. Isso costuma encarecer a tecnologia, dada a sua complexidade e baixa prevalência. Quando um paciente ou responsável solicita um tratamento de alto custo, ele não quer regalias. Não quer tirar o direito de outra pessoa que depende da assistência do Estado. E certamente também não quer tudo, ele apenas quer direito a tentar ter a oportunidade de conseguir uma vida com o mínimo de qualidade. Quando falamos do acesso a o tratamento, falamos de uma pequena parte do esforço. Os cuidados, preocupação e luta são diários e fazem parte do atendimento. O tratamento não é tudo. Ele é um meio, e é isso que solicitamos ao Estado: ferramentas para construir uma sociedade mais justa e digna para todos.

Quer colaborar com o movimento STF, Minha Vida Não Tem Preço  Assine e compartilhar o nosso abaixo assinado: www.change.org/minhavidanaotempreco

Juntos podemos mais! ??

Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) julgam recursos que questionam se cabe ao Poder Público arcar com o fornecimento de remédios de alto custo que não estão incluídos no Sistema Único de Saúde (SUS) e se é obrigação do Estado financiar medicamentos que não têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

No último dia 28, o ministro Teori Zavascki solicitou prazo maior para o estudo da questão.

Estima-se que no Brasil existam 13 milhões de pessoas que sofrem com algum tipo de doença rara.

 

Fonte Agência Brasil,(STF, Minha Vida Não Tem Preço)

 

Direitos dos pacientes com câncer

O paciente com câncer – além do pai, mãe, marido e esposa – pode sacar o Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS)  para custeio do tratamento.
Nesta entrevista , a advogada e especialista em Direito À Saúde e Direito do Consumidor, Gabriela Guerra, sobre os direitos das pessoas que têm esta doença.
Toda mulher que passou por mastectomia (retirada da mama) por causa de câncer, tem direito a fazer a reconstrução mamária.
Os pacientes que tiveram sequelas nos membros superiores ou inferiores devido ao câncer têm direito à isenção de impostos na compra de veículos, como IPVA, ICMS e IPI.
As pessoas que lutam contra qualquer tipo de câncer e ficaram inaptas a trabalhar por invalidez constante ou permanente têm direito à quitação do financiamento da casa própria.

Pacientes com câncer ou com outras doenças consideradas graves têm direito à isenção do Imposto de Renda sobre os valores recebidos a título de aposentadoria, pensão ou reforma, inclusive as complementações recebidas de entidades privadas e pensões alimentícias, mesmo que a doença tenha sido adquirida após a concessão da aposentadoria, pensão ou reforma. Benefícios previdenciários como auxílio-doença e auxílio-acidente também já se originam isentos do Imposto de Renda.

Como obter esse benefício?

O paciente deve procurar o órgão responsável pelo pagamento da sua aposentadoria, pensão ou reforma (INSS, União, Estado ou Município) e requerer a isenção do Imposto de Renda que incide sobre esses rendimentos. Devem ser apresentados os seguintes documentos:

  • Requerimento de isenção de Imposto de Renda.
  • Laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios (de preferência vinculado à própria fonte pagadora – ex.: INSS), com as seguintes informações:
  1. Diagnóstico expresso da doença.
  2. Estágio clínico atual da doença/paciente.
  3. Se possível, data inicial da manifestação da doença.
  4. CID – Classificação Internacional de Doenças.
  5. Data, nome e CRM do médico com a devida assinatura.
  6. Exames que comprovem a existência da doença.

Observações

  • O serviço médico oficial fixará o prazo de validade do laudo pericial, no caso de moléstias passíveis de controle, para determinar qual o período que o paciente precisará renovar a solicitação.
  • Modelo de laudo pericial disponibilizado pela Receita Federal.

Após o reconhecimento da isenção, a fonte pagadora deixará de proceder aos descontos do Imposto de Renda.

