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Sérgio Cabral é denunciado pela nona vez

O ex-governador Sérgio Cabral foi denunciado pela nona vez. De acordo com as investigações da Força-Tarefa da Lava-Jato do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro ele e mais nove pessoas são acusadas dos crimes de corrupção ativa e passiva, por esquema de pagamento de propina envolvendo a empreiteira Carioca Engenharia, em contratos milionários das obras do Arco Metropolitano, do PAC Favelas e da Linha 4 do metrô.
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Segundo o órgão, a organização criminosa atuou em diversas contratações do Estado do Rio , entre os anos de 2008 e 2014, tendo sido estruturada para que o ex-governador Sérgio Cabral recebesse uma “mesada” de até R$ 500 mil da Carioca Engenharia.

Nos mesmos moldes das demais organizações criminosas investigadas pela Operação Lava Jato, a estruturação e a divisão de tarefas do grupo envolvendo a empreiteira também tinha quatro núcleos básicos.

O econômico, formado por executivos das empreiteiras cartelizadas contratadas para execução de obras pelo governo do estado do Rio, que ofereciam vantagens indevidas a políticos e gestores públicos.

O núcleo administrativo, no caso os gestores públicos que solicitavam e administravam as vantagens indevidas recebidas pelas empreiteiras. O núcleo financeiro operacional, formado por responsáveis pelo recebimento e repasse das vantagens e ocultação da origem. E, por último, o núcleo político, comandado pelo líder da organização criminosa, segundo o MPF, o ex-governador Sérgio Cabral.

Além de Cabral, foram denunciados os ex-secretários Wilson Carlos e Hudson Braga, o executivo da Carioca Engenharia, Ricardo Pernambuco, o ex-subsecretário de transportes Luiz Carlos Velloso e o diretor da Rio Trilhos, Heitor Lopes de Souza Júnior e operadores financeiros do esquema: Carlos Miranda, Luiz Carlos Bezerra, Wagner Jordão e José Orlando Rabelo.

Em nota oficial, a Carioca Engenharia disse que não vai comentar a nova denúncia contra o ex-governador do Rio.

Um dia antes desta decisão, , o Ministério Público Federal no Paraná TAMBÉM apresentou denúncia contra o ex-governador. Segundo o MPF ele recebeu propina da Andrade Gutierrez em troca de contratos para obras do Comperj, Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro.

 

(Fonte Agência Brasil)

 

STF autoriza abertura de inquérito para investigar Temer

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin decidiu abrir inquérito para investigar o presidente Michel Temer. A medida foi tomada a partir das delações premiadas dos empresários Joesley Batista e Wesley Batista, donos do grupo JBS, controlador do frigorífico Friboi. A previsão é de que o sigilo das delações seja retirado ainda hoje (18).

O conteúdo dos depoimentos envolvendo Temer foi antecipado ontem (17) pelo jornal O Globo. Segundo a reportagem, em encontro gravado em áudio pelo empresário Joesley Batista, Temer teria sugerido que se mantivesse pagamento de mesada ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha e ao doleiro Lúcio Funaro para que estes ficassem em silêncio. Cunha está preso em Curitiba.

A Casa Civil confirmou hoje (18) que o Palácio do Planalto solicitou ao STF a íntegra das gravações. Segundo assessores, o material solicitado servirá de base para o pronunciamento a ser feito pelo presidente da República.

A Presidência da República divulgou nota na noite de ontem (17) na qual informa que o presidente Michel Temer “jamais solicitou pagamentos para obter o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha”, que está preso em Curitiba, na Operação Lava Jato.

 

(Fonte Agência Brasil)

Deputado Alessandro Molon pede impeachment de Temer

https://youtu.be/K48UGO29vH4

O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou na noite desta quarta-feira (17) um pedido de impeachment contra o presidente Michel Temer (PMDB). A solicitação foi feita após a divulgação do conteúdo da delação premiada do empresário Joesley Batista, dono da JBS, segundo a qual o presidente teria endossado o pagamento de propina ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

 E o primeiro pedido de impeachment contra Temer. Em entrevista coletiva, Alessandro Molon afirma que a atuação do presidente fere a lei de responsabilidade e que, neste caso, a punição prevista pela legislação é a perda do mandato. Na opinião dele, o Congresso deve “parar” diante da divulgação da delação, que caiu como uma bomba no Palácio do Planalto.

Segundo Molon, “agora, a bola está com Rodrigo Maia”, referindo-se ao presidente da Câmara. “É evidente que ele não pode engavetar este pedido, porque não há provas mais robustas do que essas apresentadas neste caso com gravação, com dinheiro marcado, com filmagem de entrega de dinheiro e com vários parlamentares envolvidos neste grande esquema que foi montado para manter as denúncias contra Temer e sua quadrilha escondidas”, disse o parlamentar da Rede.

