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Os golpes mais comuns no WhatsApp!

O WhatsApp está entre os mais populares aplicativos móveis do país, presente em 99% dos smartphones dos brasileiros, segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box. Pela facilidade para troca de mensagens, áudios e arquivos e chamadas por áudio e vídeo, o programa caiu no gosto do povo, mas também dos criminosos. Os golpes na plataforma se multiplicam, exigindo dos usuários cuidados especiais para não se tornarem presas fáceis.

Uma das fraudes mais difundidas é a da clonagem ou sequestro da conta. Criminosos estão aproveitando informações divulgadas em anúncios de sites de classificados para direcionar ataques. Em posse do nome, telefone de contato e objeto à venda, eles ligam para as vítimas e dizem que o anúncio apresenta problemas. E para liberá-lo, é preciso informar um código recebido por SMS. Esse código, porém, não serve para o site de classificados, mas para a instalação do WhatsApp em outro telefone.

O golpe ficou conhecido e surgiram variantes, seguindo a mesma dinâmica: a busca pelo código SMS. Empresas de segurança cibernética registram casos como o “golpe da festa”, no qual os criminosos ligam para a vítima e dizem que elas foram convidadas para uma festa com artistas famosos. Mas para confirmar a presença, precisam repassar o código recebido por SMS. Existem também ataques direcionados a influenciadores digitais e jornalistas, com falsos convites para eventos de empresas.

— Basicamente, é o mesmo golpe, que está sendo adaptado em outros formatos — explica Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky. — Não existe uma parte técnica, apenas engenharia social. Eles conseguem o contato e procuram formas de enganar a vítima para terem acesso ao código de instalação do WhatsApp.

Com a posse da conta no WhatsApp, os criminosos podem ter acesso às conversas e aos contatos. A partir daí começa a segunda etapa do golpe: a monetização. Se passando pela vítima, eles enviam mensagens pedindo dinheiro emprestado para familiares e amigos, sempre contando uma história trágica. Não existem estimativas de quantos são os casos e o tamanho do prejuízo, mas pelo aumento no volume de relatos de ataques, a fraude deve ser lucrativa.

— Os atacantes perceberam que isso dá muito dinheiro, porque essas fraudes são cada vez mais comuns — diz Emilio Simoni, diretor do dfndr lab, da PSafe.

A advogada Letícia Marques, do scritório Aith, Badari e Luchin, recomenda que vítimas do golpe entrem em contato imediatamente com o WhatsApp para pedir o bloqueio da conta e avisem seus contatos sobre possíveis pedidos de empréstimos. Além disso, elas devem procurar uma delegacia para registrar um boletim de ocorrência.

— O número de casos está aumentando muito — conta Letícia. — As pessoas chegam desesperadas, sem saber o que fazer.

Para a proteção, a principal recomendação é ativar a verificação em duas etapas, entrando em Configurações > Conta > Confirmação em duas etapas > Ativar. A ferramenta pede que os usuários criem uma senha numérica de seis dígitos, que será exigida na reinstalação do aplicativo. Dessa forma, mesmo em posse do código SMS, os criminosos não conseguirão assumir o controle da conta.

Cuidado com o “phishing”
Outro golpe bastante comum no WhatsApp é o phishing. Nele, os criminosos disparam mensagens em massa, muitas vezes aproveitando temas em alta, para enganar os usuários. No passado, a fraude era bastante disseminada nos e-mails, mas migrou para os aplicativos de mensagem. Com ofertas irreais, os atacantes conseguem atrair a atenção de desavisados para links falsos, com o intuito de roubar informações ou infectar dispositivos.

Segurança:Um em cada 10 smartphones brasileiros está infectado por malware, diz especialista

A lógica segue a do marketing, de oferecer “promoções” de acordo com a sazonalidade. Com a passagem do carnaval, devem começar a surgir campanhas sobre a Páscoa e o Dia das Mães, com ofertas de chocolate e perfumes, por exemplo. O pânico em torno do coronavírus também deve ser explorado. Daniel Barbosa, especialista em segurança da informação da ESET, alerta os usuários a desconfiarem de tudo o que recebem, pois os criminosos se aproveitam das próprias vítimas para difundirem o golpe.