 

(Fonte EBC)

Horário de verão começou à meia-noite

relogio

O horário de verão começou  à meia-noite deste sábado (15), quando os relógios deverão ser adiantados em uma hora nos estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A medida, que vai até o dia 19 de fevereiro de 2017, atinge 11 unidades da Federação: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.

A mudança é para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas.

A mudança no horário acontece sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro, exceto quando coincide com o feriado de carnaval. No Brasil, o horário de verão tem sido aplicado desde 1931, com alguns intervalos.

O horário de verão só é aplicado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, porque nesses estados o consumo é maior e é onde os melhores resultados são alcançados. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a aplicação no Norte e no Nordeste teria poucos benefícios em termos de economia de energia, por causa da proximidade da Linha do Equador, o que faz com que a duração dos dias nessas regiões não tenha mudanças significativas ao longo do ano.

A medida também é adotada em diversos países, como forma de usar energia de forma mais eficiente, especialmente nos países com geração termelétrica, ou de racionalizar o uso da infraestrutura energética. Nos Estados Unidos, por exemplo, é adotado “Daylight Saving Time”, geralmente entre março e novembro.

Economia

Segundo o Ministério de Minas e Energia, nos últimos dez anos, a medida tem possibilitado uma redução média de 4,5% na demanda por energia no horário de maior consumo e uma economia absoluta de 0,5%, o que equivale, em todo o período do horário de verão, aproximadamente ao consumo mensal de energia da cidade de Brasília, com 2,8 milhões de habitantes.

Para este ano, a expectativa do Operador Nacional do Sistema Elétrico é que a medida possibilite uma economia de R$ 147,5 milhões, que representa o custo evitado em despacho de usinas térmicas por questões de segurança elétrica e atendimento à ponta de carga no período de vigência do horário de verão.

Horário de embarque

Quem tem viagem marcada para este fim de semana deve ficar atento aos horários de embarque. Os horários dos bilhetes de passagem são impressos em hora local, e, para evitar transtornos, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) orienta aos passageiros que entrem em contato com as empresas aéreas em caso de dúvidas.

Hábitos de consumo

Além da redução do consumo de energia com o melhor aproveitamento da luz do dia, os brasileiros podem aproveitar para diminuir o gasto tomando alguns cuidados no dia a dia. Algumas dicas são conhecidas como apagar a luz ao sair de um ambiente; usar lâmpadas fluorescentes compactas ou de LED; preferir a luz natural durante o dia e desligar o chuveiro enquanto se ensaboa.

Uma cartilha da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) traz outras orientações sobre o uso racional da energia. Por exemplo, a pintura de paredes internas e teto com cores claras, que refletem melhor a luz natural. A geladeira deve ser aberta o mínimo possível de vezes, retirando todos os itens de uma só vez.

Para lavar roupas, deve-se acumular o máximo de peças possível para lavar de uma só vez na máquina e usar pouco sabão, para não ter que enxaguar a roupa várias vezes. O mesmo vale para o ferro de passar, que deve ser ligado para passar mais roupas da mesma vez, pois o aparelho consome muita energia sempre que é acionado.

 

(Fonte Agência Brasil)

Receita Federal abre consulta ao 5º lote de restituições

diversas-imagens-de-dinheiro-6

A Receita Federal abriu nesta sexta-feira (7), a partir das 9h, a consulta ao 5º lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) 2016. Ao todo, 2,1 milhões de contribuintes vão receber de volta R$ 2,5 bilhões por causa do imposto recolhido a mais no ano passado.

Porém, o mega lote inclui resíduos dos últimos oito anos, o que amplia o tamanho da bolada.

Para saber se você faz parte do novo lote de restituições do Imposto de Renda, basta acessar o site da Receita Federal. Outra opção para saber se você teve a declaração liberada é ligar para o Receita fone 146.