O deputado Alessandro Molon avalia ainda que, diante da gravidade do conteúdo, o Congresso deverá interromper a votação de reformas importantes, como as reformas trabalhista e da Previdência Social. “O governo acabou. O Congresso precisa parar o que está fazendo e cumprir a sua primeira missão, que é a de cassar o mandato de Michel Temer e, em seguida, o Brasil precisa de eleições diretas.”

 

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Michel Temer e o dono da JBS Joesley Batista

Michel Temer é gravado dando permissão para comprar silêncio de Cunha

Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

Em nota, Temer disse que “jamais” solicitou pagamentos para obter o silêncio de Cunha e negou ter participado ou autorizado “qualquer movimento” para evitar delação do correligionário.

A assessoria do deputado Rodrigo Rocha Loures informou que ele que vai “esclarecer os fatos divulgados” sobre a delação.

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada.

(Fonte O GLOBO)

 

Michel Temer é gravado dando permissão para comprar silêncio de Cunha

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Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.

É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

Em nota, Temer disse que “jamais” solicitou pagamentos para obter o silêncio de Cunha e negou ter participado ou autorizado “qualquer movimento” para evitar delação do correligionário.

A assessoria do deputado Rodrigo Rocha Loures informou que ele que vai “esclarecer os fatos divulgados” sobre a delação.

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.

Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.

A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?

Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.

Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.

Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada.

 

(Fonte O GLOBO)

Febre amarela mata duas pessoa no Rio uma em Macaé e uma em Silva Jardim

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informou hoje (15) que subiu para cinco o número de mortes por febre amarela no estado. Exames laboratoriais feitos pela Fundação Oswaldo Cruz confirmam 14 casos da doença em todo o estado e mais duas mortes: uma em Macaé, norte fluminense, e uma em Silva Jardim, região da Baixada Litorânea.

Dos 65 municípios do Rio de Janeiros considerados mais vulneráveis ao contágio da febre amarela, 55 tiveram disponibilizadas doses em quantidade suficiente para imunização do público-alvo – entre elas, Macaé e Silva Jardim. São quase 5 milhões de doses da vacina disponibilizadas para os 92 municípios fluminenses.

Os municípios prioritários, de acordo com a avaliação do cenário epidemiológico, que ainda não receberam novas remessas de vacinas são: Arraial do Cabo, Cabo Frio, Campos dos Goytacazes, Magé, Petrópolis, Resende, São Pedro da Aldeia, Saquarema, Teresópolis e Três Rios.

Desde janeiro, 7,7 milhões de doses foram distribuídas aos 92 municípios do estado, atendendo à estratégia de priorizar as cidades mais vulneráveis. O governo tem como meta imunizar toda a população elegível no estado até o fim do ano, cerca de 12 milhões de pessoas.

Ainda segundo a secretaria, a estratégia de vacinação em cada cidade deve ser definida por cada uma das 92 prefeituras, observando a disponibilidade de doses pelo Ministério da Saúde, a capacidade operacional – como número de postos e de pessoal capacitado para o trabalho -, além do armazenamento correto das doses, para que não haja perda de vacinas.

O público-alvo para receber as doses é formado por crianças a partir de 9 meses e adultos de até 59 anos.

 

(Fonte Agência Brasil)

 

Flamengo vence o Fluminense e é campeão Carioca 2017

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Depois de três anos, o Flamengo é novamente campeão carioca . Pela 34ª vez, o Rubro-Negro conquistou o título do Estadual. No Maracanã, a equipe da Gávea voltou a vencer o Tricolor das Laranjeiras, desta vez, por 2 a 1 se sagrou campeão de forma invicta.

Depois de 22 anos, Flamengo e Fluminense voltaram a fazer uma partida que valia o título do Carioca. Na última vez, o Tricolor das Laranjeiras havia vencido, desta vez, o Rubro-Negro levou a melhor.

Os gols da partida foram marcados por Henrique Dourado para o Fluminense. Pelo lado rubro-negro, Guerrero e Rodinei fizeram os gols da vitória da equipe da Gávea.