— São sempre ofertas maravilhosas, prêmios ou vagas de emprego, que encaminham as vítimas para páginas para o roubo de informações pessoais ou a instalação de malwares. Não acredite se você ganhar uma viagem para Cancún ou perfumes grátis para o presente de Dia das Mães — diz Barbosa. — E para validar os cadastros, os criminosos pedem que as vítimas repassem a mensagem para seus contatos, para todo mundo viajar junto.

A principal proteção é ativar o desconfiômetro. Tudo que parece bom demais para ser verdade, realmente não é. É golpe. Ao receber mensagens duvidosas, os usuários devem conferir nas páginas oficiais das empresas para atestar a veracidade das informações. Também é recomendável a instalação de softwares de proteção, que impedem o acesso a páginas falsas e a instalação de malwares.

Golpe do crédito
Outra fraude que vem se difundindo no WhatsApp é a do crédito falso. Criminosos enviam mensagens em massa, anunciando a liberação de créditos pré-aprovados em bancos e fintechs. As propostas são tentadoras, com altos valores a juros baixos e condições especiais. Após atrair a vítima, vem o golpe: para ter acesso ao crédito, é preciso antecipar o pagamento de taxas. O pagamento é feito, mas o crédito nunca vem.

— A gente percebeu uma crescente nesse tipo de golpe no ano passado — conta Débora Cippoli, diretora de risco da Noverde, fintech especializada em crédito on-line. — A recomendação é que os clientes que receberem propostas pesquisem se as empresas existem, olhem as páginas oficiais. Abordagem via WhatsApp é incomum entre bancos e fintechs, e o pagamento de antecipação é contra a lógica do crédito. Quem precisa, não tem dinheiro para pagar pela concessão de um empréstimo.

Clonagem do cartão SIM
Um golpe mais elaborado é o da clonagem do cartão SIM. Nele, os atacantes conseguem recadastrar o número de telefone da vítima num outro chip, assumindo o controle num outro smartphone. Pela sofisticação, a técnica não é usada em ataques em massa, mas para alvos determinados. E com o controle do número de telefone, os criminosos podem facilmente instalar o WhatsApp, já que o código de instalação por SMS será recebido por eles.

Para garantir a proteção do aplicativo, a recomendação é ativar a verificação em duas etapas. Mas nesses casos, o WhatsApp é apenas uma das dores de cabeça para as vítimas. É preciso ativar a dupla autenticação em todos os serviços usados, como e-mails e redes sociais. E após a retomada do número, é preciso alterar todas as senhas.

Ataques cibernéticos direcionados

Pelo WhatsApp também é possível realizar ataques de alta complexidade. Existe a suspeita de que o fundador e diretor executivo da Amazon, Jeff Bezos, tenha tido seu iPhone infectado por um malware por meio de um vídeo enviado pelo aplicativo pelo número do príncipe saudita Mohammed bin Salman. Segundo análise forense contratada pelo homem mais rico do planeta, um pequeno código implantado no vídeo permitiu a instalação de um programa espião, que deu aos atacantes acesso ao aparelho de Bezos, incluindo suas fotos e comunicações privadas.

Pessoas normais, que não estejam em posições importantes, não precisam se preocupar com ataques com esse grau de sofisticação. O crime cibernético é uma indústria, os atacantes visam nada mais que o lucro, e ações com essa complexidade custam milhões de dólares, muitas vezes para um único uso, já que após a descoberta as vulnerabilidades são corrigidas.

MPF repatria R$ 20 milhões em joias de Sérgio Cabral

Depois de um longo trâmite burocrático, o Ministério Público Federal (MPF) conseguiu repatriar, nesta sexta-feira (6), 4,5 kg de ouro e 27 pedras de diamantes, avaliados em aproximadamente R$ 20 milhões, que estavam na Suíça e foram adquiridos com dinheiro de propina do ex-governador Sérgio Cabral.