No total, 2.211.405 contribuintes brasileiros vão restituir R$ 2,7 bilhões. Essa grana corresponde ao 5º do Imposto de Renda 2016 e outros restos correspondentes a imposto recolhido a mais desde 2008. Os recursos estão corrigidos pela taxa básica de juros (Selic).

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

 

Temer pretende congelar gastos em saúde e educação por 20 anos

Apresentada pela equipe econômica do governo Michel Temer, a Proposta de Emenda à Constituição 241, que pretende congelar gastos em saúde e educação por 20 anos, avança com rapidez no Congresso Nacional. Um primeiro relatório, favorável à aprovação da proposta, foi apresentado na terça-feira 4 na comissão especial que trata do assunto na Câmara dos Deputados e aprovado na quinta-feira 6.

A votação no Plenário também deve ocorrer rapidamente. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já anunciou sua intenção de realizar a primeira votação em plenário na segunda-feira 10, a depender do quorum. Entenda a proposta:

O que é a PEC 241?

A Proposta de Emenda Constitucional 241, também chamada de PEC do Teto de Gastos, tem como objetivo limitar despesas com saúde, educação, assistência social e Previdência, por exemplo, pelos próximos 20 anos.

Enviada em junho pela equipe de Michel Temer à Câmara dos Deputados, a proposta institui o Novo Regime Fiscal, que prevê que tais gastos não poderão crescer acima da inflação acumulada no ano anterior.

Autor da medida, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, classificou a PEC 241 de “dura” e admitiu o propósito de limitar os gastos com saúde e educação, que atualmente são vinculados à evolução da arrecadação federal.

Tais vinculações expressam conquistas sociais garantidas na Constituição Federal de 1988 com o objetivo de priorizar e preservar o gasto público nessas áreas fundamentais, independentemente do governo que estivesse no poder.

Quais são as críticas à PEC 241?

Ao colocar um limite para os gastos da União pelas próximas duas décadas, a PEC 241 institucionaliza um ajuste fiscal permanente e ignora uma eventual melhora da situação econômica do País. De acordo com a proposta, a regra que estabelece o teto de gastos a partir da correção da inflação não poderá ser alterada antes do décimo ano de vigência.

O prazo final dessa política de austeridade se completaria em 20 anos. Dessa forma, o Novo Regime Fiscal proposto pelo governo Temer retira da sociedade e do Parlamento a prerrogativa de moldar o orçamento destinado a essas áreas, que só poderá crescer conforme a variação da inflação.

O que o governo argumenta ao propor a PEC 241?

Para Meirelles, a raiz do problema fiscal do Brasil é o crescimento elevado do gasto público, que, segundo ele, é incompatível com o crescimento da Receita.

Em debate na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na terça-feira 4, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que o congelamento dos gastos permitirá que o “mercado” tenha expectativas melhores em relação ao Brasil, elevando investimentos privados e contribuindo para o crescimento econômico.

A melhoria da educação e da saúde, no entanto, é elemento básico do desenvolvimento. Ao defender a PEC 241, Meirelles afirma, ainda, que limitar o gasto público vai ajudar a conter o crescimento da dívida pública. Segundo o Banco Central, a dívida pública brasileira chegou a 66,2% do PIB em 2015.

O governo ignora, porém, que não há unanimidade sobre o que seria um patamar seguro para a dívida pública no mundo. Existem países com uma dívida menor que a brasileira (Argentina, 56% do PIB em 2015; e Chile, 14%), mas há também países mais desenvolvidos com dívidas maiores (Espanha, 99% do PIB; EUA, 106%; e Japão, 248%).

O que pode estar por trás proposta?

A PEC 241, tida como uma das principais razões da aliança entre PMDB e PSDB, garante governabilidade a Temer no Congresso. O interesse do PSDB pela aprovação da pauta explicita o caráter da proposta, afinada com a política de austeridade defendida pelo partido.

Diante da impopularidade da medida, seria interessante para o PSDB, que almeja o Planalto em 2018, vê-la aprovada sem ter o ônus de ser o responsável direto por ela.