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FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 2 X 1 FLUMINENSE

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Wagner do Nascimento Magalhães (Fifa-RJ)
Assistentes: Luiz Claudio Regazzone e Michael Correia (RJ)
Cartões amarelos: Pará, Márcio Araújo (FLA); Henrique Dourado, Wellington Silva, Lucas, Léo (FLU)
Cartão vermelho: Diego Cavalieri, 47’/2ºT (FLU)
Renda/Público: R$ 3.242.130,00 / 58.399 pagantes
Gols: Henrique Dourado, 3’/1ºT (0-1); Guerrero, 40’/2ºT (1-1); Rodinei, 50’/2ºT (2-1)

Flamengo: Alex Muralha, Pará, Réver, Rafael Vaz e Renê; Márcio Araújo, Willian Arão, Trauco (Rodinei, 16’/2ºT), Everton (Juan, 43’/2ºT) e Berrío (Gabriel, 11’/2ºT); Guerrero. Técnico: Zé Ricardo.

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Fluminense: Diego Cavalieri, Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo; Orejuela, Wendel (Marcos Júnior, 42’/2ºT) e Sornoza; Richarlison (Pedro, 41’/2ºT), Wellington Silva (Maranhão, 17’/2ºT) e Henrique Dourado. Técnico: Abel Braga.

 

Empresas de transporte vão retirar ônibus de circulação em casos de vandalismo no Rio

As empresas de transporte de passageiros por ônibus do estado do Rio decidiram paralisar a circulação dos ônibus sempre que a segurança de passageiros e rodoviários estiver em risco. Além disso, em comunicado, as empresas afirmam que, diante da incapacidade do Poder Público de garantir a segurança, decidiram recorrer à Justiça em busca de reparação aos prejuízos causados pelo setor e prestar queixa-crime contra os que participarem ou estimularem atos de vandalismo. As empresas dizem ainda que vão comunicar as decisões ao Ministério Público estadual.

O comunicado foi divulgado um dia depois de confrontos entre facções rivais que resultaram na queima de nove ônibus e dois caminhões na Avenida Brasil e na Rodovia Rio-Juiz de Fora (BR-040), no trecho da Baixada Fluminense. Segundo a polícia, criminosos de Parada de Lucas tentaram dominar os pontos de venda de drogas na Cidade Alta, em Cordovil, considerado estratégico por sua localização junto à Avenida Brasil e a rodovia federal.

De acordo com o comunicado, a Federação de Transportes de Passageiros do Estado (Fetranspor) “repudia e manifesta indignação em relação aos atos criminosos que têm destruído por meio de incêndios, os veículos que servem a um sistema que transporta diariamente mais de 8 milhões de passageiros no Estado”.

Somente neste ano, 51 ônibus foram destruídos por ações criminosas, superando os registros de todo o ano de 2016, quando 43 ônibus foram queimados.

De acordo com a entidade, a cada 2,5 dias um ônibus foi incendiado no Rio em 2017, com prejuízo direto aos usuários. Além dos riscos à vida de passageiros e rodoviários, os usuários sofrem com menos opções para deslocamentos, maior tempo de espera nos pontos e viagens menos confortáveis, com a redução da frota em operação. A federação informa também que devido à crise econômica e ao aumento do desemprego no estado, “os ônibus destruídos não serão substituídos”.

A Polícia Militar informou por meio de nota que o patrulhamento ostensivo da unidade operacional de Olaria, responsável pelo policiamento na região da Cidade Alta e Parada de Lucas, conta também com o cerco preventivo do Batalhão de Policiamento em Vias Especiais, que atua ao longo da Avenida Brasil e vias expressas do Rio, com apoio de outras unidades da corporação que reforçam o patrulhamento na região.

Na ação de ontem (2), a PM prendeu 45 pessoas envolvidas no confronto armado entre as facções rivais e apreendeu 32 fuzis, três pistolas automáticas, além de oito granadas defensivas de uso exclusivo das Forças Armadas. Duas pessoas morreram no confronto com a corporação e três policiais militares ficaram levemente feridos por estilhaços de granadas.

 

(Fonte Agência Brasil)

Governo federal vai ampliar presença da Força Nacional no Rio de Janeiro

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O governo federal reforçará o contingente da Força Nacional no Rio de Janeiro. A decisão foi tomada após os eventos ocorridos ontem (2) nos quais vários ônibus foram queimados. O anúncio foi feito hoje (3) pelo ministro da Justiça, Osmar Serraglio, após reunião com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto.

Segundo o ministro, Temer manifestou procupação em relação aos eventos no Rio de Janeiro, o que, segundo Serraglio, “provoca uma participação mais incisiva diretamente pela Presidência da República, ainda que segurança seja afeta ao estado”.

“O presidente solicitou que começássemos a formatar estrategicamente uma atuação mais aprofundada e eficaz”, disse o ministro. “O presidente ligou na nossa presença ao governador Pezão para que houvesse uma formalização da provocação. Ele foi atendido prontamente pelo governador, que se dispôs a encaminhar o pleito pelo fortalecimento da presença da Força Nacional”, acrescentou.