A existência do ouro e dos diamantes foi revelada pelos irmãos e doleiros Marcelo e Renato Chebar em delação premiada fechada com a Lava Jato do Rio de Janeiro. Eles eram operadores do esquema de Cabral.

Outros US$ 100 milhões, cuja existência no exterior também fora revelada pelos irmãos Chebar, já haviam sido repatriados desde o início de 2017, mas trazer o ouro e os diamantes da Europa para o Brasil revelou-se mais complicado, devido a exigências de contratação de transportadoras e seguros especializados.

Somente na última terça-feira (3), três anos depois, procuradores do MPF embarcaram para Genebra para buscar o ouro e os diamantes, que devem agora ficar num cofre bancário à disposição da Justiça Federal do Rio de Janeiro.

Desde que foi preso, em novembro de 2016, Cabral acumula 13 condenações penais, a maioria no âmbito da Lava Jato do Rio de Janeiro. Somadas, as penas superam os 280 anos. Ele responde ainda a mais de 30 processos criminais ligados a casos de corrupção durante o seu governo (2007 a 2014).

Em fevereiro, o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), homologou um acordo de delação premiada negociado pelo ex-governador junto à Polícia Federal (PF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu, afirmando que a colaboração não pode ser aceita pois Cabral continua a ocultar bens provenientes de casos de corrupção.

O advogado Marcio Delambert, que representa Cabral, explicou que a devolução dos bens já estava prevista em sentença e que o ex-governador inclusive teve pena reduzida pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, por ter confessado e se arrependido.

STF libera venda de cerveja em estádios

Relator do caso, Alexandre de Moraes justificou seu voto afirmando que “a ausência da comercialização de bebidas de menor teor alcoólico dentro dos estádios acaba gerando o consumo de todos os tipos de bebidas, inclusive aquelas com elevado teor alcoólico”

Em decisão unânime, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) liberaram nesta sexta-feira (6) a venda de bebidas alcoólicas em estádios de futebol.

A decisão, proferida no plenário virtual, rejeitou a tese defendida no processo da Procuradoria-Geral da República (PGR), que havia acionado o STF para contestar uma lei do estado do Mato Grosso, que libera a venda e o consumo de bebidas nos estádios.

O estatuto do torcedor proíbe o comércio consumo nas arenas e estádios.

No caso de Mato Grosso, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, justificou seu voto contra a proibição considerando que “a ausência da comercialização de bebidas de menor teor alcoólico dentro dos estádios acaba gerando o consumo de todos os tipos de bebidas, inclusive aquelas com elevado teor alcoólico nas imediações dos eventos esportivos”.

Os ministros Edson Fachin, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux seguiram o voto de Moraes. Assim, dos 11 ministros, nove decidiram pela liberação. Celso de Mello, de licença médica, e Carmen Lúcia não votaram.

A comercialização em Mato Grosso é permitida para bebidas não destiladas e com teor alcoólico de no máximo 14%. Essa regra foi adotada com base nas implementadas durante a Copa do Mundo.

Ministério Público investiga Testemunhas de Jeová por acobertar abusos sexuais

O Ministério Público de São Paulo investiga um grupo de Testemunhas de Jeová. Eles são suspeitos de acobertar diversos casos de abuso sexual e psicológico em suas congregações, inclusive em crianças e adolescentes.

O inquérito, iniciado em setembro de 2019, traz relatos de seis vítimas que afirmam terem sofrido abusos por líderes do grupo religioso. Uma das vítimas tinha apenas 12 anos quando o crime aconteceu. Na época, ela era candidata ao batismo quando foi entrevistada por um ancião, nome dado aos membros mais experientes das congregações, segundo a revista Fórum.

Segundo o relato feito à Promotora, a jovem afirmou que o ancião “começou falando sobre sexo” e depois apalpou seus seios: “Ele me disse, não precisa ficar com medo de mim, sou como um pai para você. Na sequência, abriu a calça e tirou o pênis”.