Quando a PEC 241 deverá ser votada?

O tema tem sido tratado com urgência pelos interlocutores de Temer. Aliado do governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou para a próxima segunda-feira 10 a primeira votação da PEC 241 no plenário da Câmara. A sessão, contudo, pode ser adiada.

Para ser aprovada, a PEC precisa passar por duas apreciações plenárias tanto na Câmara quanto no Senado. A intenção do governo é liquidar as quatro votações ainda este ano. Como se trata de alteração constitucional, a aprovação depende do apoio de três quintos dos votos na Câmara e no Senado, ou seja, 308 deputados e 49 senadores.

Nos bastidores, a PEC 241 é tratada como uma espécie de teste. Se o governo não for capaz de aprová-la, também não conseguirá aprovar a reforma da Previdência, tampouco mudanças na legislação trabalhista.

De acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo, o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, disse ter convicção de que a PEC 241 será aprovada. A declaração foi dada após um jantar na segunda-feira 3, do qual participaram ministros e cerca de 50 deputados da base aliada do governo.

Como a oposição está se articulando?

A deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ), líder da minoria na Câmara, protocolou na sexta-feira 7 um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a tramitação da PEC 241 seja suspensa. A peça é assinado por parlamentares de PT e PCdoB e pede que a proposta não seja colocada em votação na Câmara até a análise do Supremo.

Para parlamentares da oposição, a medida representa o “desmonte do Estado”. “A gente tem chamado [a proposta] de ‘PEC do Orçamento sem Povo’, que é algo típico de um governo sem voto”, disse Feghali em entrevista à tvCarta. Assista:

 

(Fonte Carta Capital)

saude-publica_brasil

Servidores do INSS são afastados após agilizarem aposentadoria de Dilma

491725-970x600-1

O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA), Alberto Beltrame, determinou à presidência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), autarquia vinculada à pasta, a abertura de sindicância e procedimento administrativo disciplinar para apurar responsabilidades de servidores e outros eventuais envolvidos na concessão de aposentadoria à ex-presidenta Dilma Rousseff, no começo de setembro, logo após o impeachment.

A medida é uma resposta à reportagem da revista Época que diz que “Dilma furou a fila para se aposentar”.

Em nota divulgada hoje (1º), o ministério informou que os servidores mencionados serão afastados dos cargos para que não possam interferir das investigações e que solicitou o acompanhamento dos órgãos de controle para a verificação dos fatos mencionados pela reportagem e também eventual ilegalidade nas alterações cadastrais constatadas.

Além disso, dois funcionários em cargos de confiança citados pela revista serão exonerados dos cargos. A saída deles, indicados no governo anterior, será publicada no Diário Oficial da União da próxima terça-feira (4), de acordo com o ministério.

A reportagem da Época diz que o benefício da ex-presidente foi concedido sem passar pela “fila” nos sistemas da Previdência e que o cadastro de Dilma Rousseff foi alterado 16 vezes em dez horas por uma servidora da diretoria do INSS, dentro da sede do órgão. Além disso, segundo a revista, servidores citados na matéria garantiram o atendimento do pedido de Dilma sem agendamento, por meio de uma mulher com uma procuração da ex-presidenta que foi a uma agência do INSS em Brasília com o ex-ministro da Previdência, Carlos Gabas.

Defesa

Em nota, a assessoria de Dilma informou que não houve qualquer tipo de concessão ou tratamento privilegiado à ex-presidenta, que todas as alterações feitas no cadastro tiveram como objetivo comprovar os vínculos empregatícios de Dilma ao longo dos últimos 40 anos como funcionária pública e que auditoria do INSS poderá constatar que não houve quaisquer irregularidades.

“A regra para aposentadoria exige no mínimo 85 pontos para ser concedida à mulher, na soma da idade mais tempo de contribuição. Dilma Rousseff atingiu 108 pontos, pelo fato de ter contribuído por 40 anos como servidora pública e chegado aos 68 anos de idade”, diz a nota.