Serraglio disse que o estado do Rio já conta com 125 integrantes da Força Nacional. “Reforçaremos com mais 100 nesse primeiro momento. Há também pleito relativo à Polícia Rodoviária Federal, mas esse efetivo ainda será definido”, disse o minsitro ao comentar que autoridades locais têm identificado que algumas rodovias, em especial a Via Dutra, que liga o Rio a São Paulo, estão servindo de rota para o tráfico de drogas e armas, além de terem registrado assaltos a transporte de cargas.

A fim de fazer com que o governo federal ajude a “estrangular com mais força e eficiência” as organizações criminosas que estão atuando no estado e nessas rotas, o presidente Michel Temer designou o secretário nacional de Segurança Pública, general Santos Cruz, para viajar ao Rio de Janeiro e avaliar de perto a situação.

“Amanhã (4) o general irá ao Rio para identificar, junto às forças estaduais, onde a atividade de inteligência deve incidir em ações mais especificas. Imaginamos que, com a união de forças, inteligência e estratégias tenhamos resultado positivo”, disse Serraglio. “O Rio de Janeiro precisa dessa mão amiga, e o presidente a está cedendo”, acrescentou.

O general Santos Cruz disse que o apoio ao estado não se limita aos fatos ocorridos ontem. “[As ações] têm o objetivo não de resolver os problemas que aconteceram ontem, mas de implementar ações estruturantes que tenham como resultado permanência e a melhoria da segurança pública, bem como a manutenção do bem estar da população.”

 

(Fonte Agência Brasil)

 

Terroristas narcotraficantes do Rio incendeiam ônibus e caminhões na Avenida Brasil e na Linha Vermelha

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Os terroristas narcotraficantes brasileiros demarcam território nas favelas do Brasil onde a Lei e a Justiça é inexistente.Na manhã desta terça feira 2 de março de 2017 confrontos entre terroristas narcotraficantes brasileiros da Cidade Alta, em Cordovil, na Zona Norte do Rio de Janeiro provocaram momentos de pânico e violência. Pelo menos nove ônibus e dois caminhões que levavam cargas foram incendiados   e geraram interdições em vias importantes do Rio de Janeiro como Avenida Brasil, Linha Vermelha e Linha Amarela.

Segundo o Centro de Operações da Prefeitura, por conta dos reflexos no trânsito, o Rio de Janeiro entrou em estágio de atenção por volta das 11 horas da manhã desta terça-feira.

O coordenador da Comunicação Social da Polícia Militar, o major Ivan Blaz contou que a corporação foi acionada na madrugada quando moradores da região relataram que uma facção rival da que ocupa a comunidade de Cidade Alta tentava assumir o controle territorial da área.

Segundo Blaz, 40 suspeitos foram presos e 32 fuzis, apreendidos durante a ação.

De acordo com a Fetranspor, a Federação das Empresas de Transporte do Rio de Janeiro, somente em 2017, 50 ônibus já foram incendiados, superando os números de todo o ano passado. Só nos últimos cinco dias, foram queimados 17 coletivos.

Fazendeiros atacam aldeia e deixam 13 índios feridos no Maranhão

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Uma aldeia indígena localizada em Viana (MA) foi atacada ontem (30) por homens armados com facões e armas de fogo. De acordo com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), pelo menos 13 índios foram feridos, dois deles tiveram as mãos decepadas e cinco foram baleados. Na região, está localizado o Povoado das Bahias, área da etnia gamela.

Segundo informações do Cimi, os índios feridos foram socorridos no Hospital Socorrão 2, em São Luís. Dois índios foram alvo de tiros de raspão no rosto e já receberam alta. Os demais seguem internados. No caso mais grave, um deles teve uma mão decepada, o joelho cortado e está com uma bala alojada na coluna e outra na costela.

Ainda não há confirmação sobre a autoria do ataque, mas a área é disputada por fazendeiros da região. Após o registro do ataque, a Polícia Militar do estado foi deslocada para a região para intervir no conflito.

Tribunal de Justiça

A Secretaria de Direitos Humanos do Maranhão informou que vai destacar uma equipe para investigar o caso e ouvir os indígenas transferidos para São Luís. De acordo com a secretaria, o governo do estado está agindo para garantir a segurança na área.

Esta não é a primeira vez em que os gamelas são alvo de ataque. Nos dois últimos anos, foram registradas duas tentativas de ataques a tiros, mas os suspeitos foram expulsos pelos indígenas.

Em 2016, o Tribunal de Justiça do Maranhão suspendeu a integração de posse da área. O pedido foi solicitado por um empresário da região e aceito pelo juiz local.

 

(Fonte Agência Brasil)