Meses depois, a jovem e sua mãe resolveram contar o caso a outros dois anciões. “Eles ficaram transtornados, mas acabaram por pedir que não falássemos nada para ninguém. Disseram que deveríamos deixar nas mãos de Jeová, que ele resolve tudo”, contou.

Mulher é presa por cometer racismo no NorteShopping

Uma mulher foi presa em flagrante, na tarde de quinta-feira, após cometer injúria racial contra uma mulher em frente ao NorteShopping, no Cachambi, na Zona Norte do Rio. Segundo relatos, Luciene Braga, de 33 anos, chamou a vítima de “macaca mal educada” enquanto esperava uma amiga na porta do local.
“A vítima estava falando ao telefone e falou um pouco mais alto, foi quando a agressora falou: “tá gritando comigo porquê?”. Ela respondeu: ‘Não estou gritando com você, senhora, tô falando aqui ao telefone, desculpa”, e se virou. Nisso, a agressora gritou: ‘Você tá maluca? Sua macaca mal educada, macaca, macaca sim!’. Todo mundo que estava em volta parou e falou que ela seria presa. Aí ela fugiu para dentro do shopping que nem uma flecha”, contou, nas redes sociais, a estudante de Direito Nathalia Bryner.
A testemunha ainda filmou toda ação e publicou parte do vídeo em seu Twitter. Na plataforma, um internauta acusou Luciene de ter cometido o mesmo crime em Caxias, no ano passado.
De acordo com a Polícia Militar, uma equipe do 3º BPM (Méier) foi acionada para checar uma ocorrência de possível injúria racial em um shopping na Avenida Dom Helder Câmara. Chegando ao local, os policiais ouviram as duas mulheres envolvidas e conduziram para a 21ª DP (Bonsucesso) para esclarecimento dos fatos.
Em nota, a Polícia Civil informou que “uma mulher foi presa em flagrante pelo crime de racismo. A vítima, autora e uma testemunha prestaram depoimento na unidade policial e a acusada foi encaminhada para o sistema prisional”.
Procurada, a assessoria do NorteShopping disse que “o ato ocorreu fora do shopping e repudia qualquer ato de discriminação e preconceito. Defendemos em nosso espaço um ambiente de diversidade e inclusão. Estamos à disposição da polícia para colaborar com as investigações”.

Cadeirante morre atingido por bala perdida na Vila Kennedy

Um cadeirante morreu ao ser vítima de bala perdida, na manhã desta sexta-feira, durante uma operação policial na Vila Kennedy, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Gilmar dos Santos Gonçalves foi atingido na cabeça e socorrido pelos policiais militares que participam da ação na comunidade, e chegou a ser reanimado no Hospital Albert Schweitzer, mas não resistiu ao ferimento.
Segundo um morador da região, que preferiu não se identificar, o homem, na faixa dos 50 anos, foi atingido por volta das 10h na Praça Miami, a principal da Vila Kennedy e na entrada da comunidade.
O socorro foi acionado, mas os PMs levaram a vítima, ainda com vida, antes da chegada da ambulância. De acordo com uma testemunha, ele estaria indo visitar a mãe que está internada em uma UPA.

Policial federal é baleado no Rio Comprido

Um policial federal aposentado foi baleado, na madrugada desta sexta-feira, em uma tentativa de assalto em um posto de gasolina no Rio Comprido, Zona Norte do Rio. O agente estava abastecendo sua moto quando foi surpreendido por dois homens. Um deles atirou contra o policial, que ficou caído.
Segundo a polícia, agentes do 6º BPM (Tijuca) foram acionados e a vítima encaminhada para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio. O estado de saúde do policial é considerado estável.
O caso foi registrado como latrocínio tentado na 6ª DP (Tijuca).