A assessoria informou também que, diante disso, Dilma Rousseff decidiu aposentar-se e, por meio de procuração, recorreu a pessoa de sua confiança que foi a uma agência do INSS acompanhada pelo ex-ministro Carlos Gabas. A íntegra da nota está disponível no Blog do Alvorada, mantido pela equipe da ex-presidenta.

 

(Fonte Agência Brasil)

Mostra de arte contemporânea gratuita nos jardins do Palácio do Catete

Rio de Janeiro - A obra Gruta, de Sergi, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Durante seis dias, os jardins do museu, frequentados por moradores da região e cariocas de outros bairros, se transformam em uma grande galeria a céu aberto. As obras interagem com as árvores, o lago, as pontes, as estátuas e outros elementos do cenário de 12 mil metros quadrados criado pelo paisagista francês Paul Villon, discípulo de Auguste Glaziou, responsável por diversos projetos de parques no Rio de Janeiro, como o Campo de Santana.

Com curadoria de Isabel Portella, a mostra tem participação de 14 artistas de destaque na arte contemporânea brasileira, entre eles Ernesto Neto, Barrão, Raul Mourão, José Bechara. Mercedes Lachmann, Enrica Bernadelli e Zoé Gruni. “Cordas, fios, ferro, tecidos e esculturas, e uma variedade surpreendente de materiais conversam sobre arte, sobre vida, tempo e ritmo interno. E todos podem participar dessa fruição, compreender que a arte também tem uma função social, mágica, que reflete o ambiente e o pensamento artístico contemporâneo”, disse a curadora.

Rio de Janeiro - A obra O rabo de Boto Rosa, de Zoé Gruni, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra O rabo de Boto Rosa, de Zoé Gruni, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

ArtRio

Esta é a quarta vez que o projeto Intervenções é realizado junto com a ArtRio. As duas primeiras ocorreram nos jardins do Museu de Arte Moderna (MAM), no Parque do Flamengo, e na Praça Paris, na Glória, sempre com entrada gratuita.

Já a feira ArtRio, que está em sua sexta edição, tem entre suas metas se consolidar como um dos principais eventos mundiais de negócios no segmento da arte. Com foco nos colecionadores e curadores, o evento reúne de amanhã até domingo, nos armazéns do Pier Mauá, 73 galerias de arte moderna e contemporânea, brasileiras e estrangeiras.

Este ano, 19 galerias participam pela primeira vez da feira, 11 brasileiras e as demais da Argentina, Alemanha e Estados Unidos. A feira, que integra o calendário oficial de eventos da cidade atraiu milhares de visitantes nas edições anteriores, contribuindo para ampliar o público e o mercado de arte no país.

Rio de Janeiro - A obra Habitante, de Marcos Duarte, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Habitante, de Marcos Duarte, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Manto, de Mercedes Lachmann, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Manto, de Mercedes Lachmann, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Ciranda, de Carlos Bevilacqua, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Ciranda, de Carlos Bevilacqua, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra MiniOxy, de José Bechara, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra MiniOxy, de José Bechara, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Peripatéticos, de Alessandro Sartore, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Peripatéticos, de Alessandro Sartore, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Hospedeiro, de Barrão, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Hospedeiro, de Barrão, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Tuiuiú-Festa, de Enrica Bernardelli, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Tuiuiú-Festa, de Enrica Bernardelli, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio. (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Ciclotrama 52, de Janaína Landini, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Ciclotrama 52, de Janaína Landini, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro - A obra Gruta, de Sergi, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

Rio de Janeiro – A obra Gruta, de Sergi, é parte das intervenções de arte contemporânea nos jardins do Palácio do Catete durante a feira ArtRio (Fernando Frazão/Agência Brasil)

 

(Fonte Agência Brasil)