Prefeito e vice de Itaguaí têm mandatos cassados

O prefeito de Itaguaí,Carlo Busatto Júnior, o Charlinho (MDB), e o seu vice Abeilard Goulart, o Abelardinho (PDT), tiveram seus mandatos cassados pela Câmara Municipal da cidade, na manhã desta sexta-feira. O decreto com a decisão votada na Casa (13 votos a 4) foi publicado após a sessão. O presidente da Câmara, Rubem Vieira de Souza, assume ainda hoje.
A Sessão Especial de Julgamento que votou o impeachment de Charlinho e Abelardinho pela acusação de nepotismo começou ainda na noite de quinta-feira e durou toda a madrugada de sexta. A denúncia, de mais de mil páginas, foi lida durante a sessão, o que levou cerca de nove horas.
O prefeito Charlinho é acusado de nomear a esposa Andréia Busatto como secretária de Educação, enquanto o vice Abelardinho a filha Érika Goulart como secretária de Esportes.
Segundo a Câmara Municipal, a denúncia recebida pela comissão apontou que os custos aos cofres públicos dos vencimentos dos familiares nomeados chegam a mais de meio milhão de reais ao mês, totalizando quase R$ 7 milhões ao ano. De acordo com a Casa, obras públicas paradas poderiam ser concluídas com o montante gasto para o pagamento de vencimentos de parentes dos denunciados.

O prefeito apresentou sua defesa às 5h da manhã negando as acusações, enquanto o vice foi representado pelo procurador-geral do município de Itaguaí, Alexandre Oberg. Esta tinha sido a quarta sessão para cassar prefeito e vice, mas nas outras três o pedido foi negado.

A sessão que votou o impeachment tem como base o parecer final da Comissão Especial Processante (CEP 004/2019) que investigou os casos de nepotismo na Prefeitura de Itaguaí. A investigação durou 90 dias e gerou um relatório de seis volumes que foi lido e votado pelo plenário da Câmara.

Ronaldinho Gaúcho e irmão são presos no Paraguai

O ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e o irmão dele, Roberto de Assis, foram detidos na noite desta sexta-feira (6) no Paraguai após prestarem depoimento à Justiça. Eles são investigados por entrarem no país com passaportes paraguaios adulterados.

Os dois vão passar a noite em uma cela da Agrupación Especializada da Polícia Nacional, uma instalação anteriormente usada como cadeia comum, mas que atualmente recebe apenas alguns presos de maior relevância.

O Ministério Público do Paraguai confirmou que pediu a prisão de Ronaldinho Gaúcho e do irmão por uso de documento público de conteúdo falso. Os dois se preparavam a voltar para o Brasil — o próprio juiz que ouviu os brasileiros havia informado que eles tinham livre circulação para retornar.

Inicialmente, o MP paraguaio havia decidido não acusar formalmente os brasileiros por considerar que ambos “reconheceram o erro”. Porém, nesta tarde, o juiz Mirko Valinotti rejeitou a recomendação dos promotores e ordenou que o caso dos dois irmãos continuasse sob investigação das autoridades paraguaias.

Com isso, o MP terá até 10 dias para apresentar um novo pedido à Justiça: ou os promotores continuam com a solicitação de liberar Ronaldinho e o irmão do caso ou os dois serão formalmente denunciados.

Gabigol torce para Babu no BBB

O ator Babu Santana, que participa desta temporada do BBB, ganhou uma torcida de peso. Trata-se do atacante Gabigol, que usou suas redes sociais para declarar torcida ao rubro-negro.

Um dos momentos marcantes desta temporada foi quando Babu conversou com Felipe Prior sobre possíveis acontecimentos de seus times de futebol enquanto ambos estavam na casa confinados. Em seu Twitter, o ídolo do Flamengo mandou uma mensagem de apoio ao participante.

– ‘Coé’, meu mano Babu! Foi para o bem da nação, eu fiquei! E outra… Começou a Liberta como terminou – afirmou.

Uma das dúvidas do participante era sobre a permanência de Gabigol no Flamengo, que o adquiriu em definitivo junto a Inter de Milão. Entretanto, Babu achava que o atacante não tinha permanecido no clube.